28:51Estamos. De regresso para mais um episódio da Voz da Esperança. Obrigado por se juntar a nós e regressar também para continuarmos a estudar juntos as parábolas de Jesus. Cada uma destas parábolas são autênticos tesouros de sabedoria que Jesus deixou registada através destas muitas imagens e metáforas. Mas já sabe que aqui na Voz da Esperança fazemos isso não apenas pela curiosidade de conhecer as parábolas, mesmo se elas são muito interessantes, mas sobretudo à procura de sentido para a nossa vida e à procura da esperança.
É isso que agora vamos começar a fazer. Antes de prosseguir e lhe contar sobre qual é a parábola de hoje, vamos escutar Voz da Esperança, agora nas vozes do nosso quarteto. Oh, que esperança Vibra em nosso ser, pois é guardados o Senhor.
Fé possuímos que Jesus nos dá, tem a promessa Vejo que o tempo logo vem As ações daqui além Vem alerta, vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Servos de Deus, de Trombita, do Rei, breve Jesus voltará. A todo o mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. Onde as do mar a canção entoai, breve Jesus voltará.
Breve Jesus, volta já! Breve Jesus, volta já!
Já sabe que Voz da Esperança, para não dizer Novo Tempo e todos os nossos programas, são sinónimo de algumas ofertas muito especiais para si. Hoje tenho, mais uma vez, uma oferta mesmo especial porque, tal como na semana passada, é uma oferta nova, que pela primeira vez estou a oferecer aqui no nosso programa. Trata-se de um guia de estudo da Bíblia sobre... Centrada mesmo no livro do Apocalipse. Na semana passada, no nosso último episódio, ofereci aqui o guia de estudo do livro do profeta Daniel. Aliás, se não teve a oportunidade de ver esse episódio e essa oferta, fica também o convite, porque já agora fica-se de parente. Pode sempre ver, escutar os nossos programas, se não teve a oportunidade de os ouvir. Basta ir, por exemplo, ao nosso site. novotempo.pt.
E aí tanto pode ir à área da TV e encontrar todos os episódios, como à área da rádio e encontrar os áudios, o podcast. Mas se for ao nosso canal YouTube, basta procurar no YouTube Novo Tempo Portugal, vai encontrar todos os episódios de todos os nossos programas e lá está também a Voz da Esperança, Foi no último episódio que oferecemos o profeta Daniel para fazer esse estudo profético por si mesmo. Este manual vai apenas ajudá-lo. Ele tem texto, mas sobretudo perguntas, textos bíblicos que vai ter que procurar na sua Bíblia e depois respostas para o ajudar a compreender. Fica então esta oferta muitíssimo especial. O Guia de Estudo Apocalipse enviou uma mensagem para o 933-9392-91. É muito fácil decorá-lo.
933. 939291 e hoje temos esta oferta para si. Nós vamos explorar hoje mais uma parábola, já lhe estava a dizer há pouco. Hoje uma parábola que está registada. Voltamos, aliás, ao Evangelho de Mateus e vamos aqui ao capítulo 21. Estávamos no capítulo 25 a semana passada, vamos recuar aqui um pouquinho e neste caso vamos à parábola da vinha. Mais uma ilustração do mundo rural, como Jesus tantas vezes fazia, E vamos aqui descobrir então que parábola, que história é esta. A partir do versículo 33 lemos o seguinte. Ouvi ainda esta parábola, dizia Jesus. Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha e circundou-a de um valado, construiu nela um lagar e edificou uma torre e arrendou-a a uns lavradores e ausentou-se para longe.
Chegando o tempo dos frutos, enviou os seus servos aos lavradores para receber os seus frutos. Mas os lavradores apoderaram-se dos servos, feriram um, mataram outro e apedrejaram outro. Depois enviou outros servos em maior número do que os primeiros. E eles fizeram o mesmo. E, por último, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo, bom, terão respeito ao meu filho. Mas os lavradores, vendo o filho, disseram entre si, este é o herdeiro, vinde, matemo-lo e apodremos-nos da sua herança. E, lançando mão dele, o arrastaram para fora da vinha e o mataram. Quando depois vier o senhor da vinha, o que fará àqueles lavradores?
Aqueles que ouviam a história e o que é que responderam? Dará a frontosa morte a esses maus homens e arrendará a vinha a outros lavradores que a seu tempo lhe deem os frutos. Então Jesus disse-lhes, nunca lestes nas escrituras a pedra que os edificadores rejeitaram? Essa foi posta por cabeça do ângulo. Pelo Senhor foi feito isto e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E quem cair sobre esta pedra, despedar-se-á, mas aquele sobre quem ela cair, ficará reduzido a pó." Aqui temos, esta parábola, na verdade, é uma das mais solenes, talvez até diretas parábolas que Jesus contou.
Ele falou não apenas aos líderes de Israel neste tempo, mas eu acredito, e vamos tentar explorar isto aqui nos próximos minutos, que também nos falou a nós hoje, como seu povo. A vinha é do Senhor. É isso que entendemos. E os recursos também. A missão é ele que nos dá.
E um dia, Deus virá pedir frutos. É isto que Jesus quis ensinar e que hoje vamos aqui explorar na voz da esperança. A vinha de Deus. É o que se trata, é o ambiente ou o contexto da história que Jesus contou. Um projeto de amor que Jesus inicia mostrando o cuidado do dono com aquela vinha. Como é que lemos isso? Ele plantou, ele cercou, construiu um lagar, edificou uma torre. Ou seja, preparou todas as condições com carinho, com cuidado. E aqui temos uma imagem muito clara de como Deus escolheu e preparou o seu povo. E como hoje também Deus prepara para a sua igreja ou para todos aqueles que lhe querem ser fiéis, que querem ser uma luz para o mundo.
Podemos dizer que Deus concedeu alguns privilégios extraordinários. A sua palavra, a revelação escrita, o seu templo, a sua presença, o seu cuidado e, portanto, Deus espera frutos, frutos de justiça. Para o povo de Israel, com todas estas condições, Jesus esperava esses frutos, amor, santidade, Mas estes lavradores aqui representam precisamente aqueles homens que se esqueceram de que o seu papel era administrar. Eles não tinham autoridade sobre esses recursos. Ao contrário, eles apropriaram-se daquela vinha como se fosse sua propriedade.
Ora, Deus já nos deu tudo o que precisamos para frutificar. Se nós não frutificamos, não podemos dizer que a culpa é no dono. Ou está no dono. mas ela está nos lavradores. É isso que nós precisamos de entender com mais detalhe. O que nós vimos na história foi a rejeição dos mensageiros. Como é que isso aconteceu? Quando chegou o tempo dos frutos, naturalmente que o dono enviou os seus servos para ir encolher esses frutos. E, portanto, estes homens representam os profetas que Deus levantou e a quem chamou em Israel, para o seu povo. Mas, em vez de aceitar, e o povo propriamente, em vez de aceitar essas mensagens, especialmente os seus líderes religiosos, perseguiram os homens enviados por Deus, com a palavra de Deus, insultaram-nos e até os mataram.
E, finalmente, Deus decidiu enviar o seu próprio Filho. E em vez de reverência, respeito, os lavradores o que é que fizeram? Conspiraram contra ele. E disseram, bom, se este é o herdeiro, então, agora que não vamos ter hipótese, então vamos matá-lo. É por isso que podemos dizer que esta parábola, obviamente, é uma extraordinária ilustração de Jesus, que apontava para o quê? Para a rejeição e a morte que ele próprio, Jesus, o Filho de Deus, iria enfrentar na cruz. Nesta altura, estes homens não faziam sequer a mínima ideia que ele se referia a isso. E esta é a maior tragédia, podemos dizer, espiritual da história. É o povo de Deus ter rejeitado o Filho de Deus.
Ora, não há maior perigo espiritual do que ouvir a voz de Deus e ter consciência que é a sua voz, mas decidir ignorá-la. Esta história também é um alerta muito relevante para o perigo de uma religião sem frutos. Por isso é que Jesus veio denunciar, através desta história, que Israel, neste caso, tinha todas as bênçãos espirituais, mas estava incapaz de produzir frutos à altura dessas bênçãos que pudessem trazer glória ao Deus que eles representavam e de quem tinham o nome. Sobretudo, há uma coisa que nós compreendemos e que Jesus, aliás, falou muitas vezes. A religião para estes homens, para estes líderes e para este povo, tornou-se uma religião do ritual, da aparência, mesmo da ostentação, mas sem vida.
Sem justiça. Sem que a religião servisse para o propósito maior que Deus lhe concedeu. E aqui está, portanto, uma advertência solene que ainda hoje nós precisamos de estar atentos. Porque é possível frequentar a vinha, e agora estou obviamente a referir-me à ilustração da parábola, é possível frequentar a vinha, é possível até usufruir dos recursos da vinha, mas não dar fruto algum. Ser cristão, meu querido amigo, ser cristão não é estar inscrito nalguma igreja, nalguma instituição. Ser cristão não é ser portador de um símbolo qualquer ou mesmo participar em rituais religiosos, não. Ser cristão é deixar que a vida de Cristo produza frutos em nós.
E esses frutos vão se manifestar no nosso caráter, no serviço, na bênção que nós somos para outros, nas escolhas que fazemos. Não basta estar dentro da vinha. É preciso dar frutos para o Senhor da vinha. Esta história também nos diz que o reino, obviamente, finalmente ele terá que
ser dado a alguém. Mas ele será dado àqueles que o frutificarem. As palavras de Jesus foram até, podemos dizer, bastante cortantes. Algumas vezes Jesus optou por essa forma mais direta de falar. O reino de Deus vos será tirado, disse Jesus. E será dado a uma nação que dê os seus frutos. Portanto, Jesus estava a identificar que estes homens representavam uma identidade espiritual que tinha falhado totalmente na sua missão. E, portanto, a vinha deixou de ser confiada a este povo e esta vinha, este campo de frutos de Deus, ela passou a ser confiada a uma outra entidade, a que podemos chamar a Igreja.
Por isso é que podemos dizer que, especialmente aqueles que são crentes, aqueles que querem e estão atentos à palavra de Deus e querem viver esses princípios na sua vida, sabem o que é que diz a Bíblia? Que esses são os sacerdotes agora. Esses fazem parte de uma nação santa. Um povo que foi adquirido ou chamado para anunciar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Estou a citar o apóstolo Pedro, na sua primeira carta, capítulo 2, versículo 9. Portanto, essas bênçãos que tinham sido dadas no passado agora foram estendidas a todos os que querem ser sacerdotes de Deus. Não se trata de uma classe particular, só que a advertência está aqui clara e ela permanece. Qual é esta advertência? Se nós também falharmos, se nos tornarmos apenas consumidores da religião e não produtores de fruto, então Deus vai levantar outros para cumprir a missão.
Deus não está preso a instituições, a demominações, a estruturas humanas. Só há uma coisa que prende Deus. São os corações de homens e mulheres que escolhem ser fiéis, humildes, que procuram a sua vontade. E Deus vai levantar esses outros homens e mulheres, se necessário for, para dar esses frutos. Esta pedra rejeitada também é uma das grandes lições desta parábola, uma das suas grandes ênfases. É Cristo, obviamente. Ele concluiu esta parábola falando precisamente desta ideia de uma pedra rejeitada pelos edificadores que ele designou que veio a tornar-se a pedra de esquina. Obviamente, Jesus falava dele próprio.
A reação diante desta pedra é que é decisiva, na verdade. E aí vamos ter, como lemos na história, uma imagem extraordinária. Vamos ter aqueles que caem sobre a rocha, deixam-se cair sobre ela. E esses são quebrantados. Mas existem outros que rejeitam. E ao rejeitarem, a pedra cai sobre eles e, portanto, são esmagados. Qual é a lição que nós vemos aqui nesta imagem que Jesus criou? Se nos rendermos a Cristo, Aí nós vamos ser transformados. Essa expressão da pedra que é quebrada não é no sentido negativo. Ela é quebrada porque ela vai ser transformada, ganha uma nova identidade. Mas obviamente que a nossa rejeição de Cristo, se for esse, obviamente, o nosso posicionamento, ela acarreta com ela a destruição.
A pedra que foi rejeitada é a pedra que nos vai julgar. Esta é a experiência que muitos vão viver, que vão chegar ao ponto de, vendo da presença de Deus, entenderão que a pedra que rejeitaram, essa que Jesus chamou
de esquina, ela vai ter um poder que agora vai destruir. A conclusão a que chegamos e que quero deixar consigo é que a parábola de Vinha, que hoje aqui lemos e estudamos, em mais um episódio da Voz da Esperança, já nesta longa temporada sobre parábolas de Jesus, a parábola de Vinha é o quê, na verdade? Um chamado urgente à fidelidade. Porque Deus confiou-nos bens, recursos, a vida, tempo e oportunidades. Isso ainda no último episódio aqui falávamos, a propósito da parábola dos talentos. Mas o que hoje percebemos aqui, mais uma vez, com esta vinha, é que Deus espera frutos. Não caíamos no erro destes lavradores infieis.
O que é que eles representam? Aqueles que desfrutaram das bênçãos, mas esqueceram-se do dono, do Senhor de tudo. E por isso, hoje é uma oportunidade. Acreditem, hoje é uma oportunidade que Deus lhes está a dar. De alguma forma, aí desse lado está sentado, no seu sofá, agarrado ao telemóvel enquanto olha e vê esta mensagem, ou no carro mesmo, eu acredito que é uma oportunidade que Deus lhe está a dar de deixar que essa força extraordinária que é o Espírito de Deus opere essa obra que, na imagem da agricultura, é essa obra de escavar em nós. De deixar adubo, para que seja possível frutificarmos.
Que é isso que Deus espera de nós e nos chama a fazer? É por isso que o Senhor espera por si. E Deus clama. Dá-me, Filho, dá-me, Filho meu, o teu coração. Já dizia o salmista lá nos provérbios. A vinha não é nossa. É a grande lição desta parábola. A vinha não é nossa. Na verdade, nada é nosso. Porque tudo nos é concedido. Mas somos chamados a uma resposta. Essa resposta é perceber que estamos a administrar aquilo que é de Deus, mas temos esse privilégio, por isso é que podemos apresentar frutos. Esses frutos são uma vida transformada para a glória de Deus.
E por isso, a cada momento, nós somos chamados a tomar decisões. Eu o desafio, convido-o a meditar nas escolhas que tem feito, nas decisões que pode tomar e na solenidade de cada uma destas decisões, para que possa dar muito fruto. Talvez, enquanto escuta agora a belíssima harmonia das vozes do nosso quarteto, o Quarteto Voz da Esperança, talvez seja uma boa oportunidade para refletir sobre estas maravilhosas verdades na sua vida. Não devo a Deus em conta os tempos de ignorância Mas a vida a todos os homens que se arrependam do mal Não tenho prazer na morte Tu, pecador, disseus, nasci prazer que o pecador te converta do mal e viva.
Ele ouviu o Seu Filho para nos ensinar a viver. Mais que isso, deu Cristo a vida para cobrir a separação entre um ser pecador e um Deus que é santo. Não veio Jesus para condenar Mas para oferecer salvação Jesus veio juntar-te baixo dos seus braços e chorou ao contemplar aqueles que rejeitariam o teu amor.
Tenha o efeito convite insistentemente Cheio de compaixão nos chama e garante nova vida ao pequeno Um apelo a Jesus Que viria outra vez E teria com toda glória Veremos o Salvador Finalmente tudo valerá a pena Jesus não veio para condenar, mas para oferecer Salvação Falta pouco Perto está Vem,
Senhor Jesus Falta pouco Perto está Vem, Senhor! Vem, Senhor! Vem, Senhor! Jesus! Ao descer com poder, os justos ressuscitarão. Já posso eu imaginar Que o autor da vida A dará de volta Não veio Jesus para condenar Mas para oferecer Salvação.
É uma oportunidade que temos a cada momento da nossa vida de perceber como a realidade do Evangelho é esta de que nós temos decisões para tomar, de que Deus
nos deu oportunidades e recursos, mas Deus também chama a cada um de nós para assumirmos as responsabilidades. Ao longo da minha vida, tenho encontrado e tenho cruzado no meu caminho com algumas histórias extraordinárias de homens e mulheres que passaram por essa experiência de uma transformação profunda. Há uns anos atrás, eu estava de férias, no verão ainda, na praia, e recebo uma chamada no meu telefone, não tinha esse número, e atendi. Estava ali, literalmente sentado na praia, e disse, bem, vou atender. Ainda bem que o Fiz era uma pessoa que eu conhecia de vista, mas nem sequer pessoalmente ainda.
Ele apresentou-se e disse-me que precisava de conversar comigo, se eu estava disponível para isso. E eu, claro, disponibilizei-me. Eram uns três ou quatro dias depois disso. Eu já estava no fim das férias e, finalmente, marcámos o encontro e encontramos-nos. A história de um, ainda jovem, mas um homem adulto, que tinha passado 20 anos, precisamente, a afastar-se destes valores, a fazer escolhas que tinham sido, de muitas maneiras, trágicas para a sua vida e até para de outras à sua volta. Ao fim de todo esse tempo, décadas a fazer escolhas que não frutificavam, este homem percebeu que o campo, essa vinha em que vivia, na verdade era isso.
Árvores plantadas, mas sem fruto. E foi uma experiência maravilhosa ter visto este desejo de transformação e como, ao ser disposto à ação de Deus, viveu uma mudança absolutamente extraordinária. É por isso que pode ter a certeza que há decisões, por vezes, difíceis que temos que tomar, Mas se pudéssemos antecipar a benção de poder colher frutos na nossa vida, que hoje não temos ainda, tomaríamos, sem dúvida, essas decisões. É por isso que eu o desafio a fazê-lo. Nós, aqui na Novo Tempo, estamos disponíveis para o ajudar, o apoiar, se quiser, de alguma decisão que precise tomar.
Temos instrutores bíblicos que o podem acompanhar no estudo da Palavra de Deus. Temos pastores que o podem auxiliar em termos de acompanhamento espiritual, orar consigo, ouvi-lo, acompanhá-lo, ter até um encontro que possa ser uma bênção, se precisar de ajuda e de apoio. Hoje queria deixar-lhe esta certeza de que aqui na Novo Tempo temos mesmo uma equipa que está ao seu dispor. Ligue para nós. O número está disponível, tem alguém que o atende. Pode também enviar uma mensagem. É o 933-939291. Também neste programa, neste episódio, estamos a oferecer este manual, Apocalipse. Também o pode pedir. São formas de, aqui na Novo Tempo, podermos estar ao seu lado para estas mudanças.
Que Deus o abençoe. Voltamos a estar juntos no próximo episódio, se Deus quiser.
Este episódio explora uma das mais solenes e diretas parábolas de Jesus – a parábola da vinha, registada em Mateus 21. Descobrirá o cuidado meticuloso do dono da vinha na preparação e manutenção do seu projeto de amor, e como os lavradores, encarregados de administrar, falharam em produzir os frutos esperados, chegando ao ponto de rejeitar e matar o próprio filho do dono. Uma história que, através de imagens do mundo rural, revela verdades profundas sobre a relação de Deus com o Seu povo e as sérias consequências da infidelidade e da religião sem vida.Junte-se a nós para compreender o que esta parábola nos diz sobre a vinha que nos foi confiada e a importância de darmos frutos de justiça, santidade e serviço. Analisaremos os perigos de uma fé meramente ritualística, desprovida de vida, e a seriedade de ignorar o chamado de Deus. Este episódio é um convite urgente à reflexão sobre o nosso posicionamento diante de Deus, a responsabilidade de sermos produtores de frutos e a oportunidade para uma profunda transformação espiritual. Para aprofundar estes temas, oferecemos-lhe um guia de estudo exclusivo sobre o livro do Apocalipse, um recurso valioso para a sua jornada de fé.Tópicos abordados neste episódio: