Que queres que eu faça?

Que queres que eu faça?

23 de Junho de 202528 min 14 s

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Olá, olá. Tão bom estar de regresso aqui à Novo Tempo. Muito obrigado pela sua preferência também em juntar-se a mim e a toda a equipa aqui na Novo Tempo. Talvez alguns estão obviamente a escutar-me na RCS. Um abraço também para os que apenas ouvem. Alguns veem. Por isso fica aqui este meu apelo já no início da Voz da Esperança. Especialmente para os nossos ouvintes da Rádio RCS que podem ver-me e ver a Voz da Esperança na televisão, se é o caso. Talvez possam ter a curiosidade de nos ver e o ambiente aqui do nosso estúdio e a mim próprio. Já sabe, para isso basta ir à televisão, na sua televisão na MEL. Por enquanto, pelo menos, precisa ter a operadora MEL para nos ver na televisão, propriamente.

vai ao canal 186 da Mel, e é lá que nós estamos. Naturalmente que se está aí a pensar, até gostava de ver a Voz da Esperança, não apenas ouvir, mas não tenho mel, é claro, pode sempre ir ao YouTube, e aí, aliás, é um canal que eu aconselho a seguir, acompanhar, é o canal da Novo Tempo Portugal, no YouTube, Porquê? Porque não apenas tem a Voz da Esperança lá e pode ver todos os episódios. Aliás, mal o episódio acaba aqui na sua TV, automaticamente ele fica logo disponível lá no Youtube. Pode ver todos os episódios e, portanto, também este episódio. Mas não só, pode ver os muitos programas. São dezenas e dezenas de episódios espalhados pelos vários programas aqui que temos sempre na antena da Novo Tempo, que também pode seguir no Youtube.

Portanto, como vê, há mais do que razões suficientes. Na verdade, até no nosso site já agora fica esta informação aqui no início, porque às vezes convém lembrar estas coisas, não quero fazê-lo perder muito tempo aqui com informação, não são propriamente anúncios, apenas estou a mostrar-lhe que há esta rede da Novo Tempo, que pode ser vista e ouvida de várias formas. Eu estava a dizer-lhe que o site da Novo Tempo também é uma autêntica plataforma de conteúdos, na verdade, por isso fica aqui essa nota, novotempo.pt. Procure. Vai verificar que lá tem a área de TV, onde tem também todas estas séries, e onde pode ver a Voz da Esperança, ou ver a televisão em direto, porque o streaming da Novo Tempo também lá está. Portanto, lá está. Se não tiver a Mel, pode perfeitamente ver a Novo Tempo através do site.

Mas ali tem a área do rádio, RCS, aí pode ouvir os programas em podcast, mas também tem cursos bíblicos. Fica esta nota também muito importante porque nós temos uma série de cursos bíblicos e até outros cursos temáticos, por exemplo, para a área da família, na área do estilo de vida, cursos que pode fazer alguns de forma interativa, outros pode baixar o PDF destes cursos e aproveitar esta muita, muita informação que ali temos. É o caso deste curso que tenho aqui na minha mão, para aqueles que me estão a ver e quero mostrar-lhe hoje, é o curso Guia de Estudo Eu Creio. E hoje queria já fazer esta oferta porque é um extraordinário curso, já o temos oferecido também aqui na Novo Tempo, na rádio, em diferentes programas.

Se calhar, para aqueles que ainda não tinham ouvido falar dele, eu o aconselho vivamente. É uma autêntica viagem por diversos temas da Bíblia que nos ajudam, lá está, Por isso o nome é o Creio, o subtítulo é Revelando a Palavra de Deus. Ou seja, com esta pequena revista vai ter acesso a um conjunto de informação da Palavra de Deus, a Bíblia, que o vai ajudar a esclarecer dúvidas, se calhar até se já é uma pessoa que gosta e que acompanha os temas bíblicos, aqui vai poder aprofundar vários temas, já sabe. O nosso contacto 933-939291. Mais fácil que isto, é quase impossível. 933-939291. Basta enviar uma mensagem, basta enviar o nome Eu Creio, se quiser mesmo falar desta revista, ou dizer que gostava de receber a oferta da Voz da Esperança, e nós vamos entrar em contato consigo e enviar-lhe esta revista Eu Creio.

