Morrer para Viver

Morrer para Viver

02 de Junho de 202528 min

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Olá, seja bem-vindo, é um prazer estar de regresso aqui consigo à Voz da Esperança. Juntamo-nos, seja na televisão, aqui no canal 186 da Mel ou no Youtube, onde possa estar a ver-nos, quem sabe até no site da Novo Tempo. São várias plataformas e possibilidades para nos ver, mas há também quem esteja a ouvir. pode ser o seu caso se estiver neste momento connosco através da rádio, da Rádio Orro, RCS, ou quem sabe até através do podcast. Como vê, não faltam realmente oportunidades para estarmos juntos. Hoje temos um programa muito especial, já sabe, os nossos ingredientes, temos a palavra de Deus, um tema para refletirmos e encontrarmos os fundamentos da esperança.

E temos também música, claro, como sempre, é um dos pontos fortes aqui do nosso programa. Para isso, o quarteto Voz da Esperança faz parte deste ministério, que é a Voz da Esperança. Vamos ouvir estas quatro belíssimas vozes, dirigidas também pela maestria do André Santos. Para isso, como habitualmente, vamos escutar sobre a Esperança e ouvir este hino de abertura aqui do nosso programa, O Que Esperança?

Vibra em nosso ser Porta, guarda-mos o Senhor Reconstruímos o que Jesus nos dá Vê na promessa que nos fez Diz que o tempo logo vem E as missões daqui além Vem a letra, vão cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos de Deus é tão lindo a tocar, Pedro Jesus voltará. A todo mundo a mensagem lhe vai, Pedro Jesus voltará.

Ondas de tolos, o som e o coelho, breve Jesus voltará. Ondas do mar, a canção e o toalho, breve Jesus voltará. Nem o Jesus conferirá Nem o Jesus conferirá.

O verdadeiro sentido da vida cristã

Já ouvimos cantar sobre a esperança, agora vamos aprofundar mais uma vez uma outra dimensão da fé, da esperança, dimensões que nos ajudam a cimentar de uma maneira mais profunda a nossa relação com Deus e a compreender também o plano de Deus para a nossa vida. Hoje começo por dizer-lhe que creio que há uma espécie de uma confusão muito comum, precisamente no mundo cristão, sobre o que significa seguir Jesus. Muita gente pensa ou tem a convicção de que a vida cristã é uma espécie de, podíamos chamar-lhe, um programa de autoaperfeiçoamento.

Como se o objetivo fosse simplesmente tornar-se uma pessoa melhor, um pouco melhor. Talvez sermos pessoas um pouco mais pacientes, ou um pouco mais honestas, quem sabe até um pouco mais simpáticas. Então nós iríamos tentando, virtude em virtude, enfim, ser pessoas um pouco melhores. Mas eu queria dizer-lhe, desafiá-lo a pensar comigo aqui, na Voz da Esperança, de que não é exatamente esta a mensagem do Evangelho. Não foi exatamente este o ensino de Cristo, mesmo se não há mal nenhum em tentar melhorar nessas várias dimensões da nossa vida. Mas o Evangelho, ele não veio para nos melhorar.

Na sua essência, o Evangelho veio para fazer-nos morrer. É isso. E não é uma mensagem negativa, como possa parecer. É um outro tipo de morte que estamos a falar. A essência da mensagem de Jesus é a necessidade de uma morte para que seja possível a experiência de uma vida totalmente diferente. Podemos afirmar isto da seguinte maneira, Deus não quer simplesmente homens e mulheres que sejam melhores. Deus está à procura e tem um plano para homens e mulheres que sejam novos. E há uma diferença entre melhorar e ser novo.

Não se trata, portanto, de um pouco aqui, um pequeno retoque ali, como se fosse uma pequena obra de renovação na casa que é a nossa vida. Trata-se, na verdade, é um conceito de substituição total. Gostava de explorar este conceito consigo um bocadinho mais em detalhe. A fé cristã, que aqui na Voz da Esperança e na Novo Tempo lhe propomos como uma estrutura de base para a nossa vida, Dizia que essa fé não é apenas um polimento da nossa velha natureza. É não só mais profundo, como tem que o dizer, mais radical. É a crucificação total da nossa velha natureza.

Mas esta morte implica, obviamente, não apenas a destruição de qualquer coisa, porque é uma mensagem de renovação e de vida, é o nascimento de algo novo. E esse novo é santo, é eterno, precisamente porque está centrado na pessoa de Jesus. Vamos, aliás, por isso mesmo, então, à nossa Bíblia e ver algo que Jesus disse, lá está, talvez um pouco radical, mas que tem a ver com o seu objetivo, o desígnio que Deus tem para a nossa vida. Convido-o a ler comigo ou a escutar-me aqui. Vou citar estas palavras do Evangelho de Lucas no capítulo 9. Os versículos 23 e 24 dizem estas palavras muito conhecidas.

Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la. Mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará. Palavras do Mestre Jesus. Qual é o conceito-chave que encontramos aqui? A ideia de negação. Negar-se a si mesmo. A ideia de tomar uma cruz. Ora, cruz, nós sabemos, era no tempo em que Jesus vivia e por isso ele usava esta imagem. Ele próprio passou por essa experiência, mas no caso de Cristo foi física e literalmente a ideia de tomar a cruz é a ideia de perder a vida.

Mas, ao mesmo tempo, o sentido desta expressão é de que negando-se, tomando a cruz e perdendo a vida é o único caminho para verdadeiramente encontrar a vida na sua essência.

A mensagem contracultural de Jesus

Notem então o seguinte, estas, como percebemos aqui, não são palavras de melhoramento, de dar um pequeno toque. Estas palavras e este desafio que Jesus nos deixa aqui implicam uma experiência de rendição total. Veja o seguinte, muitas vozes à nossa volta, no tempo em que vivemos, e vozes que vêm dos mais diferentes quadrantes, nem preciso estar a dar exemplos aqui porque vai entender perfeitamente, mas nós vamos encontrando vozes que nos dizem coisas como, tens que descobrir quem és, realiza-te, afirma-te. Veja só a radicalidade e o quão contracorrente e contracultural é a mensagem de Jesus quando nós lemos nas suas palavras, renuncia-te, entrega-te, morre para o que tu eras.

E estas expressões são o meio, o poder através do qual é possível, então sim, ter uma nova vida. Volto à palavra de Deus, agora às palavras do apóstolo Paulo. Gálatas, capítulo 2, versículo 20. Uma mensagem poderosíssima. Com certeza já ouviu alguma vez, vou recordá-la aqui. Repare que o conceito é o mesmo, porque Paulo, claro, não vai negar o que Jesus disse. Então diz o seguinte, o apóstolo já estou crucificado com Cristo? Cá está, aparentes, esta ideia de uma morte, de uma crucificação, de alguma coisa forte, violenta, no sentido que tem a ver com a vida como um todo, eu estar já crucificado com Cristo, mas mais uma vez esta metáfora, claro, porque é disso que se trata, uma metáfora de morte, mas que é um anúncio de uma coisa melhor, não de uma coisa pior.

Então eu completo, já estou crucificado com Cristo e vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo na carne, diz o apóstolo, eu vivo-a na fé do Filho de Deus, a qual me amou e se entregou a si mesmo por mim. Perceba aqui, meu querido amigo, pesado amigo, anote, a verdadeira vida cristã, esta vida que a palavra de Deus, o Evangelho propõe aos que a querem seguir, Não é eu a tentar apenas imitar Jesus, como se fosse uma tentativa, um esforço que eu vou fazer de olhar para ele e ver em que é que eu consigo imitá-lo. É muito mais do que isso.

É Cristo a viver em mim. Ou seja, é a substituição do centro, do cor, da minha existência. Isto significa o quê? Que antes, Antes desta experiência, antes de eu querer, desejar esta experiência de vida, tudo girava à minha volta. É o eu e a minha própria experiência no centro. Agora, a experiência que o Evangelho nos propõe é tudo gira e está à volta de Cristo. É Ele o centro. Percebo que talvez isto possa parecer uma coisa um pouco teórica, por isso vamos tentar explorá-la um pouco mais.

A diferença entre estas duas posturas ou atitudes, na vida e até na fé, podem resumir-se e explicar-se de uma maneira talvez um pouco mais profunda e mais clara. Repare, a pergunta que se coloca, portanto, não é se eu posso tornar-me uma versão melhor de mim mesmo. Mais uma vez uma ideia que com frequência ouvimos por aí em diferentes vozes. Será que eu posso tornar-me ou como é que eu posso ser a melhor versão de mim mesmo? Até um certo ponto podemos perceber qual é a ideia por trás de uma frase como esta. Não vou aqui dizer que é uma ideia totalmente desprovida de sentido. Mas estou a tentar mostrar-lhe como o Evangelho está para lá destas ideias humanas, algumas delas até modernas.

Porque o que é que Jesus e os apóstolos propõem é uma pergunta diferente desta. É se eu estou disposto a morrer. não a ser uma melhor versão daquilo que eu sou, mas se eu estou disposto a abdicar da minha própria natureza, do que eu sou, do que eu construí, seja através de hábitos, cultura, costumes, educação, ou até do meu temperamento e da minha personalidade, tudo isto pode ser usado como desculpa, na verdade, mas a pergunta é, estás disposto a abdicar e a morrer para isto, para teres uma nova identidade, que o apóstolo usa a expressão que é Cristo viver em mim. Esta é a pergunta. Eu gostava de ir à Bíblia.

Vamos ler mais um texto. Talvez este seja um dos textos centrais nesta mensagem. É por isso que eu convido a dar aqui um saltinho comigo. Eu vou buscar a minha Bíblia e nós vamos ler o que encontramos aqui nas palavras do apóstolo Paulo. E vamos encontrar aqui nas palavras do apóstolo Paulo, que ele escreveu aos romanos, vamos ler o capítulo 6 e dois ou três versículos que encontramos aqui a partir do versículo 4. Acompanhe-me aqui, vamos sentar aqui para poder pausar aqui um pouco mais na leitura da palavra de Deus. Então, veja, a metáfora que o apóstolo Paulo vai usar é a seguinte. De maneira que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte.

Para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim nós também andemos em novidade de vida. Porque se fomos plantados juntamente com ele, na semelhança da sua morte, também o seremos na sua ressurreição. Sabendo isto, agora vem a conclusão do apóstolo. Que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito e a fim de que então não sirvamos mais ao pecado. Ora, o que é que vemos aqui que o apóstolo Paulo faz? Ele vai usar a imagem da morte e da ressurreição de Jesus, que foram literais, mas elas vão servir como uma ilustração, na verdade, da experiência que nós próprios podemos viver.

Uma experiência de morte, ou seja, de iniquilação daquilo que éramos, para a experiência de algo completamente novo. Ora, a isso nós chamamos o velho homem. E o velho homem é aquele que é desafiado a ser crucificado. Mas desse velho homem é possível renascer um novo.

Morrer para o velho eu

E esse novo homem nasce para aquilo que podemos chamar uma ressurreição. O que é que significa isto? Que não há exatamente dois eus a competir. E a experiência cristã à qual a Bíblia e Jesus nos chamam não é tentarmos competir entre duas vontades de forma permanente. É compreender a necessidade de que uma vontade tem de morrer para que a outra viva. E esta morte é libertadora. E aqui parece-me uma contradição nos termos, claro, se estivéssemos a falar da realidade nesta vida. Esta morte liberta, porque é nesta morte, é nesta submissão total, nesta rendição do nosso eu, que nós temos o caminho para encontrar essa experiência profunda de paz, de confiança, que nós encontramos em Jesus e que ele nos prometeu.

Porque enquanto nós tentamos controlar a nossa própria santidade, sermos justos, sermos perfeitos, sermos parecidos com Jesus, e lutamos numa tentativa de que isso seja possível, na verdade nós passamos aí por uma experiência de um cansaço. É um cansaço espiritual. É uma luta que parece que nunca tem fim. Mas quando compreendemos o que significa deixar que Cristo vive em nós, Nós passamos a uma experiência de descanso, de serenidade, de confiança. Há um fruto, há uma transformação real. A esperança toma conta de nós. Então, nós vemos uma espécie de luta entre estas duas formas de viver a fé cristã, uma que é uma luta permanente e um sofrimento, na verdade, e outra que é motivo de confiança.

Jesus não veio dar-nos um empurrão para ver se conseguimos vencer estas batalhas. Jesus veio dar-nos a possibilidade de uma nova vida. É isto que encontramos tantas vezes dito, escrito nos Evangelhos, nas palavras dos apóstolos. Por exemplo, 2 Coríntios, palavras do apóstolo Paulo, mais uma vez. Capítulo 5, versículo 17. Recortes estas palavras comigo. Assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas já passaram e eis que tudo se fez novo. Veja a força desta expressão. Tudo se fez novo. Não é um pouco mais polido. Não é ligeiramente melhor.

Não é com uma moral mais agradável. É novo. E note, novo não significa que é uma coisa que acontece de um dia para o outro. Novo significa que é um processo permanente. Ele pode ser diário, todos os dias. O velho eu está a tentar ressuscitar, está a tentar controlar. Esse velho eu tenta ocupar o trono. Por isso Jesus dizia, tome cada dia a sua cruz. Significa o quê? Que é uma entrega constante. Não estamos a dizer que é uma operação que acontece de um momento para o outro e que deixamos de ter qualquer problema ou luta.

É uma batalha constante, é um morrer contínuo, mas que nos leva a uma vida escondida em Deus. E esse é o ensino e a experiência que nós precisamos de encontrar. O apóstolo Paulo ainda escrevia aos Colossenses, já estáis mortos, mais uma vez ele voltava à imagem da morte e da vida, ele dizia assim, já estáis mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo que é a nossa vida se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória. O que é que encontramos mais uma vez? Cristo. Cristo é a nossa vida. Cristo não é apenas parte da nossa vida, como se fosse mais um elemento, como há tantos outros.

