Livros apócrifos

Livros apócrifos

03 de Abril de 202524 min 23 s

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Abertura e apresentação

Olá, seja bem-vindo ao programa Fórum Bíblico e muito obrigado por estar aí desse lado connosco. O meu nome é Marco Figueiredo e é com muito gosto que estarei a partir de agora e todas as semanas neste fórum. E tal como o próprio nome deste programa indica, trata-se de um fórum onde a sua participação vai ser muito importante. Queremos procurar responder aqui, no Fórum Bíblico, a perguntas, a dúvidas, a questionamentos que tenha sobre o vasto universo do conhecimento da Bíblia e ajudar a trazer luz e também esclarecimento às suas questões, porque para cada pergunta há sempre uma resposta. Para isso, deixo este desafio de nos enviar as suas perguntas, que tenham sobre qualquer tema ou assunto da Bíblia, e procuraremos, na medida do que nos for possível, respondê-las aqui neste fórum.

Pode fazê-lo enviando as suas perguntas ou temas para o nosso e-mail Programas, arroba novotempo.pt. Tome nota! Programas, arroba novotempo.pt. Ou se preferir usar o seu telemóvel, pode também enviar uma mensagem por WhatsApp ou SMS para o número 933 93 92 91. Volte a repetir o número 933 93 92 91. Sempre que enviar as suas perguntas, mencione, por favor, o nome do programa, Fórum Bíblico. Lembro também que pode ver este programa na televisão no canal 186 da MEU ou se preferir no YouTube da Novo Tempo Portugal e também pode ouvir na Rádio RCS em 91.2 FM na região da Grande Lisboa.

E para nos ajudar a responder às suas perguntas, teremos connosco Arthur Machado, licenciado em Teologia e alguém que tem uma paixão muito grande pelo estudo e pela compreensão da Bíblia Sagrada, assim como uma vasta experiência e formação, o qual nos vai ajudar e nos vai guiar através das páginas deste livro sagrado, a Bíblia.

A diferença no número de livros

Vai ajudar-nos a refletir sobre a história e sobre a compreender muitos temas da Teologia e também da espiritualidade cristã. Olá Arthur, muito obrigado por estar connosco aqui no primeiro programa do Fórum Bíblico. No programa de hoje selecionámos quatro perguntas, todas elas relacionadas entre si e ligadas a um tema comum que certamente desperta o interesse de muitas pessoas que se questionam sobre a Bíblia. Hoje falamos sobre os livros que integram a Bíblia Sagrada. E sem mais demora, Arthur, vamos avançar para a primeira pergunta que foi colocada aqui neste fórum e a pergunta é a seguinte. Por que é que certas Bíblias têm mais livros que outras? É um facto que quando nós dispomos de uma bíblia vamos constatar, às vezes até com um amigo, que o número de bíblias, sobretudo estamos a falar da parte do Antigo Testamento, o número de bíblias na esmagadora maioria das bíblias dos protestantes têm 39 livros, tal como têm os judeus, Mas, se estivermos com alguns amigos católicos, há Bíblias ou há traduções da Bíblia que podem ter pelo menos mais sete livros.

Mas eu queria aqui salvaguardar um aspecto. Não há bíblias denominacionais. Digamos, há bíblias que algumas denominações vendem porque elas são fruto da tradução. Por exemplo, entre os evangélicos, a tradução de João Freira de Almeida talvez seja mais conhecida do que entre os católicos, mas elas são o fruto de um esforço de tradução. O que nós estamos aqui a falar é de alguns livros que foram colocados a mais naquilo que já existia no cánon hebraico e que, portanto, vão fazer essa diferença nos livros do do Antigo Testamento, mas eu quero assegurar todas as pessoas de que todas as traduções são fruto de um esforço importante da parte dos seus tradutores e são fidedignas, ou seja, muitas vezes os tradutores fizeram o melhor que eles podiam para dar para o português aquilo que um texto hebraico ou um texto grego querem dizer e, portanto, às vezes escolhe-se uma outra palavra que é diferente mas no essencial a mensagem é a mesma.

