Qual o teu nome
A MensagemT1 · E27

Qual o teu nome

05 de Novembro de 202528 min 36 s

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A tendência da comparação

Olá, é com alegria que partilho consigo esta mensagem bíblica de hoje. Há alguns anos, dias antes do aniversário da minha esposa, perguntei-lhe o que ela queria fazer no dia dos seus anos. Enquanto ela descrevia os seus planos, minha filha, de quatro anos na época, sentou no chão, cruzou os braços e fez cara de zangada. Perguntamos o porquê desse comportamento e ela disse que queria fazer anos também. Depois de dizermos que era aniversário da mamãe e não do dela, ela saiu e foi para o seu quarto, assim um bocado aborrecida. Enquanto a mãe afastou-se para ir preparar o pequeno almoço, eu fui até o seu quarto e perguntei o que ela gostaria de fazer nos seus dias de anos.

Para minha surpresa, ela começou a descrever cada item de uma festa de aniversário que ela tinha sido convidada a participar uns meses antes. A cada item que ela ia descrevendo, o sorriso ia voltando ao seu rostinho. Em alguns segundos, ela já estava eufórica com a possibilidade de ter também uma festa igual. Eu não disse que faria uma festa igual, mas só o simples fato de ela ter sido ouvida nas suas vontades já a puseram animada de novo. Me impressionou que um ser tão pequenino, com quatro anos, já queria o que o outro tem. Já se percebeu que todos nós somos assim? Já quis ter alguma coisa que outra pessoa tinha? Já se apanhou a pensar que seria feliz se tivesse as coisas que os outros têm?

Aquela roupa da marca tal, aquele telemóvel, aquele tablet, aquele carro, aquela casa, aquele computador, Já se apanhou a querer mesmo ter a cor da pele diferente, o cabelo, a cor dos olhos, ou mesmo todo o corpo diferente do que tens, talvez com outras formas e mais parecido com alguém famoso? Já quis ser mais inteligente como o fulano de tal? Quis tocar um instrumento como tal pessoa? A cantar como aquele cantor ou como aquela pessoa canta na igreja? Saber falar como tal e tal orador famoso, conhecido no mundo? Já quis ter nascido em outra família, em uma família mais rica, por exemplo? Já quis pertencer a outra igreja porque tua igreja é pequena demais ou porque o clube dos bravadores ou o clube de jovens que frequenta é pequenino e que nos acampamentos os outros se destacam mais do que o teu?

Ou por que nos comparamos tanto? Por que achamos que só seremos felizes se tivermos o que o outro tem? Porque agimos como se estivéssemos em uma competição constante a saber quem é o

A história de Esaú

melhor. Hoje quero contar para vocês ou trazer para vocês uma reflexão baseada em dois irmãos, gêmeos na Bíblia. Essa história nós encontramos no livro de Gênesis, primeiro livro da Bíblia, do capítulo 25, do verso 19 ao verso 34, que nós lemos assim. São essas as gerações de Isaac, filho de Abraão. Abraão gerou Isaac. Era Isaac de quarenta anos quando tomou por esposa Rebeca, filha de Betuel, o Arameu, de Padan Arã, e irmã de Labão, o Arameu. Isaac orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéreo. E o Senhor lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.

Os filhos lutavam no ventre dela. Então disse, se é assim, por que vivo eu? e consultou ao Senhor. E respondeu-lhe o Senhor, Duas nações há no teu ventre, dois povos nascido de ti se dividirão. Um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá o mais moço. Cumpridos os dias para que desse a luz, eis que se achavam gêmeos no seu ventre. Saiu o primeiro, ruivo, todo revestido de pelo, por isso lhe chamaram Isaú. Depois nasceu o irmão, segurava com a mão o calcanhar de Isaú, por isso lhe chamaram Jecó. Era Isaac de 60 anos quando Rebeca lhes deu a luz.

Cresceram os meninos. Isaú saiu perito caçador, homem do campo. Jacó, porém, homem pacato. Habitava em tendas. Isaac amava Isaú porque se saboreava da sua caça. Rebeca, porém, amava Jacó. Tinha Jacó feito um cozinhado quando, esmurecido, veio do campo Isaúl e lhe disse, peço que me deixes comer um pouco desse cozinhado vermelho, pois estou esmurecido. Daí chamar-se Edom. Disse Jacó, vende-me primeiro o teu direito de promogenitura. E ele respondeu, estou a ponto de morrer, de que me aproveitará o direito de promogenitura? Então disse Jacó, jura-me primeiro. Esse texto que nos conta a história desses gêmeos.