Cristo não é, então, apenas um motivo de inspiração, uma coisa que nos anima ou que nos dá umas ideias. Cristo é a vida. Essa é a grande ferramenta, o grande segredo do Evangelho. Se a nossa caminhada com Deus, e eu desafio a pensar um pouco na sua própria caminhada, na sua jornada com a fé, com Deus na sua vida, se essa caminhada tem sido feita apenas de esforço humano, de tentativa e depois outra tentativa e depois não vai tentando, então talvez o que esteja a acontecer é que está a tentar viver sem primeiro morrer. É esta a essência do Evangelho. É por isso que hoje o chamado de Jesus mantém-se o mesmo Já hoje aqui falámos que Jesus continua a fazer.

Toma a tua cruz e segue-me. Não é um convite apenas a melhorar. É um convite a render-se. É um convite a morrer. Para que Jesus possa viver plenamente em nós. E quando isto acontece, então sim, há uma mudança profunda que toma lugar na nossa vida. Aí já não és tu, já não sou eu, não somos nós que estamos a tentar amar os nossos inimigos. Não, é o amor de Cristo em nós. Então não é uma tentativa de amar uma pessoa que eu não gosto. Essa tentativa vai sempre sair mal. Mas quando o amor de Cristo toma conta de mim, começam a brotar em mim outros sentimentos.

Já não sou eu a tentar manter a minha fé, porque não quero perder fé e ando a lutar para isso. É Cristo que me sustenta. Já não sou eu a carregar o peso de tentar ser santo. É o Espírito Santo, eu sim, que começa a formar essa imagem em mim. E é isto, na verdade, que significa morrer. Morremos porque vivemos de outra forma, porque temos outros sentimentos, outra essência.

A ovelha errante

E esta vida que nós recebemos é aquela que Jesus prometeu, uma vida abundante, eterna e verdadeira. Convido-vos a escutar agora uma mensagem extraordinária na voz da Amália, que vai cantar sobre esta ovelha errante que tantas vezes somos nós, mas que podemos voltar e a encontrar o nosso lugar. Eu já fui ovelha errante, do pastor eu me afastei, quis seguir os meus caminhos e do aprisco me ausentei.

Foi um passo após o outro Sem notar eu me perdi E já era noite escura Quis voltar, não consegui E cercou-me o vento, espero de morrer pois o frio congelava não podia me mover porque foi assim tão longe que tu este cometi se eu pudesse eu voltaria De repente eu vi a longe Uma voz tão familiar Era o meu pastor Chamando quase rouco de gritar Me avistou lá no penhasco E correu para me alcançar Descendeu o

seu cajado Conseguiu-me resgatar. Forma agora de tristeza, no meu peito cinco a dor, dor maior é que Seu amor então me atalma e me faz sentir tão bem.

Seu amor então me atalma e me faz sentir tão bem.

Encerramento e oferta

É este chamado, é esta oferta que Jesus tem para a sua vida, esta possibilidade de uma vida nova. Ao fecharmos hoje a Voz da Esperança, também tem uma oferta muito especial para si, uma revista, um guia de estudo da Bíblia, que eu acredito pode fazer também a diferença na sua vida. Estou a falar-lhe da revista O Céu ou o Inferno, grandes verdades bíblicas que podem ajudá-lo a compreender o que Deus tem reservado para si. Já sabe, se quiser receber É o telefone habitual, o nosso contacto, 933-93-9291. Envie uma mensagem, o céu ou o inferno, salvo ou perdido, a vida ou a morte.

São estes grandes desafios que aqui vai encontrar uma resposta e também esperança para a sua vida. Esperança é o que voltamos a falar aqui no próximo episódio da Voz da Esperança. Eu aguardo por si. Até lá. Que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Este episódio explora um conceito profundo e transformador: a necessidade de "morrer" para a nossa antiga natureza, a fim de abraçar uma nova vida em Cristo. Descubra como este princípio, aparentemente paradoxal, é o cerne do evangelho e o caminho para uma verdadeira esperança e realização. Vamos aprofundar o significado de negar a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Cristo, examinando passagens bíblicas chave que revelam este ensinamento.

Através de uma análise detalhada e acessível, exploraremos a diferença crucial entre simplesmente melhorar a nós mesmos e sermos transformados em uma nova criatura. Analisaremos como a mensagem do evangelho nos convida a uma rendição total, onde a nossa velha identidade é crucificada para dar lugar a uma vida centrada em Cristo. Este vídeo oferece uma perspetiva desafiadora sobre a fé cristã, convidando-o a questionar se está a viver uma luta constante ou uma vida de descanso e confiança.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 10
Estreou
02 de Junho de 2025
Categoria
Outros