Casamento à prova de fogo
Ser FamíliaT1 · E17

Casamento à prova de fogo

28 de Julho de 202526 min 34 s

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É com regozinhos que estamos de volta para lhe trazer mais um Ser Família. E como é habitual, tenho comigo o Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Escolheres-te para o nosso programa de hoje, eu diria, no mínimo, um título muito curioso. Casamentos à prova de fogo. Onde é que foste buscar esta ideia? Bem, isto é um filme, o título original Fireproof, um filme de 2008 de Alex Kendrick, um filme que agitou um bocadinho as águas, um filme que teve um orçamento de meio milhão de dólares, nada comparado com 200, 300 e muito mais, que são as fasquias normais das grandes produções, não é?

Mas esse filme acabou por ter uma resposta muito interessante. O produto, a bilheteira, a receita foram 33 milhões. Ao contrário do toque habitual, ligeiro, de amor. sobre o amor com que os trabalhos de cinema normalmente são feitos, este filme retratava as sentidas dificuldades conjugais e, de alguma forma, algo mais próximo da realidade vivida por centenas e milhares de pessoas no seu dia-a-dia, não é?

Deste filme há um livro que depois acaba por ser lançado, O Desafio do Amor, e em 2019 já ia na sua vigésima terceira edição, não é? É interessante... Eu ouvia aquilo que os críticos de cinema, na altura, disseram sobre este filme. Por exemplo, Frank Schreck, a falar num dos jornais de crítica de cinema, dizia isto. Embora dificilmente sofisticado na sua abordagem e certamente não polido nos seus elementos técnicos, o filme transmite uma mensagem sincera com inegável sinceridade.

Seu sucesso de bliteira, que sem dúvida continuará no vídeo doméstico, demonstram que não faltam cinéfilos insatisfeitos com os cínicos produtos de Hollywood. Isto é as palavras de um crítico. Bem, é a história de um bombeiro, chamava-se Caleb, um profissional que tem os seus princípios, os seus valores, como, por exemplo, nunca abandonar um companheiro em serviço, estar sempre muito solidário no espírito de equipa, mas, de uma forma muito estranha, em casa as coisas não correm da mesma maneira. A sua esposa, a Catherine, ela... têm um marido ausente, e depois de sete anos de união, eles estão praticamente à beira do divórcio.

Num último gesto de salvação, o pai do Caleb pede que ele inicie uma experiência de 40 dias, que ele denomina o desafio do amor, daí o tal livro, E isto na tentativa de salvar o casamento. E as coisas são muito interessantes neste enredo, não é?

Dificuldades conjugais

Mas, segundo sei, o filme não é apenas o contar de uma história que podia ser de qualquer um de nós e de muitas outras. Ele tem um objetivo específico de levar uma mensagem, não é? É, a mensagem deste filme é muito clara. Vidas separadas, independentes, cada um preocupado com a sua própria vida, com os seus interesses pessoais. Ele muito interessado lá num barco, ela interessada noutras coisas. e completamente indiferentes às necessidades um do outro, bem, o resultado era aquele, não é? Ou seja, quer a vida profissional muito exigente de ambos, quer depois os seus hobbies os afastavam um do outro.

Não havia pontos em comum. Mas o filme, à medida que vai decorrendo, vai mostrando que esse não é só o único problema ou que desse derivam muitos outros problemas. É, uma das grandes mensagens do filme é uma verdade que muitos, é quase uma verdade óbvia, mas que muitos preferem ignorar ou não se dão conta simplesmente. É sobre as grandes diferenças entre o homem e a mulher. Eles são diferentes e é preciso um esforço grande da parte de cada um para compreender o outro, porque o outro não é igual a mim, não é?

Eu sou homem, a minha mulher não reage, não pensa, não age como um homem e vice-versa. É até necessidades diferentes, não é? Exatamente. Olha, dou-te aqui um exemplo. Um casal fazerem uma viagem enorme, longa, e a dada altura ela pergunta Olha, não te apetece, não queres parar para nós esticarmos as pernas? E ele, na sua mente masculina muito objetiva, disse não. E ela fica triste, amuada. Ele não percebeu que a pergunta dela não era uma mera consulta de opinião, mas era a forma como ela estava a fazer um pedido. Uma manifestação de um desejo.