O nosso programa está a avançar, e por isso vamos escutar Voz da Esperança é o nome deste programa. Também é o nome do nosso quarteto. Um quarteto feminino que com a beleza das suas vozes sempre nos encantam e nos

Momento musical

inspiram. Ao piano e a dirigir este quarteto está o nosso maestro, o músico André dos Santos. E vamos escutar precisamente a nossa abertura. Oh, que esperança! Vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Reconstruímos o que Jesus nos dá Fé na promessa que nos fez.

Vejo. Que o tempo logo vai E as missões daqui a lá vai Vai, a letra vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia! Servos de mil de domingo a tocar Prevos Jesus voltará A todo mundo a missagem levar Prevos Jesus voltará Ondas e volos do som e do ar, Breve Jesus voltará.

Ondas do mar, a canção e do ar, Breve Jesus voltará. Levante-se, Deus, cobrirá Levante-se, Deus, cobrirá.

O que queres que eu faça

Voltamos para o nosso tema de hoje, que vamos fazer aqui também uma pequena viagem. Aliás, eu começo já por dizer-lhe que já pensou o que é que une alguns personagens bíblicos, como Paulo, por exemplo, o grande apóstolo Paulo, o jovem Rico, de quem conhecemos tão pouco, mas um encontro muito transformador com Jesus, ou até um personagem mais de passagem na Bíblia, o carcereiro de Filipos, que também ele se cruzou com Paulo. Parece meio aleatório a escolha destes personagens, mas há uma razão, que é hoje o tema que lhe proponho. Estes homens, em diferentes momentos e circunstâncias da sua vida, foram confrontados com um questionamento, uma pergunta, que é um questionamento profundo, sincero, às vezes até angustiante.

E este questionamento é feito muitas vezes na nossa vida a Deus. Por exemplo, o apóstolo Paulo, ainda na Bíblia muitas vezes designado por Saulo, quando ele perseguia os cristãos, ele estava a caminho de Damasco e o que é que nos está lá registado no livro de Hades? Que de repente Paulo foi... Saulo foi... Recebido por aquela luz fortíssima, era Jesus que lhe apareceu. Ele caiu do seu cavalo e, atónito, ele disse, Senhor, o que queres que eu faça? E Deus realmente respondeu-lhe, levanta-te e vai à cidade. Ora, se pensarmos, eu falava-lhe do jovem rico, estamos agora no Evangelho, um pouco atrás na Bíblia, no Evangelho de Lucas, ali no capítulo 18, e o texto diz que este homem um dia abordou Jesus, ele era um príncipe, um jovem príncipe, e ele perguntou a Jesus, bom mestre, o que hei de fazer para herdar a vida eterna.

E, finalmente, o tal carcereiro Filipes, que tinha Paulo e Silas presos na sua prisão, que acabaram por ficar libertos com um terramoto. Enfim, depois desse encontro em que ele percebeu a grandeza de Paulo e de Silas, a história diz-nos que ele tirou-os para fora e disse-lhes, senhoras, o que é necessário que eu faça para me salvar. Ora, talvez, não sei se percebeu aqui a ligação entre estas três histórias, mas ela é claro. Uma pergunta que qualquer um destes homens fez. O que é que é preciso que eu faça? O que queres que eu faça? O que tem de ser feito? É a pergunta. Uma espécie de grito de alma.

Na verdade, nós precisamos de fazer continuamente esta pergunta a Deus. Porque Deus tem um propósito, creia nisso, Deus tem um chamado, um propósito que Ele confia a cada um de nós. E é por isso que esta pergunta é tão importante e também tão pessoal. O que é que será que Jesus nos pede para fazermos? o que queres que eu faça? Eu queria-lhe propor, temos aqui dez minutinhos, veja, um curto tempo no qual eu lhe vou tentar responder esta pergunta, usando um princípio que encontramos aliás no texto, na carta de João, quando ele dizia, aquele que diz que está nele, em Jesus, também deve andar como ele andou. E por isso eu vou falar-lhe aqui de duas histórias de Jesus que, na verdade, são uma espécie de referência.

Por isso, tal como Jesus andou, nós devemos andar. São uma referência à qual eu lhe proponho hoje para responder a esta pergunta. O que devemos fazer?

Cuida dos outros

Se hoje o próprio Deus estivesse na nossa presença e nós pudéssemos dizer, meu Deus, meu Criador, o que queres que eu faça? Vou-lhe propor, então, duas respostas a esta extraordinária pergunta, a partir do exemplo que Jesus nos deixou. Começo por partilhar consigo um texto que está em João, no Evangelho de João, no capítulo 19. Vou, aliás, dizer-lhe que é uma das histórias que mais me impressionam na Bíblia. Leio-a com alguma frequência, toca-me profundamente este momento. Repare, Jesus está na cruz E agora vamos ler, e vou partilhar consigo antes de dar alguns detalhes. O texto diz o seguinte. Junto à cruz de Jesus estava a sua mãe, Maria, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e ainda uma terceira Maria, Maria Madalena.

O versículo 26 diz o seguinte. Ora, Jesus vendo ali a sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, então Jesus disse à sua mãe, mulher, tens aqui o teu filho. E depois disse ao discípulo, eis aqui tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. Este texto impressiona-me muito, porque penso no seguinte comigo. Jesus está na cruz, está num sofrimento físico brutal, mas também num sofrimento psicológico e espiritual, sobretudo, por tudo o que estava em causa naquele momento. Ainda assim, com o peso de levar aos seus ombros a salvação de uma humanidade inteira, o peso de um grande conflito com o próprio Satanás.

É tudo isso que Jesus está a viver e a sentir naquele momento. E veja, Jesus parece que faz uma pausa nessas grandes questões universais, espirituais. E nessa pausa, Jesus vai apenas fazer o seguinte, cuidar da sua mãe. E é tão impressionante ver que a ação de Jesus foi tão empática, de tanto amor, que ele parou e esqueceu os seus problemas e as suas dores para que a sua mãe encontrasse conforto e consolo naquele momento. Então, a primeira resposta de Jesus, no seu exemplo, à pergunta, o que é que queres que eu faça? Eu proponho-lhe esta resposta. É Jesus que nos dá. Cuida dos outros.

Olha para os outros, os que estão à tua volta e precisam de ti. Usa de carinho, de empatia, de boa vontade. Como é que se manifesta isto? Nós não vamos estar numa cruz, a morrer e a sofrer. Mas nós cruzamos os caminhos da nossa vida. O que é que nós podemos fazer? O que é que o exemplo de Jesus nos diz? Usa palavras boas. Escolhe palavras que edifiquem. Palavras que constroem. Palavras que cuidam. Palavras que erguem. Foi isto que Jesus fez toda a sua vida. Foi isto que Jesus fez até na sua morte. Num momento de grande sofrimento. Podemos dizer que este exemplo de Jesus é como um apelo para nós fazermos o seguinte.

Meu querido amigo, note bem. Minha querida amiga. Este exemplo de Jesus diz-nos isto, vamos parar de criticar, de julgar, de refilar ou até de nos queixarmos. Vejam o seguinte, porque é que eu digo isto? Porque na cruz Jesus tinha razão para fazer tudo isto. Por exemplo, Jesus tinha razão para se queixar na cruz, tinha ou não? Jesus estava a viver dores físicas, mas também a dor da injustiça. E em vez de se queixar, Jesus usou as suas palavras e o seu coração para cuidar, para fazer o bem, não para se queixar. Jesus também podia criticar. Era um momento mais do que justo para Jesus ser crítico, por exemplo, com os discípulos. A maior parte dos discípulos tinham abandonado Jesus.

Uns tinham-no traído, o apóstolo Pedro estava a blasfemar contra ele, e Jesus ali podia dizer criticar os seus discípulos, seus desgraçados, mas ele não vai com essas palavras. Em vez de criticar o que é que ele vai fazer e levar, erguer, Jesus também podia fazer outra coisa, que era julgar. E não só era o momento certo como Jesus tinha autoridade para julgar. Quem é que Ele poderia julgar naquele momento? Olhem, os carrascos, aqueles que o estavam a matar, aqueles soldados. Mas em vez de se preocupar ao perder tempo com palavras de julgamento, o que é que Jesus vai fazer? Estender a mão, cuidar, unir o discípulo, João no caso, à sua mãe. O que é que este texto nos diz?

