Vem para o meio
A MensagemT1 · E23

Vem para o meio

08 de Outubro de 202527 min 29 s

Capítulos

Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura

Olá. É um privilégio para mim partilhar uma mensagem da Palavra de Deus consigo. Para isso, quero começar por perguntar se você sabe qual é a vila que fica no centro de Portugal. Sim, é a Vila de Rei. Muito bem. É lá que está o marco geodésico com as coordenadas 00. Passam por lá cerca de 3 mil pessoas por mês para conhecer o Umbigo de Portugal, conforme é comumente conhecida. Uma outra pergunta. Sabe qual é o verso que fica no centro da Bíblia? Para aqueles que não sabem, é o Salmo 118, verso 8, que diz, melhor é buscar refúgio no Senhor do que confiar no homem. Agora, se me permite uma pergunta mais direta e pessoal.

Sabe dizer qual é o centro da tua vida espiritual? Hoje gostaria de convidá-lo a refletir comigo em um texto que apresenta três visões diferentes sobre o que é o centro da vida espiritual de alguém. Está em Marcos, no Evangelho de Marcos, no capítulo 3, do verso 1 ao verso 6, que nós lemos assim. De novo entrou Jesus na sinagoga, e estava ali um homem que tinha ressequido uma das mãos. E estavam observando Jesus para ver se o curaria em um dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse ao homem da mão ressequida, vem para o meio. Então lhes perguntou, é listo no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la?

Mas eles ficaram em silêncio. E olhando-os ao redor, indignado e conduído com a dureza do seu coração, disse ao homem, estende a mão. Estendeu-a e a mão lhe foi restaurada. Retirando os fariseus, conspiravam logo com os erudianos contra ele e como lhe

Fazer o bem leva à vida

tirariam a vida. O primeiro tipo de visão sobre o que é o centro da vida espiritual que eu gostaria de partilhar convosco e que esse texto nos traz é a visão de Marcos, do autor, o autor do Evangelho. Sabem que a Bíblia é escrita de várias maneiras diferentes e uma das formas utilizadas pela cultura hebraica é o quiasmo bíblico. É uma técnica literária em que as palavras, frases ou ideias são organizadas de maneira a porem evidência o que está no centro do texto. É como a forma de um candelabro, onde a asse central é que dá estrutura para as outras asses. Aqui, nesse texto, encontramos um quiasmo, mas com elementos em oposição. Reparem, por exemplo, no verso 1, nós vemos que Jesus entra na sinagoga, mas no verso 6, os fariseus saem da sinagoga.

No verso 1, ainda, nós encontramos um homem com a mão ressequida, mas no verso 5, encontramos esse homem com a mão restaurada. No verso 2, nós encontramos os fariseus que observam Jesus e no verso 5, Jesus que olha para eles. No verso 4, nós encontramos Jesus que lhes faz uma pergunta e no mesmo verso, no final desse verso 4, encontramos o silêncio dos fariseus diante da pergunta de Jesus. E no centro? De todo esse texto está a pergunta que Jesus faz, que Marcos nos traz. É listo no sábado, fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou matar? Por isso a pergunta é o centro da visão que Marcos quer transmitir para os discípulos de Jesus.

Esta pergunta de Jesus, fazer o bem é igual a salvar uma vida, fazer o mal é igual a matar. Interessante, meus queridos, se colocarmos eles em paralelo. Fazer o bem é igual a salvar, fazer o mal matar. Tudo o que não traz vida tira a vida. Por isso, o silêncio dos fariseus causa indignação e condói Jesus. Continuam do lado do fazer o mal. O modo como Jesus formula a questão também nos indica alguma coisa. Reparem que no capítulo 2 do Evangelho de Marcos, no verso 24, os fariseus formulam a pergunta da seguinte maneira. Por que fazem o que não é lícito nos sábados?

É interessante que os fariseus, por hábito, dão atenção principal ao que não é lícito. Jesus, pelo contrário, na formulação da pergunta que faz, dá atenção ao que é lícito. Assim, a religião de Jesus é uma religião ativa e não passiva. Portanto, para Marcos, a visão do que é o centro da vida religiosa do discípulo é o fazer. Que a vida do discípulo seja uma vida ativa para salvar outras pessoas. Foi isso que ele aprendeu com Jesus, foi isso que ele aprendeu diretamente de Pedro talvez, aquele que o instruiu ao escrever o Evangelho e é por isso que Marcos vai transmitir essa ideia que ele aprendeu do fundo do coração, o que um discípulo deve fazer com os ensinamentos de Jesus é trazer vida, levar vida às pessoas e não E é por isso que ele colocou essa frase no centro.

