26:32Olá, seja muito bem-vindo ao Fórum Bíblico. É muito bom ter a sua companhia neste espaço. Espero que o programa de hoje seja do seu agrado e contribua para o seu conhecimento e uma melhor compreensão do livro dos livros, a Bíblia Sagrada. Para que assim seja, a sua participação é fundamental. Leu um texto bíblico e não o compreendeu completamente? Há um conceito ou uma palavra na Bíblia que não conhece bem? Há algum assunto na Bíblia que o deixa confuso? Se sim, e porque acreditamos que para cada pergunta existe uma resposta que deve ser procurada e dada, então coloco-lhe o desafio de nos enviar as suas questões sobre qualquer tema ou assunto da Bíblia e o nosso convidado residente, o teólogo Artur Machado, irá procurar dar uma resposta aqui no Fórum Bíblico.
Pode fazê-lo enviando as suas perguntas para o nosso e-mail programas-novotempo.pt, vou repetir, programas-novotempo.pt, ou, se preferir, através do telemóvel, enviando uma mensagem por WhatsApp ou SMS para o número de telefone 933-939291. Volte a repetir o número 933-939291. Não se esqueça de mencionar o nome deste programa, Fórum Bíblico. Lembro também que pode acompanhar semanalmente este programa na televisão, no canal 186 da Mel, ou então, se preferir, no YouTube da Novo Tempo Portugal. Pode também acompanhar na Rádio RCS, em casa ou no carro, em 91.2 FM, na região da Grande Lisboa.
Para o Fórum Bíblico de hoje, reunimos mais três perguntas para serem aqui respondidas e todas elas sobre o mesmo assunto relacionado com a poligamia na Bíblia. Um tema muito interessante que gera por vezes muitas dúvidas e que vai certamente merecer a sua atenção ao longo de todo este programa. Está connosco uma vez mais o Artur Machado, que nos vai ajudar a responder às perguntas que temos sobre este assunto em particular. Olá, Artur Machado, seja muito bem-vindo, obrigado por estar entre nós e por nos continuar a ajudar a esclarecer as questões que nos vão chegando e que vamos
trazendo para este fórum. Avançamos então sobre a primeira pergunta dentro do tema da poligamia e a primeira pergunta do nosso fórum de hoje é porquê é que os reis de Israel tinham tantas mulheres? É uma boa pergunta, e é uma boa pergunta que nos vai permitir duas coisas. A primeira delas é perceber qual foi, desde sempre, o ideal de Deus para a família. A segunda vai nos ajudar a perceber que, afinal de contas, não eram tantos reis de Israel, como nós iremos ver, e que, por vezes, as pessoas focam a sua atenção em fenómenos, é verdade que eles ocorreram no povo de Deus, mas não assim de uma maneira tão generalizada como se possa pensar. Mas vamos ao primeiro aspecto. Esta pergunta ajuda-nos a perceber o que é que Deus tinha como plano para o ideal familiar no nosso planeta.
E, justamente, em termos de sexualidade humana, em termos de família, Deus sempre foi muito claro. E o livro das origens, que é o livro de Génesis, ajuda-nos a perceber qual era o plano que Deus tinha. para a humanidade. E, por exemplo, em Génesis, no capítulo 2, no versículo 18, Deus diz, não é bom que o homem esteja só, falhei o mal de Jutora, que esteja como decadente dele. E isto chega à conclusão, depois de Deus ter criado tudo e de ter deixado, o Adão sozinho, para ele perceber que tinha necessidade de alguém que estivesse face a face com ele.
E Adão percebeu que todos os animais tinham a sua complementaridade, eram macho e fêmea, e ele era sozinho. E, portanto, o relato bíblico continua e diz então que Deus fez cair um sono sobre Adão e que de um dos seus lados, algumas traduções dizem de uma das suas costelas, fez então a mulher. E o versículo 18, não é bom que o homem esteja só, mostra-nos justamente que o casamento é proporcionado ao ser humano como o meio da sua felicidade, o meio de ele se sentir acompanhado, de não viver em solidão. E a maneira pela qual a Bíblia designa a mulher, a sua parceira, a sua sócia, se poderíamos dizer assim, o seu face a face, a sua ajudadora.
O versículo 22 diz que foi de um dos lados, ou de uma costela, como eu já disse, que Deus criou a mulher. O verbo que está aí é o verbo baná. E o verbo baná é um verbo interessante porque, por exemplo, em Amós, no capítulo 9 e no versículo 6, esse verbo vai ajudar a estar na raiz de uma palavra que é a palavra bait, que é a palavra para família, ou que é a palavra para casa. E, portanto, Deus, ao constituir um casal, Constitui uma casa, constitui uma família. O segundo elemento importante que sobressai, portanto, deste livro de Génesis, é que há uma aliança que se estabelece entre os dois.