Que o reino de Deus não é um lugar de críticas, não é um lugar de queixumes, não é um lugar de azudumes. E sejamos honestos, a nossa vida muitas vezes é feita destas coisas. Nós queixamos porque alguém não nos fez o que nós desejávamos, porque o trabalho não é isto ou não é aquilo. Nós temos azedumes com as pessoas, é com o vizinho do lado, é com o indivíduo que vai à frente na autostrada ou no trânsito e se mete à nossa frente. Enfim, as nossas palavras tantas vezes são negativas, são um peso terrível sobre nós próprios. E Jesus diz, sabes o que é que eu quero que tu faças? O mesmo que eu. Gestos e palavras de amor. Bondosas. Palavras que animam e restauram. Mãos que se estendam para amparar e para levantar.

Quando fazemos isto, é a nossa própria vida que ganha mais propósito e sentido. É por isso que eu proponho, precisamente, esta resposta. A primeira resposta à pergunta, o que queres que eu faça? Jesus responde, faz como eu. Usa a tua influência, o teu tempo, os teus bens, os teus recursos, as tuas palavras para o bem.

Vigiar e orar

E agora vamos a uma segunda história de Jesus, onde vamos buscar aí um exemplo, também Ele, extraordinário. Eu vou aqui à minha Bíblia, Já sabe que eu gosto de, de vez em quando, abrir aqui a Bíblia diretamente para lermos um pouco. Temos cinco minutinhos, vai nos servir para ler um texto, vou-me sentar aqui, um texto que está no livro de Mateus. Voltamos a Jesus, claro, porque é ele que estamos a olhar, um pouco antes da história que vimos há pouco, também um momento bastante duro, e nós vamos encontrar aqui no capítulo 26, é onde estou a ler, do livro de Mateus, um momento em que Jesus vai fazer o seguinte. Ele vai a um lugar à parte chamado Gethsemane e disse aos seus discípulos, assentai-vos aqui enquanto eu vou além orar.

E o texto diz que ele levou consigo Pedro e os dois irmãos, os dois filhos de Zebedeu, e começou a entristecer-se e a angustiar-se. Muito, claro, Jesus antecipava o que é que ia acontecer e então disse-lhes, a minha alma está cheia de tristeza até à morte, ficai e vigiai comigo. E depois, então, ele foi à parte orar, e uma oração muito conhecida. Jesus dizia, pai, se é possível, passa de mim este cálice, mas não se faça à minha vontade, mas a tua. E volta para os discípulos e achou-os adormecidos, diz o texto. E disse então a Pedro, então, nem uma hora puderam orar e vigiar comigo. E fez-lhes uma... Um alerta.

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação." Na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Depois o texto continua dizendo que Jesus foi uma segunda vez, voltou a fazer a mesma oração, e depois voltou, e quando voltou para os discípulos, novamente estavam adormecidos. Quer dizer, nem assim, com esta alerta de Jesus, eles foram capazes de ficar acordados, e diz o texto que os seus olhos estavam carregados. O que é que podemos aprender com este texto e o que é que ele nos diz que devemos fazer? Na verdade, o alerta que este texto nos faz é de que nós precisamos de vigiar, de cuidar e zelar de que é da nossa condição espiritual.

O que este texto nos mostra é que nós nos deixamos dormir ou adormecer, entorpecer ou distrair muito facilmente. Nós percebemos isso aqui pelos discípulos, que estavam a viver um momento extraordinário, um momento solene. Jesus estava prestes a entregar a sua própria vida. O seu amigo Jesus, o seu mestre, estava ali em grande sofrimento. E eles como se estivessem fora do mundo, fora da realidade. Ou seja, não entenderam a solenidade do tempo que estavam a viver. Ora, acredite nisto, nós precisamos também muito de entender a solenidade do tempo que vivemos, mas este tempo que vivemos pode ser diferente para cada pessoa, que é o tempo específico da nossa vida, os momentos da nossa vida, aqueles momentos às vezes decisivos, tão importantes.

Por isso é que se nós formos apanhados, distraídos e adormecidos... E adormecidos não é literalmente, com certeza. Adormecidos, a maior parte das vezes, significa para nós simplesmente desatentos, talvez com o corre-corre da vida, com as muitas tarefas que temos para fazer. E simplesmente a rotina vai levando os nossos dias e nós deixamos de investir no que é mais importante. É por isso que esta história nos diz o que é que precisamos de fazer. Meu querido amigo e querida amiga, precisamos de investir na nossa relação com Deus. É isso. Como é que fazemos isto? Deixe-me ser até bem prático. Alguns exemplos práticos e diretos. Alguns de nós precisamos de passar menos tempo nas redes sociais, a ver-lhes uns atrás dos outros, e precisamos de mais tempo a ler a Bíblia, a estudar a Palavra de Deus e a buscar inspiração para a nossa vida.

Outros precisam de talvez menos tempo em divertimentos, em entretenimentos, coisas que nos distraem. Podem até ser úteis, claro, às vezes para relaxarmos. Mas às vezes passamos tempo a ver séries no Netflix, ou a ver televisão, ou a ver futebol, ou a praticar hobbies, sejam eles quais forem, e precisamos de passar mais tempo a orar, a buscar uma comunhão com Deus, a interceder, a buscar a unção do Espírito Santo. Precisamos, alguns de nós, sabe de quê? De menos tempo a trabalhar e a dedicar toda a nossa vida à carreira, para termos sucesso e estatuto. E precisamos, talvez, dedicar mais tempo à nossa família, às coisas mais importantes.

Quem sabe à obra de Deus ou a outros grandes princípios e valores ou causas até, que estejam alinhados com os valores cristãos. Nós precisamos de aprender a investir naquilo que é mais importante. Isso chama-se fazer provisão espiritual. E hoje desafio precisamente a fazer essa provisão na sua vida, porque Deus tem bênçãos reservadas para si, mas para isso precisamos de orar e vigiar, estar atentos e confiar em Deus. Quando só em pensamento Eu contemplo o teu poder Vejo as tuas maravilhas Vejo o lindo entardecer E pergunto assim calada O que fiz para merecer Esse amor tão declarado Esse amor que vem de Deus Meu desejo é ser leal Meu desejo é ser fiel

É viver o dia a dia Já sonhando com o céu Se amigos meus me deixarem E do teu nome até zumbarem Ainda assim eu não te deixarei E como seja qual, eu não te deixarei Senhor Eu só vou poder dormir em paz E só vou descansar Se comigo Tu ficares Só o brilho dos teus olhos é capaz de te devolver A esperança já perdida, a

vontade de viver Só teu braço tão amigo Meu abrigo onde eu posso me esconder Meu desejo é ser leal Meu desejo é ser fiel É viver o dia a dia Já sonhando com o céu Se amigos meus me deixarem E do teu nome desumparem Ainda assim eu não te deixarei E como seja qual Eu não te deixarei Eu só vou poder dormir em paz E só vou descansar estrangeira.

Encerramento

Chegamos ao final de mais um episódio da Voz da Esperança. Que bom que foi. Acredito para mim estar aqui deste lado, partilhar hoje esta mensagem e estas reflexões consigo. Mas não vou embora por muito tempo. Pode continuar sempre a seguir-nos aqui na Novo Tempo ou na rádio. E se Deus quiser, com vida e saúde, se Deus nos conceder, estaremos cá na próxima semana para mais um episódio. Até lá. Que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Prepare-se para uma profunda reflexão que ecoa através dos tempos e nos conecta a figuras bíblicas tão diversas como o apóstolo Paulo, o jovem rico e o carcereiro de Filipos. Qual o elo entre eles? Uma pergunta universal e urgente que, na sua essência, nos interpela a todos sobre o nosso propósito e ação: "O que devo fazer?" Neste episódio, mergulhamos no significado desta questão transformadora, explorando a resposta que o próprio Jesus nos oferece para navegar pelos desafios da vida e alcançar um propósito maior, inspirados pelo Seu próprio exemplo. Desvendaremos duas poderosas lições extraídas da vida de Jesus, que nos guiam em como agir. Primeiro, seremos desafiados a "cuidar dos outros", aprendendo a estender a mão, a edificar com palavras de bondade e a abster-nos de críticas ou queixumes, tal como Cristo fez nos seus momentos mais difíceis. Em segundo lugar, o programa convida-nos a "investir na nossa relação com Deus". Descubra como trocar o tempo de distrações por momentos de oração e estudo da Palavra, e priorizar a família e os princípios cristãos em detrimento da busca incessante por sucesso mundano. Uma chamada à "provisão espiritual" que promete transformar a sua vida com um sentido renovado e as bênçãos divinas.

Série
Voz da Esperança · 71 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 13
Estreou
23 de Junho de 2025
Categoria
Outros