28:51Olá, seja bem-vindo a mais um programa, A Mensagem. Aquele momento especial que temos para poder falar de um para um sobre uma mensagem diretamente da Palavra Sagrada. É interessante como pode ser tão especial. Momentos que podemos usar para estudar este livro especial. Nós vivemos num mundo em que, vez após vez, é tão difícil mantermos a nossa imagem. Todos os dias, dezenas e dezenas, centenas de milhares de posts novos são colocados em cada rede social diferente e muitos deles mostrando o que se veste.
E podemos até imaginar como tantas pessoas existem tentando ligar-se a um estilo de vida, a um estilo de roupa, a um tipo de mentalidade e, vez após vez, aquilo que vestimos acaba por nos identificar. É quase como dizer que temos uma dificuldade muito grande em nos despojar da nossa imagem. Agora, Gostava de ver consigo alguma memória que não sejasse tão difícil de termos no nosso currículo daquilo que nós vivíamos na nossa infância. Vou apelar a que possa recuar ao seu tempo de escola.
Aquela escola nos nossos quatro, cinco, seis primeiros anos de escolaridade. Naquele momento em que estamos a descobrir o nosso corpo, em que estamos a descobrir o que é que é o belo e o não belo, começamos a valorizar o que pensar naquele dia em que alguém entrou no seu quarto sem bater à porta. Como se sentiu se alguém entrou e viu em trajes menores? se viu com menos roupa. Um sentimento de vergonha, um sentimento de nudez, um sentimento de inferiorização. Quem entrou, ainda que seja o pai ou a mãe, naquele dia não tinhas nada que entrar.
Este é o meu canto seguro. Podemos quase dizer que sentimos a nossa roupa e a nossa privacidade como sendo a nossa última propriedade. Algo que é intocável. Mas será que é mesmo a roupa a última barreira que nós temos?
Será que é mesmo a roupa aquilo que nos identifica e que faz nós superarmos desafios? Eu vou lhe dar um exemplo que gosto muito em particular, que encontro logo no primeiro livro da Bíblia, no livro de Génesis, de alguém que a dado momento viveu esta experiência, mas de uma forma muito mais dramática. Consegue imaginar quem foi aquele que esteve nu perante a família? Temos dois. Temos um primeiro, logo no início do livro de Gênesis, após o dilúvio, no É, que a dado momento, por ter bebido sumo de uva que já estaria fermentado, porque ele plantou uma videira, fez sumo e bebeu, mas já tinha fermentado, no ato de ficar...
Perdoem-me a expressão, com bebedeira, porque foi isto mesmo que aconteceu. Ele desnudou-se dentro da sua tenda e foram os filhos que vieram, viram e dois deles o cobriram de novo. Mas há um outro personagem que normalmente não pensamos nele pela nudez e que teve que enfrentar uma nudez provocada pela família e toda a vergonha que estava inerente. E essa história vamos encontrar no capítulo 37 de Génesis. Encontramos no capítulo 37 de Génesis um episódio passado com José. José, com os seus dez irmãos mais velhos, tinham saído de casa para pastorear as ovelhas do pai, a dado momento vai receber a ordem do seu pai Jacó de sair e ir ver se estava tudo bem com os irmãos.
Agora nós sabemos que havia aqui alguma coisa de problemática nesta família. José, um jovem que recebia sonhos da parte de Deus, e a família percebendo que realmente havia alguma coisa de premonitório naqueles sonhos, criava-se alguma animosidade, alguns ciúmes da parte dos irmãos. Ciúmes esses que foram exacerbados pelo facto que, ainda por cima, o pai dava uma túnica especial ao filho que trabalhava menos. Se calhar podemos lembrar, nos nossos tempos de infância, quando o filho mais novo, o nosso irmão mais novo, recebia mais atenção do que nós da parte dos nossos pais.
E é certo que nem nos lembrávamos que quando são mais do que dois filhos, o do meio também a dado momento foi o privilegiado. Mas estes irmãos sentiam esta inveja de José e José acabava por mostrar toda aquela túnica colorida que o pai lhe deu e que aparece relatado. Sabem? É neste contexto que este José vai ser enviado pelo pai. E diz assim a partir do verso 12 do capítulo 37. E como foram os irmãos a apachentar o rebanho do pai em Siquém? Perguntou Israel, outro nome dado pelo próprio Deus a Jacó. Não apachentam teus irmãos o rebanho em Siquém?
Vem, enviar-te-ei a eles. E respondeu José, eis-me aqui. E respondeu Israel, vai agora e vê se são bem os teus irmãos e o rebanho e traz-me notícias. E assim o enviou do Val de Abron e ele foi a Sicém. Foi isto que aconteceu, um início de história tão simples. Os irmãos de José tinham saído há muito tempo trabalhar pastoreando o rebanho. O pai Com a falta de notícia, não nos podemos esquecer que não haviam telefones, não havia outros meios de comunicação como existem hoje em dia, envia agora o filho mais novo, não o último, que o mais novo de todos era Benjamin, mas mais novo que os dez, para ir procurar os seus irmãos e poder trazer notícia.