De um desejo. E que ela esperava que ele entendesse como tal. Só que aquelas duas mentes eram diferentes e, portanto, as coisas não funcionaram assim. Sendo que esta questão das diferenças e de não compreender as diferenças no filme também é retratado como uma vontade grande de ambos que tudo desse certo. Ou seja, não é apenas uma noção egoísta de que eu estou preocupado com uma carreira profissional, que muitas vezes acontece também. Eu estou preocupado com a minha carreira profissional e não tenho desejos de investir no meu relacionamento, no meu casamento. Mas não era o caso. Tu mencionaste aquela questão que, sem se aperceberem, essa era uma realidade muito presente no filme. Ambos queriam investir no casamento, mas o seu dia-a-dia, a forma como as circunstâncias os separavam, eles não percebiam o quanto isso os afastava, não era?

Exatamente. E aquela paixão inicial que une normalmente um casal precisa de ser ajudada ou complementada por uma maturidade, por um conhecimento, por uma educação, que faça com que o casal e cada um deles se possa perceber daquilo que é a vida comum, que é muito mais do que terem uma saída e estarem juntos a comer um gelado ou a fazerem um passeio. Não, há toda uma componente que é diária, permanente, que precisa de ser acautelada, não é?

O relacionamento precisa de ser um esforço contínuo e permanente para conhecer e satisfazer, no fundo, aquilo que são as necessidades do outro. Vou usar uma expressão que tu mencionaste, que é conhecer. Poderia ser essa a chave não só deste casal, mas de muitos outros. Tentar conhecer as expectativas do outro. Conhecer aquilo que são as vontades do outro. porque também já falámos isto em programas anteriores, muitas vezes a tentativa, mesmo que eu queira agradar o outro, se eu quiser agradar o outro naquilo que são as minhas prioridades, as minhas necessidades, eu posso estar a errar, passando o plenário redondamente, porque as necessidades dos outros não são aquelas que eu espero.

Esta necessidade de comunicação, para se conhecerem, não só as suas necessidades, mas as suas expectativas, é necessário para, quando eu quiser agradar o outro, saber o que fazer e onde me dirigir. Exato. E há vários especialistas nesta matéria que dizem que aqui está uma das grandes chaves para a felicidade conjugal. Nós, por natureza, somos egocêntricos e falhamos simplesmente em compreender o que é que o outro precisa, o que é que o outro está a sentir. Mas quando há esta intencionalidade para compreender o outro, para agradar o outro, então as chances são muito maiores. Eu gostaria, mais à frente, de nós falarmos precisamente sobre essas diferenças. Seria até um ponto de partida para quem nos está a assistir, trabalhar no seu contexto familiar e perceber onde é que pode evoluir, onde é que pode crescer no seu colecionamento.

Mas essa questão que aparece no filme de 40 dias. Há ali um trabalho, há um investimento, há uma aprendizagem. Eu diria, em jeito de brincadeira, que estes 40 dias deveriam ser exercidos antes de um relacionamento. Antes do relacionamento, na fase de namoro, devia-se trabalhar em conjunto algumas situações que vêm depois do casamento. Mas a verdade é que a inexperiência, também aquele primeiro movimento, aquela primeira sensação, a paixão, aquele envolvimento, costuma-se dizer que o amor é cego. Haveria de haver também mais investimento por parte dos casais que namoram, precisamente de uma forma intencional. Eu não diria fazer este teste dos 40 dias, mas um teste similar.

Ou seja, haver investimento intencional numa aprendizagem no que será um relacionamento. Ao ponto de isto depois incorporar-se na forma de pensar e de agir. É interessante que estes 40 dias, alguns especialistas na área da psicologia dizem que é o mínimo para se criar um hábito novo. E então, no fundo, aqui, no que toca aos relacionamentos, estamos a falar de um esforço de 40 dias para desenvolver um novo estilo de vida no que aos relacionamentos diz respeito. Mas é necessário também ferramentas, quer queremos quer não. Hoje em dia temos a internet, onde nós podemos a internet e consultar tudo, mas temos a informação e a desinformação.