E isso é dado, por exemplo, por dois verbos importantes que estão nesse texto bíblico, que é o verbo deixar. O texto bíblico diz, deixará o homem o seu pai e a sua mãe. e apegar-se-á à sua mulher. E este verbo deixar mostra que há uma ruptura em que o ser humano, isto depois, claro, no seguimento da história humana, claro que Adão não deixou o seu pai, mas no seguimento da história humana seria assim, o homem faria uma ruptura com a sua família biológica para ir ao encontro de uma outra realidade, de uma outra história. E o verbo apegar mostra o caráter exclusivo dessa história. Portanto, é uma nova história e é uma história que, a partir daí, vai ter não só um novo capítulo, mas um novo livro.
Até aqui, o ser humano, o homem e a mulher viveram numa determinada estrutura. A partir de um determinado momento, eles vão entrar numa estrutura própria dos dois. E o texto bíblico continua a tornar-se-ão uma só carne. E esta afirmação mostra o carácter íntimo desta relação. Portanto, não apenas o caráter exclusivo, mas também o caráter íntimo. Agora, é interessante notar que estes dois verbos, o verbo deixar e o verbo apegar, são muitas vezes utilizados na Bíblia para a linguagem da aliança, na aliança que Deus faz com os seres humanos. E Deus utiliza estas duas palavras no relato de Génesis para mostrar que é realmente uma aliança que Deus proporciona ao homem E há mulher, uma aliança com o futuro, uma aliança que o próprio Deus celebrou, portanto, ali no Jardim do Éden.
Quais são as características desta aliança? Em primeiro lugar, é uma aliança monogâmica entre um homem e uma mulher. E, portanto, logo ao dizer monogâmica, no tema de hoje estamos a dizer que a poligamia não fazia par do plano de Deus, deste projeto de Deus. para o ser humano. E ele aparece logo no relato bíblico não como um assunto humano entre o homem e a mulher, mas como um assunto onde Deus está também implicado, porque Deus é ativo neste relato. Ele criou o homem e ele percebe que, diante da insatisfação que o homem sente, propositada e criada por Deus, Deus vai proporcionar ao homem a sua a sua cara a metade, digamos-lhe assim.
E, portanto, Deus é ativo neste relato, Ele é participativo. E, quando se fala no relato do Livro de Génesis, há uma coisa engraçada. O relato do Livro de Génesis termina a criação com um dia santo. Seis dias de criação e há um dia santo. Ora, o homem é criado, segundo o relato do Livro de Génesis, no sexto dia. para lhe proporcionar, em família, a entrada num dia santo. O dia é santo e a união que Deus estabelece entre este homem e esta mulher é também uma união santa, uma união à parte, uma união que pertence não apenas à esfera humana, mas onde Deus está perfeitamente implicado.
E nós vamos encontrar essa implicação justamente na legislação bíblica. No livro de Levítico, por exemplo, no capítulo 19 e no versículo 3, tem aqui uma expressão que até vem de um dos nossos programas anteriores. Diz assim, cada um temerá a sua mãe e a seu pai, ou seja, respeitará a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou o Senhor vosso Deus. E, portanto, a família e o sábado São duas instituições santas, duas instituições sagradas, que vêm do princípio das origens da humanidade e que Deus quer preservar para o ser humano. Este foi o plano de Deus, sempre para o ser humano.
Muito bem, depois de compreendermos qual era esse o plano de Deus e que é fundamental na abordagem e na compreensão desta temática, eu gostaria agora de lhe falar sobre uma oferta muito especial que temos para si. É este guia de estudo da Bíblia, intitulado Evidências. Este guia é da autoria do Dr. Rodrigo Silva e nele pode encontrar 14 lições. E cada uma das lições que pode estudar neste guia desafiou, não importa se é ateu, agnóstico ou religioso, a refletir sobre o propósito da existência, sobre realidades metafísicas e sobre dilemas humanos, iniciando cada estudo com uma questão de base. Acredito que vai querer receber em sua casa um exemplar deste guia, um guia que é totalmente gratuito.
Para isso, pode pedir já o seu, enviando-nos uma mensagem para o número 933-939291, eu vou repetir, 933-939291, e pode solicitar assim o guia de estudo e evidências. E antes de prosseguirmos para a segunda pergunta do nosso fórum, vamos agora para um breve intervalo. Continue por aí, pois nós voltamos já já, dentro de momentos. TV Novo Tempo, o canal da Bíblia, o canal da esperança. Estamos de volta ao programa Fórum Bíblico e hoje as perguntas são sobre o tema da poligamia na Bíblia. Para nos ajudar a entender melhor este assunto e o seu enquadramento no relato bíblico, está connosco o teólogo Arturo Machado.
E porque este é um fórum para partilhar questões ou dúvidas a respeito da Bíblia, pode enviar-nos as suas perguntas para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt Ou então, poderá enviar-nos uma mensagem por WhatsApp ou SMS para o número do telefone 933 939291. E tal como está a assistir, procuraremos dar a resposta num próximo programa. Vamos avançar para a segunda pergunta que hoje temos no nosso fórum.
As respostas muitas vezes intercoruzam-se e as perguntas também. E se na primeira pergunta nós percebemos pela resposta que a poligamia não faz parte do plano de Deus, então Ajude-nos a esclarecer, e a segunda pergunta é, então, como é que a poligamia aparece no relato bíblico, se não fazia parte do plano de Deus? É também o livro das origens que nos vai dar essa resposta. E, realmente, no livro de Génesis, no capítulo 4 e no versículo 19, é dito, tomou Lameque para si duas mulheres. O nome de uma era Hada, o nome da outra Zilá. Vamos ter aqui um pouquinho neste personagem Lameque. Lameque pertence à geração de Caim. Para aqueles que estão habituados ao relato bíblico, portanto, Adão e Eva tiveram dois filhos, tiveram muitos mais outros, mas há dois que vão ser preponderantes, Abel e Caim.
E acontece que Caim acabou por matar Abel e acabou por fugir, a Bíblia diz mesmo, sair da presença de Deus. Ora, o relato bíblico diz uma coisa interessante. Este lameque é o sétimo descendente de Caim. E isto é importante, porque a palavra sete, o nome sete, na Bíblia, o número, digamos assim, significa a plenitude. É um número muito importante. Por exemplo, a palavra sete em hebraico é sabah, a palavra plenitude é sabah. Portanto, elas estão as duas muito íntimas. E na genealogia de Caim, Lamec é o sétimo. Mas há uma outra genealogia.
Adam e Eva, depois da morte de Abel, tiveram um outro filho. Chama-se Seth, este filho. E o sétimo, na genealogia de Seth, é Enoch. E Enoch é mencionado na Bíblia como alguém que andou com Deus. E Enoch andou com Deus, diz a Bíblia, e Deus para si o tomou. Ou seja, ele foi trasladado para a presença de Deus, porque ele andou com Deus. Este lamec é diferente, é o sétimo também, mas não o sétimo na plenitude do plano divino, porque nós percebemos que a este enoque justo, o sétimo descendente de de sete opõe-se este Lamec, o sétimo descendente de Caim.
E, portanto, há uma coisa que nós já podemos reter, quer aqueles que nos estão a ver, quer aqueles que nos estão a ouvir, e é uma frase que nós vamos colocar agora e que eu vou mencionar, que é Lamec é o fundador da poligamia. É este lamec, o sétimo, depois de Caí, que vai fundar a poligamia. E reparem que enquanto o relato bíblico diz, e tomou Deus numa costela do homem, ou ao lado do homem, e fez a mulher, aqui o relato bíblico diz, e tomou lamec para si. Ou seja, ele toma o lugar de Deus. Enquanto que é Deus quem proporciona uma mulher a Adão, ela meque que diz uma não, eu quero duas.
E, portanto, ela meque quem vai fundar A poligamia, e juntamente com a poligamia, não deixa de ser interessante que Lamec vai dar origem também a outras circunstâncias. Não quer dizer que elas estejam sempre associadas à poligamia. Quer dizer que Lamec é o personagem que se devia do plano de Deus, não apenas no ideal de família, mas é também aquele para o qual a violência se torna gratuita. Como ele diz em Génesis no capítulo 4, no versículo 23, disse Lameque às suas mulheres, Adais e lá ouvi a minha voz, vós mulheres de Lameque, escutai o meu dito, que eu matei um varão por me ferir e um jovem por me pisar. E, portanto, este Lameque mostra que ele se afasta completamente do ideal de Deus.
No entanto, aqueles que estão familiarizados com o relato bíblico podem dizer, é, mas ele não foi o único, O Abrão também teve duas mulheres, pelo menos. E nós reparamos que o Abrão, por uma falta de confiança em Deus, uma falta momentânea, em que ele viu que a sua idade estava a avançar e a da sua esposa também, e que a promessa de um filho não vinha, a sua esposa, segundo a cultura do seu tempo, que permitia que uma escrava pudesse ter um relacionamento sexual com o seu senhor e o filho seria, portanto, da sua senhora, vai permitir, portanto, que Abrão tenha relações, então, com Agar.
