28:52Prezada amiga, prezado amigo, é bom estar de novo consigo nesta nova oportunidade que Deus nos dá de poder abrir a sua palavra. Hoje eu tenho para refletir consigo uma parábola extraordinária. Trata-se da parábola do Filho Pródio. Ela encontra-se no capítulo 15 do Evangelho de Lucas. E eu gostaria de ler alguns textos bíblicos deste capítulo referente a esta parábola. Diz assim a partir do versículo 11. Um certo homem tinha dois filhos e o mais jovem disse ao pai, pai dá-me parte da herança que me pertence. E ele repartiu por eles, pelos dois, exatamente a herança. Poucos dias depois, o filho mais novo diz que juntou todas as suas coisas, partiu por uma terra longínqua e desperdiçou a sua herança e viveu dissolutamente.
Depois de ter gasto tudo, o que vai acontecer é que houve na terra em que ele estava uma grande fome, versículo 14, e começou a padecer necessidades. E foi, chegou-se a um dos cidadãos daquela terra e esse cidadão vai-lhe dar trabalho e mandou-o exatamente para os seus campos a apachentar porcos. É interessante que no versículo 16 ele desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam e ninguém lhe dava nada. E caindo em si disse, quantos trabalhadores do meu pai têm abundância de pão e eu aqui estou a morrer de fome. Literalmente.
Levantar-me-ei, irei ter com o meu pai, dir-lhe-ei, pai, porquei contra o céu e perante ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Faz-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para o seu pai. E quando ainda vinha longe, viu o seu pai, moveu-se de íntima compaixão, correndo para ele, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. E o filho disse-lhe, pai, pequei contra o céu perante ti e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos, trazei depressa a melhor roupa e vestio e pondo-lhe um anel na mão e sandálias nos pés. Trazei o bezerro cevado e matai-o e comamos e alegremos-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado. E começaram a alegrar-se.
E depois o filho mais velho estava no campo e quando veio chegou perto de casa, ouviu a música e danças e chamando um dos servos perguntou-lhe o que é que é isto? E ele disse o teu irmão regressou e o teu pai matou o bezerro porque o recebeu são e salvo. Mas aquele filho indignou-se, o mais velho, indignou-se e não queria entrar. E saindo o pai, instava com ele, mas respondendo ele, disse ao pai, eis que te sirvo há tantos anos sem nunca transgredir o teu mandamento e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos. Vindo, porém, este meu filho, que desperdiçou Este teu filho que desperdiçou a tua fazenda, a tua herança, com as mulheres mataste-lhe o bezerro cevado. E ele lhe disse, filho, tu sempre estás comigo e todas as minhas coisas são
tuas. Mas era justo alegrar-nos e regozijar-nos, porque este teu irmão estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado." Meu querido amigo, minha querida amiga, eu gostava exatamente de lhe dizer algo muito importante acerca desta parábola. Sabem, esta é uma das, como eu disse no início, uma das mais emocionantes histórias das Sagradas Escrituras. Trata-se do regresso do filho pródigo ao lar. Reparem que a história diz-nos que este pai tinha dois filhos, o mais novo e o mais velho. O mais novo decidiu conversar com o pai e dizer-lhe, pai, eu preciso que tu me dês a herança que me pertence. O pai não tinha a obrigatoriedade ou a obrigação de lhe dar a herança.
Aliás, não é normal, porque uma herança, efetivamente, ela só é entregue aos filhos depois de, na realidade, os pais falecerem. Mas neste caso concreto é interessante que o pai vai dar a herança àquele filho. E aquele filho vai, e aquele filho pega nas suas coisas. Imaginem o filho a preparar a sua mala, a sua mochila, realmente a ter a sua herança. Ele parte e agora diz que foi para longe, para uma terra distante. Sabe, meu querido amigo, minha querida amiga, é interessante notar que o texto diz que este filho gastou tudo exatamente naquela terra em que ele estava. Enquanto ele teve dinheiro, ele teve amigos, ele teve pessoas que, na realidade, estavam à sua volta.
