26:43Bem-vindo a mais um programa Ser Família. É um prazer enorme estarmos novamente na sua companhia. Hoje, como sempre, volto a estar com Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Depois de termos abordado os elementos que compõem a família, ainda não terminámos, hoje decidiste falar dos jovens, este papel, e que são desafiantes no contexto familiar. Este programa de hoje, que nos vai falar dos jovens, mostra-nos que, ao longo dos anos, eles têm tido um impacto muito grande na sociedade, mas também, por outro lado, a sociedade tem tido um impacto muito grande nestes jovens. Certamente te vais lembrar da geração baby boomer nos anos 50.
Depois disso vieram as outras gerações. Nós fomos a geração X, Y, Z e por aí fora. Mas mais recentemente tivemos duas gerações que acabaram por ter um impacto significativo e que também a sociedade impactou essas gerações. Foi a geração Rasca, numa primeira instância, e depois a geração Arrasca.
Hoje, como é que estão os nossos jovens? Como é que tu gostarias de caracterizar as gerações de hoje? Pois é, Daniel. Então, falta-nos falar sobre jovens, adolescentes, jovens adultos, se quisermos. E esta expressão, geração Rasca, é interessante situá-la no tempo. Parece que não, mas já foi há uns 30 anos atrás. Houve uma série de protestos estudantis na sequência da famosa PGA, Prova Geral de Acesso ao Ensino Universitário, aumento das propinas. E na sequência desses protestos, que é melhor não entrar em detalhes, o jornalista Jorge Silva, escreveu um editorial para o jornal O Público, intitulando a geração que tinha feito esses protestos de, de facto, geração rasca.
Mas, uns anos mais tarde, estes protestos, estes problemas foram retomados, já na crise financeira que se manifestava. E, então, surgiu um título de jornal muito interessante. Geração Rasca ou Geração Arrasca? E a grande questão que se põe aqui é exatamente esta. Seriam os jovens réus? ou por causa de colocar em causa os bons valores da sociedade, ou seriam os jovens vítimas dos males dessa mesma sociedade. Isto nos coloca quase que a debater o tema do conflito de gerações, que se manifesta dentro do âmbito da família, em primeiro lugar.
Mas eu tenho aqui umas frases muito interessantes que gostava de partilhar neste programa. Elas foram apresentadas por um médico inglês chamado Ronald Gibson, há uns anos atrás, numa conferência que ele... e eu gostava que prestássemos atenção naquilo que ele citou. Quatro frases. A primeira delas era esta. A nossa juventude adoram o luxo, é mal educada, fazem pouco da autoridade e não têm o menor respeito pelos mais velhos. Os nossos filhos hoje são verdadeiros tiranos. Eles não se levantam quando uma pessoa idosa entra, respondem aos pais e são simplesmente maus." Esta é uma frase.
Uma segunda. Não tenho ainda sobre os jovens. Não tenho mais nenhuma esperança no futuro do nosso país se a juventude de hoje tomar o poder amanhã, porque esta juventude é insuportável, desenfriada, simplesmente horrível." Bem, não faltavam adjetivos para falar da situação caótica dos jovens, não é? Uma outra citação. É interessante ver quem disse isto, mas vamos continuar. A terceira, o nosso mundo atingiu o seu ponto crítico. Os filhos não ouvem mais os pais. O fim do mundo já não deve estar muito longe.
Quarta citação, a juventude está estragada até o fundo do coração. Os jovens são malfeitores e preguiçosos. Jamais serão como a juventude de antigamente. A juventude de hoje não será capaz de manter a nossa cultura. Bem, quem é que estava tão pessimista, tão desanimado com o estado dos jovens? Bem, a primeira citação que eu fiz menção aqui é de Sócrates, no ano 470, que viveu entre 470 e 399 antes de Cristo. A segunda é de Isíodo, 720 a.C.
A terceira é de um sacerdote ainda mais antigo, 2000 a.C. E a quarta estava escrita num vaso de argila descoberto nas ruínas de Babilónia com mais de 4 mil anos de existência. Portanto, esta questão dos problemas com a juventude e da culpabilização dos jovens, não é nada novo. Portanto, já há 4 mil anos havia alguém extremamente preocupado a dar-se o ponto de escrever naquela tableta de argila sobre a situação.
Temos que então ter aqui bastante... Nós já fomos mais jovens do que somos hoje, não é, Daniel? E o problema é que dá uma impressão que quando chegamos a uma certa altura começamos a nos esquecer daquilo que fomos, daquilo que dissemos, daquilo que fizemos, não é? Passamos a usar com muita frequência aquela frase, no meu tempo é que era. Exatamente, e então os jovens Sejamos aqui coerentes, não deixam de ter os seus problemas. Vivem uma fase da sua vida particularmente conturbada e difícil, porque é crise de identidade, é descobrir-se quem eles são, enfim, e todas as dificuldades que são inerentes a essa idade.
Sobre a adolescência, alguém disse que era a idade do armário, por exemplo, não é? Pronto. A ideia aqui é não dramatizarmos demasiado. Também não podemos ignorar as dificuldades e os problemas que os adolescentes e que os jovens passam. Mas, no contexto em que vivemos hoje, sobre o qual falaremos um bocadinho mais à frente, estes problemas que não são novos, que já existem desde há muito tempo, este conflito de gerações, de alguma forma há algo de novo. Este problema tende a agravar-se.
ou a prolongar-se, digamos, em face das próprias situações, do próprio contexto socioeconómico em que vivemos. Mas sobre isto falaremos mais à frente. Agora, o que importa aqui é, de. Facto. Termos um olhar sobre a problemática, termos um coração extremamente disposto e aberto a lidar com pessoas, mais jovens, que vivem um período da sua vida que nós também já vivemos e termos esta compreensão.
Precisamos também nos educar, educarmo-nos a nós próprios, para melhor compreender as problemáticas de quem está a passar por esta idade. E, de repente, aqueles problemas que nos parecem absolutamente catastróficos, escatológicos, poderíamos dizer, associamos isto ao fim do mundo. Bem, este fim do mundo já vem desde o tempo de Sócrates, não é? E de outros, estas dificuldades já existem há muito tempo. O que nós precisamos é de saber lidar com os adolescentes, com os jovens, da maneira correta, para ajudá-los neste processo, que não é fácil, de transição entre uma vida em que eles eram completamente dependentes, E agora quer-se que eles se tornem independentes, responsáveis, autónomos e...
Sendo na mesma, dependentes, nem que seja financeiramente dos pais. Esse é um grande desafio, não é? Pois, é que essa independência está cada vez mais difícil pelos tais aspectos socioeconómicos, não é? Mas o que se quer é que eles possam fazer essa transição, viver esses anos que convenhamos, nós todos consideramos os melhores anos, não é? mas acompanhar estes jovens de uma forma amiga e ajudá-los a crescer até eles assumirem a responsabilidade e a postura que a experiência e a própria vida nos impôs a nós, que somos mais velhos e mais adultos.
Isso significa que os nossos jovens precisam de ter as ferramentas certas, mas os pais também têm que ter essas ferramentas certas para saber lidar com essa
situação. Eu vou-te permitir então agora para que façamos um pequenino intervalo e porque quero, já já a seguir ao intervalo, serão apenas alguns segundos de deixar-lhe uma oferta muito especial. É mesmo mesmo já a seguir. E porque estamos a falar de ter e capacitar os pais e os jovens, a oferta que tenho para si é este Guia de Estudo Pais Preparados Filhos de Caráter. São um conjunto de oito estudos diferentes que abordam diferentes áreas dos jovens, das famílias, e que certamente lhe vai ser uma ferramenta muito útil para lidar com as crianças, mas eu vou mais longe até, para que se possa capacitar a si mesmo como educador e como pai.
E é totalmente gratuito para o poder receber. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291. Vou repetir. 933 939291. Depois enviaremos este guia de estudo, esta revista totalmente gratuita para si, através do correio. Ficamos, então, a aguardar o seu contacto. Daniel, voltando à nossa conversa, Estávamos a falar, antes deste intervalo, precisamente desta questão da independência dos jovens e da sua forma de afirmação. Isto é um desafio muito grande para o jovem, que anda à procura do seu espaço e ganhar o espaço junto do seu progenitor, do seu educador, mas isto também é igualmente um desafio muito grande para os pais, que de algum lado querem ir preparar os seus filhos para essa autonomia, sabendo que muitas vezes eles continuam a depender dos pais.
Que recursos, como é que os pais podem fazer, como é que esta situação que já vimos é um desafio muito grande para as famílias, se pode resolver da melhor forma? Como nós há bocadinho dizíamos, este assunto do conflito de gerações sempre existiu. O potencial sempre lá esteve, mas atualmente e nas circunstâncias em que vivemos existem alguns contornos novos. E deixe-me explicar. Dados de 2021, portanto isto é relativamente recente, a informação que temos é que, por exemplo, na União Europeia, A idade média em que os filhos deixam a casa dos pais é de 26 anos e meio.
Isto é a idade média dentro da União Europeia. Claro que existem aqueles que saem muito antes, como é o caso dos suecos, que saem aos 19 anos. como idade média, mas aqueles que saem muito mais tarde, como é o caso nosso de Portugal. Não sei se sabias, mas no nosso país, de acordo com os dados oficiais, a idade média em que os filhos saem de casa é aos 33,6 anos. Eu acho que nós os dois sabemos isso, não é porque temos alguns lá por casa. Mas a verdade é que este número também tem vindo a aumentar. Cada vez têm mais idade quando procuram a sua independência.
Isto não é necessariamente um bom sinal. Pronto, isto aumenta, isto é um dado... A questão aqui é económica, não é? Obviamente não é porque eles não querem, é porque não podem, não é? Às vezes é difícil arranjarem um espaço próprio onde eles possam seguir a sua própria vida, mas permanecendo lá em casa, um jovem adulto que começou já há muito tempo o seu percurso rumo à autonomia. Ele começou por andar. Depois, comer sozinho. Repare, isso começou com um ano, não é? Este processo de autodeterminação, vamos dizer assim.
Depois era tomar banho sozinho, não é? Depois, ir sozinho para a escola, sair com os amigos, lá pela adolescência. Mas, então, chegam os 18 anos e agora já sou maior de idade, não é? Portanto, já tenho que ter mais liberdade, já posso fazer mais aquilo que eu acho que devo fazer. mas continuo a viver debaixo do teto dos meus pais. E o potencial é que as dificuldades vêm sempre ao de cima, não é? Porque a vontade emergente deste ser que vai se tornando autónomo mas que continua dependente.
E os pais muitas vezes não sabem como é que se devem relacionar àqueles que querem dar toda a liberdade, àqueles que querem manter esta autoridade e, de alguma forma, surgem os conflitos, que são muito comuns. Daniel, normalmente essa fase do ciclo familiar sempre existiu, mas era um período transitório, muitas vezes num período muito curto, num espaço de tempo. O que se passa hoje em dia é que essa fase de transição deixou de ser tão curta assim e pode ser até períodos de 10 anos, de 6 anos, ou mais, não é? E essa zona de conflito torna-se muito maior.
Muito maior no tempo. Faz-me lembrar esta situação em que vivemos. Particularmente num país como o nosso. De um trabalho muito interessante de um psicoanalista otto-rank austríaco. Ele deu nome a um fenômeno, um comportamento humano, Counter will, como o termo aparece na tradução inglesa, porque isto originalmente era em alemão, poderíamos chamar isto de contra-vontade. Ora, o que é que acontece? A definição disto é a resistência instintiva de um ser humano quando se sente que está de alguma forma a ser pressionado, quando há um sentimento de coação.
Então, este é o sentimento natural. Fez-se um estudo, por exemplo, com crianças, não é? E então colocaram três grupos de crianças separados numa mesma sala, ao primeiro grupo dando a indicação de que não podia de todo brincar com um determinado brinquedo, com os outros sim. No segundo grupo fez-se menção, olha, este é melhor não brincar, brinca com os outros. E no terceiro grupo não se diz nada às crianças. Depois vai-se ver qual é o grupo dos três que vai brincar mais com o brinquedo proibido. Já estamos todos a adivinhar.
Foram aqueles que mais reprimidos foram. Foram aqueles que foram mais severamente admoestados a não brincar. Portanto, o ser humano tem esta... Aquilo que não é para fazer, e quando nós estamos a ser muito apertados e coagidos, é aquilo que queremos fazer e é aquilo que acabamos por fazer. Eu quase que chamaria isto de uma certa rebelião inata. Agora, os estudiosos desta matéria, o que é que eles vão descobrir? Eles vão descobrir que há um fator único. Que tem a ver, que pode minimizar, pode quebrar esta tendência natural à rebelião, à insubordinação, à reação.
É o vínculo. Então, diante de um período prolongado de convivência com choques previsíveis, qual é a melhor coisa que os pais lá em casa, pais de adolescentes, pais de jovens adultos podem fazer? É ter um vínculo forte. Isto é aquilo que, de uma forma muito clara nos estudos, minimiza a contra-vontade, esta reação natural e instintiva que o ser humano tem a não acatar, sobretudo quando se sente que está a ser pressionado ou obrigado a fazer determinada coisa.
De maneira que, o que é que se pode dizer? Muita coisa se poderia dizer, mas se tivermos que dizer o mais importante, eu diria que é ter um vínculo, ter um relacionamento, é não quebrar a comunicação, é ter cumplicidade, é acompanhar o jovem até onde se puder acompanhar e manter um interesse claro no bem-estar, na vida deste jovem, partilhando até alguns interesses com ele. É verdade que, sendo uma altura da vida dos jovens em que procuram muita independência, também é uma altura em que eles continuam a precisar de muita ajuda por parte dos pais. Em primeiro lugar, pergunto-te, o que é que eles mais precisam? O que é que nós podemos fazer por eles nessa altura em que é um desafio muito grande na vida deles e para nós também, mas o que é que nós podemos fazer?
Claro. Pronto. E é mesmo isto que nós devemos, em vez de olhar para eles como os os réus, os terríveis. Eu penso que os pais precisam, em primeiro lugar, compreender a necessidade dos seus filhos. A sociedade hoje não é fácil. Hoje nós temos estudos sobre a juventude, sobre o que se passa nas escolas. Por exemplo, existe um estudo da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, que com o grupo que estudou, 42% dos jovens sofriam de depressão. Nós sabemos e ouvimos relatos de bullying. Sabemos o problema das dependências e, por exemplo, há um estudo da OCDE que faz o perfil de saúde da juventude, isso também são dados de 2021, e, por exemplo, em relação à juventude portuguesa, sabe-se que Eles fazem cada vez menos exercício físico e por isso o peso está a aumentar.
Têm uma grande preocupação com o futuro por causa da precariedade da própria estrutura, da sociedade económica também, entre outras. São dos que fumam menos, isto é bom, tem que se dizer também alguma coisa, mas são dos que bebem mais, juntamente com os nórdicos. Então, tendo em conta estas dificuldades, estes problemas, os pais devem ter compaixão, trabalhar para que este vínculo seja forte, para que eles possam estar onde os seus filhos estão e possam acompanhá-los a atravessar por estas dificuldades.
Deixem-me partilhar um pensamento de uma escritora fantástica. Ellen White, no livro Ciência de Bom Viver, ela diz, o vínculo da família é o mais íntimo, é o mais eterno, é o mais sagrado de todos na Terra. Foi designado para ser uma benção à humanidade. Portanto, façamos com que este vínculo exista e esta é a grande chave para ajudar os nossos filhos adolescentes e jovens adultos.
Sendo que criar esse vínculo não pode ser algo casuístico. É algo que, estrategicamente, deve ser trabalhado, criando as atividades necessárias, estratégicamente, pensando em conjunto, percebendo o que é que cada família, como família, que tipo de atividades é de maior interesse de cada um, gerir o seu tempo para que esses momentos aconteçam, não é, Daniel? Porque sabemos que nos dias de hoje, se deixamos disso à oportunidade, vai ser muito difícil. O fator tempo é fundamental. Portanto, aqui a questão é ser intencional e arranjar tempo para criar o vínculo surge de relacionamento que existe, que tem lugar. Muito bem, obrigado, Daniel, mais uma vez.
Para si que está desse lado, tenho mais uma vez o privilégio de lhe dizer que, ao longo deste programa, estivemos a oferecer este guia de estudo, esta revista, Pais Preparados, e aqui vai encontrar também algumas dicas, algumas sugestões, para que, no seu contexto familiar, possa criar as estratégias para ter esta família plena. E não só, vai também encontrar o que Deus quer para si. Este Deus que também quer estar no seu lar, quer fazer parte desse lar e que não o deixa sozinho nesta tarefa de educar. Está tudo aqui neste guia de estudo e para o receber totalmente gratuito, a única coisa que tem que fazer é enviar-nos uma mensagem, precisamente com estas palavras pais preparados, para o 93393.
Vou repetir 9-3-3-9-3-9-2-9-1 e depois receberá gratuitamente este guia de estudo em sua casa. Dizer-lhe ainda que este programa, bem como os outros, estão disponíveis em podcast. Pode até subscrever e depois receber os programas automaticamente ou então ir ao site da rádio rcs.novotempo.pt e aí poder ouvir este programa e todos os outros que já fizemos até aqui. Dizer-lhe também que, como sempre, estamos disponíveis para receber as suas sugestões, os seus comentários e, quem sabe, se gostaria que abordássemos um tema específico aqui no programa Ser Família, por que não fazermos chegar a essa sugestão? Teremos todo o gosto em que oportunamente possamos abordar esse assunto aqui no programa.
Mais uma vez quero agradecer a sua presença Marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.
Jovens: A Chave para o Futuro da Família 🔑
Neste episódio, mergulhamos no mundo dos jovens e no seu papel crucial na dinâmica familiar. Exploramos como as diferentes gerações, desde os Baby Boomers até à Geração Z, moldaram e foram moldadas pela sociedade. Analisamos o impacto das mudanças sociais e económicas nos jovens de hoje, desde os desafios da crise financeira até às pressões da cultura contemporânea.
Descobrimos como os pais podem construir vínculos fortes com os seus filhos, mesmo em meio a conflitos geracionais e dificuldades económicas. Apresentamos dicas práticas para promover a comunicação aberta, o respeito mútuo e a compreensão, capacitando os jovens a tornarem-se adultos independentes e responsáveis. Exploramos o conceito da "contravontade" e como a ligação emocional entre pais e filhos pode minimizar a rebelião e a insubordinação.
Debatemos estratégias para pais e filhos navegarem pelos desafios da vida moderna, incluindo o aumento da idade em que os jovens saem de casa e as pressões para atingir a independência financeira. Partilhamos exemplos inspiradores e conselhos práticos para fortalecer os laços familiares e criar um ambiente de apoio mútuo, onde os jovens se sintam amados, valorizados e capacitados a alcançar o seu pleno potencial. Assista e descubra como construir um futuro familiar mais forte e resiliente!