28:00Olá, bem-vindo à mensagem. Gostava de o convidar a abrir a sua Bíblia em Mateus 5, 13 a 16. Eu próprio vou ler aqui. Vós sois a luz do mundo, se não pode esconder uma cidade edificada sobre um monte. Nem se acende uma candeia e se coloca debaixo do alqueiro, mas no velador, e dá luz e todos os que estão em casa.
Assim, resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que sejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que estás nos céus. Depois das bem-aventuranças, Jesus dirige agora ao indivíduo enquanto missionário neste mundo. É uma mensagem direta que atinge em cheio o coração de todos os que o ouviram e o seguiram. Este é o ensino que apela a uma responsabilidade pessoal da nossa relação com Deus. Relação essa que terá influência direta naqueles que nos rodeiam.
A aplicação deste ensinamento é feita primeiro aplicado ao próprio Jesus. Jesus é a luz do mundo. Encontramos em João 8.12. E também Jesus é o sal da terra. Ele veio dar significado e restaurar o valor da dignidade humana. Misturou-se com as pessoas, viveu entre elas para as salvar. Segundo, vemos isto ou este texto aplicado a cada cristão.
Nós, enquanto cristãos, enquanto seguidores de Jesus, somos também nós, chamados a nos misturarmos com o mundo, sem nos conformarmos com ele. Devemos levar o conhecimento de Cristo aos outros. Somos, por isso, impelidos a partilhar Cristo com a nossa própria vida.
Os ouvintes desta época conheciam bem o valor do Sol e da Luz, elementos essenciais e preciosos e cheios de significado. O Sol era, essencialmente, para a conservação dos alimentos. pois não existiam formas de refrigeração. Era também um tempero indispensável na culinária. Jesus usa esta imagem com uma intenção. O sal, para dar gosto, tem de se misturar com os alimentos, tem de ser usado na medida certa, não em excesso nem em falta.
para poder ser apreciado, quase não se pode notar, mas ele fará toda a diferença. Também o sal pode perder o seu valor se não for usado. Perde o sabor, pode apodrecer, tornar-se inútil. E assim, a nossa vida espiritual é uma assemelha-se muito àquilo que Cristo nos fala sobre o Sal. Se ela não for vivida e partilhada, perde o seu propósito. Porque Romanos 1.16 diz-nos que, porque não me envergonho do Evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
Este é um versículo que nos ajuda a compreender aquilo que é também a nossa missão. A nossa missão enquanto cristãos é podermos falar com os outros, partilhar aos outros, partilhar com os outros aquilo que Cristo fez em cada um na sua vida. Qual será então o efeito do Evangelho em cada um de nós, em cada um de nós cristãos. Salmo 51.12, ele fala-nos que ela produz alegria, dá um novo significado à vida, traz um novo saber, um novo sabor, uma nova razão de ser, mesmo nas dificuldades.
Passamos a ver, por isso, os outros como alvos do amor redentor de Cristo. Cristo torna-se o motivo central das nossas vidas. Podemos ver, então, que o sal tem aqui uma componente que nos mostra como a nossa vida deve ser. Ela deve ser vivida de maneira a que os outros compreendam aquilo que Cristo faz e fez em cada um de nós. Para isso nós temos que estar com os outros, viver com os outros e passar aquilo que são os nossos interesses, a nossa visão sobre o mundo, a nossa visão sobre Cristo aos outros.
Na segunda parte deste texto, nós encontramos com Jesus como a luz do mundo. Naquele tempo, como no Sol, naquele tempo era muito necessário, naquele tempo nós poderíamos ver que a luz também era muito necessária. Ou seja, naquele tempo as lamparinas eram pequenos recipientes de barro com um alcance muito limitado. Precisavam de ser bem colocadas em locais estratégicos para iluminar eficazmente. E aqui também vemos uma aplicação espiritual a nós hoje.
O nosso alcance evangelístico depende do nosso posicionamento. A estratégia que usamos define o impacto que teremos. Como está a tua luz? Forte e brilhante? Ou apagada e inútil? Dando uma falsa aparência? Ou verdadeira? Revelando o que realmente és? Deus não procura a quantidade, mas sim a qualidade de luz que cada um de nós produz. Mateus 5,16 diz-nos assim.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens. A nossa luz brilha quando cumprimos a missão através de boas obras. Com a nossa vida, com o nosso comportamento, com as nossas palavras, com as nossas atitudes. Gostava de vos falar de uma história que li há pouco tempo. A Laura era uma menina que, durante um culto matinal com a sua mãe, ouviu estas
palavras de Jesus e decidiu pô-las em prática. Ao longo do dia, foram surgindo algumas oportunidades. Ela, na escola, notou que a Júlia, uma colega de turma, estava muito triste. A Júlia tinha perdido recentemente a sua mãe. Durante o recreio, quando todos foram brincar, a Laura escolheu ficar com a Júlia. sentou-se ao seu lado, consolou-a, disse-lhe as palavras de amor e simpatia, e a Júlia, com a cabeça escondida nos braços, ia chorando.
Mas, aos poucos, começou a sorrir, através das suas lágrimas. Quando o recreio terminou, e quando todos os colegas regressaram à sala de aula. A Júlia disse à Laura, muito obrigado por ter ficado comigo. Ajudaste-me tanto. Nessa noite, ao deitar, a Laura comentou com a mãe. Mãe, tinhas razão. Hoje de manhã, penso que pude ajudar alguém Esta é a realidade para cada um de nós.
O que é que me impede hoje de brilhar? O que é que tem feito ou acontecido na minha vida que me tem impedido de brilhar? Será que a minha candeia está suja? Será que não posso dar mais do que aquilo que tenho usado? Será que o que está fazendo com que a minha candeia não produza amor suficiente.
Sabem? Há algo que tenho aprendido ao longo do tempo. Nunca podemos dar aquilo que não temos. A realidade é muito esta. Não podemos dar aquilo que não temos. Não podemos dar aos outros aquilo que não recebemos primeiro. Não podemos partilhar com os outros aquilo que não compreendemos. Não posso sentir aquilo que eu não procuro. Como está, então, a minha relação com Jesus?
O que é que está a ofuscar a minha vida? Fui escolhido por Deus para iluminar. Que espécie de luz estou eu a transmitir? Que influência produzo eu no meio onde vivo, onde trabalho ou onde estudo? Qual é a minha influência para com aqueles que se cruzam comigo?
Será que tenho medo de ser rejeitado? Será que a minha luz atrai para Cristo? Será que compreendi que a verdadeira luz é a luz de Jesus? Como está a minha vida? Será que compreendi perfeitamente aquilo que é ser o sal da terra e a luz do mundo? Será que compreendi perfeitamente aquilo que Jesus quer para mim e para os outros?
Será que me tenho envolvido procurando ajudar aqueles que me rodeiam? Será que todos aqueles que vivem à minha volta, trabalham comigo, estudam comigo ou contigo, não precisam de nada? Será que, como Laura, eu estou atento àquilo que os outros vivem, àquilo que eles precisam? Será que me como o sal, eu misturo o suficiente para compreender os problemas dos outros.
Será que a minha luz está assim tão ofuscada? Só quando nos envolvemos como sal e iluminamos como a lamparina é que estamos a cumprir o que Deus nos pede. Mateus 5.16 traz-nos uma visão clara sobre aquilo que representamos para o mundo.
assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que estás nos seus. Como está a minha relação com os outros? o que tenho feito para que os outros compreendam aquilo que Jesus fez na minha vida. Será que os outros compreendem que Jesus me amou tanto que eu consigo ser chamado de ser o Filho?
Estas são questões que nos levantamos a nós próprios, mas que também dizem respeito àquilo que é a minha relação com o meu Deus. Como o sal e como a luz. Aquilo que nos é pedido é que, ao recebermos, possamos dar também. Aquilo que nos é pedido enquanto cristãos é que não fiquemos quietos apenas recebendo e nada fazendo. Se um dia alguém nos falou sobre Jesus, compreendemos que Ele foi e é o nosso Salvador.
Que Ele veio a esta terra para morrer por cada um de nós. que dessa forma nos deu a oportunidade de vivermos eternamente com o Eu, de que estamos à espera? De que estamos à espera para passar a mesma mensagem àqueles que nos rodeiam, àqueles que vivem connosco, trabalham connosco, estudam connosco, ou que simplesmente encontramos por acaso, De que estamos à espera? De que estamos à espera para cumprir aquilo que Deus quer para cada um de nós.
Para que possamos resplandecer a nossa luz diante dos outros. Para que os outros possam ver as nossas boas obras e, dessa forma, glorifiquemos aquilo pelo qual Deus nos deu esta mensagem. Não nos esqueçamos da Laura. Não nos esqueçamos que sempre existe alguém. Sempre existe alguém precisando do nosso carinho, do nosso amor.
e que essas pessoas irão agradecer-nos pela nossa preocupação. Porque ser cristão é, acima de tudo, ser semelhante a Cristo. Ser cristão é andar como Ele andou, viver como Ele viveu e amar como Ele amou. Que cada um de nós possa compreender o amor que Deus tem por eu, por mim, por ti. Porque só dessa forma, compreendendo que somos amados, é que conseguimos transmitir este amor aos outros.
Nunca te esqueças. Não podemos dar aquilo que não temos. Não podemos passar aquilo que não sabemos. Só aceitando o que Deus tem para nós podemos transmití-lo aos outros. E sabes? Os outros estão ansiosos por conhecer este Jesus que mudou a minha vida e que mudou a tua vida. E Ele está ansioso por mudar muitas mais vidas. Dessa forma, nós podemos contribuir para que a sua vinda seja breve.
Que Deus te abençoe. Esta foi a mensagem.
Sei que sou frágil e como sou Desapareço quando estendo meu olhar O que sei? Tudo que eu guardei É só poeira Quanto vai levar? Quanto a ganância por miséria alcança? Mas tenho sonhos de criança Que guardei no coração De voar pelas montanhas De dominar o céu e o mar Eu sou filho de gigante E pequeno ele me fez Pra mostrar que o infinito Só pertence ao meu rei Mas eu, eu vou cantar Independente da minha dor Pois como poderia eu Esconder o meu amor Há muitas coisas que eu não
sei Mas minha fé me leva além Do céu, do mar, das montanhas e tudo Das montanhas e tudo que há Das montanhas e tudo Pra vumar estrangeira E nem calar o brado do meu coração Não, nem a morte pode ter seu galardão Eu sei que não tenho nada Nem a força, nem o poder De voar pelas montanhas De dominar o
céu e o mar Filho de gigante, infinito em poder E debaixo de suas asas não tenho nada a temer Eu vou cantar o meu louvor Independente da minha dor Eu esconder o meu amor Há muitas coisas que eu não sei Mas minha fé me leva além Do céu, do mar Das montanhas e tudo que há Das montanhas e tudo
Que minha melodia agrade a Ti, Senhor Que o meu dia a dia comprove a Tua vontade Minha alegria de te servir, Senhor Mas o que é sonhar de voar nas montanhas de tudo.
Neste episódio cativante, mergulhamos nas profundezas de Mateus 5:13-16, onde Jesus nos desafia a ser o "sal da terra" e a "luz do mundo". Será que estamos a cumprir esta poderosa missão na nossa vida diária? Descubra como esta mensagem intemporal apela à nossa responsabilidade pessoal e à importância da nossa relação com Deus, influenciando diretamente aqueles que nos rodeiam. Exploramos o que significa verdadeiramente viver uma fé que não só transforma, mas que se espalha, revelando a essência do amor de Cristo através das nossas ações.
Este ensinamento vai além da teoria, convidando-nos a uma reflexão profunda sobre o impacto que temos no mundo. Analisamos o propósito do sal e da luz, e como a sua aplicação na vida de Jesus e na nossa própria vida pode restaurar o valor e a dignidade humana. Através de um relato inspirador, percebemos a força de um pequeno gesto de amor e simpatia. Está a sua luz a brilhar forte e brilhante, ou está ofuscada? Como podemos garantir que a nossa vida espiritual não perde o seu propósito? Prepare-se para ser desafiado a partilhar a mensagem transformadora que recebeu, e a ser um reflexo da bondade de Deus para todos os que cruzar o seu caminho.