E isto vai acontecer também no período dos Patriarcas, vai acontecer com Jacó. Vai acontecer também depois, no período dos juízes. E vai ao encontro este tipo de comportamento daquele que era também a legislação dos territórios à volta do povo de Israel. Por exemplo, na cultura suméria, o Código de Lipti e Shtar, que data há mais ou menos de 1850 a.C., incluía uma série de leis em que permitia a presença de uma segunda mulher ou concubina. O famoso Código de Hammurabi, de Babilónia, datado de 1700 a.C., também aceitava a poligamia em determinadas circunstâncias. As leis assírias também tinham a concubinagem como uma prática comum e, portanto, isto era o que acontecia na legislação à volta de Israel.
Mas será que a poligamia era então assim tão disseminada? Houve quem fizesse estudos mais concretos e estatísticos sobre a questão da poligamia e, num período de mil anos, quem fez estes estudos constatou que 25 líderes do povo de Israel, apenas seis são mencionados como tendo mais que uma mulher. Foram Elzebrão, Jacó, Gideão, Saúl, Davi e Salomão. Por via das dúvidas, incluíram mais alguns porque a sua descendência Era muito numerosa para ser apenas de uma mulher. E então incluíram também Jair, o Juiz Ibsen e Abdo. Ou seja, no total, nove dos vinte e cinco líderes, num período de mil anos, nove dos vinte e cinco líderes do povo de Deus tinham...
eram praticantes da poligamia. Tinham mais que uma mulher. Não era uma minoria, 36%. Se quisermos pôr isto em porcentagem. E, portanto, sem contarmos com o Lamec, que não faz parte, portanto, da geração do povo de Deus. Mas a partir do cativeiro, por exemplo, já depois da monarquia, nós já voltaremos à monarquia daqui a pouco, depois da monarquia, depois do cativeiro babilónico, as únicas referências bíblicas à poligamia são as do rei Belshazzar, que aparece em Daniel, no capítulo 5, e do rei Assuero, o famoso marido da rainha, O Novo Testamento não relata qualquer evidência da poligamia, quer entre judeus, quer entre gentios.
Isto leva-nos à segunda conclusão e à segunda frase que eu hoje queria deixar com aqueles que nos estão a ver e aqueles que nos estão a ouvir. E essa frase é importante. Ela diz assim, a poligamia Foi um fenómeno que existiu entre o povo de Deus e que era contrário à vontade de Deus para o ideal da família. Ele existiu, mas existiu de uma maneira reduzida. Existiu em pequena escala, digamos assim. Porque ele era contrário. Não eram todas as pessoas que eram polígamas. Eram, portanto, juízes ou patriarcas que tinham posses, que tinham essa capacidade financeira de sustentar essa família. E isso não se deu sem fraturas, porque Abraão realmente teve de agar o filho Ismael, mas depois Sara tem o seu filho Isaac, e agar e Ismael acabam por ser expulsos.
Quer dizer que isto vai provocar fraturas, mas não é algo tão generalizado como nós pensávamos. Muito bem. A terceira pergunta, ligam-nos um pouquinho à primeira e ligam-nos como avançou a questão da monarquia. E a pergunta é, então, como é que se explica a poliamia entre alguns reis, porque já sabemos que não eram todos. Já sabemos que não eram todos. Portanto, já vimos que nos juízes eram alguns, não foram todos. E agora vamos ver na realeza.
E para vermos a realeza é importante, porque Deus, tendo previsto que haveria de haver reis, no livro de Deuteronómio, no capítulo 17, dos versículos 14 a 20, Deus dá as indicações do que deveria ser o rei para o povo de Israel. E é engraçado que, nas indicações que lá estão, o povo de Israel não deveria colocar um homem estranho que não fosse, portanto, do povo de Deus, e dizia assim, não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito para multiplicar cavalos, pois o Senhor vos tem dito que nunca mais voltareis por este caminho." E agora tomem nota, também para si, tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração não se desvie.
Logo, Deus, prevendo que haveria de haver a monarquia, diz, o monarca, o rei, não deveria ter para si Mulheres. Mas eles vão ter. Nós vamos ver que o David, por exemplo, teve cerca de nove mulheres e dez concubinas. Alguns desses casamentos que David fez foram absolutamente políticos. De alianças, por exemplo, quando ele está fugido de Saúl, ele tem uma mulher que era filha de Saúl, Mikal, porém David foge e vai acabar por casar com Abigail, que era do clã de Caleb. o clã que detinha a cidade de Abraão, onde estavam os restos mortais de Abraão e dos patriarcas. E, portanto, era importante fazer isso.
Ele também fez outras alianças com outras mulheres de reis cananeus para segurar depois aquele território. E Salomão vai imitá-lo. Porém, é interessante notar que Salomão, no livro de Eclesiastes, vai se arrepender porque a Bíblia diz que as muitas mulheres de Salomão lhe desviaram o seu coração e que ele acabou por praticar a idolatria. À parte disso, temos também a Cabe. O próprio rei Davi vai ter problemas, porque na sua corte as mulheres que ele tem vão dar origem aos filhos e estes filhos vão provocar tensões. Por exemplo, Amnon vai violar Tamar, que era a sua meia-irmã, e o irmão de Absalão vai matar Amnon.
que deveria ter sido o rei, mas que não foi, porque foi morto, portanto, por Absalão. Isto vai provocar fraturas e tensões muito importantes. E, além do mais, vai nos mostrar que estes reis, deixando o plano divino, vão ter problemas que Deus nunca desejou para eles, Deus nunca quis. E estas alianças, que se provaram, no início, poderiam ter sido proveitosas, afinal de contas, vão-lhes criar muitos problemas. O caso de Absalão vai criar uma guerra civil. Vai acabar mais tarde por criar uma guerra civil e quase fazer perder o reino ao rei David.
E, portanto, a Misericórdia Divina, mesmo assim, ajudou estes reis, apesar do que eles fizeram. E, como vemos, não são muitos. Não há, portanto, uma realidade abrangente da monarquia israelita que é polígama. Não. O ideal monogâmico continua a ser feito. Isso leva-nos à terceira frase de hoje, que serve em guisa de conclusão, ou seja, que é para a família O conselho de Deus foi e é o do casamento monogâmico entre um homem e uma mulher como forma de proporcionar o amor, a felicidade, a alegria e a paz que são necessárias na construção de um lar e de uma família.
Este foi sempre o ideal de Deus, pontualmente. Alguns desviaram-se deste ideal. Como se desviaram? Noutras coisas. Mas quando nós vemos, e vimos isso no programa de hoje, quando queremos ir à origem da poligamia, nós não a vemos como tendo sido dada por Deus. Nós vemos que ela teve origem en lamec, que é da descendência de Caí, portanto, alguém que se afastou de Deus. Não está nos planos divinos. Muito bem, penso que ficou muito claro e a forma muito sistematizada e também muito fundamentada ajudaram de certeza a percebermos este tema que suscita muitas dúvidas e por isso trouxemos estas três questões. Tenho a certeza que aí desse lado que nos está a ver ou apenas a ouvir na rádio ficou certamente a compreender melhor este tema da poligamia e que foi bem explicado e abordado ao longo deste programa.
Gostaria de relembrar uma vez mais o guia de estudo da Bíblia que temos para lhe oferecer, intitulado Evidências, escrito pelo Dr.
Rodrigo Silva. Cada capítulo ou cada estudo que pode encontrar neste manual tem o objetivo de o ajudar a refletir sobre valores espirituais e talvez obter respostas que eventualmente possa estar à procura. Para o receber é muito fácil, basta enviar-nos uma mensagem para o número 933-939291 solicitando este guia de estudo e evidências e a equipa do Novo Tempo terá todo o gosto em enviar um exemplar para si. Já sabe também que o Fórum Bíblico só faz sentido com a sua participação e, por essa razão, pode enviar-nos as suas perguntas e dúvidas que gostava de ver esclarecidas para o nosso e-mail. Ele é programas arroba novotempo.pt, eu vou repetir, programas arroba novotempo.pt, ou então pode enviar-nos uma mensagem pelo WhatsApp ou através de SMS para o número 933 939291.
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🔥 Atenção, amantes da sabedoria! Preparámos um episódio do Fórum Bíblico que vai incendiar as vossas mentes! Já se questionou sobre a poligamia na Bíblia? 🤔
Neste episódio, mergulhamos nas profundezas das escrituras para desvendar os mistérios por detrás desta prática antiga. Com a orientação do nosso teólogo residente, Artur Machado, exploramos as origens da poligamia, analisamos o seu impacto na sociedade da época e descobrimos o que a Bíblia realmente diz sobre o assunto. 🤯
Prepare-se para uma discussão fascinante que o fará repensar tudo o que achava que sabia sobre a Bíblia! 🚀