29:00Olá, seja muito bem-vindo de novo ao canal da esperança, o canal Novo Tempo. Hoje é consigo mesmo que eu gosto de ter um momento especial em que possamos estudar um livro especial. Bíblia Sagrada é um livro que nos desafia vez após vez. Podemos ter lido, há muitas vezes, o mesmo texto e ainda assim continuamos a ser surpreendidos. Este livro traz-nos uma mensagem que é para mim e para si. E é nesse sentido que muitas vezes, nessas surpresas que temos, somos levados a perceber-nos de algumas coisas caricatas que nos aparecem na Bíblia. Sabia que houve um momento em que o apóstolo Pedro e João, em vez de encherem uma igreja, esvaziaram a igreja?
Parece que é uma heresia. Não, aconteceu mesmo. Daí a importância que eu e você sabemos que é importante saber qual foi o contexto, os porquês, o como, o quando. Mas não quero ver isto sozinho, quero ver consigo. Acompanhe-me à Escritura. Vamos ler o que diz em Lucas. Lucas, no capítulo 24 e no verso 53, dizia assim... Estavam sempre no templo, louvando-o e bem-dizendo-o a Deus. Este era o momento em que os discípulos, depois da morte de Cristo, depois de terem tido a ascensão de Cristo aos céus, permaneceram juntos, obedecendo ao desafio que Cristo fez, de maneira a que pudessem constituir uma verdadeira unidade de fé, para que se pudessem fortalecer uns aos outros.
Neste momento, em que eles se juntam constantemente no templo, poderíamos dizer que havia aqui algum desafio, porque, afinal, dizemos constantemente que havia algum tipo de perseguição. Mas será assim? É que se eles realmente estivessem constantemente a ser perseguidos, como é que iam estar presentes constantemente no templo, onde estariam os fariseus, os sacerdotes, a guarda do templo e, ainda assim, era o local de eleição para orar? Se nós formos ao livro de atos, nós vamos encontrar mais alguns pormenores sobre o que é que eles iam para lá fazer. Vamos ao livro de atos. Atos 2, no verso 46, vamos encontrar, até no 46 e 47, vamos encontrar aquilo que eles estavam lá permanentemente a fazer e qual era o seu espírito.
E diz assim, preservando unânimes todos os dias no templo, partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo nas graças de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que sabiam de salvar. Realmente é incrível como mesmo pensando que havia perseguição, constantemente toda a gente sabia onde aqueles discípulos estavam. No entanto, Da ponta de vista histórico, dizíamos, mas como é que os sacerdotes e fariseus, depois de tudo o que aconteceu com Cristo, não estavam preocupados, não faziam nada? Existe uma chave para isto. A chave também se encontra na Bíblia. Quando nós vamos a outros evangelhos e os evangelhos acabam por se completar, e é isto que nos dá a segurança para poder aprender por nós mesmos, é ver como vários autores falam sobre o mesmo tema.
Não quer dizer que eles se contrariam, mas é natural que quando duas pessoas olham para o mesmo objeto, vejam sob pontos de vista diferentes. E uns contam os pormenores, outros contam outros. Falamos daquilo que é a previsão de Lucas, que registra o livro de Lucas e também continua a escritura com o livro de Atos, continua a história. Mas temos o outro evangelista, temos Mateus, que também apresenta um bocadinho este cenário e este contexto de tudo o que está a acontecer.
Vamos ao livro de Mateus, no capítulo 28, bem no fim do livro de Mateus, e vamos ver como Mateus apresenta qual era o contexto para os guardas, para os sacerdotes. Começando a partir do verso 11. E quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tinha acontecido. Estamos a falar daquilo que tinha acontecido no túmulo de Cristo, com a ressurreição, com o seu desmaio, com a ideia de que Cristo realmente tinha ressurgido. E continua. Congregados eles com os anciãos e tomando conselhos entre si, deram muito dinheiro aos soldados, dizendo, dizei, vieram de noite e os seus discípulos, dormindo vós, o furtaram.
Isto era algo impensável para os soldados, porque podia causar-lhes a pena de morte, mas eis que os sacerdotes garantiram àqueles soldados que nada lhes aconteceria, porque eles intercederiam junto do governador e avisariam o governador que esta mensagem só ia ser espalhada para protecção do povo de Israel contra uma insurreição. Seria do interesse do governador que tal acontecesse. No entanto, o verso 15 vai apresentar um pormenor que a nós nos interessa muito. E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos e foi divulgado este dito entre os judeus até ao dia de hoje. Ou seja, Mateus, enquanto evangelista, muitos anos depois destes acontecimentos, continuava a testemunhar que aquilo que tinha sido um boato lançado por ordem dos fariseus e dos sacerdotes do templo, tinha continuado sempre bem firme e presente na memória.
Ora, se assim é, então realmente facilmente compreendemos que os sacerdotes não tinham nada a temer, porque estes homens que falavam sobre a ressurreição de Cristo estavam a ser uma minoria face à informação que foi oficialmente espalhada e que, aliás, conseguiu o seu sucesso. No entanto, estes homens não se calaram. Estes homens tinham vivido algo tão especial, como eu esperava que eu um dia pudesse ter vivido. Mas ao mesmo tempo tenho a certeza que ainda hoje posso viver quando tenho um encontro especial pessoal com Cristo. E é daí que eu falo deste assunto. Porque tenho a certeza que você aí em casa também quer encontrar este Cristo que enche o coração e nos leva a querer partilhar com todos que estão à nossa volta. Aliás, qual não é a criança que recebendo um presente sente a necessidade de brincar com os seus amigos?
Alguma vez vi uma criança que recebeu um presente no Natal E achou-o tão importante que tenha posto-o no armário bem embaladinho, quieto, para não mexer? Não é possível. Um grande presente, para ter valor, tem de ser partilhado. Eu preciso que os outros sintam a mesma alegria que eu sinta. Não é por acaso que hoje em dia é incrível o âmbito e o alcance que têm as redes sociais? Quando nós vamos às redes sociais nós vemos o quão longe vai o desejo de que outros partilhem o que eu estou a viver, o que eu estou a comer, o que eu estou a vivenciar, onde visitei e tudo roda à volta de eu sentir que não estou só. Aliás, sabemos perfeitamente que no século XXI uma das grandes doenças que ameaça a sociedade é depressão, é solidão.
Mas vamos continuar e vejamos como é que estes homens que estavam neste contexto agiam. Vamos a Atos 3 e vamos ver algo que aconteceu com estes homens a dado momento.
Em Atos 3, logo no primeiro verso, diz assim, Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. Engraçado, como mesmo que não tivessem uma afinidade com os ensinos dos sacerdotes, ainda assim, a presença no templo não era para ser apresentada diante do sacerdote. A presença no templo era para ser apresentada diante de Deus. E esta hora de oração, a hora nona, tinha um significado muito especial. Esta hora nona era a hora em que algo de muito importante tinha acontecido e eles agora tinham bem essa consciência. Sabe onde isso está? Livro de Mateus, no capítulo 27. Vamos voltar um bocadinho atrás e vamos ver no Livro de Mateus 27, nos versos 46 e 50, o que é que lá diz sobre este momento.
Verso 46. Perto da hora nona, exclamou Jesus em alta voz, dizendo... ...isto é, Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste. Verso 50. E Jesus, clamando outra vez, com grande voz, entregou o Espírito. Percebem o que... Verdadeiramente percebem o que é que aconteceu neste momento? Percebem o quão especial se tornou esta hora nona na vida daqueles discípulos? O quão importante é esta hora nona para si e para mim? Este momento de terminar de dia, já aproximar do pôr do sol, foi aquele momento em que Cristo entregou a sua vida para que o plano da salvação ficasse consumado.
O próprio Cristo disse. E como tal, que melhor momento para estes discípulos se dirigirem a Deus, se não o momento da hora, da oração, à hora nona, o momento que lhes lembrava que Cristo era vencedor. Neste momento, algo acontece. Tantas vezes, diariamente, Pedro e João iam ao templo, na hora nona, para orar, para agradecer tudo o que Cristo tinha feito na Terra por eles. Mas desta vez, algo aconteceu de diferente.
À porta do templo, havia um coxo. Este coxo sentava-se diariamente à porta formosa. Nós sabemos que o Templo em Jerusalém era um grande complexo, com um grande pátio que tinha capacidade para levar mais de um milhão de pessoas. Era o chamado Pátio dos Gentios. Ao centro deste pátio estava o Templo propriamente dito. À volta do Templo havia um pequeno muro que evitava a passagem dos Gentios para dentro da área sagrada, com letras que diziam e cartazes que diziam que se algum Gentio ultrapassasse aquele limitador, seria responsável pela sua própria morte. No entanto, um judeu coxo estaria dentro deste limitador, como era o caso deste homem que estava à porta do templo, já na escadaria onde qualquer judeu subia para o templo, e ali pedia por algum sustento, por algumas moedas, para que pudesse sobreviver.
Este homem, E nós vemos isto em Atos no capítulo 3, onde ainda agora estávamos, e no verso 11. Perdão. E nós vemos isto no verso 2, 3. Era trazido um varão que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punha à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. Ele, vendo a Pedro e João, que iam entrando no templo, pediu que lhes desse uma esmola. Isto era algo que este senhor fazia diariamente. Tinha dificuldades, onde continuamos a ter pobres. Mas este homem, que estava com estas dificuldades, foi surpreendido por algo que aconteceu.
É que Pedro e João, fitando nos olhos este homem, foram dizer algo diferente. Olha para nós. Será algo de... esquisito? para este homem fez toda a diferença. Um homem que está habituado a esticar as mãos para pedir, e apenas eram dadas de vez em quando algumas moedas com algum escárnio, com algum desdém, quase que para que aquele homem sofredor não os importunasse quem ia orar ao templo, e desta vez, em vez de cair uma moeda ou cair uma ridicularização, caiu um, olha para nós. Eu quero prestar atenção, quero ter uma conversação contigo. Quão bom seria, a cada momento das nossas tristezas, ter alguém que gaste o seu tempo precioso para atentar aquilo que realmente vai no meu coração.
Mas o que este homem foi ouvir ainda foi mais incrível. É que ele vai ouvir da boca de Pedro. Não tenho prata nem ouro. Mas o que eu tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te e anda. E tomou-o pela mão direita e o levantou e logo os seus pés e tornozeiros se firmaram. E saltando-o, posto de pés, andou e entrou no templo com eles. De repente, este homem que estava ali, rejeitado por todos, Não entrava no templo porque, como impuro que ele se considerava, como pecador que ele se considerava, ficava do lado de fora. À entrada, quase que como que por um bocadinho não alcançou a salvação, era assim que ele se sentia.
Não tinha nada que lhe garantisse a possibilidade de entrar no templo por legitimidade própria. E ali ele ficava. E agora recebe uma oportunidade de receber aquilo que Jesus, Jesus tantas vezes deste coxo ouviu falar e que agora já não mais estava com ele, ele recebe aquilo que ele mais queria, o poder andar, receber a entrada no Templo. Agora, Pedro e João não ficaram no Templo. O próprio texto vai referir isso. Sabe porquê? É que quando nós vamos, agora sim, ao verso 11, Diz assim, e apegando-se ele a Pedro e João, todo o povo correu atónito para junto deles no alpendre chamado de Salomão.
Se nós imaginarmos o complexo do Templo de Jerusalém como um grande retângulo, tendo ao centro o Templo propriamente dito, nós na lateral esquerda teríamos uma grande colunata com capacidade para milhares de pessoas por baixo dela, toda feita em cedro de Líbano, com uma acústica fenomenal, certamente, e que permitiria ser sítio de ensino por parte de mestres. Pedro e João, depois de subir ao templo, oraram e saíram deslocando-se para o local onde tantas e tantas vezes o próprio Cristo teria ensinado. Podemos imaginar isso como no local em que, fazendo parte do pátio, podiam estar judeus, gentios, Hebreus, gregos, todos ali podiam estar.
O sítio da excelência, da forma como Cristo lidava com todos, não fazendo qualquer exceção. Eu não sou judeu, provavelmente você poderá também não ser, mas teríamos lugar lá, porque era o lugar onde qualquer um se podia abeirar de quem estivesse a ensinar. E é neste momento tão lindo em que Pedro e João depois de terem ido ao Templo para se encontrar com Cristo, se deslocam, à parte lateral para partilhar. Tinha o seu encontro especial e deslocaram-se. Agora, nesse local especial, vai acontecer algo diferente. É que eles estão ali e o nosso ex-coxo estava no templo, feliz, porque tinha finalmente conseguido entrar.
Mas quando ousaram perguntar-lhe, o que é que te aconteceu? Como é que tu já andas? O próprio texto diz, voltemos. E conheciam-no, pois ele era o que se sentava a pedir esmola à porta formosa do templo. E ficaram cheios de pasmo e assombro pelo que lhe acontecera. As pessoas conheciam-no. Sabiam quanto tempo ele passou à porta do templo. Tinham-no como alguém sem solução. Que era um pecador. Que não havia perdão para ele. E, no entanto, agora estava do lado dentro do templo, a saltar, a louvar a Deus, tal como diz o livro de Hatos. E quando questionavam o que é que lhe aconteceu, podemos imaginar alguém que olha onde é que está Pedro e João e vê-lo lá longe a começar a partilhar a palavra.
Lá fora do templo, na colunata, lá no canto do complexo. E é nesse momento em que então vemos o que diz o verso 11, em que todo o povo correu atónito porque queriam ver estes dois homens que tinham feito tal milagre. Agora rapidamente podemos imaginar, se todos os que estavam no templo ficaram atónitos, ficaram espantados com o que aconteceu e foram a correr atrás destes dois homens, quem é que ficou dentro do templo? Já imaginou? Seu? E você estivéssemos dentro de uma igreja, a assistir um programa, e de repente ouvisse alguém e um barulho fora, que estaria alguém novo do outro lado da rua, e de repente o pregador fica sozinho?
Quão estranho seria? Pois foi isto que aconteceu aos sacerdotes. De repente o templo ficou vazio. Sabe porquê? Porque alguém tinha tido uma experiência pessoal.
Eu posso falar aqui uma mensagem muito especial para si. Mas enquanto ela não for algo que lhe toque ao seu coração e que tenha um significado especial para si, não vai ser nada mais do que mais uma nova mensagem. E não é aí que eu quero chegar. O que eu gosto que consiga é de poder caminharmos de mãos dadas e encontrar este Jesus que mudou a vida destes homens e que tem a certeza que pode mudar a minha e a sua. Este homem que tão bem percebeu esta realidade, ele deslocou-se até ao templo. para pedir e, no entanto, agora estava a sair do templo para encontrar o ensino de quem lhe deu a mão em nome de Jesus Cristo. E sabem, neste momento, os sacerdotes tiveram uma atitude.
sentiram-se ameaçados, sentiram que o seu poder e a sua importância tinha sido posta em questão. E o que é que eles vão fazer? Vemos isso no capítulo 4 de Atos. Se nós formos ver a partir do verso 16, vamos perceber que a pergunta era que vamos fazer estes homens? Porque todos os que habitam em Jerusalém sabem que é manifesto que por ele se tem feito um sinal notório e não o podemos negar. Estes homens estavam perante o Sinédrio. Todo o capítulo 4 apresenta como os sacerdotes prenderam Pedro e João, trouxeram-no a julgamento e agora estavam sob um dilema. Sim, era verdade que estes homens puseram em causa o equilíbrio da instituição e do funcionamento do Templo, porque no momento em que estávamos logo a seguir ao momento da oração e eles fizeram algo que, ainda sendo de bom, provocou a paragem dos serviços.
Que momento para pensar se às vezes nós não somos realmente parecidos com isto. Será que às vezes nos acontece que nós estamos mais preocupados com a forma como as coisas acontecem do que com o coração daquele que está ao nosso lado? Era isto que estava aqui a passar. E de tal modo que até os sacerdotes perceberam que não podiam fazer muito porque o povo viu um testemunho pessoal, vivenciou a alegria de um homem que viu a sua vida transformada. Sabem o que é que vai acontecer? Qual é a conclusão? Está um bocadinho mais à frente, logo no verso 18. E chamando-os, a Pedro e a João, disseram-lhe que absolutamente não falassem nem ensinassem no nome de Jesus. Respondendo, porém, Pedro e João lhe disseram, julgais vós se és justo diante de Deus, ouvir-nos antes a vós do que a Deus.
Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido. Mas eles os ameaçaram mais e não achando motivo para os castigar, tiveram que os deixar ir por causa do povo, porque todos glorificavam a Deus pelo que aconteceram. Está a ver a diferença do que é quando aquilo que é ensinado não é apenas porque eu ouvi dizer, mas porque eu vivi uma experiência pessoal? Não há nada que nos possa tirar a alegria do nosso rosto. Como dizia Paulo, nem príncipes, nem potestades, nem forças podem nos afastar do amor de Deus. Eu sei que muitas vezes, no nosso dia-a-dia, pode-se sentir exatamente igual a este senhor que, após tanto tempo, continuava preso a uma escadaria, coxo, sem capacidade de trabalhar.
Se calhar, nos dias de hoje, podíamos pôr isto em semelhança com alguém que está desempregado e que, por mais que se esforce, está sempre a pensar que não tem as competências necessárias e suficientes para conseguir um emprego, para me sustentar a mim próprio. E de repente começo a notar que eu sou o meu primeiro inimigo, porque eu começo a me pôr a mim próprio limites às minhas capacidades. Este homem, quando sente que esse peso foi aliviado, quando recebe um presente de um encontro especial com Cristo, porque ele percebeu que Pedro e João não estavam por eles próprios, mas como eles disseram, em nome de Cristo é que chegou a salvação, este homem teve um novo nascimento. Ele teve uma nova oportunidade.
E alguém que recebe um presente destes é incapaz de ficar calado. De igual forma, os sípios tinham vivido exatamente o mesmo. Ainda há pouco mais de 40 dias tinham assistido à morte do seu mestre. Há poucos dias tinham visto a sua ascensão. Tinham testemunhado que realmente ele era o Senhor dos Senhores. Era o seu salvador pessoal. Eles tinham percebido que, afinal, tudo aquilo que passaram com a morte de Cristo, tudo aquilo que passaram com aquela semana de angústia, afinal tinha valido a pena. E agora tinha uma excelente notícia para partilhar. Eles podiam pergoar a toda a nação que realmente em Cristo temos esperança. Temos solução.
Não precisamos de ficar desesperados. E foi neste momento. Todos estavam ali naquele templo. Conseguiram perceber mais do que um momento de rotina. Mais do que uma reza. Mais do que algo impessoal em qualquer igreja que seja. Era necessário o momento de partilha.
Era necessário o momento de relação pessoal. Era necessário o momento em que pegavam naquilo que estava nas escrituras registado e compreender o que elas têm a dizer, não à igreja como um todo, mas a mim pessoalmente. O resultado é que mais três mil almas se converteram. Porque eu posso ter uma grande eloquência. Posso ser gago, mas aquilo que eu vivo, aquilo que eu sinto, a forma como eu reajo, vai falar muito mais alto do que as palavras que saem da minha boca. É muito normal nós ouvirmos o ditado que uma imagem vale mais que mil palavras.
Estamos numa era digital. Uma experiência vale mais do que mil imagens. Estamos habituados a ter momentos de partilha do que eu já fiz. E que tal lembrar-nos de partilhar não aquilo que eu fiz, não aquilo que eu comi, mas aquilo que alguém fez por mim? Já pensaram o quão isto pode ser diferente na sua vida? Sim, este Cristo morreu, podíamos dizer por todos nós, mas eu gosto mais de dizer, este Cristo morreu por si, morreu por mim. E é neste encontro bem pessoal, Eu lhe posso dizer, quando nós nos ajoelhamos ou ficamos sentados, simplesmente atrás de um telemóvel, a ouvir uma mensagem.
É este o momento em que eu posso deixar-lhe um repto. Não perca um momento especial entre si e este Cristo que morreu por nós. Que transformou a vida deste coxo a ponto de ele largar todas as rotinas para seguir aqueles que o ajudaram. Para querer saber mais, este programa, que tem o título de A Mensagem, é este mesmo o objetivo que ele tem. Não é meramente o de trazer um ensino, porque o ensino não é mérito meu, não é mérito nosso. Ele está na palavra. Mas é uma mensagem, acima de tudo, de esperança e de certeza. De certeza que este Deus não é um Deus impersoal, não é um Deus que está lá longe, distante de tudo.
É um Deus que se quer abeirar de cada coxo, de cada cego, de cada depressivo e dizer, há uma nova oportunidade para si. Não precisas desesperar. Dia a dia temos alguém que nos pode dar uma alegria imensa. E a alegria imensa é quando eu consigo partilhar algo que vivi que foi muito pessoal. E este é o meu desafio para si. Encontrou alguma coisa nas escrituras que mexe em consigo? O importante é estarmos todos a caminho da pátria social. Procurando conhecer mais e mais este salvador pessoal que salvou a si e a mim. e pode ter a certeza que é desejo do fundo do meu coração um desafio que lhe dou neste momento.
Que possamos bem em breve marcar encontro, não eu deste lado da câmara e você deste lado no sofá, numa cadeira, num carro, onde quer que esteja, que possa este encontro ser marcado ao pé da árvore da vida. Que possamos muito em breve aceitando que Cristo, da mesma forma como subiu, também vai descer, que possamos ter um momento de agradecimento pessoal a Cristo. Mas vamos os dois juntos. Vamos agradecer o momento em que podemos estar, eu e você, a partilhar uma mensagem de esperança e de salvação para todo mundo. Que bem haja e que Deus o abençoe.
Explore um episódio fascinante de "A Mensagem" 📖, onde mergulhamos nas Escrituras para desvendar uma história surpreendente: como os apóstolos Pedro e João, figuras centrais do cristianismo, esvaziaram uma igreja em vez de a encher. 🤔
Através de uma análise cuidadosa das passagens bíblicas, em Lucas 24:53 e Atos 2:46-47, investigamos o contexto histórico e social em que este evento ocorreu. 📜 Descubra como, após a morte e ascensão de Cristo, os discípulos se reuniam no templo, um local que paradoxalmente se tornou palco tanto de fé como de desafios. 🤔 Será que estavam realmente a ser perseguidos, como se alega frequentemente? 🧐 Ou existia uma dinâmica mais complexa em jogo?
Aprofundamos esta narrativa ao examinar o livro de Mateus, capítulo 28, versículos 11 em diante, para compreender o papel dos sacerdotes e fariseus neste período turbulento. 🕵️♀️ Desvendamos como boatos e narrativas foram disseminados para moldar a perceção pública e proteger os interesses das elites religiosas. 🎭 Junte-se a nós nesta jornada de descoberta para desmistificar esta história intrigante e refletir sobre como a mensagem de Cristo ressoa nas nossas vidas hoje. ✨