Perdão

Perdão

12 de Maio de 202528 min 44 s

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Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura e música inicial

É um prazer estar de regresso aqui à Voz da Esperança. Muito obrigado por também estar de regresso connosco e se juntar a mim e a toda a equipa aqui na Novo Tempo para fazermos este programa. Vai ser um episódio muito especial, desde logo porque tenho um tema muitíssimo importante para partilhar consigo, que tenho a certeza se cruza com muitos momentos da sua vida. Temos também música, excelente música para ouvir, que nos vai inspirar. Aliás, hoje, no final deste programa, temos uma música muito especial que vamos estrear aqui. Mas, antes disso, vamos ouvir a nossa abertura, o quarteto Voz da Esperança, aqui ao piano, claro, com o nosso maestro e diretor musical, André dos Santos.

Vamos ouvir sobre a esperança. Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Reproduímos que Jesus nos dá Cometa que nos vês Vês que o tempo logo vem Nas natões de aqui a lém Vem a lega, vão cantar Aleluia Aleluia!

Aleluia! Servos de Deus entre o meio e todo o mar, breve Jesus voltará. A todo mundo a missagem levar, breve Jesus voltará. Ondas de mar a canção entoai Breve Jesus voltará Ondas de mar a canção entoai Breve Jesus voltará Prevê-os, Jesus, com pera.

Liga-te, Deus, com pera de espera.

O significado do perdão

Hoje. Quero falar-lhe sobre uma realidade que talvez pareça fácil de dizer, até para mim, pode ser muito fácil de falar aqui sobre ela, mas já a vivê-la, a experimentá-la, é outro universo. Hoje quero falar-lhe sobre o perdão. Todos nós já fomos magoados traídos, quem sabe, injustiçados num algum momento seguramente. Todos já ouvimos palavras que feriram, gestos que nos destruíram às vezes, pessoas que simplesmente não deviam ter feito o que fizeram e com isso prejudicaram-nos, machucaram-nos.

E a verdade é esta, diante desta realidade, que soluções, que caminhos temos, perdoar, todos sabemos que é um deles, mas perdoar Não é só que... Não é fácil. Isso todos sabemos. Mas perdoar não é natural. E esse é o nosso problema. Natural é guardar mágoa. Natural é ter rancor e ficar à espera da próxima. Natural é não voltar a confiar. Natural é vingar. Natural é dizer assim. Quem é que já não disse ou já não ouviu? Ah, eu não esqueço. Mas, e agora este é um mas enorme que hoje quero partilhar consigo, mas temos o Evangelho.

E o Evangelho que nos é revelado por Jesus Cristo, que encarnou todos os valores do Evangelho e que a Palavra de Deus nos fala, que é que Ele nos diz que o Evangelho não é sobre o que é natural. É por isso que quando falamos de Evangelho falamos de sobrenatural. Eu sei que costumamos usar esta expressão talvez um pouco para outro contexto, mas é disso que se trata. O que é sobrenatural é a respeito daquilo que não nos é natural. Jesus não nos chamou para fazer o que é fácil ou o que é natural. Jesus chamou-nos para fazer o que é divino. Foi ele mesmo que disse, e eu agora vou citar para si Mateus capítulo 6 versículos 14 e 15. Note na força destas palavras.

Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai Celestial os perdoará a vós. Mas se não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas. Palavras de uma força tremenda, palavras claríssimas. Não há volta a dar, não há como fugir a esta grande verdade que Jesus declarou. Agora, repara, Jesus não disse isto para nos condenar. Jesus disse estas palavras para nos libertar, porque Ele conhece a experiência, o coração, a mente dos homens, das mulheres, e Ele sabe qual é o caminho da liberdade.

Porque nós sabemos bem que, enquanto não perdoamos, o mínimo que podemos dizer é que o passado continua a prender-nos, a agarrar-nos. Enquanto nós mantemos a mágoa viva, seja por que razão for ou seja qual for a dimensão dessa mágoa, nós... É como se nos mantivéssemos acorrentados. Acorrentamos a nossa própria alma, a nossa essência, àquilo que nos feriu. Perdoar, portanto, é soltar uma prisão. Só que depois finalmente percebemos que éramos nós que estávamos lá dentro, encarcerados. Por isso Jesus não falou do perdão como uma teoria. Jesus viveu o perdão, que era o exemplo maior de todos.

Quando Jesus estava na cruz, enquanto o torturavam, literalmente, enquanto o sofrimento era tremendo e ele agonizava, Jesus não gritou por vingança, não amaldiçoou ninguém, não exigiu justiça e tudo isto era justo e certo. Ao contrário, o que é que Jesus fez? Olhou para os que o matavam, literalmente, e disse, Pai, Perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. É de ficar sem palavras, não é? Repare o seguinte. Quem ama assim, porque esta é uma atitude, é uma ação que só se pode explicar por um amor profundo, quem ama assim é totalmente livre.

E este perdão estendido desta forma por Jesus é uma das grandes demonstrações da sua extraordinária liberdade. Talvez por isso Jesus tenha falado, contado histórias, ilustrado e tentado praticar ao longo de toda a sua vida, o seu ministério, e mostrado à sua volta esta grande verdade de como a liberdade de ter o poder de perdoar e de restaurar o outro, através dessa dádiva, é uma coisa maravilhosa. Talvez por isso Jesus contou uma das mais importantes parábolas para ilustrar esta grande verdade que está lá registada em Mateus, no capítulo 18. E a coisa começou assim. O apóstolo Pedro veio ter com Jesus e perguntou-lhe, Senhor, quantas vezes devo perdoar?

Sete? Pensando, Pedro, que sete já seria um número bastante razoável. Talvez acima do esperado. E Jesus, de forma um pouco desconcertante, como tantas vezes fazia, disse-lhe, não te digo até 7, mas até 70 vezes 7. E já todos percebemos que este número não era uma ideia de literalidade, era de lhe mostrar como não era suposto fazer as contas, porque o perdão tem uma estrutura diferente. É neste contexto que Jesus vai então contar a história de um homem que devia uma enorme quantia em dívida, portanto, ao rei ainda por cima. Mas a dívida era algo totalmente impagável. Esta é uma parte muito importante da história. Logo, como era impagável, só havia uma hipótese, ou o rei ia fazer este homem sofrer as consequências e, portanto, seriam dramáticas, ou o rei ia ter compaixão.

Foi exatamente o que aconteceu na história que Jesus contou. Este rei vai perdoar, e vai perdoar totalmente, vai perdoar a dívida completa. Mas este mesmo homem, que foi perdoado de uma dívida impagável, quando sai da presença do rei vai encontrar-se com um amigo, uma pessoa, ao que tinha para com ele uma pequena dívida. Resultado, esse homem não quis perdoar essa dívida àquele que lhe estava como servo diante desse favor. Quando o rei soube, não é difícil de imaginar o resultado da história, o rei ficou indignadíssimo com este homem. Qual é a lição aqui?

Como é que nós podemos recusar perdoar, estender misericórdia, quando nós fomos totalmente perdoados? Eu volto à Bíblia agora e às palavras do apóstolo Paulo que ele escreveu na sua carta aos Efésios. Capítulo 4, versículo 32, lemos o seguinte. antes sede uns para com os outros, benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." Veja qual é a lógica da explicação e do fundamento para o perdão, ao qual o apóstolo aqui nos chama a todos, a sabermos e praticarmos o perdão.

Perdoar, obviamente, não é esquecer. Este é aquele clichê que muitas vezes se diz e é uma realidade. Perdoar não apenas não é esquecer, como perdoar também não é dizer que o que aconteceu foi certo, se foi uma coisa errada. Perdoar, e agora reparem, vou dizer-lhe talvez ainda com mais ênfase e clareza, perdoar também não é ignorar a dor. Isso, aliás, tem alguns perigos para a vida das pessoas. Perdoar é escolher não devolver o mal com o mal. E, por isso, é como dizia o apóstolo Paulo, o perdão de Deus é que é a maior referência. Porque nós fomos perdoados sem merecer.

Por isso, o perdão pode ser expresso da seguinte forma. Tu feriste-me, tu ofendeste-me, mas eu escolho não te ferir de volta. Por isso, perdoar é a escolha de fazer uma pausa num ciclo de violência, de ofensa, de destruição mútua. Mas também é confiar que Deus é o juiz. E se há situações em que não é possível haver reparação, e nesta terra há muitas, temos que reconhecer, É por isso que estender o perdão também é uma forma de reconhecer que de todas as maneiras eu não vou conseguir fazer justiça. Mas Deus vai, Deus sabe fazê-la e Deus tem um coração cheio de justiça e de misericórdia.

Agora, é verdade, perdoar dói.

A prática do perdão

E perdoar às vezes é tão doloroso que é por isso que nós tendemos a não o fazer ou pelo menos restringimos-nos a essa dádiva. Dói soltar o controle, dói baixar a guarda, dói abrir a mão da razão. E muitas vezes o que está em causa quando há razão para perdoar é que alguém não tem razão. É por isso que perdoar não vem de nós. Eu já dizia há pouco, não é? Perdoar não é natural. Mas... É possível agir, muitas vezes, de uma maneira que não nos é natural. Esta é a essência do cristianismo, da fé cristã. É agir de forma não natural porque nós temos um padrão ou uma referência daquilo que não é natural.

É por isso que eu o convido a vir comigo à palavra de Deus. Eu, na verdade, vou agora aqui, sim, à minha Bíblia, que tenho aqui guardada, porque para este texto eu gostaria, na verdade, de abrir diretamente aqui a minha Bíblia. E vou fazê-lo onde? Vou fazê-lo aqui, mais uma vez, no apóstolo Paulo, mas agora aos Colossenses. Sente-se comigo onde estiver, em casa, no carro, não sei se a ouvir um podcast. Já sabe que a Voz da Esperança e os programas aqui da Novo Tempo, na verdade, eles estão em várias plataformas. Seja qual for aquela que nos está a ouvir, eu gostava de chamar a sua atenção para este texto do apóstolo Paulo. Capítulo 3, quando Paulo escreveu aos Colossenses, e eu vou ler aqui na minha Bíblia, no versículo 13.

E o apelo é este. suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos uns aos outros. Se alguém tiver queixa contra outro, então, assim como Cristo vos perdoou, fazeio vós também. E sobre tudo isto, revestivos do amor, porque ele é o vínculo da perfeição. Veja que o apóstolo Paulo faz aqui um apelo direto a que nós precisamos de aprender esta arte de nos suportarmos uns aos outros. E é interessante porque a palavra suportar pode ter dois sentidos.

Aqui claramente é o seu sentido mais nobre. Não é aquele suportar no sentido de bom, lá vou ter que aturar esta pessoa mesmo que não queira nada. É de servir de apoio e suporte para os outros. Isto inclui as falhas dos outros. Às vezes temos que ser um suporte para que no momento em que for eu a falhar, alguém me possa suportar também. E depois, claro, o apelo do qual hoje estamos aqui a falar na Voz da Esperança. Eu vou repetir. Perdoem-se, perdoai-vos uns aos outros assim como Cristo vos perdoou. É por isso que Cristo aqui apresenta-se como a referência do perdão. Essa ação que não é natural, mas que é possível escolhê-la.

É uma decisão que está nas nossas mãos. É por isso que hoje, meu querido amigo que me escuta aqui na Voz da Esperança, ou minha prezada amiga, há uma pergunta, se quiser um desafio, que eu gostava de lhe fazer hoje muito diretamente. Há alguém que precise de perdoar? Às vezes pode ser uma pessoa que já nem está perto de si, uma pessoa que fez parte do seu passado, mas que deixou uma marca tremenda. Às vezes pode ser até alguém que já nem esteja vivo, mas que ocupa espaço no seu coração. É claro que também pode ser uma pessoa que vive aí consigo dentro da sua casa. O seu marido, a sua esposa, um filho, um colega no trabalho, Alguém cuja ofensa foi tão forte e tão significativa na sua vida e, portanto, longe de mim vir aqui desvalorizar essas coisas tão duras que às vezes temos que viver pelas ações de outras pessoas.

Mas hoje, com esta mensagem, com o que já lemos aqui na Escritura e, sobretudo, com o exemplo e a inspiração de Jesus, eu queria dizer-lhe que hoje Jesus está a tentar dizer-lhe o seguinte. entrega como um dom. Liberta-te desse peso. E a forma de o fazer é perdoar. Jesus tem autoridade para nos dizer, para nos propor e desafiar a isso, porque Jesus, como lemos aqui, pode acrescentar essa frase. Perdoa como eu te perdoei. Eu sei que às vezes não é fácil, Eu sei que muitas vezes sozinho é muito difícil de o fazer.

Se não o consegue fazer sozinho, há alguém na sua vida, a quem guarda essa amarga tremenda, essa alargura como uma dor, uma ferida. Eu sugiro-lhe que peça ajuda ao Espírito Santo. Sim, o Espírito Santo é Deus com essa capacidade profunda de agir no coração do ser humano. O Espírito Santo é aquele que consegue pegar numa alma ferida e transformá-la numa fonte de cura. E hoje queria dizer-lhe nesta mensagem, aqui na Voz da Esperança, que o perdão está ao seu alcance. Não por ser fácil, mas porque Cristo vive em si, se o desejar. Com Ele é possível cruzar esse limite do possível.

Aquilo a que muitas vezes chamamos o impossível. E neste caso o impossível é exatamente isto.

Promessas e oração

É estender o perdão a quem o ofendeu. E assim viver em liberdade. É claro que o perdão tem efeito se o outro criar condições para isso. Tal como o perdão de Deus. O perdão de Deus pode ser ineficaz se nós não quisermos. Eu queria lembrar-lhe de um texto da Escritura e estou a terminar hoje aqui a minha reflexão consigo. Precisamente, quis terminar com este texto. É um dos meus textos favoritos de eleição na Bíblia. Encontra-se aqui num livro do Antigo Testamento, Segunda de Crónicas, capítulo 7, versículo 14. Ouça, leia comigo, acompanhe este texto magnífico.

É Deus quem fala através do profeta e Deus diz o seguinte. Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu o virei dos céus, eu perdoarei os seus pecados e cerarei a sua terra. Meu querido amigo, que promessa maravilhosa que Deus nos faz aqui. Uma das coisas mais interessantes nesta promessa é que ela está pendurada, eu gosto desta imagem, ela está pendurada num se, que é uma pequena palavra extremamente poderosa. Se houver esta abertura suficiente para que Deus possa agir, então Deus vai perdoar.

Significa que, para nós sermos perdoados, e deixe-me agora colocar-me nesta posição, para sermos perdoados nós precisamos de criar as condições. Mas já para perdoarmos não precisamos dessas condições porque é uma dádiva. Trata-se de misericórdia. De uma ou de outra forma nós sabemos que o terreno fértil, para que seja possível uma cura e uma restauração completa, é exatamente isto, é aquele que foi ofendido e prejudicado ter a graça de estender perdão. E aquele que precisa de ser perdoado, já agora, deixe-me dizer-lhe, porque eu estive sempre a nos colocar talvez na outra posição, talvez, hoje, o meu querido amigo, minha prezada amiga, se encontre na posição contrária, que é a posição de quem ofendeu, de quem machucou, de quem humilhou.

E se for esse caso, Para que seja possível o perdão também é preciso uma decisão da sua parte e é preciso esse se, essas condições que também são, no fundo, essa, não é uma dádiva, mas é essa capacidade de sair dentro de si, dentro do seu orgulho, talvez, da sua autoconvicção. Essas duas condições são possíveis e nós sabemos que são possíveis porque foi assim que Deus agiu e continua a agir Conosco. E agora convido-a a escutar uma música, um poema extraordinário, para o ajudar a

Momento musical

refletir sobre perdão, sobre essas condições e sobre a sua possibilidade de estender também perdão. Ouvi a tua oração E escolhi para mim este lugar Se eu fechar os céus e não o vejo a cair Ou se ordenar as nações que te consumam Ou se enviar a peste entre o meu povo E se o meu povo E se o meu povo que se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha face E se converter dos seus caminhos Então ouvirei E os seus eu perdoarei Sararei a sua terra Põe de aberto o chão, meus olhos, a oração Abri

a tua oração e a escolhi pra mim Este é o lugar Se eu fechar os pés E não o vejo a cair De ordenar as noções que te consumam Vou-se reviar a peste Entre o meu povo Entre o meu povo Entre o meu povo, quem se chama?

Entre o meu nome, se humilhar E gostar da minha face E se converter nos seus caminhos Então eu ouvirei E no chão seu perdoarei Serei a sua terra Pois haver-te no chão, meu Deus, a hora será Enquanto a ti, se andares diante de mim, comando-te ao Pai de Vim, e viveres como te ordenhei, e guardares os meus estatutos e os meus Sois os meus E são o meu povo que te chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha parte E tu compartendo os teus caminhos Então o ouvirei E dos teus eu perdoarei Pararei a tua terra Guarda aberto o chão, meus olhos a oração.

E se o meu povo.

Encerramento e oferta

Espero que tenha sido para si uma bênção, como foi para mim, e é sempre que escuto esta melodia maravilhosa. Ao terminar, hoje quero dizer-lhe que se quer aprofundar mais a palavra de Deus para descobrir o perdão e o amor de Deus e tantos outros temas, hoje proponho-lhe esta oferta, como sempre faço aqui. É a oferta da revista do Guia de Estudo Eu Creio, um autêntico manual para descobrir à vontade os planos de Deus que estão revelados na sua palavra. Mas é claro, aqui tenho uma ajuda para o fazer. Isto não é a palavra de Deus. Isto aqui é um instrumento para o levar até à Palavra de Deus. Ligo o 933-939291. Vou repetir. 933-939291. E o que precisa fazer é enviar uma mensagem e nós teremos muito gosto em oferecer-lhe esta revista.

Hoje vamos ficar por aqui. Foi um prazer, uma enorme alegria para mim, mais uma vez, ter estado consigo aqui na Voz da Esperança. Muito obrigado pela sua fidelidade, pela sua presença aí desse lado. Se Deus quiser, voltamos a estar juntos no nosso próximo episódio. Até lá. Que Deus o abençoe. Mantenha-se perto da esperança. Jesus é a Voz da Esperança.

Sobre este episódio

Perdoar para Libertar 🕊️

Neste episódio do programa Voz da Esperança, mergulhamos num tema profundo e transformador: o perdão. Exploramos como o ato de perdoar, apesar de desafiador e, por vezes, contrário à nossa natureza humana, é fundamental para a nossa libertação pessoal e bem-estar espiritual.

Descubra como superar a dor e o rancor, e aprenda a trilhar o caminho do perdão, inspirando-se no exemplo de Jesus Cristo. Abordamos as dificuldades e as recompensas de perdoar, desmistificando a ideia de que perdoar significa esquecer ou justificar o mal que nos foi feito. Pelo contrário, o perdão é um ato de coragem e amor próprio, que nos liberta do peso do passado e nos permite viver plenamente no presente. ✨

Além disso, o programa conta com momentos de inspiração musical e reflexões profundas que o ajudarão a aplicar estes ensinamentos no seu dia a dia. Prepare-se para uma jornada de cura e transformação, onde a esperança se renova a cada passo. 🎶

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 7
Estreou
12 de Maio de 2025
Categoria
Outros