7:49Seja muito bem-vindo a mais um programa. Estamos juntos para o programa Em Busca da Verdade. Este já é o décimo programa da nossa série em que estamos a descobrir grandes temas na Bíblia e o que Deus deixou revelado para que nós pudéssemos ter instrução e conhecimento da sua vontade, do seu plano também para a nossa vida. Por isso estamos reunidos para mais um tempo de procura e pesquisa na palavra de Deus. Já sabe que pode sempre contactar connosco através do nosso site em www.novotempo.pt em busca da verdade. No final deste programa pode realizar um pequeno teste para verificar até que ponto integrou bem os conhecimentos que vamos aqui partilhar e ao mesmo tempo, dessa forma, estará a pedir para receber esta apresentação e um resumo com este e, aliás, todos os temas que temos abordado até aqui.
Superventura hoje está a ver-nos, mas não tive oportunidade de ver os temas anteriores, pode fazê-lo, pesquise pelo programa Em Busca da Verdade, no site da Novo Tempo ou no canal de Youtube da Novo Tempo e pode, precisamente, ver todos os programas ou algum que eventualmente não tenha conseguido e, precisamente, todos os testes de cada um desses programas, bem como o pedido para receber esta apresentação. Está disponível para todos os programas de forma permanente. Já sabe que temos este instrumento também à sua disposição para poder ir mais longe e aprofundar o seu conhecimento e o seu estudo da Bíblia. Por isso convido-o agora, antes de abrirmos a palavra a Deus, a fazermos uma prece, uma oração, pedindo a Deus que esteja connosco. Vamos orar. Nosso bom Deus e Pai, queremos agradecer-te pela oportunidade de aqui estarmos reunidos mais uma vez debaixo da tua presença e suplicamos, Senhor, que a força e o poder do teu espírito mesmo que inspirou os profetas e os apóstolos a escrever esta palavra, que ele também esteja connosco neste momento ao abrirmos
a Bíblia e que ela, Senhor, hoje fale e traga esclarecimento e verdade à nossa vida. Em nome de Jesus. Amém. Um tema hoje muitíssimo importante, a verdade da morte. O tema da morte sabemos que não apenas é um tema de particular interesse porque tem a ver com o destino da nossa vida e o que está para lá do que são os anos que passamos nesta vida, é um tema que também tem muita ligação à nossa experiência, a de cada um de nós, porque todos já perdemos entes queridos, E, portanto, um conhecimento sobre onde estarão, que ligação podemos ter àqueles que morreram ou que solução Deus tem, finalmente, para a morte. Tudo isto são temas, obviamente, que têm implicação na maneira como nós vivemos.
E, por isso, vamos abrir a palavra de Deus para descobrir a grande verdade que a Bíblia revela sobre a morte. Aliás, um tema que acaba por ter ligações a muitos outros temas importantes. Aliás, eu começo este estudo por dizer-lhe que o tema da morte podemos dizer que é um tema chave para compreender o mundo religioso. A mensagem de grande parte das religiões do mundo está muito centrada naquilo que cada uma delas propõe como a resposta à morte, ao sentido da morte e ao que está para lá da morte. E, por isso, estudar o tema da morte, na verdade, torna-se uma forma de conseguir organizar o conhecimento sobre o universo religioso.
Repare que, quando digo a morte e o universo religioso, talvez seja mais simples se olharmos para algumas das grandes questões que o tema da morte acaba por responder. O que acontece quando morremos? Ou para onde vamos após a morte? Há algum lugar onde os mortos continuam a sua existência? Qual é o destino dos ímpios, em particular, aqueles que a bíblia descreve como aqueles que não conformaram a sua vida com a vontade de Deus e viveram, obviamente, fora do projeto divino? Podem os mortos contactar com os vivos? Outra questão muito importante, lá está, que também ajuda claramente a definir a proposta que as diferentes religiões têm.
E, finalmente, podemos interceder aos mortos como algumas pessoas acreditam e o praticam? Ou ainda uma segunda nuance nesta pergunta, se nós podemos interceder pelos mortos? se as nossas orações e cultos podem ter algum papel de intercessão a favor dos mortos. Veja que são perguntas realmente muito importantes, claro, talvez poderíamos dizer não tanto para o universo da nossa vida prática do dia a dia, mas sobretudo para o universo da maneira como vivemos a vida e como cremos no que acontece. É por isso que este tema e a resposta a estas perguntas são realmente decisivas para compreender o plano de Deus e o que o mundo religioso tem como resposta.
