28:12Olá, seja bem-vindo mais uma vez. Estamos juntos para mais um programa em busca da verdade. Durante os próximos minutos a Bíblia vai ser o foco da nossa atenção. Vamos folhear várias dezenas de textos à procura de mais uma grande verdade. Uma verdade de hoje que tem grandes implicações, claro, na nossa vida, nas nossas decisões e por isso é com grande entusiasmo que me junto assim mais uma vez para descobrirmos uma verdade fundamental da Palavra de Deus, a Bíblia. Vamos por isso mesmo orar e pedir a Deus que nos abençoe neste estudo. Junte-se a mim, por favor. Nosso Deus e Pai, que alegria podermos ter este tempo, onde quer que nos encontremos neste momento, para abrir a Tua Palavra. E Te agradecemos porque Tu inspiraste estes homens, profetas, apóstolos, para deixarem estas revelações que nos falam de Ti e do Teu maravilhoso plano de salvação para esta Terra, para a humanidade, para a vida de cada um de nós.
Que o Teu Espírito agora nos assista e nos oriente neste estudo para que ele esclareça as nossas dúvidas e traga luz ao nosso entendimento. E a nossa oração em nome de Jesus.
Amém. Vamos estudar o tema, a verdade da conversão. Um termo, uma palavra que é muito frequentemente associada à experiência cristã e nós vamos tentar explorar aqui as várias dimensões deste tema, a conversão. Um tema que realmente tem muitas implicações pessoais. Já sabe que para receber este estudo, esta apresentação e ficar assim com uma oportunidade de esclarecer melhor as tuas dúvidas, tem que ir no final deste programa, fica atento, ou mesmo depois ele continuará disponível, mas talvez o mais fácil seja já seguir, ir ao nosso site específico do nosso programa novotempo.pt barra em busca da verdade, aí pode preencher um pequeno teste que temos, mas também entrar em contacto connosco, enviar alguma dúvida e se tiver o desejo de estudar a bíblia de uma maneira mais pessoal, com algum instrutor bíblico, também temos essa possibilidade.
Por isso, já sabe, vá ao nosso site para ficarmos em contacto. O que é que podemos saber da bíblia sobre a conversão? Que experiência é esta na vida do crente? Vamos descobrir o que a bíblia tem para nos dizer. O ponto de partida para este estudo que vamos fazer na bíblia No fundo é pegando no nosso último estudo, o estudo sobre a salvação. Ora, a salvação é um projeto divino, isso é um tema que está absolutamente claro
na bíblia. A salvação não é um projeto humano, não são os homens que têm o ónus de pegar em si e projetar a sua salvação. Na verdade, como pecadores recebemos a salvação como uma dádiva, uma oferta de graça. Agora, isto não significa, algo muito importante, é que o pecador não é passivo na experiência da salvação. Ou seja, a salvação não é uma coisa à qual eu, quer queira, quer não queira, tenha que ser salvo por uma obrigação qualquer que Deus estabelecesse, de forma alguma. O pecador que recebe a salvação como uma dádiva, tem um papel ativo, tem um papel insubstituível, podíamos dizer, no processo da salvação, eu talvez prefira mesmo designá-la por experiência da salvação.
Nós vamos partir hoje de um texto Um texto-chave, vamos dizer, para este estudo, não que ele seja mais importante que outros, mas ele vai servir como a porta de abertura para uma reflexão e um estudo, precisamente, sobre como é que o processo e a experiência da salvação se vivem na vida do crente. Atos, capítulo 3, versículo 19. Leia comigo este texto que diz o seguinte. arrependei-vos pois e convertei-vos para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor." Palavras do apóstolo Pedro aos cristãos, ainda no início da igreja, que o escutavam naquele momento e o apóstolo Pedro vai fazer aqui como que um resumo de como os crentes poderiam iniciar e experimentar este processo, este plano de salvação.
Eu proponho que olhemos para este texto de uma maneira um pouco mais esquemática e possamos ver aqui quatro etapas. Estas quatro etapas, cada uma delas acontece num momento específico, embora, como é um processo, não quer dizer que não se repita na vida, de qualquer maneira, no plano ideal de Deus correspondem a quatro momentos Que não vamos dizer que há um tempo específico para cada um, não tem que demorar dias, semanas ou meses, mas o crente, o pecador para aceder ao plano da salvação tem um papel e esse papel é designado ou explicado aqui pelo apóstolo. Arrepender-se, converter-se, ter os pecados apagados, portanto perdão e um abandonar do passado e finalmente tempos de refrigério.