Com esta adição de livros já não se passa tanto assim, por isso é que é importante nós verificarmos o porquê desta diferença, em que é que ela consiste e qual, digamos, as características que estes livros têm que faz com que protestantes e judeus não os tenham no seu cálculo bíblico. Muito bem, Artur. Penso que ficou claro a explicação desta diferença no número de livros. E a pergunta que se segue vem em sequência, que é quando é que surgiu esta

A decisão do Conselho de Trento

diferença no número de livros do Antigo Testamento? Esta diferença vai surgir depois da Reforma Protestante. Como nós sabemos, com a Reforma Protestante, a Bíblia começa a ser traduzida para as línguas dos países, para o alemão, sobretudo, com Lutero, e o que vai acontecer é que a contrarreforma, sobretudo com o Conselho de Trento, no dia 8 de abril de 1546, o Conselho de Trento vai determinar que uma série de livros, até então denominados deuterocanónicos, deutero é uma palavra grega que significa segundo, o dois, portanto o canónico vem de canon, os segundos no canon, e já iremos explicar daqui a pouco isto, que é de livros deutrocanónicos, e estamos a falar, por exemplo, do livro de Tobias, o livro de Judite, o primeiro e o segundo livro de Macabeus, o livro do Eclesiástico, o livro de Baruch, o livro da Sabedoria e alguns capítulos.

de outros livros canónicos, como, por exemplo, uma adição a alguns capítulos do livro de Daniel ou do livro de Esther, fossem introduzidos, portanto, no canone bíblico. Não ficassem separados, mas fossem introduzidos como se fizessem parte portanto, da Bíblia. E desde essa altura foram utilizadas, então, três nomenclaturas para os livros bíblicos. A nomenclatura protocanónico para designar os 39 livros que já existiam do Antigo Testamento, e depois a designação deutero-canónico ou apócrifo para designar estes restantes livros que eu acabei de mencionar.

A palavra apócrifo vem do grego. Ela significa secreto ou escondido. E é um termo que se aplica, portanto, a alguns escritos judaicos. Estamos a falar, portanto, de livros, como eu mencionei, do Antigo Testamento. Alguns escritos judaicos que foram, sobretudo, redigidos entre os períodos intertestamentários, ou seja, entre o final do Antigo Testamento e o início do Novo Testamento. E segundo o Conselho de Trento, estes livros deutrocanónicos, ou apócrifos, não se extinguem dos já existentes por qualquer distinção em qualidade, valor e importância. Ou seja, o Conselho de Trento vai dizer que eles estão todos ao mesmo nível.

E isto é que foi a grande diferença, porque os judeus tinham estes livros, sem dúvida alguma, e há muitos outros. Nós podemos dizer que há uma Bíblia apócrifa. Há muitos escritos ou partes de livros, ou livros em inteiro, que eram conhecidas, portanto, dos judeus, mas que eles não consideravam como sendo inspiradas. e eles só consideravam como sendo inspiradas os que hoje nós temos, os 39 livros do Antigo Testamento. Esta decisão do Conselho de Trento coloca uma questão, a questão de saber o que é que nos autoriza a perceber quais são os livros que devem integrar a Bíblia. E, portanto, o Conselho de Trento decidiu, e decidiu que é a Igreja que tem autoridade sobre a Bíblia para dizer quais os livros que são inspirados e os livros que não são.

inspirados. Por outro lado, os protestantes consideram que a Bíblia, internamente, nos dá indicações e que nos ajudam a perceber quais os livros que devem ser inspirados ou não inspirados. E, portanto, para os protestantes, quem tem autoridade para dizer que livros integram as Escrituras ou não é a própria Bíblia. A própria Bíblia dá-nos pistas, digamos assim, para nos indicar que esses livros são inspirados ou não, enquanto que Para a Igreja, é a Igreja que tem essa autoridade. E daí que, desde esse momento, houve realmente essa clivagem.

E estamos aqui, portanto, numa questão de autoridade. Para os protestantes, a Bíblia é a suprema autoridade. Para a Igreja, a Igreja determina qual quais os livros que, portanto, devem fazer parte da Bíblia Sagrada e, nesse caso, ou divida a autoridade com a Bíblia ou sobrepõe-se. à autoridade da Bíblia. A terceira pergunta que eu tenho para lhe colocar, penso que ajuda a clarificar um pouquinho mais isso, que é exatamente porque é que os protestantes, então, não aceitam estes livros? Quais são as razões que os levam a não aceitar?