Mas nós vamos não tanto debruçar-nos sobre o mundo religioso mas sobre o mundo da bíblia. É nela que nós queremos obter respostas. Qual é, portanto, a primeira mentira do diabo? Repara que nós já aqui falámos claramente sobre a personalidade e a identidade do diabo. E é evidente que neste momento estamos no décimo programa desta série, mas eu lembro, para aqueles que nos têm acompanhado, que é muito importante irmos fazendo a ligação entre os vários temas. Se porventura não teve oportunidade de ver pelo menos os três últimos programas, falámos aqui sobre a vinda de Jesus e falámos sobre a verdade do grande conflito. Estes temas são muito importantes para ligarem-se agora de uma maneira mais clara ao que vamos estudar sobre o que a Bíblia ensina sobre a morte.
E é por isso que vamos começar precisamente na Bíblia por descobrir que o tema da morte é tão relevante e um tema de tanto engano que o diabo, o inimigo de Deus, aquele que contende com Deus no grande conflito, mas também contra nós, ele claramente teve uma primeira mentira. E qual foi essa mentira? Nós encontramos isso no livro de Génesis, no capítulo 3 e no versículo 4. Vamos descobrir qual foi a primeira mentira que o diabo contou ao ser humano. Então a serpente disse à mulher, certamente não morrereis. Percebemos então que o tema da morte tornou-se a partir deste momento, estamos a falar no início ainda da história desta terra, e o tema da morte tornou-se imediatamente o palco deste conflito e de uma luta entre uma palavra inimiga contrária à vontade de Deus e essa palavra foi precisamente sobre o tema da morte.
O diabo garantiu, dando como garantia a sua palavra e o seu conhecimento da realidade, de que o ser humano não morreria. No entanto, o que é que a Bíblia revela? Que Deus tinha dito uma frase tão semelhante a esta quando explicou a Adão e Eva as condições nas quais eles iriam viver e o projeto de vida que Deus tinha estabelecido. E aí lemos em Génesis, agora um pouco antes, no capítulo 2 e no versículo 17, precisamente as palavras do Senhor que dizem o seguinte... No dia em que dela comeres, certamente morrerás. Repare portanto como ficam em oposição estas duas verdades, uma proferida por Deus, que se o homem escolhesse afastar-se do plano de Deus, da ordem que ele tinha estabelecido, a morte seria a consequência, o que é óbvio e natural, uma vez que o homem nasceu e existiu a partir do sopro divino, portanto Deus é a fonte da vida, no momento em que o homem, fazendo uso do seu livre-arbítrio, quisesse escolher afastar-se da fonte da vida, o Senhor assegurou que a naturalidade dessa escolha era a morte.
Mas o diabo aproxima-se do ser humano com uma alternativa. Certamente não morrerais. E podemos dizer que é aqui que nasce este pensamento que não tem parado ao longo dos séculos e milénios de se desenvolver e de se manifestar, como dizíamos, em várias latitudes do mundo religioso, a ideia de que o homem, o ser humano, não morre. Este engano, já percebemos pela bíblia que ele tem uma origem diabólica e, portanto, ele tem sido visível praticamente em todo o mundo religioso. Isto encontra-se, portanto, espalhada esta mentira e temos que afirmar de forma categórica e agora vamos, obviamente, não vou fazer aqui, como sempre tenho procurado fazer, não faço afirmações gratuitas.
Eu afirmo que esta é uma mentira diabólica, já vimos, aliás, a oposição entre a palavra de Deus e a palavra do diabo, mas vamos ver como Deus ao longo da Bíblia explora e ensinou os profetas e revelou-lhes a verdade sobre a morte de uma maneira muito clara, no entanto no mundo religioso não parou, como eu dizia, de se generalizar esta ideia de que o ser humano não morre e que simplesmente mesmo que o corpo esse morra o ser humano continua vivo.
E esta falsa e enganosa mentira sobre a morte tem conduzido muitas pessoas ao engano, até ao desespero ou a falsas esperanças. Vamos descobrir, portanto, o que é que a Bíblia ensina sobre a morte. E como temos feito até aqui, vamos agora fazer como que uma viagem ao longo de dezenas de textos da Bíblia que nos vão ajudar a compreender de uma maneira profunda este tema. Vamos por partes e por pontos. Primeiro deles, primeira grande verdade sobre a morte na bíblia, a morte é um estado de inconsciência. Ou seja, quando morremos não estamos em qualquer lugar sendo nós próprios, estando ali conscientes, ainda que eventualmente de uma outra condição, não física, mais espiritual, de forma nenhuma.
O que é que a Bíblia nos diz? Vamos ler as palavras do sábio Salomão em Eclesiastos, alguns versículos no capítulo 9, versículos 5 e 6 e depois o 10, onde lemos o seguinte, porque os vivos Sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma. O seu amor, o seu ódio, a sua inveja já pereceram, porque na sepultura para onde tu vais não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria. Fica quase difícil, noto bem, comentar estas palavras de tal maneira elas são uma descrição literal, simples e tão compreensível do qual é a realidade da morte. Quando morremos vamos para um lugar que não é nada estranho nem desconhecido para nós que é a sepultura.
O lugar onde o corpo é depositado E se porventura alguém não é depositado na terra, sendo cremado ou de qualquer outra forma, estamos a falar de restos mortais que são depositados num lugar, porque o termo sepultura, na verdade, podia ser traduzido por um lugar onde ficam os mortos. E, portanto, esse é o lugar, na morte não há consciência. Se os mortos tivessem, em algum lugar, vivos, conscientes, fossem no céu com Deus ou em qualquer outra circunstância, era impossível a Bíblia revelar de que na morte não existe qualquer obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria. Portanto, em segundo lugar, e há uma relação entre estas duas frases ou formulações, a bíblia ensina que a morte é um sono, obviamente que é designada como um sono.
A expressão sono aparece, portanto, como uma uma metáfora, porque nós conhecemos o sono como parte do nosso ciclo de vida e muito importante e sabemos que quando dormimos todo o nosso ser está inconsciente, claro que não estamos mortos, portanto o cérebro e os órgãos continuam em funcionamento, mas o sono é uma expressão e um conceito que nós conhecemos da nossa vida humana, que na bíblia é utilizado em diversas ocasiões, vamos aqui usar uma, Mas muitas vezes a Bíblia fala precisamente da morte como sendo um sono ou dos mortos como estando dormindo. Vamos ler, por exemplo, o que encontramos em Jó, no capítulo 14. Veja que estamos a falar de um conhecimento que na Bíblia é muito antigo, está claro para os filhos de Deus, os homens inspirados por Deus, desde o princípio que está clara esta verdade.
Veja o que diz Jó no capítulo 14. Vamos ler o versículo 10 e o versículo 12 do livro do Patriarca. Que diz, porém, morto o homem é consumido, sim, rendendo o homem o espírito, então onde está ele? Veja que a pergunta que estamos hoje aqui a lidar, o próprio sábio aqui reflete nela. Assim o homem se deita e não se levanta até que não haja mais céus, não acordará nem despertará do seu sono. Portanto, a morte é realmente aqui apelidada no livro de Jó como sendo precisamente um sono. A ideia, portanto, de que na morte se dorme. Em terceiro lugar, Os mortos, isto obviamente é uma consequência, pode parecer que estamos quase sempre a dizer a mesma coisa, mas no fundo estamos a reformular um mesmo conceito, porque o conceito se é um, é claro que ele não tem, não há outra forma de o apresentar, embora ele pode ser formulado de maneiras diferentes ou as implicações são diferentes.
Uma implicação óbvia, e portanto a Bíblia em coerência só podia revelar isto, do que acabamos de dizer até aqui, é de que os mortos não vão para um lugar. não sobem para um espaço, um lugar onde habitam, onde estão, onde têm vida, precisamente por tudo que já vimos nos dois pontos anteriores. Mas veja, por exemplo, no discurso do apóstolo Pedro que encontramos em Actos, no capítulo 2, nós vamos ler os versículos 29 e depois o 34, porque obviamente que o discurso tinha um objetivo mais amplo e nós queremos focar-nos numa parte dessa revelação porque ela vai trazer-nos uma informação importante sobre como o próprio apóstolo Pedro e, portanto, os apóstolos, de acordo com o ensino de Jesus, viam a realidade daqueles que tinham morrido antes. A propósito do rei Davi, O grande líder de Israel, veja o que diz o apóstolo Pedro.
Dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado e entre nós está até hoje a sua sepultura. O lugar onde se sabia que o seu corpo tinha sido colocado. E depois no versículo 34, continuando a falar sobre o tema de Davi, o apóstolo vai dizer porque Davi não subiu aos céus. uma evidência, neste caso, de que o apóstolo tinha esta perfeita compreensão de que Davi, mesmo sendo um homem santo de Deus, designado tantas vezes pelo próprio Deus como homem segundo o seu coração, o que quer dizer que se fôssemos a considerar que na morte estávamos vivos, na verdade, no além, noutro lugar, bem, Davi com certeza tinha esse lugar assegurado por aquilo que a Bíblia diz mesmo depois.
da sua morte. Mas vemos, portanto, que os mortos, mesmo os que morrem em paz com o Senhor, não vão ter com ele, não sobem a lugar nenhum. Em quarto lugar, os mortos, portanto, não podem contactar os vivos. É claro que quem sabe, para si aí que me ouve neste momento, isto possa parecer uma surpresa ou algo que nunca tinha pensado ou quem sabe já ouviu sobre algum tipo de manifestação de contacto dos mortos. Quantas vezes já não ouvimos falar na história das religiões, mesmo no mundo cristão, da ideia de que pessoas do passado apareceram. Por vezes fala-se mesmo de aparições, até de personagens da Bíblia. Mas vamos ver na verdade o que a Bíblia diz. Vamos voltar ao sábio em Eclesiastos, no capítulo 9 e no versículo 6, onde temos esta afirmação clara.
