John Knox

John Knox

25 de Setembro de 202625 min 25 s

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Muito bem-vindos ao Sol à Escritura. Hoje vamos conhecer um dos reformadores mais corajosos da história, John Knox, o grande líder da reforma na Escócia. Ele enfrentou reis, rainhas e perseguições, sempre com uma convicção firme de que a salvação é um dom gratuito de Deus e não se conquista com obras ou méritos humanos. No centro da sua fé estava a doutrina da Graça Divina, em latim sola gratia, que afirma que só somos salvos porque Deus nos amou primeiro. Neste episódio, vamos conhecer a vida de John Knox e compreender como esta verdade transformou a sua pregação, influenciou a Escócia e continua a tocar vidas até hoje.

Juventude e vocacao

Ruben, nós hoje vamos falar de um reformador escocese que enfrentou reis, galés, perseguições, mas sempre movido por uma fé inabalável. John Knox é conhecido como o pai da igreja presbiteriana e foi uma voz poderosa na Reforma Escocesa. Para nós começarmos esta viagem, diz-nos quem foi John Knox e como é que começou a sua caminhada espiritual. Ora bem, John Knox nasceu por volta de 1514 numa pequena vila chamada Heddington, na Escócia. A sua família era humilde, o pai chamava-se William Knox e provavelmente seria agricultor e um pequeno proprietário. A sua mãe morreu quando ele ainda era jovem, mas os pais valorizaram a educação e deram a oportunidade de estudar. Começou os seus estudos na escola local e mais tarde frequentou a Universidade de St.

Andrews, que era o centro teológico mais respeitado na Escócia na altura. Foi lá que estudou com John Major, um dos grandes pensadores do seu tempo, que o influenciou a questionar o poder absoluto do Papa e dar valor às Escrituras, à Bíblia. O contexto em que cresceu também marcou profundamente a sua visão do mundo. A Escócia estava mergulhada numa instabilidade política e na corrupção religiosa. Os abusos da Igreja Católica eram visíveis por toda a parte e isso gerou revolta em muitos, inclusivamente em John Knox. Segundo o livro de John Knox, da série History Nerds, a hipocrisia de muitos padres, o estilo de vida luxuoso dos bispos e a ignorância generalizada das escrituras por parte do clero não passaram despercebidos ao jovem Knox.

Ainda jovem, Knox começou a duvidar da integridade da igreja que servia. E mesmo tendo sido ordenado padre, foi precisamente essa inquietação espiritual que o levou mais tarde a abraçar a Reforma com toda a sua força. Houve alguém que teve um papel importante na mudança da sua fé? Sim, houve. E ele teve uma influência muito grande que foi decisiva na sua vida. Foi a de George Wishart. Ele era um pregador corajoso e apaixonado que denunciava os abusos da Igreja Católica e anunciava a salvação pela fé em Cristo. As suas pregações atraíram multidões e impressionavam todos pela simplicidade e poder com que falava da Bíblia. Segundo um livro de história sobre John Knox diz o seguinte...

e João Nox ficou profundamente tocado pela mensagem dele e começou a segui-lo por todo lado, nas viagens de pregações, ouvindo os seus serbões e aprendendo muito com ele, tanto em público como em privado. O impacto foi tão forte que Nox passou a andar com ele como se fosse o seu guarda-costas, armado com uma espada para o proteger de possíveis ataques. Nox tinha muita estima por ele e chamava-lhe um homem de tais graças como nunca se ouvira antes neste reino. Quando o Richard foi preso, Knox quis ir com ele, mas o reformador recusou-o com as seguintes palavras. Volta para os teus alunos e que Deus te abençoe. Um só basta para um sacrifício. foi a última vez que se viram. Richard foi camado vivo em St.

Andrews, no ano de 1546. Mas, em vez de recuar, Knox viu naquele martírio um chamado de Deus para se entregar totalmente à causa da Reforma. Nós sabemos que John Knox passou por alguns momentos difíceis e a pergunta que te faço é se é verdade que ele chegou a ser feito prisioneiro. É verdade. Depois do martírio de George Wishart, Knox procurou refúgio no castelo de St. Andrews e lá ele começou a pregar publicamente o Evangelho. Mas em 1547, uma frota francesa cercou o castelo e forçou-o à sua rendição. Então os soldados mais importantes foram levados como prisioneiros de guerra. Os restantes, incluindo Knox, foram feitos prisioneiros, acorrentados e lançados a bordo de galés.

E Galdés era o quê? Eram navios de guerra franceses, onde os prisioneiros eram forçados a remar, acorrentados e em condições deploráveis, em condições subhumanas. Ele esteve lá, nesta situação, durante 19 meses, a remar sobre ordens brutais, cercado de sujedade, de fome, de doença, e muitos dos prisioneiros não resistiam. Ele próprio ficou fraco e doente, mas nunca perdeu a sua fé. Um livro de história diz o seguinte, a bordo da galéa, os prisioneiros eram forçados a remar horas a fio, os corpos partidos pelo esforço, sufocados pela imbondície e o cheiro insuportável. Mas mesmo em correntes, Knox permanecia firme a orar e a confiar que voltaria a pregar em liberdade.

O próprio Knox escreveu anos depois, Então, finalmente, ele foi libertado. Embora estando fisicamente abatido, o espírito de Knox saiu mais forte do que nunca. Então, o que é que aconteceu depois disto? Onde é que ele foi parar quando ele saiu da prisão? Depois de sair da prisão, em 1549, Knox foi para a Inglaterra, onde encontrou a liberdade para pregar. Foi então nomeado Capelão do Rei Eduardo VI e tornou-se uma das principais vozes protestantes do país.

No livro de Hume Brown, Lemos o seguinte. Estes 10 anos em Inglaterra e no continente foram de tal variedade e intensidade de ação que por si só justificam considerá-lo uma das figuras mais notáveis do seu tempo. O impacto foi tão grande que em 1551 foi nomeado Capelão do Rei e recebeu uma pensão oficial. No entanto, com a morte de Eduardo VI em 1553 e a subida ao trono de Maria I, a situação mudou drasticamente. Com a perseguição violenta aos protestantes, Knox foi forçado ao exílio e partiu para a Europa continental. Depois de uma passagem por Frankfurt, acabou por se estabelecer em Genebra.

E foi aí que ele encontrou refúgio e inspiração na liderança de João Calvino. Como ele próprio escreveu anos depois, Genebra é a mais perfeita escola de Cristo que alguma vez existiu na Terra, desde os dias dos apóstolos.

Regresso e reforma

E esse tempo fora da sua terra não foi um recuo, mas sim um período de preparação. Knox voltaria mais tarde com uma visão clara para transformar a sua nação. Quando ele então regressa à Escócia, como é que John Knox foi recebido e se ele conseguiu realmente fazer mudanças no seu país? O regresso de John Knox à Escócia foi um ponto de viragem na história desse país. Ele voltou em 1559, num momento de grande tensão. A regente Maria de Guise, mãe de Maria Stuart, tentava manter o controle católico, mas o movimento protestante estava a florescer, estava a crescer com muita força. E Knox começou a pregar novamente lá em St. Andrews, com um mosa dia que surpreendia até os seus aliados.

Num livro de história sobre John Knox, lemos o seguinte... Então, em 1560, com o apoio militar de Inglaterra e após a morte de Maria de Guise, o Parlamento Escocês tomou uma decisão histórica, aboliu o catolicismo como religião oficial e declarou a Escócia uma nação protestante. Knox foi uma peça central neste processo. Ele participou diretamente da redação da nova confissão de fé escocesa, que rejeitava o Papa, rejeitava os sacramentos católicos e afirmava a autoridade total das Escrituras.

Segundo o historiador Hume Brown, Knox e os outros cinco ministros completaram a confissão em apenas quatro dias. Foi um feito extraordinário, que mostrou a preparação e a clareza doutrinária do grupo. Ele foi então nomeado ministro da Catedral de St. Giles e passou a liderar a nova Igreja Reformada da Escócia. Falam-se muito dos seus confrontos com a Rainha Maria Stuart, já referida anteriormente. O que é que realmente aconteceu entre eles? De facto, os confrontos entre Knox e a rainha Maria de Sourdes são um dos episódios mais intensos e mais dramáticos da história da reforma escocesa e da história em geral escocesa. Quando Maria regressou à Escócia, em 1561, encontrou um país oficialmente protestante.

Só que ela era católica, formada em França, e tinha a intenção de manter a sua fé. Isto a colocou em confronto direto com Knox. E eles reuniram-se pelo menos quatro vezes e os encontros foram marcados por tensão, por lágrimas e por palavras bem duras. Num dos encontros, Maria acusou Nox de desrespeitar a sua autoridade e ele respondeu desta forma. Se um governante não compra a lei de Deus, o povo tem o direito, até o dever, de resistir. Esta ideia chocava com a crença da reina no direito divino dos reis. Para ela, ninguém podia questionar a sua autoridade. Mas para Knox, ninguém estava acima da palavra de Deus. A rainha chamou-o de novo ao palácio, acusou-o de semear rebelião, mas Knox manteve-se firme.

Ele acreditava que o seu dever era divertir, mesmo que isso custasse a ele a liberdade ou até a sua vida. Segundo um livro de história, quando ela chorou durante um confronto, Knox respondeu, nunca me alegro com lágrimas de ninguém, nem mesmo dos meus filhos quando os corrijo. Mas antes de ferir a minha consciência, do que calar a verdade. Estes confrontos enfraqueceram a posição de Maria. Muitos nobres protestantes começaram a vê-la como uma ameaça. Poucos anos depois, o seu reino ruiu e ela foi forçada a abdicar. Knox, por outro lado, continuou a pregar com firmeza e acreditava que defender a verdade era mais importante do que agardar aos reis. E olhando para tudo aquilo que ele viveu, que marca é que John Knox deixa na fé cristã?

O seu modelo de igreja era o presbiterianismo, uma igreja sem bispos, governada por anciãos, com foco na pregação e na vida moral. Knox, para que todos pudessem ler a Bíblia, acreditava que a educação era essencial para uma fé consistente e firme. O seu impacto foi tão grande que ainda hoje a Igreja Presbiteriana Escocesa reconhece Knox como seu fundador. O impacto de John Knox foi profundo e duradouro. Ele não só liderou a Reforma Escocesa, ele fundou a Igreja Presbiteriana, baseada na autoridade da Bíblia, no governo por anciãos e na rejeição da hierarquia papal. A sua visão não era apenas doutrinária, mas também prática. Ele defendia uma igreja acessível ao povo, um culto simples, um ensino bíblico claro e educação para todos, defendendo a criação de escolas paroquiais para que cada escocês pudesse ler a Bíblia por si mesmo.

O livro de John Knox, A Biography, de Hume Brown diz, quando ele regressou à Escócia, vinha com uma experiência e visão que lhe davam autoridade. A sua influência moldou não só a religião, mas o destino do país. Hoje, ele é lembrado como um reformador corajoso, que se levantou contra reis e rainhas, não por orgulho, mas por fidelidade à palavra de Deus. O seu ministério foi uma defesa viva das grandes verdades da Reforma, como a salvação pela graça, a autoridade suprema das Escrituras e a glória devida apenas a Deus. Hoje aprendemos com a vida de John Knox que ninguém se pode salvar a si mesmo. A salvação é um dom de Deus oferecido pela sua graça e só pode ser recebido com fé e humildade.

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Doutrina da graca

A doutrina da graça, em latim sola gratia, é uma das colunas da fé crista. O apóstolo Paulo escreveu em Efésios, pela graça sois salvos mediante a fé. E isto não vem de vós, é dom gratuito de Deus, não vem das obras para que ninguém se glorie. Desde cedo, os cristãos reconheceram que a salvação não era merecida, mas oferecida livremente por Deus. No entanto, ao longo da Idade Média, essa verdade foi sendo abafada. A Igreja ensinava que a salvação dependia de méritos, penitências, indulgências e obras acumuladas, quase como se fosse algo a ser comprado ou conquistado.

Foi com a Reforma Protestante que esta doutrina voltou ao centro da fé. Martinho Lutero proclamou que somos justificados pela fé, somente pela graça. João Calvino reforçou essa ideia destacando a soberania de Deus na eleição e salvação. John Knox, discípulo direto do pensamento de Calvino, defendeu que a graça de Deus é soberana, irresistível e imersida. Para ele, o ser humano está espiritualmente morto e só pode ser salvo porque Deus intervém com misericórdia. Num livro de história sobre o João Knox, resume bem esta visão, dizendo...

Foi em Genebra, ao lado de Calvino, que Knox aprofundou esta teologia e, quando ele voltou à Escócia, aplicou estes princípios na organização da nova Igreja Reformada, a confissão escocesa que, em 1560, ele ajudou a redigir e declara. Confessamos e reconhecemos que os filhos de Adão são totalmente incapazes de fazer qualquer bem que lhe agrade a Deus e que a nossa salvação é unicamente pela graça do Pai. Para Knox, esta verdade libertava o crente da culpa e da superstição e ele não precisava mais de confiar em obras, em santos, em indulgências, mas apenas em Jesus Cristo.

A doutrina da graça continua a ser um chamado à humildade, reconhecer que não merecemos, mas que somos amados, não conquistamos, mas fomos salvos pela graça e pela glória de Deus. Ruben, o que é a Graça de Deus? Olha, se nós formos à Palavra de Deus e vemos, por exemplo, o que o Paulo disse na Carta dos Efésios, no capítulo 2, versículo 89, lemos o seguinte. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé. Isto não vem de vós, é um dom de Deus.

Não vem das obras, para que nem se glorie. Também em João, capítulo 1, versículo 16 a 17, nós lemos e todos nós recebemos também da sua plenitude graça por graça, porque a lei foi dada por Moisés. A graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. Isto significa, e por este texto nós vemos que a graça É um favor que nós não merecemos, mas que recebemos da parte de Deus. É algo que é gratuito, é um dão gratuito e não pode ser conquistado nem pelas obras, nem por nada que nós possamos fazer. E ele é concedido por intermédio de Cristo e deve ser recebido pela fé. Já sabemos o que é a graça, então por que motivo é que a humanidade precisa dessa graça? Em Romanos, capítulo 3, versículo 23, Paulo também nos diz, porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.

Vemos também o apóstolo Paulo, em Efésios 2, versículos 4 e 5, que nos diz, É muito interessante aquilo que este texto nos diz. Paulo diz-nos claramente, a palavra de Deus diz-nos claramente, que todos, cada um de nós, Carmos somos pecadores e por causa disso estamos separados de Deus. Espiritualmente nós, como seres humanos, estamos mortos. Nós não temos a capacidade de nos reconectarmos com Deus. Nós não temos a capacidade de nos salvar. Então apenas a graça de Deus pode restabelecer esta ligação, pode restaurar e pode vifificar.

E é por causa disso. Todos precisamos de Deus, sem exceção. Como é que então se manifestou esta graça de Deus em Cristo? Nós vemos e continuamos com o apóstolo Paulo, em 2 Coríntios, capítulo 8, versículo 9, que nos diz, Também em Tito, capítulo 2, versículo 11, nós podemos ler, Mais uma vez neste versículo nós vemos verdades fundamentais da palavra de Deus. Nós vemos que Cristo se despiu da sua divindade, abriu mão da sua glória e veio a esta terra, fez-se pobre por amor de cada um de nós.

A sua vida e a sua morte revelam claramente A plenitude da graça divina. Aquilo que o próprio Deus quer fazer por cada um de nós. Então a salvação é-nos oferecida a todos. A todos os que a quiserem receber. Porque a salvação está disponível para todo o ser humano. Mas nem todo o ser humano vai ser salvo. Porque aquele sacrifício que Cristo fez na cruz, a salvação que Ele nos quer oferecer, tem que ser recebida por nós. Só assim é que ela pode ser efetiva na nossa vida. Então já vimos que a graça não só é importante, é determinante. E a pergunta que segue é, ela anula a lei? Exatamente, Tiago.

Graca e obras

Será que a graça de Deus anula a lei? O apóstolo Paulo é claro sobre este assunto. E eu próprio não entendo porque é que no mundo cristão existe tanta polémica, tantas dúvidas em relação a isto. Será que a lei está válida, não está válida? Será que a graça vem anular a lei? Então o apóstolo Paulo diz-nos, por exemplo, em Romanos 3, 31. De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei. Também em Romanos 6, 14, no versículo 14 e 15 nos diz. Pois não estás debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois o quê? Pecaremos porque não estávamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De maneira nenhuma. O apóstolo Paulo é tão claro, é tão transparente.

E ele diz que a graça é pela graça que somos salvos, claro. E ele ensina que a lei não nos pode salvar, mas a graça não anula a lei de Deus. Pelo contrário. A graça confirma, dá-nos força para obedecer. Então, a obediência não é algo que já não é preciso, porque a lei foi anulada. A obediência é algo que é o fruto de uma vida transformada pela graça. É a consequência da graça de Deus. Ruben, qual é então a relação entre a graça e as obras na vida do cristão? O apóstolo Paulo continua a nos ensinar. Então vamos a 2 Coríntios 12, 9, que nos diz... Temos, por exemplo, em Mateus 5, 16...

Também Mateus, dois capítulos à frente, no capítulo 7, versículos 16 e 20, nos diz... Isto nos mostra, então, esta relação. As obras, de facto, não nos salvam. Elas não têm essa capacidade. Mas elas revelam aquilo que vem em nós. Revelam se a nossa fé é verdadeira ou se é falsa. É que a graça tem este poder transformador sobre caráter. E a graça produz frutos visíveis. E quais são estes frutos? São as obras. Então, A graça é patente mostra-nos nessa transformação do nosso caráter que produz obras.

E essas boas obras são a evidência da ação de Deus na vida de cada um de nós. A graça de Deus é o maior presente que podemos receber. Não a merecemos, não a conquistamos e apenas a aceitamos com fé e gratidão. Tal como John Knox, somos chamados a confiar não nas nossas obras, mas na justiça de Cristo. Se hoje ouviu a voz de Deus, não endureça o seu coração. Aceita a graça. Confesse o seu pecado e entregue-se a Jesus.

É pela graça que somos salvos. É pela graça que somos transformados. Chegámos ao fim deste episódio do Sol à Escritura. Se gostou do programa, não deixe de pedir à sua revista gratuita O Grande Conflito, que aprofunda estas e outras verdades da Bíblia. Envie uma mensagem para o número 933-939291, por SMS ou por WhatsApp, ou visite o site cursos.novotempo. Muito obrigado por nos acompanhar aqui na TV Novo Tempo, Portugal e no Sol à Escritura. Esperamos vê-lo já no próximo episódio, onde vamos continuar a descobrir as pessoas e as doutrinas que moldaram a fé cristã. Até lá, fique com Deus e que a sua glória esteja sempre presente na sua vida.

Sobre este episódio

Este episódio mergulha na vida extraordinária de John Knox, um dos mais corajosos reformadores da história. Descubra como este líder escocês enfrentou reis, rainhas e perseguições implacáveis, movido por uma convicção inabalável: a salvação é um dom gratuito de Deus, oferecido pela Sua graça, e não pode ser conquistada por obras ou méritos humanos. A sua firmeza de fé não só moldou a sua própria pregação, como influenciou profundamente a Escócia, tocando vidas e alterando o curso da história até aos dias de hoje. Percorra a notável jornada de John Knox, desde a sua formação teológica em São João da Escócia e o seu discipulado com George Wishart, que o levou a ser preso e a remar em galés francesas, até ao seu exílio em Genebra, onde a influência de João Calvino aprofundou a sua convicção. Acompanhe o seu regresso triunfante à Escócia, onde liderou a Reforma Protestante, fundou a Igreja Presbiteriana e enfrentou Maria Stuart, a Rainha Católica. Descubra como a sua defesa da "Sola Gratia", a autoridade suprema das Escrituras e o direito de resistir à tirania revolucionaram não só a religião, mas o destino do país, e como o seu legado de fé, educação e boas obras perdura até hoje.

Série
Sola Scriptura · 25 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 24
Estreou
25 de Setembro de 2026
Categoria
Espiritualidade