A mulher
Ser FamíliaT1 · E3

A mulher

21 de Abril de 202526 min 32 s

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Bem-vindo ao programa Ser Família. Começo por cumprimentar todos aqueles que nos escutam através da rádio e todos aqueles que nos veem através do canal 186 na Mel, na TV Novo Tempo. Bem-vindos. Comigo está também, como sempre, Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Muito obrigado. Falámos num programa sobre o homem, uma parte importante no contexto familiar, o

Estatuto histórico da mulher

que é ser homem no contexto familiar, mas eu hoje vou começar, se me permites, com uma pequenina provocação. Afinal, a mulher, hoje, no seio da família, é a rainha ou é a escrava? Bem, poetas, escritores, escultores e pintores. Tem utilizado toda a sua arte. para retratar e descrever este ser tão digno e belo e sublime como seja a mulher. Mas, ok, isso é excelente e é justo que assim se faça, mas, na prática, o estatuto da mulher, com poucas exceções, se olharmos para a história, não foi assim tão interessante.

Eu dou alguns exemplos. Por exemplo, Babilónia, As mulheres eram tratadas, na antiga Babilónia, de uma forma muito discriminatória, em casos de suspeita de adultério. No Egito, fazia parte do contrato de casamento que ela só podia sair de casa com a autorização do marido. Imagina! Na Grécia, com a exceção das Spartanas, elas eram totalmente dependentes do homem. Em Roma, não tinham qualquer hipótese de aspirar a cargos públicos. No judaísmo, antes e depois de Cristo, segundo Albert, em 1976, um autor, ele diz que pertenciam à desprezível trilogia que incluía, além delas, mulheres, os escravos e as crianças.

e, como tal, estavam excluídas dos direitos e deveres religiosos. Alguns grandes filósofos, Aristóteles, Schopenhauer, Nietzsche, entre outros, e mesmo alguns teólogos, temos que o admitir, como Agostinho Lutero e Cullman, não tinham tão pouco assim uma ideia tão elevada sobre a mulher, tão honrosa sobre a mulher. E, portanto, não usaram a sua influência para melhorar este estatuto. Gradualmente, estas ideias começaram a ser questionadas. Nós poderíamos, historicamente, colocar ali a Revolução Francesa, quando este pensamento sobre a questão da mulher, do seu lugar, começou a ser questionada, começou a ser colocada.

Depois, nos séculos XIX, século XX, a luta contra a escravatura, onde a mulher vai ter aqui um papel. Mas há aqui uma coisa interessante, Daniel, é que ela, empenhada nestas causas, chegou assim, calma lá... Então e eu? Então e eu. Estou aqui a lutar pela abolição da escravatura, mas eu nem sequer tenho direito a voto. As mulheres não votavam, não é? Então, é com alguma naturalidade que elas começam a incluir a sua causa, a causa própria, na sua luta. Surgem os movimentos feministas. Exatamente. Além de lutarem por causas dignas, como foi a abolição da escravatura, a temperança, a questão da saúde, a luta contra o consumo de bebidas alcoólicas nos Estados Unidos, mas depois elas começam a perceber que elas também deviam ter aqui uma luta em causa própria.

Na realidade, esta questão da emancipação da mulher é uma longa história. E, obviamente, em todo este processo, o seu papel dentro de casa, na família, também acaba por sofrer uma modificação brutal, poderíamos dizer. Antes, ela era apenas a rainha do lar, não é? Ela estava submetida, é verdade, ao rei, que era o marido, não é? Tinha a função de procriar, de cuidar dos filhos e de cuidar de todos os deveres domésticos. Este era o seu papel, até há um tempo atrás. E só, que é importante dizer, e só, não é? Porque no contexto social, a mulher não tinha mais papel, não é?

Exatamente. Hoje, ela trabalha fora, tem mais liberdade, é verdade, mas ela carrega um peso enorme, porque ela continua a ter o trabalho doméstico, tem a ajuda, quando tem, do seu marido ou do companheiro, quando tem. Ela continua a ter, então, o trabalho doméstico, ela continua a ter os filhos para educar e para criar. E ela tem todo um contexto de vida fora de casa, por isso a pergunta que se põe é, a situação melhorou ou piorou? Claro que muitas opiniões irão surgir, mas temos que admitir que melhorou em muitas coisas, mas também piorou em muitas outras.

Mas acontece um contexto em que a mulher acaba por ter que ser hoje em dia também, como vimos no caso do homem, uma super mulher, a super esposa, a super

A Bíblia e as mulheres

mãe, a super dona de casa, mas agora também uma super profissional. É isso, é isso. Esta questão que tu mencionaste sobre a forma como a mulher, de alguma forma, era ostracizada e era colocada na sociedade, muita gente culpa também aquilo que é religião bíblica e aquilo que é bíblia desse papel da mulher. É justo esta associação? É justo culpar também a religião cristã pelo papel da mulher na sociedade? É injusto fazer esse julgamento sem um conhecimento mais profundo da questão em si.

É verdade que há muitos críticos da religião e da Bíblia que dizem que A Bíblia e a religião contribuíram para essa opressão. Mas vamos reparar aqui alguns pormenores e alguns pontos que são importantes para termos uma visão justa e correta sobre isto que estamos aqui a falar. Em primeiro lugar, nós teríamos que ver que a sociedade do mundo As sociedades do mundo onde a mulher tem um lugar, a equidade homem-mulher é mais sentida, é exatamente na parte do mundo ocidental, nas sociedades que têm uma herança cristã.

Portanto, só por aí nós deveríamos começar a pensar. Depois vamos à Bíblia, vamos analisar o que é que realmente a Bíblia diz sobre isto. A Bíblia diz que Deus criou a polaridade dos sexos, homem e mulher os formou. mas a Bíblia claramente salienta que ambos foram criados à imagem e semelhança de Deus. Não foi o homem, foi o homem e a mulher. Não é a sua majestade o homem. Exatamente. Portanto, aqui nós vemos que eles foram criados num ponto de igualdade. O homem só é completo, no contexto da Bíblia, quando estudamos, só é completo numa relação com alguém igual e, ao mesmo tempo, diferente dele próprio.

Claro que estamos a nos referir aos primeiros capítulos da Bíblia. O pecado vem, de facto, a alterar este estado inicial. O homem, depois do pecado, é indicado para ser o líder. Tinha que haver alguém a liderar, mas esta liderança, de facto, foi utilizada como um meio de opressão, e temos que admiti-lo que é mesmo assim. Mas não foi por indicação divina. Isto é uma consequência do pecado. A liderança deveria ser como a liderança de Cristo em relação à igreja, portanto uma liderança de serviço funcional, de sacrifício inclusive.

Na forma como Jesus lidou com as mulheres, não respeitando até muitas convenções sociais que existiam naquela altura e que discriminavam bastante a mulher, ele demonstrou que ele não concordava com essa opressão que se tinha institucionalizado, se quisermos, ao longo de séculos. Podemos analisar, por exemplo, que os auditórios para quem Jesus falava eram auditórios mistos, sendo que muitas vezes o espaço religioso era só ocupado por homens. Mas Jesus falou para homens e mulheres, não é? Jesus teve conversas particulares com homens assim como teve com mulheres, com Nicodemos, assim como teve com a mulher samaritana.

Os milagres de Jesus foram em benefício não apenas de homens, mas também de mulheres. Posso mencionar aqui a mulher cirofenícia, que nem sequer era judia, não é? Os seguidores de Jesus, bem, nós tivemos os doze apóstolos, eram todos homens, é verdade, mas a Bíblia repetidamente menciona várias mulheres que seguiam a Jesus e que assistiam a Jesus. E tivemos também, de alguma forma, mulheres profetizas na Bíblia, não é? Exatamente, nós podemos mencionar Maria, Madalena, a mãe de João, a mãe de Tiago, todas elas são descritas como estando ali muito perto daquele núcleo duro que Jesus tinha à sua volta, não é?

Temos alguns momentos emblemáticos também na descrição bíblica. Por exemplo, o momento em que Jesus permite que uma mulher lhe ungisse os pés. A primeira pessoa que vê Jesus depois da sua ressurreição é uma mulher. Ele aceitou a hospitalidade de Maria e de Marta. As mulheres ajudaram a sustentar os discípulos. Na cruz, Jesus lembra-se de uma mulher, a sua mãe, e pede pelo seu cuidado a João, um dos discípulos. Então, no ensino bíblico do Novo Testamento, por exemplo, mas no Antigo Testamento encontramos profetisas como Débora, como dizias, existe uma clara afirmação do valor e dignidade de cada ser humano, seja ele macho ou fêmea, homem ou mulher.

E Paulo tem mesmo uma frase, Gálatas 3, 28, que diz que Em Cristo não há judeu nem grego, não há servo nem livre, não há macho nem fêmea. Somos todos iguais diante de Deus. E no Antigo Testamento, como já mencionamos, de facto, há várias mulheres que são protagonistas. Poderíamos mencionar, além de Débora, que já mencionei, a Abigail, Esther, Ruth, Sara, Ana, Miriam. E encontramos uma descrição muito honrosa, mesmo, eu diria, da mulher no texto de Provérbios, capítulo 31, que fala da mulher virtuosa. Alguns adjetivos, ela é valiosa, ela é digna de confiança, ela é leal, ela é uma bênção, ela faz a diferença.

Ela é diligente, ela é sábia, boa administradora, constrói a sua casa, é caridosa, é bondosa, é elegante, é refinada, é louvada, é apreciada. Enfim, adjetivos sem par para descrever uma mulher cheia de virtudes. Portanto, não podemos dizer que a mulher é diminuída ou depreciada no contexto da. Não é menos verdade que, sim, as religiões em si mesmo trataram de alguma forma muito mal as mulheres ao longo dos séculos e que Jesus foi precisamente desrepetivo. Permita-me a expressão, o primeiro feminista no bom sentido, trazendo à luz outra vez a mulher para o seu lugar.

Neste momento vamos fazer uma pequena pausa no nosso programa, mas é mesmo alguns segundos e já a seguir ao intervalo tenho uma oferta para si. Até já, se Deus quiser. Estamos de volta e chegou a altura de lhe oferecer o Guia de Estudo Entre Família. Fique a conhecer neste Guia de Estudo, por um lado, um conjunto de dicas páticas para uma boa comunicação no seu ambiente familiar e, por outro lado, saber os conselhos de Deus para que possa fazer da sua família um pedacinho do céu. Este guia de estudo é composto por várias lições, cerca de 15 lições, muito práticas, com vários conselhos, também dicas práticas de atividades para realizar junto da sua família e também há alguns questionários que pode fazer também em família para perceber como está a sua posição no contexto familiar, como está a sua família e naquilo que pode melhorar.

tem também muitas indicações bíblicas para que saiba qual é a vontade de Deus na sua família. Para receber este guia de estudo é muito simples, basta enviar-nos uma mensagem escrita para o 933 939291 com as palavras ENTREFAMILIA para deste lado sabermos que é este o guia de estudo a que se refere e depois ele chegará a sua casa gratuitamente pelo correio. Estamos à sua espera, é fácil, mande-nos apenas uma mensagem, oportunamente entraremos em contacto consigo. Daniel, tinhas-me dito em off, e faço aqui em confidência antes de começarmos o

Grandes mulheres da história

programa, que tu no programa de hoje gostarias de honrar, de destacar algumas mulheres que foram grandes mulheres. É verdade que já mencionaste na primeira parte algumas mulheres que foram e são também hoje exemplo para nós e que são relatadas na Bíblia, mas que mulheres em concreto é que tu querias trazer para o programa hoje? Bem, diz o ditado que atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Mas, além deste papel que a mulher pode ter dentro da família e que pode ser absolutamente decisivo para o destino daqueles que ela ajuda a educar, a criar, Nós, facilmente, basta olharmos para a sociedade, para a história, vamos encontrar grandes mulheres.