Os mortos não têm parte alguma para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Enquanto estiverem mortos, enquanto não houver uma intervenção de Deus para voltar a trazer à vida, já falaremos sobre isso, embora já tivemos aqui a oportunidade de falar isso noutros estudos e por isso remeto mais uma vez para, se não teve oportunidade, ver os estudos que fizemos já aqui anteriormente, mas os mortos estão debaixo estão no solo ou estão no lugar da sepultura e, portanto, eles não têm parte alguma daquilo que se faz no lugar dos vivos. Logo, os mortos não podem contactar os vivos. Seria impossível a Bíblia dizer que eles não têm parte do que se faz debaixo do sol.
Porque se os mortos pudessem aparecer a esta terra, contactar os vivos de alguma maneira, tornar-se visíveis, então eles fariam alguma coisa, mesmo estando mortos, debaixo do sol. Por isso é que nós temos que afirmar com toda a clareza que os supostos, eu tenho que lhe chamar assim, mas os supostos contactos dos mortos são falsos. não correspondem à verdade. E há pessoas que afirmam ter tido contactos com mortos, há pessoas que foram a certo tipo de manifestações e testemunham, que ouviram a voz ou há pessoas que se apresentam como que mediadores entre o lugar dos vivos e dos mortos, como que conseguindo ouvir e tendo contacto com os mortos e há testemunhos e se é uma coisa pública.
Às vezes até nas televisões tem havido oportunidade de estar quase em contacto direto com essas manifestações de pessoas que aparentam dar informações sobre os mortos, que só eles tinham e, portanto, é como se os mortos estivessem a tentar transmitir alguma coisa aos vivos e, portanto, estamos a falar de pessoas num papel de mediação entre o lugar dos mortos e o lugar dos vivos, mas pela bíblia podemos dizer que esses supostos contactos são falsos. Por isso é que a Bíblia adverte-nos, Jesus advertiu-nos e depois a revelação do Apocalipse, vamos ler aqui dois versículos, Mateus 24, 24 e Apocalipse 16, 14. Lemos já os dois seguidos a estes versos que dizem o seguinte, surgirão falsos Cristos e falsos profetas, farão tão grandes sinais e prodígios que se possível fora enganariam até os escolhidos.
E Apocalipse 16 diz que existem espíritos de demónios que fazem prodígios. Aqui, no capítulo 16 em particular, o apóstolo estava a receber uma revelação em relação a certo tipo de fenómenos e forças e poderes neste mundo, mas serve-nos precisamente este texto que há uma clareza na bíblia de que existem espíritos de demónios, portanto de origem diabólica, satânica, que enganam fazendo prodígios. Lembremos-nos, portanto, que começámos este estudo mostrando que a primeira mentira do diabo e uma mentira que o diabo tem conseguido manter muito viva ao longo de séculos de história em tantas e tantas sociedades e religiões é a ideia, precisamente, de que os mortos não estão mortos, lá está, não morrereis, lembra-se das palavras que vimos, E é isso que justifica que existam prodígios e aparentes sinais que não são mais do que falsas profecias, falsos contactos, falsos ministérios.
Isto é tão verdade e também é tão antigo na história, na expressão da história humana, De que Deus deixou, na lei dada por Deus a Moisés, portanto, para o povo de Israel, uma indicação do quanto ele abomina a falsidade de consultar os mortos. Porque sempre existiram pessoas que se dedicaram, vamos dizer, a esta Esta tarefa, esta suposta possibilidade de contactar os mortos. Mas veja o que é que Deus revelou através de Moisés para que fosse uma lei e uma instrução clara para Israel. Lembre-se que Israel era o povo através do qual Deus queria fazer conhecidos em todos os povos os seus pensamentos e conhecido o seu querer e a sua vontade.
Aquilo que é a verdade de Deus. E em Levítico 20, no versículo 27, nós lemos, se um homem ou uma mulher se dedicarem a consultar os espíritos ou praticarem a adivinhação, serão condenados à morte. Logicamente que isto até pode parecer algo que agora quem sabe nos choca, lembremos-nos que estamos a falar de um código de natureza civil e religiosa que Deus estabeleceu para ordenar a vida de um povo que era extremamente rebelde, mas particularmente um povo No tempo em que esta lei e outras leis foram concedidas, este povo vinha de práticas, muitas delas cultuais e religiosas, que vinham do Egito, um lugar onde os mortos, precisamente, eram, em muitas circunstâncias, adorados e a ligação entre os vivos e os mortos era uma coisa praticada em manifestações, realmente, das trevas e Deus teve o cuidado Portanto, a condenação aqui é no sentido de mostrar precisamente o quanto Deus abomina.
Portanto, o que o homem tinha a fazer, o que o povo de Deus tinha a fazer, é simplesmente afastar-se desta prática. Qual era a prática? Consultar espíritos. A tal ideia de que os mortos estarão em espírito entre nós e que podem ser contactados. Mas, Há algo ainda que se pode juntar a este vasto conhecimento sobre a morte e de que é que a morte não é o fim. Talvez até aqui, se alguém ouvisse só o que estivemos, os versículos que estivemos a ler, poderia dar a ideia de que afinal, bem, morremos e pronto, ficamos ali na Terra e acabou. Só temos os anos que estamos aqui nesta Terra, mas não é isso que a Bíblia revela. A Bíblia revela que é pela ressurreição que os mortos sairão da sepultura, porque esse é o lugar onde são colocados, o lugar dos mortos, de lá não sairão, como já vimos, para lugar nenhum, mas a intervenção de Deus, que é designada na Bíblia como a ressurreição dos mortos, portanto trazer de novo à vida, é o meio através do qual será possível vencer a morte.
Vamos ler as palavras do próprio Senhor Jesus em João, Evangelho de João no capítulo 5 e veja comigo os versículos 28 e 29 que dizem, não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros Portanto, lá está, eles continuarão lá, mas quando chegar essa hora ouvirão a sua voz e os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação. É através da ressurreição que aqueles que estão nos sepulcros ouvirão a voz de Deus e sairão para a vida. 7 grandes verdades que a Bíblia ensina sobre a morte. Mas agora, vamos ainda, não terminamos, porque há alguma coisa que ainda podemos
escavar um pouco mais neste conhecimento e que é muito importante para nós. É que a Bíblia ensina, na realidade, uma verdade acerca de duas mortes. A Bíblia designa mesmo como a 1ª morte e a 2ª morte. Isto pode, de repente, parecer-lhe estranho. E é isso que eu gostaria agora de descobrir consigo. As duas mortes, 1ª e 2ª, elas são diferentes, totalmente diferentes, mas sobretudo o que as distingue é o tempo em que vão acontecer, porque elas não acontecem ao mesmo tempo, E o resultado de uma e de outra morte são totalmente distintos. Porque de uma há possibilidade de sair e da outra já não haverá possibilidade.
Vamos estudar isto agora com um pouco mais de detalhe. A primeira morte será interrompida pela ressurreição. Este é o ponto. Como é que podemos saber isso? Vamos ler em primeira e de desalonicença as palavras do apóstolo Paulo no capítulo 4 e os versículos 13 e 14 que dizem o seguinte, note bem. Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem. Lá está, dos que morreram. Porque, versículo 14, se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, assim também aos que dormem, os que estão mortos na terra, Deus mediante Jesus os tornará a trazer juntamente com ele. Portanto, há uma morte, aquela obviamente que nós conhecemos como a morte natural, a morte que nós conhecemos nesta vida, olha, pelas diferentes circunstâncias.
Correndo tudo bem com a nossa vida em termos de saúde, nós morremos pela idade, porque as nossas células e os nossos tecidos não podem sustentar-se para sempre e os nossos órgãos naturalmente com a idade vão desfalecendo. Ou por outras razões, mais anómalas, doenças, acidentes, catástrofes, nós podemos morrer. E na morte o nosso corpo e, portanto, a nossa vida, porque nós somos seres que não nos podemos dissociar, também já estudámos isso aqui no tema da natureza do homem, portanto, como seres integrais que somos, quando morremos, naturalmente, descemos à sepultura. Essa primeira morte, fica claro que há uma solução e uma saída para ela. Porque nós poderemos ser chamados pela voz do Senhor Jesus para regressarmos à vida.
Já a 2ª morte, lembra-se que eu disse, ela acontece num tempo diferente e tem um resultado diferente. A 2ª morte é uma condenação definitiva. Onde é que nós podemos ler isto? Em Apocalipse, no capítulo 21, E lemos aí nos versículos 11 e no versículo 6. Apocalipse 2, primeiro vamos ler Apocalipse 2 e no versículo 11 onde lemos o seguinte. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O que vencer, de modo algum, sofrerá o dano da segunda morte. E Apocalipse no capítulo 20, já mais no final do livro, diz o seguinte, versículo 6, bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição porque sobre estes não tem poder a segunda morte.
Percebemos portanto por estes dois versículos que são como que advertências à importância de não nos acharmos na situação ou na condição de fazermos parte da segunda morte, porque aqueles que vencerem ou aqueles que têm parte na primeira ressurreição que já lemos em De Salomicenses, aqueles que Jesus vai chamar a quando da sua vinda, esses obviamente não vão conhecer nem a segunda morte tem poder sobre eles. Precisamente porque a segunda morte já não poderá ser, não há a possibilidade de sair do seu resultado. Vamos agora ver ainda Agora sim, de uma maneira mais profunda, no capítulo 20 do Apocalipse, os versículos 12 até o 14, que nos ajudam a entender como é que este acontecimento terá lugar, o da segunda morte.
Veja comigo. O apóstolo João viu o seguinte, vi também os mortos, grandes e pequenos, de pé diante do trono e livros foram abertos. O mar entregou os mortos que nele havia e a morte e o hades, que é a sepultura, o lugar dos mortos, entregaram os mortos que neles havia e cada um foi julgado de acordo com o que tinha feito. Então a morte e o hades foram lançados no lago de fogo, o lago de fogo é a segunda morte. Veja que esta descrição é bastante clara, embora use aqui algumas expressões que carecem, obviamente, alguma compreensão, mas no fundo o próprio contexto é auto interpretativo.
O que João viu foi precisamente o momento em que todos aqueles que estavam mortos, fosse no mar, fosse na terra, o Hades é portanto o lugar da sepultura, em algumas bíblias vamos encontrar expressões como inferno ou mesmo lugar dos mortos. Porque literalmente é isso que o Hades, que é esta tradução que estou a usar aqui neste texto, ela usa, mantém, vamos dizer assim, translitera, mantém o texto no seu original porque Hades é realmente o lugar onde estão os mortos. E o que é que vai acontecer então? Quando os mortos forem julgados, A morte e o lugar dos mortos serão condenados na segunda morte.
Este lago de fogo representa, portanto, uma destruição eterna e definitiva. que a expressão de que morte será lançada no lago de fogo já nos ajuda a compreender que este lago de fogo é uma representação de destruição eterna. Ora, a morte é uma condição, não é um ser ao autor da morte, sem dúvida, e há aqueles que cooperam com o autor da morte, todos esses serão definitivamente destruídos, assim como a morte e o lugar dos mortos serão eternamente
destruídos. Portanto, a segunda morte, o que é que ela traz? Ela traz condenação definitiva. Para terminar este estudo, Vamos estudar, vamos olhar com um pouco mais de detalhe a realidade de Jesus e da sua morte, porque este conhecimento vai nos ajudar a compreender de uma maneira plena o significado que há na morte de Jesus, mas também as implicações que isso tem no nosso conhecimento sobre a morte. Porquê é que é relevante a experiência que Jesus viveu no que diz respeito à morte? Vamos descobrir porquê. E antes de abrirmos a Bíblia para descobrir porquê, note. É muito importante compreendermos a experiência de Jesus na morte porque Jesus primeiro morreu.
Ou seja, ele passou pela experiência da morte. Portanto, a morte dele serve-nos como um instrumento de compreensão sobre a morte. Por outro lado, Jesus não pecou. O que quer dizer que, olhando para as condições que Deus tinha estabelecido e a ordem que Deus estabeleceu desde o princípio, Jesus não deveria ter morrido porque a morte é uma condenação para o pecado. Mas, por outro lado, Jesus não foi vencido pela morte. A morte não pôde suster e ter vitória sobre Jesus. Estes três factos são muito importantes e ajudam-nos a perceber porque é que para estudarmos o tema da morte e da ressurreição dos mortos é muito importante olhar para a experiência de Jesus.
Vamos, como costumamos fazer, colocar isto em alguns pontos que nos ajudem a ter aqui uma lógica, a compreender a lógica e a tirar daí, portanto, conhecimento sobre a verdade. Primeiro ponto, Jesus conhecia a realidade da 1ª morte. Tudo o que dissemos até aqui sobre a 1ª morte e que foi o quê? Que a 1ª morte é um sono, as pessoas dormem, que é possível sair dela, mas que as pessoas quando morrem a 1ª morte, a morte natural que temos nesta terra, não vão para lugar nenhum. Jesus tinha perfeita consciência disto. Como é que podemos saber? Vamos a um exemplo. Lucas capítulo 8, vamos ler alguns versículos de uma história que se passou com Jesus. Diz o seguinte.
