Voz da Esperança

Voz da Esperança

20 de Outubro de 202526 min 52 s

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Abertura do programa

Olá. Olá. Seja bem-vindo. Estamos de regresso aqui à Novo Tempo Portugal com o nosso programa Voz da Esperança. Estava aqui a verificar com a nossa equipa de produção. Este é o episódio número 26, desde que começámos esta nova temporada da Voz da Esperança, em que saímos apenas da rádio, onde continuamos, e viemos para a televisão e por isso são 26 semanas a acompanhá-lo aí desse lado e a descobrirmos as maravilhas que encontramos na palavra de Deus e que nos enchem de esperança.

Por isso mesmo vamos hoje mais uma vez ouvir cantar sobre esperança. Fica atento, são as belíssimas vozes deste nosso quarteto, o Quarteto Femenino Voz da Esperança, com a direção musical do André Santos, para abrirmos hoje mais este episódio da Voz da Esperança. Deixe-se ficar connosco. Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois tranquilizamos o Senhor Fé possuímos que Jesus nos dá Vejo, vejo que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos de Deus na trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.

Ondas e balas, balsão e coelho, breve Jesus voltará. Ondas do mar, cantão e coelho, breve Jesus voltará. Jesus Jesus.

A parábola do rico e de Lázaro

Se nos acompanha habitualmente, já sabe que estamos a fazer uma já longa temporada focados num grande tema. As extraordinárias parábolas de Jesus, os muitos ensinos que Jesus deixou nessas histórias cheias de riqueza e significado, metáforas e imagens que nos ajudam a compreender melhor os grandes valores da fé E hoje vamos refletir sobre mais uma destas parábolas. Uma das mais enigmáticas, se posso dizer assim, que Jesus alguma vez contou. Uma parábola que nos alerta para a realidade do que é, nesta vida, que podemos dizer que tudo se decide. Mas não se fala apenas do que acontece aqui, é nesta vida que se decide também o nosso destino eterno, ou seja, o que vai para lá desta vida.

E acredito numa coisa, Jesus não falou nem contou estas histórias apenas para entreter ou até para emocionar. Jesus contou histórias que nos mostram verdades muito profundas têm implicações na nossa vida aqui, com certeza, até porque são histórias de sabedoria, mas também com grandes implicações para a eternidade. E uma dessas histórias está precisamente no Evangelho de Lucas, ele que é, aliás, o evangelista mais conhecido por contar parábolas. Eu desafio-o hoje a lermos juntos uma história que temos aqui no Evangelho de Lucas. Vou buscar a minha Bíblia. Nós hoje vamos até ao capítulo 16 do Evangelho de Lucas e aqui vamos encontrar uma história que vale a pena ser lida.

Ainda não lhe disse exatamente qual é. Estou a fazer um bocadinho essa surpresa à parábola, muitas vezes chamada a do Rico e do Lázaro. Vamos ler e depois já faremos aqui, naturalmente, alguns comentários, mas fique atento, como esta história tem realmente aqui detalhes muito interessantes. Vamos, então, a partir do versículo 19. Ora, havia um homem rico e vestia-se de púrpura e linho finíssimo e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta do rico. e desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas.

E aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abrão. E morreu também o rico e foi sepultado. E no Hades, aqui na minha tradução, algumas dizem no inferno ou no lugar dos mortos, ergueu os olhos O rico, portanto, estando em tormentos, viu ao longe Abraão e Lázaro no seu seio e, clamando, disse, Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresca a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abrão, filho, lembra-te de que recebeste os teus bens na tua vida, e Lázaro somente malas.

Agora ele é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de maneira que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tão poucos de lá, passar para cá. E disse ele, rogo depois ao pai, que o mandes então à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Então disse-lhe Abrão, eles têm Moisés e os profetas, ouçam-nos. Ao que ele respondeu, não, Abrão, meu pai, mas se algum dos mortos fosse ter com eles, com certeza se iriam arrepender.

Porém, Abrão disse-lhes, se não ouvem a Moisés e os profetas, tão pouco acreditarão, ainda que algum dos mortos venha a ressuscitar. Que história extraordinária. Antes de comentar com mais detalhe esta parábola, aproveito esta ocasião precisamente para lhe oferecer, fazer aqui uma oferta muito especial que tem tudo a ver com esta história. Já vai perceber porquê. Temos um guia de estudo a que chamamos Céu ou Inferno. A realidade sobre estes dois lugares que serão eles míticos, reais? O que é o inferno, na verdade? Haverá mesmo um lugar onde as pessoas estão a sofrer eternamente?

Como é que podemos preparar-nos para a realidade do céu? Estes grandes temas da salvação estão aqui, neste guia de estudo, que acredito pode ser uma bênção para si. Então, céu ou inferno, é a nossa oferta hoje aqui na Voz da Esperança. Envie uma mensagem para o 933 939291 e de certeza que esta oferta vai ajudá-lo a compreender bem talvez esta parábola que hoje estamos a estudar, mas grandes

Dois homens e dois destinos

temas importantes para a sua vida. Agora vamos voltar à nossa parábola e aprender com estas lições que Jesus nos deixou. Dois homens é o que encontramos aqui. Dois homens e dois destinos. Jesus descreve duas vidas completamente diferentes. Um homem que era rico, como vimos, vestido de púrpura, de linho. Ou seja, hoje seria como vestir as roupas mais caras, das melhores marcas. E, claro, portanto, ele vivia para o prazer e o deleite de quem tem tudo o que quer. Do outro lado, um homem, um pobre. O seu nome, este sabemos o seu nome, era Lázaro. Um homem doente, na verdade, cheio de chagas mesmo. De tal pobreza que estava ali à porta do rico e desejava só as migalhas que viessem da sua mesa.

O rico não expulsou Lázaro da porta da sua casa, não o agrediu, mas foi totalmente indiferente. Talvez aqui já esteja uma das primeiras notas importantes nesta história. Sabe que muitas vezes não é preciso odiar para perder a salvação que Deus tem confiada e preparada para todos? Às vezes basta viver egoisticamente para si mesmo. A indiferença já é uma forma de tragédia. A Palavra de Deus, na verdade, já nos ensina isto há muito tempo, recorda-se destas palavras, eu acredito que sim. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. E amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Quem vive só para si é como se fosse responsável por colocar-se a si mesmo num abismo que o separará de Deus para sempre. Mas vamos entender agora um pouco melhor tudo o que esta parábola encerra como lições. Obviamente, e isto é muito importante de termos aqui um pouco, que esta parábola não é uma descrição literal do que vai acontecer depois da morte. Talvez este seja um parênteses, mas dos mais importantes, porque, caso contrário, esta parábola pode dar muita confusão. Veja o seguinte comigo, Jesus não está aqui a ensinar sobre o que acontece literalmente no momento em que morremos, ou o que acontece depois da morte.

Na verdade, naquele tempo havia entre os judeus uma crença popular, na verdade até uma história conhecida, na qual Jesus se baseou. Essas crenças, esses mitos populares apresentavam esta ideia de que as almas dos justos, a vida dos justos ia para o que é designado como o seio de Abraão e os ímpios para os tormentos. O que Jesus fez foi pegar nessa história ilustrativa que era muito conhecida neste tempo e transformá-la numa lição pedagógica. Veja que se nós tomássemos esta parábola como literal a descrever o que é que acontece quando as pessoas morrem, então para já tínhamos que aceitar o absurdo. Além de que isso seria totalmente incoerente com o ensino da Bíblia.

Mas vamos começar por alguns desses absurdos. Se esta parábola fosse mesmo uma descrição do que acontece na morte, então podíamos saber o seguinte. Pessoas que estão no céu e no inferno falam entre si. Isso é a primeira coisa. A segunda seria que um dedo molhado seria suficiente para aliviar alguém que estivesse nas tormentas do fogo do inferno. Como percebe, nada disto sequer faz qualquer sentido, mas mais importante que isso, nada disto está de acordo com o ensino da Bíblia. A este propósito, talvez seja útil relembrar qual é esse ensino. Deixe-me citar-lhe para si um texto muito importante, do livro do sábio Salomão. Os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma. Nem tão pouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento.

Também o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram, diz Eclesiastes no capítulo 9. Se tem dúvidas ou não conhecia este texto, eu desafio a ir ler com atenção. Eclesiastes 9, 5 a 6. Mas depois o texto de Eclesiastes ainda diz o seguinte, saiu-lhes o Espírito e eles se tornaram para a sua terra. Agora estou a citar um Salmo. E no Salmo 146 é-nos dito que naquele mesmo dia pereceram os seus pensamentos. Portanto, como pode ver, a realidade da morte é muito clara na Bíblia. As pessoas, quando morrem, não vão nem para o céu nem para o inferno. As pessoas quando morrem vão para um lugar, que é a Terra, que é um lugar de não existência, até que Jesus venha.

As lições sobre a salvação

Mas voltemos à parábola, por isso significa que ela não é uma prova de que existe vida ou consciência depois da morte. Na verdade, o que nós temos aqui é uma história ilustrativa, como todas as parábolas, para ensinar algumas grandes verdades sobre a salvação. Por isso, o tema desta parábola é a salvação, não os acontecimentos literais depois da morte. E quais são esses grandes ensinamentos? Repare, a salvação é decidida quando? Nesta vida. No fundo, a parábola diz exatamente o contrário da ideia de que as pessoas falam no céu e no inferno. Ela diz que tudo o que podemos fazer para decidir sobre onde queremos estar é nesta vida. Também esta parábola nos diz que a riqueza mal administrada, na verdade, pode ser um grande perigo para a nossa vida.

Mas também de que não haverá uma segunda oportunidade depois da morte. Isso é seguro. Portanto, Jesus não estava a descrever o além, mas a despertar as consciências do aqui e agora para as escolhas que fazemos no presente. Voltemos agora com um pouco mais de detalhe para dentro da história. Já fechámos este parênteses. Jesus mostra uma grande mudança. Mudança entre a realidade que havia aqui na Terra e a que aconteceu depois da morte. O pobre morreu e foi levado pelos anjos para a riqueza do céu. O seio de Abrão, como é chamado. O rico também morreu, foi sepultado e quando vem a acordar já está nesse lugar horrível de tormentos.

Então é interessante que Jesus deixa clara aqui uma verdade. É que a morte é um momento decisivo. E é decisivo porque as nossas escolhas e também a natureza do nosso caráter fica selado. E nesse sentido, como eu dizia há pouco, nós não vamos ter uma outra oportunidade para aproveitar e mudar. As mudanças que temos a fazer são aqui. As reformas que precisemos na nossa vida, este é o tempo de as fazer. Aliás, a Bíblia confirma isto de muitas maneiras. Vou-lhe citar este texto de Hebreus, capítulo 9. Como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo. Logo, o destino eterno não se decide depois, numa outra qualquer vida.

O nosso destino eterno é decidido aqui, com as escolhas que fazemos todos os dias, com base na graça de Cristo que atua sobre todos. Mas uma coisa é certa, o abismo é intransponível. O rico o que é que ele fez? Pediu ajuda, porque estava aflito. Suplicou até que Lázaro fosse enviado para lhe refrescar a língua. Mas a resposta, obviamente, nós lemos. Há um grande abismo entre nós e vós, dizia o próprio Hebrão. Ora, este abismo, obviamente, não é um abismo físico, como já vimos, mas está aqui um grande ensino sobre um enorme abismo espiritual. O abismo daquela pessoa que tenta formar a sua identidade, o seu caráter, sem Deus. É o abismo entre aqueles que procuram ou escolhem viver longe do Criador.

Esses, obviamente, não vão ser obrigados, podia dizer assim, a ter que habitar na presença de Deus por toda uma eternidade, se na sua vida aqui não quiseram a presença de Deus. Lembra-se que um dia Jesus disse que aproveitaria o homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou que daria o homem pelo resgate da sua própria alma? E alma na Bíblia, obviamente, é vida. O abismo que o pecado abre hoje no coração, esse abismo é um abismo que tem a ver com a vontade de Deus, desejar ou não a sua vontade, esse abismo obviamente vai tornar-se eterno, porque Deus vai respeitar a escolha de cada homem e de cada mulher. Nesta história, o rico pede que alguém ressuscite para avisar os seus irmãos.

É um dos detalhes mais interessantes, na minha opinião. Quando ele diz, então manda alguém lembrar os meus irmãos, para que, pelo menos, eles não venham parar aqui. Lembra-se que aqui a Abraão respondeu, eles têm Moisés e os profetas ouçam-nos. Digo-lhe, é uma declaração extraordinária. Noutras palavras, o que Jesus está a dizer é, nós temos a palavra de Deus, ela é revelação e ela é suficiente. Quem não quer Bíblia, a palavra de Deus, rejeitaria até um milagre que fosse. porque a Bíblia está cheia da descrição desses milagres. Lembra-se que o apóstolo Paulo falava da Bíblia, a Palavra de Deus, e dizia assim, toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para muitas coisas, ensinar, repreender, corrigir ou para instruir, dizia ele a Timóteo quando lhe escrevia para o ensinar.

Logo, quem fecha os ouvidos para a Palavra de Deus, obviamente, também fecha as portas ao céu. Essa é a realidade. É uma escolha que é feita. A parábola deste rico e do pobre desgraçado Lázaro é mais do que uma fantasia. Esta história é, sobretudo, uma alerta muito solena que Jesus deixou para todos. Talvez por isso Jesus optou por usar esta história um pouco enigmática, que com certeza o Senhor saberia que levantaria alguns debates sobre como é que se poderia interpretar esta suposta ida para o céu ou para o inferno. Mas eu creio mesmo que Jesus arriscou-se, posso dizer assim, a contar esta história, porque a advertência que temos nos detalhes desta história, são demasiado importantes para que Jesus não a contasse.

E Jesus está a dizer-nos aqui que o momento de decidir é, de facto, hoje. Enquanto estamos vivos. É isso que significa hoje. Eu não estou aqui a tentar ter um discurso demasiado bombástico para lhe tentar dizer que tenho que fazer alguma coisa hoje nestas 24 horas. O que eu estou a tentar dizer-lhe é que o tempo da nossa vida é o tempo que possuímos ou que nos está disponível para tomar decisões em todas as áreas da nossa vida. E há uma coisa que eu lhe quero dizer. Esta história também não nos diz que nós temos que ser ricos para estar perdidos. Olha, se fosse assim, eu já estava no bom caminho para ir para o céu. Se fosse preciso estar rico para não ir para lá. Mas eu posso dizer-lhe que basta viver sem Deus.

Basta ser indiferente ao sofrimento dos outros. como foi este homem. Basta ignorar a palavra de Deus, e aqui temos os três grandes ensinamentos desta história, e nós percebemos que podemos estar no lugar desse rico, mesmo se não tínhamos nenhuma riqueza material. É por isso que hoje ainda é um tempo de graça. Talvez até lhe pudesse dizer mais, e essa já sabe que é a nossa palavra mais querida aqui. Hoje ainda é um tempo de esperança. Porque a esperança existe precisamente enquanto há tempo, enquanto há oportunidade. E Cristo estende essa salvação, essa oportunidade de recuperarmos o caminho. A Bíblia convida-nos. Buscai ao Senhor enquanto ele se pode achar.

Invocai-o, ou chamai por ele, enquanto ele está perto. Lá está registado em Isaías, capítulo 55. E Jesus reforçou isto de muitas maneiras. No Evangelho de João, capítulo 6, Jesus disse, aquele que vem a mim, consegue completar desse lado, de maneira nenhuma o lançarei fora. É isto mesmo. A eternidade não se esqueça. Esta é a grande mensagem. A eternidade é decidida no presente. Se hoje escolher Cristo e os valores de que ele deu exemplo e nos ensinou, amanhã, na sua vinda, ou quando a nossa vida terminar, Todas as decisões estarão

Esperança no regresso de Jesus

tomadas e o Senhor Jesus vai estender-nos a mão para que possamos viver com Ele para sempre. Porque um dia, um dia, nós o veremos. O céu abrir-se-á Anunciando-lhe a sua vinda Trovões soarão Como sons de louvor A luz do seu olhar Cobrirá os que esperam E nós o teremos Em esplendor Os anjos cantarão Canções de vitórias fortes

terão transformado um só momento. Nós o brindaremos em esplendor. Nós o estrangeira E aí.

É com esta maravilhosa esperança e mensagem que terminamos. Nós o veremos, Jesus prometeu, e vivemos hoje nessa expectativa. Mas enquanto aqui estamos, temos que tomar decisões. Talvez este guia de estudo da Bíblia possa ser uma ajuda para si. Vou reforçar. Quem sabe alguns não estavam no início do programa. Céu ou inferno? Um dos temas que hoje aqui abordamos é a nossa oferta. Envio uma mensagem para o 933-939291 para que possa receber esta revista tão especial. Encontro marcado. Se Deus quiser nos dar vida e saúde para o próximo episódio, fique bem debaixo da proteção de Deus. O encontro está então marcado. Até lá.

Sobre este episódio

Este episódio mergulha nas profundas lições de Jesus através de uma das suas mais enigmáticas parábolas: a do Rico e Lázaro. Prepare-se para uma análise reveladora sobre a importância das escolhas que fazemos na vida terrena e o seu impacto no destino eterno. Descubra a chocante indiferença que pode selar o nosso futuro e como a riqueza, se mal administrada, pode transformar-se numa armadilha perigosa.Junte-se a nós para explorar verdades intemporais que nos desafiam a viver com propósito. Este programa desvenda mensagens cruciais para a nossa existência e o nosso futuro, abordando o significado profundo da parábola do Rico e Lázaro, a relevância das escolhas que fazemos nesta vida para a eternidade, o perigo da indiferença e do egoísmo, a importância de dar atenção à Palavra de Deus e a realidade de que não haverá uma segunda oportunidade após a morte.

Série
Voz da Esperança · 67 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 28
Estreou
20 de Outubro de 2025
Categoria
Outros