Finanças
Ser FamíliaT1 · E12

Finanças

23 de Junho de 202525 min 1 s

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Conflitos financeiros na família

Estamos de volta com muita alegria para lhe trazer mais um Ser Família. Como sempre, tenho comigo o Daniel Bastos, mas também hoje, mais uma vez, temos Alassi connosco para nos falar de finanças. Eu começo já por fazer-lhe uma pequenina provocação. Nós temos em Portugal um ditado que diz, casa que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão. Ou seja, podemos afirmar que as questões financeiras são um dos principais conflitos no seio das famílias? Daniel, há um estudo, há vários estudos sobre esse assunto, mas há um estudo, inglês especialmente, que trata dizendo, não é a verdade suprema, mas ele diz que a questão financeira é o maior problema de conflito familiar e de divórcio.

Então, a gente geralmente trata dos grandes problemas familiares em três áreas, comunicação, sexualidade e finanças. Então, de fato, Quando a gente para para ouvir as famílias e vê situações desastrosas, quase sempre essa questão financeira está envolvida. Então, não lidar bem ou não saber lidar bem com as finanças é um passo seguro de que a dor, a destruição, a contenda, o desespero vai bater a sua porta. E mesmo que o problema de raiz não seja o dinheiro, na presença de outros problemas, o dinheiro acaba por ser, ou as finanças acabam por potencializar esse problema, não é? Vira uma dinamite.

Porque se você tem problemas e você não tem dinheiro, E muitas vezes o dinheiro, ele faz parte de muitas soluções de problemas na família, uma questão de saúde. Aí o dinheiro precisa comprar o remédio, aconteceu um imprevisto com o automóvel. Então, essas coisas, a ausência dele potencializa e gera outros problemas de forma altamente destrutiva para a família. Há um interessante aspecto, que é, normalmente, os casais, sobretudo na fase de namoro, tendem a não abordar estas questões das finanças. E quando chegam ao relacionamento, quando chega ao casamento, eu diria, acaba a lua de mel, forçosamente são obrigados a ter que lidar com contas, lidar com isto.

É um problema logo desde aí, ou seja, não haver esta preparação prévia de discutir alguns assuntos, como é que vão gerir as contas, como é que vão pagar as despesas. Devia ser um assunto ainda antes do casamento. É um assunto primordial. Eu sempre digo para os noivos, quando eu dou curso de noivos por aí, de que não se pode começar um casamento com dívidas. Você tem que fugir das dívidas como. Você foge de uma doença contagiosa, como você foge da lepra. Você tem que fugir, porque é uma coisa desastrosa. Quando é o casamento, depois do casamento, você vai para a união última, que é a sexual, que deveria ser assim, ok? Mas antes tem a união emocional, a união espiritual, a união financeira, então os noivos vão gerenciando, organizando, estabelecendo, né?

Digo para os noivos, façam uma previsão de que vocês vão gastar no casamento, só gasta o que você puder. não gaste além da conta, reprima muitas vezes seus desejos para fazer o que é possível, porque muitas vezes você faz o que você quer e você não tinha condições de arcar com as despesas. Aí você começa um casamento com dívida, aí começa a ter que pedir, ter que emprestar, aí falta comida, aí vira uma tremenda confusão. organizar as finanças antes, é essencial para não ter problemas depois. E depois, quais são, Alassi, os pontos críticos que podem construir ou destruir

Orçamento e gestão familiar

uma família? Uma coisa fundamental é diferenciar desejo Ok? De necessidade e de possibilidade. Tem mais uma coisa, né? Por exemplo, eu desejo muito ter um carro. Um carro? Sim. Boa palavra o carro? Desejo muito ter um carro. O carro é uma necessidade pra mim. Uma necessidade? É uma necessidade. Eu quero comprar uma Ferrari. Eu vou comprar uma Ferrari, tá? Pergunta é, você pode comprar uma Ferrari? Não. Que carro você pode comprar? Que vai atender a sua necessidade, que está dentro da sua possibilidade. Por exemplo, eu tinha um carro que ele chamava Pelo Menos. Minha filha fala, pai, mas Pelo Menos. É, Pelo Menos está pago.

Pelo menos ele é meu. Pelo menos ele me leva. Pelo menos ele tem uma manutenção barata. Pelo menos ele é econômico. Então, pelo menos, ele é o máximo pra mim. Uma nova marca dele. Mas, pai, você é o diretor-geral dessa instituição, você não tem que ter o carro melhor? Eu digo, não. Eu não tenho que ter o carro melhor. E o carro melhor, filha, minha filha tinha 13 anos, o carro melhor é. O carro que eu posso ter sem. Ficar devendo para quando você tiver uma necessidade real, a mamãe mais real, ou eu uma necessidade real, ou a mamãe. Mais real, eu poder arcar com ela sem desespero. Então a primeira coisa é entender que eu não posso gastar o que eu não tenho.

Eu não posso querer comer um ovo se o ovo ainda está dentro da galinha. Eu vou ter que matar a galinha. E depois não vou ter ovo para comer. Então, diferenciar desejo, necessidade e possibilidade. É necessário? É necessário. Você pode? Não, então não pode. Se eu não posso, mas é necessário, eu vou planejar para que eu possa ter, dentro das minhas possibilidades, o que eu necessito. Mas para eu saber se posso ou não posso, tem que haver organização, o orçamento familiar. Tem que haver, eu diria, um guia para que ambos possam olhar e perceber quais são as prioridades e para onde é que está a ir o dinheiro. Porque muitas vezes as pessoas, no dia a dia, vão fazendo quase na emoção, enquanto há cheque.

Às vezes chega e é o fim do cheque ainda mesmo. Hoje nem cheque mais, né? Pior porque tem o cartão de crédito e o juros do cartão de crédito é uma coisa maluca. Então, uma organização é fundamental para mostrar a minha possibilidade. aonde eu começo a atender primeiro as minhas reais necessidades, minha e da minha casa, para depois eu ir para aquilo que não é tão necessário, mas é uma coisa que seria um conforto para minha família. Então, você estabelecer um programa, você estabelecer um organograma, estabelecer um orçamento, aqui em Portugal a palavra é orçamento? É fundamental, porque daí eu vou dar passos de acordo com aquilo que eu consigo. E para estabelecer um orçamento, tem umas coisas muito essenciais.

Eu tenho que estabelecer aquilo que eu tenho que ter, que é fundamental que eu tenho que ter, aquilo que é variável que eu posso ter e aquilo. Que eu sonho em ter. E quando eu tenho isso, eu vou planejando. Olha, uma viagem. É tão bom ter uma viagem, né? Mas se eu não planejo, eu não. Vou ter uma viagem com a minha família. Mas se eu planejo e vou separando cada mês um pouquinho, eu vou ter uma viagem com a minha família. Na minha casa, eu posso dizer como. É que eu faço, geralmente? Sim, sim. Posso dizer? Então, como eu sou um pastor adventista, e que nos ensinamentos bíblicos que eles me dizem que eu devo ser um dizimista, Então, eu recebo o meu salário, a minha esposa tem o salário dela. A minha esposa, ela não gosta de mexer com o dinheiro, de jeito nenhum, ela faz o dedo de cabeça de mexer com o dinheiro.

Então, ela faz assim, você mexe com o dinheiro. Aí vem uma informação, quem tem que. Administrar o dinheiro da família? O marido? A esposa? O que ganha mais? O que ganha menos? Como é que eu faço isso? Ao longo do caminho eu fui descobrindo que quem tem que gerenciar, não é que vai ser o dono, mas vai gerenciar, administrar, é aquele que mais tem dom para administrar. E ele tem que ter, ele ou ela, tem que ser sábio para não ser, assim, como a gente fala aqui? Demasiado agarrado, né? Viver com usura, né? É, porque se ele for assim, ele vai matar todo mundo, né? Mas digere o conforto necessário ao drama.

Meu pai, por exemplo, minha mãe nunca trabalhou fora de casa, só dentro de casa e muito com cinco filhos, mas num tempo da nossa vida, O meu pai chegava naquele tempo lá no Amazonas, ele não tinha cheque, cartão de crédito, nem existia cartão de crédito, cartão de banco, então ele sacava todo o dinheiro do banco no dia do salário dele, colocava uma borrachinha assim e entregava pra minha mãe. A minha mãe nunca trabalhou fora de casa, tinha a segunda série primária e ela cuidava do dinheiro da casa, porque. Era tão pouco, então ela comprava a coisa para casa. Hoje o meu pai administra, mas a minha mãe cuidava disso porque o meu. Pai trabalhava para cuidar da casa. Então quem tem que ser? Aquele que melhor gerencia. com a anuência do outro e com o conhecimento do outro.

Então lá em casa, no nosso caso, Tininha acha que eu devo gerenciar, mas tudo ela compactua, ela tem o cartão dela do banco. Eu nunca pedi, Tininha tem que me avisar, mas toda vez que ela vai comprar alguma coisa, ela fala assim, olha, eu vou comprar tal coisa. Aí eu digo, ok, Tininha, tá tudo. Certo, é bom porque eu vou organizando. As coisas para, olha, esse mês, poderia ser no mês que vem, se for uma coisa que vá além da nossa. Conta, para a gente poder se organizar. Isso implica que haja negociação e também se densejar. Negociação, organização e sonhar juntos. Porque o conhecimento, vai outra vez, o conhecimento, a comunicação é fundamental para a gente não errar o passo.

Daí, no meu caso, eu pego 10% da nossa renda, minha e dela, e é o nosso dízimo. Nós fizemos um plano de ofertas para a igreja, no nosso caso, eu e Tininha. Então nós começamos com um percentual de 2% e fomos avançando. Hoje em dia não temos mais criança em casa, então nós chegamos a um consenso de que nós devemos dar 10% também de ofertas para a igreja. Então esse é um consenso nosso. Você pode colocar isso no seu orçamento, e se você diz, ah, eu vou dar 1%, ou você faz o que você achar melhor. Eu faço assim, depois eu pego um. Valor e separo, que eu chamo de socorro bem presente na angústia. Uma poupança. Uma poupança, que depois vira uma aplicação financeira.

Por quê? Porque se eu não tiver, se eu gasto tudo, eu não vou ter nada para uma emergência. E a gente tem a mania de gastar, o que sobra você vai economizar. Você não economiza o que sobra, porque. Não vai sobrar nada. E aí, ou sobrou um quando podia ter sobrado com organização cinco. O que eu faço no meu caso, Dani? Eu tiro o dinheiro antes, porque eu. Não confio em mim. Eu abri uma outra conta, separada da. Minha conta normal, para que eu nem veja o dinheiro. Então, o banco tira e joga para. Essa outra conta, né? Joga para essa outra conta esse dinheiro. Um dia, o meu carro quebrou e eu pego o cartão, eu jogo fora, a senha eu não sei, eu não sei de nada dessa conta.

Aí um dia meu carro quebrou. Aí eu digo, puxa vida, ah, o. Socorro, o presidente da angústia. Aí eu vou no banco. Fiquei na fila do banco. E a moça falou, professor, o senhor está na fila. Eu digo, eu estou na fila, mas não podia. O senhor vai no caixa eletrônico e sabe. Não, mas eu não posso. Mas por quê? Porque eu não tenho cartão. O senhor não tem cartão? Digo, dessa conta que eu quero sacar, não. Mas não deram? Deram. O que o senhor fez? Eu cortei o cartão e joguei no livro. Mas como assim? Então o senhor vai lá pela internet. Ou no caixa eletrônico e o senhor coloca a senha. Digo, não, mas eu não tenho senha. Não te deram uma senha? Digo, me deram. Eu fiz o que? Eu joguei fora. Digo, mas o senhor... Eu não tenho senha dessa conta, eu não tenho o cartão dessa conta, porque eu odeio ir no banco. Então, para que eu possa sacar, eu tenho que ir no banco.

Digo, mas eu sei o meu número do meu CPF, né? Que no Brasil é o CPF. E o número é esse. Você sabe o quanto eu tenho? Falei, não faço nem ideia. Caramba, isso tem tanto. Falei, Deus, que coisa boa. Aí custava dois mil reais. Dois mil e quatrocentos reais para pagar o carro. Cheguei e falei assim, olha, eu quero pagar o conserto do carro. Ele falou, pastor, dois e quatrocentos. Se eu paga seis, passaram de quatrocentos. Falei, muito bom. Falei, tá, mas se o senhor te. Pagar 12 mil à vista, pode ser? Ele falou, pode. Então, só nessa ação eu economizei 20% daquele valor. Por quê? Porque se você tem isso, você tem poder de negociação. O dinheiro trabalha pra você. Então o dízimo, a oferta, aí depois o socorro presente na angústia, aí depois vem as nossas contas, até chegar ao que precisa.

Mas primeiro você honra os seus compromissos com Deus e com o futuro e seguros da sua família. Depois você põe as contas. Por falar em compromissos, aproveito a desta e vamos agora fazer um pequenino intervalo. São apenas alguns segundos para compromissos e voltamos já já a seguir com uma oferta para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. E chegou a altura em que lhe vou oferecer o Guia de Estudo Entre Família. No programa de hoje estamos a falar sobre finanças e neste Guia de Estudo vai encontrar também uma lição específica que aborda essa parte tão particular da gestão da família, que é a gestão financeira.

Tem também muitos outros assuntos, dicas práticas para ajudar na sua família. O que é que pode fazer para receber totalmente gratuito este guia de estudo? É tão simples quanto enviar-me uma mensagem para o 933 939291 com as palavras ENTREFAMILIA para sabermos que é este guia de estudo a que se refere. Repito mais uma vez o número de telefone, 933 939291. Voltamos então à nossa conversa. Pastor, quais as sugestões que daria às famílias que nos escutam sobre a saúde

Cuidados com as raposinhas

financeira? Olha, são tantas ideias, até anotei algumas aqui, e talvez algumas coisas básicas. Primeiro, você tem que ter cuidado com as raposinhas. Tem que explicar qual é esse conceito das raposinhas. É que se você não cuida com. As coisas pequenas, elas vão acabar com tudo. Por exemplo, se eu tenho uma caixa d'água com mil litros e lá tem um furo pequeno, pequenino, que a cada um minuto ele vaza meio litro de. Água, em pouco tempo vai acabar com. A água e que foi jogado fora. Então cuidar com as raposinhas é fundamental. Então, por exemplo, faça aquilo que você. Pode fazer, não pague para outro. Às vezes a gente quer pagar para outro fazer o que eu podia fazer.

Enquanto eu estou sentado assistindo o jogo. Do meu time preferido. Assista o time preferido, mas em vez de você pagar coisas que você pode fazer, faça. Por exemplo, os meus netos, eles adoram comer pão integral, e Tininha só come pão integral, pão sem glúten ainda. Então, eu fui aprender a fazer. Eu trabalho viajando em oito países. A minha vida é muito corrida, eu não tenho muito tempo. Mas o tempo que eu tenho, eu. Gosto de fazer coisas que me ajudarão também nas raposinhas. Então, antes de viajar, eu fiz os pães, né? Enquanto eu fazia uma coisa, eu preparei. O pão, fui fazer uma outra coisa. Fui preparar um sermão. Aí, daqui a pouco, tocou o alarme. Que o pão cresceu.

Eu fui lá, fiz os pães, coloquei para aquecer de novo, vou fazer outra coisa. Quando eu voltei, estavam lá os pães, né? Ah, ok, beleza. Aí, daqui a pouco, o pão estava. Assado, eu fiz o que eu fiz e estavam lá os pães. que custaria um valor cinco vezes mais o valor. Um dia a Tininha, por exemplo, queria. Comprar uma televisão maior. É justo ter uma televisão maior? Era justo, ela queria uma televisão maior. Nossa, estava muito antiga, por sinal. Era um momento que a gente estava economizando para um projeto muito especial que a gente tinha para a nossa casa. E ela queria uma televisão. Falei, Tininha, então é o seguinte, parece louco que eu vou dizer, mas eu vou abrir o coração para vocês. Falei, Tininha. A senhora que vem aqui limpar a casa, ela cobra R$ 50,00. Então, nos próximos seis meses, eu vou limpar a casa e vou te dar os R$ 50,00.

Parece uma coisa louca? A minha mulher poderia fazer? Não, ela não pode fazer. Pela saúde dela, que você já conhece do episódio número um da nossa conversa. Então, o tempo que eu tive livre, eu limpava a casa e pegava o. Dinheiro que ia dar para aquela senhora e dava para ela colocar na poupança, colocar no cofrinho. No final do clipe, nós fomos lá e comprou uma televisão que ela queria comprar. Então, use a criatividade, use o bom. Senso e use a sua energia de. Acordo com a sua condição. Não vou fazer isso, mas você pode fazer outra coisa. Então, você pode trocar roupas às vezes, as roupas estão boas. Faz um bazar com os seus amigos. E vocês podem trocar de roupas ou fazer um bazar. Use fruta da estação.

Faça em vez de pagar. Uma coisa simples, não vá fazer compras com fome. Então as raposinhas, você vai com fome, você vai comprar três vezes mais. Então vá, coma antes e sai pra comprar. E aí o que acontece? Você vai economizar bastante. Se você economizar muito na sua casa, por exemplo, dê atenção pra sua esposa. Pastor, você está ficando doido? Não. Quem gasta mais na família? Primeiro as mulheres, depois as crianças, depois os pets e depois os homens. É assim que funciona. Então o consumo humano é assim. As mulheres, as crianças, os pets e os homens. Vai, daqui a pouquinho vai passar. Vai ser as mulheres, os pets, as crianças e os homens.

Os pets, os animais que matam, né? Exato. Coisa com cachorro, com gato, tal, cada vez tem menos crianças e mais esses animais, que são animais que as pessoas. Amam e estão consumindo com isso. Ok. Por que as mulheres, muitas vezes, no. Guarda-Roupa dela, tem o dobro de roupa do que ela precisa? Não são todas, um grupo delas. Por que tem mais? Porque ela diz assim, não tenho sapatos. E tenho um monte de sapato. Quando eu fui estudar esse assunto, porque era um drama para mim, minha mulher não conseguia caminhar para fazer compra, eu fazia todas as compras de casa. No dia que eu consegui levá-la para fazer compra, era um problema, porque ela gastava uma hora, bem devagarinho, olhando cada coisa. Aí eu comecei a perceber que quando.

Os homens, por exemplo, não dão atenção para sua esposa e as acompanham, quando eles podem acompanhá-la numa compra, ele vai gastar um horror. Porque ela vai comprar o dobro e. Vai usar a metade. Por exemplo, ela pega dois vestidos, ela olha assim e fala assim, qual que eu vou levar? Qual que eu vou levar? Cadê você? Alassie, cadê você? Eu não tô lá. Ai meu Deus do céu. Ela leva os dois. Acha que em casa vai usar quantos? Um. O outro não vai usar. Pode olhar no guarda-roupa. E isso acontece por quê? Porque aquela mulher não foi ouvida. O tema número dois. Ela não foi ouvida, atendida. O coração está vazio. Ela tenta preencher dessa forma. Eu comecei a perceber isso. Comecei e continuei. O tempo inteiro.

Ah, se eu precisava tanto sair para. Comprar alguma coisa para mim, eu digo, tipo, como ela não consegue sozinha, é mais difícil para sentir. Olha, eu vou estar viajando, mas no dia tal eu posso. Aí eu pego a minha agenda e escrevo assim, ó, de alto a baixo. E ela tá sincronizada nas nossas agendas. Fica tininha. Ela fica louca de alegria. Porque naquele dia, o marido que é tão ocupado, reservou um dia inteiro pra estar com ela. E ela sabe que eu não gosto de fazer compras. Ficar no shopping, ficar no centro de compras, centro comercial, é um pavor pra mim. Eu aprendi a ir por amor a ela. Aí o que acontece? Ela tá lá, por exemplo. Ela pega o vestido. Ela assim, qual que eu levo? Aí eu falei, qualquer um, querida. Ela ficou assim, não, não, não, vem.

Aqui, o homem tem que saber o que dizer. Escolha um. Aí eu escolhi. Digo, esse aqui porque esse é mais bonito. Ela comprou o outro. Está tudo certo. Mas comprou quantos? Um. Eu comecei a perceber, quando você dá toda essa atenção, as coisas acontecem. Então economiza. E você cuidar das raposinhas é fundamental para ter uma saúde financeira e criar

A importância do dízimo

uma relação bem positiva. Alassi, nós estamos a terminar esta série de programas, de conversas, e desde já quero-te agradecer muito por te teres disponibilizado para estar aqui connosco. No início deste programa, falaste alguma coisa sobre reservar uma parte do teu rendimento para Deus. Já agora temos pouco tempo, mas por que é que isto é tão importante? Porque com Deus, Daniel, nove é maior do que dez. Então a minha lógica diz assim, dez é maior do que nove. Só que aí quando eu faço conforme eu quero, eu faço do meu jeito como eu quero. Eu digo, Deus, é o seguinte, a dívida é minha, o dinheiro é meu, eu faço o que eu quero, faço do meu jeito.

Se eu fico na sua, eu faço como eu quero, beleza? Beleza. Quando eu devolvo 10% para a igreja, digo, Deus, olha, tá vendo, eu vou ficar com menos, mas o Senhor falou que se eu fosse obediente ao Senhor. O Senhor cuidaria de tudo. Então, o Senhor é o meu sócio agora para administrar e cuidar das coisas. Então Deus vem como o meu sócio. Ele vai fazer com que as coisas sejam diferentes. Não dá para eu entender, mas quando eu me tornei um dizimista e um pactuante, o meu 80% ficou muito maior do que o 6%. Pouco com Deus é muito. Como se diz no Brasil, entendi. Obrigado. Obrigado. Eu também quero agradecer particularmente ao ACI por estes conjuntos de programas. Um privilégio.

Dizer para si que está desse lado, que se não teve a oportunidade de ouvir todos os programas, eles são disponíveis em podcast. Falámos sobre sexualidade, sobre comunicação e um testemunho incrível de como ser família. Como estamos mesmo a terminar, lembro a oferta que estamos a fazer para si, o Guia de Estudo Entre Famílias, um conjunto de 15 lições em que uma delas também é a parte das finanças. Para receber é muito simples, basta enviar-nos uma mensagem para o nosso número de telefone É o 933 939291. Basta colocar as palavras ENTREFAMILIAS, já sabemos que é este guia de estudo, depois entraremos em contacto consigo para saber a sua morada, para lhe enviar gratuitamente este guia de estudo pelo correio para a sua casa.

Estamos também abertos a sugestões e como disse no princípio desta intervenção, se quiser ouvir os outros programas que fizemos com a LAC, ele está disponível em podcast, em radiorcs.novotempo.pt. Mais uma vez foi um prazer estar na sua companhia. Marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

A vida familiar é um mar de emoções, mas há uma corrente subterrânea que, se ignorada, pode gerar grandes turbulências: as finanças. Neste episódio de Ser Família, mergulhamos no coração dos desafios financeiros que muitas famílias enfrentam, explorando como a gestão do dinheiro pode ser a linha que separa a harmonia do conflito. Descobrirá por que, frequentemente, as questões financeiras são a principal causa de discussões e até de divórcios, e como o dinheiro, mesmo não sendo o problema inicial, pode amplificar outras dificuldades no lar. Prepare-se para desvendar estratégias essenciais e conselhos práticos que transformarão a forma como a sua família lida com o dinheiro. Este programa oferece perspetivas cruciais sobre: * A diferença entre desejo, necessidade e possibilidade: saiba onde e como gastar. * A importância de planear antes de agir: o orçamento familiar como guia. * Como pequenas despesas, as “raposinhas”, podem minar as suas finanças. * Estratégias para poupar e evitar dívidas, garantindo um futuro mais seguro. * O papel da comunicação e da cooperação na gestão financeira do casal. * Dicas surpreendentes para otimizar os seus gastos diários e fortalecer a sua união. Não perca esta conversa reveladora que promete equipar a sua família para uma vida financeira mais saudável e feliz!

Série
Ser Família · 69 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 12
Estreou
23 de Junho de 2025
Categoria
Família