O Poder do Fermento

O Poder do Fermento

14 de Julho de 202526 min 6 s

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Olá. Espero encontrá-lo bem desse lado. Pela graça de Deus, eu aqui estou bem, assim como toda a equipa aqui na Novo Tempo, que leva até si mais este episódio da Voz da Esperança. Por isso, venha daí. Vamos esperar mais uns minutos. Não são muitos. Vamos passar juntos alguns minutos a continuar a descobrir, claro, os grandes fundamentos da nossa esperança. E hoje estamos a continuar aqui uma série muito especial que começámos no nosso último episódio. Aliás, se quiser assistir a todos os episódios da Voz da Esperança, caso não tenha tido ainda essa oportunidade, ou quem sabe até esteja a ver-nos hoje pela primeira vez, mas especialmente também àqueles que nos seguem mas se não viu o último episódio em que começamos uma nova série, daqui a pouco já lhe digo sobre que tema.

Então fico ao desafio para voltar, não precisa de voltar atrás aí na sua box, na sua televisão ou na rádio, onde nem sequer é possível, mas é tão simples quanto ir ao site novotempo.pt e aí basta entrar na área da TV, tem as nossas séries que pode assistir, mas também ir ao YouTube, também fica esse desafio. O YouTube da Novo Tempo, temos ali muito, muito conteúdo. Não apenas o programa Voz da Esperança, mas tantos outros, fica o desafio. Mas não vamos perder mais tempo.

Momento musical

É um prazer estar consigo. É um prazer também falarmos e cantarmos sobre a esperança. Desafio, precisamente, a ouvir agora o nosso quarteto Voz da Esperança. Librem-nos do Céu Pois aguardamos o Senhor Reconsolimos que Jesus nos dá Fé na promessa que nos fez.

Vês que o. Tempo logo vem E as nações daqui além Vão alerta, vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia! Servos de Deus, a tua vida tocar, breve Jesus voltará.

A todo mundo a mensagem levar, breve Jesus voltará. Ondas e vozes do sol e do ar Breve Jesus voltará Ondas do mar, canção e do ar Breve Jesus voltará Nem o Jesus Volterá Nem o Jesus Volterá.

As parábolas de Jesus

Como lhe dizia há pouco, continuamos hoje a nossa série sobre as parábolas de Jesus. É o nosso segundo episódio. Jesus foi um mestre, um mestre de sabedoria, que através destas histórias simples, cheias de metáforas da vida concreta, especialmente do tempo em que ele viveu, deixou-nos grandes ensinamentos e valores eternos. Antes de prosseguir o nosso episódio hoje, quero aproveitar, já que estou a falar-lhe de parábolas e desta série especial, para lhe apresentar uma oferta muito especial também, aula que hoje tenho aqui para lhe fazer. Na verdade, é a primeira vez que vamos fazer aqui esta oferta no programa Voz da Esperança, por isso chamo mesmo a sua atenção.

Eu tenho aqui nas minhas mãos um livro precioso. Ele chama-se Tão simples quanto isso já está a haver Parábolas de Jesus, um extraordinário livro que em vários capítulos trata de grande parte, não são todas, mas uma grande parte das parábolas que encontramos na Escritura. São 29 capítulos Nesta edição, até não é um grande livro, mas ainda assim tem muita leitura aqui, muita aprendizagem para fazer, aqui precisamente com o livro Parábolas de Jesus. Agora, tenho que ser honesto consigo, não tenho um grande volume, nem um grande estoque, por isso hoje, aqui na Voz da Esperança, estamos a oferecer dez exemplares do livro Parábolas de Jesus.

Acredito que não vai querer perder esta leitura, por isso, os primeiros dez Espetadores, ouvintes que estiverem aqui com a Novo Tempo ou na Rádio RCS, se for o seu caso, envie rapidamente uma mensagem para nós e peça o livro Parábolas de Jesus. Vamos oferecer 10 livros aos primeiros 10 amigos da Novo Tempo que ligarem ou enviarem uma mensagem. 933-939291 é o nosso contacto, não esqueça, 933-939291 e se for rapidamente um

O poder do fermento

dos 10 primeiros vai receber este extraordinário livro, Parábolas de Jesus. Mas vamos hoje à nossa história, à nossa parábola. Vamos refletir sobre uma das mais profundas e desafiadoras verdades que Jesus ensinou. O poder do fermento. Veja bem, eu bem dizia há pouco que Jesus usava coisas de realidade concreta. Cristo está acercado por uma multidão de todas as classes sociais. Respondeu a uma espécie de questionamento silencioso que pairava no coração dos que o ouviam. como o Reino de Deus pode crescer entre pecadores, entre homens e mulheres miseráveis, entre os mais desprezados até?

E Jesus respondeu. Respondeu a esta pergunta da seguinte forma. O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e introduzem três medidas de farinha até que tudo esteja levedado. Cá está a nossa parábola, registada em Mateus. Aliás, voltamos. Aqui é o Evangelho de Mateus, como no episódio passado, onde começámos esta série. Mateus 13, aqui estamos no versículo 33. O que é que temos nesta tão pequena e simples parábola? Deus usa o invisível para realizar o impossível. Podia ser uma espécie de título. Ora, na linguagem bíblica, também na tradição hebraica, o fermento muitas vezes simbolizava o mal ou até o pecado.

Curiosamente, Jesus aqui vai usar o mesmo elemento, o mesmo símbolo, mas de uma forma muito diferente. O fermento vai aqui representar ou ser um símbolo da graça divina. Assim como o fermento se infiltra, atua e transforma toda a massa, da mesma forma o Espírito Santo transforma o coração humano. Hoje vou citar-lhe várias vezes aqui o Salmo 119. porque encontramos aí como que verdades que nos ajudam a compreender melhor esta grande verdade e ensinamento aqui da parábola do fermento. Lá nos primeiros versículos do Salmo 119 diz o seguinte, Tomara que os meus caminhos sejam dirigidos de maneira a poder eu observar os teus estatutos.

Era como que uma oração, um anseio que Davi expressava. A graça de Deus, ela não apenas perdoa pecadores, ela tem o poder de os transformar. Logo, podemos dizer o seguinte, que nenhum coração está além do alcance deste poder. Cristo ensina que ninguém está tão caído que não possa ser alcançado por este fermento do céu. Não é por vontade humana, não é por forças humanas, não é através da cultura nem da educação que esta transformação acontece. É o que nos mostra esta história, é pela graça, é somente através da graça.

Ou seja, é um processo que nos é estendido, que é oferecido. E isso, claro, evoca uma das grandes verdades tão bem exploradas na Bíblia, por exemplo, pelo apóstolo Paulo. Lembra-se destas palavras? Ou talvez, se não as conhece, eu vou-lhes revelá-las aqui. Efésios 2.8. Porque pela graça sois salvos. Por meio da fé. Isto não vem de vós. Isto é um dom de Deus. É este o fermento que atua. Se estiver disposto a ser transformado, qual é a promessa, qual é a garantia que Deus nos dá? É que ele está pronto a começar essa obra agora mesmo na sua vida. É uma obra de transformação que vai acontecer de dentro para fora.

O fermento, ele é o elemento simbólico, é a metáfora desta história. O que é que sabemos sobre o fermento? Que ele age silenciosamente, mas de forma muito eficaz. É assim também com a verdadeira transformação. Ela começa no coração. Ela não começa na superfície com a tentativa de mostrar ou impressionar. Cristo não quer reformar apenas o exterior, ou a aparência, ou até, quem sabe, alguns hábitos. O que Cristo quer e pode fazer na sua vida é regenerar a alma, ou seja, a vida no seu mais profundo. Voltemos ao Salmo 119, como um pequeno refrão que hoje lhe proponho.

Agora, o versículo 11. Escondi a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. É lá dentro, é como é esconder, é colocar no mais profundo. O que Deus mais deseja não é aparência, meu querido amigo. Minha amiga que hoje está connosco, o que Deus procura e busca é entrega. Deus quer esconder, é o verbo que utilizou o salmista, Deus quer esconder no mais profundo do nosso coração este fermento que atua, que salva e que transforma. Recorda-se do encontro tão célebre entre Jesus e Nicodemus? Nesse encontro, Jesus disse a Nicodemus uma das grandes verdades do Evangelho.

Vou recordar-lhe. Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. Nascer de novo, ser transformado de uma tal forma que isso pode ser comparado também a um novo nascimento. Na Bíblia este conceito é explorado de muitas formas, por muitos autores, com muitas metáforas, com diferente linguagem. O apóstolo Paulo, por exemplo, aprofundou esta verdade quando ele disse o seguinte, estando nós ainda mortos, veja a força desta imagem, estando nós ainda mortos nas nossas ofensas, ele nos vivificou juntamente com Cristo.

Para que acontecesse o quê? Para mostrar as abundantes riquezas da sua graça. Isto está lá escrito aos Efésios. Veja como são as riquezas da graça que Deus nos dá através de Jesus que conseguem operar este milagre de trazer até da morte. Por isso é que podemos dizer que ter um novo nascimento, passar por este processo de mudança e transformação no Evangelho, não é uma opção, é uma condição. Então, eu pergunto-me porquê é que não mudam algumas pessoas? Se calhar está a pensar em algumas pessoas à sua volta, que reconhece que precisam tanto de mudança. Talvez seja melhor até pensarmos em nós mesmos. Mas a resposta podemos afirmá-la. Infelizmente, muitos até, entre aqueles que professam a fé, sim que se dizem cristãos, mas não permitem que o fermento, este fermento de verdade, atue no seu interior.

Ora, o problema não está nessa verdade. O problema está na recusa em que ela opera essa obra de transformação. Alguns de vós estão, neste momento, a escutar-me aqui, na Voz da Esperança, na Novo Tempo, na rádio, onde estiver, estão a escutar-me. Eu estou aqui a proferir, a proclamar a Palavra de Deus, mas não é suficiente ouvir, mesmo se eu estou muito grato de estar aí desse lado e de ouvir a Palavra. Mas é preciso viver essa Palavra. Caso contrário, ela não produz efeito. Qual é então o segredo para aquilo que nós podemos chamar de santificação?

Ou seja, um processo através do qual vamos sendo cada vez mais santos. E se têm dúvidas, o que é isto de ser cada vez mais santo? É ser cada vez mais semelhante a Jesus. É a definição mais clara, direta e verdadeira. A palavra de Deus é o meio pelo qual o fermento divino pode agir em nós. Para isso, recorde-lhe as palavras de Jesus, que disse lá em João, está registado no Evangelho de João. Jesus orava ao Pai e dizia, santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. O Espírito Santo opera através dessa palavra. Ou seja, quando somos expostos à palavra de Deus, então ela pode moldar-nos e aproximar-nos da imagem.

Qual imagem? A imagem de Cristo. Por isso, meu querido amigo, a santidade não é um peso, é um privilégio, é um caminho que nós podemos percorrer. E a verdade não é um ideal distante que dizemos, bom, nunca vamos alcançar isto. Não. A verdade, ela pode, deve estar presente nas mínimas escolhas da vida, do nosso dia-a-dia. A verdade de Deus, ela deve regular os nossos pensamentos, as nossas palavras, os nossos desejos, os nossos gestos, as nossas reações mesmo. Voltemos ao Salmo 119, o nosso refrão. Diz-nos, a certa altura, o sábio, o poeta, Davi.

Faz-me andar na verdade dos teus mandamentos, porque nela eu tenho prazer. Percebe aqui a associação entre a ideia de ter prazer e andar na verdade? O cristianismo verdadeiro é Cristo refletido em cada detalhe da nossa vida. E isto é um mistério, talvez, para quem não vê esta experiência, para aquele que não a compreende. Por isso é que o mundo, como tantas vezes a Bíblia lhe chama, representando essa ideia de um espaço de pessoas que não querem a soberania de Jesus na sua vida, esse mundo não entende. Não entende quem vive para o céu. Mas este é o chamado do Evangelho, que é viver em função da eternidade.

E quem tem a palavra de Deus no coração, já tem a eternidade como um destino. Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, luz para o meu caminho, os teus testemunhos são o gozo do meu coração. Voltamos ao Salmo 119. Porquê este gozo em caminhar com Cristo, em ser iluminado pela sua palavra? Porque onde Cristo entra, o coração transforma-se. E essa transformação é visível. É esse fermento que a tua eleveda e faz crescer. Ou seja, a cortesia, a ternura, a bondade, a humildade, o amor ao próximo. Estas coisas tornam-se naturais.

Naturais, é a palavra. Mesmo se isso é contra a natura. É contra a natura antes do fermento operar. Por tudo isto, o apóstolo Pedro dizia, ser de santos porque eu sou santo. Citando, aliás, as Escrituras. É o próprio Deus que diz, sede santos, porque eu sou santo. Ora, esta santidade que a Bíblia nos fala não é a ideia de uma perfeição humana. Senão não era preciso o fermento e essa atuação sobrenatural. Santidade é a presença de Jesus no coração. A moldar os pensamentos, as intenções, até os desejos. Logo, eu desafio a confiar no seguinte.

Jesus quer colocar o fermento do céu no seu coração. E eu acredito que ele quer fazer isso hoje. O que é que isto significa? Estou a usar, claro, a imagem, a metáfora da parábola. Significa que Jesus quer transformar a sua vida por dentro, para que seja parte do seu reino. Para que comece, sobretudo, a viver os valores do seu reino. O fermento é invisível. Sabemos isso no próprio pão. O fermento é invisível, mas os resultados esses são completamente visíveis. É isto uma vida santificada? É isto um caráter transformado? É isto ter e viver esta esperança inabalável? Voltamos ao Salmo 119.

e inclinei o meu coração para guardar os teus estatutos para sempre, até ao fim. Era o desejo do salmista. E hoje, para se poder chegar ao fim, o caminho começa hoje. Por isso eu digo-lhe, hoje é o dia de pedir a Deus. E pode fazer esta oração, baseado nesta parábola. Senhor, mistura esse teu fermento em mim e transforma a minha vida e faz-me novo. e faz-me ter alegria na tua vontade, em ter prazer no que é bom. Por isso, eu o desafio a entregar-se hoje e agora mesmo. Quando Jesus voltar, a promessa é clara, você poderá resplandecer como o trigo puro no celeiro altíssimo, como este pão que frutificou e alimentou muita gente.

Jesus quer operar esta transformação na sua vida. Jesus não se esqueceu de si, que talvez esteja a viver algum drama, que talvez tenha estado até afastado de Deus e da sua Palavra. Hoje eu desafio-a agora a escutar a voz da Flávia. e a reconhecer Deus não se esqueceu de si e da sua vida. Ele quer operar este milagre de transformação e prepará-lo para a sua vinda.

A esperança na promessa

Fizerem que duvideis de quem pra onde voltareis. Envolve os olhos o seu passado. Lê-me quando o meu sofrer. Mais do que és, és Tanto a mãe que a vida tem Pensas mesmo Ser tão fácil Esquecer o que falei Se na história mesmo que o

é o mesmo.

Creia nesta promessa maravilhosa de que Deus não se esqueceu de si e de que ele pode operar na sua vida desta maneira maravilhosa com este fermento que renova e transforma. e ao chegarmos ao final deste episódio, quero relembrar aquilo que disse no início, mas quem sabe alguém se juntou entretanto a nós, e como hoje tenho esta oferta muito especial, vou relembrá-la. O livro Parábolas de Jesus. Primeira vez que o estamos a oferecer aqui na Voz da Esperança, um livro muito importante, com uma mensagem extraordinária. Aliás, esta série que estou a fazer aqui, nestes episódios sobre as parábolas de Jesus, inspirei-me bastante, precisamente nas palavras também, deste maravilhoso livro. Temos apenas 10 livros para oferecer neste episódio.

Os primeiros 10 vão receber o livro Parábolas de Jesus. Envie uma mensagem para o nosso número 933 939291. O nosso encontro, se Deus quiser, está marcado. Com vida e com saúde, se Deus nos conceder, estaremos juntos no próximo episódio. Já sabe, vamos continuar a estudar e a descobrir grandes ensinamentos nas Parábolas de Jesus. Que Deus o abençoe. Fica o nosso encontro marcado. Até lá.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 17
Estreou
14 de Julho de 2025
Categoria
Outros