Razões para a exclusão

Há várias razões. Exatamente. Há várias razões. Em primeiro lugar, nenhum deles foi escrito por nenhum profeta. Significa para os protestantes que eles não foram inspirados. Muitas vezes nós temos na Bíblia os nomes dos próprios profetas que estão associados a esses livros. Isaías, Jeremias, Ezequiel. Ou então a própria tradição dá-nos algumas pistas. Por exemplo, a tradição diz que foi Moisés que escreveu o Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia. o profeta Samuel terá escrito o livro de 1ª e 2ª Samuel, bem como o livro de Ruto, o livro dos Juízes.

Nós temos essas indicações. Ora, estes autores não aparecem, não são profetas denominados. Em segundo lugar, nós podemos dizer que há contradições históricas nestes livros. Eu vos vou dar alguns exemplos. O livro da Sabedoria pretende ter sido escrito por Salomão. Mas assinala que, nessa altura, os israelitas estavam sujeitos aos seus inimigos. Ora, isso é falso. Porque, no Templo de Salomão, nós sabemos, pelo relato bíblico, que o grande Israel, que tinha sido construído por David e que tinha ocupado várias porções de territórios no Médio Oriente, se mantinha. E Israel não estava subjugado a nenhum inimigo. No livro de Judite, por exemplo, também se supõe que Nabucodonosor é o rei dos assírios e que vive em Ninive.

Mas, na altura de Nabucodonosor, a cidade de Ninive já tinha sido destruída. E, portanto, temos aqui umas inexatidões históricas. Eu trago aqui uma Bíblia, que é a Bíblia de Jerusalém, que tem, justamente, alguns desses apócrifos, para vos dar um exemplo. No livro de Daniel, eu até trouxe aqui uma marca, no capítulo 14 do livro de Daniel, que menciona também a experiência de Daniel na Cova dos Leões. Experiência essa, que já vinha no capítulo 6, já leiremos. Mas neste capítulo 14, se nós formos ler o versículo 31, diz-nos assim, eles o atiraram, portanto, a Daniel, na cova dos leões, onde esteve durante seis dias.

Mas, se nós formos à mesma experiência no capítulo 6, É notório que Daniel é atirado aos leões num dia, a pedra é colocada na cova, diz-nos aí nesse capítulo 6, no versículo 19, que o rei nessa noite não comeu, não desfrutou de nenhum prazer. Versículo 20. De madrugada, ao raiar da aurora, o rei levantou-se e dirigiu-se ansiosamente à cova dos leões. Aproximou-se da cova, gritou a Daniel com voz angustiada, Daniel serve do Deus vivo, o teu Deus a quem serves com tanta constância foi capaz de te livrar dos leões? E Daniel responde, e diz-nos o versículo 24, o rei sentiu uma grande alegria por sua causa e ordenou que retirassem Daniel da cova.

Ou seja, no capítulo 6, Daniel é retirado da cova dos leões na madrugada seguinte, no capítulo 14, que é uma adição. Portanto, não existe no texto canónico o capítulo 14 do livro de Daniel. O livro de Daniel termina no capítulo 12. diz que Daniel esteve seis dias na Cova dos Leões. Há, portanto, inexatidões históricas. Há também outras questões. Por exemplo, nenhum autor do Novo Testamento apresenta qualquer citação destes livros. Nem do livro de Tobias, nem do livro de Judite, nem do primeiro e segundo de Macabeus. Não há nenhum autor do Novo Testamento que os cite.

Os pais da igreja também não os citam. mas citaram várias passagens do Antigo Testamento. Também sabemos que estes livros foram preservados no norte de África, na cidade de Alexandria, mas não na Palestina. Daí que eles têm uma influência diferente dos livros bíblicos. E percebemos também que, por exemplo, eles têm algumas questões éticas que mexem connosco quando lemos na Bíblia. Há alguns livros que, por exemplo, fazem a apologia da mentira. Eu dou um exemplo.

No livro de Tobias, há um determinado personagem que se apresenta, em primeiro lugar, como sendo um judeu da tribo de Naftali. Depois diz que Hezarías é o filho do grande Ananias e acaba por confessar que é o anjo Rafael, um dos sete que assistem diante do Senhor. A mentira também é elogiada no livro de Judite e o suicídio é louvado no segundo livro de Macabeus. Ora, estas razões e muitas outras, porque nós não temos muito tempo para dedicar a este assunto, mas para quem quiser pode investigar, levam a que os protestantes não aceitem estes livros como livros inspirados, quando comparados, Portanto, com os livros canónicos já existentes e aceitos por protestantes católicos e judeus, como os livros originais inspirados da Bíblia.