E logo no verso 22 diz que eles lutavam ainda dentro do ventre materno, dentro do ventre de Rebeca. É interessante perceber, já disputavam ali os gêmeos um com o outro, Ezaú e Jacó. Na cultura bíblica, o nome de alguém não é só o meio de identificar essa pessoa. O nome de alguém revela muito sobre o seu caráter, sobre a sua personalidade. Enfim, sobre aquilo que a pessoa é no mais profundo do seu ser. A Bíblia diz que o primeiro dos gêmeos a nascer foi Isaú. O nome Isaú tem por origem uma palavra que descreve alguém coberto de pelo, peludo. Normalmente, um bebê nasce sem pelos, às vezes com algum cabelo, mas no caso de Isaú, ele já nasceu com muitos pelos, como um homem adulto.

Um bebê que nasce com pelos, como se fosse um adulto. Por isso, podemos perceber que a intenção por trás do nome de Isaú, peludo, era dizer que ele já nasceu um homem feito. Um homem completo, um homem adulto, um homem já feito por si. Assim, o nome de Isaú, compreendido dessa forma, pode nos querer revelar muita coisa sobre ele. Isaú era o primogênito, tinha sido o primeiro a ser gerado, primogênito. Nos tempos bíblicos, os patriarcas, o primogênito é que tinha o direito da bênção do pai. Essa bênção incluía o direito à herança dos bens materiais, mas não só. Ela também trazia consigo a preeminência espiritual.

O primogênito, portanto, seria o sacerdote de sua família. Assim, ele era o que tinha por missão aproximar a sua família de Deus e preparar sua família para Deus. Mas havia mais. Segundo a promessa que Deus fizera a Abraão, era do primogênito que viria a linhagem do Messias, o salvador da humanidade. Assim, podemos ver no fato de Isaú ser o primogênito uma espécie de garantia de que tudo para ele já estava conseguido. Dava-lhe a ele a falsa impressão de já ser um homem feito. Não precisava de se esforçar para nada. Teria, além da benção material, a benção espiritual.

E é por isso que o texto que nós lemos, do verso 24 ao 34, vai nos dar a entender que Isaú cresceu como desejou. Não se preocupava com a sua vida religiosa, fazia o que lhe apetecia, gostava de satisfazer as suas vontades quando e como lhe agradasse. Gostava da liberdade do campo e da satisfação que a caça trazia. Mas essa aparente liberdade de ter e fazer as coisas quando lhe apetecia, por ter tudo garantido, foi, na verdade, o seu ponto fraco. Isaú vendeu seu direito de primogenitura ao seu irmão por um prato de comida. Não deu valor àquilo que lhe seria mais precioso enquanto ser humano. A bênção de Deus, a certeza de que Deus estava com ele.

Já se sentiu assim como Isaú, com a segurança e liberdade de que tudo está garantido e por isso pode fazer as coisas da tua maneira, segundo a tua vontade, sem preocupar, sem saber se está agindo de acordo com aquilo que Deus espera de você? Podemos cair nesse erro facilmente. Pensar que, por ser um cristão, tudo está garantido. Mesmo que o meu comportamento e a minha vontade sejam descuidados e em desacordo com a vontade de Deus, continuamos a viver como se tudo estivesse garantido, para que nós recebêssemos a bênção de Deus. Foi essa falsa segurança que levou Isaú a desprezar a bênção da primogênitura. Foi essa segurança de pensar já ser um homem feito, de que tudo iria continuar

A ambição de Jacó

como era. Que ele desprezou a bênção de Deus. Jacó, por sua vez, era um homem diferente. Vamos falar desse outro primogênito nesse instante. Nesse, no segundo, pôs-se o nome de Jacó, é isso mesmo, que significa puxar o calcanhar, pois quando Isaú nasceu, Jacó estava segurando o seu calcanhar. Esse nome descreve a personalidade de Jacó, alguém que puxaria o calcanhar, que derrubaria quem quer que fosse, inclusive seu irmão, para conseguir o que queria. Foi por isso que Jacó aproveitou a fome do seu irmão para comprar o direito da primogenitura. Mas por que Jacó queria tanto esse direito?

O texto bíblico descreve-o como sendo um homem pacato, mas preocupado com as coisas da família. Ao contrário do irmão, ele não tinha tudo garantido. Ele apreciava a promessa da bênção de Deus. Ele gostaria de andar com Deus como Abraão, seu avô, andou. Ele almejava fazer parte daqueles cuja descendência traria o Redentor ao mundo. Ele tinha esperança de ter a bênção da primogenitura, pois sabia que um anjo tinha dito à sua mãe, o mais velho servirá o mais moço. Por isso Jacó pôs em funcionamento todos os métodos que foi capaz de pensar para receber essa bênção. Ele vai aproveitar das circunstâncias contra seu irmão, vai enganar o pai, o sogro e vai até lutar com o próprio Deus para alcançar a bênção.

Porque Jacó simplesmente não confiou na palavra que Deus tinha dito de que ele era o escolhido. Porque não esperou que Deus entrasse em ação para cumprir o que prometera, Como seu avrô Abraão, Jacó achava que tinha de dar uma ajudinha a Deus para conseguir o que queria. Por isso, Jacó via seu irmão como um rival. Na verdade, Jacó queria tomar o lugar do seu irmão. Mas esse desejo de tomar o lugar do seu irmão era tão grande que ele, na verdade, perdeu a sua identidade e fez com que ele acabasse por pensar de que ele deveria ser o seu irmão. Para ter a primogenitura, Jacó pensava que tinha de ser Isaú. As coisas foram tão longe que um dia, depois de enganar o pai para receber a bênção da primogenitura, quando seu pai lhe pergunta, quem és tu?

Jacó responde, eu sou Isaú. Isso está em Gênesis, no capítulo 27, do verso 18 ao verso 19. Jacó não tinha entendido que para receber a bênção de Deus, ele só precisava ser ele mesmo. Ele não precisava ser Isaú. Deus não escolhera Isaú, mas a Jacó, como ele era. É interessante perceber que Deus não abandonou o Jacó, apesar da sua má compreensão dos planos de Deus para ele. Em Gênesis, no capítulo 28, do verso 10 ao verso 17, nós podemos ler que mesmo depois de Jacó ter fugido, de ter enganado seu irmão e fugido diante das ameaças do irmão, Deus estava com ele.

O texto nos diz, partiu Jacó de Berceba e seguiu para Arã. Tendo chegado a um certo lugar, passou a noite, pois já era só o posto. Tomou uma das pedras, fê-lo de seu travesseiro e se deitou ali mesmo para dormir. E sonhou, e eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu, e os anjos de Deus subiam e desciam por ela. Perto dela estava o Senhor, e Ele disse, Eu sou o Senhor, o Deus do Abraão, teu Pai, o Deus de Isaac. A terra em que agora estás deitado, eu te darei a ti e a tua descendência. A tua descendência será como pó da terra, estender-se-á para o ocidente e para o oriente, para o norte e para o sul. Em ti e na tua descendência serão abençoadas as famílias da terra. e eis que estou contigo e te guardarei por onde quer que fores, e te farei voltar para essa terra, porque te não desampararei, até cumprir aquilo que te hei referido." Despertando, Jacó do seu sono disse, na verdade, o Senhor está nesse lugar, e eu não sabia.

E Temendo disse, quão temível é esse lugar, é a casa de Deus, a porta dos céus.

A luta com Deus

Deus estava com Jacó, mesmo quando Jacó não sentia que Deus estava com ele, mas Deus lá estava. Apareceu para ele e disse isso para ele. O mais interessante na história de Jacó é que ele só recebeu as bênçãos de Deus quando ele aceitou quem era. depois de passar muitos anos longe da casa do pai, quando, depois de Deus dar a ordem para ele voltar à sua terra natal, em Gênesis, no capítulo 32, nós podemos ler o momento onde Jacó se encontra com Deus e, em luta, começa a lutar com Deus. E ali, no meio daquela luta, o texto nos diz assim, em Gênesis, capítulo 32, no verso 23 em diante, nos diz assim, leio para vós, Tomou-os a fazê-los a passar o ribeiro, fez passar tudo o que lhe apetecia, ficando ele só.

E lutava ele com o homem até o romper do dia. Vendo este que não podia com ele, tocou-lhe a articulação da coxa, deslocou-se a junta da coxa de Jacó na luta com o homem. E disse este, deixai-me ir, pois já rompeu o dia. E respondeu Jacó, não te deixarei ir se não me abençoares. E agora reparem na pergunta que Deus faz. Perguntou-lhe, pois, como te chamas? E ele respondeu, Jacó. Então disse, já não te chamará Jacó, e sim Israel, pois como o príncipe lutaste com Deus e com os homens e prevaleceste. É interessante, meus queridos, Jacó precisou de muitos anos para reconhecer quem ele era, um enganador.