José obedeceu, levando a sua capa colorida, que o acabava por identificar. E para onde quer que ele passasse, aquela capa identificava-o como sendo o filho preferido de Jacó. Nós sabemos que José foi até Siquém e, chegando lá, não encontrou os irmãos e teve que continuar à procura. Neste caso, como diz o verso 17, foi para Dotã e lá os encontrou. Mas algo aconteceu que era muito diferente daquilo que estavam à espera. José não foi recebido apenas como alguém que vinha para tirar uma mensagem. Algo muito triste aconteceu e que acaba sempre por ser o resultado daqueles
momentos em que reina a inveja e o ciúme. E esse que aconteceu aparece relatado da seguinte forma. De longe o viram e, antes que ele chegasse, conspiraram contra ele para o matar. E diziam um ao outro, lá vem o sonhador. Vim depois agora e matemo-lhe e lancemo-no numa destas cisternas e diremos, um animal selvagem o comeu e vejamos em que darão os sonhos. Mas Ruben, ouvindo isto, livrou-os das mãos deles e disse, não lhes tiremos a vida. e lançaio nesta cisterna que está no deserto, e não punhais a mão sobre ele. E isto disse para os livrar deles, a fim de o restituir ao Pai.
Irmãos, que no auge do ciúme vão tomar uma atitude impensável. Vão conspirar para matar a José. Já pensaram o que a inveja pode fazer? De conspirar contra o sangue do nosso sangue? Mas foi isto que lhe aconteceu. O ciúme levou a que este jovem, em vez de ser recebido como o caçula, o mais jovem, o amigo, o que é protegido, foi recebido como lá vem o sonhador. Aquilo que nós não queremos por perto. E o que aconteceu? Sabem, a primeira coisa que fizeram antes de o atirar àquela cisterna, um buraco, um poço, que estava vazio, no sentido de o prender, foi tirar-lhe a roupa.
Se nós tiramos a roupa, como é que ele ficou? Ficou nu. Já se imaginaram, na vossa infância, se há algum momento para vos provocarem dor, antes de fazer seja o que for, nos colocássemos numa situação de nudez? O que é que nós faríamos? Pedimos ajuda? Mas pedir ajuda? Quem nos vier ajudar vai nos encontrar nu. E a vergonha? Complexos. Medos. É difícil imaginar o que terá passado pela cabeça deste jovem José. E agora, neste sentido, nesta aflição toda, ele ouve os irmãos a fazer a coisa mais estranha de todos os tempos.
Já pensaram que enquanto José estava num buraco, nu, frio, com medo, sem saber o que é que lhe ia acontecer, e os irmãos tranquilamente sentados a comer à volta de uma fogueira? O que iria na alma, no coração daquele jovem? E é neste contexto que vai acontecer que lá bem longe vai aproximar-se uma caravana de esmélitas. homens que vinham de outras terras distantes rumo ao Egito, trazendo mercadorias e escravos para poder comercializar no Egito. E agora, sem a presença deste Ruben, que embora quisesse proteger José, não quis ser diferente dos demais e apenas afastou-se, só que ao afastar-se acabou por permitir que a maioria fizesse o que queria.
Ele já não estava lá para controlar nada. Ele tinha saído. Aliás, uma nota de parênteses. Já pensámos quando, às vezes, não concordando com uma ação de um grupo, o facto de nos afastarmos não nos torna menos culpados? Não nos vai tirar o remorso do nosso coração de pensar que podíamos ter feito alguma coisa para ajudar, mas não fizemos? Mas a história não acaba aqui. É que esta caravana de esmélitas que vai chegar vai ser interrompida por estes irmãos de José. E a Bíblia diz-nos o que é que acontece nesta cuesta caravana. Verso 28. 20 ciclos de prata.
A nós pode esta medida de dinheiro não nos dizer nada. Mas naquele tempo, e para um hebreu, ele sabia bem o que isto queria dizer. Aliás, várias telas que apresentam preços de transações comerciais, e refiro-me a telas que são aquelas pedras que são encontradas nas escravações arqueológicas com escrita antiga, nessas pedras foi possível verificar que 20 ciclos de prata era o preço por um escravo do mais fraco. Um escravo base, um escravo aprendiz. Porquê que deram um preço tão baixo ainda por cima, num negócio? Então era o irmão que andava sempre vestido, com a fatiota mais bonita, sem
arranhões, sem estar magoado, perfeito. Sabem porquê? Porque ele estava nu. Pensem um pouco, se fossem donos de uma empresa e vos aparecesse a pedir emprego um jovem sem experiência, sem calos nas mãos, sem qualquer aspecto de ter experiência como trabalhador e vos pedisse trabalho, mesmo que fossem por piedade oferecer trabalho, iam oferecer um salário mínimo. Porque primeiro é preciso formar, é preciso criar rotinas de trabalho. Foi isto que aconteceu com este jovem. É que os mercadores, olhando para José, não têm pensado. Este rapaz há de ser filho de alguém que se meteu em dívidas e venderam o filho para pagar as dívidas.