Muito bem. Artur, agradeço muito a explicação. Chegou agora o momento que eu gostaria de lhe apresentar um guia de estudo da Bíblia muito interessante e que é intitulado Evidências. Acredito que pelo nome talvez já saiba quem é o seu autor. Este guia de estudo foi escrito pelo Dr. Rodrigo Silva e segue em parte a lógica do nosso programa, uma vez que procura responder a perguntas como, por exemplo, Podemos crer na Bíblia, afinal Deus existe, porque sofremos, entre tantas outras, que também podem eventualmente ser as suas questões. De um modo profundo, mas muito fácil de compreender, vai encontrar aqui respostas a estas perguntas e confirmar que na Bíblia a fé e a razão não são incompatíveis e, na verdade, elas acabam é por se complementar.

Pode pedir este guia de estudo, hoje mesmo, de forma totalmente gratuita, enviando uma mensagem para o número 933 939291, solicitando o Guia de Estudo e Evidências e a equipa da Novo Tempo terá todo o gosto a enviar para si. Chegou agora também o momento de fazermos um curto intervalo. Fique aí, nós voltamos já de seguida. TV Novo Tempo, o canal da Bíblia, o canal da esperança. Estamos de regresso ao programa Fórum Bíblico. Estamos a responder a perguntas e dúvidas sobre a Bíblia, hoje relacionada com a composição dos livros que a integram, e temos connosco o teólogo Arturo Machado para nos ajudar a responder. Se começou agora a assistir ou se está a ouvir pela primeira vez este programa e se porventura tem alguma dúvida ou algum assunto na esfera ampla do conhecimento bíblico e que gostava de ver esclarecido, então tem aqui um fórum para encontrar a resposta.

Envia-se o dúvida ou questão para o nosso e-mail programas-arroba-novotempo.pt ou então envia uma mensagem por WhatsApp ou SMS para o número do telefone 933-939291 mencionando o nome do programa Fórum Bíblico. Logo que possível, nós iremos procurar aqui dar a resposta. Avançamos agora para a quarta e última pergunta do nosso programa. E a pergunta que nós temos para lhe colocar, no seguimento ainda desta temática,

Testemunhos de textos antigos

é que testemunhos é que nós temos de textos antigos que mostrem que estes livros deutrocanónicos não integravam o cânone bíblico. Há vários testemunhos e nós vamos mencionar alguns. O primeiro é interessante porque é do célebre escritor e historiador judeu Flávio José, que escrevendo mais ou menos na altura em que o apóstolo Paulo tinha, portanto, também o seu ministério e depois de Jesus Cristo, Flávio José vai dizer num seu livro Resposta a Ápio, vai dizer o seguinte, Não temos entre nós, portanto ele está a falar com os gregos, numa inumerável multidão de livros discordando entre si e contradizendo-se uns aos outros, mas apenas 22, que contêm o registro de todos os tempos passados, nos quais temos justas razões para crer, que são divinos.

É interessante. O Flávio José diz isto. E ele menciona 22. Ainda há pouco eu disse-vos que eram 39. E é normal que as pessoas se estejam a interrogar. Então, 22 ou 39. A diferença é muito simples. Nesta altura, havia livros do Antigo Testamento que estavam agrupados. Por exemplo, Juízes, Rute, 1ª e 2ª Samuel estavam agrupados. 1ª e 2ª de Reis, 1ª e 2ª de Crónicas estavam agrupados. E, portanto, esses livros agrupados davam o número de 22. Ao desagrupá-los, eles vão dar o número de 39. Também é interessante que uma boa parte dos autores cristãos no início não aceitavam ou tinham alguma relutância a aceitar os deutrocanónicos.

Por exemplo, o célebre escritor, também cristão, Eusébio de Cesareia, no século IV, cita Orígenes, que no século anterior tinha desempenhado um grande papel no estudo da Bíblia e usou largamente a versão dos 70. E no seu comentário sobre o Salmo I, Orígenes diz assim, deve observar-se que os livros canónicos usados pelos hebreus são 22, segundo o número das letras do seu alfabeto. Outro pai da igreja, Atanásio, na sua epístola Festale, depois de enumerar os livros canónicos, ele acrescenta, para maior exatidão, devemos acrescentar que, além destes livros, há outros que não são canonizados. Ele diz, há outros, é verdade.

mas que foram aconselhados pelos pais para serem lidos por aqueles que, novamente vindos até nós, têm desejos de serem ensinados pela palavra da piedade. E, portanto, nós encontramos entre os pais da igreja esta dicotomia. Alguns aceitavam, mas para serem lidos não eram aceitos em questões de doutrina. Outros começaram a utilizá-los. E aqui quem vai ter uma posição predominante é, sobretudo, Santacostinho, que vai fazer pressão para que os livros deutrocanónicos sejam cada vez mais aceitos no cánone e pelos cristãos, digamos assim. O que não vai ser fácil, porque mesmo depois disso, muitos papas, ao citarem até os livros deutrocanónicos, vão pedir autorização.

Vão dizer, eu peço desculpa, mais ou menos nestas palavras, por citar um livro que não é canónico e, portanto, o que quer dizer que eles aceitavam, mesmo eles, muito melhor e mais facilmente, os livros considerados inspirados pela Bíblia do que estes livros que não são inspirados. São livros históricos que nos mostram a cultura do povo de Israel, mostram-nos o seu tempo, mas que não são inspirados. Isto é, não servem para a conduta moral e ética dos cristãos. E esta é a grande diferença entre os livros apócrifos e os livros canónicos. Penso que ficou muito claro. Obrigado, Artur, pela forma muito clara e muito fenomenitada como respondeu a estas questões e tenho a certeza que todos aí em casa e que nos estão a ver e a ouvir ficaram muito mais esclarecidos sobre esta diferença de livros que nós muitas vezes encontramos nas bíblias.

Quero, novamente, aproveitar para apresentar o Eado Estudo da Bíblia e Evidências, da autoria do Dr. Rodrigo Silva, e no qual são dadas respostas a várias questões que ajudarão certamente a transformar muitas das suas dúvidas, que surgem com a leitura e estudo da Bíblia, e ajudá-lo a tornar as suas crenças mais sólidas, mais racionais, com base nas evidências que nós temos disponíveis. Já sabe, este Guia de Estudo é totalmente gratuito e pode pedir o seu enviando uma mensagem para o número 933 939291 solicitando o Guia de Estudo Evidências e receberá o mesmo namorada que nos indicar. Volto a lembrar que o Programa Fórum Bíblico é um programa feito por si e para si e, por essa razão, queremos responder às suas questões.

Por isso, enviem-nos as suas perguntas, as suas dúvidas ou temas que gostava de ver esclarecidos e respondidos aqui no nosso Fórum e pode fazê-lo enviando-as para o nosso e-mail programas arroba novotempo.pt ou então por mensagem pelo WhatsApp ou através de SMS para o número 933 939291. Não se esqueça, mencione o nome do Programa Fórum Bíblico na sua mensagem. Recorde também que pode acompanhar este programa na televisão, no canal 186 da MEU, no YouTube da Novo Tempo ou então na Rádio RCS em 91.2 FM, na região da Grande Lisboa. Terminamos assim o nosso programa. Despeço-me do Artur. Despeço-me de si que nos está a ouvir ou a ouvir, a ver ou a ouvir desse lado.

E porque cada pergunta merece uma resposta, nós voltaremos aqui no Fórum Bíblico na próxima semana. Esperamos por si. Fique bem.

Sobre este episódio

Neste episódio, exploramos as divergências entre as Bíblias protestantes e católicas, especialmente no que diz respeito aos livros deuterocanônicos, presentes nas Bíblias católicas, mas ausentes nas protestantes. Debatemos a origem dessa diferença, que remonta à Reforma Protestante e ao Concílio de Trento, e discutimos as razões pelas quais os protestantes não aceitam esses livros, incluindo questões de autoria, inconsistências históricas e ausência de citações no Novo Testamento. Além disso, apresentamos testemunhos de textos antigos que corroboram a exclusão desses livros do cânon original, e oferecemos um guia de estudo bíblico para aprofundar o conhecimento sobre o tema.

Série
Fórum Bíblico · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 1
Estreou
03 de Abril de 2025
Categoria
Espiritualidade