25:45Seja bem-vindo a mais um Ser Família. É um gosto estar na sua companhia para lhe trazermos mais um programa que, sem dúvida, vai ser muito bom. Tenho comigo sempre Daniel Bastos, mais uma vez. Bem-vindo. Obrigado. Daniel, hoje escolheste para falarmos, neste cantinho familiar, as crianças, mas de uma forma muito especial. Porquê escolheste este tema? A vida é cheia também de problemas, de desafios. São os problemas financeiros, os problemas de saúde, os problemas de trabalho, mas entre todos estes, Os problemas que afetam os relacionamentos com as pessoas que nós amamos são aqueles que mais impacto têm na nossa vida.
Por isso, o tema de hoje, quando o problema são os filhos. é a nossa proposta para esta conversa, deste episódio.
Há uns anos atrás, Daniel, eu deparei-me com uma citação de um livro fantástico, que recomendo a todos os que nos veem e ouvem, que é o livro Ciência do Bom Viver. Neste livro, há uma pequenina citação que me chamou a atenção. E a citação diz mais ou menos isto. Grande sabedoria é necessária no trato das doenças produzidas pela mente. Um coração dolorido, enfermo, um espírito desalentado requerem um grande tratamento. Mas, muitas vezes, é um problema doméstico, esta é a expressão que aparece ali, um problema doméstico que está, como um cancro, a corroer a própria alma e a enfraquecer as forças vitais.
Então, esta dor que vem dos relacionamentos, vem da vida familiar, pode ser esse cancro que rouba a alegria, a energia, a própria vida. E eu, pronto, a trabalhar com pessoas já há uns anos, deparei-me com várias situações em que, por vezes, atrás de uma depressão, de uma grande depressão, eu ia descobrir que o problema de origem era exatamente este tipo de dificuldade, um problema relacionado com os relacionamentos, passo a redundância, dentro da família.
O interessante é que a família é um dom precioso que Deus dá à humanidade, Ela é sinónimo de prazer, de alegria, de conforto, de tanta coisa positiva e boa, mas quando as coisas não são assim, então aí é que vem a dor mais profunda que nós podemos imaginar. Isto pode acontecer Por exemplo, quando há uma tragédia. Eu tive a oportunidade, há uns anos, de acompanhar uma família que perdeu um filho de três anos num acidente automobilístico. É uma dor que é difícil de descrever. Mas, muitas vezes, esta dor pode resultar de um ambiente conflituoso em casa, em que os próprios filhos acabam por não suportar e depois manifestar certos problemas.
um caso de infidelidade conjugal ou um caso bastante típico, quando os filhos crescem e depois, à medida que eles vão entrando naquela fase da adolescência, começam a fazer experiências que deixam os pais, enfim, completamente desorientados, não é? Testam, literalmente testam os pais. Exatamente. Aparentemente ou permanentemente rejeitam, por exemplo, os valores que os pais, desde pequenino, tentaram passar. Nomeadamente, por exemplo, Deus, a experiência espiritual que os pais queriam para os seus filhos. Bem, isto normalmente traduz para uma dor muito profunda no coração dos pais.
Outra situação que eu tenho visto é quando os filhos enveredam por um estilo de vida que envolve dependências drogas ou outros comportamentos. Bem, nada, nada que a própria Bíblia não nos tenha alertado que iria acontecer com mais frequência. O apóstolo Paulo, em 2 Timóteo, capítulo 3, versículos 1 a 4, ele diz que nos últimos dias teremos tempos difíceis porque os homens serão amantes de si mesmo desobedientes aos pais, ingratos, sem afeto natural, traidores, amigos de prazeres, mais do que amigos de Deus. Sendo que hoje vamos olhar de uma forma mais concreta quando os filhos são o problema, mas não quer dizer que são eles geradores dos problemas.
Eles podem ser o objeto, muitas vezes até a falta deles é objeto de conflito, não é? Exato. O que estamos aqui, neste episódio, a conversar é sobre esta realidade em que muitas vezes o tema, filhos, é a dor por excelência no coração dos pais. Lembramos, por exemplo, situações em que os pais não conseguem ter filhos e isso passa a ser um problema. Não é que a criança que ainda nem sequer nasceu, que nem sequer foi gerada, seja um problema. É a temática em si mesmo. Também falaremos sobre isso. Esta dor, que por vezes se mostra muito intensa, é uma dor que exige, pede conforto, esperança, não é?
E o interessante é que um livro como a Bíblia, Daniel, pode também nos deixar trazer muito alento ao coração, muito conforto. Porque as histórias de famílias a sofrer por causa dos filhos não é nova.
Vai tão longe como a história de Adão e Eva. Da própria humanidade. Da humanidade. Imaginem o que é que Adão e Eva sentiram quando perderam o seu filho Abel. ainda por cima por um homicídio perpetuado pelo próprio irmão Caim. Que dor terrível! Poderíamos dizer que esta é uma das primeiras e mais dolorosas experiências do ser humano. Até porque nós hoje temos séculos para trás de dor e sofrimento e esse casal ainda não tinha experimentado tal coisa. Exatamente. Na existência humana essa experiência não existia. Nós podemos buscar conforto no passado, eles não tinham essa oportunidade que nós temos.
Depois nós na Bíblia encontramos outras experiências, por exemplo, Isaac e Rebeca. Pais, um relacionamento conjugal que a Bíblia nos afigura como sendo bom, embora depois tenha tido as suas dificuldades também. Mas eles também sofreram, sofreram muito. Havia ali uma preferência por um dos filhos, da parte do pai, da parte da mãe. Depois há engano, depois há um filho que foge, que desaparece, porque o outro filho está furioso. Tudo isto só podemos imaginar que foi muito, muito doloroso. Uma outra história que a Bíblia também nos traz é de Abrão e Sara.
Primeiro pela falta, como dizias há pouco, do filho. Depois vem um filho, um filho fora do casamento. Depois vem o Isaac. Há ali situações que também não batem muito certo, mas bastante dor, bastante ansiedade, bastante pressão. Outro exemplo, por exemplo, é o de sanção. Eu só posso imaginar os pais do homem mais forte, não necessariamente mais sábio, naquela fase da sua vida, mas que desapontamento, que tristeza para aqueles pais. que criam com tanto cuidado desde antes do nascimento, porque eles foram orientados sobre como deveriam preparar o nascimento de sanção e depois verem o sanção ir por outros caminhos.
fazer escolhas que tinham mais a ver com a sua preferência, os seus gostos pessoais, a sua ânsia por satisfazer o seu prazer do que propriamente o conselho dos pais. E a Bíblia tem um outro exemplo clássico também de dor profunda, que é a história do filho pródigo. Aquele pai que aliás representa o próprio Deus, não é? Que dor ele deve ter sentido quando o filho primeiro lhe pede a herança, de forma antecipada, não é? Querendo dar a entender que, olha, estando tu vivo ou morto, para mim é igual, dá-me aquilo que eu quero, aquilo que acho que tenho direito, que não tinha, não é?
E então vai e desaparece. O pai não faz a menor ideia do que é que se está a passar. Fica, não sei, dias, meses, anos sem ouvir notícias do filho. Até que um dia o filho volta. Mas entre esses dois dias, a partida e o regresso, que sofrimento, que dor profunda aquele pai deve ter experimentado. Sendo que é interessante, porque todas essas histórias que tu estás a partilhar connosco acabam por ter um dominador comum, que é, em algum momento, aparece Deus na história. Essas famílias, essas pessoas, para além daquilo que no momento foi o desamparo, tinham Deus nas suas vidas.
E tu estavas a mencionar, no início do programa, como é quando o problema é na família. Ora, se a família deve ser o nosso lar, o nosso ninho, um momento de conforto, de recargar baterias, se a família deve ser isso tudo e é aí que está a causa do problema, eu imagino quão difícil será para as pessoas que não têm um Deus a quem recorrer. Porque realmente vão sentir muito desaparadas. Podemos não conseguir evitar que os problemas aconteçam. Às vezes não podemos escolher. Outras vezes, sim, são provocados por decisões erradas que fazemos, por momentos de atitudes irrefletidas, mas outras não. São totalmente fora do nosso controle. Mas nessas histórias de contaste ainda há um Deus.
Podemos contar com Deus. Eu só posso imaginar, porque se é transversal a dor gerada pelos filhos, a ansiedade, a dor, o desapontamento, a desilusão, então o conforto está lá para aqueles que a buscam em Deus. Mas eu só posso ter compaixão e um sentimento de... Como é que eu ia dizer? Com paixão, olha, por aqueles que, passando por essa experiência, não têm esse conforto. Pois, é isso mesmo. Vamos fazer um pequenino intervalo, são apenas alguns segundos e já a seguir tenho uma oferta muito especial para si.
TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Como lhe disse foram apenas alguns segundos, estamos de volta e a oferta que eu tenho para si é o Guia de Estudo Pais Preparados Filhos de Caráter. É um guia de estudo fantástico que certamente não só vai ajudar no contexto familiar, como lidar com os filhos, como comunicar com os filhos e quando comunicar com os filhos, mas também alguns exemplos muito práticos naquilo que são, por vezes, as dificuldades que temos em lidar com os nossos filhos e, por exemplo, abordar algumas temáticas como a sexualidade e outras.
E o melhor de tudo é totalmente gratuito. Não existe, foi feito por especialistas exatamente para ser um auxílio nas nossas famílias. E para o receber totalmente gratuito é tão simples quanto enviarmos uma mensagem a dizer pais preparados para o 933 93 92 91. Vou repetir 933 93 92 91. Daniel, realmente os filhos são, sem dúvida, uma benção de Deus nas nossas vidas, mas também, por vezes, são eles causadores de muito conflito, como tu
dizias. Mas, quantas famílias sofrem exatamente porque não têm filhos? É, eu só posso imaginar aquele pai, aquela mãe que nos ouve neste momento, cuja dor principal, cuja preocupação principal é um filho, uma filha que está a passar por uma fase muito complicada, que está a passar por problemas. São dores que nós arrastamos a vida toda. Temos um filho, temos um potencial para sofrimento e apreensão para o resto da vida, porque aquele filho é sempre o meu filho, independente do que lhe aconteça, não é? Mas há casais, há amigos, há ouvintes que não têm essa experiência, não estão isentos de ter tanta dor, porque têm o desejo profundo de ter um filho ou uma filha e, por alguma razão, não conseguem.
Interessante, lembro-me agora de um ditado bem popular, bem português, que diz filhos criados, cadilhos dobrados. A noção muitas vezes temos que já passou a fase difícil, só que à medida que eles vão crescendo, os problemas parecem que vão crescendo com eles. Vão ganhando outros suportes. E as preocupações. Mas, sobretudo, muitas mulheres têm problemas profundos, lutam, muitas vezes, anos a fio, com muitos exames, tratamentos, para conseguir engravidar. E, muitas vezes, são relacionamentos que são destruídos exatamente porque esse momento nunca chega. A infertilidade também está relacionada com o homem e é interessante que afeta um número cada vez maior de pessoas.
A ciência está a procurar dar-nos respostas em relação a essa questão. Mas, se isto é verdade, também é verdade que não é um problema novo. E, assim como na primeira parte do programa nós dissemos que a Bíblia, este livro, tem algumas histórias que nos podem confortar e ajudar, também nesta área nós encontramos várias histórias de pais, mencionamos, por exemplo, Abrão e Sara, que esperaram muitos anos Mas temos aqui várias famílias que se debateram com este problema, o problema da infertilidade. Eu gostava de destacar uma destas histórias. Está descrita em Lucas capítulo 1, é a história de Zacarias e Isabel. Ele era um casal muito bem...
de uma excelente reputação. Ele era sacerdote. Ele tinha uma posição importante na estrutura religiosa da nação israelita. E eu posso imaginar que Zacarias e Isabel deviam ter uma dor muito profunda, porque este era o motivo de oração. Terá sido motivo de oração durante anos a fio. Mas naquela cultura em particular, considerava-se, e está bem pensar-se assim, que os filhos eram uma dádiva de Deus, uma benção de Deus. Ora, se eu não tenho filhos... Não sou abençoado. Não sou abençoado. Alguma coisa, e naquela teologia que imperava naquela altura, E se eu não sou abençoado é porque há alguma coisa errada comigo.
Mas o texto diz que eles eram pessoas íntegras, pessoas retas. Então, isto é um dilema, não é? O que é que eu fiz que eu não me lembro? O que é que há de errado comigo que eu não posso ter filhos? E esta experiência é uma experiência que vai se arrastar ao longo de toda a vida. Neste problema, como em outros problemas, o que é que as pessoas muitas vezes fazem? Elas desanimam, elas acabam por baixar os braços, a sua própria fé é colocada em causa. Mas isto não acontece com Zacarias, porque naquele belo dia, e eu vou chamá-lo mesmo de belo dia, ele estava a fazer o quê?
Ele estava a cumprir o seu ofício como sacerdote, ele estava dentro do santuário, dentro do templo, estava junto ao altar do incenso, que representava as orações que ascendiam para Deus, e é ali onde ele apresenta, quem sabe, mais uma vez a sua própria oração, como a oração de todo um povo suplicante, sofrido, que estava lá fora, em adoração, em culto, é ali que ele recebe a visita de um anjo. que lhe fala ao coração e que lhe vai dizer alguma coisa que o vai fazer transbordar de alegria, mas também colocá-lo um bocadinho na reserva, porque afinal ele tinha sofrido tanto tempo à espera desta resposta.
Por causa desta hesitação em acreditar, ele até vai ficar sem falar durante algum tempo. E às vezes eu penso que é melhor não falar do que dizer alguma coisa que não está bem. Mas quando finalmente ele volta... Bem, quando ele recebe a mensagem do anjo, vamos começar por aí, ele vai receber notícias que são fantásticas. É o fim de uma dor doméstica. O anjo vai lhe dizer que ele não apenas vai ter um filho, como este filho vai ser um profeta. E este profeta vai ser muito bem sucedido. Portanto, uma coisa é ter um filho, não é? Saber que esse filho vai ser um sucesso e algo que Deus, que conhece o futuro, o poderia dizer e fazer.
é-lhe dito que ele vai ter um papel na conversão de muitos em Israel. Eu só posso imaginar como esta dor se transforma na maior alegria deste homem. A verdade é que, nos dias de hoje, muitas pessoas também dedicam muitos anos das suas vidas à oração por ter um filho. Isso continua a acontecer hoje. E é sinal que há esperança. O Deus do passado continua a ser o Deus de hoje. Mas nem sempre a vontade de Deus é que esse filho apareça, não é? Claro. O perigo, às vezes, em enfatizarmos demasiado uma história como esta... É exatamente a ideia de que vai ser sempre assim.
A história da Bíblia é de pessoas que são crentes. Por exemplo, o capítulo 11 de Hebreus. Pessoas têm fé e têm um determinado desfecho. Pessoas também têm fé e têm um outro desfecho diferente. Não significa que uns tenham mais fé do que outros. Deus tem os seus planos e os seus propósitos. Agora, é preciso aqui apenas compreender. O anjo diz a Zacarias que o filho dele vai ter um papel importante e, ao fazê-lo, menciona um texto da Bíblia, que está em Malaquias, que são os últimos versículos do Antigo Testamento, dando-nos a compreender que É preciso também que nós façamos alguma coisa.
Temos que cumprir a nossa parte. No caso de João Batista e a obra que Malaquias capítulo 4, 5 e 6 diz que Deus iria fazer converter o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais, é uma referência clara a uma obra de reforma, uma obra proativa de educação dos filhos, de esforços para que no lar as coisas funcionem da melhor maneira possível. Então, o que eu preciso de compreender é que Eu devo fazer a minha parte e aquilo que eu não posso fazer, eu entrego a Deus. Mas, em todos os casos, é legítimo esperar o melhor desfecho para a dor do meu
coração, como Jacó, que se reencontrou com José, ou como Jó, que depois teve novamente os seus filhos. Eu não sei como nem quando, mas se eu tiver fé naquilo que pode fazer o que eu não posso, eu tenho toda a legitimidade para, entregando a minha esperança a Deus, ou pondo a minha esperança em Deus, esperar que a minha dor presente hoje terá um bom desfecho. Na realidade é confiar que Deus faz o que é melhor para nós, se nós tivéssemos a oportunidade de ver a nossa história de trás para a frente. Deus sabe. Nós só vemos o presente, vemos o imediato. Temos esse problema, como humanos chamemos, desculpa a expressão, terrestres não divinos, sem essa capacidade de conhecer o futuro.
Essa limitação traz-nos ansiedade, traz-nos sofrimento pelo presente, mas Deus sabe todas as coisas. E eu gostaria de deixar, para quem nos ouve, para quem nos lê, duas mensagens, duas dicas. A primeira, seja qual for a sua dor, não perca a esperança. 1 Coríntios 13, 13 diz, agora permanecem a fé, o amor e a esperança. o maior deles é o amor. Não perca a esperança, ponha a sua esperança em Deus. A segunda dica é... Não perca a esperança, primeira. A segunda, ponha a sua esperança em Deus.
E há um texto muito bonito na Bíblia, que é Zecarias 9.12, que diz assim, voltai à fortaleza, ó presos da esperança, também hoje vos anuncio que vos restaurarei em dobro. Agarremo-nos às promessas de Deus. Ele promete restaurar a nossa dor, a nossa ausência, a nossa falta, em dobro. Por isso, fiquemos lá, na Fortaleza da Esperança. Muito bem, obrigado Daniel, mais uma vez. E por falar em esperança, vou relembrar precisamente a oferta que estamos a fazer, a revista Esperança Novo Tempo. Neste caso, este guia de estudo é Pais Preparados, filhos de caráter, um conjunto de várias temáticas onde vai encontrar através de cada uma delas também alguns questionários para poder fazer em família.
O objetivo desta revista foi trazer algumas ferramentas para os pais para lidar exatamente com a educação dos filhos, com os desafios que vão ter pela frente E não só. Tem também um conjunto de textos bíblicos exatamente para lhe trazer essa esperança, essa coragem, para saber que não está sozinho. Como famílias, nosso lar tem que ter a presença de Deus. Ele vai nos ajudar a guiar todas as coisas e aqui tem também um auxílio totalmente gratuito e o que tem que fazer é apenas enviar-nos uma mensagem. Tão simples quanto isso, basta enviar uma mensagem com as palavras pais preparados, para sabermos que é este guia de estudo a que se refere, Depois entraremos em contacto consigo para lhe enviar a revista pelo correio.
O número de telefone para o qual deve enviar a mensagem é o 933-939291. 933-939291. Mesmo antes de terminar, dizer-lhe que todos os nossos programas vão passar em outros horários, aqui na TV. na Novo Tempo, no canal 186 da MEU ou também na Rádio RCS, mas também eles estão disponíveis quer no podcast da Rádio, mas também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Não só este, mas todos os programas que já fizemos até aqui, eu tenho a certeza absoluta que cada um deles será também uma ferramenta muito importante na sua família. Mais uma vez agradeço ter estado desse lado, marcamos encontro para o próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.
A família é, por excelência, o nosso porto seguro, o refúgio onde procuramos conforto e recarregamos energias. Mas o que acontece quando este mesmo lar se torna a fonte da nossa mais profunda dor? Neste episódio mergulhamos nos desafios complexos da parentalidade e nas feridas que, por vezes, surgem no seio familiar. Desde as decisões inesperadas dos filhos que desorientam e angustiam, à dor de ver os nossos valores serem questionados ou, ainda, à angústia de lidar com dependências ou caminhos distintos. Descubra como um "problema doméstico" pode corroer a alma, e a tristeza avassaladora que pode advir da ausência daqueles que tanto desejamos. Contudo, em meio a estes cenários, há uma mensagem de esperança e resiliência. Através de histórias intemporais, desde Adão e Eva, até Jacó, Abraão e o filho pródigo, o programa revela como, mesmo nas maiores provações, a presença de um Deus misericordioso pode ser o nosso maior consolo. Este episódio oferece uma reflexão profunda sobre a dor familiar e as ferramentas para a superar, convidando-o a explorar: * As múltiplas faces da dor que os filhos podem trazer. * A busca por soluções e conforto em momentos de desamparo. * Histórias bíblicas inspiradoras de famílias que encontraram força na fé. * A forma como lidar com a infertilidade e a ausência de filhos. * Estratégias para comunicar e guiar os filhos através dos desafios da vida. * A promessa de restauração e esperança divina para o seu lar.