27:16Olá, é um gosto imenso contar com a sua presença aqui no Fórum Bíblico. Obrigado por se juntar a nós para mais uma edição deste programa. Se nos está a acompanhar pela primeira vez, saiba que este é um espaço aberto à sua participação. Aqui, semanalmente, nós procuramos responder a perguntas sobre a Bíblia e ajudar a esclarecer dúvidas ou dificuldades que possa ter na leitura e no estudo do texto bíblico. E porque queremos, para cada pergunta, trazer até si uma resposta, aproveito esta oportunidade para nos enviar a sua questão ou as suas questões sobre qualquer tópico ou temática da Bíblia. Poderá fazê-lo para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt, anote bem, programas arroba novotempo.pt ou através de mensagem para o número 933 939291.
Seja de uma forma ou de outra, mencione sempre o nome do programa, no caso, Fórum Bíblico. Fique também a saber que pode acompanhar este programa na televisão através do canal 186 da MEU ou, se preferir, no YouTube da Novo Tempo. Em alternativa, pode também ouvir-nos na Rádio RCS em 91.2 FM, se estiver na região da Grande Lisboa ou online em radiorcs.novotempo.pt. Na Bíblia, nós encontramos menção a várias árvores, mas no programa de hoje vamos falar sobre a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Já ouviu falar destas duas árvores? Se sim, sabe o seu significado e propósito? Então, fico por aí.
Não mude de canal, nem sintonize outra estação para conhecer as respostas às perguntas que hoje vão dar vida ao nosso fórum a respeito destas duas árvores. Para responder, temos connosco, como sempre, o Artur Marchado. Olá Artur, bem-vindo uma vez mais. Hoje vamos falar destas duas árvores na Bíblia. E a primeira pergunta que temos para lhe colocar é exatamente...
No livro de Génesis encontramos mencionadas duas árvores especiais, a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. A Bíblia atribui algum significado específico a estas duas árvores? É verdade que no relato da criação, no livro de Génesis, são as duas árvores que têm basicamente um nome, não é? As outras árvores não têm nome. Há muitas mais árvores no denominado Jardim do Éden, mas estas duas têm realmente um nome. E é no capítulo 2 e no versículo 9 que nós encontramos, e o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista e boa para comida, portanto aqui temos, não sabemos quantas eram, e a árvore da vida no meio do jardim e a árvore da ciência do bem.
e do mal. Portanto, isto está em Génesis 2, versículo 9. Mais adiante, no texto bíblico, um pouco mais longe, no versículo 17, nós vamos encontrar uma ordem e um aviso específico da parte de Deus aos primeiros seres humanos acerca da árvore do conhecimento do bem e do mal e é daí que têm vindo algumas interpretações acerca, portanto, desta passagem. O relato da criação, que nos diz que Deus fez aparecer, portanto, todas as árvores, como diz o relato bíblico, agradável à vista e boa para comer, significa que as árvores já apareciam num estado de maturidade, ou seja, já apareciam com os seus frutos.
Nós não estamos aqui, como hoje acontece, nós plantamos uma árvore e vamos esperando que ela cresça e que ela se desenvolva e que apareçam os frutos. Deus mostra isso no capítulo 1 e no versículo 29. Quando ele diz, eis que vos tenho dado toda a erva que dá semente, que está sobre a face de toda a terra, e toda a árvore, em que há fruto de árvore que dá semente, servosão para mantimento. Nós devemos ler o relato da criação tendo em consideração o capítulo 1 e o capítulo 2, porque eles são complementares. Portanto, não podemos ler apenas um capítulo isoladamente e procurar daí tirar em cima, porque na verdade ambos se complementam um ao outro.
E, portanto, estas árvores que aparecem no livro da criação são árvores que estão ali num determinado momento do jardim. As árvores do jardim são classificadas pelo adjetivo TOV, bom ou boa. Aliás, esse adjetivo vai marcar pontualmente toda a criação. Deus vai dizendo, viu Deus tudo quando tinha feito e eis que era bom. Cada dia é pontuado por este adjetivo e as árvores que aparecem para comer estão, portanto, adjetivadas desta maneira. E, sem dúvida alguma, também a árvore da vida cai também neste adjetivo.
