Aquilo que não nos pode tirar
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Aquilo que não nos pode tirar

09 de Julho de 202528 min 5 s

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A importancia da Biblia

Olá, seja bem-vindo a um novo programa A Mensagem. É aquele momento em que temos a oportunidade de poder falar diretamente para si, aí em casa, e temos a certeza que é um momento de reencontro com as palavras sagradas que encontramos na Bíblia. Efetivamente, muitas são experiências que temos no nosso dia-a-dia, mas por vezes há momentos em que precisamos parar e refletir um bocadinho sobre aquilo que nos inspira e que conseguimos encontrar na Bíblia. Aliás, é interessantíssimo que, por vezes, olhamos para este livro, umas vezes mais novo, umas vezes mais gasto, mas ficamos pela capa. E parece que alguma coisa nos falta, porque quando olhamos para a Bíblia como se fosse um amuleto, ele não passa de nada mais do que isso.

Aliás, já pensou alguma vez que aquela bíblia que está lá em casa e que está parada numa prateleira não tem trazido sorte nenhuma? Será que há outro amuleto melhor do que uma bíblia para ter em casa? Pois é. Sabe que uma bíblia parada na prateleira não é nada mais, nada menos que um amuleto. Mas uma bíblia aberta, estudada, pode fazer toda a diferença. Eu gostava de levá-lo a pensar numa imagem, se calhar com um bocado de

A maratona da fe

caricatura, mas ainda assim algo que já podemos ter visto em alguns eventos desportivos. É muito fácil pensar na Bíblia e na caminhada cristã como maratona, como uma corrida. Aliás, o apóstolo Paulo fez essa comparação da carreira cristã O que é que diríamos se um dia fôssemos a olhar para um corredor maratonista que nos últimos metros, depois de já estar a completar 42 km, resolvesse sentar-se por decisão própria antes de cortar a meta? Se esquecesse que de nada valia ter se inscrito na maratona, ter corrido quase 42 km, se ao chegar ao fim simplesmente se distraísse, olhasse para outra coisa e esquecesse o seu objetivo.

De certeza que está a pensar que isto é uma coisa sem nexo nenhum. E está certo, não tem nexo nenhum. Mas e se eu lhe disser que há um momento com um personagem bíblico em que ele conta de si próprio que viveu esta experiência? Esquisito? Não, é verdade. Nós temos um escritor, um personagem que deixou um evangelho escrito e que, a dado momento, se identificou como tendo feito uma corrida, chegou em primeiro lugar, mas não cortou a meta. Quer saber como é que isso é possível?

O amanhecer do domingo

Vamos olhar para a Bíblia Sagrada. Neste livro, vamos abrir o Evangelho de João e vamos ver o capítulo 20 do Evangelho de João. Para um pouco de contexto, será necessário, antes de mais, pensar de que é que nós estamos a falar, o que é que aconteceu antes, o que é que aconteceu depois deste episódio. E para ajudar, se nós formos a ver aquilo que era o capítulo 19 de João, nós vamos encontrar toda a morte, o sacrifício de Cristo, o seu sepultamento e toda a tristeza que envolveu no coração dos discípulos, porque o seu mestre amado estava na sepultura. Mas agora, Chegados ao capítulo 20 de João, nós vamos encontrar o relato das primeiras horas de domingo.

Aliás, podemos imaginar o que seria para os discípulos, para as mulheres que acompanhavam todo o Ministério de Cristo, para Maria Madalena, para Maria Mãe de Jesus, e pensar como seria este amanhecer. Porque, aliás, no povo hebraico, no povo judaico, havia uma dor inerente a uma situação de uma morte numa sexta-feira ao fim do dia. E o que era? Era extremamente importante para um judeu poder sepultar condignamente e seguindo todo o ritual um qualquer falecido, seu parente. Mas no caso de Cristo, bem sabemos que alguma coisa de diferente aconteceu.

porque naquela sexta-feira, já bem perto do Porto Sol, foi arranjada uma sepultura à pressa, que alguém ofereceu e que a sua vida foi mudada por isso, e Cristo foi sepultado rapidamente antes que chegassem as horas de sábado, antes que chegasse o Porto Sol. Chegando o sábado, discípulos, as mulheres que seguiam, todos aqueles que queriam dar um sepultamento com digno a Cristo, ficaram a repousar, respeitando o dia de sábado. O próprio Cristo repousou na sepultura. No entanto, chegada as primeiras horas da manhã de domingo, bem cedo, antes do raiar do sol, alguma coisa começaria a surgir que levaria aquelas mulheres a quererem terminar a função que tinham assumido para si próprias de enfaixar, colocar um guentos, terminar o serviço de sepultamento.

E começa assim a dizer, no verso 1 do capítulo 20, do apóstolo João, quando escreve o seu Evangelho, No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida. Que coisa estranha. Sabendo de tudo o que tinha acontecido, sabendo que Cristo tinha sido colocado num sepulcro à pressa, mas ainda assim tinha toda uma centena de homens armados, soldados, habituados à guerra, a guardar a sepultura, para que não houvesse ninguém, como diziam os sacerdotes, que levasse o corpo de Cristo e, pois, viesse a dizer que Cristo tinha ressuscitado.

Aliás, os sacerdotes compreendiam que Cristo tinha feito esta profecia, mas não acreditaram nela. E por que não acreditaram nela? E tinham medo que houvesse algum tipo de farsa? Então, Pediram a Pilatos para que houvesse aquela guarda e ela foi concedida. Mas neste contexto, o estranho para esta mulher, de madrugada, ainda a ver-se mal, mas ansiosa por poder completar algo naquele momento que para ela era tão importante. E ainda hoje recebemos isto, a importância que tantas pessoas dão ao cuidado pelo ente falecido. E esta mulher vai fazer esse percurso até o cemitério, que diríamos hoje em dia. E quando chega lá, para seu espanto, não vê soldados, não vê movimento nenhum, e

A corrida ao sepulcro

simplesmente nota que uma pedra foi rolada e o sepulcro está aberto. Estranho. A angústia no coração desta mulher foi ser levada pelo primeiro pensamento que lhe veio à mente. A Bíblia diz-nos o que ela fez logo a seguir. E diz assim... Estranho. Como é que nós somos tão iguais a esta mulher? Somos levados a que, assim que vemos algo acontecer à nossa frente, Na hora tiramos uma conclusão e saímos a apregoar a nossa conclusão.

Não ficamos à procura de mais dados. Temos algo no nosso coração que leva a ter a língua demasiado colada ao coração. Mas sabem? É interessante pensar que ela vai ter com duas pessoas em particular. Com Pedro, Porque Pedro, aquele homem efusivo e que acabava por ser o líder dos discípulos, pela sua rapidez e intrepidez, um homem habituado a gerir uma empresa de pesca, mas depois também refere uma outra pessoa, o discípulo a quem Jesus amava. É interessante ver que, ao longo do Evangelho de João, João não se refere a si pelo seu próprio nome, refere-se sempre como o outro discípulo, o discípulo a quem Jesus amava, porque ele não queria a proeminência naquilo que escrevia.

A proeminência, obviamente, é dada a Cristo. E então, aqui temos a posição de alguém que recebe a notícia e que é extremamente efusivo e alguém que recebe a notícia, que é mais novo, mais jovem, João, que tinha uma relação muito afetuosa com Cristo. E agora a questão é, como vão reagir esses dois homens? Maria, Madalena, reagiu vendo e correndo para contar a notícia. Estes dois homens recebem notícia e diz-nos o texto. Verso 4. Perdão, chegou primeiro ao sepulcro.

É engraçado que fosse onde fosse que eles estivessem a passar a noite, estou certo que eles tiveram uma noite de pouco sono, dormindo pouco, angustiados com tudo o que aconteceu. Se calhar podemos imaginar, quase que pensando, se não iria agora acontecer algo com eles, provocado pelos sacerdotes, afinal eles eram os discípulos do mestre que foi crucificado. Não é por acaso que nós temos todo o episódio de Pedro, perante a acusação de Cristo, a negar, e todo aquele olhar trocado com o Mestre, em que ele pôde sentir no coração aquilo que era a sua condição real como pecador.

Mas, neste momento, a primeira reação destes seis homens foi correr. E temos dois homens que, se fossem onde fossem, o objetivo deles era chegar quanto antes ao sepulcro para tirar a limpo o que é que tinha acontecido. E de um homem mais velho e de um homem mais novo, o mais novo levou a melhor. E chegou primeiro. Diríamos nós, venceu a corrida. Será que venceu? Vejamos o que é que diz logo a seguir. sobre este João, que chegou primeiro ao sepulcro. Baixando-se, viu os lençóis de linho. Todavia não entrou. Estranho, mais uma vez. Maria Magdalena olhou, viu o sepulcro aberto, saiu a correr em direção aos discípulos para contar-lhes a notícia.

João correu no sentido oposto, para ver o que tinha acontecido. Chegou ao sepulcro, olhou, viu lençóis de linho. e desanimou. E o que fez Pedro? Qual foi a diferença entre a reação de um jovem e de alguém que já tinha tido há tão pouco tempo uma experiência tão marcante como a negação de Cristo? Então, verso 6, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele viu também os lençóis e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte. Interessante é que João chega, não entra, fica à porta, simplesmente espreita e já tem toda a informação que podia querer.

Afinal, aquilo que Maria Magdalena tinha dito batia certo com a sua primeira impressão, ficou satisfeito. Pedro demorou mais tempo a chegar, mas a primeira coisa que ele fez foi entrar no sepulcro. Se calhar é ponto para dar aqui uma imagem daquilo que seria um sepulcro judeu do primeiro século da nossa era. Podemos imaginar não aquela imagem clássica de uma grande pedra em que as pessoas entram de cabeça erguida dentro de um sepulcro, mas se calhar uma pedra de um metro de altura, mais baixa. Pesada é certo, porque era uma pedra grande e espessa para poder tapar, mas estamos a falar de uma caverna. uma caraverna, que normalmente era caracterizada por ter dois compartimentos, um compartimento usado para depositar os ossos daquelas pessoas que tinham morrido, e um compartimento mais próximo da entrada, onde eram depositados os corpos, enquanto eles não se decompunham, enquanto a carne não saía dos ossos, e então eram postos no segundo compartimento.

E é neste primeiro compartimento que Pedro entra, tendo que se baixar. Por vezes, ao ser cavado na rocha, até implicava descer para dentro da rocha. É neste ambiente que Pedro entra, faz o esforço por se inteirar do que está lá dentro e vai ter a oportunidade de ver que, afinal, não era tudo tão com aspeto de ter sido um assalto. Porque se aquela primeira ideia de Maria Magdalena e aquela ideia de João era que fazia sentido que tivesse havido um assalto àquele túmulo, que alguém tivesse levado o corpo de Cristo, Pedro entrou e reparou que havia qualquer coisa de diferente. E o diferente era que os lençóis estavam de lado e o lenço que cobria a face de Cristo enquanto morto estava deixado de lado devidamente arrumado.

Era algo que Pedro identificou como sendo uma organização, até no mais ínfimo detalhe, que era muito característica de Cristo. Já pensámos o que é que, para mim e para si, pode significar ver nos pequenos detalhes a mão do Nosso Senhor? Quando temos aquele problema e vemos que há coincidências que não podem ser explicadas por mera coincidência. Pode para os outros não significar muito, mas nós que vivemos aquilo que aconteceu, conseguimos perceber muito bem que quando temos um relacionamento com Cristo, conseguimos ver exatamente a forma que Ele atua. É desde já um desafio que eu lhe deixo. Até mesmo em relação ao dia de hoje.

Se calhar se pensar um bocadinho como é que foi o seu dia, vai ver como houve tantas coisas que podiam ter corrido mal. mas, incrivelmente, tudo aconteceu pelo melhor. Até mesmo coisas que nos correram mal e que podiam ter corrido pior, mas foi um mal controlado. Nós não nos podemos duvidar, não podemos ter qualquer dúvida que, ao nosso lado, nós temos um anjo da guarda, comissionado por Deus para que nada venha a nós que não sejamos capazes de suportar. Essa é uma promessa que podemos reclamar a cada momento, a cada dia. Mas continuemos. Foi neste momento em que Pedro está lá dentro, João ficou de fora, que João até estranhou a demora de Pedro e decidiu entrar também.

Finalmente, ele cortou a meta. Finalmente, ele entrou no sepulcro e pôde tentar ver pelos seus próprios olhos o que é que se passava lá dentro. Já conseguem ver aqui a diferença que tem entre ser o primeiro a chegar e o primeiro a cortar a meta. É que João realmente correu mais rápido, mas perdeu a oportunidade de ver em primeira mão. Já começou a ver em segunda mão, mas ainda assim decidiu-se entrar e ver por ele. E o que é que acontece? Verso 8.

e voltaram os discípulos outra vez para casa. Engraçado como eles entraram, creram que realmente o que estava ali não era um assalto, mas ainda não tinham compreendido perfeitamente o que tinha acontecido. Era estranho. Sim, é verdade, eles começaram a se lembrar que Cristo tinha falado que ao terceiro dia sairia. Mas não nos podemos esquecer que eles estão envoltos numa cultura que até mesmo em termos de superstição elas haviam. Posso relembrar aquilo que aconteceu no Mar da Galileia quando viram Jesus caminhando sobre as águas. A primeira reação deles foi pensar, é um espírito. As superstições estavam lá. O pecado não era ter receio das superstições. E foi aí que eles conseguiram ouvir da boca de Deus tendo bom ânimo.

Não precisa se preocupar, sou eu. E, de tal forma, isso mexeu com o Pedro.

O encontro com Cristo

Porque o Pedro disse que se é tu mesmo, porque ainda tem dúvidas, tem a superstição a fazer-me peso em cima dos meus ombros, deixa que eu vá até contigo. Cristo diz, vem, e ele foi. E pôde comprovar por ele próprio que não era uma superstição, era mesmo a realidade. Aqui, dentro do sepulcro, estes dois homens vão perceber que alguma coisa aconteceu, não foi um assalto. Como foi, não sabemos muito bem. mas foram para casa já sem duvidar que tinha acontecido algo de maldade com o corpo de Cristo. Mas como é que eu posso dizer que eles não perceberam tal como diz aqui? Como é que eu posso compreender que eles não tinham compreendido a ressurreição?

Muito simples. Verso 11. Maria, entretanto, permanecia junto à entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, baixou-se e olhou para dentro do túmulo e viu dois anjos vestidos de branco sentados onde o corpo de Jesus fora posto, um à cabeceira e outro aos pés. Então eles lhe perguntaram, mulher, por que choras? Ela respondeu, porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram. Esta Nossa Maria olha outra vez para dentro. Já não tem lá os discípulos. Ela permaneceu no lugar. Olha para dentro do sepulcro novamente, com os olhos lacrimejados, e vê dois homens que ela consegue identificar como anjos.

Ela já tinha tido a conversa com Pedro e com João, certamente. Não é algo que tenha sido roubado. Foi algo que aconteceu sobrenatural, porque está com a mão de Cristo lá. Mas o que acontece? é que ela vai dizer alguma coisa supernatural aconteceu. São Anjos, o que é que aconteceu? Expliquem-me. E é aí que aqueles homens não lhe dizem nada, mas a Maria, olhando para trás, como diz o verso 14, vai ver alguém e vai perguntar, vai ouvir perguntar. Mulher, por que choras? A quem procuras? E ela, supondo ser o jardineiro, respondeu, Senhor, se tu tiraste, diz onde puseste e eu o levarei.

Disse-lhe Jesus, Maria. E ela, voltando-se, lhe disse, Rabóni, que quer dizer mestre. Engraçado que foi preciso ter o próprio Cristo, a chamar-lhe pelo nome, da mesma forma como chamava sempre, para ela reconhecer que, afinal, não tinha sido um anjo a levar o corpo de Cristo para outro lado, não tinha sido um anjo, com alguma superstição, a levar Cristo rumo ao céu. Não. Foi mesmo algo de diferente. O que aconteceu foi que Cristo tinha ressuscitado e, naquele momento, ele respondeu. É interessante pensar que é isto que acontece consigo e comigo quando nós nos decidimos pegar num livro chamado Bíblia.

Se há maior mensagem que eu hoje posso lhe dar, é dizer, no dia em que decidir olhar para a Bíblia, no dia em que lhe contarem uma história sobre a Bíblia, não fique com ela na mão assim desta forma. fechada. Isso não lhe vai adiantar. Tal como o João, temos que perceber que vamos ter que abrir e cortar a meta, entrar, estudar por nós próprios. Já pensou quantas vezes poderá ter ficado sem conhecer maravilhas da Palavra Sagrada? Porque ficou pelo que um pastor, um líder religioso, um padre, um bispo, um oficial, um amigo, contar-lhe uma história, achou a história interessante e ficámos pelo aspecto do sepulcro do lado de fora?

É que sabe, no dia em que nós abrirmos e formos ver por nós próprios a história sagrada, há algo que ninguém lhe pode dar. Sabe o que é? A certeza que Cristo lhe falou a si da mesma forma como falou a Maria. Daniel, Joaquim, Raquel, tu que estás aí desse lado, é para ti que eu quero contar esta história e ter uma relação pessoal contigo. Nós estamos numa corrida cristã, mas a corrida tem uma meta e não me adianta ficar do lado de cada meta. Interessa-me passar. e apanhar todos os presentes e prémios e recompensas que a Cristo tem para mim.

E a primeira recompensa é a certeza que Ele está comigo cada dia. E isso é o que a Palavra de Deus testifica. Não perca essa oportunidade. Continue estudando porque aqui encontra uma mensagem para si. Deus o abençoe.

Momento musical e louvor

Em momentos de dor, solidão e pesar Há um Deus que cuida de mim Quando as forças vão Já não tenho canção Seu amor é fiel a mim Suas promessas está a cumprir e o que era impossível meu deus fez por mim Seu amor é grandioso e sem fim Nas provações eu vou a ele E em nada mais vou

confiar Pois hoje Jesus é Quando o meu coração frio está ao orar Há um Deus que cuida de mim Sem pecado estou longe eu vou mas seu amor é fiel a mim suas promessas está cumprir estrangeira

estrangeira Quando em dor vou a ela E em nada mais vou confiar Pois só Jesus é fiel Quando em dor vou a ela E em nada mais vou confiar Pois só Jesus é fiel Fiel a mim Pois só Jesus é Fiel a mim.

Série
A Mensagem · 70 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 15
Estreou
09 de Julho de 2025
Categoria
Espiritualidade