Porquê um novo nome
A MensagemT1 · E26

Porquê um novo nome

29 de Outubro de 202528 min 59 s

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O significado dos nomes

Olá, seja bem-vindo a mais um programa A Mensagem, aqui no seu canal da Novo Tempo. É muito bom quando ouvimos falar pelo nosso nome. É uma realidade que nascemos com ela, crescemos, mas aprendemos que se alguém disser Daniel, automaticamente as minhas antenas, por assim dizer, se levantam e algo me diz que é para mim que alguém está a dirigir a palavra. sabe que sempre foi assim, sempre nos habituámos a isto, mas há algumas particularidades em relação ao nome, ao seu nome, que podem mudar de língua para língua. Aliás, podemos pensar, por exemplo, que James e Tiago são duas formas diferentes de expressar o mesmo nome, mas em línguas diferentes, neste caso, em relação ao inglês.

Mas sabe que não é apenas pelo significado sonoro que os nomes querem dizer alguma coisa. Nos tempos bíblicos, não era apenas a sonoridade que interessava. Mais do que isso, cada nome aparecia por alguma razão, por alguma característica física, por alguma sensação ou sentimento dos pais num momento de nascimento. E há vários personagens que nos vão aparecendo na Bíblia que sabem que tem um nome com um significado especial. No meu caso, bem sei que Daniel era um nome cujo significado queria dizer que Deus é o meu juiz.

A mudança de nome

No entanto, desde o início, que era assim, convido-vos, é até porque o mais importante é que a Bíblia fala e não quem está aqui à sua frente e que possa, neste momento, pegar na sua Bíblia e poder-me acompanhar. Vamos recorrer a uma passagem em Génesis bem conhecida e que nos apresenta um dos personagens que, inclusive, teve um episódio que era recorrente em alguns personagens, que era o facto de terem o seu nome alterado. Hoje em dia, embora seja possível, ainda é um registro civil, mas é uma coisa muito estranha ter o nome alterado. Nos tempos antigos não era bem assim. Havia acontecimentos que, de tão significativos na vida de alguém, podia levar a que o nome fosse alterado. Vamos a Génesis, no capítulo 17, num local onde se fala sobre Abraão, e temos algo que lá é dito, no capítulo 17, então, de Génesis, E no verso 5, Deus falando para um personagem que morou bem longe de Israel, na terra de Ur, onde é agora o Iraque, Irão, bem no Oriente, do Médio Oriente, e diz assim a dado momento de Deus, Abraão não será mais o teu nome, e sim Abraão, porque te fiz pai de numerosas nações.

É engraçado como, a dado momento, este homem recebe de Deus a instrução que o seu nome ia mudar, que ele ia ser pai de muitas nações, e era isso que a palavra Abrão queria dizer, num momento, inclusive, em que ele não tinha filho nenhum. Sim, é verdade, ele é chamado pai da fé também porque aceitou esta promessa de Deus, mesmo já tendo alguma idade e tendo a mulher como estéril, e mesmo assim aceitou a promessa. Para um hebreu, o nome tinha muito significado. Mas não era só para os hebreus. Havia outras culturas, na altura, que também tinham esta preciosidade. Já pensou que se nós formos, por exemplo, à cultura egípcia, de onde lideraz o

A cultura do antigo Egito

povo de Israel, anos mais tarde de Abraão, saiu após 400 anos de exílio, de cativeiro, de escravatura, Encontrou uma cultura onde o nome era quase que venerado? Para o egípcio, ter o nome de alguém significa inclusivamente quase que poder dominar sobre essa pessoa. Não é por acaso que muitos escritos, o chamado livro dos mortos, e muitas paredes em pirâmides, tinham relatos de nomes, como que invocando divindades, invocando farós falecidos, tudo no sentido de que se eu conheço o nome da divindade, então consigo ter algum domínio sobre ela.

Isto era de tal forma significativo para um egípcio na Antiguidade, que muitas vezes pessoas importantes, faróis, chegavam a ter dois nomes. Um que só eles é que sabiam e que guardavam, só na família que era conhecido, e o nome pelo qual eram tratados. Não é por acaso que a Bíblia apresenta-se sempre dirigindo-se aos faróis apenas por faró, pelo seu título, e não pelo nome. Não é por acaso que quando Deus se apresenta a Moisés, ele apresenta-se como eu sou o que sou. Não precisa saber o meu nome. Na cultura que Moisés conhecia, o saber o nome não era uma coisa que o inferior ia saber do superior.

Mas ia mais além disso. Basta ir à arqueologia e vamos encontrar vários episódios em que os nomes de algum faraó, de algum inimigo, eram apagados das pirâmides. Por que é que se fazia isto? Porque, para um egípcio, ele acreditava que quando se apagava o nome de alguém, quando se eliminava o nome de alguém da memória, estaríamos a matar efetivamente a pessoa. Que a vida no mundo dos deuses poderia continuar enquanto o nome fosse preservado. Esta era a cultura de então. Mas o engraçado é que, embora a Bíblia não esteja de maneira nenhuma a concordar

A promessa do novo nome

com este elemento, há vários episódios na Bíblia que vão sendo apresentados ao ser humano tendo consciência que havia esta cultura. E uma das passagens mais espetaculares que eu gostava de partilhar consigo hoje vem no livro de Apocalipse. Uma promessa que é deixada em revelação por Deus ao apóstolo João e que retrata um momento depois da volta de Cristo. Algo que é significativo para si e para mim. Algo que pode representar uma nova oportunidade, um novo começo, um novo lugar no novo céu e na nova terra. Convido-a que possa abrir o livro de Apocalipse e vamos logo no segundo verso do livro de Apocalipse, no capítulo 2 e no verso 17, algo que é dito por Deus à igreja em Pérgamo, mas que se aplica a qualquer pessoa que possa ter acesso à vida eterna pela fé em Cristo Jesus e diz assim, Apocalipse 2, Versos a 7.

Engraçado como esta promessa do novo nome, que para nós pode não dizer muito, para alguém conhecedor de toda a mitologia egípcia, estava cheia de significado. Já pensou o que é que significaria, neste contexto, dizer o seu nome está guardado, gravado numa pedra para que ninguém apague o seu nome e um dia, quando nos reunirmos com Deus, Ele nos entregará essa pedrinha com o nosso nome. Ninguém mais conhece não Deus e nós, mas que tem um significado para mim. Tem um significado através daquilo que eu passei até chegar àquele momento. O meu nome está guardado. Ficou registado no Livro da Vida.

Por isso, pude ter acesso ao céu. O incrível é que esta promessa de uma pedrinha branca com o nome vinha em contraposição com um cerimonial, com uma tradição que os egípcios tinham e que ainda hoje, quando se faz escavações arqueológicas na área do Egito, espanta a

O coração de pedra

muitos arqueólogos, mas que está perfeitamente documentada e tem a ver com o facto de que no processo de mumificação de um morto, o coração era retirado para ficar num canopo e no seu lugar era colocado um escravelho de pedra no lugar do coração e nesse escravelho normalmente estaria gravado o nome da pessoa que tinha falecido. Agora perguntamos nós, por que era este ato de colocar um escravelho de pedra no lugar do coração? Mais uma vez, se nós não conhecermos a mitologia, se não conhecermos as tradições egípcias, temos alguma dificuldade. Mas vamos tentar ver isto, não por minha especialidade, mas por conhecimento dos arqueólogos, e que eu estou aqui a retransmitir.

O que acontecia é que, na mitologia egípcia, quando alguém morria, no meio de todo o processo de subida ao submundo, havia um momento em que a pessoa ia ser julgada. E no momento em que fosse julgada, ia ser apresentado perante o grande Deus e o seu coração ia ser colocado numa balança em que de um lado estaria o coração, pesado consoante os atos da pessoa, E, do outro lado, uma pena da deusa mate. Se a pena pesasse mais, significava que o coração, centro de decisão, de emoções, de consciência, estava leve, não tinha culpa. Mas se o que pesasse mais fosse o coração, então queria dizer que este coração tinha um peso de culpa e, como tal, a pessoa não teria acesso à vida eterna, à vida após a morte.

Pois bem, os egípcios arranjaram uma estratagema de tentar enganar os deuses. E então, quando o corpo era colocado, ao invés de ter lá dentro um coração de carne, que poderia ser pesado, e garantidamente estaria pesado, porque todos nós pecámos, todos nós erramos, era colocado um escravelho de pedra. E a pedra não carrega nenhuma culpa. E com este circuito tentava-se enganar a deusa e o Deus Anubis. Agora começamos a perceber uma outra promessa que também nos aparece na Bíblia e que tem um significado extremamente profundo neste sentido, porque é o contrário do que os egípcios faziam.

Um personagem que fala sobre isto, profeta, é o profeta Ezequiel. Ezequiel, no capítulo 36, deixa-nos uma promessa bem conhecida por muitos. Ezequiel 36, no verso 26, uma promessa bem conhecida que diz assim, Muitas vezes, eu falo por mim, eu olhava para este texto e pensava sempre no coração de pedra como um coração duro, como um coração difícil de tomar atitudes de bondade e um coração de carne como algo que já é capaz de fazer afeto.

É verdade esta conclusão? Eu não ponho em questão que realmente, nos dias de hoje, associe a pedra à dureza e a carne à bondade. Agora, depois de termos falado isto, que era o contexto egípcio e cuja mitologia perdurou ao longo dos tempos, tanto que hoje ainda conhecemos como é que funciona, o que é que poderíamos estar aqui a falar? Já pensou que o egípcio, quando morria, era-lhe retirado o coração de carne e colocado uma coração de pedra como forma de poder chegar à eternidade. Mas agora vem Deus e vai dizer, não, eu vou te tirar o coração de pedra e vou colocar lá um coração de carne. Eu vou te dar a vida real.

Não é uma vida diferente. Não, vai ser novamente como dizia Jó, nos meus olhos, um dia mais tarde verei a Deus, na minha carne. Não é o outro, sou eu. Tínhamos aqui uma promessa da ressurreição. De tal forma que, quando eu junto estas duas informações, o que eu tenho é um Deus que diz, eu não quero o Daniel, eu não quero a si, diferente do que é hoje em termos físicos. Eu criei seres humanos perfeitos em carne e osso. Eu quero me relacionar contigo, em carne e osso, mas não com coração de pedra que procure enganar alguém como que ocultando o pecado, como que por ser de pedra possa ir à balança com confiança que não vai pesar.

Não foi essa a promessa que Cristo fez a si. A promessa que foi feita é que quando o seu coração for posto na balança, ele consegue estar mais leve do que qualquer pena por uma razão. Porque o seu Cristo, o meu Cristo, pagou pelos nossos pecados. E se ele pagou pelos nossos pecados, já não resta pecado para fazer pesar o meu coração. Por esse motivo, Eu posso, não muito longe desta data, ver a Cristo os olhos nos olhos. E é engraçado como Moisés tem uma outra expressão, juntamente numa conversa com Deus, que a mim me faz um sentido tão grande.

A dado momento, por esta aproximação que havia entre Moisés e Deus, Moisés tem a vontade, eu quero ver a tua glória. Eu preciso de ver o Deus que eu amo e que sigo. E o Deus responde. Ninguém pode me ver, faça fácil viver, mas eu vou passar por ti e verás toda a minha bondade. Mais uma vez, a linguagem dos dias de hoje é uma linguagem estática. Nós temos uma forma de falar e de raciocinar muito diferente da forma de raciocinar do Médio Oriente antigo. Quando alguém no Médio Oriente falava em ver alguém face a face, tinha um sentido de movimento de, é, eu vejo de onde vem, porque vem no meu sentido e por isso eu vejo cara a cara.

Quando vejo alguém pelas costas, é porque eu estou a ver para onde vai e estou a seguir o seu rasto. Então, quando Deus diz a Moisés, tu não me vais ver de onde é que eu venho, porque eu venho de toda a eternidade. Tu vais ver quais são os resultados da minha passagem. E o que fica para trás é toda a minha bondade, toda a minha misericórdia. De repente conseguimos perceber como é que é este relacionamento tão próximo entre Moisés e Deus. Deus não está a dar nenhum castigo. Simplesmente está a fazer com que Moisés foque a sua atenção naquilo que era o mestre e o discípulo.

O mestre e o discípulo não discutem um com o outro. O discípulo segue o mestre fazendo tudo conforme o seu mestre faz e tem gosto nisso. E temos aqui todo este contexto que rodeia uma promessa que é muito especial ao longo de todo este livro sagrado. Nós temos um Deus que nos promete não uma vida num submundo. Temos um Deus que nos promete novamente um coração de carne a bater no nosso peito. Promete-nos um momento em que nos dá um nome que nos faz dar uma nova oportunidade, um nome diferente que nos diz algo, tem significado, permitindo

A esperança do futuro

pensar, já alguma vez se perguntou como é que poderemos estar um dia no céu e não ter tristeza por aquilo que passa agora, nesta terra, com tanta morte, com tanto sofrimento, com tantos acontecimentos que nos fazem trazer lágrimas aos olhos? É exatamente quando nós estamos no momento em que reconhecemos o que Deus fez por nós, em que reconhecemos que podemos ter uma nova oportunidade de recomeçar, quando reconhecemos este Deus que vai adiante de nós e deixa atrás de si um rasto de misericórdia, de oportunidades que conseguimos perceber. Onde há justiça, não há temor.

Os salvos na Nova Terra terão a certeza que Deus fez tudo o que podia por cada ser humano. E se houver alguém que não está lá, significa que esse alguém não o quis. E como tal, não é motivo para ficar com tristeza naquele momento, mas sim de respeitar as decisões. Sim, é verdade. Nós temos uma forma muito fácil de querer que as outras pessoas concordem conosco. Aliás, nós fomos a pensar bem, no nosso dia a dia, as redes sociais é isso que nos levam a pensar. Nós queremos que todos vejam como nós fazemos, o que fizemos, onde fomos. Sentimos uma necessidade pretensa a um grupo de nos afirmarmos, de obter gente que coloque lá o gosto como forma de se juntar a nós.

Pois bem, mas no céu, na justiça divina, Deus quer que lá esteja todo aquele que quer lá estar. Não porque foi atrás, mas porque se sintonizou com a vontade de Deus. Lembra-se qual era a oração que Cristo fazia pelos seus discípulos? Quando orava ao Pai, dizia, oro para que eles sejam um, assim como eu e tu somos um. Este ser um significa ter o mesmo interesse, significa ter a mesma vontade, significa que, na vida do verdadeiro discípulo de Cristo, eu quero fazer aquilo que o meu Senhor faria se estivesse no meu lugar. E é isso que nos dá tanta leveza de coração.

E quando conseguimos perceber que este Deus que promete uma nova oportunidade em que não há dor, em que não há sofrimento, em que até o meu nome será um novo nome, que Ele nos vai entregar uma pedrinha para que eu tenha a certeza que esteve lá gravada desde os tempos antigos. É este Deus que diz, vem e segue-me. Agora, nós estamos num programa que se chama A Mensagem. Já alguma vez pensou que não havia melhor mensagem para qualquer ser humano do que uma promessa do novo céu, uma nova terra com um novo começo? É verdade que, na tradição cristã, muita coisa, infelizmente, foi adicionada ao que se diz no Livro Sagrado.

Mas uma coisa eu sei. É que quando eu vou aos primeiros capítulos do livro de Génesis, é-me relatado como é que Deus criou a Terra. E ele chega ao fim da criação e diz que era perfeito. O ser humano era perfeito. Como é que ele existia? Em carne, osso, com uma pessoa bem formada, musculada, capaz, inteligente, pronta a enfrentar os desafios, Passamos à frente na Bíblia e vamos para o Apocalipse. Quando chegamos ao Apocalipse, nós encontramos o quê? Encontramos um novo céu, uma nova terra em que é retornada à perfeição. Se eu não estivesse em carne e osso, já não era perfeito.

Basta pensar em qualquer pintura de um grande pintor. Ela está perfeita, bonita, toda a gente a reconhece. Não é possível adicionar nada ou retirar nada, mantendo a perfeição. Pode haver muitas falsificações, mas perfeição tem que ser exatamente igual. É esta a promessa que Deus deixou para si. Um retorno à perfeição, em que todo o nosso corpo vai voltar à perfeição, ao ideal divino, quando criou este mundo. Uma coisa é dada individualmente. O corpo tem as mesmas características para cada um, mas há uma coisa individual, e essa coisa individual é o nome.

Sabem, Jesus Cristo, quando esteve nesta terra, usou uma parábola frequentemente na sua linguagem normal, que é a parábola do pastor. Ele identificava-se como sendo o pastor e nós como sendo ovelhas. Deus conhece cada ovelha, assim como o pastor conhece cada ovelha. E conhece-as pelo nome. Isto significa uma coisa. Cristo conhece-o a si pelo nome. Não como alguém que está a fazer uma chamada, mas como alguém que se interessa por si. E Ele está ansioso pelo momento em que lhe possa entregar na sua mão essa pedrinha com o nome, para um novo começo.

após lhe ter dado um novo coração de carne. O que lhe parece esta ideia? A mim, deixa-me apenas um desejo, pelo qual oro neste momento. Que possa eu e você estarmos lado a lado, estendendo a mão, se possível ao mesmo tempo, para receber esta pedrinha lá na eternidade. Deus o abençoe.

Hoje acordei, olhei pro céu e eu senti saudade Quis te abraçar, mas não sabia como te encontrar Juro que tentei Que eu te procurei Por toda parte Lá não encontrei Além do mundo inteiro em seu lugar E eu quis ver Saber que você estava aqui O tempo todo Comigo Quis escutar sua voz No seu silêncio sentir-me um tolo perdido pois tudo

que eu quero é te encontrar ter os meus olhos fixos ao céu estrangeira estrangeira Só estive a descansar Quero descansar Quero descansar Mas se o céu não se abre Eu sei que ainda estás aqui O tempo todo Comigo Quero escutar a sua voz estrangeira

Pois tudo que eu quero é te encontrar E ter os meus olhos fixos aos teus E eu vou descansar Só assim vou descansar estrangeira estrangeira.

Sobre este episódio

Já pensou no poder que o seu nome carrega? Mais do que uma simples identificação, o nosso nome pode ser um espelho da nossa identidade, do nosso destino e da profunda ligação que temos com o mundo que nos rodeia. Neste episódio, mergulhamos na fascinante história dos nomes, desde os tempos bíblicos – onde cada designação era carregada de significado profético e promessas divinas – até às complexas culturas antigas, como a egípcia, onde conhecer um nome conferia poder e a sua anulação significava a própria morte. Descubra como a narrativa bíblica oferece uma promessa radicalmente diferente e esperançosa: a de um "novo nome" gravado numa pedra branca, um símbolo de uma relação pessoal e indestrutível com o Criador. Percorreremos um caminho de transformação que nos leva de um "coração de pedra" para um "coração de carne", prometendo uma leveza e uma retidão que só a intervenção divina pode conceder. Abrace esta mensagem de esperança que nos fala de um novo começo, de um regresso à perfeição original e de uma eternidade sem dor, explorando temas como o significado profundo e a evolução dos nomes, o contexto bíblico de nomes com propósito divino (como a história de Abraão), a surpreendente mitologia egípcia e a contraposição da Bíblia, a promessa de um "novo nome" em Apocalipse, a transformação do coração de pedra em carne, o desejo de Deus de se relacionar connosco, e a promessa de uma nova terra e perfeição.

Série
A Mensagem · 70 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 26
Estreou
29 de Outubro de 2025
Categoria
Espiritualidade