28:51Olá, querido amigo. É um prazer estar consigo a partir deste programa da Novo Tempo. Hoje gostaria de partilhar consigo uma mensagem especial da parte de Deus, através de uma história que encontramos na Bíblia. Hoje em dia, há muitas pessoas que estão preocupadas com a sua autoimagem. Psicólogos e pedagogos falam sobre a importância do ser humano, a criança, desenvolver uma imagem positiva de si mesmo. Mas o que será que a Bíblia tem realmente a dizer sobre esta questão? É tão importante a forma como nós nos vemos a nós mesmos? Bem, para isso, gostaria de convidá-lo a olharmos para uma história que
encontramos no livro de números, no capítulo 13. A história que aqui é contada tem um contexto muito interessante. O povo de Israel tinha saído do Egito, estavam a jornadear, a peregrinar pelo deserto de Midian há alguns meses. Provavelmente a saída teria acontecido há menos de um ano. E agora eles estavam junto a uma região chamada de Kadesh Barnea, onde esta região era justamente a fronteira sul da terra prometida, a terra que Deus tinha prometido a Abraão, Isaac e a Jacó, e para a qual os israelitas agora estavam a caminhar para tomar posse. Deus orienta Moisés a enviar os líderes das tribos de Israel para visitarem durante alguns dias a terra de Canaã.
Deus queria que, de alguma forma, os líderes das tribos pudessem conhecer as condições, as melhores condições que a terra de Canaã tinha para o povo que iria, dentro de pouco tempo, habitar ali. E, no capítulo 13 de Números, no verso 3, de uma forma específica, o texto diz assim, e passo a ler a versão que tenho na minha Bíblia, enviou Moisés desde o deserto de Parã, segundo o mandado do Senhor, todos aqueles homens que eram líderes dos filhos de Israel." E depois, a partir do verso 4, o texto começa a dar os nomes dos líderes de cada uma das tribos. Destaco particularmente o verso 6, que diz que da tribo de Judá, o seu líder era um senhor chamado Caleb, filho de Jephuné.
e da tribo de Efraim havia um jovem que se chamava Oseias, filho de um cavalheiro de nome Num. Quando nós ouvimos falar deste Oseias, filho de Num, por vezes podemos nos perguntar, não era o nome dele Josué? E permita-me fazer aqui um parênteses que é muito significativo no contexto desta história e na compreensão da história do povo de Israel. Ozeias, filho de Num, foi o nome com o qual este jovem foi batizado ao seu nascimento. O senhor Num deu ao seu filho o nome de Ozeias, que em hebraico quer dizer salvação. Mas, no verso 16, nós vamos encontrar a informação de que Moisés, por inspiração divina, vai mudar o nome de Oseias para Josué.
Bem, nós não falamos hebraico e, por isso, os nomes Oseias e Josué até parecem que são nomes bastante distintos. Mas se nós fôssemos falantes da língua hebraica, perceberíamos que o nome Oseias e Josué são bastante semelhantes. Na realidade, Oseias quer dizer salvação e Josué quer dizer o Senhor é salvação. Havia aqui um propósito, uma intenção da parte de Deus ao inspirar Moisés a fazer esta troca no nome de Oseias para Josué porque quem seria o libertador, ou melhor, quem seria o líder que conduziria o povo de Israel na tomada de Canaã, seria este jovem.
E se ele tivesse, ou continuasse com o nome Ozeias, que quer dizer salvação, muito provavelmente, ao longo dos tempos, ao longo das gerações, as pessoas seriam levadas a pensar que o filho de Num era, na realidade, o salvador da nação. Mas para que não houvesse nenhuma dúvida, nem sequer uma questão teológica, Deus inspira Moisés para que troque o nome de Oseias por Josué. Na realidade, é acrescentando apenas uma pequena partícula ao nome de Oseias para que não houvesse nenhuma dúvida de que, efetivamente, o processo de
salvação do povo, o processo de colocar a nação a morar na terra de Canaã, se devia única e exclusivamente ao poder de Deus. Bem, salvaguardado este detalhe, que é significativo, a história continua a contar-nos de que estes 12 homens, líderes das tribos de Israel, são enviados para visitar a terra de Canaã. Eles então viajam por todos os lugares possíveis e imaginários, visitam as montanhas, passam pelos vales, visitam as cidades, dão-se conta de quais são as condições da terra de Canaã e a constatação que aqueles homens fazem é que a terra de Canaã era de fato um lugar muito especial. Não ficava atrás nenhum dos sonhos ou das mais fantasiosas imaginações que qualquer um dos israelitas tivesse em relação à Terra Prometida.