O facto de elas aparecerem em conjunto, ou seja, o facto da árvore da vida aparecer em conjunto com esta árvore da ciência ou do conhecimento do bem e do mal, vai dizer que de alguma maneira elas vão estar relacionadas. Há uma relação de causa a efeito com uma ou com outra. Depois destes dois primeiros capítulos do livro de Génesis, o capítulo 3 sucede-se, portanto, a este relato preliminar da criação. E é neste capítulo 3 do livro de Génesis que vai ter lugar o ato que vai colocar a humanidade, portanto, Adão e Eva, em relação com esta árvore do conhecimento do bem e do mal, mostrando-nos como é que o mal faz a sua entrada na história da humanidade e como é que, a partir daí, Deus lhe vai responder.
E, portanto, o que nós podemos dizer destas duas árvores é que elas são objetos de uma escolha. Elas estão relacionadas e elas fazem justamente objeto de uma escolha. Das outras árvores, Deus diz, vocês estão aqui à vontade, vocês podem comer do que vocês desejarem. Mas quando se trata da árvore do conhecimento do bem e do mal, Deus coloca aqui um aviso. Eu não queria chamar-lhe tanto uma proibição. Muitas pessoas veem isto como uma proibição, veem a árvore do conhecimento do bem e do mal como um teste à lealdade e à fidelidade de Adão e Eva. Eu não gosto muito de ir por aí.
Eu prefiro ver que Deus diz que esta árvore tem aqui um elemento importante, mas que eu gostaria que vocês a tomassem em consideração. E é por isso que, por exemplo, no capítulo 2 e do versículo 17, depois de Deus ter dito que vocês podem comer de todas as árvores do jardim, Ele vai dizer da árvore de ciência, ou do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás. porque do dia em que dela comeres, certamente morrerás". Esta expressão, que em português é dada por certamente morrerás, é uma expressão que no hebraico é enfática, isto é, a palavra morte está ali repetida duas vezes. Na verdade, o hebraico diz mottamut.
Se nós quiséssemos traduzir literalmente, ela significaria morrer, morrerás. Está aqui, portanto, um aviso de Deus à humanidade que sugere que aquela árvore representaria uma escolha errada por parte do ser humano. E no capítulo 3 do livro de Génesis, quando a humanidade come dessa árvore, é mencionado que de imediato Deus nega o acesso à árvore da vida, o que mostra justamente a relação estas duas árvores. E então como é que nós poderemos, antes de tentarmos compreender o sentido da árvore do conhecimento do bem e do mal, nós poderemos tentar compreender o sentido da árvore da vida.
Deus criou a humanidade não para morrer. Há certas pessoas que pensam que a morte sempre esteve associada no plano de Deus para a humanidade. Não é verdade. Deus não queria que o ser humano passasse por esta experiência da morte. e Deus desejaria que o ser humano vivesse eternamente. Deus criou-os e desejaria que eles vivessem eternamente. E a árvore da vida sinalava isso. E a árvore da vida sinalava isso. Porém, o ser humano não é eterno. O único ser eterno que existe é Deus, é o Criador. Essa é a grande diferença entre o Criador e a criatura. O Criador não tem princípio, não tem fim. A criatura tem um princípio e poderia nunca ter um fim. poderia nunca ter um fim. E, portanto, a primeira coisa que nós podemos até ver no nosso ecrã é que a árvore da vida mostra que a vida não é uma qualidade inerente ao ser humano.
A vida é um dom. É uma capacidade que Deus deu ao ser humano e que a árvore da vida estava ali para mostrar. Ou seja, tu para viveres, Tens que te alimentar justamente desta... desta árvore. Eles teriam que, portanto, ver também juntamente com Deus essa relação de dependência. É verdade que é uma relação, nós podemos dizer, talvez para alguns seja uma relação um bocadinho triste, mas faz todo o sentido.
Há essa relação de dependência em que o ser humano depende de Deus para ter a vida. Mas o que não deixa de ser interessante é que a própria árvore da vida tem consigo uma componente ética. Se nós formos ver, por exemplo, o livro de Provérbios, no capítulo 3, versículo 18, vai associar aquilo que é um comportamento ético com a expressão árvore da vida. Ao falar da sabedoria, o livro de Provérbios diz que é árvore da vida para os que a seguram. Quem é sábio É como se tivesse acesso à árvore da vida. É como se se alimentasse da árvore da vida. E, portanto, a sabedoria vai aparecer num livro de provérbios como garantia da vida.
E esse capítulo 13 e versículo 18 vai depois complementar. Bem-aventurados são todos aqueles que a retêmem. Isto falando da sabedoria. E, como tal, comer da árvore seria uma escolha sábia. É uma escolha sábia. E mesmo o ser humano hoje, sendo sábio, é connotado com essa árvore da vida. Em Provérbios, também no capítulo 11 e no versículo 30, diz que o fruto do justo é a árvore da vida. Ou seja, aquele que está em relação com Deus, a consequência dos seus atos é como uma árvore da vida. Ou seja, dá vida, dá prazer aos outros. No capítulo 15 e no versículo 4, também vai dizer assim, uma língua saudável é árvore da vida.
Não quer dizer uma língua isenta de doenças. Compreenda-se. Ou seja, o diálogo saudável, aquele que não se envolve em mexericos, aquele que não se mete na vida alheia, é árvore da vida. E, portanto, o significado destas árvores, que causou alguma perplexidade aos estudantes da Bíblia, começa a ser sentido assim. A árvore da vida não apenas concede a vida física a Adão e Eva, mas é também vista na Bíblia como uma componente ética, de um princípio moral e ético equilibrado. Muito interessante esse aspecto e nós já vamos continuar a aprofundar quer aro da vida, quer aro do conhecimento do bem e do mal, mas antes, e porque chegou esse momento, eu gostaria de lhe falar de uma oferta muito especial que temos para si neste programa, é o Guia de Estudo da Bíblia intitulado Evidências.
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TV Novo Tempo, o canal da Bíblia.
O canal da esperança. Estamos de regresso ao programa Fórum Bíblico. Hoje estamos a responder a perguntas relacionadas com a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal, com a ajuda do nosso convidado Arturo Machado. Responder às suas questões sobre o texto sagrado é o grande propósito deste programa e, por isso, se tem alguma pergunta que precisa de um esclarecimento, poderá enviá-la para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt ou através de mensagem para o número 933 939291, indicando sempre o nome deste programa. Contamos, como habitualmente, com a presença do teólogo Artur Machado, para, sempre que for possível, dar a resposta neste espaço.
Vamos então conhecer a segunda pergunta. Estamos a falar da árvore da vida e da árvore do conhecimento do bem e do mal, e sabemos, e a próxima pergunta é exatamente sobre isso, que ao longo do tempo têm existido várias interpretações relativamente, em específico, acerca da árvore do conhecimento do bem e do mal. Portanto, que interpretações é que foram dadas acerca desta árvore? Ok, muito bem. Antes, praticamente, de entrar nestas interpretações, só sinalar-me um aspecto interessante da árvore da vida. É que no santuário israelita havia a Menorah, o candelabro, e a Menorah tem justamente a forma de uma árvore. com os seus ramos, e por ela proporcionar luz ao santuário, era conotada também com o símbolo da vida, porque ela proporcionava essa luz.
Então, vamos agora às diferentes interpretações que nos foram dadas sobre esta árvore do conhecimento do bem e do mal. E já vimos na primeira parte que elas estão relacionadas. E elas estão relacionadas. Portanto, a primeira tem uma componente ética, além de proporcionar a extensão da vida ao homem. Houve quem pensasse que a árvore do conhecimento do bem e do mal faria referência à relação sexual. Porquê? Porque quando Adão e Eva comem desta árvore, de repente, diz o texto bíblico, eles perceberam que estavam nus. E algumas pessoas pensaram que o conhecimento sexual seria apenas uma prerrogativa única de Deus.
Só que Enfim, nós não temos neste relato de Génesis 2, versículos 18 a 20, Não temos aqui nenhuma indicação que vá nesse sentido. Não há nenhuma conotação sexual associada, portanto, a esta árvore ou ao comer dela. Uma outra interpretação que foi avançada para explicar o significado do conhecimento da árvore do bem e do mal foi através dessa expressão bem e mal. E algumas pessoas pensaram que esta expressão, bem e mal, seria uma expressão idiomática que simbolizasse a totalidade do conhecimento. Tal como nós temos uma outra expressão idiomática no relato da criação, que é, no princípio, que criou Deus os céus e a terra.
E esta expressão idiomática, céus e terra, designa a totalidade da criação de Deus. Neste sentido, conhecer o bem e o mal poderia, segundo estas pessoas, permitir ao ser humano ficar na posse de uma certa omnisciência. Ora, quando nós lemos o relato bíblico, nós percebemos que o ser humano, ao comer da árvore do bem e do mal, não ficou mais omnisciente. Porque eles não ficaram mais esclarecidos, eles ficaram sim a perceber que tinham perdido qualquer coisa. E essa qualquer coisa vai afastá-los. Adão e Eva, diz o relato, vêem que estão nus.
Não se trata apenas de uma nudez física. Percebem? Trata-se de algo... Sim, desses desprovidos de algo. Exatamente, desprovidos de algo e de uma estranheza. Essa estranheza vai se verificar entre eles os dois e essa estranheza vai se verificar também entre eles e Deus. Uma terceira interpretação que foi avançada para a árvore do conhecimento do bem e do mal consistia em que eles teriam a capacidade de distinguir o que era certo do que era errado. Ou seja, ao comer da árvore, eles teriam uma capacidade moral acrescida. O que não corresponde também ao relato da Bíblia. Nós vemos que no relato da Bíblia, e começámos por ver isso, Deus criou todas as coisas já com uma maturidade determinada.
com capacidade para crescer e desenvolver, sem dúvida alguma, porque a Bíblia diz que Deus colocou Adão e Eva no jardim para o lavrar e guardar. E, portanto, lavrar significa que havia ainda potencialidades de a fazer sair de toda a criação, inclusivamente do próprio homem e da própria mulher haveria potencialidades, mas eles também já foram criados com uma capacidade moral. Senão, não seria compreensível porque é que Deus lhes diz, desta árvore aqui, tu não comerás. Se eles não tivessem uma capacidade moral para entender, de certa medida, o certo do errado, eles não poderiam compreender a ordem de Deus. Até a própria escolha estaria condicionada à possibilidade da escolha.
Exatamente. E a ordem de Deus, que diria, no dia em que dela comer, morrer, morrerá, seria absurda, porque eles não teriam essa capacidade de escolha. E, portanto, dizer que o comer da árvore lhes forneceu o melhor conhecimento do certo e do errado não configura com aquilo que é o próprio relato da Bíblia. Qualquer interpretação que vá tentar tirar alguma coisa desta árvore do conhecimento do bem e do mal deve estar enraizada no próprio contexto bíblico. E o contexto bíblico é muito claro. O contexto bíblico assinala que só Deus é que tinha o conhecimento do bem e do mal.
E Deus não queria que o ser humano, antes de estar preparado, portanto, antes de
ter uma determinada evolução, uma determinada relação com o seu próprio Deus, pudesse chegar a esse tipo de conhecimento. Recordemos que Deus também não queria que o homem tivesse a consequência natural do que aconteceu depois de vir a partir da morte. Ora, o resto do livro de Gênesis torna-nos claro que o comer da árvore do bem e do mal foi o assumir de uma autonomia por parte do ser humano de independência em relação com Deus. Aliás, nós vamos ver isso no relato quando diz que Eva olhou para aquela árvore e viu que ela era boa. Até ali, o adjetivo bom tinha sido aplicado unicamente a Deus num relato da criação.
Aquele é o primeiro momento em que um ser humano aplica a si próprio o adjetivo bom. E esse adjetivo bom está em dissonância com o que Deus tinha dito. A árvore não é boa. Esta árvore não é boa para comer. Não serve para que tu comeres. E Eva decide que ela é boa e que o fruto é bom. E, portanto, há aqui, a árvore representa esta independência, esta autonomia de vontade e de cortar relação com aquilo que Deus tinha realmente posto ao ser humano. implica, portanto, uma autonomia em relação à vontade de Deus.
Aliás, é interessante, porque nós vamos ver que na Bíblia esta relação entre bem e mal está muito vincada. Por exemplo, num livro de Deuteronómio, no capítulo 1 e no versículo 39, é dito, e vosses meninos de que dissestes porpresa serão, e vosses filhos que hoje, como está aqui no texto, no nosso ecrã, nem bem nem mal sabem, ali entrarão e a eles darei e aí eles a possuirão. E esta passagem da Deuteronómio, capítulo 1, versículo 39, mostra como Moisés está a lembrar ao povo de Israel as dúvidas que os assaltaram no percurso que eles fizeram do Egito até chegar à fronteira da Terra Prometida, as transgressões que eles próprios cometeram e como Deus impediu que a primeira geração entrasse porque não foram fiéis à vontade de Deus.
E nesta frase, que aqui está, da Deuteronómio, Um. Trinta e nove. Trinta e nove. Portanto, mostra-nos que apenas a geração seguinte iria entrar. Estas crianças... Ela é usada num sentido positivo, esta frase. As crianças não conhecem o bem nem o mal. Elas vivem, elas existem na dependência de Deus. E era assim que Deus gostaria que Adão e Eva tivessem vivido, na dependência do próprio Deus. Deus concedeu-lhes a liberdade, como Deus concede a todos a liberdade, mas, tal como a árvore da vida tinha uma componente ética, a árvore da ciência do bem e do mal também tinha. É na medida em que eu compreendo a Deus e que eu estou dependente das suas instruções que eu posso chegar a perceber o que é o bem e o mal.
A palavra conhecimento na Bíblia também significa experimentar. Deus não queria que eles experimentassem o bem e o mal. sobretudo porque o mal traria consequências nefastas. Eles não estavam preparados ainda para saber quais seriam todas as consequências do mal. E se terem precipitado e não terem confiado em Deus, levou a que a humanidade viesse a colher, e ainda esteja a colher, os benefícios nefastos dessa determinada escolha. E, portanto, esta é a relação entre as duas árvores. Uma determinou justamente a natureza da outra. A árvore da vida diz que se eu quero ter vida, tenho que depender de Deus.
A árvore do conhecimento do bem e do mal diz-me que se eu quero ter uma moral e uma ética equilibrada, eu tenho que depender de Deus e da sua vontade. Muito obrigado, Artur, por esta explicação muito clara sobre estas duas árvores e sobre a relação entre elas e também por nos ter ajudado a compreender como estas árvores representavam escolhas essenciais sobre a vida, sobre a liberdade e sobre a relação com Deus e como é que a plenitude da vida humana só era possível mediante essa dependência e essa obediência ao Criador. Tenho a certeza que aí desse lado também ficou mais esclarecido sobre o propósito divino destas duas árvores no Éden e que, como foi explicado, representavam a escolha fundamental entre confiar em Deus ou seguir um caminho independente.
Ao desobedecer, o ser humano perdeu acesso à vida plena que Deus queria. Oferecer. Para aprofundar mais esta questão, eu deixo-lhe como sugestão o estudo da lição número 9 deste Guia de Estudo da Bíblia, Evidências, e que temos como uma oferta para si, porque nessa lição com o título Porque Sofremos, vai encontrar respostas a perguntas como o mal anula a existência de Deus? Ou então, como pode existir o mal sem que Deus o tenha criado? Um estudo que vai certamente apreciar e que vai, seguramente, complementar o tema que foi abordado no nosso programa de hoje. Pode pedir já o seu exemplar, enviando-nos uma mensagem para o número 933-939291, solicitando o Guia de Estudo e Evidências.
E depois, a nossa equipa terá todo o gosto em enviar para a sua casa um exemplar. Lembre-lhe também que poderá enviar as suas questões para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt ou então por mensagem para o nosso telemóvel para o número 933 939291. Lembre-lhe que pode acompanhar-nos na televisão no canal 186 da Mel, pode também nos acompanhar no YouTube da Novo Tempo ou ainda se gosta de ouvir rádio na Rádio RCS na frequência 91.2 FM na região da Grande Lisboa. Chegamos assim ao fim, fechamos mais um fórum bíblico. Eu despeço-me de Si, que nos acompanhou desse lado, e porque acreditamos que a sua pergunta merece sempre uma resposta, nós vamos marcar novamente a encontro aqui, para a próxima semana.
Até lá, fique bem.
Neste episódio do Fórum Bíblico, mergulhamos nas profundezas do relato da criação para desvendar os mistérios em torno das duas árvores mais enigmáticas do Éden: a Árvore da Vida e a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Será que estas árvores possuíam um significado específico? Qual a verdadeira mensagem por detrás da sua proibição? Acompanhe uma análise que desafia interpretações comuns, revelando como a compreensão destas árvores é crucial para entender a essência da nossa existência e a relação fundamental com o Criador. Esteja preparado para questionar o que pensa que sabe e para descobrir perspetivas transformadoras sobre a natureza da vida e da escolha humana.
Descubra as respostas para estas e outras questões ao longo do programa, abordando temas como: