Grande, tão grande é o amor de Deus
A MensagemT1 · E20

Grande, tão grande é o amor de Deus

17 de Setembro de 202528 min 55 s

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Volto a estar consigo para partilhar-se a mensagem de Deus que extraímos da palavra do Senhor através da Bíblia. É muito bom quando nós podemos dedicar alguns minutos da nossa vida para escutarmos o que Deus tem para nos dizer. E desta vez eu gostava de ler consigo duas passagens bíblicas que nos ajudarão na reflexão que Deus nos pede a fazer neste momento. A primeira delas nós encontramos na Bíblia no livro de 1ª de João capítulo 4 para lermos o versículo 8. Esta é uma epístola pequenina que fica quase no fim da Bíblia. 1ª de João capítulo 4 para lermos o versículo 8 que diz Aquele que não ama, não conhece a Deus, pois Deus é amor.

A segunda passagem que eu quero ler convosco é a passagem que está no livro de Tiago, agora no capítulo 1 de Tiago, para lermos o versículo 17. Tiago, capítulo 1, versículo 17, que diz, Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem lá do alto, descendo do pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Estas duas passagens bíblicas estabelecem duas grandes verdades sobre Deus. A primeira delas é que Deus é um Deus de amor. E a segunda é que Deus concede dons, não apenas os dons comuns, as bênçãos comuns, mas sobretudo as boas dádivas e os dons perfeitos.

Se olharmos para a história universal, nós podemos ver que Satanás tem procurado, ao longo dos anos, das eras, obscurecer a verdade sobre Deus. Em todas as partes do mundo, ele tem retratado um Deus como um Deus de ira, um Deus que deseja prejudicar os homens e as mulheres na Terra, um Deus que observa

O Deus de amor

cada movimento nosso com o propósito de nos apontar a algum erro e punir-nos, Satanás tem retratado Deus como tendo mais interesse em usar de justiça do que propriamente de misericórdia. E por isso, nos próximos minutos, eu quero focar a sua atenção sobretudo no Pai Celeste, na perspectiva de João, aquela que João retrata como o Deus de Amor. Mais do que tudo, necessitamos de ter em mente a razão de Deus nos observar. Porquê que Deus nos observa? Sim, Deus observa-nos. E a Bíblia é muito clara, mostrando que Jesus nos observa não para nos julgar, não para nos punir, não para nos destruir, mas simplesmente e sobretudo porque nos ama.

A Bíblia mostra-nos que Deus está muito interessado no nosso arrependimento, e esta é a primeira grande arte que o Senhor Deus pode fazer na nossa vida, é levar-nos ao arrependimento. Deus está muito interessado no nosso arrependimento. Depois, na nossa santificação, para que em breve cada um de nós seja glorificado na eternidade. Diz-se que quando Isaac Watts era criança, um dia visitou a casa de uma cristã idosa e ela pediu-lhe para leres em voz alta um versículo bíblico que estava preso a uma das suas paredes lá em casa.

A frase escrita tinha sido retirada a partir de Génesis capítulo 16 versículo 13 e ela era uma frase curta que dizia apenas, tu és o Deus que vê. Diz o relato que depois que Isaac Watts leu aquela frase, aquele verso, a senhora idosa disse-lhe, quando fores mais velho, muitos dirão que Deus está sempre a vigiar-te para ver quando é que fazes algo errado com o propósito de te punir. Porém, eu não quero que vejas Deus dessa forma. Eu quero que leves este verso bíblico para a tua casa. E nunca te esqueças, Deus ama-te tanto que não consegue tirar os olhos de ti.

Há poucas semanas atrás eu estive no quarto do hospital onde se encontra a Cleide. Esta senhora é uma irmã que veio do Brasil para Portugal há mais de 20 anos. e que durante estes anos cultuou numa das igrejas adventistas em Lisboa. Hoje ela apresenta um quadro clínico extremamente reservado e pediu-nos se nós podíamos administrar a unção. Na cerimónia que realizámos, uma cerimónia muito simples, no quarto do hospital onde ela se encontra, Uma das certezas que eu deixei a esta nossa irmã é aquela que nós encontramos claramente em Isaías, capítulo 49, versículo 15.

Ainda que uma mãe se esqueça de um filho, de um filho que a amamenta, eu não consigo me esquecer de ti. Prezados amigos, Deus é um Deus de amor que em primeiro lugar tem um prazer enorme em oferecer a sua misericórdia como auxílio e libertação.

As boas dádivas

Vejam o que Jesus afirmou no Sermão da Montanha e nós podemos ir a Mateus capítulo 7 para lermos aquilo que o Senhor Deus disse Jesus, no seu sermão da montanha, quando ele diz no versículo 11, Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem. Esta é uma comparação fantástica e extraordinária que Jesus fez. Como é fácil nós nos podermos identificar com ela. Qual é o pai que não gosta de presentear os seus filhos? Qual é o pai? Não há. Mesmo quando os nossos filhos se tornam adultos, o nosso coração salta de alegria ao vermos os nossos filhos rasgarem o papel de embrulho para receberem o presente que nós preparamos.

E por isso eu posso dizer com toda a segurança, todos nós gostamos de receber. É verdade. Mas os pais gostam muito mais de presentear os filhos do que propriamente receber. E usando esta feliz experiência como base, Jesus prosseguiu, dizendo, se vocês, sendo maus, sabem dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem. Deus é um doador, por excelência. Tudo aquilo que nós possuímos, quer seja muito ou pouco, não importa. Nós temos e recebemos de Deus. O apóstolo Paulo escreveu, a dado momento, no livro de Timóteo, na segunda epístola de Timóteo, nada trouxemos para o mundo.

E David declarou, ao Senhor pertence a terra e tudo que nela se contém. Portanto, tudo aquilo que nós somos, tudo aquilo que nós temos, é proveniente do Deus de amor que tão bondosamente tem olhado para nós e por nós. Certa vez, uma menina virou-se para o seu amigo mais velho e disse-lhe claramente, olha, vou comprar um par de chinelos para o meu pai e vou oferecer-lhe no seu aniversário. O seu amigo ficou assim um pouco sem saber, ao olhar, e vai daí e pergunta-lhe, onde é que vais arranjar dinheiro?

E com os olhos bem abertos, cheios de alegria, com um grande sorriso nos lábios, a menina respondeu, é com o dinheiro que o meu pai me dá. É assim connosco, prezados amigos. Tudo aquilo que nós temos, tudo aquilo que nós podemos partilhar com os outros, vem do nosso Deus de amor. Certa vez li no livro Conselhos sobre Mordomia uma frase extraordinária, uma frase sobre a Deus que dizia, Deus enche-nos de benefícios seus. Somos devedores do alimento que comemos, da água que bebemos, da roupa que vestimos, do ar que respiramos. Deus é um generoso benfeitor e um preservador.

Mas o versículo de Tiago que lemos no início, Dizia que Deus não dá apenas bênçãos a todos. E nós sabemos que isto é uma realidade. Há bênçãos que caem sobre todos. Mas a sua igreja, eu diria, a sua família nesta terra, ele presenteia com boas dádivas e com dons perfeitos. E nós podíamos fazer aqui uma lista dessas dádivas, porque elas são mesmo muitas. Mas permitam-me mencionar duas, duas delas que eu acho bastante interessantes e fundamentais. Foram duas dádivas concedidas lá no Éden, quando Adão e Eva iniciaram o seu percurso nesta terra. A primeira dádiva é o sábado, a segunda dádiva, o casamento.

E sobre o casamento, como uma dádiva, nós podemos afirmar que como todas as outras boas dádivas de Deus, confiadas à humanidade, O casamento tem sido pervertido pelo pecado, mas é propósito de Deus restaurá-lo na sua pureza e na sua beleza. E apesar de ser algo sagrado e que a sociedade desconfigurou, perverteu, fez com que o casamento fosse algo descartável, Deus não se cansa de continuar a restaurá-lo na sua pureza e na sua beleza. Que Deus extraordinário! E sobre o Sábado nós podíamos passar todo este tempo a mostrar como o Sábado é uma das maiores dádivas de Deus à humanidade.

Sobre o Sábado eu posso dizer apenas uma frase, que ela é extraordinária. O Sábado foi uma dádiva que Deus ofereceu a toda a posteridade de Adão. De tal forma que ainda hoje aqueles que guardam o Sábado, aqueles que olham para este dia como o verdadeiro dia do Senhor, não recebem simples bênçãos, recebem dádivas e dons perfeitos. Extraordinário o amor de Deus para com todos nós, pecadores. Por isso, todo o crente que compreende e aceita as muitas dimensões espirituais da verdade do sábado, receberá com alegria esta dádiva semanal como um presente de amor dos Criadores e Redentores da família humana.

Quando nós compreendemos o valor desta dádiva, nós conseguimos entender que as horas sagradas deste dia, o sábado, são uma oportunidade inestimável para nós conhecermos melhor a vida eterna. Sabe o que é a vida eterna? Falamos muito do céu como a morada para a vida eterna, mas neste mundo nós podemos e devemos viver a vida eterna. Veja como O próprio evangelista João descreve o que é a vida eterna. Quando nós vamos à passagem de São João capítulo 13, ou melhor, capítulo 17, versículo 3. São João capítulo 17, versículo 3 diz, e a vida eterna é esta, que te conheçam a ti como o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste.

É muito curioso ver que o sábado e até o casamento, estas duas dádivas dadas a Adão e Eva lá no Éden, que se perpetuam até nós e vão ficar connosco para sempre, dão-nos a conhecer a dimensão do amor de Deus. Em todas as considerações que nós podemos fazer das dádivas de Deus, eu creio que aquela que revela melhor a dimensão infinita do amor do Pai, está escrita em São João capítulo 3, versículo 16.

O dom de Cristo

Uma passagem subejamente conhecida de muitos de nós, que diz, Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que tudo aquilo que nele crê, não pareça, mas tenha a vida eterna. Quando uma criança pergunta à sua mãe, ou mesmo ao seu pai, Qual é o tamanho do teu amor por mim? Imaginem o vosso filho, a vossa filha a perguntar, qual é o tamanho do teu amor por mim? Os pais muitas vezes respondem abrindo os braços, esticando-os o mais possível, dizendo, é deste tamanho. Quando nós perguntamos a Deus o quanto Ele nos ama, Deus aponta para Jesus agonizando lá na cruz e diz-nos, é deste tamanho.

Sabem, o dom de Cristo revela o coração do Pai. Ele testifica que havendo empreendido a nossa redenção, Jesus não poupará coisa alguma, por mais cara que lhe seja, para completar a sua obra. E perante isto, o apóstolo Paulo vai claramente fazer uma pergunta. Uma pergunta que merece a nossa reflexão. Aquele que não poupou a seu próprio filho antes, por todos nós o entregou. Porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas. Ellen White, uma escritora americana, fez uma das descrições mais impressionantes de Cristo na cruz.

Após ela recontar o facto de que Jesus foi preso à meia-noite no Getsemani, foi arrastado de um lado para o outro, de um palácio até um tribunal, foi esquecido, foi aceitado, foi condenado, ela vai escrever isto. Ela vai dizer, com dor e espanto, o céu contemplou a Cristo pendente da cruz. O sangue corria-lhe das feridas e fontes, tendo na testa o sangue misturado com suor. O sangue caía-lhe gota a gota, das mãos e dos pés, sobre a rocha perfurada para encaixar a cruz. As feridas abertas pelos cravos aumentavam o peso que o corpo fazia sobre as mãos. A sua difícil respiração tornava-se mais rápida e profunda à medida que a sua alma arquejava sob o fardo dos pecados do mundo." E ele termina este parágrafo dizendo que cena para o universo celeste.

Que cena para o universo celeste! Se nós juntarmos a esta expressão de amor as palavras do apóstolo Paulo, em 2 Coríntios 5, versículo 21, nós podemos concluir que aquele que não conheceu o pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos. Justiça de Deus! Cristo assumiu a nossa culpa e oferece-nos a sua justiça. É impossível vermos um Deus que ande atrás de nós para nos punir. É impossível nós vermos um Deus disposto a lançar-nos fora do que propriamente abrir os seus braços para nos redimir.

Sabe como é que Deus nos ama? Precisamente com a mesma intensidade que ama o seu próprio Filho. Não sou eu que o afirmo, é o próprio Jesus, o Filho de Deus. Ele deixou esta certeza na sua última oração no Getsemane. Leia comigo o que está escrito em São João, capítulo 17, para lermos o versículo 23. São João, capítulo 17, versículo 23, diz, Talvez esta tenha sido uma das frases que Jesus disse com satisfação. Por outras palavras, Jesus virou-se para o Pai e disse-lhe, Pai, tu enviaste-me para salvar a humanidade porque tu os amas, como me amas a mim.

E eu estou aqui a representar-te porque tal como tu os amas, eu também os amo. E estou pronto a dar a minha vida por cada um deles. O evangelista Lucas afirmou que Jesus, enquanto orava ao Pai, viveu um fenómeno conhecido por hematidrose, que não é mais do que o suor misturado com sangue, causado por um stress físico e psicológico extremo. As horas de dor e sofrimento de Jesus foram vividas na firme certeza de que Deus nos ama incondicionalmente.

A criação e a redenção

A grande obra de Deus, desde o momento em que o homem se escondeu da presença dos senhores entre as árvores do Jardim do Éden até hoje, sempre foi restaurar no homem a imagem do seu autor e levá-lo de novo à perfeição em que fora criado. Eu imagino aquela semana em que Deus veio a este mundo com as suas malas de criatividade, de poder, de ousadia para criar vida neste planeta. Eu imagino quando Deus falou e todas as coisas que Deus desejava oferecer ao homem foram colocadas no seu lugar e a funcionar perfeitamente. Eu imagino o dia em que Deus criou os animais, animais selvagens, animais domésticos, não lhes colocou os nomes porque deixou essa tarefa para o casal edénico, mas preparou cada detalhe.

E quando chegou à tarde de sexta-feira, Deus pegou no barro e começou a desenhar um corpo. Eu imagino que dos lábios de Jesus saía uma melodia de satisfação, como o oleiro que do nada pega num pedaço de barro e vai moldando até que aquele barro seja uma peça de arte. Eu imagino Deus soprar nas narinas daquele pedaço de barro, provavelmente com o seu coração. O seu coração também bateu mais forte e de um momento para o outro. O sangue começou o seu circuito nas veias, nas artérias.

O coração de Adão e de Eva começaram a bombear sangue e do barro nasceu um corpo com vida. Eu imagino Adão e Eva a acordarem e a primeira pessoa que vêem é o seu Criador, com as mãos ainda sujas do barro, abrindo os seus braços de amor para o soldar com vida. Como é que nós podemos ver este Deus, com tanto carinho na criação, tornar-se um ser punitivo ou de condenação? Mas esperem. A Bíblia diz-nos que Deus está a julgar as nações. É verdade. A Bíblia diz-nos que Deus, antes de enviar Jesus para vir salvar a humanidade, fará um julgamento investigativo e que todos, ou melhor, que nem todos, se viram a salvar.

Sem dúvida. Está escrito. É verdade. Porquê? Porque Deus tem duas dimensões que são do mesmo tamanho. Ele é amor e Ele é justiça. Lembra-se da experiência de Isaac Watts? Qual foi a frase que estava escrita naquele bilhete? Deus é aquele que tudo vê. Deus necessita de fazer este julgamento investigativo porque no céu No céu só poderão estar aqueles que desejarem viver a vida eterna neste mundo. No céu só estarão aqueles que desejarem experimentar o seu amor ainda nesta terra. E por isso, aqueles que não conhecerem Jesus neste mundo e não viverem aqui a vida eterna, não serão condenados por Deus.

Serão condenados por si próprios. Há um patamar que Deus deseja que alcancemos. Ele está escrito em 1ª de Coríntios, capítulo 1, versículo 4. Capítulo 1 de 1ª de Coríntios, versículo 4 a 7 diz, Paulo disse a esta igreja, dou sempre graças ao meu Deus, a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus, porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento, assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós, de maneira que não vos falte nenhum dom. aguardando vós a revelação do Nosso Senhor Jesus Cristo. Podemos ainda não estar neste patamar, mas este é o patamar que Deus deseja que nós estejamos.

E tudo fará para que isto aconteça. No programa A Bíblia Aberta, do primeiro trimestre deste ano de 2025, foi explorada a ideia do amor compassivo de Deus e o termo hebraico para compaixão é haam, que deriva do termo hebreu resham, que significa útero. Foi desta forma que os académicos se aperceberam Que a compaixão de Deus é como um amor uterino de mãe, exponencialmente maior do que qualquer compaixão humana, maior do que aquela que uma mãe sente pelo seu filho recém-nascido. É por isso que eu acredito que Deus não desistirá de nos alcançar.

Nós estamos a poucas milhas de entrar na Cidade Santa, a Nova Jerusalém. Estamos a pouco tempo de alcançar a meta. Jesus não tardará em voltar e virá para vir buscar aqueles que vieram, ou melhor, que viveram, para saborear o seu infinito amor. Importa, pois, que neste tempo de graça. Neste tempo de oportunidade que Deus está a dar a todos nós, saibamos aproveitar toda a boa dádiva de Deus e todo o dom perfeito que Ele concede aos que os buscam de coração. Não se esqueça, aquele que ainda não ama, não conhece a Deus, pois Deus é amor.

Decisão no coração

No trono do viver só existe lugar pra um Lugar de quem governa todo o ser No trono do viver só pode haver um Se forem dois, um será amado e o outro rejeitado. Sempre sente agora quem vai ocupar seu coração.

Mas lembre, se ele não for em seu coração então já não é mais nada estrangeira é O dia vai nascer pra você e pra mim Depende de aceitar Jesus no bebê É hora de beber da fonte da vida Você verá que em Jesus existe Decide agora Quem vai ocupar seu coração Mas lembre Se ele não for o primeiro Em

seu coração Então já não é mais nada Não passa de um A ilusão Mas ele foi o primeiro O seu companheiro Motivo do céu existir Você vai viver Você vai sorrir Você vai vencer Não há batalha perdida Ele mesmo te encontrou lá na cruz O sangue já aprontou o que nos ama Se o coração for dele, não será de mais ninguém então já não é mais nada não passa de Mas que ele for o teu bem O seu companheiro

Motivo do céu é em ti Você vai viver Você vai sorrir Você vai vencer Você vai viver Você vai sorrir.

Sobre este episódio

Descubra a mensagem transformadora sobre o verdadeiro caráter de Deus. Longe das visões distorcidas que O apresentam como um Deus punitivo, exploramos como as Escrituras revelam um Criador cujo amor é a essência do Seu ser. É um amor tão profundo que Ele nos observa não para julgar, mas com uma afeição inabalável, desejoso de nos conceder dons perfeitos. Mergulhe nesta compreensão que nos leva a um reencontro com a Sua misericórdia e a um convite à restauração.

Este episódio convida-o a refletir sobre as "boas dádivas e dons perfeitos" que Deus nos oferece, desde o Sábado e o Casamento – desígnios divinos para a felicidade humana – até à promessa da vida eterna, que começa na verdade quando O conhecemos. Entenda como o sacrifício de Jesus na cruz não é apenas a maior prova desse amor incondicional, mas também a chave para a nossa redenção e para a restauração da Sua imagem em nós. Uma jornada espiritual que culmina na certeza de que Deus anseia que alcancemos a perfeição que Ele planeou desde a Criação.

Tópicos abordados no programa: * O amor incondicional de Deus: Mais do que um juiz, um Pai que cuida * Deus como o doador de "boas dádivas e dons perfeitos" * A verdade sobre a justiça e a misericórdia divinas * O Sábado e o Casamento: Dádivas de Deus para a humanidade * Compreender a Vida Eterna: Conhecer a Deus e a Jesus * A obra de restauração de Deus na vida humana * O sacrifício de Cristo na cruz como a maior prova do amor de Deus * A compaixão divina: um amor utrino, maior que o de uma mãe

Série
A Mensagem · 73 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 20
Estreou
17 de Setembro de 2025
Categoria
Espiritualidade