Ele gastou tudo de forma dissoluta. Até que chegou a uma determinada altura que, depois de ter gasto tudo, ele, obviamente, perdeu amigos, perdeu o dinheiro e perdeu a própria dignidade, a sua própria dignidade enquanto ser humano. Minha querida amiga, meu querido amigo, diz que depois do texto vimos que a determinada altura ele vai procurar alguém, vai pedir trabalho e este homem vai lhe dar exatamente trabalho e o trabalho era apachentar porcos e comer do mesmo alimento que os porcos comiam, isto é, as bolotas. Até que um determinado momento, determinada altura, realmente o que vai acontecer é que aquele jovem vai começar a perceber na sua consciência, pelo toque divino no seu coração, ele vai começar a perceber que se calhar, se calhar não, de verdade, ele estaria muito melhor se tivesse continuado na casa do seu pai.
E naquela terra distante, ele vai começar a pensar. E reparem que, a determinada altura, ele diz, os trabalhadores que estão na casa do meu pai, que trabalham para o meu pai, estão em melhores circunstâncias do que eu. Porque, na realidade, têm o prazer de ter uma casa. O prazer de ter uma cama, o prazer de ter uma comida quente, preparada. E o que é que eu estou aqui a fazer neste ambiente hostil em que eu perdi-me a mim próprio e, se calhar, a minha própria também dignidade. Eu vou decidir, e vou avançar, e vou regressar, e vou para o meu pai, e vou dizer ao meu pai, pai, eu peguei contra ti, eu errei, eu falhei. Na realidade, os teus trabalhadores estão muito melhor do que eu, e aqui estou eu, eu quero voltar, eu quero regressar, eu quero estar na tua companhia.
Sabe, meu querido amigo, e foi isso que aconteceu. Mas há um detalhe muito importante que eu quero realmente apresentar-lhe hoje. É que este pai, este pai da parábola que representa Deus na sua atitude de amor, de compaixão, de misericórdia. Este pai que todos os dias orava a Deus pelo regresso do seu filho. Este pai que, na realidade, todos os dias saía dentro da sua casa, ia até o Alpendre, na esperança de ver, enfim, o seu filho regressar. Naquela esperança de quando é que será que o meu filho volta. Porque aquele pai nunca deixou de amar aquele filho. Porque aquele filho era exatamente para aquele pai um candidato à vida eterna.
E o pai não queria passar a vida eterna sem ter também o seu filho ao seu lado. E agora reparem, meu pesado amigo, realmente chega o dia em que o pai, quando saiu da sua casa, foi para o Alpendre. E a determinada altura começa a haver um vulto longe, longínquo, e começa a haver exatamente algo muito importante. E o pai pergunta, será que na realidade é o meu filho? E à medida que o filho se aproxima da casa do pai, dá-se um encontro incrível. Diz que na realidade o pai correu para o filho, o filho correu para o seu pai, ambos abraçaram-se, o pai beijou aquele filho porque o amava do fundo do seu coração. Imaginem exatamente a cena.
Este filho que trazia com ele não as melhores roupas, mas a roupa que na realidade tinha única no seu corpo. Uma roupa suja, por trabalhar exatamente com os porcos. Aquele filho se calhar com o cabelo desarranjado, se calhar com as unhas compridas, se calhar a cheirar mal. Mas, meu querido amigo, minha querida amiga, dizer-lhe que não foi essa a razão que impediu de o pai abraçar aquele filho. É assim, Deus connosco. Nós somos filhos pródigos. Não importa realmente a circunstância pela qual o meu amigo esteja a passar. É importante que nós entendamos algo fundamental, que é reconhecer a nossa situação de pecadores.
Não importa se cheiramos mal, não importa como estamos, despenteados. Uma das coisas mais espetaculares que, na realidade, nesta parábola podemos ter é que Deus não pede que tu primeiro vás mudar de roupa. Deus não te pede que primeiro vás tomar banho. Deus não pede que tu vás exatamente a uma perfumaria e que compres o teu melhor perfume e que o coloques antes de ir a ele. Não é isso que Deus faz contigo. O que Deus faz e espera de ti é que tu venhas ter com ele exatamente como tu estás. exatamente como tu estás. E reparem, foi isto que aconteceu. Aquele filho pródigo foi ter com o pai, tocado pelo Espírito Santo, reconhecendo que a condição em que ele estava não era exatamente a melhor.
Reconheceu que ele falhou, reconheceu que ele nunca deveria ter saído de casa. Mas, meus queridos amigos, é realmente importante percebermos que às vezes Deus permite que nós possamos exatamente sair do lar, abandonar o lar, ir para longe do Pai, se calhar às vezes batermos com a cabeça na parede, para nos lembrarmos que dentro da casa do Pai, junto do Pai, estamos melhores, mais seguros, mais tranquilos, em paz. Podemos não ter todas as coisas que nós desejamos, mas temos o mais importante, que é Jesus, o Senhor, no nosso coração. Minha querida amiga, aquele encontro do filho com o pai foi extraordinário. E a alegria do pai. E o pai, na parábola, representa Deus. Exatamente. Este filho pródigo representa cada um de nós que, muitas vezes, por decisões conscientes, nós queremos, afastamos-nos do pai e da sua casa.
Mas, meu querido amigo, minha querida amiga, eu gostava que tu pensasses esta manhã, ou este dia, ou durante esta noite, não importa, neste momento, que tu pensasses exatamente nisto. Se tu estás longe de Cristo, não importa, por qualquer razão que tu estejas a viver na tua vida, por algum motivo, por alguma razão difícil, alguma dependência, ou do álcool, ou do tabaco, ou da droga, ou algum problema pelo qual tu estejas exatamente a passar no teu lar, num problema de relacionamento entre a tua esposa e o teu marido, ou teu marido e a tua esposa, ou com os teus filhos. Realmente é bom, neste dia, nesta hora, pensar que Deus está de braços abertos para te receber.
Ele está em estar contigo, a falar ao teu coração para que tu voltes para os seus braços, tal como tu estás. E agora repara o que vai acontecer. O que vai acontecer é incrível. Agora o pai exatamente vai dizer a todos os trabalhadores que estão em sua casa, e vai dizer, trazei umas novas roupas. Agora sim, depois do filho voltar, depois do filho entregar-se de novo ao seu pai, tal como ele estava, agora sim, o seu pai vai se preocupar. exatamente por uma nova roupa, uma roupa mais limpa, que representa efetivamente as vestes da Justiça de Cristo. Ou seja, neste momento, as vestes da Justiça de Cristo representam o caráter de Deus expresso no caráter daquele filho.
Mas há outro dado também muito importante. É o filho mais velho, que ficou em casa. E reparem que É bom que nós entendamos que muitas vezes, aqueles que ficamos em casa, isto é, entre aspas, deixem-me dizer-vos, muitas vezes nós pensamos que por estarmos dentro da igreja, não importa a igreja ou a instituição, que estamos realmente em melhores condições do que aquele filho pródigo que pediu a herança e que foi embora, e que gastou tudo dissolutamente, e que bebeu, e que fumou, e que na realidade experimentou drogas e outras coisas mais. E que gastou tudo com os amigos. Pensamos que por estarmos dentro exatamente da igreja, não importa a instituição que seja, que estamos melhores do que aquele filho pródigo.
Reparem a atitude do filho pródigo, do filho mais velho. No fundo ele acaba por ser também um pródigo, porque na realidade ele está dentro, mas está longe. O facto de tu estares dentro e fazeres parte de uma instituição não quer dizer que tu tenhas mais vantagens. do ponto de vista espiritual em relação àquele filho que fugiu ou que saiu ou que abandonou o pai e abandonou a casa. É bom que entendamos isto. Tu podes estar dentro e podes estar perdido. Tu podes estar dentro e podes estar longe do pai. Podes estar dentro da casa e realmente não teres o teu coração entregue exatamente a Jesus. E o pai vai tentar racionalizar ou racicionar com o filho mais velho. Vai-lhe dizer, filho, tu estiveste sempre comigo. Ou seja, estiveste sempre na minha casa.
Se calhar não estiveste tão tantas vezes comigo, se calhar não. Se calhar eu, teu pai, que representa Deus, como já lhe disse, se calhar não fazia parte da vida e do caráter deste filho mais velho. Mas filho, tu estiveste aqui. tu pudeste comer todos os dias comigo, tu pudeste desfrutar de todas as bênçãos que eu tenho aqui em casa, tu pudeste vivê-las comigo. Mas repara, filho, este teu irmão, este teu irmão estava perdido, este teu irmão estava longe da casa, estava morto. E reparem que se calhar aquele filho mais velho também estava morto espiritualmente. E o pai queria que ele entendesse isto também, porque o comportamento do seu filho mais velho realmente denotava que ele estava exatamente também longe, distante do pai.
O pai queria que ele entendesse que o seu coração não estava exatamente tão, eu diria, convertido exatamente a Deus. E filho, é normal, é lógico que haja alegria. O teu irmão estava morto, reviveu, voltou. E por isso, na realidade, é razão de nós fazermos esta festa. Uma festa de alegria, uma festa espiritual. É normal que a gente possa realmente desfrutar de uma alimentação, de uma refeição conjunta e tu também devias te alegrar comigo e com o teu irmão, porque é assim que realmente acontece com Deus, quando uma pessoa se arrepende, reconhece a sua situação e se arrepende e volta para o convívio e para os braços do Pai.
Meu querido amigo, minha querida amiga, Eu gostava realmente de lhe contar uma história de alguém que realmente se enquadra perfeitamente nesta mensagem de hoje. Um jovem que eu conheci.
que a determinada altura ele encontrava-se exatamente num bar, a afogar no álcool um determinado problema, uma determinada situação de vida pela qual estava a passar. E eu lembro-me que eu entrei naquele bar, eu sentei-me ao lado dele, pus o braço por cima. E ele ficou um bocado preocupado e ele disse-me, pastor, por aqui? E eu disse, sim, é verdade, estou por aqui. E ao colocar-lhe o braço por cima, obviamente que ele percebeu que eu estava ali, exatamente para entender a razão, porque é que na realidade ele estava a afogar. exatamente algo que ele escondia, algo que, na realidade, o preocupava.
E, com aquilo, ele bebia álcool atrás de álcool, álcool atrás de álcool. E, apresado amigo, apresado amiga, a determinada altura, ele dizia-me, sabe, Júlio, eu não sei como te dizer, mas, de facto, o meu problema É um problema muito profundo. É um problema que, na realidade, eu não sei como ultrapassar. E depois conversámos um pouco mais e eu vim a perceber, vim a entender, por aquilo que ele me disse que ele estava a passar, exatamente por um problema de relacionamento com a sua esposa, eles estavam num processo de divórcio.
E eles tinham um filhinho pequenino, eu diria até um bebê, na altura, E ele vivia com esta situação, situação difícil. E na realidade, meu querido amigo, minha querida amiga, estamos perante um filho pródigo. Estávamos ali perante alguém que na realidade estava longe do pai, longe de Deus. O problema daquele jovem não era o álcool que ele estava a beber. O problema daquele jovem não era a cerveja que ele estava a beber. O problema daquele jovem era exatamente o facto de ele estar longe de Deus. E também a sua esposa. E a determinada altura ela vai me dizer, Júlio, eu há muito tempo, há mais de dois anos que eu e a minha mulher não procuramos a orientação de Deus, não realmente abrimos a Bíblia, não a estudamos, não a oramos e caímos nesta situação que na realidade me leva a esta circunstância.
Hoje eu quero dizer-lhe que este jovem, esta família foi recuperada para Deus, tal como o filho Pródio. Voltaram para o convívio do pai. Voltaram para os braços do pai. São uma família sólida, efetivamente, porque voltaram a compreender. que o seu lar só faria sentido se Jesus estivesse presente no coração de cada um deles. E hoje eles vivem exatamente felizes pela presença de Deus, com o seu filhinho já grande, mas é uma alegria poder vê-los, exatamente porque deram uma nova oportunidade a Deus. Meu querido amigo, esta manhã, eu gostava de lhe lançar um répto. Se sente que está longe de Deus, se sente que gastou tudo, dissolutamente, que já não tem solução, que pensa que não há solução para o seu caso, para a sua situação, eu quero dizer-lhe que, na realidade, para Deus não há casos perdidos, não há casos impossíveis.
Hoje mesmo pode responder à ação do Espírito Santo no seu coração e fazer como este filho pródio, voltar para casa, correr para os braços de Deus e dizer-lhe, Pai, eu pequei contra ti, mas aqui estou eu, eu quero estar de novo, exatamente no teu lar e nos teus braços. Eu sei que não sou digno, porque esta é a condição sine qua non que Deus espera que nós reconheçamos, é não sermos dignos, é sentirmos a necessidade exatamente da presença de Deus no nosso coração. Se o meu amigo esta manhã, ou esta tarde, ou esta noite, ou hoje, ou amanhã, não importa, realmente sente no seu coração o desejo de voltar para Deus. Entendeu que Deus quer resolver, quer intervir para solucionar a sua situação, o seu drama de vida, qualquer que ele seja.
Não se esqueça que Deus quer, está a preparar uma festa espiritual no céu, na vida eterna. E não se esqueça nunca, meu prezado amigo, que quando nós voltamos para Deus há alegria no céu, há festa, uma festa espiritual, porque Deus regozija-se com aqueles que na realidade nós voltamos, com aqueles que se voltam para Deus, que voltam para os seus braços, para o seu coração, para o seu caminho. E esta, por isso, eu gostava de lhe perguntar. Não quer este, agora, agora, não quer entregar o seu coração a Jesus? Não quer dizer, Senhor, meu querido Deus, eu sei que Tu tens poder para solucionar a minha situação e eu quero voltar para Ti.
Já fui longe demais, já gastei tudo e aqui estou eu com este coração indigno. Se é esse o seu desejo, meu pesado amigo. Ou se é o seu desejo estudar a palavra com a TV Novo Tempo. Então, é só uma questão de ligar para o número que está exatamente diante de si. Não hesite, tome a sua decisão, levante-se agora onde está e diga a Deus Senhor, eu quero conhecer-te, eu quero saber quem tu és e por isso aqui estou eu a entregar-te o meu coração. Eu quero saber um pouco mais, exatamente um pouco mais e conhecer-te por experiência através do estudo das Sagradas Escrituras. Não hesite, levante-se, telefone.
porque nós estamos exatamente aqui para o ajudar a encontrar o sentido de vida que o meu amigo precisa para si, concretamente, e eu tenho a certeza que Deus fará consigo a mesma coisa que fez com o filho pródigo. Que Deus o abençoe e permita-me deixar-lhe um abraço, um abraço amigo, de maneira que, na realidade, este dia possa ser um dia diferente Porque, na realidade, Deus está à espera da sua decisão. Decida hoje por Ele. Ligue. Telefone. Não hesite. E realmente, Deus vai orientá-lo no caminho, na verdade e na vida.
Que Deus o abençoe. Um abraço. Desde
quando eu era criança ouvi falar de um Deus que abriu um mar vermelho Lutava pelos seus contraferences gigantes Reinos e nações E eu me encantava cantando suas canções Mas o tempo foi passando Faria seguir meus rumos Tentei de Deus fugir Mas no final do meu caminho Não conseguia mais andar Eu senti a sua presença Convidando-me a voltar Senhor, quero-me entre Nos Teus caminhos quero andar E segurar a Tua mão E receber o Teu perdão E quero ser a voz que ouvia na minha infância Uma distância que te possa
afastar E pra quem estiver cansado Para a tua vida fracassada O meu Deus é a solução Pois deixou as tuas olhadas Para vir-te procurar E se sentes Tua presença Por que hoje não cantar?
Senhor, quero-me Entregar nos Teus caminhos Quero andar e segurar a Tua mão E receber o Teu perdão E vou cantar que não há distância Que te possa afastar Senhor, quero-me entregar Nos Teus caminhos quero andar E segurar a Tua mão E receber o Teu perdão E quero ser a voz que eu vi na minha infância E vou cantar que não há distância que te possa afastar.
Este episódio de "A Mensagem" mergulha numa das mais comoventes narrativas de todos os tempos: a parábola do filho pródigo. Uma história intemporal que espelha as complexas relações humanas e, sobretudo, a inabalável dimensão do amor e do perdão. Prepare-se para uma reflexão profunda sobre escolhas, arrependimento e a surpreendente graça que nos espera.
Junte-se a nós para descobrir: