Querido amigo, que bom que você escolheu estar conosco com este programa da Novo Tempo Portugal. Talvez você já tenha, em algum momento, sentido como a Bíblia é um livro com tantas histórias. Eu vou lhe ser bem honesto, pessoalmente sou apaixonado pela Bíblia e, sobretudo, pelas histórias e as lições que essas histórias nos ensinam. Para mim são, há mais de 40 anos, uma fonte de inspiração diária e, sobretudo, uma reserva espiritual e emocional tremenda. Bem, mas talvez você alguma vez já tenha sido vítima de uma calúnia.
Deixe-me perguntar-lhe de forma bem pessoal, alguma vez você se sentiu mal porque uma pessoa lhe fez uma crítica que você considerou injusta? É muito desagradável, não é? É muito desconfortável quando sabemos que, entre o nosso grupo de amigos ou no nosso local de trabalho, alguém anda a espalhar boatos a nosso respeito. Sentimos que isto afeta a nossa própria maneira de ser e de estar. A pergunta é como é que podemos lidar com calúnias, com críticas injustas, ou simplesmente com boatos que são feitos a respeito da nossa pessoa ou a respeito da nossa honra? Bem, Jesus, em Mateus, no capítulo 7, no verso 1, disse uma frase que muitas pessoas citam, muitas vezes sem sequer saber onde ela se encontra na Bíblia, quando Jesus disse, não julgueis para que não sejais julgados.
Mas a realidade é que, apesar desta frase ser repetida tantas vezes, tanto em meios cristãos como na sociedade em geral, a realidade é que todos os dias pessoas são magoadas, pessoas são feridas pela crítica, pelo julgamento injusto. E, por isso, A Bíblia tem algumas histórias muito interessantes e a história que eu gostaria de partilhar com você hoje é justamente sobre uma situação destas e
ela dá-nos pistas sobre como podemos lidar com as críticas e com os julgamentos que são injustos e por vezes cruéis. A história de hoje encontra-se em Josué, no capítulo 22. A partir do verso 10, começa a contar algo que eu preciso contextualizar primeiro com você para podermos entender todos os elementos associados a este episódio. Quando a terra de Canaã, nos tempos de Josué, estava a ser conquistada. Um. Território já tinha sido atribuído a duas tribos e meia do povo de Israel. Era a tribo de Rubem, a tribo de Gad e metade da tribo de Manassés. Portanto, quando os israelitas, e você que está familiarizado com a história bíblica, sabe que quando eles atravessaram o Rio Jordão e entraram para iniciar, portanto, na terra de Canaã, iniciar o processo da conquista do território, começando com a cidade de Jericó, Os homens de guerra das tribos de Rubem, Gade e metade da tribo de Manassés, por solidariedade acompanharam os seus irmãos nesta travessia.
Desta forma, quando ao final de mais ou menos uns cinco anos, todo o território de Canaã tinha finalmente sido conquistado e agora as tribos, as várias famílias do povo de Israel estavam implantadas lá nos territórios que lhes foram atribuídos, os guerreiros de Rubem, Gad e Manassés puderam regressar justamente à sua terra que ficava a leste do Rio Jordão. Mas quando estes homens voltaram, vitoriosos, contentes por poderem ter terminado a empreitada da conquista de Canaã e voltando agora para junto das suas famílias, eles resolveram fazer algo.
Conta-nos a Bíblia. que assim que eles chegaram, estamos no verso 10, portanto Josué capítulo 22 verso 10, assim que estes homens voltaram, diz, assim que chegaram à região junto ao Jordão, ainda da terra de Canaã, os filhos de Rubem, os filhos de Gadi e a meia tribo de Manassés edificaram um altar junto ao Jordão, um altar de grande proporção. Bem, isto Para nós, talvez não diga muita coisa, parecer-nos-ia um monumento, um monumento religioso. Mas Deus tinha deixado algumas orientações muito específicas quanto aos altares que pudessem ser construídos na terra de Canaã. Se nós fôssemos dar uma olhada no texto de Deuteronômio, capítulo 12, do verso 11 em diante, Vamos encontrar ali Moisés, vários anos antes, tendo dado algumas indicações sobre o fato de não existirem altares construídos em várias partes do território da Terra Prometida.
Por quê? Porque os habitantes que antes da conquista habitavam Canaã, eles mesmos também tinham religiões, religiões nas quais muitas vezes eram praticados sacrifícios oferecidos em altares. E estas religiões eram demasiado degradantes para que o povo de Israel, de alguma forma, seguisse essas mesmas práticas religiosas. Na verdade, Deus tinha, através de Moisés, deixado várias indicações, no sentido que todos os vestígios das práticas religiosas dos cananeus deveriam ser apagados, deveriam ser erradicados, e em apenas um único lugar deveria ser montado o tabernáculo e ali, exclusivamente naquele lugar, mais ou menos a meia distância entre o norte e o sul, o leste e o oeste, deveria então estar o tabernáculo, o santuário, aonde estaria, portanto, o altar, aonde as ofertas deveriam ser oferecidas.