Nunca trabalhou, não está habituado, não mostra nas mãos nem no corpo nenhum aspecto de ter passado por dureza do trabalho. Levamos, mas pelo preço mínimo. E agora podemos imaginar o que seria José sair nu de um poço, ser presente nu perante uma série de pessoas desconhecidas e agora ser acorrentado e levado no meio de uma caravana de esmélitas, rumo a ser vendido sem saber aquilo que o esperava, numa situação de completa incapacidade de controlar o seu destino. Já pensou se isso fosse comigo, consigo?
Como é que nós nos sentiríamos de estar nus, prante estranhos, sem saber onde é que estávamos a ser levados, traídos pelos próprios irmãos? O que é que poderia ter passado na nossa cabeça? Na nossa cabeça, não consigo imaginar. Mas é incrível aquilo que Deus pode fazer até numa situação destas. É que foi nesta situação com José, certamente, a ver lá bem ao longe as colinas que ele identificava, onde poderia estar o seu pai à distância, nu, sem nada a esconder. E foi naquele sítio que José pôde tomar uma decisão. Há uma coisa que não me podem tirar.
Podem-me levar a roupa, podem-me levar a liberdade, podem-me levar tudo. Mas uma coisa não podem levar. Nem podem levar a si, nem podem levar a mim. E isso é o nosso caráter, é a nossa honra. E foi naquele momento que José pôde tomar uma decisão, independentemente dos sonhos que tinha tido, independentemente de ter uma roupa melhor ou pior que os outros. Naquele momento, a decisão dele foi, eu não vou abandonar meu Deus. Se até hoje ele me protegeu, eu nada tenho a temer no meu futuro, a menos que esqueça da forma como Deus até aquele momento cuidou de mim. Foi isto que este jovem fez. E o que eu sei é que este rapaz que saiu nesta caravana vai chegar ao Egito.
Vai ser vendido a um homem chamado Putifar, chefe da guarda de Faraó. E naquele contexto, ele vai fazer em cada coisa o seu melhor. de tal modo que um pouco mais à frente, no capítulo 39, nós vemos que José foi colocado como o mordomo da casa de Potifar. Sim, José não tinha nada. Era um escravo. Até a roupa que passou a vestir para poder entrar na casa do seu senhor e servir não era dele. Era de Potifar. Mas ainda assim, tudo o que estava na casa de Potifar estava sobre a sua gestão. Seria riqueza? É verdade, mas nada substituía a falta que ele tinha do seu pai, a falta que ele tinha da sua família.
E agora estava numa terra distante. Quase podemos lembrar também algo que pareceu com uma menina cativa que foi levada no tempo de um homem chamado Nahman e que também no seu exílio Também fazia o seu melhor e até desejava o bem para o seu senhor, a ponto de lhe indicar que, para curar da sua doença, poderia ir a Samaria ter com o profeta de Israel, que o poderia ajudar. José foi a mesma coisa. Lá no Egito, longe de tudo, sem saber porque é que tinha acontecido tudo aquilo, ele pôs no seu coração No meu caráter, quem manda sou eu. Eu posso tomar uma decisão de me manter digno. E ainda que a minha roupagem exterior me tenha sido retirada, eu posso resplandecer pelo meu caráter.
Já pensou o que é poder ser identificado por nós mesmos e não pela nossa roupa? Independentemente do que eu vista ter valor pelo que sou, pela marca que deixam nas pessoas e não por uma fotografia na parede, é este o convite que Deus tem
para a sua vida. Ter a possibilidade de fazer a diferença pelo que você é. Porque sim, Deus tem planos para si. Tinha planos para este José. E este José que chegou a Mordomo. Que a dado momento, por manter a sua integridade, teve fugido a mulher do homem que o empregava, teve fugido a mulher de Potifar. E fugindo de Potifar, voltou a ficar nu. Porquê que eu posso dizer que ficou nu? Porque a sua roupa ficou nas mãos daquela mulher. E quando ele foge, volta a ser confrontado por alguém, novamente Potifar, desnudado. E vai acabar por ir parar à prisão.
Ele não tinha feito nada. Tinha mantido a sua integridade. Mas vai parar à prisão. Porquê à prisão? Simples. Tenho um escravo. O escravo está nu. Não pode estar a servir em minha casa, porque não vai estar um homem nu a servir ao lado da minha mulher. Então vai trabalhar nas coisas onde eu tenho que pôr homens a trabalhar. Putifar era o chefe da prisão. coloca José na prisão. E naquele local, este homem, jovem, já tendo passado alguns anos, desde que saiu da casa do seu pai, ele vai tomar novamente a decisão, posso estar numa prisão, mas na prisão eu vou manter o meu caráter.
De tal forma, isto foi certo que ele, ao fim de algum tempo, começou a ser o responsável por todos os presos, o responsável da cadeia. Mais uma vez, de escravo a mordomo, de mordomo à prisão, de prisão a mordomo na prisão. Sabe a que é que isso deu origem? A que, um tempo mais tarde, à conta de uns sonhos novamente, desta feita por um padeiro e um copeiro, por ter sido bom para eles, transmitindo aquilo da parte de Deus, aquilo que queria dizer aqueles sonhos. Vai chegar o momento em que o próprio Faró tem um sonho, E alguém se lembra, eu quando estive na prisão, havia lá um jovem que tinha um caráter íntegro e que sem nada em troca me ajudou.
E se ele me ajudou, também pode ajudar a farol. Este José, passando por tantas vezes nudez, vai agora receber algo ao contrário. É que ele é chamado, é assiado e vai receber uma roupa para ir à face do farol. E agora face ao faraó, novamente, vai ter ali uma conversa com o faraó, por causa de um sonho que atormentava o faraó, que era vindo da parte de Deus, e vai ter a possibilidade de relatar aquilo que era necessário para o Egito escapar a uma fome que se avizinhava. Qual foi a recompensa? Não foi para quando o ressuscitasse. foi para aquele momento. José, sendo escravo, passou a ser o primeiro ministro do Egito e teve a possibilidade de ele salvar não só milhares de pessoas no Egito, mas a própria família, que veio a encontrar bem mais tarde, vindo ao Egito para buscar comida, porque em Canã não havia mais o que comer.
E ele próprio dizia aos irmãos, anos mais tarde, Era preciso que eu viesse a parar o Egito para que agora eu e vocês tivéssemos a salvação da fome. Podem-nos tirar a roupa, podem-nos tirar tudo, o dinheiro, a fama, as comodidades. Há uma coisa que ninguém lhe pode tirar, a sua decisão. E quando nós tomamos a decisão por Cristo, Não há nada, nem príncipes, nem protestados, nem demónios que lhe podem deitar abaixo.
Essa é a certeza que podemos ter nas Sagradas Escrituras. Temos ao nosso expor todo o poder do Universo para que nos possamos manter em pé, firmes frente à ameaça, porque lá dentro não há roupa nenhuma que possa servir para ocultar. Lá dentro está a minha decisão, está a sua decisão. Tomemos hoje uma decisão de estarmos de mãos dadas com Cristo. E pode crer que isso vai nos valer a paz interior que Deus está nos almeja para si e para mim. Que Deus o abençoe.
Olhos nos olhos de alguém de quem ouvi falar Pontos negros que ansei eu contemplar Não a posso alcançar Quem sou eu?
Onde estou? Nada é meu Prospero Mas não vou fugir Ele está para vir Vida nova que esperei Muito mais do que sonhei Há motivos para sorrir Eu vou subir Diz-te cedo, vejo quem não merece ser eu.
Espasminhar em um amor que lhe deu. Faz-me os olhos O tal perdão daquilo que se ofereceu. Quem sou eu? Onde eu estou? Nada em mim.
Onde eu estou? Mas não vou fugir Ele está para mim Vida nova que esperai Muito mais do que sonhei Há motivos para correr Vivo lembranças, pensamentos sem rumo Adoro os dias de massacro ao coração O choro insiste manchar o caminho Estou tão cansado, quando é que chega o fim?
estrangeira.
Num mundo onde a nossa imagem parece definir-nos e a validação externa é uma busca incessante, somos constantemente desafiados a manter uma fachada de perfeição. Mas o que acontece quando essa "roupa" nos é retirada? E se a nossa privacidade for invadida, revelando a nossa mais pura vulnerabilidade? Este episódio convida-o a refletir sobre a fragilidade da nossa percepção de segurança, questionando se a última barreira que possuímos é realmente a nossa aparência ou os nossos bens materiais. Mergulhe na extraordinária jornada de José, uma figura bíblica cuja vida é um testemunho vívido de como a traição, a escravidão e a prisão podem despir-nos de tudo, exceto do nosso caráter. Descubra como, mesmo confrontado com a nudez literal e metafórica, a sua inabalável integridade e a sua decisão de confiar num propósito maior o conduziram de um poço sem fundo ao pináculo do poder, transformando a adversidade em oportunidade e salvando a sua própria família. Uma mensagem intemporal que nos recorda o que realmente tem valor e que ninguém nos pode roubar.