Ora, nós vamos usar estas 4 etapas precisamente para estudar a verdade da conversão na Bíblia. Vamos usar para isso, além de avançarmos nestas 4 etapas, eu proponho hoje usarmos uma parábola, um texto muito conhecido na Bíblia e um texto, além de ser lindíssimo, com um profundo simbolismo e significado. Palavras de Jesus, na conhecida parábola do Filho Pródigo. E nós vamos fazer, portanto, uma comparação entre o texto que já vimos, Atos 3 a 9 e aquelas quatro etapas, e eu vou mostrar-lhe como a parábola do Filho Pródigo, assim designada, é uma parábola onde estas quatro etapas estão claramente identificadas.
E, a partir daí, nós vamos, claro, abrir a Bíblia e descobrir outros textos que nos ajudam a compreender as etapas e o papel que cabe a cada um de nós em cada uma dessas etapas. Vamos começar, então, com a leitura introdutória, porque não vamos já ler toda a parábola, vamos ler a parte inicial que nos ajuda a perceber a história, a contextualizá-la e depois do versículo 17 para a frente, então, iremos fazer isso em cada uma das quatro etapas. Vamos então ler Lucas capítulo 15 e vamos ler agora, eu vou ler aqui diretamente a minha bíblia, portanto para aqueles que nos estão a ver na Novo Tempo Portugal, não vamos projetar o texto, porque eu gostava que pudéssemos escutar esta leitura. Se tiver a sua bíblia, porque não, ainda vai a tempo, abra comigo.
Lucas capítulo 15. Jesus conta três parábolas bastante interessantes e que se podem ler em conjunto. A última delas é normalmente designada, então, por parábola do filho pródigo. Vamos ler. Desde o versículo 11 até ao versículo 16. Diz o seguinte... E, poucos dias depois, o filho mais novo, juntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome e começou a padecer necessidades. E foi e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos a apachentar porcos e desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam e ninguém lhe dava nada. Aqui está, então, o contexto da história do filho pródigo. Uma história criada por Jesus, uma parábola, portanto, uma história criada para instruir e ensinar uma lição importante. Essa lição, como já lhe disse, nós podemos analisá-la como uma parábola do processo, do plano da salvação e estas etapas como se vivem na experiência do crente.
Nós percebemos então que o filho pródigo está aqui no lugar do pecador, aquele que se afasta do Pai, Deus, o Senhor de todas as coisas. O pecado, portanto, esta parábola já nos ensina que o pecado é voltar as costas a Deus, ao nosso Pai, ao Senhor da nossa vida. É uma vontade de independência, de autonomia. Ora, só com esta parte introdutória percebemos também que o pecado inevitavelmente conduz à ruína. Claro que o pecado, sabemos que ele é um engodo, ele engana, ele por vezes parece agradável e parece que vai ser alguma coisa muito boa, mas o final dos caminhos de afastamento de Deus estão aqui representados Nesta pobreza, nesta fome, gastou tudo, tudo o que parecia que eram os encantos daquela experiência, afinal perderam o seu brilho e finalmente este jovem filho encontra-se em situação de desespero.
Este é o ponto de partida. Vamos agora então, passo a passo, aprofundar para descobrirmos o que é que
podemos encontrar na Bíblia. Vamos então aos tais quatro passos. Recorda-se? Atos 3.19, quatro passos. O primeiro deles, naquela ordem do apóstolo Pedro, era o arrependimento. Arrependei-vos. O que é o arrependimento? O que é que significa arrepender-se? Qual é a nossa parte neste processo de arrependimento para que a conversão de forma global possa ser realmente efetiva na nossa vida? Vamos então a Lucas 15, vamos continuar no fundo a nossa leitura, porque nos versículos 15 a 19 de Lucas 15, História do Filho Pródigo, vamos encontrar esta primeira etapa na experiência do filho pródigo. Como? Leia comigo. Depois daquilo que lemos há pouco, portanto lembremos ou para recordar, ele encontrava-se agora a tomar conta de porcos, não tinha sequer comida e até desejava comer a comida que os porcos comiam.
É neste ponto que vai acontecer então esta primeira etapa, o arrependimento. Vamos ler. E tornando-a-si, ou em si, disse, quantos jornaleiros do meu pai têm abundância de pão, e eu aqui preço de fome. Levantar-me-ei, irei ter com o meu pai, e dir-lhe-ei, pai, peguei contra o céu e perante a ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho, faz-me como um dos teus jornaleiros. Eu dei ênfase aqui à expressão chave, que acaba por ser quase uma definição do que é o arrependimento, que é uma consciência pessoal da situação em que nos encontramos. Este jovem filho tornou-se, pensou nas decisões que tomou, pensou e refletiu no caminho que percorreu, nas decisões e nas escolhas que fez e tomou consciência.
que o lugar onde estava era mau. Tomou consciência de que o maior erro da sua vida tinha sido afastar-se do seu pai. Tomou consciência que todos os que estavam lá, perto do pai, mesmo que não fossem filhos, ainda que fossem trabalhadores, jornaleiros são aqueles trabalhadores contratados ao dia, E ele reconheceu que até esses trabalhadores, que não eram herdeiros como ele, estavam em melhor condição do que ele. Este é o sentido bíblico de arrependimento. Mas vamos agora ler alguns versículos na Bíblia que nos ajudam talvez a compreender de uma forma mais profunda a realidade do arrependimento. Vamos ler em Actos no capítulo 17 e o versículo 30. Note as palavras do apóstolo. não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens e em todo lugar que se arrependam.
Ou seja, Deus não é aquele pai que uma vez que os seus filhos vão para longe dele, continuo a usar a metáfora da parábola do filho pródigo, Deus não é o pai que diz assim, foste embora, então vai à tua vida, não quer saber mais de ti, nunca mais voltes para casa, que as portas desta casa estarão fechadas para ti. Este não é o Deus. O Deus vivo, o Deus da Bíblia. Porque o Deus da Bíblia é o Deus que anuncia o arrependimento. Ele apregoa àqueles que se afastaram, porque só precisam de arrependimento aqueles que erraram. A esses, Deus anuncia, Ele proclama a possibilidade do arrependimento. Isto significa o quê? Que o arrependimento é uma possibilidade permanente porque Ele nasce no coração do próprio Deus.
Ele quer que os seus filhos se arrependam. Mas a Bíblia também diz, vamos ler agora palavras do Apóstolo Paulo, 2 Coríntios, capítulo 7, versículos 8 a 10. Porquanto, ainda que vos contristei com a minha carta, não me arrependo. Porque fostes contristados para arrependimento, pois fostes contristados segundo Deus. E o versículo 10 diz, porque a tristeza, segundo Deus, opera arrependimento para salvação. Qual é a lição que este texto do apóstolo Paulo nos dá sobre arrependimento? Arrependimento implica tristeza. Sim, uma tristeza profunda, genuína, autêntica. Essa tristeza nasce da observação da realidade da nossa condição, de compreendermos as consequências das nossas escolhas.
O arrependimento, ele nasce num coração que reconhece o erro da sua vida. Nós vimos isso, esta tristeza espelhada no filho pródigo quando ele começa a tomar aquela consciência horrível de ver a situação em que se encontrava. Essa tristeza é absolutamente necessária. Curiosamente aqui o apóstolo Paulo refere-se a uma carta que enviou aos coríntios Aqui é a segunda carta, nós sabemos bem que ele enviou uma primeira, aliás temos lá na nossa bíblia, e ele quando se refere a uma carta que foi enviada, ele reconhece que aquela carta gerou tristeza neles. Mas ele não está arrependido de o ter feito. O apóstolo ao contrário explica que essa tristeza que a sua carta promoveu é uma tristeza boa, positiva.
Porquê? Porque é uma tristeza segundo Deus. E o que é isso? É uma tristeza que gera arrependimento. A Bíblia ainda diz, um aspecto muito importante sobre a experiência de arrependimento, palavras do sábio Salomão, num dos seus provérbios, capítulo 28, versículo 13, note bem, o que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Isto quer dizer o quê? Que arrependimento inclui confissão. Nós vimos isso também na experiência do filho pródigo. Ele confessou, ainda que naquele momento fosse sozinho, fosse diante de Deus e da sua própria consciência, ele confessou o seu pecado.
O sábio diz-nos claramente que as pessoas que tentam encobrir as suas transgressões não prosperam. E não prosperam desde logo porque não podem receber o perdão de Deus, mas não prosperam porque se continuam vítimas da sua própria falsidade, do seu engano. Confessar o pecado implica ter uma perfeita consciência de que se está mal e por isso a vontade de deixar O erro e o mal, ela só nasce naquele que se arrepende e confessa. Resumindo estes textos que vimos até aqui, o arrependimento pode ser definido assim. É uma consciência do mal realizado. É uma tristeza, mas que é positiva ou que traz algo de positivo.
É um reconhecimento e uma confissão específica do mal que foi praticado. O arrependimento é uma convicção profunda. que nasce no íntimo da pessoa que se afastou de Deus. Segunda etapa, lembra-se? Actos 3, 19. Estávamos a ler, lemos essas quatro etapas.
Arrependei-vos e convertei-vos. O que é que significa agora? Ok, eu arrependi-me, tenho tristeza, confesso o mal. Qual é o passo seguinte? É esse passo que nós chamamos conversão. Vamos voltar então à parábola para perceber o momento da conversão do filho pródigo. Capítulo 15 de Lucas, agora os versículos 20 e 21. Levantando-se, foi para seu pai. E o filho lhe disse, pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Se no arrependimento nós tínhamos percebido que o filho pródigo tinha tomado consciência, a conversão é um novo rumo, uma mudança de direção.
Aliás é isso que bíblica e mesmo etimologicamente significa a palavra conversão, é uma mudança É um rumo que me põe num sentido oposto àquele em que eu seguia. Podemos por isso afirmar, e a parábola do filho pródigo realmente é uma ilustração magnífica, porque o filho pródigo que quando se afastou do pai vai numa direção, quando percebe o quão longe e quão mal estava arrepende-se, uma consciência e uma convicção pessoal, e agora porquê que há conversão? Porque ele levantou-se e foi para seu pai. Ou seja, ele volta os olhos para o lugar de onde saiu, o pai e inicia o caminho de regresso. Por isso a conversão é um ato prático, implica não apenas uma decisão interior, mas uma ação, uma mudança de rumo.
E por isso quando ele chega ao pai, porque ele foi para ele, ele realmente fez aquilo que no arrependimento tinha confessado e reconhecido. Mas vamos agora estudar a conversão na Bíblia de uma maneira um pouco mais profunda. Alguns versículos são chave para o fazer e depois para compreendermos um dos elementos centrais do processo da conversão. Vamos ler Isaías. Isaías, capítulo 55, versículo 7. Veja o que diz o Senhor. O que é que vai acontecer se houver essa conversão? O Senhor se compadecerá dele.
Torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar. Nós percebemos, portanto, por estas palavras que conversão é tornar-se para Deus. Porque antes da conversão há forçosamente um processo de afastamento de Deus. Conversão, portanto, é tornar-se para Deus. Conversão também implica uma decisão e uma experiência única na vida. Jesus declarou qual é essa experiência e utilizou um termo para a definir que é muito significativo. Vamos ler João, Evangelho de João no capítulo 3 e as palavras, uma parte das palavras de Jesus a Nicodemos, nesse diálogo que tiveram naquela noite.
João 3, vamos ler o versículo 3 e o versículo 5. Jesus respondeu e disse-lhe, na verdade, na verdade, de Diego, que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus. Aquele que não nascer da água e do espírito não pode entrar no reino de Deus. Aqui Jesus introduziu de uma maneira clara, em termos de linguagem, o conceito de novo nascimento. Ou seja, de que A pessoa, o ser humano, o pecador, precisa de um processo de renovação tal na sua vida, de mudança de caminho tal, que ele ganhe uma nova identidade. E isso pode ser designado como novo nascimento. E Jesus vai declarar duas partes significativas que são como que marcas, selos desse novo nascimento.
A água, porque ela representa purificação. limpeza, renovação e o espírito, porque representa a ação de Deus transformando o interior, porque a água ela transforma o exterior e neste caso é uma transformação simbólica, ela limpa simbolicamente e o espírito de Deus limpa, renova verdadeiramente o interior. Ora, o que é que significa água?
Porquê água ser introduzida aqui neste processo de novo nascimento? Vamos ler o que Jesus disse a Marcos no capítulo 16 e os versículos 15 e 16. Jesus então disse-lhes, ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem querer e for batizado será salvo, mas quem não querer? será condenado. Jesus vai instruir os seus discípulos a pregarem, a proclamarem este Evangelho e o Reino de Deus precisamente porque a proclamação do Reino de Deus e do Evangelho é uma proclamação que chama as pessoas que estão nesse caminho de afastamento de Deus e que lhes diz arrependam-se desse caminho e convertam-se.
Tornem-me para o vosso Deus. Ora, quando alguém crer nesse caminho tem de ser batizado. Porque o batismo é o elemento de simbolismo através da água que representa o início de um novo caminho, portanto, um novo nascimento. Logo, o que é conversão? Resumidamente, podíamos dizer que conversão é a adoção de um novo rumo por oposição ao rumo que tínhamos anteriormente. Conversão é a aquisição de uma nova identidade. E o batismo é a marca visível daqueles que querem um novo rumo e assumem uma nova identidade.
Por isso é que vale a pena parar um segundo ou alguns segundos e então debruçarmos a nossa atenção um pouco mais sobre o batismo. Porque dentro deste tema maior que é a conversão, o batismo tem um papel insubstituível e muito importante. Vamos ver o que a Bíblia, particularmente o que Jesus ensinou sobre o batismo para percebermos o seu lugar neste processo de conversão. Simbolicamente, o que é que a Bíblia diz que o batismo representa? Ou, poderia dizer de outra maneira esta pergunta, a que é que pode ser comparado o batismo? O apóstolo Paulo utiliza uma metáfora para mostrar o significado do batismo.
Leia comigo, Romanos capítulo 6 e os versículos 3 e 4. Ou não sabeis que todos quando fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte? Parece-me órbido isto? Não. Ele explica. De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que como Cristo foi ressuscitado diante dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. A metáfora fica clara. O batismo, ele representa uma morte. Por isso a morte de Cristo é como que uma referência do que é que é o batismo na vida do crente. Porque a morte de Cristo não foi a sua destruição.
A morte de Cristo foi o garante, neste caso, não de uma nova vida para Cristo, uma nova vida para todos nós, mas na verdade Cristo ergueu-se da morte pela ressurreição para agora ter uma nova vida. como salvador e senhor de todos os que creem nele. Ora, o batismo, ele é precisamente um sepultamento na água e desse sepultamento, e porque o batismo é feito de uma imersão, de um mergulho na água, Quando a pessoa é erguida desse mergulho na água, é como se ela tivesse ali sepultado o tal caminho para longe de Deus, o caminho do filho pródigo, enquanto se afasta do pai, há um sepultamento desse passado, de tudo o que ele representa, de todas as escolhas, dos hábitos, daquilo que nos escravizou nesse caminho, e agora a pessoa é erguida do batismo, do mergulho na água, esse reerguer-se é equivalente simbolicamente à ressurreição de Cristo, e o que é que acontece à pessoa que passou por esse processo?
Ela agora está em novidade de vida. Portanto, o batismo significa morte e ressurreição. Não literais, mas morte e ressurreição do crente, do seu passado para uma nova vida. E então como é que alguém se pode preparar para o batismo? O que é que é necessário fazer? Como é que nos preparamos? Atos 16 Versículos 30 a 33 dá-nos um vislumbre disto numa história de um encontro entre Paulo Silas e um homem, um carcereiro, na verdade, que foi um dos carrascos dos apóstolos, que estavam na prisão, que tinham sido maltratados, pechicoteados, eles estavam na prisão, houve um grande terremoto, por intervenção divina, a Bíblia revela-o, e o apóstolo Paulo e Silas, em vez de fugirem, ficaram e vieram ter com este carcereiro.
E então aconteceu este momento incrível na vida deste homem. Vamos ler. Tirando-os para fora, disse-se, senhores, o que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram, crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. E lhe pregavam a palavra do Senhor e a todos os que estavam em sua casa. E tomando-os ele consigo, naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões. E logo foi batizado, ele e todos os seus." Veja que nesta história nós encontramos como que as etapas, o processo, como é que ele se preparou para o batismo. Antes de mais, ele teve que crer no Senhor Jesus. Teve que o declarar, claro. Mas como é que se crê numa coisa que não se conhece? Ele teve que o conhecer.
Foi para isso que a palavra do Senhor lhe foi pregada, anunciada. Não sabemos exatamente quanto tempo e que instrução em concreto lhe foi dada, mas a palavra de Deus foi-lhe pregada. ensinada, ele foi instruído nas escrituras pelos apóstolos, os líderes da igreja. Quando isso aconteceu, então ele tomou a decisão, ele e a sua casa que aprendeu e foi instruída com ele, foram batizados. Ora, nós vemos aqui, neste exemplo que acabamos de ver, um homem adulto e a sua casa a serem batizados. Mas sabemos que a prática cristã mais conhecida e espalhada no mundo cristão de há tantos séculos é o batismo de bebés recém-nascidos, o que parece totalmente distinto deste batismo que acabámos de testemunhar aqui.
Portanto, impõe-se a pergunta Se os recém-nascidos devem ser batizados? É esse o princípio bíblico? Vamos ler a resposta. Atos no capítulo 2, vamos ler os versículos 37 e 38.
E ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos, o que faremos, homens e irmãos? E disse-lhes, Pedro, arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Já reparou que eu coloquei este texto como resposta a esta pergunta, embora o texto não diga qual é a idade com que uma pessoa deve ser batizada. Na verdade, nós não vamos encontrar uma declaração desse tipo na Bíblia. Ao contrário, nós encontramos, ou em vez disso, encontramos as características e as condições necessárias para alguém ser batizado. Este texto, por isso, é perfeitamente ilustrativo porque estes homens perguntaram o que é que precisamos de fazer.
Eles sentiram que alguma coisa tinha que acontecer de novo, de mudança na sua vida e esta pergunta demonstra precisamente quais são as características necessárias para ser batizado. Eu sublinhei-as de alguma maneira aqui para ficar mais claro. Para ser batizado uma pessoa tem que ter o seu coração compungido. Ou seja, é uma vontade íntima e pessoal. Se eu não tenho o meu coração compungido, quer dizer, motivado, sensível, eu não vou perguntar o que fazer e nunca me posso batizar. Mas depois é preciso arrepender-se. Ou seja, eu tenho que tomar uma consciência de em que é que eu estava a afastar do Senhor, ou em que é que os meus caminhos eram de erro e de falsidade, de que formas é que eu não estava a fazer a vontade de Deus, para me poder arrepender.
Então, o batismo Quando é experimentado, ele traz perdão dos pecados. O que quer dizer que ser batizado implica o pecado fazer parte da nossa experiência. Isto não quer dizer que uma pessoa tem que pecar para ser batizada. Isto seria uma leitura ao contrário da lógica. Quer dizer que a pessoa quando vê os seus pecados e recebe o batismo, os seus pecados são perdoados e limpos. Este texto responde perfeitamente, sem dar uma idade, à pergunta. Recém-nascidos poderiam ser batizados de maneira nenhuma. Porque um recém-nascido não pode tomar uma decisão pessoal, nem tem convicções no seu coração.
Um recém-nascido não tem de que se arrepender, nem pode ter tristeza para ter necessidade de arrependimento e, portanto, o pecado de um recém-nascido não pode ser perdoado porque ele não se afastou ainda conscientemente de Deus. Então, não sendo feito em crianças, como é que deve ser feito o batismo? Qual é o batismo bíblico? Ora, esse batismo, para poder ter o simbolismo que lemos há pouco no apóstolo Paulo, aí já ficou mais ou menos claro, mas vamos dar exemplos concretos, mas lembra-se que o apóstolo Paulo dizia claramente que o batismo é como um sepultamento e uma ressurreição. O que é que isso significava? Vamos ler Marcos no capítulo 1, versículos 9 e 10 e ao mesmo tempo lemos já o texto que está em João, Evangelho de João, capítulo 3 e o versículo 23.
Veja o que diz a escritura. Aconteceu naqueles dias que Jesus, tendo ido de Nazaré da Galileia, foi batizado por João no Jordão, o rio Jordão, e logo que saiu da água viu os céus abertos e o Espírito que como pomba descia sobre ele. E o Evangelho de João diz que João batizava também em Enom porque havia ali muitas águas e vinham ali e eram batizados. Nesses dois textos encontramos uma referência histórica ao batismo de Jesus em primeiro lugar, em Marcos, e depois ao batismo que João Batista Parece uma redundância, João Batista não era o nome dele, ele era João o Batista, o homem que batizava. Ora, nos dois casos nós entendemos que o batismo implica imersão na água, mergulho na água.
Por isso é que Jesus quando foi batizado saiu da água, porque ele entrou na água. Logo, o batismo, ele não pode ser realizado por a expressão de umas gotas de água ou por um toque simbólico na água. O batismo acontece com um mergulho, uma imersão. Aliás, o próprio termo batizar, batismo, já etimologicamente significa isso, mergulhar. Mas o próprio texto, para lá disso, Ajuda-nos a compreender essa realidade. Por isso é que os batismos eram realizados no Rio e nós percebemos, aliás, aqui na descrição de João, que João batizava as pessoas neste lugar específico em Anum. Porquê? Porque ali havia muitas águas. É quase uma maneira de dizer que a água do Jordão, que nem em todos os lugares era muito abundante, com certeza que ali estamos a falar de um lugar onde as águas se juntavam e, portanto, eram mais abundantes para se poder realizar este batismo.
O batismo é feito por imersão, um mergulho na água da qual saímos simbolicamente como que ressuscitados para uma nova vida. Claro que talvez alguns dos que me ouvem neste momento se perguntem, quem sabe sobre si próprios ou sobre alguém, então qual é o momento certo para eu me batizar? Qual é a idade? Alguns diriam. Ou qual é o momento? O que é que me permite saber se eu estou pronto para me batizar? Vamos usar uma história da escritura. Ela está em Atos no capítulo 8. É uma história belíssima. Nós vamos só ler a parte final. Atos 8, versículos 34 a 38. Na verdade é a história de um eunuco, um homem que veio a Jerusalém para adorar a Deus, mas pelo caminho Deus instruiu um dos seus servos, o diácono Filipe, para ir junto daquele homem, que ia no seu carro, puxado por cavalos e ali, dentro daquele carro, Filipe instruiu na escritura, particularmente, a conhecer Jesus Cristo.
Vamos ver o que aconteceu. Então, Filipe, abrindo a sua boca, começando nesta escritura, que era no profeta Isaías, que ela estava a ler, anunciou-lhe Jesus. E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água e disse ao Eunuco, eis aqui água, o que impede que eu seja batizado. E disse Filipe, é ilícito se creres de todo o teu coração. E, respondendo, ele disse, creio que Jesus é o Filho de Deus. E mandou parar o carro e desceram ambos à água, tanto Filipe como Eunuco, E o batizou. Este texto dá-nos uma evidência de qual é o momento certo para o batismo. O momento certo para o batismo é aquele que corresponde ao momento preciso.
Por isso não há um tempo, não há uma idade que se possa dizer que é idade. Certa? Também não há um tempo que se possa dizer é preciso um ano a preparar-se para o batismo ou 10 anos. O que existem são critérios fundamentais e esses critérios esta história descreve-os. É preciso que a pessoa tenha vontade de conhecer a bíblia, a palavra de Deus E que seja instruído para que fique esclarecido sobre o que a Bíblia ensina. Interessante que Filipe instruiu o Eunuco estudando as profecias. Começou pelas profecias de Isaías e depois usou o Antigo Testamento para mostrar-lhe que Jesus era o Messias Prometido. Podemos até imaginar os estudos bíblicos que ele realizou durante aquelas horas, não sabemos quantas, mas que lhe permitiu instruir de forma suficiente o Eunuco, para ele dizer, creio de todo o meu coração, creio em Jesus Cristo, creio que ele é o Filho de Deus e quero ser batizado.
Repare que vários temas tiveram que ser abordados naquele estudo da Bíblia. Então a condição é ter um conhecimento bíblico claro o suficiente para ter uma vontade de se comprometer com Jesus. Porque o batismo é um compromisso. O compromisso está estabelecido na palavra creio. Ao crer, estou comprometido com Jesus e com tudo o que ele quer e pede da minha vida. Porque foi o próprio evangelho que nos diz que aquele que ama Jesus anda como ele andou. Segue o seu exemplo. Por isso, crer em Jesus é um compromisso de fazer o mesmo que Jesus fez. Ora, assim sendo, com estas condições reunidas, o Eunuco foi batizado. O momento certo para o batismo é aquele em que cada pessoa sentir que estas condições estão reunidas e pede para ser batizado.
Ora, o batismo abre-nos as portas para quê? Vamos ler este texto maravilhoso. Atos 2, versículos 41 até ao 47. Vamos ler algumas porções desta passagem. Os que aceitaram a mensagem foram batizados, lá está. E naquele dia houve um acréscimo de cerca de 3 mil almas. ou 3.000 pessoas. Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos os dias continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos. O que acabamos de ler aqui é uma descrição de quê?
Da Igreja. A comunhão, a comunidade dos salvos, daqueles que saíram das trevas e pelo batismo, só neste dia foram 3 mil pessoas que se batizaram e que se juntaram, porque há um acréscimo. Um acréscimo a quê? Há aqueles que já se tinham batizado e já eram parte da comunidade cristã. A comunidade cristã é a igreja. Portanto, o batismo abre-nos as portas a fazermos parte da comunidade cristã. a sua igreja. E, portanto, neste texto nós lemos a descrição do que é que fazem os crentes na igreja. Os apóstolos ensinam, há a comunhão, há o partir do pão, há as orações, reúnem-se no pátio do templo, o povo reúne-se em suas casas, há louvor a Deus e há grande comunhão entre eles.
Aqui estão os elementos do que é a igreja. Agora que fizemos este estudo sobre o batismo e o seu papel dentro do momento e do processo da conversão, vamos voltar para terminar este estudo, então, às duas etapas que faltam e que vêm, lá está, depois da conversão e depois do batismo, portanto, que são Apagados os pecados e tempos de refrigério. Podemos entender isto de forma muito clara. Esta etapa seguinte é o perdão dos pecados. O que ficou para trás, ficou para trás.
Está esquecido. Não é mais tido em conta. Por isso é que a pessoa que é batizada, que se converte, ela nasceu de novo. É uma vida livre do peso, das experiências, dos vícios, dos mãos hábitos, enfim, de tudo o que nos escravizou no passado. Onde é que nós encontramos isto agora na história do filho pródigo? Está muito claro como o perdão foi um elemento central na experiência deste jovem. Vamos voltar a ler agora os versículos 20 e o 22. Quando ainda estava longe, viu o seu pai e se moveu de íntima de compaixão. É aqui que nasce o perdão, na compaixão do pai. E, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. O pai disse aos seus servos, trazei de pressa a melhor roupa e vestígio e ponde-lhe um anel na mão e alparcas nos pés.
O que é que significa esta decisão do pai, este apelo aos seus servos? O receber roupas novas e o ser colocado um anel no seu dedo significa que o seu passado foi esquecido. Significa que ele voltou a fazer parte da herança. Ele não veio para o pai, não foi aceite agora com algumas condições ou com reservas ou com desconfiança. Ele recebe o anel, significa que ele é novamente parte daquela família. O selo daquela família novamente marcou o filho pródigo. Significa o quê? Que os seus pecados foram perdoados. O seu passado foi esquecido. É isto que a Bíblia nos diz que é a experiência do crente, do que nasce de novo. Vamos ler isso.
Vamos confirmar isso. Miqueias 7, no Antigo Testamento, e os versículos 18 e 19. Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga as tuas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais dos teus erros e dos teus pecados. Esta é a promessa de Deus. Ela está clara. Deixar para trás o pecado. Não precisamos mais de viver reféns do nosso passado porque Deus apaga as nossas transgressões passadas.
E, finalmente, a última etapa, aquela que em Atos 3 é designado como tempos de refrigerio. Que tempo é este? Que maravilha é esta que pode ser chamada como um refrigerio na vida? Nós vamos encontrá-la finalmente na experiência do filho pródigo. Lucas 15, veja os versículos 23 e 24 que demonstram o que é o tempo de refrigerio. O pai continuou a indicar aos seus servos o seguinte, trazei o bezerro cevado e matai-o e comamos e alegremos-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, tinha-se perdido e foi achado e começaram a alegrar-se. Esta experiência de grande alegria é o que na história do filho pródigo representa a vida daquele que volta para Deus, que se arrepende, se converte, o seu passado é apagado e agora tem o prazer de poder viver uma nova experiência com o Pai, o seu Deus.
E isso traz profunda alegria. É alegria no céu, Porque quando uma pessoa se arrepende, Deus e as suas ostras celestiais rejubilam, quer dizer, alegram-se, mas é, sobretudo, alegria na vida daquele que passa por esta experiência. Veja como isto é confirmado nas palavras do apóstolo Paulo. 2 Coríntios 5, 17 e 18. Assim que se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas já passaram. Tudo se fez novo e tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo. É esta experiência da nova criatura que é o tempo de refrigério. A nossa vida ganha novo propósito, novo sentido.
As nossas escolhas são agora seguras, baseadas na palavra de Deus e no exemplo do Senhor Jesus. Os tempos de refrigério são a experiência que teve o Eunuco. Recorda-se que há pouco, falando sobre o batismo, olhámos para a experiência do Eunuco. Foi-lhe apresentada à Escritura, Jesus Cristo aceitou e foi batizado. Como é que terminou essa história? Vamos voltar então à ato 18 e o versículo 39, que há pouco de propósito ficou por ler. Lemos o seguinte. Quando saíram da água, portanto após o batismo, o Espírito do Senhor arrebatou Filipe repentinamente. E o Eunuco? O que aconteceu? O Eunuco não o viu mais e cheio de alegria seguiu o seu caminho. Esta expressão pode decorá-la.
Ela resume o que Deus quer fazer da sua vida se ainda não passou por esta experiência. É um caminho que seguimos com uma profunda alegria. O desafio que está diante de nós agora, qual é? Assim que me ouve, o que é que está na sua mão fazer? Pensar? e praticar as coisas de Deus.
Tomar consciência de qual é a vontade de Deus. O apóstolo Paulo escreveu assim aos Colossenses, capítulo 3 e os primeiros versículos. 1 a 3 ele dizia, portanto, se já ressuscitaste com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, não nas que são da terra, porque já estáis mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Se esta é a sua experiência, se já morreu para o seu passado, então medite nas coisas de cima, invista nas coisas do céu, as coisas de Deus. Mas se ainda não tomou essa decisão, Eu hoje digo-lhe de todo o meu coração, porque é a Bíblia que me impela a isso?
Este é o tempo da decisão. Tome a decisão mais importante que pode tomar na sua vida, entregar-se a Deus. Se está a refletir sobre ela, se já pensou em voltar para Deus se um dia se afastou dele, tome essa decisão. Esse é o caminho da alegria. Morra para o seu passado para nascer de novo. Se nunca tomou o passo de se batizar enquanto um homem ou uma mulher, adultos, que no seu coração decidem fazer a vontade de Deus e querem ser libertos pelo Senhor Jesus para uma nova vida, têm que tomar a decisão de entregar-se ao Senhor. Por isso lemos as palavras do apóstolo Paulo aos hebreus. Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endorçais os vossos corações.
A palavra de Deus não é apenas um conhecimento teórico. Olha, agora ficámos a saber isto e isto, conhecemos aquele versículo, já sabemos como é que o batismo deve ser realizado. Não, isso é um conhecimento muito útil, porque ajuda a diferenciar o que está revelado do que não está revelado. O que é palavra de Deus, do que é tradição dos homens. O que é verdade bíblica e o que é engano humano. Mas mais do que apenas saber distinguir verdades ou conhecer versículos, Esta mensagem de conversão é uma mensagem de decisão. Prática. Implica a sua vida. Se hoje, ao ler estas coisas, ouviu, sentiu a voz de Deus falar ao seu coração, hoje Este momento em que me ouve é o tempo, é a hora, é o momento para se entregar a Deus.
Se é o batismo que anseia e se hoje percebeu que precisa na sua vida, entre em contacto connosco. Procure a igreja, procure um pastor ou alguém que o possa ajudar, contacte um amigo. Nós também estamos à sua disposição. NovoTempo.pt barra em busca da verdade. Pode ser este o meio para nos dizer que hoje chegou o tempo da sua decisão. Nós teremos todo o gosto e um prazer muito profundo em estarmos também ao seu lado nessa decisão. Mas não a deixe para amanhã. Que o Senhor o abençoe e que o Senhor Torne a sua experiência de conversão o momento mais importante da sua vida e a minha oração. Amém. Até ao próximo programa, se Deus quiser.