Era um lugar fabuloso. A Bíblia diz-nos, inclusive, que quando eles passaram por um determinado vale, que é chamado Vale de Escol, eles ali colheram alguns frutos da terra. Primeiro colheram um grande caixo de uvas. Era tão grande que precisava ser transportado por dois homens. Depois recolheram também algumas romãs e figos. O tipo de fruta que foi colhida pelos espias leva-nos a entender que eles visitaram, portanto, Canaã entre o final de agosto e o início de outubro. E o que é certo é que quando estes homens regressam novamente ao acampamento, depois de um mês e dez dias de viagem, eles traziam imensa informação, mas traziam, sobretudo, o testemunho da terra que eles tinham visitado na forma daqueles frutos de fato impressionantes.
Aquelas uvas, aqueles figos e as rumãs. E quando o povo vê, finalmente, os seus líderes regressarem após 40 dias de visita à terra de Canaã, diz que rapidamente todos se ajuntaram para ouvir as notícias que aqueles homens traziam. E eles começam, então, apresentando o seu relatório. E nós, a partir do verso 28, começamos a encontrar, ali no capítulo 13 de Números, a informação que eles vão dando. Eles começam por dizer que, de fato, a terra é frondosa, existem abundância de recursos na terra, as cidades são grandes e fortificadas e, inclusive, os seus habitantes são pessoas bastante saudáveis e vigorosas.
Isto muito por conta do fato de terem uma terra que era fértil e que produzia uma alimentação de excelente qualidade. Mas, ao mesmo tempo, aqueles espias, aqueles israelitas que tinham visitado a terra de Canaã começam por dar um relatório que começou por desanimar o povo, mostrando que a tarefa de conquistar a terra de Canaã efetivamente seria difícil, dado o fato de que as cidades eram muito bem fortificadas e que eram habitadas por pessoas grandes e bastante vigorosas. E chega a certa altura, no verso 32, a dizer, nas palavras dos espias, eles dizem, esta terra devora os seus moradores. Não fica muito claro o que é que eles queriam dizer com esta expressão, que a terra devorava os seus moradores.
Contudo, eles continuam dizendo, todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. E também vimos ali gigantes, pois estes eram descendentes de Anak, raça de gigantes. E, diz algo que gostaria de destacar, e éramos aos nossos próprios olhos, dizem aqueles homens, como gafanhotos, assim como também lhes parecíamos. E aqui vem justamente o ponto central, a ideia principal que eu gostaria de partilhar consigo, querido amigo, prezada amiga que nos está a escutar neste momento. Como é que você se vê? Qual a imagem que você tem de si mesmo ou de si mesma? Às vezes, com o passar do tempo, nós vamos, enfim, o tempo vai passando, vamos envelhecendo e vamos vendo que a juventude se vai distanciando de nós quando percebemos no espelho que já estamos mais velhos, que já estamos mais feios, que já não temos aquela beleza e aquela juvialidade de outrora.
Outras pessoas, por vezes, associam a sua imagem ou a sua autoimagem ao respeito que têm na sociedade, ao prestígio que têm ou, por vezes, até ao dinheiro que possuem e às coisas que conseguem, com este mesmo dinheiro, comprar. E sabem, muitas vezes nós encontramos pessoas que, apesar de por vezes poderem ter até uma boa condição de vida, mas são pessoas que sofrem de uma estima muito baixa, que olham para si sempre de uma forma depreciativa, que olham para as suas realizações de vida desvalorizando-as. Às vezes alguns de nós podemos pensar que esta atitude de aparente humildade pode até ser virtuosa, pode até ter assim um certo ar, diríamos assim, de santidade cristã.
Mas será que é exatamente isto que Deus quer de nós? Bem, se você conhece a história do capítulo 13 de Números, sabe que esta afirmação desencadeou um processo muito complicado para a história do povo de Israel, porque pelo fato destes israelitas que espiaram a terra de Canaã terem dado um relatório tão negativo sobre a terra que o Senhor lhes tinha prometido, isto resultou num retardamento de 40 anos para a tomada de posse da terra que Deus lhes tinha prometido. Na verdade, os israelitas que tinham saído há poucos meses do Egito estavam agora prestes a entrar em Canaã, mas por causa da sua dúvida, por causa da sua falta de confiança em Deus, eles, na realidade, foram forçados a peregrinar por mais 40 anos, até somente depois, nos tempos em que Josué substituiu Moisés, poderem efetivamente conquistar a terra de Canaã.
E agora, isto talvez nos ensine uma primeira lição que pode ser aplicada à nossa vida, nós que vivemos cerca de 35 séculos depois dos acontecimentos aqui narrados, em números 13, é que a nossa autoestima ou a nossa falta de confiança em Deus também, de alguma forma, pode retardar em muitos planos e os projetos que Deus possa ter para a nossa vida. Eu não sei o que é que se está a passar na vida, na sua vida, amigo. Eu não sei que dilemas você está a viver, prezada amiga. Mas uma coisa é verdade. Muito daquilo que nós somos e da maneira como nos vemos afeta profundamente as interações que nós temos com a vida. Mas há aqui uma coisa talvez muito importante que nós vamos ter a oportunidade de ver em alguns dos textos que ainda queria partilhar consigo neste momento da parte do Senhor.
É que não é a forma como nós nos vemos que é realmente importante. Querido amigo, não é a forma como você se vê a si mesmo, a imagem que você tem de si mesmo que é realmente importante. O que importa é a forma como você vê a Deus, como você entende o poder de Deus. Também não importa, muitas vezes, a confiança que você pode ter em si mesmo, mas sim a capacidade que você tem de confiar no Deus que se revela nas Escrituras. Muitas vezes nós estamos preocupados com a nossa própria determinação, a nossa força de vontade, mas não é esta que importa, não é a nossa capacidade de tomar decisões ou de sermos perseverantes que vai determinar o sucesso da nossa vida, mas sim a capacidade de nós confiarmos e obedecermos a Deus.
Isto é que vai determinar o sucesso da nossa própria vida. Vida religiosa, vida espiritual, vida familiar, vida pessoal, vida social. Tudo isto, de alguma forma, está relacionado. Eu gostaria de convidá-lo a irmos a um texto que encontramos no livro de Isaías, no capítulo 41. Como é que Deus via o povo de Israel?
Isaías capítulo 41 verso 14. É interessante aquilo que o texto nos diz. A forma como Deus via o povo de Israel não é muito diferente da maneira como eles se definiam. Lembre-se que lá em Em Números, capítulo 13, os israelitas diziam que eles se viam como gafanhotos e entendiam que os cananeus os viam igualmente como gafanhotos. Poderíamos chamar isto a síndrome do gafanhoto. Mas a forma como Deus via o povo de Israel também não era muito diferente. O verso 14 de Isaías, capítulo 41, diz, Deus trata, diríamos assim, o seu povo em termos que pareciam um pouco lisonjeiros.
Na realidade, poderíamos até dizer que Deus estava quase que a ofender o povo de Israel. Mas se nós continuarmos a ler o texto, vamos ver Deus dizendo, Eu mesmo te ajudarei, diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel. Por isso, quando Deus olha para si e vê que você é uma pessoa que tem lutas, problemas, dificuldades, Não tenha por isso receio, porque na realidade Deus não está preocupado com aquilo que nós somos, mas sim com aquilo que Ele pode fazer na nossa vida. Na verdade, Deus não está preocupado com os seus fracassos, com os seus insucessos, com as quantas vezes você já errou ou quantas vezes você já fracassou.
