26:39Olá, seja muito bem-vindo. É muito bom estar novamente na sua companhia e ter a sua atenção aí desse lado, seja na televisão, na rádio ou em qualquer outra plataforma que esteja a utilizar neste momento para assistir a mais um programa do Fórum Bíblico. É também um grande privilégio para toda a produção deste programa contar com a sua participação. Se já nos enviou alguma pergunta para ser respondida no Fórum Bíblico, então eu quero aproveitar este momento para, de uma forma muito sincera, agradecer-lhe por ter participado. Agora... Se costuma acompanhar-nos e tem alguma dúvida sobre algo que leu na Bíblia, seja um tema que não compreendeu bem ou um assunto que gostaria de ver mais aprofundado e ainda não descreveu, então deixe-lhe o convite para o fazer.
Este fórum existe precisamente para ajudar no estudo e na compreensão da Palavra de Deus, E dentro das nossas possibilidades e limitações, claro, procuraremos dar resposta às suas perguntas num dos próximos programas. E porquê? Porque não queremos que as suas dúvidas fiquem por esquecer. Assim, se for o caso, não hesite se tem algo que gostava de ver explicado. Faça-nos chegar às suas perguntas para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt, eu volto a repetir, programas arroba novotempo.pt, ou então por mensagem para o número Ao contactar-nos, por favor indique Fórum Bíblico para
identificarmos a sua participação. Hoje, as perguntas que trazemos para o nosso Fórum orientam-se em torno de um tema comum, os quatro pontos cardeais na Bíblia. Será que na Bíblia os quatro pontos cardeais revelam apenas direções ou há algo muito mais profundo? Terá o Norte, o Oeste, o Sul e o Oeste na Bíblia um significado que vai muito além do que uma bússola pode indicar? Para nos ajudar a descobrir, está connosco, como sempre, o nosso convidado residente, o teólogo Artur Machado. Olá Artur. Olá Mário. Muito obrigado por estar entre nós, uma vez mais, hoje para aprofundarmos um tema muito interessante, os quatro pontos cardeais na Bíblia. E a primeira pergunta vai já fazer o lançamento do tema. E é qual a importância dos pontos cardeais na Bíblia?
Ora bem, os pontos cardeais, como foi bem mencionado na introdução, são ricos de significado no relato bíblico. Nós já mencionámos aqui em programas atrasados a importância dos símbolos E estes são uns dos símbolos, embora eles vão relatar aspectos literais, porque nós não mudamos os pontos cardeais, eles existem. Eles têm, por vezes, outros significados, além daqueles que servem, digamos, para a orientação. No nosso tempo atual, nós já não ligamos muito aos pontos cardeais, usamos mais o GPS, mas mesmo o GPS baseia-se na latitude e na longitude e, portanto, estão fundamentados também naquela que é a nossa forma de compreendermos as distâncias que nos separam.
Nos tempos antigos, os pontos cardeais eram fundamentais. Nós sabemos que algumas civilizações antigas se começaram a orientar pelas estrelas, pelo Sol, pela Lua, e a pouco e pouco foram compreendendo a importância desses pontos cardeais. os egípcios, os fenícios, os chineses e, portanto, eles foram procurando perceber como é que eles poderiam orientar-se quer no mar, quer através das estrelas, por exemplo, no deserto, onde os pontos de referência são muito escassos. Mais tarde, com a invenção da bússola pelos chineses, a procura do norte magnético foi muito mais facilitada, não é?
A seguração muito mais tradicional. Ajudou, porque quando o tempo está nublado, a navegação pelas estrelas torna-se muito complicada. E, portanto, isso permitiu realmente às pessoas terem uma maior possibilidade. Os pontos cardeais também são importantes na cartografia, na geografia e, portanto, ajudam-nos hoje muito, ainda apesar de termos outros instrumentos, a podermos nos orientar. Nós encontramos na Bíblia uma referência aos pontos cardeais num texto do livro de Génesis. No capítulo 13, nos versículos 14 e 15, diz assim, e disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele, levanta agora os teus olhos e olha desde o lugar onde estás para a banda do Norte, do Sul, do Oriente e do Ocidente, porque toda esta terra que vês te hei de dar a ti e à tua semente para sempre.
Esta passagem situa-se num contexto difícil para Abrão. Abrão tinha saído de Urdos Caldeus na companhia de um sobrinho, Ló, e, portanto, da sua família, e eles tinham feito uma boa parte desta peregrinação por Canaã em conjunto. mas ambos se tornaram muito prósperos e, portanto, os pastores de ambos começaram a ter conflitos pela posse da terra para alimentar os rebanhos. Abrão, como era uma pessoa, um diplomata e educado, ele deu ao sobrinho a possibilidade de escolha.
Na verdade, a possibilidade de escolha, segundo as regras, na altura, deveria ter sido da pessoa mais velha, que era Abraão, e ainda por cima, por ser o tio Gló. Mas quando Abraão lhe disse, olha, vê agora a terra que está diante de ti e escolhe. Se tu fores para a direita, eu vou para a esquerda, se tu fores para a esquerda, eu vou para a direita. O Ló olhou, diz a Bíblia, e viu que havia ali uma parte dessa terra que lhe parecia economicamente muito próspera, e foi essa parte que ele realmente escolheu. Mas o texto bíblico avisa que aquela parte fazia, digamos, fronteira, era muito próxima da zona de Sodoma e Gomorra.
e diz o texto bíblico que Sodoma e Gomorra eram cidades ímpias diante do Senhor. E acabariam por ser destruídas. Aliás, o próprio Abraão, mais tarde, vai ter que libertar o sobrinho porque o rei de Sodoma envolveu-se numa guerra que acabou por perder, foram levados cativos e Abraão vai ter que libertar o sobrinho de uma situação embaraçosa. E é nesse contexto que Deus aparece a Abrão para o assegurar de que toda aquela terra seria dada à sua descendência. E como nós verificamos, Deus vai usar estes pontos cardeais.
Isso leva-nos à nossa A primeira frase de hoje, que é a menção destes pontos cardeais, o Norte, o Sul, o Ocidente e o Oriente, tinha como objetivo dizer a Abrão que a totalidade daquela terra seria da sua geração. Portanto, através da menção dos quatro pontos cardeais, e nós sabemos hoje que há mais do que quatro, mas são os quatro principais, ainda hoje, que depois podem subdividir-se. Mas o número quatro é significativo, porque significa também, ou simboliza, a universalidade. E, através destes quatro pontos cardeais, Deus quer dizer a Abraão que toda aquela terra seria dele. Isso é também sublinhado pela utilização da palavra hebraica kol, que significa toda, toda esta totalidade.
Portanto, isto que tu estás a ver, tudo isto, será teu. Por isso ele vai encorajar Abrão a andar no comprimento e na largura desta terra para perceber e assegurar-se de que ela verdadeiramente seria sua. Ao norte, se Abrão estava em Betel, se ele caminhasse para norte, ele iria encontrar uma fronteira natural daquela terra. que seria o Monte Hermon, e, portanto, já no Líbano, era uma fronteira natural. Ao sul, ele iria encontrar o deserto do Negev, que, portanto, é outra fronteira natural. Ao Oeste, ele tinha também uma outra região desértica ainda maior do que a zona do Negev e constitui, portanto, também uma fronteira natural.
E ao Ocidente, ele tinha aquilo que a Bíblia chama o Mar Grande e que nós hoje conhecemos como Mar Mediterrâneo. e constituía, portanto, outra fronteira natural. E estas eram as fronteiras naturais da Palestina do Antigo Testamento. É interessante, nós não possuímos nenhuma carta que nos descreva este território no período bíblico, mas se nós tivéssemos uma carta topográfica, ela não seria como hoje, orientada para Norte. Nós orientamos as nossas cartas topográficas para Norte, em função do Norte magnético, mas na Bíblia não é assim. E nós podemos ver já como é que a Bíblia se orienta. No hebraico, a palavra bíblica este, qedem, significa diante.
Portanto, andar para diante é andar na direção do Este. E aqui temos um ponto geográfico fundamental. Interpretar como norte, se fosse oeste. Ir no que está diante de mim. Por exemplo, em Génesis 2.8 é dito que o Jardim do Éden é plantado da Banda do Oriente, da Banda do Oeste. Depois temos o ponto cardeal seguinte. Se diante de mim está o Oeste, para trás de mim vai estar o Oeste. E é isso justamente, a palavra yam, atrás. o Oeste. Diante o Oeste, que é DEM, atrás, YAM, o Oeste. Então, é só virarmos outra vez isto e nós verificarmos que à direita vai.
Estar o Sul, Neguev. Eu disse-vos, à direita estava o deserto do Negev. À esquerda vai estar o norte, o Tzafón. E, portanto, esta é a maneira pela qual a Bíblia se orienta. Em primeiro lugar, vamos para diante, este. É interessante que o Benjamim que é o último filho de Jacob e, portanto, o que vai dar origem à tribo de Benjamim, cujo nome significa filho da minha direita, seja uma das tribos mais meridionais daquelas que se originam de Raquel.
E isto tem a ver justamente também com esta orientação. Um dos mapas mais antigos é o mapa da igreja de Madaba, que já é, portanto, da nossa época. Madaba é uma igreja, na verdade aquilo é um mosaico. Foi encontrado no século VI da nossa era, perto do Mar Morto. E este mapa faz a apresentação da Palestina seguindo estas orientações geográficas. Não orientando o mapa de acordo com o norte magnético, mas orientando o mapa de acordo com a orientação bíblica orientada a este.
E, portanto, embora fosse já da era cristã, continuava a manter a orientação da Palestina, segundo a forma bíblica de orientar. Um elemento arqueológico que é uma evidência de que seria essa orientação. Exatamente, era isso. Muito interessante. Muito bem, Artur, depois desta introdução muito interessante e muito curiosa de facto de como é que a Bíblia escolheu orientar-se geograficamente, na segunda parte nós vamos aprofundar então o significado na Bíblia dos pontos cardeais, mas antes, porém, e de avançarmos agora para o nosso intervalo, eu quero previamente chamar a sua atenção para a oferta que temos para si neste programa. Já sabe, certamente, se nos assiste ou se costuma assistir a este programa, é o Guia de Estudo da Bíblia, intitulado Evidências, um manual que foi elaborado pelo Dr.
Rodrigo Silva e um recurso que certamente não vai querer deixar de receber. Este manual, tal como o nosso programa, está organizado em formato de perguntas, são 14 ao todo, e cada uma delas dá origem a uma lição pensada para o estudo e para a reflexão. No início de cada lição, encontrará um código QR no canto superior esquerdo, que lhe dará acesso a videoaulas gravadas pelo próprio autor, nas quais ele vai aprofundar cada um dos temas aqui abordados. Pode solicitar o seu Guia de Estudo e Evidências, sem qualquer custo, enviando uma mensagem para o número 933 93 92 91. Eu vou repetir o número para que possa memorizar. 933 93 92 91 Agora sim, vamos dar lugar a um curtíssimo intervalo.
Estaremos de volta para dar resposta a mais uma pergunta sobre os quatro pontos cardeais na Bíblia. Por isso, fico por aí. TV Novo Tempo, o canal da Bíblia.
O canal da esperança. Estamos a iniciar a segunda parte do programa Fórum Bíblico. Se só começou a ouvir agora ou a ouvir, não vá embora, porque hoje estamos a abordar um tema muito interessante. Estamos a responder, com a preciosa ajuda do teólogo Arturo Machado, a questões sobre os quatro pontos cardeais na Bíblia. Vamos então à segunda pergunta. Na primeira parte, nós tivemos a oportunidade de perceber que, ao contrário da orientação moderna para Norte, vamos ver que a Bíblia privilegia o Oriente. E a próxima pergunta é o que significam os quatro pontos cardeais na Bíblia. Então, começamos por diante.
Começamos por Quedem pelo Este. E, como eu tinha dito, a primeira menção do Este na Bíblia vem com o Jardim do Éden. O Jardim do Éden está localizado, portanto, a sua porta de entrada é a Este. É aí, portanto, que Deus vai assegurar o ser humano da sua presença, da sua proteção e da sua benção. E este é o aspecto positivo. Há alguns especialistas que dizem que está orientado a Este porque o Sol Portanto, nasce ao Oriente, põe-se ao Ocidente. Mas, na Bíblia, ele está conectado com esta ideia. É também um local, depois da queda, para onde vai sair Adão e Eva.
E, portanto, é também o local que serve, poderíamos dizer, do exílio de Deus. O pecado é o corte da relação com Deus. E Adão e Eva saem por ali, pelo Oeste. A Caim também. Quando ele mata o seu irmão, ele parte na direção do Oeste. E é curioso que quando continuamos a ver o relato bíblico, nós vamos verificar que a raça humana, depois em Génesis XI, vai partir também na direção do Oeste para a terra de Sinar, onde vão acabar por construir a Torre de Babel. E, portanto, o Oeste tem este significado ambivalente.
O Jardim do Éden como lugar da beleza, da presença e da proteção de Deus, e depois do pecado torna-se um lugar de exílio, o lugar de afastamento do homem de Deus, o homem que escolhe o seu próprio caminho. Era também do oeste que vinham os ventos destruidores da vida. Quando nós vemos, por exemplo, o Salmo 48, dizia, tu quebras as naus de Tarsis com um vento oriental. E, para os profetas, o Oeste era o símbolo da região de Babilónia. Babilónia ficava a este. E foi para ali que o povo de Deus foi exilado, com a perda, portanto, da monarquia, com o último rei, Zedequias.
E é também do Oeste que Deus regressará com o seu povo quando eles voltarem, portanto, do cativeiro. Isto é o Este. Agora vamos atrás, vamos ao Iam. Atrás do Este fica o Oeste. Também tem elementos negativos e positivos na Bíblia. A oeste da terra estava o mar, que representa o mal e a morte. Portanto, verificámos que com Abrão o oeste era o mar grande, uma fronteira natural da Palestina. O mar foi sempre um desafio. para o povo judeu, porque o mar na Bíblia está conotado com esta ideia de perigo.
A primeira coisa que Deus separa na criação são as águas. E, portanto, a palavra mar na Bíblia muitas vezes refere-se ao Oeste. Também está conotado com o lugar das trevas. É, na verdade, a Oeste que o Sol se põe e, portanto, é depois do pôr do Sol que vem a noite. E também tem uma conotação com o Templo Israelita, o Santuário e, mais tarde, o Templo. Embora a entrada do Templo fosse a Este, o sentido da peregrinação para o Templo obriga a que se venha do Oeste. E, portanto, esse é um aspecto positivo. A pessoa dirige-se, através do Oeste, no regresso ao ideal de Deus, como se regressasse, por exemplo, ao Jardim do Éden, que seria também a direção natural para quem regressaria para o Oeste.
É na direção do Oeste que Abraão também vai. Quando Deus o chamou, ele estava em Urdo-es-Caldeus, que fica a este. E, portanto, para se dirigir para a terra da Palestina, ele teve que fazer a sua inflexão para o Oeste. A mesma coisa vai acontecer com o povo de Israel quando Deus os traz do exílio. Eles estão a Este, em Babilónia, para onde Deus foi com eles no exílio. Eles virão do Este para o Oeste com Deus que os trará também do exílio. Vamos agora ao norte, o desafone. O desafone é o desconhecido. Dizem os especialistas que ele é um significado daquilo que pode ser eterno, uma vez que o norte está associado com a eterna habitação de Deus.
O profeta Isaías, quando descreve, por exemplo, a queda de Satanás, No capítulo 14 do seu livro, ele diz assim, tu dizias no teu coração, subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, no monte da congregação me assentarei, na banda dos lados do norte. para se assentar no Monte da Congregação da Banda dos Lados do Norte, é porque é o lugar onde está o Trono de Deus. É também na Bíblia o lugar de onde a Glória de Deus desce, quer com bênçãos, quer com juízos. Mas não nos esqueçamos de uma coisa, se nos orientamos pela Bíblia, portanto temos o Oeste, o Oeste, o Norte. O Norte está à esquerda. No latim, a esquerda é sinistra.
A palavra esquerda é dada pela palavra sinistra, não é à toa, porque na Bíblia também o Norte é um símbolo do desastre. A destruição do povo de Deus viria do Norte. É verdade que nós podemos dizer, então, mas não é do Este, onde estava a Babilónia, é. Mas os exércitos de Babilónia não podiam atacar a direito, porque tinham um imenso deserto pela frente. Portanto, eles tinham que fazer uma inflexão e vir pela Síria, que ficava a norte. E daí que o grande perigo vinha do norte. O profeta Jeremias disse-me o Senhor, do norte se descobrirá o mal sobre todos os habitantes da terra. Falta-nos, portanto, o sul.
A SUL, e eu estava a me interrogar se vai ter também conotações positivas e negativas ou se só terá alguma delas, não é? Também tem conotações positivas e negativas. O Sul é o Negev, portanto a palavra dada pela palavra Negev. O aspecto negativo é que é um deserto e, portanto, o deserto está associado com a ausência de vida. No deserto era também o lugar da excelência dos demónios. Se continuarmos mais para o Sul, vamos dar ao Egito. que é o local associado com a escravidão do povo de Israel durante 400 anos e, portanto, com a oposição que o faraó colocou a Deus.
Esse é o aspecto negativo. Mas o aspecto positivo é que também é aí no sul, no Egito, que Deus vai estar com o seu povo, que Deus ouviu a angústia do seu povo. É sul que Deus vai buscar Moisés. para que ele vá diante do faraó com a intenção de libertar o seu povo. É ainda na região do sul, no Monte Sinai, que Deus vai estabelecer a aliança com o seu povo de Israel e dar-lhe, por exemplo, os 10 mandamentos. E, portanto, podemos ir à nossa última frase de hoje. Como vimos, todos os pontos cardeais na Bíblia têm aspectos Positivos e negativos.
E porquê? Porque todos eles testemunham da presença de Deus. Deus está presente em todos os pontos cardeais, no Oeste, no Norte e no Sul. Deus está presente em todo o lado. E em todo o lado também se reflete o conflito cósmico entre o bem e o mal. E esses pontos cardeais refletem também esta experiência. Eles apontam para lá do que a bússola nos pode garantir, para aquilo que é a relação entre Deus e o ser humano onde quer que ele se encontre. E também aquilo a que Deus chama o ser humano, a vontade do ser humano de querer seguir as orientações divinas onde quer que ele se encontre.
porque onde quer que cada um de nós nos encontramos, Deus tem sempre a orientação certa para a nossa vida. Rematamos de uma forma brilhante e muito obrigado, Artur, por esta explicação muito clara que nos deu, por um lado, sobre a importância dos pontos cardeais na Bíblia, por outro lado, sobre o significado que eles nos trazem com esses aspectos negativos e positivos, mas, acima de tudo, dando-nos a certeza de que Deus está presente em todo lado e que cabe ao ser humano escolher segui-lo para não estar, para não ser infligido pelo mal. Eu espero que, aí desse lado, também tenha apreciado o tema que foi abordado aqui hoje e tenha certeza que, tal como eu, ficou muito mais esclarecido sobre o enquadramento dos quatro pontos cardeais na Bíblia. O nosso programa está a terminar, mas eu quero aproveitar, entre estes curtos minutos que nos restam, para lembrar a oferta muito especial que temos para si neste programa.
É o Guia de Estudo da Bíblia e Evidências, escrito pelo conhecido Dr. Rodrigo Silva. Hoje, no programa, nós vimos que a Bíblia Ao falar sobre os pontos cardeais, vemos que eles simbolizam tanto a presença de Deus como o mal, acabando por refletir, como o Artur nos explicou, o conflito cósmico entre o bem e o mal presente em todos os lugares. Eu disse-lhe logo no início que este manual está organizado em 14 lições e cada uma delas responde a uma pergunta e, curiosamente, as lições número 9 e 10 têm como títulos as seguintes perguntas, respectivamente. A primeira, porque sofremos? E na outra lição, Deus abandona o inocente? E em cada uma delas, o autor aprofunda exatamente o tema da guerra, do conflito cósmico entre o bem e o mal.
Quer conhecer a resposta a estas perguntas? Então, aproveita esta oportunidade e peça agora mesmo, gratuitamente, um exemplar do Guia de Estudo e Evidências, enviando uma mensagem para o número que já conhece muito bem, 933-939291. Também para este número que volto a repetir, 933 93 92 91, ou então para o e-mail programas arroba novotempo.pt, lembro que pode enviar as suas perguntas sobre qualquer assunto da Bíblia que gostaria de ver esclarecido. Ficamos assim, à espera de receber as suas perguntas através da sua mensagem. E fica também a promessa de procurarmos responder aqui, no Fórum Bíblico, num dos próximos programas às suas perguntas.
E este programa, já sabe, pode acompanhar no canal 186 da MEU, no YouTube da Novo Tempo Portugal ou então na Rádio RCS em 91.2 FM. Por hoje é tudo. Muito obrigado por nos ter acompanhados em mais uma jornada de descoberta no vasto universo de conhecimento da Bíblia e porque para cada pergunta há uma resposta, nós voltaremos na próxima semana para trazer neste fórum as respostas que provavelmente esteja à procura. O encontro fica marcado. Até lá, fique bem e bom estudo da Bíblia.
Este episódio convida-o a embarcar numa jornada fascinante, desvendando os mistérios e simbolismos por detrás dos quatro pontos cardeais na Bíblia. Longe de serem meras direções geográficas, Norte, Sul, Este e Oeste revelam camadas profundas de significado, influenciando a compreensão de eventos cruciais e a orientação espiritual ao longo das Escrituras. Descubra como estas referências milenares moldaram a perceção do mundo antigo e continuam a ressoar com mensagens intemporais, provocando a curiosidade sobre a nossa própria jornada. Prepare-se para uma exploração enriquecedora que transformará a sua visão da geografia bíblica, abordando: * A importância e o uso dos pontos cardeais nas civilizações antigas e na Bíblia. * Uma perspetiva única sobre como a Bíblia se orienta geograficamente, contrastando com os mapas modernos. * Os múltiplos e profundos significados de cada ponto cardeal nas narrativas bíblicas. * A revelação dos aspetos positivos e negativos associados a cada direção, espelhando a dualidade da vida e o conflito cósmico. * A verdade reconfortante da presença constante de Deus em todas as direções e o convite à nossa escolha pessoal.