24:57O Ser Família está de volta, e também está de volta Marcos Bonfim, como convidado mais uma vez no programa de hoje, e como já é habitual, também Daniel Bastos Amos. Bem-vindos. Obrigado. Hoje vamos falar de finanças. Já diz um ditado bem português, em casa onde não há pão, todos ralham, ninguém tem razão. Este é, sem dúvida, um dos problemas, um dos grandes causadores de conflitos no seio da família, não é, Daniel? O dinheiro é sempre um problema e base para muitos conflitos. Por isso, Marcos, queria-te fazer uma pergunta. Quais são os princípios que devem reger a vida financeira de uma família? Olha, interessante, você disse que o dinheiro é um problema, para mim o dinheiro seria a solução.
Mas, assim como nos conflitos, nós vimos em alguns programas anteriores, nós devemos ter a visão do grande conflito. Paulo diz, nossa luta não é contra a carne e sangue, mas contra os potestades espirituais do mal. Por detrás da cortina que separa o visível do invisível, existem dois grupos de seres, nós vimos isso em programas anteriores, são os seres da luz de um lado e os seres das trevas de outro lado. E as nossas finanças estão inseridas nesse contexto do grande conflito.
A maneira como usamos o nosso dinheiro e os recursos que são colocados nas nossas mãos vão determinar de que lado que a gente está. Qual o lado que eu estou? Então eu preciso compreender a origem e propósito dos meus bens.
E tem uma parábola muito interessante no Evangelho de Lucas, capítulo 19, que diz que um certo homem, começando o verso 12, um certo homem, nobre, partiu para uma terra distante com o fim de tomar posse de um reino e voltar. Chamou dez servos seus, confiou-lhes dez minas e disse-lhes, negociei até que eu volte. Então, ele deu o dinheiro dele para os servos, uma mina, que era uma unidade monetária, ele deu uma mina para cada um dos servos e disse, agora vocês negociem até que eu volte, negociem com o meu dinheiro. Isso é uma parábola para a minha vida. Cada mês, quando eu recebo o meu salário, é esse senhor que está me dando a sua mina e dizendo, negocie até que eu volte.
Ou seja, o dinheiro que eu recebo, os recursos que são colocados nas minhas mãos, eles não me pertencem. Eles pertencem ao Senhor. E o Senhor está dizendo para mim, eu quero que você negocie até que eu volte. Ele vai voltar, a Bíblia fala que Ele vai voltar. Não me pertence, está na minha posse, mas eu devo negociar para Ele até que Ele volte. para fazer avançar o reino dele, para fazer crescer o reino dele. Interessante que quando ele voltou, compareceu o primeiro e disse, verso 16, Senhor, a tua mina rendeu dez. Respondeu-lhe o Senhor, muito bem, servo bom, porque foste fiel no pouco, terás autoridade sobre dez cidades.
Veio o segundo dizendo, Senhor, a tua mina rendeu cinco. Aí se disse, terás autoridade sobre cinco cidades. Vem então o outro dizendo, eis que senhora tua mina, que eu a guardei embrulhada num lenço, eis aqui, eu a guardei embrulhada num lenço, porque tive medo, que és homem rigoroso, tiras o que não puseste, cefas o que não semeaste, respondeu-lhe o senhor, servo mal, por tua própria boca te condenarei, sabestes que sou homem rigoroso, que tiro o que não pus, e cefo o que não semeei, porque não puseste meu dinheiro no banco, E então a minha vinda, a minha vinda eu receberia com juros. E aí disse aos que assistiam, tirai-lhe a mina e dai ao que tem destas." Me impressiona essa parábola, porque esse que recebeu uma mina, todos receberam uma, esse que recebeu uma e apenas devolveu a que havia recebido, ele disse, servo mau e infiel.
Mas ele não roubou nada. Ele não subtraiu nada do Senhor, ele devolveu aquilo que recebeu. Mas o Senhor disse, você serve ao mal, não presta para nada, porque eu lhe dei a mina para você fazer multiplicar. E eu me lembro do meu pai cada mês perguntando para minha mãe, como que nós podemos fazer com que esse salário decria? Interessante a linguagem do meu pai. Engraçado. Nós dizemos que ele não cresce, não podemos plantá-lo, mas afinal pode dar cria. Então, existem pessoas, existem dois tipos de mentalidade. A primeira pergunta que uma pessoa faz quando recebe o salário, geralmente é, como que eu vou gastar?
Qual conta que eu vou pagar primeiro? E aí você já vê para onde vai a vida financeira dessa pessoa. Mas a pergunta que a pessoa deveria fazer é, Talvez semelhante à pergunta do meu pai. Como eu faço para esse salário dar cria, para se multiplicar? Quais são as ações que nós como família devemos fazer, ou eu como indivíduo devo fazer para esse salário multiplicar? Não apenas para mim, mas para honrar aquele que é o verdadeiro dono desses recursos. Aí está a base para mim de todas as ações. subsequentes na minha vida financeira. E são duas visões de mundo completamente opostas.
Uns ganham para gastar, para depredar, para acabar com aquilo que ganharam. E outros ganham com a visão de fazer crescer. Como é que eu posso fazer crescer? Como é que eu posso aumentar isso que eu recebi de Deus para devolver para Ele? Criar valor com aquilo que recebi. Criar valor com aquilo que recebi. Sendo que, muitas vezes, quando pensamos em poder multiplicar, temos que pensar ou em poupar ou em investir, não é? Porque se o gastamos, não o retemos.
Normalmente, as pessoas tendem, não sei como é que acontece nos Estados Unidos, na América, mas em Portugal os níveis de poupança são muito reduzidos. porque as pessoas tendem a poupar com o que sobra. Pagaram as despesas todas, chega ao final do mês. Se tiverem sorte de não acabar primeiro o cheque e ainda faltar meses, se sobrar alguma coisa, então vão poupar. Isso acaba por não ser um ato intencional e trabalhado e ponderado. E por isso chega-se ao fim. Afinal, não há dinheiro, não se poupa. Deve ser um ato intencional. São essas duas visões de mundo. Uma visão de mundo está voltada para a gastança. Para o consumo. Para o consumo. E a outra visão de mundo está voltada para a poupança. Eu usei a palavra gastança propositalmente para rimar com a poupança.
Então, uns acabam com tudo que têm e outros quando recebem esse salário têm um foco o primeiro objetivo é poupar. Então, a gente tem algumas ações que precisam estar na sequência certa. Aí, nesse caso, a ordem dos fatores vai alterar o produto. Então, a primeira ordem da sequência é trabalhar. Para só então ganhar, para depois dar, então economizar, E no final gastar? Quando você inverte essa equação, você tem problema na sua vida financeira e aí você entra em dívidas.
Porque as pessoas, em lugar de começar pelo trabalho, elas começam pelo gasto. Eu gasto primeiro e depois vou trabalhar para pagar o que eu já gastei. Essa é uma sequência completamente insalubre, ela não é saudável. Porque não é essa sequência correta e verdadeira das coisas. Para eu gastar, eu preciso ter dinheiro. Para eu ter dinheiro, eu preciso trabalhar. Então, primeiro, precisa vir o trabalho. Depois, vem o ganho. Depois do ganho, a Bíblia diz que eu devo dar. Não é minha inclinação dar, eu quero se muito guardar, mas dar eu não quero. Mas a Bíblia diz, primeiro, eu devo dar.
Depois de dar, eu devo poupar. E só no final desse processo é que eu vou gastar. Então, o gasto é a parte final do processo. Quando você começa com o gasto, você já está trabalhando para o fracasso da sua vida financeira. Qual seria, então, o princípio financeiro mais importante? Bom, para mim é muito tentadora essa pergunta, porque nós lá em casa temos tido experiências muito interessantes com isso. A palavra de Deus diz, a Bíblia diz, Jesus disse em Mateus 6.33, Buscai, pois em primeiro o reino de Deus é sua justiça, e todas as outras coisas vão sendo acrescentadas.
Então, de acordo com a Bíblia, cada vez que eu recebo um ingresso, um salário, uma renda. Eu devo reconhecer a Deus como o doador dessas coisas, devolvendo a Ele a parte que a palavra da Bíblia determina, não a igreja, mas que a palavra dEle determina. Então, para mim, essa coisa é a mais importante da vida financeira. Isso muda toda a minha perspectiva de finanças. todos os meus alvos de finanças e me ajuda a colocar as coisas corretas no lugar certo. Então, para mim, Mateus, capítulo 633, é talvez o eixo central da vida financeira.
Pelo menos da nossa, lá em casa, é Mateus 633.
Sendo Deus, a palavra de Deus, a guiar também as decisões financeiras. Vamos fazer um pequenino intervalo. Eu prometo que são apenas, e realmente apenas, alguns segundos. E já a seguir voltamos para a segunda parte, mas com uma oferta para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do Ser Família. Dizíamos na primeira parte, e foi assim que terminámos, que, antes de tudo, dar era um dos princípios depois de ganhar. E aqui estamos nós, para lhe oferecer totalmente gratuito o guia de estudo entre famílias. São muitos os conselhos práticos que vai encontrar aqui, até também sugestões para os principais desafios e conflitos no seio familiar e não fica de parte também a educação dos filhos.
Lembrando também um conjunto alargado de textos bíblicos para que saiba qual é a vontade de Deus e como agir perante as dificuldades segundo a vontade de Deus. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Envie-nos uma mensagem para o 933-939291. Vou repetir 933-939291. Nessa mensagem incluo as palavras entre famílias. para sabermos que é este o guia de estudo a que se refere e depois entraremos em contato consigo para o enviarmos gratuitamente para a sua casa. Não hesite, é alguns segundinhos. Ficamos a aguardar a sua mensagem. Voltamos ao nosso programa, voltamos às perguntas.
Estamos a falar de conflitos. Aliás, estamos a falar de finanças. Kits também produz conflitos. Era onde a minha mente ia chegar, que é onde muitas vezes traz conflitos na família. Estávamos a falar de uma ordem, uma sequência sobre como devíamos gerir o nosso dinheiro. e mencionou há pouquinho que muitas das pessoas começam a gastar antes mesmo de trabalhar. Porque estamos a falar precisamente do que acontece quando nos endividamos. No Brasil penso que usa uma expressão que é parcelar. As coisas que são compradas por parcelas, aprestações, é a expressão que usamos em Portugal, o que significa que nós já estamos a comprar antes sequer de trabalhar nesse mês.
Exatamente, esse é o ponto. Só que muitas vezes as pessoas têm noção ou justificam esta forma de gastar o dinheiro com eu não ganho o suficiente para poder comprar, então vou comprar aprestações. Mas o que nós percebemos é que quanto mais as pessoas ganham, elas continuam com este hábito de parcelar ou de comprar aprestações. O que é que leva as pessoas a ter este hábito? Interessante, porque eu tenho um amigo com uma condição financeira bem maior que a minha. Bom, qualquer um pode ter uma condição financeira maior que a minha, maior que um pastor, né? Mas ele tinha muitas posses e ele dizia, quando eu preciso de dinheiro, eu vou pedir para o meu pai e para a minha mãe, que ganhavam muito pouco, eram aposentados, mas viviam com esse princípio de primeiro trabalhar, depois ganhar, depois poupar.
economizar e então final gastar. Quem pensa assim sempre vai ter dinheiro guardado, mas quem não pensa assim pode ganhar, fortuna que for, vai estar endividado. Então, não depende de quanto você ganha, mas depende de como você gasta o que você ganha, como você usa aquilo que você ganha. Depende da sua cosmovisão, da sua visão de mundo. Então, nós vimos já no começo que existem pessoas com a mente voltada para, por dizer assim, gastança e outros com a mente voltada para poupança. Então, isso realmente não depende de quanto você ganha. A gente sempre pensa que deveria ganhar mais, todos nós. Claro, nunca é suficiente. Sendo a Bíblia como manual que tem guiado estes últimos programas, também a Bíblia nos ajuda, ou seja, Deus é explícito e não apenas implícito de como nós devemos fazer esta gestão financeira.
Nós não temos tempo hoje aqui, mas tem muitos textos, especialmente no livro de Provérbios, mas a Bíblia repetidamente nos convida a colocar a Deus em primeiro lugar. Eu me lembro quando eu entendi isso e tive que começar a exercitar isso. E eu me lembro que minha esposa e eu nos casamos, e antes de nos casar, nós fizemos um pacto, um combinado entre nós dois. Na verdade, eu queria saber se eu poderia me casar com ela, E um dos testes que eu fiz foi perguntar isso para ela, porque eu já tinha adotado o princípio de pôr a Deus em primeiro lugar, devolver o dízimo e uma outra parte além do dízimo.
O dízimo não é invenção da igreja, está na palavra de Deus, é uma coisa da Bíblia. E de oferta são diferentes do dízimo, estão na Bíblia também. Eu havia escolhido estabelecer uma porcentagem para entregar a Deus como oferta além do dízimo. Então, eu me lembro, nós estávamos noivos e eu perguntei para ela um dia, e eu orando a Deus, Senhor, devo casar com ela ou não? E eu, numa excursão, eu limpei a garganta e perguntei para ela, se um dia nós nos casarmos, você concordaria de a gente devolver 10% do que a gente ganha, mais uma outra porcentagem como oferta?
E eu estava ansioso pela resposta. E ela disse, que coisa boa, eu também quero participar disso. Eu pensei, então posso me casar com ela, ela vai querer pôr a Deus no meu lugar. Mas depois nós começamos a trabalhar juntos e eu fui chamado pela igreja para ser um educador nessa área de finanças. E eu precisava falar sobre esse assunto com a igreja. E eu sei que esse não é um assunto muito popular. E eu comecei a orar a Deus, perguntando, Deus, como é que eu faço para ensinar isso para a igreja? E eu não encontrava resposta para isso. Aí comecei a ler um livro. Na leitura desse livro, o título do livro é Conselho sobre Mordomia, de Ellen White.
Muito interessante esse livro. Me ajudou muito na minha vida financeira e na minha vida espiritual. E lendo esse livro, era como se eu ouvisse Deus falando para mim, Marcos, essa porcentagem que você está entregando como oferta já não representa desafio algum para você. Você precisa aumentar essa porcentagem para você aprender o que significa viver pela fé. Você confia que eu existo? Você confia que eu posso sustentar uma multidão no deserto e tirar água da rocha ainda hoje? E eu percebi que eu estava num desvio de águas, num cruzamento, numa encruzilhada da minha vida. Deus me chamava para aprender a viver pela fé, mas se eu rejeitasse isso, como que eu ia pregar sobre fé?
Como pastor, como eu vou falar sobre fé se eu não quero viver pela fé? Nós havíamos deixado uma cidade onde minha esposa tinha emprego e eu trabalhava, e agora havíamos nos mudado para um lugar onde a minha esposa tinha perdido o emprego e o meu salário seria menor. E Deus estava nos pedindo para aumentar. É como se eu estivesse ouvindo a voz de Deus, né? E como se Deus dissesse, você precisa viver para poder explicar. E nessa época, foi a época que nós vimos mais milagres de Deus acontecendo na nossa vida. Eu só posso contar um rapidinho, Eu me lembro que uma das filhas perdeu uma blusa, um agasalho da escola.
E nós não tínhamos dinheiro para comprar nenhum agasalho da escola. E eu pensei, nós vamos orar, vamos pedir a Deus, que aí você tem que... Quando você resolve viver pela fé, você precisa orar. Você precisa orar. Mas nós esquecemos de orar por aquele assunto. Três dias depois, na porta da nossa casa, estava pendurada, no nosso apartamento, estava pendurada uma sacola com três blusas de uniforme daquela escola onde elas estudavam. Então, esse é apenas um exemplo de coisas que nós vimos. Não posso falar mais, mas é impressionante quando você resolve pôr a palavra de Deus como guia para a vida e seguir o que está escrito.
Para mim, isso põe no eixo toda a vida financeira. Estamos mesmo já a chegar ao final, mas ainda temos alguns minutinhos. Que princípios, então, nos poderiam ajudar a evitar essas dívidas? Bom, primeiro preciso pedir a Deus o contentamento. A maior parte das dívidas são contraídas porque eu desejo ter coisas que eu não poderia ter. A minha atual condição financeira não me permitiria ter essas coisas, mas por causa das prestações, eu me acho no direito a ter. Então, esse é o primeiro passo para eu ter dívidas. Segundo lugar, a palavra de Deus me ensina a viver contente com o que eu tenho.
E quando eu vivo contente com o que eu tenho, eu não vou pedir emprestado. Essa é uma grande cilada, pedir emprestado. E eu preciso aprender a viver com aquilo que eu tenho. Eu me lembro minha mãe dizia, brinque com os seus brinquedos. Uma vez eu trouxe um brinquedo, um caminhãozinho, de um vizinho. Minha mãe disse, volte lá, você brinque com o caminhãozinho do seu vizinho quando você estiver na casa dele. Aqui na sua casa você brinque com os seus brinquedos. Foi uma lição de vida para mim. Eu preciso aprender a viver com o meu dinheiro, não o dinheiro do banco, não o dinheiro do meu vizinho, não o dinheiro do meu sogro, não o dinheiro dos meus parentes, não o dinheiro do meu cunhado. É o meu dinheiro. E com a minha esposa fizemos um conserto, outro conserto. Lá na minha terra, a farinha de milho é muito barata.
E banana também. Nós fizemos um conserto. Se acabar o dinheiro, nós vamos viver a farinha de milho e banana. Mas não vamos pegar dinheiro emprestado, vamos viver com o dinheiro que temos. E no início do nosso casamento nós não tínhamos experiência de vida financeira, de viver por nós mesmos, e nós fomos gastando sem controle. Chegou ao ponto que tivemos que cortar ao meio os cartões de crédito e viver apenas com o dinheiro que tinha na conta. Foi uma experiência amarga, mas educadora, nos educou. Outra sugestão que eu daria seria pagar as dívidas imediatamente. Não deveria ter dívidas, mas se tem dívidas, pague o mais rápido. Alguns educadores financeiros não dizem dessa maneira, mas a Bíblia fala que eu devo a ninguém devais coisa alguma, senão o amor com que vos ameis uns aos outros, diz Paulo.
Então eu não devo dever nada, devo pagar minhas dívidas o mais rápido possível. Outra sugestão, somente use o dinheiro que já está na sua conta bancária. Não conte com o dinheiro que ainda não foi recebido. Não, mas eu vou receber mês que vem, daqui a três meses. Não conte com o dinheiro que ainda não foi recebido. O dinheiro já está na sua conta, então está. Se não está na sua conta, não conte com o ovo que a galinha ainda não pôs. Outra sugestão, que já está embutida no que nós já falamos, mas não compre fiado. Tem dinheiro, compre. Não tem dinheiro, não compre. Outra sugestão que a palavra de Deus nos dá, em Filipenses, capítulo 4, verso 12, é um dos exemplos, viva uma vida simples, sem ostentação.
Não aparente riqueza, ainda que você seja rico. Por exemplo, eu vivo assim para não aparentar riqueza, eu brinco assim. Mas ainda, eu conheci pessoas riquíssimas. Eu tive, por exemplo, um diácono chefe de uma igreja onde eu fui pastor. Esse homem tinha cinco fazendas, tinha umas quatro concessionárias de automóvel. Era um homem riquíssimo, tinha muita propriedade. Mas revia de maneira muito simples, sem nenhuma ostentação. E por fim, eu diria, lembrando a história de Jesus e a multiplicação dos pães, ajunte as migalhas. O que isso significa? Não despreze nada.
Por menor que seja. Eu aprendi com isso a juntar moedas. Achou uma moeda, não despreze os centavos. Cuide dos centavos e os euros vão se cuidar de si mesmos. Cuide dos centavos e os euros se cuidarão de si mesmos. Marcos, queria agradecer-te por teres vindo ao programa Ser Família. Foram quatro episódios muito interessantes, conversas muito alegres e, sobretudo, com muito conteúdo porque a solidez dos princípios bíblicos devem nortear a nossa vida. Obrigado por teres vindo. Um prazer, um prazer muito grande. Como eu costumo dizer neste programa, as portas não ficam abertas, ficam escancaradas para uma próxima oportunidade.
Para si que está desse lado, também queremos agradecer a sua presença, mas queremos agradecê-la até de uma forma mais efetiva, que é com uma oferta. Relembro a oferta que temos estado a fazer para si, o Guia de Estudo Entre Família, um guia de estudo cheio de conselhos práticos e também de textos da Palavra de Deus para orientar a sua família, para o ajudar nos conflitos, enfim, naqueles problemas que sabemos que normalmente chegam a qualquer momento no seio das famílias, não deixando de parte que lá está também a educação dos filhos. Basta fazê-lo enviando uma mensagem para nós com as palavras ENTREFAMÍLIA, o título deste manual, para o 933 93 92 91. Depois entraremos em contacto consigo para lhe podermos enviar este guia de estudo gratuitamente para a sua casa.
Quero lembrar que este foi o último dos quatro programas, que estão eles todos disponíveis em podcast em radiorcs.novotempo.pt. radiorcs.novotempo.pt é só procurar pelo podcast Ser Família. Quero despedir-me mais uma vez. Marcamos encontro para o próximo programa. Até lá, se Deus quiser.
As finanças são, muitas vezes, o terreno fértil para os maiores conflitos no seio familiar. Mas e se a forma como encaramos o dinheiro fosse a chave para uma vida mais tranquila e próspera? Neste episódio, mergulhamos numa perspetiva que desafia o senso comum, explorando como a gestão financeira pode transformar-se de uma fonte de discórdia num pilar de bem-estar. Descubra os princípios ancestrais que nos ensinam a ver o dinheiro não como um fim, mas como um recurso com um propósito maior: a sua multiplicação. Prepare-se para questionar os seus hábitos e a sua visão de mundo em relação às finanças. Será que estamos a seguir a sequência correta para prosperar, ou a cair na armadilha do gasto impulsivo que nos leva à dívida? Este programa revelará como a fé pode ser o seu maior aliado na jornada financeira e como até as mais pequenas economias podem ter um valor surpreendente. Entre os temas que vamos explorar: A origem dos conflitos financeiros na família; A parábola bíblica sobre o dinheiro e a sua multiplicação; Duas mentalidades sobre finanças: gastar vs. multiplicar; A sequência correta para uma vida financeira saudável; A importância da poupança intencional; Como evitar e gerir dívidas; Viver pela fé e a providência divina; O princípio do contentamento; A prática de dar e dizimar; Não desprezar as "migalhas"