Deus está preocupado com a sua disponibilidade para deixar que Deus manifeste o seu poder na sua vida. Existe um outro texto que eu gostaria de partilhar consigo e ele encontra-se em 2 Coríntios, no capítulo 12. Mas para lermos este texto e podermos entender o seu real significado, era importante nós, eu falar-lhe um pouquinho também a respeito do contexto daquilo que vamos ler a seguir. O apóstolo Paulo, ele tinha sido um homem com uma vida religiosa extremamente rica. Conta o apóstolo, na carta aos Coríntios, ele diz que em determinado momento ele teve uma revelação da parte de Deus.
E esta revelação era tão especial que ele sentia, inclusive, dificuldade em colocar em palavras humanas aquilo que ele efetivamente tinha visto, aquilo que ele tinha sido informado da parte de Deus. Era algo tão significativo que, muito provavelmente, Paulo poderia sentir-se orgulhoso diante de tão grande privilégio dos conhecimentos que Jesus lhe mostrara. Mas, a partir do verso 9, de uma forma particular, o apóstolo Paulo vai dizer o seguinte, verso 7 ainda. E para que não me exaltasse pelas excelências das revelações que me foram dadas, foi-me colocado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás, para me esbofetear a fim de não me exaltar.
E depois o texto continua dizendo, no verso 8 da 2ª Coríntios, capítulo 12. No verso 8, Paulo diz, por três vezes orei ao Senhor para que o afastasse de mim. Alguns estudiosos da Bíblia, especialistas na vida e nos ensinamentos do apóstolo Paulo, acreditam que este espinho na carne fosse uma expressão simbólica para se referir a algum problema visual que o apóstolo Paulo teria. Hoje, nós temos óculos que nos permitem corrigir falhas de visão ou a nossa falta de acuidade visual. Naqueles tempos, isto não existia. Por isso, eu fico a imaginar quão penoso seria para o apóstolo Paulo, um homem com uma vida intelectual extremamente interessante, não poder ler pessoalmente alguns dos manuscritos que lhe caíam nas mãos.
não poder escrever ele pessoalmente algumas das cartas que ele endereçava às igrejas. E, por esta razão, este impedimento físico certamente era um motivo de constrangimento para Paulo. E, por isso, a Bíblia diz-nos que ele ora três vezes para que Deus afastasse de si este espinho na carne. Não sabendo nós, efetivamente, se era realmente um problema de visão, o que é verdade é que a Bíblia continua dizendo, nas palavras do apóstolo Paulo, o seguinte. Eu, porém, Aliás, ele, porém, Jesus, me disse, a minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Portanto, de boa maneira, de boa vontade, perdão, me gloriarei nas minhas fraquezas para que em mim habite o poder de Cristo.
E aí o apóstolo Paulo remata dizendo, pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias por amor de Cristo. Pois quando estou fraco, então é que sou forte. E repare, querido amigo, apresado amiga, no jogo de verbos que o apóstolo Paulo faz aqui nesta última frase. Ele diz, pois quando estou fraco, então sou forte. O jogo que o apóstolo Paulo faz com o verbo ser e estar, ou melhor, estar e ser, ele dá-nos uma lição muito interessante. Estar é uma condição transitória.
Eu hoje estou aqui, amanhã poderei estar num outro lugar. Você hoje está a assistir este programa, amanhã poderá estar a fazer a esta mesma hora outra coisa qualquer diferente. Estar é transitório, estar é passageiro, mas ser é uma condição permanente. Nós somos seres humanos, independentemente de onde estejamos ou em que condições nos encontremos. Por isso o apóstolo Paulo diz, eu posso estar fraco e a condição de fraqueza é uma condição transitória, mas o ser forte não é passageiro. O ser forte depende de Deus. E Deus não muda, Deus não deixa de ser quem Ele é.
Deus não é afetado pelas condições da vida, nem pelas circunstâncias que o rodeiam. Se Deus está consigo, querido amigo, se Deus está comigo, Ele, na realidade, faz de mim um vitorioso. E não importa se, ao olhar para a minha vida, eu possa me sentir como um gafanhoto, insignificante diante dos problemas, frustrado diante de situações nas quais já fui derrotado. Mas uma coisa a Bíblia nos ensina é que, se nós confiarmos em Deus, Ele está disposto a, mesmo no meio da nossa condição de fraqueza, fazer de nós seres fortes. E isso não depende de si. Isso não depende da forma como você se veja ou da maneira como você se enxergue, mas sim da confiança que você coloca em Deus.
Eu gostaria de voltar novamente ao livro de números, ao capítulo 13, para ali podermos ver as palavras que Josué e Caleb disseram quando perceberam que havia,
de fato, uma uma onda de negatividade em relação ao projeto que Deus tinha para o seu povo. Eles disseram, a certa altura, no verso 30, subamos animosamente e possuamos esta terra por herança, pois certamente prevaleceremos contra ela. No capítulo seguinte, no capítulo 14, no verso 8, Josué e Caleb dizem, se o Senhor se agradar de nós, então nos fará entrar nessa terra e nos dará a nós que era uma terra boa, que mana leite e mel. E por fim ele diz, somente não sejais rebeldes contra o Senhor, não tomais o povo desta terra, porque como pão os devoraremos, e a proteção deles se foi, mas o Senhor está connosco.
não te mais. Querido amigo, aquilo que Deus, neste momento, quer que você possa entender é que, se você desejar, Deus também pode estar consigo. A sua condição de fraqueza, a sua condição de fragilidade, ela é temporária, ela é passageira, porque, se você aceitar Jesus como o Senhor da sua vida, estiver disposto a lhe obedecer, a fazer dos projetos de Deus, os seus próprios projetos de vida, o Senhor fará de você alguém forte, alguém vitorioso. E não importa a opinião que você tem de si mesmo. Não importa o quanto você se veja de maneira negativa, o que importa realmente é que nós conheçamos e compreendamos como Deus é poderoso.
Querido, querida amiga, querido amigo, que Deus o abençoe, que se em algum momento a sua vida foi marcada por desilusões e fracassos, olhe para Jesus. Olhe para Deus. Ele quer fazer de você um ser forte e vitorioso. Que Deus o abençoe. É minha oração. Amém.
Este momento vai passar Como as notas que se perdem no ar Vamos cantar a canção do louvor Antes que o tempo se vá Este momento vai ter Como uma nuvem que passa no ar Vou dar então minha vida ao Senhor Antes que o tempo se vá Este momento é de entrega Venha sentir a presença de Deus Ele quer a nova vida
Sim Este momento vai acabar Mas Deus é eterno e sabe amar Vamos sorrir, espelhar seu amor Diz que o tempo se vai Diz que o momento é entrega Diz que a presença de Deus E quer ver nova vida Sinta seu amor Neste momento não vai.
Agora. É o tempo de você se entregar Volte depressa para o seu salvador Antes que o tempo se vá Antes de o tempo se largar.
Neste episódio, mergulhamos numa questão fundamental que todos enfrentamos: como nos vemos a nós próprios? Enquanto psicólogos e pedagogos sublinham a importância de uma autoimagem positiva, a Bíblia oferece uma perspetiva ainda mais profunda e transformadora. Acompanhe-nos numa viagem à antiga Israel, onde doze líderes são enviados para espiar a Terra Prometida. Descubra como a sua perceção da realidade, tingida pela sua própria insegurança, moldou o destino de uma nação e aprenda uma lição vital sobre a confiança divina. Prepare-se para questionar as suas próprias lentes e ver o mundo, e a si mesmo, de uma nova forma.
Através da história dos espias e de uma análise tocante à experiência do apóstolo Paulo, exploramos a essência da verdadeira força. Será que a nossa força reside naquilo que somos ou naquilo em que acreditamos? Este episódio revela que a opinião de Deus sobre nós, e a nossa confiança no Seu poder, superam em muito a forma como nos enxergamos. Compreenda por que razão a nossa fraqueza pode ser o palco perfeito para o poder de Deus se manifestar, e como a simples escolha de O obedecer pode redefinir o sucesso em todas as áreas da nossa vida, da pessoal à espiritual. Não perca esta mensagem de esperança e empoderamento.