Os limites
Ser FamíliaT1 · E22

Os limites

29 de Setembro de 202526 min 43 s

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Bem-vindo mais uma vez ao Ser Família. O episódio de hoje eu poderia dizer que é muito especial, mas na verdade são eles todos, em si mesmos, muito especiais. Mas porquê é que eu digo isto? Porque nos dias de hoje, apesar deste tema ter sido sempre relevante, hoje parece que ele é mais relevante do que nunca. Vamos falar de limites. E para nos falar de limites, como sempre, Daniel Bates, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. É ou não é verdade que hoje em dia parece que a necessidade de limites ainda é mais premente? Dá a sensação que tivemos pais muito austeros no passado, gerou filhos um bocadinho mais permissivos e os limites parece que hoje em dia ficam assim um pouquinho mais de lado, não é?

O tema dos limites, eu até diria que provavelmente não vamos fazer justiça ao tema numa pequena conversa de meia hora. Mas é um tema extremamente pertinente porque no contexto da família, sobretudo da vida pessoal de muitas e muitas pessoas, nos ambientes de trabalho, Nós encontramos limites que não são respeitados e o que é às vezes pior é a ausência de limites devidamente marcados que depois... existindo e sendo respeitados, podem preservar o equilíbrio na vida das pessoas e dos relacionamentos.

Mas eu tenho, porque também não vamos de todo esgotar o tema, eu tenho aqui um livro que recomendo vivamente, Limites, do original inglês Boundaries, do doutor Henry Cloud, um doutor em Psicologia Clínica, e do doutor John Townsend, um especialista em Liderança e Psicologia. É realmente um bom livro que nós podemos recomendar e que pode ser adquirido facilmente numa das livrarias. Mas para perceber a abrangência do tema, imaginemos aqui, vou dar três exemplos, por exemplo, uma senhora muito bondosa, que todos gostam, mas que simplesmente é incapaz de dizer não.

na sua atividade profissional, ou até no seu envolvimento quando se trata de uma pessoa crente, ou que participa de uma comunidade, e todos lhe pedem qualquer coisa, e ela diz sim a tudo. Muitas vezes ia dizer que não, mas não consegue, acaba por dizer sim. E ela já está até ao limite das suas forças, até, completamente cheia de atividades, com o seu tempo, as suas capacidades e energias, completamente comprometidas, mas diante de uma solicitação muito simpática, muito bem feita. Ela diz, claro que sim. Não é tão incomum assim, não é?

Não, não. Há pessoas que são assim. Ou, por exemplo, um pai pais com um filho que, por exemplo, usa drogas, e que eles continuam a dizer sim a tudo que o filho lhe pede. E que, muitas vezes, nós sabemos que isto vai causar danos agravados para a vida daquele jovem, e os pais continuam a dizer que sim a tudo. ou um homem que negligencia a sua própria família, muitas vezes, porque se eu digo sim a alguém, eu também estou a dizer não a outra pessoa.

Então, estes limites que existem num lugar, mas não existem noutro. Imagina aquele homem que é um excelente empregado e no seu trabalho nunca se nega a nada, mas em casa acaba por ser um pai negligente porque está ocupado com o trabalho. Poderíamos ainda dar um outro exemplo de uma mulher que mente frequentemente acerca do abuso emocional, físico ou sexual de que está a ser vítima e o faz enquanto continua a ser alvo desse mesmo abuso.

A questão é que, muitas vezes, Daniel, não é só se colocamos ou não limites. Mesmo quando temos intenção de colocar limites, é saber como colocar esses limites. Em que circunstâncias ser assertivo e colocar esses limites. Exatamente, é. É todo um... É uma atitude, eu diria, depois uma coragem e um saber para pôr as coisas todas no seu lugar. Mas talvez muitas pessoas ainda se estejam a perguntar o que é isto de limites,

O que são limites

não é? E... Para tentar ajudar quem está lá em casa a nos ouvir e a ver, a perceber, deixa-me usar aqui algumas ilustrações. No mundo físico é fácil de perceber, não é? Nós temos uma casa, tem uma cerca, ali estão os limites, a propriedade daquele senhor. Num país existem as fronteiras, não é? Até aqui é Portugal, depois já não é, é Espanha. Está ali muito próximo. No mundo espiritual, emocional e relacional, às vezes é mais difícil de definir onde é que estão os limites. A linha passa a ser invisível.