Enganava as pessoas, enganava a si mesmo, mas não conseguia enganar a Deus, porque Deus sabe como somos. Ele só recebeu a bênção a partir do momento em que reconheceu quem ele era. Deus esperou durante todos esses anos para que Jacob pudesse reconhecer que ele não precisava de ser Isaú, que ele não tinha necessidade de comparar-se com o sermão para que Deus o abençoasse. Deus esperou Jacó e espera por cada um de nós. Chegou o dia, finalmente, em que Jacó assumiu quem era. Em que Jacó, eu imagino ele na luta com Deus, dizendo para Deus, Senhor, eu tenho tentado fazer a Tua vontade.

Eu tenho tentado ser alguém. que possa trazer orgulho a ti, mas eu não consigo. Eu sou Jacó, eu sou o enganador." E Deus, nesse momento, olha para ele e diz, era só isso que eu precisava, Jacó, só que você reconhecesse que você foi escolhido por mim, mesmo sendo quem era. Deus espera de nós, meus queridos, a cada um de nós, que reconheçamos que Ele nos escolheu como somos, que fazemos parte do plano que Ele tem para nós exatamente como somos. Ele aguarda que confiemos nEle. E quando isso acontecer na nossa vida, como Jacob, poderemos ter a certeza de que estaremos a contribuir para a vinda do Messias nesse mundo.

É interessante perceber que, como Jacó, Deus nos escolheu desde o nosso nascimento. E sabem, essa é uma ideia que demorou tempo para eu assimilar, mas é verdade. A Bíblia nos diz que Deus escolheu-nos desde o nosso nascimento, de que nós Pertencemos a Ele, de que Ele fez tudo o que é necessário para que cada um de nós possa receber a vida eterna, conhecê-lo a Jesus como Salvador. A dificuldade que muitos de nós temos é que por percebemos os nossos erros, percebemos as nossas dificuldades, achamos que Deus nos rejeitou por causa do nosso pecado. Não esqueçam, meus queridos, que Deus, Ele odeia o pecado, mas não o pecador.

O pecador, Ele ama, Ele busca, Ele abraça. E Deus nos escolheu como quem somos. Isso é interessante pensar, porque podemos pensar que Deus olharia para a vida de Jacó e pensaria, sim, que Jacó iria cometer uma série de erros e Deus poderia dizer para Jacó, não, eu vou desistir de você, eu não preciso de você porque você falhará muito. Mas Deus escolheu Jacó sabendo, mesmo assim, das suas falhas e dos seus erros. E é por isso que Deus não desiste de nós, apesar das nossas más escolhas. Nós não precisamos ser outra pessoa para recebermos as bênçãos de Deus. Precisamos simplesmente aceitar quem somos e deixar Deus agir na nossa vida.

É isso mesmo, meus queridos. Aceitar quem somos. Olhar um dia para Deus e dizer, Senhor Deus, eu sou o Hernani, eu sou a Maria, eu sou o João, eu sou o José, eu sou a Ana, Eu sou essa pessoa que tem tentado

A aceitação de si mesmo

fazer a tua vontade, mas que não consegue. É interessante pensar que talvez Pedro tenha passado por essa mesma experiência. Um dia, depois de ter negado Jesus três vezes, Jesus se encontra com ele. E pergunta três vezes se ele amava Jesus. Tu me amas? E Pedro respondia, sim, senhor, tu sabes que amo. Mas é interessante porque a intensidade das palavras era como se Jesus perguntasse para Pedro, Pedro, você me ama? E Pedro respondia, senhor, eu gosto de ti. Pedro, você me ama? Sim, senhor, eu gosto de ti. Pedro, você me ama, e Pedro olha para Jesus e diz, Senhor, o Senhor sabe todas as coisas. O Senhor sabe que eu até tenho vontade de te amar, mas eu só gosto de ti.

Eu gostaria de te amar profundamente, e é assim que eu sou. Eu aprendi, Senhor, a não fugir da realidade, daquilo que sou. A parar de mentir para mim mesmo, a parar de enganar a mim mesmo. Essa experiência de Pedro é refletida um bocadinho nessa experiência de Jacó que partilhamos hoje. Jacó aceitou quem era. Finalmente, ele reconheceu quem era. Finalmente, Deus poderia trabalhar no coração dele e tornar dele Israel. Fazer dele um homem a quem serviu de nome, na verdade, para uma nação que nós conhecemos a existência até hoje. A nação pela qual Deus trouxe Jesus Cristo a esse mundo. mesmo que às vezes as nossas escolhas não vão sempre na direção da vontade de Deus.

Não percamos a fé no Senhor. Acreditamos, possamos acreditar que Jesus continua ao nosso lado, como fez com Jacó nos momentos em que Jacó estava afastado da família, longe de tudo, achando que os planos de Deus para ele não funcionavam mais. Ao aceitar quem somos, nós podemos nos entregar na mão de Jesus, como somos. Ele vai cumprir o seu plano na nossa vida, na nossa existência, como fez quando Jacob. Quando assim o fizermos, acabarão as rivalidades, pois perceberemos que Deus escolheu a cada um exatamente como nos escolheu a nós. É isso mesmo, meus queridos. Quando aceitamos Jesus na nossa existência, aceitamos quem somos e abrimos o nosso coração para Jesus, os conflitos vão diminuir, as rivalidades vão diminuir, porque nós vamos perceber que finalmente não precisaremos disputar com ninguém o lugar no céu.

Que não precisamos disputar com ninguém a nossa posição e o nosso lugar na igreja. Que não precisamos lutar com ninguém para sermos cristãos, fiéis e de qualidade. É isso que acontece quando deixamos Jesus entrar na nossa vida. Nós passamos a ser homens e mulheres que sabemos quem somos, que seguimos ao Deus o grande eu sou, que sabe quem é, e que, descansados nele, a cada dia ouvimos a direção a seguir. O meu desejo é que essa mensagem possa te ajudar a aceitar quem és diante de Deus e dos homens, e deixar que Deus mostre quem tu és para Ele.

Momento musical e louvor

Deus nos tem chamado E com amor guiado Tem nos motivado a prosseguir Tem nos dirigido Nos tem fortalecido tem mostrado que está na direção eu não vou temer nem desistir Deus vai Vai me conceder mais o seu poder Basta segurar a sua mão Ele vai fazer de mim um vencedor Não importa quem eu fui ou quem eu sou O seu sangue é poderoso Seu amor

é milagroso Nele sei que posso tudo conseguir Ele vem e o que eu vou me tornar? Se eu nele esperar e confiar Seu amor é fortaleza Me dá força na fraqueza Por sua graça vou vencer Vou triunfar Olhe ao seu lado e veja com cuidado Quantas vidas Deus já transformou Foram destruídas Mas hoje estão erguidas São troféus do seu amor E seu poder Não

duvide se alguém disser Que transportou montanhas pela fé Pela fé Um poder assim Deus nos prometeu Se você quiser, pode ser seu Ele vai fazer de mim um vencedor Não importa quem eu fui ou quem eu sou O seu sangue é poderoso Seu amor é milagroso Nele sei que posso tudo conseguir Ele vê em mim o que eu vou me tornar Se eu nele esperar e confiar Seu amor é fortaleza Me dá força na fraqueza Por

sua graça vou vencer Por sua graça vou vencer Nessa graça vou vencer Volte.

Sobre este episódio

Aprofunde-se numa poderosa reflexão sobre a natureza humana e a nossa incessante busca por aquilo que os outros possuem. Este episódio de "A Mensagem" mergulha na intrigante história bíblica de Esaú e Jacó, dois irmãos gémeos cujas vidas ilustram os perigos da comparação e a beleza da autenticidade. Descubra como o primogénito Esaú, seguro da sua posição, negligenciou o seu maior tesouro, enquanto Jacó, determinado a alcançar a bênção, se debateu com a sua própria identidade, tentando ser quem não era.O que acontece quando finalmente nos entregamos a Deus, deixando de lado as máscaras e as competições? Esteja preparado para uma jornada de autoconhecimento que o desafiará a confiar no plano divino para a sua vida, aceitando-se tal como é. Vamos explorar desde as falsas seguranças e o desprezo pela bênção divina, até à revelação de que Deus nos escolheu tal como somos, com as nossas falhas e virtudes, culminando no fim das rivalidades e na paz em Cristo.

Série
A Mensagem · 72 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 27
Estreou
05 de Novembro de 2025
Categoria
Espiritualidade