E riam-se dele, sabendo que ela estava morta. Então, as pessoas sabiam, porque obviamente não é difícil testar e saber se alguém está morto e, portanto, estes risos revelam que, na verdade, as pessoas sabiam e já tinham a evidência de que a menina estava morta. Mas Jesus vai referir-se a ela como estando num sono do qual ele a ia despertar. Por isso o texto continua que Jesus tomando-lhe a mão exclamou, menina levanta-te e o seu espírito voltou e ela se levantou imediatamente. Jesus conhecia a realidade da morte como um sono. Ele referiu-se à morte como tal em diversas ocasiões.
Jesus conhecia, obviamente, a verdade de que a morte é uma consequência do pecado e que os pecadores são condenados à morte. Jesus referiu-se a isso várias vezes e era um grande conhecedor das escrituras. Verdades que os apóstolos vieram a escrever, obviamente, refletiam aquilo que Jesus conhecia e que o Antigo Testamento, os profetas já diziam. Vamos lembrar-nos aqui pelo menos dois textos que nos ajudam a compreender esta ligação entre pecado e morte. Romanos 6.23 diz que o salário do pecado é a morte. E Romanos também, mas no capítulo 5 e no versículo 12 diz que como por um homem entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso todos pecaram.
Portanto, a morte está ligada diretamente à experiência do pecado. Porque somos pecadores. Se nunca nos tivéssemos afastado, lembre-se do que já aqui dissemos do princípio da fonte da vida, nunca teríamos necessidade de passar pela morte. Ora, sabendo estas duas verdades, impõe-se a pergunta, Jesus morreu a primeira ou a segunda morte? Eu tenho em diferentes ocasiões, quando estou com, a estudar bíblia com pessoas, seja em grupos pequenos, em privado ou mesmo com auditórios à minha frente, hoje tenho aqui um auditório mais virtual, que não posso ver, mas em muitas ocasiões tenho colocado esta pergunta.
Jesus morreu a primeira morte? ou a segunda morte e nós já aqui vimos as diferenças entre uma e outra. Eu não escondo, porque nós não podemos conversar aqui, que normalmente a resposta mais imediata é que Jesus morreu a primeira morte. Parece ser mais ou menos o óbvio de que Jesus morreu, não merecia, mas morreu uma morte, essa morte que levou o corpo à sepultura e como ele ressuscitou, portanto, foi a primeira morte. Vamos estudar isto para ter então uma confirmação. Para começarmos a compreender isto vamos ver de que forma é que Jesus enfrentou a sua morte, a sua própria morte. Porque nós percebemos na escritura que Jesus tinha consciência de que o momento da sua morte se aproximava. De tal forma ele tinha consciência que ele disse-o claramente aos discípulos que se preparassem para a sua morte.
Mas vamos ler alguns textos que encontramos no final dos evangelhos, precisamente antes da experiência da cruz. Mateus 26-38 e depois Lucas 22-41-44. Vamos ler estes textos. Então Jesus lhes disse. A minha alma está triste até à morte. Ficai aqui e vigiai comigo. Vejam portanto esta referência à tristeza, à angústia de Jesus. Depois lemos então em Lucas, de joelhos, orava, Jesus orava, dizendo, Pai, se queres afasta de mim este cálice, que todavia não se faça a minha vontade, mas a tua. E, posto em agonia, orava mais intensamente, e o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue que caíam sobre o chão.
Repare, diante deste cenário que nos é traçado por estes textos, nós vemos que Jesus estava numa grande angústia diante da sua morte. Portanto, impõe-se aqui duas perguntas. Porque é que Jesus estava tão angustiado diante da morte? Se ele mesmo ressuscitou pessoas diante dos mortos, porquê esta profunda angústia? Será que Jesus, e agora uma pergunta ainda mais, que talvez ainda nos toque mais, será que Jesus perdeu a fé e a esperança? A mesma com que ele abordou outros, como Lázaro, a quem consolou as suas irmãs, dizendo Mas, chamando-o de novo para a vida, quando ele já estava morto, há 4 dias.
Porquê? Como explicar esta profunda angústia diante da morte, se Jesus sabia a realidade da primeira morte e de que ela naturalmente é vencida? Só há uma resposta possível e essa resposta é que Jesus, na verdade, enfrentou a segunda morte. E eu reconheço que depois do que vimos até aqui, a identificação da diferença entre a primeira e a segunda morte, parece um pouco desconcertante esta afirmação, embora ela é a única que poderá explicar a angústia de Jesus, mas vamos descobrir na bíblia isto de uma maneira um pouco mais clara. Como é que Jesus poderia ter experimentado a segunda morte?
Se a segunda morte implica o quê como nós já vimos? Destruição eterna, a destruição da própria morte, o lugar dos mortos, o lago de fogo e o seu significado, destruição definitiva. Como é que Jesus enfrentou a segunda morte se ela é destruição definitiva por causa do pecado? Precisamos de ler então o que está escrito em Isaías no capítulo 53, que nos vai ajudar a ter um vislumbre de porque é que podemos afirmar que o que Jesus enfrentou foi o poder tremendo de destruição definitiva da segunda morte. Numa incrível profecia acerca do que Jesus, o Messias, iria enfrentar, veja as palavras do profeta Isaías.
Capítulo 53 de Isaías, vamos ler alguns versículos, o 5, o 6 e o 12. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, esmagado por causa das nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. Ele levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu. A resposta está aqui. Jesus morreu pelos nossos pecados. Por isso, o peso de angústia era o de pecados que mereciam a condenação eterna.
E Jesus assumiu esses pecados. É por isso que o apóstolo Paulo claramente diz que o amor de Cristo, este amor que se manifestou na cruz, excede o entendimento. Está para lá do que racionalmente pode ser compreendido. Mas repara na boa nova, qual é a boa nova do evangelho? Porque é que a cruz de Cristo é exaltada da maneira que a Bíblia o faz? Porque Jesus não se limitou a experimentar a segunda morte. Porque quem a experimentar um dia, sabemos que infelizmente será a consequência das suas escolhas e será a destruição eterna. Mas Jesus passou pela segunda morte, uma morte portanto por condenação de pecado Mas Jesus conquistou a segunda morte, conquistou a possibilidade de vencer a morte eterna.
Porque é isso que é a 2ª morte. E Jesus, como nos libertou da morte eterna, ele teve que conquistar a 2ª morte. Por isso lemos no livro de Atos, no capítulo 2 e no versículo 24. Veja. Deus ressuscitou Jesus, rompendo os grilhões da morte, pois não era possível que fosse retido por ela. A morte reteu Jesus, mas apenas por uns instantes, porque esses galhões de morte, ora morte consequência do pecado, Jesus conquistou-a. Por isso é que lemos estas tremendas palavras do apóstolo Paulo. Em 1 Coríntios 15, um texto sublime sobre ressurreição, mas também sobre morte, nós lemos nos versículos 55 até 57.
Onde está a morte a tua vitória? Onde está a morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado. E a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Veja, portanto, que a morte, por causa do pecado, ela pode condenar eternamente. Mas a pergunta, a interjeição, onde está a tua vitória, ela tem uma resposta clara em Jesus Cristo e na conquista que ele fez. Jesus conquistou um direito. Esse direito ele oferece. É por isso que a morte de Cristo é tão importante para nós, porque ela nos livra da condenação da segunda morte.
Nós não estamos obrigados ou condenados a cair na condenação eterna. Eu não mereço viver porque se eu pego Cada vez que há pecado na minha vida, o salário desse pecado é a morte. E essa morte é uma destruição eterna, porque eu afasto-me da fonte da vida. Mas tal como eu não mereço viver por causa do meu pecado, Jesus, por outro lado, em oposição a isso, ele não merecia morrer. Então é por isto que nós podemos afirmar o quê? Que podemos conquistar o direito a evitar a segunda morte. ou evitar a condenação eterna porque Jesus conquistou o direito de me oferecer a vida eterna. Por isso podemos afirmar que a morte e a ressurreição de Jesus são a chave para
compreender o que a Bíblia ensina sobre morte. Quando morremos não vamos para lugar nenhum, estamos no lugar dos mortos. Mas essa condenação não é eterna porque a vitória de Jesus sobre a morte abre diante de nós uma porta, um horizonte de possibilidade que é de vencer a vida eterna. Resta-nos a nós o que neste momento? Parezado amigo, resta-lhe assim um horizonte de esperança. Esperança sobre os que morreram. Porque não precisa de estar preocupado nem onde eles estão, nem em tentar agradar-lhes, nem em tentar contactar com eles. Isso é um horizonte de esperança sobre a nossa vida e sobre os que já descansaram no pó da terra.
Mas é sobretudo um horizonte de esperança, sabendo que o que nos está reservado, se confiarmos no Senhor Jesus, é a vida eterna. Por isso eu quero deixá-lo neste estudo, não com as minhas palavras, mas irei terminar com as palavras de 1 Coríntios no capítulo 15 e alguns versículos deste texto que nos enchem o coração de esperança. E as palavras são estas. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Num momento, num abrir e fechar de olhos, os mortos ressuscitarão, incorruptíveis, e nós seremos transformados.
Por isso, qual é a conclusão? Sede firmes e constantes, sabendo que o vosso trabalho não é em vão no Senhor. É este o horizonte de esperança para a nossa vida. Que Deus o abençoe e que conhecer esta esperança Dê à sua vida um novo horizonte e uma nova perspectiva. Que Deus o abençoe. Até ao próximo programa, se Deus quiser.