Em mais nenhum outro lugar deveria ser construído um altar, e nem oferecidos sacrifícios sobre estes altares, sob o perigo de se estar, de alguma forma, usando lugares que outrora tinham sido usados para a adoração dos terríveis deuses cananeus, muitos deles eram, na verdade, a personificação de demónios. E desta forma, então, quando os soldados de Rubem, de Gade e da meia tribo de Manassés regressam novamente à sua terra, depois de terminado o processo de conquista, eles, aparentemente, vão transgredir uma das regras mais claras que Moisés tinha deixado. Isto soou muito mal aos ouvidos e à consciência das demais nove tribos e meia que habitavam a terra de Canã.
E diz a Bíblia que eles acabaram por, de alguma forma, criar um exército para poderem, de alguma forma, punir estas tribos que pareciam estar a cometer um grave erro. A Bíblia diz-nos, a partir do verso 13, o seguinte, eles enviaram os filhos de Israel aos filhos de Rubem e aos filhos de Gade e à meia tribo de Manassés, à terra de Gilead. Mas, o texto diz que antes de o exército ir, Phineas, que era o sacerdote, filho de Eleazar, e também enviaram dez líderes das tribos, portanto, um chefe de cada uma das tribos, como uma delegação diplomática para ir confrontar os líderes das tribos que estavam a viver ao oeste do Rio Jordão.
E quando eles ali chegaram, o verso 16, particularmente, apresenta-nos as palavras de Eliezer, as palavras de Phineas, perdão, que como sacerdote ia tratar, portanto, deste assunto religioso. Ele diz assim, diz, toda a comunidade do Senhor, e toma a palavra Phineas. Que transgressão é esta que cometeis contra o Deus de Israel, deixando de seguir ao Senhor, edificando-vos um altar para vos rebelardes hoje contra o Senhor? E agora, então, Phineas, ele vai lançar mão de alguns episódios recentes da história do povo de Israel para mostrar quão danoso é para o povo de Israel o fato de uma parte deste povo se rebelar contra Deus.
havia acontecido, há relativamente pouco tempo, a história de Acã, aquele homem que das ruínas da cidade de Jericó tinha retirado ouro, prata e uma capa babilónica. E este pecado de um único homem tinha sido a razão pela qual o povo tinha sofrido, diríamos assim, uma derrota diante dos habitantes da pequena cidade de Ai. Ainda existia uma outra história, um pouco mais antiga, mas que também era bastante eloquente para que o povo tivesse a consciência clara de que a desobediência de uns poderia representar prejuízo espiritual para todos. tinha sido a experiência dos festivais de Baal Peor, onde imensos jovens israelitas se tinham envolvido em práticas idolátricas de vacidão espiritual nestes festivais promovidos pelos idólatras daquela região.
E agora, então, Phineas, ele apela aos seus irmãos da tribo de Rubem, da tribo de Gade, da tribo de Manassés, dizendo-lhes, vocês construíram um altar em aberta e contrária oposição àquilo que Deus tinha dito através das palavras de Moisés, lá em Deuteronômio, no capítulo 12. E ele ainda vai dizer uma outra coisa muito interessante. No verso 19 ele diz, se porém esta terra da vossa propriedade vos parece imunda, passai-vos para a terra do Senhor, onde habita o tabernáculo do Senhor, e tomai propriedade entre nós. Mas não vos rebeleis contra o Senhor, tampouco vos rebeleis contra nós, edificando-vos um altar, que não o altar do Senhor, o nosso Deus.
E aqui nós vemos uma atitude muito bonita da parte de Fineias. Ele disse, se vocês não estão contentes morando aqui a leste do Rio Jordão, venham morar conosco. E nós podemos imaginar que eram vários milhares de pessoas, muitas famílias, mas eles estavam dispostos para que não houvesse uma atitude de rebelião religiosa, que os habitantes da tribo de Rubem, de Gade e de Manassés pudessem vir para o território que ficava entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, e eles estavam dispostos a redimensionar as propriedades para que estas outras famílias israelitas fossem absorvidas dentro do território da terra de Caná.
Mas, depois destas duras palavras, vem o momento em que os líderes das tribos de Rubem, de Gade e de Manassés vão responder. E é interessante que esta delegação, esta delegação diplomática das nove tribos
e meia dos israelitas que moravam ao oeste do Rio Jordão, foram ouvidos atentamente por cada um dos líderes da tribo de Rubem, de Gad e de Manassés. E sabem, queridos, talvez, ou meu querido amigo, minha querida amiga, esta... Esta história nos ensina aqui uma primeira lição. Primeiro, se nós temos alguma coisa com alguém que julgamos não estar certo, precisamos ser frontais. Precisamos ir e, de alguma forma, confrontar algo que julgamos não estar certo, algo que julgamos estar errado. Por outro lado, é importante também dar-se tempo para que as pessoas se ouçam. Muitas vezes, nas discussões, principalmente aquelas discussões acaloradas, onde estão envolvidos muitos sentimentos, efervescentes, muita emoção, as pessoas às vezes querem mais falar do que ouvir.
Querem mais ser ouvidas do que estão dispostas a escutar os pensamentos e os argumentos dos outros. E ensina-nos uma grande lição esta liderança da tribo de Rubem, de Gadi e de Manassés, no fato de eles terem pacientemente escutado a admoestação que Phineas trazia em nome de todo o restante povo de Israel. Mas eles tomam agora a palavra. Estamos no verso 24. Josué, capítulo 22, verso 24, e ele diz, pelo contrário, Eles começam por dizer, nós fizemos isto com o receio de que amanhã os vossos filhos digam aos nossos, que tendes vós com o Senhor, o Deus de Israel? Depois, particularmente nos versos 28 e 29, eles vão explicar ainda.
Pelo que dissemos, se amanhã eles assim disserem a nós e às nossas gerações, então responderemos. Vê de o modelo do altar do Senhor que fizeram os nossos pais, não para holocausto, nem para sacrifício, mas para ser de testemunho entre nós e vós. Longe esteja de nós que nos rebelemos contra o Senhor, ou que hoje o abandonemos, edificando um altar para o Holocausto à oferta de cereais ou sacrifícios, além do altar do Senhor. o nosso Deus que está perante o seu tabernáculo. E desta forma está dada a explicação. Aquele altar monumental que tinha sido construído pelos membros da tribo de Rubem de Gade e de Manassés, que estava construído perto justamente do Rio Jordão, não era uma afronta, não era uma provocação, não era uma tentativa de rebelião religiosa, mas era um monumento.
para que tanto os habitantes a oeste do Rio Jordão, quanto os que estavam a leste do Rio Jordão, soubessem que todos, indistintamente, faziam parte da aliança com o mesmo Deus. E desta forma, então, diz-nos a Bíblia que ouvindo isto, estamos no verso 30, ouvindo isto, Fineas, o sacerdote, e os líderes da comunidade, eles ficaram satisfeitos. No verso 31, Phineas acaba por dizer, hoje sabemos que o Senhor está no meio de nós, porque vocês não agiram com infidelidade para com o Senhor. E agora vocês nos livraram, livraram os filhos de Israel da mão do Senhor. Sabe, querido amigo, esta história é extremamente interessante porque ela nos mostra que pela via do diálogo normalmente se conseguem resolver mesmo os problemas mais difíceis, mesmo aquelas circunstâncias que se parecem as mais sinistras e as mais complicadas.
Jesus, vários séculos mais tarde, em Mateus, no capítulo 18, haveria de deixar algumas indicações. Eu gostaria de convidá-lo a ler este texto comigo. Mateus, capítulo 18, versos 15 e 16. Jesus disse, porém o teu irmão picar contra ti vai e repreende-o entre ti e ele só. Sabem, muitas vezes existe na sociedade a ideia de que se alguém me ofende, eu devo ficar no meu lugar, esperando que o outro, aquele que eu julgo ofensor, venha falar comigo. Mas o que Jesus ensina a você e a mim, querido amigo, prezada amiga, é que não importa se eu me sinta como ofendido, eu tenho o direito e a legitimidade Pensando bem, até talvez nas palavras de Jesus, ele nos diga que nós temos a responsabilidade de ir e falar com outra pessoa, com quem nós julgamos que as coisas não estão bem.
Jesus disse, porém, se o teu irmão pecar contra ti, vai tu, toma tua iniciativa. E ao que parece, pelas palavras de Jesus, isto não deveria ser uma coisa que devesse esperar demasiado tempo? Quantas pessoas passam semanas, meses e anos sem falarem com aqueles que lhes são mais próximos, privando-se do privilégio do convívio com pessoas que são da sua família, amigos, colegas de trabalho ou colegas de escola? Simplesmente porque, orgulhosamente, nós nos colocamos no nosso lugar achando que, porque fomos ofendidos, nós não temos a responsabilidade de ir em busca da resolução e da confrontação ou da reconciliação.
Mas Jesus ensina-nos, porém, que nós temos o dever e a responsabilidade de ir e falar com aqueles com quem não estamos confortáveis. Sabem, a psicologia ensina que a arte da confrontação, a capacidade de sermos efetivamente frontais, normalmente acaba por resolver cerca de 90% dos conflitos, que de outra forma poderão se transformar em brigas e mágoas que poderão durar anos, às vezes uma vida inteira. E a pergunta que talvez nos fique desta história é Quanto tempo é que nós devemos guardar uma mágoa?
Quanto tempo devemos guardar um ressentimento? Bem, no texto de Efésios, no capítulo 4, no verso 19, o apóstolo Paulo diz, não se ponha o sol sobre a vossa ira. nem deslugar ao diabo. É interessante que, se nós temos algum assunto para resolver, devemos tratá-lo o mais depressa possível. Isto quer dizer que, na realidade, uma ofensa só deveria durar, no máximo, 12 horas, porque o pôr do sol é o limite para que a ofensa seja resolvida através de uma conversa franca e honesta. Sim, alguém pode dizer, mas Rui, talvez não seja tão fácil assim. É verdade que às vezes as circunstâncias não permitem que as coisas possam ser resolvidas dentro do mesmo dia em que a ofensa aconteceu.
Contudo, deveríamos, à semelhança daquilo que Jesus nos diz, procurar fazer o máximo possível para que as ofensas e para que os problemas fossem resolvidos da forma mais rápida. mais rápida possível. Em Gálatas, no capítulo 6, e gostaria de ler este texto consigo também, diz alguma coisa muito interessante nas palavras do apóstolo Paulo.
Gálatas, capítulo 6, verso 1. Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, corrigi o tal com o espírito de mansidão. Espírito de mansidão. É a palavra-chave. Jesus, quando estava a falar com os seus discípulos, pouco antes de se despedir deles, ele disse o seguinte, encontramos estas palavras em João capítulo 13, versos 35, ele diz, se vocês se amarem uns aos outros, nisto todos conhecerão que vocês são meus discípulos.
Uma das razões pelas quais o cristianismo tem fracassado, uma das razões pelas quais os religiosos são tão mal vistos hoje na nossa sociedade, não é porque o evangelho esteja errado, não é porque os ensinos de Cristo estejam equivocados, mas porque nós insistimos, muitas vezes, em não seguir as orientações deixadas por Jesus. Voltando novamente ao texto de Josué, capítulo 22, ali a Bíblia diz-nos que depois que Fineia regressa ao acampamento para dar o relatório do que tinha acontecido na conversa com os habitantes da tribo de Rubem, de Gade e com a meia tribo de Manassés, diz que Verso 33, Fineas apresenta a resposta e diz que esta resposta agradou aos filhos de Israel e eles louvaram a Deus.
E ainda mais, no verso 34 diz que os filhos de Rubem, diante desta reconciliação, ficaram tão felizes que eles deram o nome àquele altar. Aquele altar que poderia ter sido um monumento de discórdia, ficou conhecido como o altar do testemunho. E eles diziam, este é o testemunho entre nós de que o Senhor é Deus. E a pergunta que quero deixar para si, querido amigo, prezada amiga, é, a sua vida é uma vida de reconciliação? É uma vida de paz? É uma vida de harmonia com os outros? Sim, porque tanto quanto possível, como Paulo diz em Romanos 12, nós devemos estar em paz com todos os irmãos, com todos os homens, com todas as pessoas que nos rodeiam.
E a minha oração para si neste momento é que Deus possa ajudá-lo a que você seja também um instrumento de paz, um instrumento de bondade, um instrumento de reconciliação. porque os mansos herdarão a terra. Que o Senhor o abençoe. É a minha oração. Amém. Este mundo caminha pra o fim As profecias nos mostram assim Tempos difíceis temos que enfrentar Guerras e crises vão nos assolar Todos juntos iremos lutar Tudo isso pra trás ficará Eu não sou deste mundo, meu lar não é aqui Eu sou de Cristo que se entregou por mim Junte-se a nós em alta voz, eu não sou deste mundo.
Eu não. Sou deste mundo, meu lar não é aqui Eu sou de Cristo que se entregou por mim Júdice a nós, sem alta voz Eu não sou deste mundo Só vivo aqui Só vivo aqui Este mundo não tem solução Mas taiba que existe uma salvação Deus e Cristo em sua redenção No plano perfeito o amor vence então Se você hoje o aceitar Cristo em breve virá nos buscar Eu não sou deste mundo, meu lar não é aqui Eu sou de Cristo que se entregou por mim Junte-se a nós em alta voz Eu não sou deste mundo Eu não sou deste mundo Eu sou de Cristo que se entregou por mim Judiciarão em
alta voz Eu não sou deste mundo Só vivo aqui Eu não sou deste mundo O meu lar não é aqui Eu sou de Cristo que se entregou por mim Em alta voz, eu não sou deste mundo Eu não sou deste mundo, meu lar não é aqui Eu sou de Cristo que se entregou por mim Junte-se a nós Em alta voz, eu não sou deste mundo Só vivo aqui Só vivo aqui.