O que prova claramente que, de facto, a mulher foi criada com capacidades, com dons, com talentos iguais aos do homem. E, ao longo da história, a sociedade e a humanidade deve muito a grandes mulheres. Poderíamos mencionar algumas. Aqui ninguém consegue ser exaustivo, mas, por exemplo, Marie Curie, esta grande cientista, ou Anne Frank, um outro nome que nos... Enfim, a coragem. Florence Nightingale. A primeira enfermeira, se quisermos, não foi a primeira, mas uma inspiradora pelo seu...

Fala-se muito sobre a madre Teresa de Calcutá. Todas elas, naquilo que fizeram, deixaram uma marca muito forte, pela sua abnegação, mas também pela sua capacidade, pelo seu talento, pela sua profunda dedicação. Nós temos no cenário mundial, hoje, muitas mulheres que têm funções de liderança. Durante anos tivemos aí a dama de ferro, não é? Margaret Thatcher. Alguns gostam muito, outros não gostam, não importa. Mas ela foi uma grande líder. Ellen Keller. Portanto, nós temos que reconhecer que as mulheres têm o seu lugar, têm os seus dons e as suas capacidades.

Mas voltando para o âmbito da família, eu gostava de mencionar também algumas. Provavelmente nomes menos conhecidos. Por exemplo, vem à minha mente Sónia Carson. Esta senhora afro-americana, com um nível muito baixo de escolaridade, é apenas a mãe do neurocirurgião que foi, inclusivamente, candidato há alguns anos atrás a presidente dos Estados Unidos, Ben Carson. Aquela mulher foi uma heroína. Sozinha, mãe, divorciada, com dois filhos. O que ela fez... Só recomendo a leitura do livro Mãos Dotadas, que é.

Um livro... Que há também em filme. Desculpa lá ter... Que é em filme. O papel daquela mãe. Mas outras mães poderiam ser mencionadas. Por exemplo, Susana Wesley, que teve dez filhos. E ela conseguiu fazer de cada um daqueles dez filhos grandes homens e mulheres. Provavelmente destacam-se Carlos e João Wesley, que foram os pais do metodismo, mas em grande parte foi o resultado do trabalho de uma mãe. E na Bíblia, claro, também encontramos Joqubed, a mãe de Moisés, Ana, a mãe de Samuel, Maria, a mãe de Jesus. Sim, há grandes mulheres e elas merecem todo o nosso respeito e a nossa honra.

Daniel, eu faço esta mesma pergunta porque nós vimos isso também num programa lá atrás sobre a questão do homem. Mas esta pergunta, no contexto social hoje, ela é muito mais complicada de ser feita, mas mesmo assim eu desafio-te. E sobretudo, porque és homem, ainda se torna mais desafiante a pergunta, mas

O papel da mulher

mesmo assim eu tenho que te fazer. O que é que significa ser mulher? Esta pergunta, que é uma pergunta tão simples, quase que diríamos óbvia, é o título de um documentário de um senhor chamado Matt Walsh. Penso que é acessível e consegues encontrar este trabalho. What is a woman? O que é uma mulher? E é muito interessante porque ele vai interpelar uma quantidade enorme de pessoas que, diante da pergunta, ficam sem conseguir dar uma resposta. E este documentário, que eu aconselho vivamente a que seja visto lá em casa, pelos nossos espectadores ou telespectadores ou ouvintes, termina com a resposta dada pela esposa deste senhor.

E ela diz, simplesmente, Uma mulher é uma humana, adulta, feminina. É a resposta que ela dá. Mas eu poderia dizer algo mais. Eu diria que o que é uma mulher é um ser maravilhoso, complexo, às vezes complexo demais para nós homens. que torna a vida possível, bela, interessante, que ocupa um lugar absolutamente essencial, insubstituível. na vida de qualquer ser humano, e particularmente também na família. Eu diria, graças a Deus, pelas mulheres. Eu quando olho para a minha vida, eu nem sei o que é que eu seria sem as mulheres que passaram pela minha vida, começando pela minha mãe, a minha mulher, hoje eu tenho a minha filha, absolutamente essenciais, e outras mulheres, as minhas professoras, de maneira que, eu diria, a mulher é digna de todo o nosso respeito.

E ao tratar uma mulher de uma forma menos digna, eu estou a passar por cima de todo este legado, de todas estas bênçãos, estes benefícios e estes privilégios que eu recebi por ter sido gerado por uma mulher, por isso é uma injustiça, é um contrassenso. As mulheres precisam de ser reconhecidas, amadas e estimadas. E vai então um abraço e cumprimentos a todas as mulheres que nos ouçam e que nos estão a ouvir e que enfrentem um desafio, não sozinhas, também não estão sozinhas, que possam ter também Deus ao seu lado para enfrentar este desafio tremendo que é hoje em dia ser-se mulher.

Como queremos falar de família, já falámos do homem, hoje falámos de mulher, mas queremos também falar de criança, dos avós, parte importante do agregado familiar, e também dos animais, que também eles trazem desafios no contexto da família. É disto que vamos abordar nos próximos programas, desde já estão convidados a juntarem-se a nós. Também chego à altura de mais uma vez lembrar a oferta que estou a fazer ao longo do programa, a revista Entre Família, uma revista muito completa que traz questões muito práticas para o ajudar a ajudar naquilo que é o desafio de ter uma família e lidar também com aqueles problemas que naturalmente vão surgir e com aquelas questões que acabam por trazer alguma destabilidade no seio familiar.

é tão prática como questões sobre abordar a sexualidade, a comunicação no seio da família, mas muito mais. Tem também uma vasta questões de textos onde lhe mostra a vontade de Deus, o que realmente a Bíblia ensina sobre o que é ser família. Para receber esta revista totalmente gratuita, em casa pelo correio, basta enviar-nos uma mensagem para o nosso número de telefone, que é o 933 9392919339291, com as palavras entre família, percebemos que é este o guia de estudo a que se refere, e depois, como já disse, enviaremos totalmente gratuito para si, para casa, através do correio.

Para fechar, dizer ainda que este programa estará disponível em podcast em rádio rss.novotempo.pt e que também pode subscrever os nossos podcasts também através do nosso site e depois em cada um dos programas terá a possibilidade de subscrever o podcast, neste caso concreto o programa Ser Família e depois os programas vão automaticamente para casa, aliás para o seu aparelho eletrónico sem precisar de perceber quando é que o programa estará disponível. e ainda dizer-lhe que se quiser fazer uma sugestão, tem algum desafio no seu contexto familiar que gostaria que fosse abordado aqui no programa, pois bem, entre em contacto connosco, teremos todo o gosto, todo o prazer em que oportunamente o Daniel Bastos possa trazer esse assunto aqui ao Ser Família.

Até ao próximo programa, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Rainha ou Escrava? 👑 🤷‍♀️ Qual o verdadeiro papel da mulher na família e na sociedade HOJE? Junte-se a Daniel Bastos no "Ser Família" para uma análise profunda!

Neste episódio, vamos:
📜 Viajar pela História: Descubra como as mulheres foram vistas (e tratadas!) desde a antiguidade.
✊ Explorar a Luta por Direitos: Acompanhe a jornada pela emancipação e igualdade feminina.
♀️ Analisar a Mulher Moderna: Os desafios de conciliar carreira, casa e família. Será que melhorou?
📖 Desvendar a Perspetiva Bíblica: O que a Bíblia REALMENTE diz sobre o valor da mulher? Surpreenda-se! ✨

Prepare-se para questionar, refletir e fortalecer a sua visão sobre este tema crucial.

Série
Ser Família · 69 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 3
Estreou
21 de Abril de 2025
Categoria
Família