A visão dos fariseus

A primeira visão, então, que encontramos é essa de Marcos, fazer o bem levar à vida. Agora quero levar vocês comigo ao segundo tipo de visão que o texto traz sobre a o que deve ser o centro da vida espiritual de alguém que segue Jesus Cristo. E é interessante porque esse texto vai nos mostrar que para os fariseus, e é neles agora que vamos nos focar, a preocupação central era defender o sábado e as leis de Israel. Como podemos ver na passagem anterior de Marcos, no capítulo 2, do verso 23 ao 28, que eu leio para vós, diz assim, Ora, aconteceu atravessar Jesus em dia de sábado as Searas, e os discípulos, ao passarem, colhiam espigas.

Advertiram-no os fariseus. Vê, porque faze o que não é listo aos sábados? Mas ele lhes respondeu, nunca leste o que fez Davi quando se viu em necessidade e teve fome ele e os seus companheiros, como entrou na casa de Deus no tempo do sumo sacerdote Abietar e comeu os pães da proposição, os quais não é lícito comer senão aos sacerdotes, e deu também aos que estavam com ele? E acrescentou Jesus, o sábado foi estabelecido por causa do homem e não o homem por causa do sábado. De sorte que o filho do homem é senhor também do sábado. Olha que interessante, meus queridos, nos três evangelhos sinóticos, os três evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, que são aqueles mais parecidos entre eles, sempre a cura do homem da mão ressequida, o nosso texto que escolhemos para partilhar com vocês, o centro da mensagem espiritual de hoje, ele vem sempre depois desse episódio onde Jesus afirma ser o Senhor do Sábado e onde ele vai dizer que o Sábado foi feito por causa do homem.

É interessante que esse texto então de Marcos no capítulo 3 do verso 1 a 6 vem para nos ajudar a compreender aquilo que Jesus queria dizer na passagem anterior. O sábado é um lugar no tempo onde podemos nos encontrar com Deus. Para isso ele foi feito. Esse templo no tempo, onde não importa onde estejamos, podemos sempre entrar nesse tempo para poder celebrar a criação, celebrar o nosso Deus. A sinagoga, por sua vez, é um lugar no espaço onde podemos nos encontrar com Deus, ou no caso dos discípulos, onde eles iam para encontrar-se com Deus. E é interessante que os fariseus, que eram efêmeros defensores da doutrina judaica, eles passaram ao lado daquele que é o senhor do sábado.

E eles não respeitaram nem o sábado, nem a sinagoga por ódio de Jesus. Esta visão era porque eles estavam em posição de defesa e não de ação. Eles tentavam defender a religião judaica. E é interessante, meus queridos, nós passarmos a pensar na posição de defesa. Quando estamos em posição de defesa relativamente a alguém, nós viramos as costas àqueles a quem defendemos. Muitas vezes passamos a defender os mandamentos, defender a igreja, defender a Deus, mas sem nos relacionarmos com o Senhor, da igreja, da palavra, do mandamento. O mais triste é que o texto que nós lemos de Marcos, no capítulo 3, do verso 1 a 6, da cura do homem da mão ressequida, nos mostra que Jesus conseguiu curar a mão seca de um homem reconhecidamente doente.

mas não o coração seco dos altivos fariseus. Isso nos revela muito, meus queridos, da maneira como nós escolhemos o que é o centro da nossa vida espiritual, o centro da nossa religiosidade, o centro

O centro é o ser humano

daquilo que é a nossa crença, a nossa fé, aquilo que acreditamos escolher como vida espiritual. Agora quero partilhar com vocês uma terceira visão espiritual daquilo que o texto traz para nós. E essa visão é a visão de Jesus. E é interessante porque o texto nos mostra que Jesus estava então na sinagoga. E sabem, a sinagoga, ela tinha na época, e penso eu que ainda tem em muitas delas essa estrutura, Ao contrário de uma igreja, onde normalmente o pregador fica à frente e as pessoas estão dispostas em bancos, que se seguem um ao outro, juntamente no salão, nós encontramos na sinagoga o contrário.

O pregador fica no centro e as pessoas ficam sentadas ao redor. Por isso que algumas sinagogas tinham uma forma hexagonal, quase circular assim, por assim dizer, para que as pessoas pudessem ficar à volta daquilo que estava no centro. E no centro ficava então a Torá, a palavra era ali que era partilhada. E é interessante porque isso nós comprovamos ao perceber a forma como Jesus olha para as pessoas. O texto bíblico nos dá a revelar, e a palavra utilizada é que Jesus passa um olhar circular à sua volta. Jesus estava então no centro e as pessoas todas sentadas à sua volta. Um outro detalhe que o texto nos traz é que o homem que Jesus cura não tem um nome, não se dá um nome específico.

O texto grego fala de Antropos, que simboliza o ser humano. Esse ser humano talvez não tem nome aqui porque ele quer que seja cada um de nós, que esse texto fale a cada um de nós. Interessante, Jesus está no centro. Lembra o que ele disse? Jesus é o Senhor do sábado. Jesus é o centro da vida espiritual no sábado e na sinagoga. E ao estar no centro, ao assumir a sua posição central, o que é que Jesus faz? Jesus convida o homem a estar no centro com ele. Jesus diz para esse homem, vem para o meio. O verbo grego é o mesmo que Jesus utiliza para ressuscitar a filha de Jairo, por exemplo, em uns capítulos adiante, em Marcos capítulo 5, verso 42, onde a palavra simboliza, coloque-te de pé, assume a tua posição de vida.

Jesus quer dar vida de novo a esse homem que não vivia a vida plena que Deus quer para cada ser humano. Vem para o centro. E essa frase então vai explicar, o sábado foi feito por causa do homem. Jesus no centro, o Senhor do sábado. Vem para o centro ou vem para o meio, o sábado foi feito para isso, para ti ser humano, para que você possa se encontrar com Jesus. Para Jesus, meus queridos, eu não tenho medo de dizer que este texto nos mostra que para Jesus o centro é o ser humano, o homem. Não o sábado, não a sinagoga, mas sim o ser humano, o antropos, a humanidade. É para isso e é por nós que Jesus veio morrer. Jesus não era contra o mandamento do sábado, como algumas pessoas costumam utilizar esse texto para compreender assim.

Na verdade, ele queria restaurar esse homem para que ele pudesse obedecer na plenitude o mandamento, na sua integralidade, pois o quarto mandamento, que fala sobre o sábado, diz que o sábado não se deve trabalhar, mas também diz que em outros seis dias o homem deve trabalhar. O trabalho é uma ordem. Este pobre homem não conseguia ter a satisfação de saber o que era isso. É interessante pensarmos que Jesus vai restabelecê-lo para que ele pudesse ter a sua dignidade restabelecida enquanto ser humano. Para nós, podemos pensar em uma simples mão ressequida, mas para aquele homem era toda a sua dignidade enquanto ser humano. Por isso, para Jesus, o centro é o homem.

Sabem? Alguns tempos atrás, eu ouvi uma história bastante interessante e que nós encontramos ela na internet. E quando eu li essa história, eu percebi que ela se encaixava plenamente para poder explicar para vocês um bocadinho aquilo que eu queria partilhar com vocês hoje. É a história de um jovem, é a história de um anel. um jovem que tinha sérios problemas de estima, ele era rejeitado pelos seus colegas na faculdade, isso há muitos tempos atrás, em tempos idos já, e esse jovem, então, não se sentia acolhido entre os seus colegas. E ele tomou a decisão, então, de procurar um professor que era bastante conhecido, um professor que era reconhecido por ser um homem sábio, um homem que sabia gerir bem os relacionamentos humanos e que, na sua tristeza, ele deu esse passo e foi buscar esse professor.

Então, ele se aproximou do professor, bateu a porta de onde o professor estava e disse para o professor, professor, eu venho aqui porque sinto, eu sinto muito mal, eu me sinto tão pouca coisa, eu não tenho forças para fazer nada. Os meus colegas, as colegas de turma dizem-me que eu não sirvo para nada, que eu não faço nada bem, que eu sou lento e, às vezes, mesmo um bocadinho idiota. Como eu posso melhorar, professor? O que eu posso fazer para que me valorizem mais? E o professor, sem olhá-lo, disse para ele assim, de cabeça baixa como estava, disse assim, olha, sinto muito, meu jovem, mas eu não posso te ajudar. Eu devo primeiro resolver o meu problema, eu tenho um problema sério para resolver e eu tenho que resolvê-lo agora. Entretanto, o professor fez uma pausa e disse assim, se você me ajudar a eu resolver o meu problema com mais rapidez, talvez eu possa te ajudar a resolver o teu.

Claro, o professor gaguejou o jovem, que sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar o seu professor, mas pensou que, se não fosse aquilo, como é que ele conseguiria ajuda? O professor, então, tirou o anel, entregou para aquele jovem e disse assim, olha, eu preciso que você monte no cavalo, apoie o cavalo e vá até o mercado da cidade. E eu quero que você venda esse anel. Eu tenho uma dívida para pagar e é muito importante que você venda esse anel. Mas eu preciso que você venda esse anel não por menos do que, não aceite menos do que uma moeda de ouro por ele. Vá e volte então com essa moeda o mais rápido possível. O jovem então apanhou o anel e partiu para o mercado.

Mal chegou no mercado, ele começou a oferecer para os mercadores o anel. As pessoas olhavam com algum interesse, observavam o anel, achavam bonito até o anel e quando ele dizia o preço, o mínimo uma moeda de ouro, as pessoas desinteressavam-se. Quando o jovem tentava negociar com as pessoas, as pessoas, infelizmente, diziam para ele, olha, meu querido, você está a pedir muito por esse anel. O preço dele, nem uma moeda de ouro, uma moeda de ouro é muito valiosa para pagar por esse anel. E esse jovem até recebeu a oferta de uma pessoa que ofereceu-lhe uma chávena de prata e algumas moedas de bronze, de cobre, para poder cobrir o preço que ele pedia, mas ele não pôde aceitar porque ele lembrava que o professor dizia que o preço era, no mínimo, uma moeda de ouro.

Depois de oferecer para toda a gente aquele anel no mercado, sem conseguir vender, abatido pelo fracasso, ele montou no cavalo e voltou para junto do professor. O jovem desejou ter ele mesmo uma moeda de ouro para poder comprar o anel, resolver o problema do professor, para poder receber a sua ajuda e os seus conselhos. Então, ele volta para casa o professor e diz, professor, eu sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se consiga enganar ninguém sobre o valor deste anel. O professor ouviu aquilo e disse, é importante o que você disse, meu jovem. Devemos saber primeiro o valor real deste anel.

Volte, aponhe o cavalo, mas agora vá até a cidade, ao joalheiro. Na rua tal, deu a direção certa. Quem melhor sabe o preço desse anel exato do que aquele que o fez? Diga que quer vendê-lo. Pergunta quanto é que ele dá pelo anel, mas não importa o quanto ele te ofereça, não venda. Volte aqui com o anel. O jovem, então, saiu da casa, apanhou o cavalo, foi até a cidade. E chegou ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro, então, preparou os seus materiais, colocou ali uma tábua, pegou a sua lupa, começou a examinar e olhou com calma aquele anel e olhou para o jovem e disse assim, Tem muita pressa?

Ele disse, não, tem bastante pressa. Então, olha, diga ao seu professor que se ele quiser vender agora esse anel, eu posso dar no máximo 58 moedas de ouro pelo anel. O jovem surpreso exclamou, 58 moedas de ouro? Sim, replicou o joalheiro. Eu sei que com o tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente, O jovem então apanhou o anel, correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu. E o professor então disse para ele, sente-se, meu querido. E o jovem, depois de ouvir o que o jovem disse para ele, o professor então apanhou o anel, colocou de volta no dedo com muita calma e disse para aquele jovem, você é como esse anel, uma joia valiosa e única, só pode ser avaliada por quem te fez.

Todos nós, meus queridos, somos como esta joia, únicos e valiosos. Infelizmente, passamos a vida andando por todos os mercados da vida, barateando nosso próprio valor, pretendendo que pessoas mal preparadas nos valorizem. Cada um de nós é especial, pois foi Deus que nos fez. Sabe, meus queridos, esse texto de hoje, essa mensagem de hoje nos mostra que temos um grande valor diante de Deus.

O valor da nossa vida

Todas as coisas que Deus fez na religião, na vida religiosa de alguém, existe para favorecer o encontro, o relacionamento com Deus. A igreja, as crenças desta igreja, me permite ir mais longe, o cristianismo, a Bíblia, os mandamentos são coisas que Deus nos deu, que existem para dinamizar o nosso relacionamento com Deus. Talvez uso o exemplo de um jantar. Imagine que eu convide alguém a jantar em minha casa e vou e escolho os melhores alimentos, com melhor qualidade, faço a decoração da mesa com a melhor qualidade, decoro o ambiente, preparo a luz, coloco até uma música de fundo. Mas e se o convidado não aparece?

Para que serviu toda a decoração? Por isso, tudo aquilo que Deus nos deu na vida religiosa serve para que nós possamos nos encontrar com Jesus. Jesus nos convida hoje como Ele nos fez, através desse texto. Apolo a Ele no centro da nossa vida espiritual. Eu não sei se nesse momento essa mensagem toca o teu coração e você percebe que talvez você tenha colocado outras coisas, mesmo na tua vida espiritual, na tua vida religiosa, no lugar de Cristo, que deve ocupar a função central, a posição central. Quem sabe essa mensagem nos ajude hoje. Como me ajudou a mim a perceber que Jesus deve ser sempre o centro da nossa vida.

E quando nós colocarmos Jesus no centro da nossa existência, Ele vai nos dizer, como o texto nos diz hoje, vem para o meio, porque eu quero te encontrar. Vem para o meio, porque para mim, diz Jesus, você é o centro. Eu desejo que com essa visão de um ponto central, através desse texto de Marcos, capítulo 3, do verso 1 a 6, nós possamos realmente aceitar e deixar Jesus como centro da nossa existência e perceber o valor que cada um tem para ele como sendo o centro da atenção de Jesus Cristo. Essa é a mensagem para você que eu gostaria de deixar hoje.

Cristo, o lirio do Valle Rosa de Saron Cristo, o meio e bom pastor Amigo e bom irmão O Pai da eternidade, Cristo O grande e general O Pai de amor eterno, Cristo O vencedor do mal Com amor e com poder estrangeira

Cristo Cristo, a estrela da manhã Luz que me repara e aí.

Deus. Forte e conselheiro, Cristo Autor da nossa fé A pedra de esquina, Cristo É vida a quem quiser Cristo dá o seu perdão Ele é vida, basta crer É verdade e salvação Teu signo não é ficar Não igual jamais foi visto Esse nome traz a paz Com amor e com poder, Cristo dá o seu perdão.

Com amor e com poder, Cristo dá o seu perdão. Cristo! Cristo! É só...

Sobre este episódio

Este episódio desafia-nos a refletir sobre uma questão fundamental: qual é o verdadeiro centro da nossa vida espiritual? Através da análise de um episódio bíblico cativante em Marcos 3:1-6, onde Jesus cura um homem com a mão ressequida num sábado, exploramos três perspetivas distintas sobre o que significa viver uma fé genuína. Prepare-se para questionar as suas próprias prioridades e descobrir como encontrar um propósito mais profundo na sua jornada espiritual, à medida que desvendamos as visões que moldam a nossa compreensão da fé.Convidamos a embarcar nesta viagem de descoberta e explorar os pilares da fé, abordando: a importância da ação e do bem-fazer como manifestação da fé, onde "fazer o bem é igual a salvar uma vida, e fazer o mal é igual a matar"; o perigo de uma religião focada na defesa de regras e tradições, que, ao virar as costas ao amor e à compaixão, impede o verdadeiro encontro com o divino; e, finalmente, a centralidade do ser humano e do relacionamento pessoal com Deus, demonstrando que todas as instituições e mandamentos existem para nos aproximar do Criador, e não para nos afastar ou limitar, com Jesus a fazer um convite claro: "Vem para o meio, porque para Mim, tu és o centro".

Série
A Mensagem · 70 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 23
Estreou
08 de Outubro de 2025
Categoria
Espiritualidade