E. Olá, seja bem-vindo. Estamos de regresso aqui à Voz da Esperança. Muito obrigado também por regressar connosco. Vão ser mais uns minutos, aproximadamente 25 minutos, que vamos passar aqui juntos e continuamos a descobrir grandes episódios aí da vida de Jesus. E na sua biografia, na sua história, nos seus encontros, nesta série que estamos a fazer, nestes últimos episódios, e que vamos continuar provavelmente durante ainda bastante tempo, vamos descobrindo como essas histórias de Jesus também se relacionam com a nossa própria experiência.
Estamos na Voz da Esperança, vamos por isso, como sempre, cantar, abrir este programa com essas harmonias, com a beleza das vozes, para que o nosso coração
hoje se encha mais uma vez de esperança. Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois recordamos o Senhor Que Jesus nos dá Vem na promessa que nos fez Vês que o tempo logo vem Das nações daqui a lém Bem alerta vão cantar Aleluia, Aleluia, Aleluia
Sermos de Deus o trombete tocar, breve Jesus voltará A todo mundo a mensagem levar, breve Jesus voltará Ondas e falas o som entoai Brevas Jesus voltará Ondas do mar a canção entoai Brevas Jesus voltará Viva Jesus!
Viverá! Viva Jesus! Viverá de esperança!
Dizia-lhe há pouco, apresentando, relembrando, àqueles que nos têm acompanhado, se não é hábito assistir e acompanhar o programa Voz da Esperança. Então é um prazer que tenho a encontrar-me hoje consigo e desse lado poder ver-me ou escutar-me. E este é um programa onde vamos explorando os vários fundamentos da nossa esperança que reside sobretudo na pessoa de Jesus. E por isso é que tenho muito gosto aqui em oferecer-lhe o desejado. Envie uma mensagem, já sabe, a pedir. Diga que gostava de receber o livro, o desejado, ou refira só o programa Voz da Esperança, a oferta, o desejado.
Liga ou envia uma mensagem para o 933-939291. Este é o nosso número, 933-939291. E nós teremos muito gosto em fazer-lhe chegar esta extraordinária obra. A verdade é que Jesus não começou o seu ministério com um grande discurso. Talvez pudesse ter sido no templo, faria sentido. Ele ia ser um grande mestre da fé, chegaria ao templo e dali faria um discurso de inauguração do seu ministério. Teria sido interessante, mas o que a Bíblia conta É que não foi assim que Jesus iniciou esse ministério, se quiser, público, como muitas vezes dizemos.
Também não foi com um milagre extraordinário feito, por exemplo, diante de autoridades religiosas, para que toda a gente ficasse logo a saber que vinha ali alguém com grande poder. Jesus começou de uma maneira um pouco desconcertante, inesperada. Jesus foi a um casamento, talvez de pessoas amigas, conhecidas, um familiar, quem sabe da sua família. Um casamento simples, diríamos, normal. Numa pequena aldeia, por isso eu digo um casamento simples, porque era numa pequena aldeia da Galileia. Nada de extraordinário, nada em Jerusalém, em algum lugar de eleição. E foi nessa pequena festa, nesse momento familiar, que Jesus veio a manifestar pela primeira vez, se quiser, a natureza da sua ação, da sua obra, do seu ministério, esse poder.
E que Jesus revelou realmente o que o seu coração estava disponível para fazer. Esta é conhecida como a história das bodas de Caná. Foi aí o cenário em que Jesus, o Filho de Deus, inaugurou, podemos dizer, o seu ministério. Não foi um gesto de glória, como dizia, mas um ato de ternura, de cuidado com alguém que ficou numa situação um pouco constrangedora. Se calhar já está a recordar-se a que história me refiro. Jesus vai transformar a água em vinho e com esse gesto sui generis, um pouco fora do normal, do padrão, Jesus mostrou que o Evangelho essa semente que nasce no coração e brota, o Evangelho começa onde a vida acontece, se quiser, no dia a dia, no quotidiano, nas casas, nas famílias, nos momentos de alegria, nas festas, também nas horas de necessidade, claro.
Este texto encontra-se no capítulo 2 do Evangelho de João. E nós estamos a avançar, se quiser, capítulo a capítulo, quase, na história da vida de Jesus. na semana passada ou no nosso último episódio, dependendo de quando está a ver este episódio. Já agora um pequeno parênteses. Se não viu o último ou não tem assistido aos episódios da Voz da Esperança, pode perfeitamente fazê-lo. Nós temos concentrado todo este conteúdo que vamos fazendo aqui e que está disponível para si. Por isso deixo-lhe esta nota para poder ver os nossos programas anteriores e até muitos outros que temos aqui na Novo Tempo. Pode escutar na rádio também. Vá, por exemplo, ao canal YouTube da Novo Tempo Portugal.
É só mesmo procurar. Se nunca foi pesquisar este canal, é só colocar Novo Tempo Portugal no YouTube e então vai entrar a ver a grande quantidade de programas, cada programa com os seus muitos episódios. também pode ir ao site novotempo.pt. Esse, então, é uma autêntica plataforma de conteúdo, porque vai ter todos os nossos programas em vídeo, mas também podcasts, alguns que só temos em áudio, e pode também fazer cursos bíblicos, que podem ser uma benção para si. Temos uma oferta diversificada de cursos, alguns que pode fazer mesmo online, numa plataforma de ensino, outros que pode pedir, como estes materiais que temos oferecido aqui, e por isso fica aqui esta pequena nota para saber que pode sempre acompanhar os nossos programas. Então eu dizia que se na semana passada, aqui no último episódio, estivemos a ver o capítulo 1 de João, hoje vamos ao Evangelho de João mais uma vez, mas ao capítulo 2.
Deixe-me pegar aqui a minha Bíblia e... Vou-me sentar aqui para fazer esta leitura. Ainda são vários versículos, por isso acompanho-me aí desse lado.
Se calhar não vai ser fácil ter a sua bíblia à mão, mas não há problema, porque eu vou fazer a leitura para que possa escutar e acompanhar-me. Vamos ler a história destas bodas que aconteceram em Caná, em que Jesus pega nessa água, e vamos ler a partir do versículo 1, do capítulo 2, e tal vez lemos toda a história. Então, o Evangelho conta assim. Ao terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Canada, Galileia, e estava ali a mãe de Jesus, Maria. E foram também convidados Jesus e os seus discípulos para as bodas. E, faltando o vinho, a mãe de Jesus disse-lhe, não têm vinho. Jesus respondeu-lhe, mulher, o que tenho eu contigo, ainda não é chegada a minha hora.
A sua mãe, ainda assim, disse aos empregados, fazei tudo quanto ele vos disser. Estavam ali postas seis talhas de pedra para as purificações dos judeus e em cada uma cabiam duas ou três metretas, que era uma medida de líquidos. Jesus disse-lhes, enchei de água essas talhas e eles encheram-nas até acima. E Jesus disse-lhes, agora tirai e levai ao mestre Sala. Apenas isto. E eles levaram as talhas com água, pensavam eles. Logo que o mestre Sala provou a água agora feita em vinho, não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os empregados, que tinham tirado a água, chamou então o mestre Sala, o esposo, e disse-lhe, todo homem põe primeiro o vinho bom e quando já tem bebido bem, então o vinho inferior.
Mas tu guardaste até agora o bom vinho. Houve aqui admiração por esta forma um pouco diferente, pensava ele, de se ter guardado o melhor vinho para o fim, quando as pessoas à partida já não conseguem sentir tão bem o sabor e as características da bebida. Esta história mostra o poder de Jesus, mas tem também muitos ensinamentos para nós. São esses ensinamentos, ou sobre eles, que eu gostava de refletir um pouco consigo. Nesta pequena vilazinha que há na Ásia, Jesus não apenas superiu uma necessidade, porque era uma necessidade no contexto da festa. Obviamente não se tratava de uma necessidade de alguém que estivesse com fome ou a padecer. Era uma necessidade naquele contexto.
Mas foi muito mais do que isso. Jesus mostrou o caráter do seu reino. Talvez isto o possa surpreender, mas eu gostava de mostrar-lhe porquê. A verdade é esta. O Evangelho mostra-nos que onde há falta, Jesus traz abundância. Onde há vergonha ou constrangimento, Jesus pode trazer honra e glória. Onde há vazio, Jesus pode trazer plenitude, abundância, significado. É por isso que a água trazida nestas talhas foi transformada em vinho pela palavra de Jesus. Este facto mostra-nos que quando a palavra de Deus sai da sua boca, ela opera com poder.
O mesmo acontece na nossa vida. Jesus tem este poder de transformar uma coisa simples em algo absolutamente extraordinário. Mas para que isso aconteça, Jesus tem de ser convidado. E quando Jesus é convidado, como aconteceu nesta festa, neste casamento, então o comum transforma-se em solene, em sagrado. Maria, a mãe de Jesus, percebeu a dificuldade dos noivos. Nós lemos a história, não é? Então, ela decidiu recorrer ao seu filho, Jesus. E o pedido de Maria foi, curiosamente, muito simples, muito direto. Com certeza, vindo de um coração cheio de fé e também de uma compreensão clara de quem era já o seu filho, Jesus.
Ela apenas disse, não tenham vinho. É curioso. Não pediu nada, nem ordenou nada. Ela confiou apenas, porque sabia o que podia acontecer. E quando Jesus lhe responde, ainda não é chegada a minha hora, é interessante, porque Maria não se ofende, nem sequer se desanima, porque podia pensar, bom, ok, eu tentei, mas não era ainda o tempo. Ela apenas diz aos servos, fazei tudo quanto ele vos dissera. Também aqui há um ensinamento muito interessante. Repare, é assim que a fé verdadeira age. A fé verdadeira entrega. Entrega a Jesus e espera. Espera apenas. Essa é a confiança de quem o conhece.
É por isso que as palavras de Maria, nesta história, cada palavra de Maria é um sermão, se quiser. É um ensino. Fazei tudo quanto eu vos disser. Pense nesta expressão e aplique-a à sua vida. Não há caminho mais seguro do que obedecer à voz, às instruções de Cristo, o Mestre. E quando nós seguimos as suas orientações, podemos ter a certeza que a transformação vai acontecer. Exatamente como vai acontecer com esta água que passou por esse processo milagroso, sobrenatural, de se transformar numa bebida com sabor É por isso que a experiência que nós temos de estarmos sem sabor, se quiser, tantas vezes na nossa vida, essa falta de sabor pode ser tristeza, amargura que pode transformar-se em alegria.
Ela pode vir na forma de um desânimo, de um desencorajamento brutal, que Jesus pode transformar e abrir em esperança. E o vazio, às vezes, da nossa vida, de falta de sentido, pode ganhar propósito. É por isso que esta história é muito mais do que sobre a água. Este milagre não foi uma demonstração apenas de uma capacidade ou de um poder. Ela está carregada de um símbolo muito profundo. É por isso que hoje estou a falar-lhe, a contar-lhe aqui esta história, a tirar, escavar-nos à procura desses significados. A água representava o batismo ou a purificação. Mas o vinho, ele na própria palavra simboliza o sangue de Cristo.
Ou seja, uma obra de Cristo que trouxe sofrimento a ele, mas que foi derramado para salvação. Por isso é que esta história aqui já tem o Evangelho, estava aqui resumido. Este mesmo poder que transformou água em vinho é o que transforma corações endurecidos em novas criaturas. Acredito nisto. A graça de Cristo, ela não cobra apenas o passado. Ela tem o poder de renovar o nosso presente e também de abrir-nos portas e horizontes para o futuro. Dizia o apóstolo Paulo, assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas passaram, eis que tudo se fez novo. Escrevia aos Coríntios, segunda carta aos Coríntios, capítulo 5.
Então nós sabemos que os dons, as dádivas, as bênçãos de Cristo, elas não se desgotam. O mestre Sala, o homem responsável pela festa, o que é que ele veio dizer ao noivo?
Então tu guardaste até agora o bom vinho. Mais uma frase que está cheia de significado, porque é isto que Deus faz. Deus reserva o melhor. Claro, para o fim não é cronológico na nossa vida, não é? Deus vai esperar até estarmos no último dia ou na fase final da nossa vida. É o melhor porque o que este mundo, o que muitas das experiências que a vida nos pode reservar, são a maior parte delas alegrias passageiras, efêmeras, prazeres que começam doces mas muitas vezes acabam amargos. Aliás, o vinho é um bom exemplo disso, o álcool, se quiser, e tantas outras formas de vícios. Mas o vinho de Cristo é completamente diferente. O amor de Cristo, ele vai crescendo, vai tornando-se mais e mais presente.
A presença de Deus na nossa vida é uma presença renovadora, que vai aumentando. E é isso que significa o melhor para o fim. Cada nova bênção do céu que vem sobre a nossa vida, o que faz é isto, é aumentar a nossa capacidade Por isso é que a vida cristã não é uma sequência de perdas. Às vezes parece-lhes que tentar ter uma vida coerente com a Bíblia, com o que está escrito, parece que vamos perder coisas. Não! Não é uma sequência de perdas, é uma sequência de descobertas. Porque a cada passo que nós damos por fé, é como se ouvíssemos Jesus a nos dizer, crê.
Eu ainda tenho uma coisa melhor. Eu ainda tenho o melhor sabor, se quiser, o melhor vinho. O vinho que Jesus proveu nesta ocasião, que ele deu ali, serviu na festa, era um vinho, com certeza, não fermentado. Isso podemos crer nisso. Porquê? Porque se tratava de um vinho puro. Porque ali havia um simbolismo tremendo, um simbolismo de vida, de santidade. E nós sabemos bem que Jesus nunca oferece aquilo que destrói. Jesus oferece sempre o que restaura. O profeta Isaías dizia que como o vinho novo se acha no cacho e alguém quando o encontra diz não o desperdices porque há benção nele.
É este processo que nos mostra que o verdadeiro vinho do céu é esse fruto extraordinário que é a presença de Cristo na nossa vida. E esse vinho o que é que traz? Traz benção. Nunca traz ruína nem dependência. Este milagre, o milagre de Caná, também nos ensina sobre o valor da presença de Jesus, sabe onde? Nos relacionamentos humanos. Jesus escolheu um casamento, curiosamente, para realizar o seu primeiro sinal. Jesus honrou, portanto, desta forma o quê? Ao ter feito este primeiro milagre. Honrou o lar, a família, que são essa instituição absolutamente sagrada. Aliás, desde o princípio. É ler a Bíblia. desde o princípio que Deus projetou esta união entre homem e mulher para que fosse uma união abençoada e o resultado dela fosse alegria profunda, fidelidade, uma experiência de enriquecimento, de frutificação.
O mesmo Cristo que esteve presente naquela festa é o que hoje também quer estar, sabe onde? Na sua casa, no seu lar e no de todos. Um casamento, uma família, um lar com Jesus é um lugar de esperança. É um lar onde Cristo é convidado logo à abundância. Nunca mais será igual. É por isso, aliás, que a Bíblia compara o relacionamento entre Cristo e a Igreja a esse vínculo profundo que existe num casamento entre marido e mulher. O profeta Isaías escrevia assim, no capítulo 62, Como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu Deus.
Extraordinário. E depois, se formos ao Apocalipse, lemos bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. Esta imagem, ela percorre toda a Bíblia. Este milagre em Caná aponta, portanto, para esta festa futura. Porquê? Porque quando Cristo voltar, Ele vai receber-nos como uma noiva. que ele ama, com quem ele quer estar e partilhar a vida. E este vinho novo, puro, destas bodas, são as bodas do Cordeiro, como lemos, é o símbolo dessa alegria eterna. Uma alegria sem mancha, sem dor e sem fim. Mas este milagre ainda nos revela também uma coisa essencial. Jesus estava entre as pessoas. Jesus não se isolou, não se afastou.
Participou da vida, das coisas simples, das alegrias puras, destas relações humanas. Cristo mostrava que a santidade que nós precisamos procurar não é o afastamento, mas é uma presença que transforma. que redime, que busca. Por isso é que Jesus se misturava com as pessoas, sentava-se às mesas, caminhava pelas estradas, falava nas casas. Jesus não veio para salvar apenas a alma, a vida. Jesus veio para restaurar a vida. E a fé, essa fé, se esconde, então ela perde a hipótese de iluminar. O cristianismo verdadeiro nunca é uma fuga do mundo. Ao contrário. é serviço ao mundo, porque Jesus quer estar em tudo, na sua vida, nas suas celebrações, nas suas conquistas, nos seus relacionamentos, no seu trabalho.
Jesus quer transformar o cotidiano num altar. E foi exatamente isso que aconteceu nesta festa. Por isso, permita que Jesus opere essa obra na sua vida. e vai ver que nada, nada o poderá separar desse extraordinário amor que é o de Jesus. Seu próprio filho por amor Como não nos dará com ele Todas as coisas?
Se Deus já nos deu sua justiça Se apagou a nossa culpa Quem condenará os que Deus perdoou? Seu filho dentre os mortos Para a vida ressurgir Vem-nos separar daqui Seu amor O presente ou o futuro Nem poderes ou distâncias Nem alguma criatura Nem angústia ou a fama A espada Nada vai nos separar Do amor que está em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos amou.
E pediremos-vos estas coisas Se Deus é por nós, porque não é Ele? Quem condenará os que a Deus escolheu? Aquele que entregou Seu próprio Filho por amor Como não nos dará com Ele Todas as coisas Seu filho dentre os mortos para a vida resolveu Põe-nos separada de Cristo e Seu amor Nem a morte, nem a vida, o presente ou o futuro Nem poderes ou distâncias, nem alguma criatura Nem a angústia ou a fome Nada vai nos separar Do amor que
está em Cristo Somos mais que vencedoras Por aquele que nos amou Quem nos amará? Quem nos amará? Quem nos amará? A angústia ou a fome, o perigo ou a espada Nada vai nos separar do amor que está
em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos ama Chegamos. Ao final do nosso programa. Muito obrigado por ter estado connosco aqui deste lado, na Novo Tempo. A promessa fica que, se Deus nos der vida e saúde, voltaremos a estar para a semana consigo, no próximo episódio, não perca. E relembro só, muito rapidamente, que se quiser receber em sua casa esta maravilhosa obra, o desejado, envie uma mensagem para nós, para o 933 939291, para que possamos fazer chegar-lhe esta oferta, que eu acredito que vai ser uma benção para si.
Até para a semana, se Deus quiser, que Deus o abençoe.