29:05E. Olá, olá. Seja bem-vindo. Estamos de regresso aqui à Voz da Esperança, na Novo Tempo, Portugal. É um prazer sempre voltarmos semana após semana aqui à sua companhia e também, claro, agradecemos muito a sua fidelidade, seja na Novo Tempo, como dizia, na televisão. Com certeza aí alguns estão aí, quem sabe, no sofá ou no quarto, ligados aqui ao canal 186 da MEU. Mas também há, com certeza, muitas pessoas que, na verdade, neste momento, não me veem, mas ouvem-me. Seja no carro, no rádio lá em casa, estão aqui conosco na Rádio RCS.
Já sabe que a Novo Tempo é uma multiplataforma. Alguns, com certeza, estão, quem sabe, no telemóvel, ligados através do YouTube, ou até em algumas das nossas aplicações. Mas mesmo no site, veja só a quantidade de lugares onde nos podemos juntar. Às vezes gosto de lembrar um pouco, como estamos nestas diferentes plataformas, porque, quem sabe, algumas pessoas que normalmente escutam a voz da Esperança na rádio RCS, possam, e fica aqui o convite, a ir descobrir, não apenas a Voz da Esperança, mas toda a programação deste canal de televisão, que é A Novo Tempo Portugal. E se ainda não tem esse hábito, ou nunca foi dar uma espreitada, pode fazê-lo. Claro, eu dizia há pouco, é o canal 186 para quem tem a MEU como operadora de televisão.
Isto não é nenhuma publicidade da nossa parte, mas é a operadora onde nós estamos. Neste momento, desejamos, quem sabe, um dia poder estar também noutras destas operadoras, mas por agora é na mel. Se tem outras operadoras em Portugal, é claro, é aí que entra então o site nuvotempo.pt, onde pode assistir em direto, sempre ali, ao nosso canal ou no YouTube. Seja qual for a forma, o canal, a verdade é que vamos estar juntos nos próximos minutos. Poucos, não serão mais do que uns 20 minutos daqui para a frente. Mas para preparar os nossos corações e também pela beleza e harmonia das vozes, vamos escutar sempre a nossa música de abertura.
Ó que esperança! É o que cantam agora as vozes do quarteto Voz da Esperança. Oh, que esperança! Vibra em nosso ser, Pois aguardamos o Senhor. Fé possuímos que Jesus nos dá.
Eis que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia! Servos de Deus a trombita tocai, breve Jesus voltará.
A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. O som ecoa, breve Jesus voltará Ondas do mar, a canção entoa, breve Jesus voltará Bebe, Jesus, o melhor Bebe, Jesus, o melhor que espreitou.
Hoje continuamos a falar sobre as parábolas de Jesus. É uma grande temporada que já aqui levamos a estudar com algum detalhe, a tirar lições para a nossa vida destas maravilhosas histórias que Jesus contou. Aliás, foi para isso mesmo que ele as contou, para que elas fossem lidas, meditadas e depois aplicadas à nossa vida. São histórias que ilustram grandes verdades espirituais, mas também em tantos outros domínios da vida. Hoje, Jesus convida-nos em mais uma história para uma refeição. Não é uma refeição qualquer, é um banquete. E também não é um banquete comum, como algum casamento ou festa. Trata-se de uma festa celestial, claro.
É o mundo espiritual que está aqui em causa. Mas é uma festa preparada com detalhe, com amor. É uma festa que é oferecida. Também ninguém vai pagar para participar deste grande banquete. E ali temos uma mesa farta. Uma mesa onde há lugar para todos. Esses todos, não é que ninguém seja obrigado ou forçado, é um todos que implica uma escolha. São os que aceitam o chamado do Evangelho. Essa boa nova à qual Jesus veio ensinar. E este é o tema de uma poderosa parábola. Uma parábola que tem lições extraordinárias. A parábola da grande ceia.
E hoje vamos ler juntos esta história, ela está no Evangelho de Lucas, é lá que a vamos encontrar, e que vamos a detalhes, mais uma vez com diferentes personagens, como sempre, nestas parábolas. Cada um destes personagens, claro que ele vai representar diferentes realidades e depois todo um enredo que nos vai convocar a uma descoberta. Eu vou aqui pegar precisamente a minha Bíblia, E talvez antes de ler vou aproveitar que tenho aqui uma revista, uma oferta na minha mão para lhe falar dessa oferta. Antes de ler então aqui no Evangelho de Lucas, venho precisamente dizer-lhe que temos hoje aqui na Voz da Esperança esta oferta especial. O céu ou o inferno?
Estamos salvos ou perdidos? E vai ver que isto também tem muito a ver com a história, com a parábola que hoje aqui vamos contar, Céu ou Inferno, é uma revista que vai apreciar imenso, são vários capítulos, são 10 capítulos com 10 estudos, por isso é que é um guia de estudo da Bíblia. Envie uma mensagem para nós. Já sabe, é o 933-93-9291. E então nós teremos muito prazer em lhe oferecer esta revista. Mas agora vamos à palavra de Deus e vamos descobrir então que história é esta. Estou aqui no Evangelho de Lucas, precisamente no capítulo 14. E vou ler a partir do versículo 16 até ao 24, é aqui que encontramos esta parábola, muitas vezes chamada a parábola da Grande Ceia.
Vamos ver o que é que Jesus ensinou. Jesus então disse-lhes, um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. À hora marcada, à hora da ceia, ele mandou o seu servo dizer aos convidados, vinde, que já tudo está pronto. E todos, um de cada vez, começaram a excusar-se ou a dar desculpas. Disse-lhe o primeiro, bom, eu comprei um campo e preciso de ir vê-lo, rogo-te que me excuses. E depois outro, outro dos convidados, que disse, eu comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-los. Rogo-te que me hajas por escusado de ir à ceia. E outro ainda disse-lhe, casei. Bom, claro, casou. Casou e disse, não posso ir.
Voltando, aquele servo anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família ficou indignado e disse ao seu servo, sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traz aqui os pobres, os aleijados e mancos, os cegos. E disse-lhe o servo, senhor, está feito como mandaste. Trouxe todos esses, mas ainda há lugar. E disse então o Senhor ao servo, sai agora pelos caminhos, pelos atalhos e força-os a entrar para que a minha casa se encha. Porque eu vos digo que nenhum daqueles que foram convidados provará da minha ceia.
E é interessante porque esta história, com as suas curiosidades e os seus detalhes, mostra-nos que o banquete está pronto. Esta é a primeira verdade essencial. O banquete estava pronto, o convite é real, mas a decisão de entrar pertence àqueles que são convidados. Percebemos bem que uns aceitaram, eram aliás os que estavam já previamente convidados, mas não puderam, tinham outras atividades e outros aceitaram. O que é que encontramos então como lição aqui? Que o convite que Deus nos faz, porque é isso que está em causa aqui, é um convite que é para todos. Senão, repara, o que é que nós encontramos aqui? Que Cristo faz um convite que é generoso, que é amplo, que é sem discriminação.
Encontramos isso aqui no anfitrião da parábola, que representa, obviamente, o próprio Deus. E ele convida a todos, ricos e pobres, sábios e simples, os aparentemente santos e os pecadores que estavam pelas ruas. Este convite ecoa um pouco na sequência de um outro convite que o profeta Isaías já escrevia no capítulo 55. Já o tenho lido aqui até em outras ocasiões. E o convite era assim, vós todos os que tendes sede vindo às águas e vós os que não tendes dinheiro vindo comprar e comer, comprar e comer, mesmo sem dinheiro e sem preço. Percebemos que Deus não nos cobra a entrada.
É isso que vemos na parábola e neste texto. Ele convida-nos a esta mesa. Por isso é que o convite é o bilhete. O bilhete é a vontade de Deus de que alguém se sente nesta mesa. É por isso que o céu não está à venda. Caso contrário, só alguns poderiam comprar o bilhete. O lugar a este banquete já foi comprado pelo próprio Jesus, com o maior de todos
os preços. E a porta, por isso mesmo, está aberta para aqueles que estão disponíveis. Agora, é possível encontrar desculpas, mas as desculpas para não participar neste banquete têm um custo. Qual é? Na parábola, todos os convidados que se recusaram a vir experimentaram essa realidade. Um tinha comprado um campo e tinha que o ir ver e avaliar, outro tinha comprado bois para o seu trabalho e tinha trabalho a fazer, outro até se tinha casado. Curiosamente, tu desculpas que aparentemente falam-nos de realidades boas da vida, nada aqui imoral, no entanto, nenhuma destas desculpas de facto era justificável.
E porquê? Porque todas revelavam vidas, corações, que manifestaram prioridades. estavam ocupados demais com o presente, com a vida concreta, com as diferentes tarefas da vida. Por isso eu dizia todas as tarefas razoáveis, necessárias, boas até, como a família, o trabalho, os negócios. Tudo coisas que fazem parte da nossa vida. Mas o que a história mostra é que eles revelaram desinteresse. por algo que era bem superior aos afazeres comuns da vida. Ora, Jesus neste banquete falava de eternidade, porque esta refeição e este banquete eram um chamado à presença de Deus.
E nós vemos a diferença entre o interesse no que é eterno e o interesse no que é passageiro. Faz-me lembrar Mateus, as palavras de Jesus em Mateus 6, capítulo 6. Talvez se recorde delas, senão vai já recordar-se. Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Lembra-se? Percebemos que o convite do Evangelho tem uma exigência. Essa exigência, como tantas vezes aqui tenho dito, não é o pagamento de algo, é a prioridade. Jesus, quando nos convida, não pede as sobras.
As sobras do tempo. As sobras da nossa intenção. O que resta da nossa vida. Por isso é que esta história de Jesus coloca-nos diante de uma realidade fortíssima. Uma desculpa hoje pode ser uma eternidade perdida amanhã. o privilégio de desfrutar da presença de Deus. Mas a resposta de Deus é clara. Alcançar os esquecidos. Deus não cancelou a festa. É isto que a história mostra. O Senhor, daquele banquete, não cancelou a festa. O que Ele fez foi ampliar a lista dos convidados. E por isso, metaforicamente, repare bem, A história não está aqui para dizer que uns são pessoas ilustres e outros são uns desgraçados.
A história, obviamente, ilustra de forma metafórica essa ideia de alguns que já tinham conhecimento da festa, por isso tinham-lhe um acesso mais fácil, mas depois vieram os desprezados. E esses desprezados acabam por ser chamados. São os que estavam longe. são os que não tinham lugar de honra, mas que agora são chamados para o lugar da frente, para a presença do Senhor. O convite é levado aos caminhos e valados desta terra. Claro, tal como Cristo também já tinha declarado estas palavras conhecidas em Mateus 21, em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus.
Palavras extraordinárias, um choque terrível. Porque meretrizes, se é uma palavra assim antiquada que quem sabe não reconheça, são prostitutas. Não há nada, nenhuma profissão, nenhuma atividade, se calhar devia dizer, que moralmente nos coloque mais problemas. Alguém que vende o corpo. despreza a sua própria essência para o prazer de outros e para o seu benefício próprio. E os publicanos que aqui aparecem porque eram, naquele contexto judaico, considerados como pessoas realmente imorais, porque traíam o seu próprio povo. E agora Deus fala com os fariseus, os escribas, os líderes religiosos. Lá está aqueles que, à partida, aqui na Terra, no mundo da religião, tinham toda a honra e diz-lhes que, no Reino de Deus, são precisamente os pecadores, as prostitutas, que vão à sua frente.
E isto é uma mensagem fortíssima, um choque. Mas este é o Evangelho. Porque a graça de Deus não conhece muros que fechem as pessoas e as impossibilitem totalmente de chegar-se a Deus. Porque a graça de Deus, o seu convite à mesa, atravessa fronteiras para resgatar mesmo aqueles que estão perdidos, que pareciam impossibilidades. É por isso que também esta história tem uma mensagem direta para si. Quando o mundo o rejeita, Acredite que Deus tem um convite de honra para se
sentar à sua mesa. Mas, claro, há também aqui uma urgência. Nós vivemos o tempo de um último convite, é o que a história também nos diz, porque saiu uma ordem e a ordem de urgência é sai depressa, dizia o Senhor ao seu servo, e força-os a entrar. Claro que, entenda que a expressão força-os, ela encontra-se dentro da mesma linguagem metafórica da própria história. Por isso alguém podia ficar admirado a dizer o que é que isto quer dizer, força-os a entrar. Claro, nós não podemos ler a história toda como uma ilustração e depois o verbo forçar como se ele fosse literal. Forçar é esta ideia de agora vais e vais fazer tudo o que estiver ao teu alcance, diz-lhes que eles não podem perder esta oportunidade, porque é a última oportunidade.
É por isso que hoje os cristãos, aqueles que entendem que querem estar à mesa e já aceitar o convite, também são chamados a fazer exatamente isto. Trata-se de uma missão. E é aí que entra este sentido de urgência. Um pouco como aquele anjo, o anjo do Apocalipse, lá no capítulo 14, que tinha um convite tremendo para um tempo tão especial na história da Terra, que é o tempo que está antes da volta de Jesus. Temei a Deus e dai-lhe glória, diz o texto, porque é chegada a hora do seu juízo. E adorai, adorai aquele que fez o céu até arrumar as fontes das águas." Apocalipse 14, 7. O que é que isto significa? Que a ceia está pronta. Por isso é que a mensagem tem de ser levada com urgência, com vigor.
É essa a ideia do força-os. Diz-lhes que não há tempo. É por isso que esta mensagem também é sobre a volta de Jesus. Cristo está à porta. E quando nós sabemos que Cristo em breve volta, então nós sabemos que não há tempo a perder. O convite é eterno. Ou melhor, ele tem consequências eternas. E a oportunidade é agora. Hoje, o convite, este convite para o banquete, é para si, meu querido amigo. Minha pesada amiga que me escuta aqui hoje na Voz da Esperança, acredite que esta mensagem, esta história de Jesus, está a dizer-lhe que há um convite para si. Cristo preparou um lugar para si. Esse lugar tem o seu nome.
Agora, Cristo não vai forçar ninguém a entrar. Ele bate, Ele chama e Ele apressa. Por isso é que põe pessoas a gritar por esse mundo afora. Talvez, quem sabe para si hoje, eu aqui enquanto vou partilhando esta mensagem, hoje Deus queira usar-me para ter chegado precisamente à sua vida, hoje, exatamente aí onde está. E hoje eu quero dizer-lhe que Jesus está à porta do seu coração e tal como lá no Apocalipse também havia-se chamado, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa e com ele searei e ele comigo. Aqui a imagem é um pouco inversa à da história, mas o resultado é o mesmo.
É um banquete, é um lugar de encontro. E hoje eu gostaria de perguntar-lhe, será que se tem escondido de Deus e do convite que Ele faz? Nas desculpas, nessas desculpas, nem sempre esfarrapadas, umas vezes sim, outras, a realidade da vida, será que tem encontrado desculpas? Será que tem colocado outras prioridades acima de um convite especial que Jesus tem para o conhecer, para conhecer a Sua Palavra? Se for, eu quero dizer-lhe, hoje é tempo de dizer sim. Senhor, eu estou aqui, quero sentar-me à mesa contigo. Bem-aventurados são aqueles que são chamados à ceia, às bodas do Cordeiro. E Jesus faz-lhe este convite.
Há um lugar para si. e não há mesa mais rica e abundante, nem convite mais urgente, nem mais importante, e também lhe vou dizer, nem um amor mais verdadeiro. É o amor do qual ninguém nos pode separar. E eu o convido hoje, enquanto escutamos o quarteto Voz da Esperança a cantar sobre esse amor do qual ninguém nos separará, a aceitar também o convite que
Jesus tem para a sua vida. Que viremos, pois, a estas coisas Se Deus é por nós, por que temer? Quem condenará os que Deus escolheu? Aquele que entregou seu próprio Filho por amor Como não nos dará com Ele todas as coisas? Se Deus já nos deu sua justiça, se apagou a nossa culpa, quem condenará os que Deus perdoou?
Se o Filho dentre os mortos para a vida ressurgir, quem nos separará de Cristo em seu amor? O presente ou o futuro Nem poderes ou distâncias Nem alguma criatura Nem angústia ou a fama A estrada nada vai nos separar Do amor que está em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos amou Que diremos, pois, estas coisas?
Se Deus é por nós, porque de mim? Quem condenará os que a Deus escolheu? Aquele que entregou Seu próprio Filho por amor? Como não nos dará com ele Todas as coisas? Pois a glória do Teu Reino Te atacou a noite, quem condenarás de Deus? Perdoou-te o Filho dentre os mortos, para a vida resolver.
O mundo separará de Criste seu amor Nem a morte, nem a vida O presente, o futuro ou distâncias, nem alguma criatura, nem angústia ou fome. Nada vai nos separar do amor que está em Cristo, somos mais que vencedoras por aquele que nos ama.
estrangeira A angústia ou a fome ou o perigo ou a espada Nada vai nos separar do amor que está em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos ama Eu.
Acredito que nada nos separará do amor de Cristo. Para isso, tome essa decisão e aceite o convite. Para finalizar este programa, já há pouco lhe tinha oferecido este guia de estudo, Céu ou Inferno. É um lugar onde vai aprender precisamente sobre a importância de fazer escolhas. Envie uma mensagem para nós, já sabe, é o 933 939291. Teremos todo o gosto em enviar-lhe gratuitamente esta revista. O nosso encontro fica marcado e eu espero por si no próximo episódio da Voz da Esperança. Até lá, que Deus o abençoe.
Mergulhe connosco nas profundas parábolas de Jesus, onde uma história simples revela verdades eternas sobre um convite grandioso. Imagine um banquete celestial, preparado com amor e generosidade, à espera de convidados especiais. Mas o que acontece quando os convidados originais se recusam? Descubra como esta fascinante parábola nos guia por um caminho inesperado, transformando a lista de convidados e revelando o coração de um Anfitrião que anseia por ter a Sua casa cheia.Neste episódio, desvendamos as lições poderosas da Parábola da Grande Ceia. Exploraremos a universalidade do convite divino, aberto a todos, sem discriminação, e confrontaremos as desculpas que nos afastam de algo de valor incalculável. Será que as nossas prioridades atuais estão a impedir-nos de desfrutar de um futuro eterno? Percorreremos o chocante caminho da graça que alcança os esquecidos e os "desprezados", culminando na urgência de um último convite. Compreenda por que não há tempo a perder e como esta mensagem é um chamado direto para a sua vida, oferecendo um lugar com o seu nome na mesa da Salvação.