Isto tem a ver com a liberdade que as pessoas têm, ou não, para, com responsabilidade, dirigir a sua própria vida. é que há muitas pessoas que nem sequer são donas da sua própria vida, das suas próprias escolhas, não é? Uma liberdade que Deus dá a cada ser humano quando fomos criados, não é? Eu acho que qualquer pai, quando tem filhos, percebe logo quando eles começam a comandar as nossas vidas. Exatamente, no respeito. Daí ser importante pensar nisto muito cedo na vida, não é? Então, só para terminar esta definição, eu diria nas palavras dos autores que os limites são linhas visíveis ou invisíveis, que definem o que me pertence, quais são as minhas responsabilidades, os meus padrões e os meus limites.

Basicamente é isto, não é? Daniel, eu não sei se há uma resposta exata para isto, se podemos até, mas permite-me uma ousadia. Porquê é tão difícil dizer não? Porque mesmo quando nós dizemos não, parece que estamos a fazer com uma carga e às vezes até com algum peso de consciência. Fica sempre difícil dizer não. Pelo menos comigo acontece isso. Eu diria que, para ser justo, para algumas pessoas é facílimo dizer não. Eu estou a pensar, por exemplo, nas crianças, quando aprendem a palavra não, mesmo quando querem dizer sim, dizem não, não é? E parece que algumas pessoas, pelo seu temperamento, personalidade, têm uma certa facilidade em dizer um não com muita convicção.

Mas para outras é um problema tremendo. E a questão que foi bem estudada é tentar perceber porque é que para algumas pessoas é tão difícil dizer não. Muitas vezes a motivação é o medo de magoar os sentimentos do outro. É o medo de perder um relacionamento, de ser abandonado. Isto vem de uma identidade muito fragilizada, muito insegura. De um medo de provocar ira no outro. de ser punido, de ser rejeitado, vítima de algum tipo de castigo, entre aspas, ou de represália, medo de passar vergonha, de ser exposto, não é?

Às vezes uma outra mais subtil, de parecer pouco espiritual, não é? Às vezes é uma questão que vai fundo na nossa formação até religiosa e espiritual. Se eu disser não, talvez eu estou a dar uma imagem de que não sou uma pessoa tão dedicada a Deus, tão dedicada a uma instituição religiosa à qual também pertenço. Ou até mais longe, como se estivéssemos a dizer não ao próprio Deus, que se nos está a chamar, é porque o Deus nos chamou. Exatamente. O medo de parecer egoísta, não é? Não pensar nos outros, pensar só em mim próprio. Portanto, muitas vezes isto surge de uma consciência extremamente escrupulosa.

Ou então, aqui também é subtil, de um desejo de ser inteiramente dependente do outro. o que, à partida, pareceria uma situação indesejada, mas, muitas vezes, poderíamos dizer que é cómodo não ter que tomar decisões, não ter que assumir as responsabilidades da vida, e, então, eu simplesmente olho os outros que decidam, e eu estou aqui, preguiçosamente, no meu cantinho, e é tudo responsabilidade dos outros, não é? Então, tudo isto tem a ver com atitudes que levam as pessoas, muitas vezes, a acomodarem-se ou simplesmente não estabelecerem os seus limites.

Eu sei que não temos tempo para responder a esta pergunta de uma forma plena, mas em breves momentos, o que é que nos podes dizer de uma forma mais óbvia? O que é que pode acontecer imediatamente quando não estabelecemos esses limites? Bem, de uma forma rápida, quando não há limites claramente estabelecidos, o resultado curto prazo ou a longo prazo é uma grande frustração, porque a pessoa depois acaba por ter as suas necessidades e a sua vida pessoal completamente incompleta, exaustão, cansaço, não é? E muitas vezes, mais tarde, uma grande revolta, não é? Eu dei, dei tudo, dei tudo e ninguém me valorizou. Pois, porque há essa questão também, que é muitas vezes as pessoas dizem sim a tudo em busca de afirmação, em busca de valorização.

E se ela não acontece, então depois a seguir aparece a frustração, não é? Se ela não se respeitou a si própria, estabelecendo limites, não é de esperar que os outros o vão fazer. É isso mesmo. Estamos a terminar agora esta primeira parte, mas o intervalo são apenas alguns segundinhos. Prometo que é mesmo assim. Até já. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Eu bem lhe disse que eram apenas alguns segundos. Estamos de volta e tenho, como já é habitual, uma prenda, uma lembrança para si. Mas é muito mais do que uma prenda, do que uma lembrança. É realmente uma ferramenta para o ajudar a ser um bom pai, uma boa mãe e a lidar também com aquilo que são os problemas normais que podem ocorrer quando temos filhos.

Bem, ser bom pai, ser boa mãe É tudo muito complexo, enfim, mas quando sabemos que estamos a fazer a vontade de Deus, então nós sabemos que certamente estamos a ser bons pais. Este guia de estudos, Pais Preparados para Filhos de Caráter, é totalmente gratuito e foi preparado precisamente para nos ajudar como pais, como mães, a lidar com os nossos filhos. Às vezes temos que nós primeiro aprender para poder depois ensinar. E aqui vai encontrar um conjunto de lições muito alargadas, mas também todas elas acompanhadas de textos bíblicos para saber o desejo, a vontade de Deus, Ele que instituiu a família. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito.

Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 933 939291. Nessa mensagem basta escrever pais preparados para sabermos que é este o guia de estudo a que se refere. Depois entraremos em contacto consigo para lhe enviar a revista pelo correio para a sua casa. Totalmente gratuito. Daniel, estamos a falar de limites, já percebemos a importância dos limites, agora a questão é como estabelecer limites? Essa é, eu diria, quase que a pergunta de um milhão de dólares, não é? A questão, não é? A grande questão.

Educar com limites

Ora bem, tudo começa na infância. E é preciso ensinar as crianças a criar limites. Como é que se pode fazer? É uma questão aqui que precisamos ter alguma ponderação. Eu, por exemplo, não quero deixar mal ninguém, muito menos os meus progenitores, não é? A quem tanto amo. Mas eu, na minha era, no meu tempo, eu cresci a ouvir palavras deste género. O menino não tem querer. Come e cala. Quem manda aqui sou eu. Exatamente. Portanto, de uma forma de educar a antiga, hoje nós dizemos, aquilo que nós temos hoje, que é o menino tem que querer, diga a sua excelência, que também revela um problema com limites.

Por quê? Porque se antes os pais não ensinavam os filhos a ter limites, perdão, não respeitavam a vontade da criança, ensinando-o assim a estabelecer limites, hoje, As crianças são criadas a não respeitar os limites dos outros, a ter uma vontade demasiado prevalente ou prevalecente. Então, O que é que é equilibrado no meio de tudo isto? Por exemplo, de uma forma adequada, as crianças devem ter a possibilidade de dizer não. Não estou a dizer não em todas as circunstâncias, porque elas muitas vezes vão ter que ser contrariadas, sim, não é essa a questão, mas elas têm que, na sua educação, elas têm que ter a possibilidade de discordar, de manifestar a sua preferência.

Porque, em determinado momento, isto vai ser absolutamente necessário. Elas têm que ser ensinadas, por exemplo, a poder dizer, não gosto quando me toca desta forma. Prevenção do abuso sexual, por exemplo. Isto magoa. Isto é errado. Pare com isso. Portanto, há aqui alguns aspectos que são importantes. Eu diria que há três grandes passos para ensinar limites. E cada um deles é absolutamente importante e estão ligados aos estágios do desenvolvimento humano. O primeiro passo é a vinculação. As crianças, os bebés, precisam de se sentir amados, queridos, preciosos no vínculo que têm com os seus pais.

Por que é que isto é muito importante? Porque mais tarde, por ausência desta vinculação bem consolidada, muitas vezes, é difícil dizer não, com o medo do abandono. Então, a criança precisa de ser afirmada neste vínculo para ela não ter insegurança emocional. Isto é a fase da vinculação. O segundo grande passo é a diferenciação. Quando a criança, ela precisa então começar a afirmar-se como pessoa e não apenas como extensão da mãe ou do pai, e então ela tem que ter a liberdade para dizer, ok, eu não quero isto, eu não gosto disto.

Esta é uma fase muito importante, porque significa que a criança começa a partir dali a formar a sua própria identidade, a sua autonomia. E é também um período muito desafiante para ambos, pais e filhos. Exatamente. E começa também muito cedo, precisa de começar cedo. E um terceiro passo, ensinar a criança a respeitar os limites dos outros, não é? Este é o meu espaço, muito bem, mas os outros também têm direito ao seu, não é? E então, na... no desenvolvimento das competências sociais da criança, ajudá-la, então, a respeitar, na medida em que ela se sente respeitada, como pessoa, ainda pequenina, respeitar igualmente os outros, porque os outros também têm direitos.

E é nisto que hoje há uma falha bastante grande. Na realidade é as crianças aprenderem a respeitar os limites dos outros, mas a fazerem-se respeitar, a fazerem com que respeitem os seus próprios limites. Exato. Ou seja, a verdade é que às vezes a fronteira, como dizias, é muito invisível e é preciso ajustar e isso faz parte da educação. Faz parte do nosso crescimento. Às vezes, como adultos, também aprendemos... É já em adultos que aprendemos a dizer alguns não, não é, Daniel? Nem sempre acontece na nossa... no início. Tu já mencionaste todo o leve... Porque é que, para algumas pessoas, é tão difícil dizer não? Enfim, o nosso passado, o nosso legado, muitas vezes, leva-nos a ir.

Mas agora... Concretamente, o que é que tu poderias dizer para essas pessoas que têm essa dificuldade em dizer não? E em estabelecer limites, não é? Bem, a razão por que muitas pessoas têm dificuldade em dizer não ou estabelecer limites pode ser múltipla, mas uma delas é certamente a educação da qual já falamos. A outra tem a ver com a parte espiritual. Há um texto na Bíblia que é mal interpretado. Mateus 16, 24 diz, se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo. E há pessoas que levam isso ao extremo, ou seja, elas estão sempre a negar-se a si próprias. Isto é mal compreendido como sendo a ausência de limites. Mas, se nós formos estudar a questão um bocadinho mais a fundo, e para desmistificar isto, o próprio Deus estabelece limites.

Por exemplo, Ele é um Deus santo e tudo aquilo que não é santo Ele não tem relacionamento com aquilo que não é santo. Os 10 mandamentos também é um limite, não é? É uma expressão do caráter de Deus. Aquilo que é aceitável, aquilo que não é aceitável, não é? Jesus, por exemplo, na sua vida, Ele que viveu uma vida abnegada como ninguém, mas muitas vezes, por exemplo, os discípulos ou as pessoas, a multidão, queriam-lhe impor uma agenda e há inúmeros relatos em que Jesus demarca-se dessas pressões e Ele diz que não. Ou então, quando Ele pergunta, quem me tocou?

Estão a ver? Aquela experiência da mulher que tinha o fluxo sanguíneo. Portanto, nós notamos aqui que ter limites não é uma atividade, não é um mecanismo menos espiritual, porque o próprio Deus, e nós fomos criados à imagem de Deus, o faz e fez. Aliás, eu ainda vou mais longe. Eu diria que o exponente máximo, ou pelo menos é assim que eu consigo perceber, ele coloca a si mesmo limites quando nos concede a cada um de nós a liberdade, o livre arbítrio. Portanto, ele autolimitou-se quando nos dá a liberdade a nós.

Relacionamentos saudáveis

Exatamente. Esta questão de algumas pessoas terem dificuldade em colocar limites mostra também que muitos desses relacionamentos que acontecem nessa ausência de limites deixam de ser relacionamentos saudáveis, não é? Claro. Porque quando há ausência de limites constantemente ou nós estamos a usurpar o espaço que é do outro ou estamos a perder a nossa própria dignidade. Normalmente, os conflitos vão surgir. Em cada relacionamento, para ele ser saudável, tem que haver claramente limites. E a existência de limites, ou o que caracteriza um relacionamento saudável, é que está claramente definido o que é aceitável e o que não é.

Em cada uma das áreas, na parte física, mental, social, espiritual, há algumas características que têm a ver com este, que caracterizam os relacionamentos saudáveis. Por exemplo, Em relacionamentos saudáveis existe integridade, honestidade como uma característica, existe confiança, confiança mútua, existe cooperação, existe apoio mútuo, existe responsabilidade, eu diria, e existe segurança. O que é que caracteriza esses relacionamentos saudáveis? Pois, são estas características que acabei de mencionar. Agora, o que é que eu posso fazer para estabelecer limites também?

Que é uma questão fundamental aqui para esta questão. Um primeiro ponto. É preciso mudar a minha compreensão, a minha compreensão sobre estas temáticas. Depois, clarificar na minha mente primeiro e diante dos outros o que é que eu desejo de cada relacionamento. Comunicar aquilo que eu quero, aquilo que eu desejo. reforçar estas ideias ou estes princípios, estes desejos. Na medida em que o relacionamento acontece, reforçar e recompensar a outra pessoa, na medida que estes desejos também são satisfeitos.

Ser recíproco numa relação de respeito, ser flexível e, finalmente, ser paciente, porque estabelecer limites num relacionamento não acontece de um dia para o outro. Exatamente. Muito bem, Daniel, quero agradecer mais uma vez. Marcamos o encontro no próximo programa. Para si que está desse lado, lembra a oferta que estamos a fazer-lhe. Este guia de estudo, Pais Preparados, Filhos de Caráter, que fala precisamente, tem um capítulo onde fala precisamente sobre a necessidade de limites. a necessidade de ensinar também as nossas crianças a dizer não. E nós próprios pais sabemos quando é o momento certo para também dizer não. E é totalmente gratuito, basta enviar-nos uma mensagem com as palavras pais preparados para depois lhe enviarmos este guia de estudo gratuitamente pelo correio para a sua casa.

O número de telefone para o qual deve enviar a mensagem é o 933 93 92 91. 933 93 92 91. Antes de terminar, dizer-lhe que todos os nossos programas, apesar de passarem noutros horários, quer na TV, lembro que este programa Para além de passar na Rádio RCS, está também a passar na TV Novo Tempo Portugal, no canal 186 da MEU. Mas para si que não tem MEU, saiba que pode assistir a toda a nossa programação através também do nosso canal do YouTube, que tem o streaming 24 sobre 24, mas também os programas ficam disponíveis on demand. este programa e todos os outros que fizemos.

Dizer-lhe ainda que se gostaria que abordássemos aqui no programa Ser Família alguma temática, algum desafio que tem no seu contexto familiar, faça-nos chegar a sua sugestão, o número de telefone é o mesmo ou 933 93 92 91, teremos todo o gosto em oportunamente, num próximo programa, abordar essa temática. Mais uma vez me despeço, marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio de "Ser Família", mergulhamos num tema de crucial importância: os limites. Porque é que, hoje em dia, este conceito se tornou mais relevante do que nunca? Desde a transição de um modelo parental austero para um mais permissivo, percebemos que a ausência de fronteiras claras pode gerar frustração e impactar profundamente as nossas vidas e relações. Exploramos a necessidade premente de estabelecer balizas na família, na vida pessoal e profissional, sublinhando como a sua falta mina o equilíbrio e a dignidade individual e dando exemplos práticos de como a dificuldade em dizer "não" afeta o dia a dia, desde a esfera doméstica ao ambiente de trabalho.Descubra os principais desafios em dizer "não", muitas vezes enraizados no medo de magoar, de perder relacionamentos, de ser abandonado, ou até mesmo de parecer "pouco espiritual" ou egoísta. Abordamos os três passos essenciais para ensinar crianças (e adultos) a estabelecer limites saudáveis: a vinculação, a diferenciação e o respeito mútuo. Refletimos ainda sobre como Deus, na Sua perfeição, também estabelece limites, e como a sua correta compreensão é a chave para cultivar relações caracterizadas pela integridade, confiança, cooperação e segurança.Neste programa, poderá descobrir: * A crescente importância dos limites nas relações contemporâneas. * O impacto da ausência de limites na vida pessoal, familiar e profissional. * Dificuldade em dizer "não": medos e motivações psicológicas e espirituais. * Os três pilares para ensinar e integrar limites desde a infância: vinculação, diferenciação e respeito mútuo. * Características fundamentais de relacionamentos saudáveis com limites bem definidos. * Estratégias práticas para estabelecer e comunicar limites de forma eficaz e paciente.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 22
Estreou
29 de Setembro de 2025
Categoria
Família