É necessário também nos rodearmos de pessoas certas, de pessoas que nós possamos considerar referências na área da família. pegar nos livros certos e em conjunto também trabalhar esse aspecto, ter ferramentas concretas. Sem dúvida, até porque tu falaste sobre a internet e ali nós encontramos de tudo, do muito bom ao muito mau. e muitas vezes com informações contraditórias. Faça isto, faça aquilo. Então é preciso ter cautela também nas fontes, nas referências que usamos para construir relacionamentos saudáveis. Muito bem, e porque estamos a falar de ferramentas, aqui no programa Ser Família, periódicamente temos-lhe trazido algumas sugestões de literatura, mas

Guia de estudo

hoje temos uma oferta especial para si, e ela vai acontecer já já, ao fim de alguns segundos, depois de um pequenino intervalo. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Como tinha prometido, tenho uma ferramenta ideal para ajudar no seu contexto familiar. O Guia de Estudo Entre Família. Para além de muitos conselhos, tem também muitas questões que são práticas, ou seja, para fazer no seu contexto familiar com a família de uma forma completa e que também vai ajudar e vai trazer as tais ferramentas que falávamos na primeira parte. para o ajudar a enfrentar os desafios que certamente vão surgir.

E o melhor de tudo é que este guia de estudo é totalmente gratuito. O que tenho de fazer é enviar-nos apenas uma mensagem com as palavras Entre Família, para sabermos que é este o guia de estudo a que se refere, e depois enviamos-o para casa através do correio. Pode enviar a sua mensagem para o 933 93 92 91. Vou repetir, 933 939291. Não existe. Ficamos a guardar, então, a sua mensagem.

Diferenças entre géneros

Daniel, estávamos a falar de diferenças entre homem e mulher. Vamos então a elas. Somos assim tão diferentes? É num tempo em que se fala muito sobre a igualdade de género e certamente este é um valor que devemos defender no que trata aos direitos, ao respeito, às oportunidades e tudo isto, mas a realidade é que os homens e as mulheres são diferentes. Como John Gray dizia, uns são de Vênus Elas são de Vênus e eles são de Marte. São mesmo muito diferentes. E isto é perceptível quando observamos as diferenças físicas, por exemplo. Mas há aqui alguns promenores interessantes. Por exemplo, as mulheres têm mais resistência ao frio e ao calor.

Elas têm uma vida mais longa, vivem mais tempo. Elas têm cérebros multifacetados. Elas têm aqui uma parte que divide os dois hemisférios, que é o corpus calopsus, mais largo, o que permite que elas possam estar a fazer muitas coisas ao mesmo tempo. O pitasking. Exatamente. Já nós, homens, no que este ponto diz respeito, nós somos focados, não é? E conseguimos estar focados numa determinada coisa e o resto passa-nos completamente ao lado. Mas elas continuam, conseguem, fisiologicamente, estar em várias frentes ao mesmo tempo, não é? Nós também, alguns, vão adquirindo essa habilidade, não é? por causa da exigência da sociedade.

Mas vamos dizer que esta é uma característica mais feminina e que tem a ver com a sua característica física. Os homens têm crânios mais espessos, uma pele mais grossa também, tem mais células glóbulos vermelhos, tem mais tecido muscular e cérebros que tendem a ser mais sequenciais, tem a ver com a parte lógica, não é? Essas diferenças que são facilmente perceptíveis no plano físico, estendem-se a outros domínios, nomeadamente, por exemplo, na comunicação. As mulheres, elas tendem a expressar a sua intuição e emoções.

Alguém contabilizou isto? Dizem que elas falam cerca de 25 mil palavras por dia. enquanto que os homens ficam pelas 10 mil e olha lá, não é? E depende se é uma segunda-feira, depois de um final de semana bem aquecido no desporto, não é? Eles tendem a descobrir, eles estão interessados nos factos, não é? Alguém perguntou a homens e mulheres, num inquérito, quanto tempo eles achavam necessário gastar numa conversa significativa com o seu conjo. Elá, se tu imaginas o resultado deste inquérito. Não consigo imaginar, mas deduzo que seja muito curto.

As mulheres disseram que conversas significativas com o seu cônjuge, bem, o ideal era 45 minutos a uma hora por dia. Feita a mesma pergunta aos homens, eles responderam, assim, de uma forma, 15 a 20 minutos, uma ou duas vezes por semana. Portanto, aqui se vê o que é que acontece na prática. A comunicação, que é essencial para os relacionamentos, é uma aptência, sobretudo, das mulheres, porque elas comunicam. Elas, quando têm um problema, elas querem falar sobre esse problema, enquanto os homens, como dizem alguns especialistas, quando eles têm um problema, eles vão para a caverna, eles isolam-se. Eles querem pensar, dentro do seu cérebro sequencial, como é que vão de sair daquela, não é?

E as mulheres presentem com a sua intuição que há alguma coisa que não está bem e quase que exigem que ele fale. Fale, diz alguma coisa, o que é que se passa? Mas ele disse, não, os homens agem de uma maneira diferente. Ora, se nós compreendermos que esta é a maneira de estar, a maneira… mais facilmente vamos aceitar o outro. Mas também, mais facilmente, vamos nos esforçar para ir ao encontro daquilo que é as necessidades do outro. Portanto, a nível psicológico, há grandes diferenças. As mulheres tendem a procurar compaixão, empatia e compreensão.

Quando estão a passar por um momento, elas tendem a ser mais relacionais, mais pessoais. a ser cautelosas e avessas a riscos, são mais prudentes. Isto tem a ver com a saúde, tem a ver com uma série de comportamentos do dia-a-dia. Enquanto que os homens são focados nas soluções, Eles tendem a ser objetivos e gostam de arriscar, não é? São arrojados, são impulsivos, não é? Portanto, quando temos pessoas tão diferentes, homens e mulheres, lado a lado, é natural que vão haver diferenças e conflitos.

Só podemos imaginar que isto acontece. Sendo que é interessante que vamos percebendo que acabam por se complementar. Essa é a maravilha do casal. se se perceber e aceitar a partir dessas diferenças, podem, em conjunto, crescer como seres humanos. Ou seja, ambos crescem a par e par porque se complementam. Mas estavas a mencionar, logo no início desta tua última intervenção, que as necessidades também são totalmente diferentes. E esse é que é o problema. Necessidades diferentes, muitas vezes, não são compreendidas pelo outro lado, porque tendemos, de uma forma mais egoísta, a querer... Mesmo que seja mais altruísta, tendemos a satisfazer no outro aquilo que são as minhas necessidades. Esse é um pilar também muito grande e também gerador de muitos conflitos quando não é entendido.

Estas diferenças são, de facto, uma fonte em potencial para conflitos, para dificuldades, mas, por outro lado, se houver esta disponibilidade para compreender e para ir ao encontro das necessidades do outro, nós podemos estar a dar o passo por excelência que pode prevenir, inclusivamente, um divórcio e a traição, a infidelidade conjugal. Eu tenho aqui um livro muito interessante, de Willard Arley, este senhor que estudou estas questões durante 30, 40 anos, é um psicólogo, e na tradução, é interessante, na tradução portuguesa, O título, sobretudo do Brasil, o título que foi dado é Casamento à Prova de Traição.

Portanto, qual é a sua tese? A sua tese é que as necessidades de homens e mulheres são diferentes, haveremos de falar nisto nos próximos episódios, mas se houver um esforço intencional para ir ao encontro destas necessidades, Então, o risco de uma infidelidade conjugal de um relacionamento que depois se degrada até acabar por se extinguir, é diminuído significativamente. Um outro livro muito interessante, que se chama Amar e Respeito, diz que os homens têm necessidades e mulheres têm necessidades distintas.

As mulheres, essencialmente, a necessidade de se sentirem amadas. e os homens de se sentirem respeitados. Isto vai de acordo com um texto da Bíblia, nomeadamente Efésios capítulo 5, 33, no qual Paulo diz, cada um de vocês, maridos, amem as suas mulheres. e cada uma de vós, esposas, tratem o vosso marido com respeito. É uma tradução que utilizamos. Ou seja, as mulheres precisam de se sentir amadas e os homens precisam de se sentir respeitados. Já aqui vai uma grande diferença. Fizeram uma pergunta a alguns homens E a pergunta era esta, se vocês fossem obrigados a escolher uma destas situações péssimas, qual delas prefeririam?

Estar sozinhos no mundo e não serem amados ou sentir-se inadequados e desrespeitados por todos? Os homens responderam que destas duas situações muito tristes, 74% dos homens disseram, preferíamos estar sozinhos e sem sermos amados. Só 26% disseram, preferíamos continuar a ser amados, mas ser desrespeitados por todos. Para os homens, o serem respeitados é muito importante. Num outro questionário, também um inquérito que foi feito, Perguntaram também aos homens, quando há uma discussão, quando há um conflito, o que é que se sente?

Sente que a sua esposa não o está a amar naquele momento ou sente que ela não o está a respeitar? Bem, 81% disseram, ela não me está a respeitar. Quando há um conflito, o homem sente-se desrespeitado em muitas situações. E apenas 19 que não estava a ser amado. Ou seja, esta é a necessidade do homem, é o respeito. E, por outro lado, a necessidade da mulher, por excelência, é sentir-se amada. A forma como a mulher se sente amada é sentir-se ouvida, é sentir-se incluída.

Portanto, o homem, ela não precisa das soluções, ela precisa de ser compreendida e amada. E muitas vezes, quando ela falta o respeito, ou pelo menos dá a entender que não está a ser respeitosa, às vezes é porque ela também não se sente amada. Eu penso que há um livro também, que o título é algo do género Elas Querem, Eles Desejam, ou de uma forma inversa, que faz exatamente esse teste para os casais, para saber as necessidades, e grande parte dos testes mostra que, nas 10 principais necessidades de um e de outro, as 5 primeiras do homem são as 5 últimas da mulher e vice-versa, ou seja, realmente as necessidades são bastante distintas. Muito bem.

Conclusão

Para se quedar desse lado, antes de terminarmos, quero mesmo lembrar a oferta que estamos a fazer para si. É um guia de estudo, este manual, esta revista, que foi preparada, trabalhada exatamente para lhe trazer as ferramentas necessárias para ajudar no seu contexto familiar. Não só a melhorar a sua comunicação entre casal, mas também no seu relacionamento entre pais e filhos. propostas de atividades e, mais importante do que tudo o que falámos hoje, saber qual o plano, qual a vontade do Deus que instituiu a família para o seu lar. E é totalmente gratuito. Entre em contato connosco, mande-nos uma mensagem para o 933-939291.

Vou repetir 933-939291 e depois enviaremos por correio para a sua casa. dizer-lhe ainda que todos estes programas estão disponíveis em podcast, em radio rcs.novotempo.pt, mas também no YouTube. Não só este episódio vai estar disponível, como todos os outros que já fizemos até aqui, e também estes vídeos, estes programas da TV, são eles em si mesmos também ferramentas fantásticas para usar no seu contexto familiar. Quanto a nós, disponível-nos, marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio, exploramos o desafio de construir uma relação sólida numa era de vidas individuais. Descubra a inesperada influência de um filme que ousou retratar as complexidades do casamento com um realismo invulgar, contrariando clichés e tocando milhões de corações. Mergulhamos na essência de um percurso de 40 dias, desenhado para reacender a chama e aprofundar a ligação, oferecendo uma nova perspetiva sobre como enfrentar os obstáculos da vida a dois.

Compreenda por que razão o entendimento das diferenças intrínsecas entre homens e mulheres é a chave para a felicidade conjugal. Abordamos a verdade muitas vezes ignorada sobre as necessidades fundamentais de cada um e como a falta de comunicação e de intencionalidade pode afastar quem mais amamos. Prepare-se para descobertas surpreendentes que o(a) ajudarão a transformar a sua relação, munindo-o(a) de ferramentas essenciais para um amor duradouro e à prova de fogo.

Tópicos abordados no programa: * O sucesso inesperado do filme "Casamentos à Prova de Fogo" e a sua abordagem realista das relações. * O conceito do "Desafio do Amor" e o seu impacto transformador. * As profundas diferenças entre homens e mulheres: físicas, psicológicas e comunicacionais. * Porquê somos egocêntricos nas relações e como isso afeta a compreensão do outro. * A importância de conhecer e satisfazer as necessidades específicas do parceiro(a). * O papel crucial do respeito (para o homem) e do amor (para a mulher) na dinâmica conjugal. * Como a comunicação eficaz pode prevenir conflitos e aprofundar a intimidade. * Estratégias para um relacionamento duradouro e como evitar a infidelidade. * Ferramentas e recursos práticos para fortalecer os laços familiares.

Série
Ser Família · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 17
Estreou
28 de Julho de 2025
Categoria
Família