É um prazer estar de novo consigo aqui na Novo Tempo. Seja bem-vindo e muito obrigado por escolher a nossa companhia. Hã, pra si que está conosco na TV, aí em casa, no canal cento e oitenta e seis da MEO, muito obrigado também por nos escolher entre tantos outros canais. Hã, quer dizer, pra estar no cento e oitenta e seis, imagine lá quantos estão pra trás e se calhar pra frente, não é? Hoje não falta escolha. É por isso que, entre tanta oferta, é especialmente grato pra nós ter escolhido estar conosco. Não é diferente na rádio.
Não são poucas as rádios por este país afora e aqui na, na Grande Lisboa, especialmente, onde estamos a emitir, mas a Rádio Clube de Sintra. É isso mesmo. É aqui, a partir de Sintra, aliás, onde estão os estúdios da Novo Tempo e da Rádio RCS, que preparamos este programa para si e também que saem as ondas do FM da Rádio Clube Sintra. Eu sei que também há, com certeza, muitas pessoas a escutar-me precisamente na rádio e por isso também um abraço para todos os, os que, no carro ou em ca-em casa, quem sabe, é mais raro, mas também há quem goste de estar acompanhado pela, pela rádio enquanto vai fazendo as suas tarefas. Enfim, depois também há os mais digitais, que podem estar no site novotempo.pt. Já agora, fica aqui o meu convite a que vá até o nosso site.
Imensos conteúdos, uma autêntica plataforma com conteúdos vídeo, todos os programas da Novo Tempo. Também encontra os podcasts de imensos programas em áudio e, claro, uma plataforma de estudos onde tem conjunto de cursos que pode fazer nas mais diversas áreas, seja mandar vir alguns dos nossos cursos ou realizá-los mesmo ali online. Como vê, há um sem fim de possibilidades de se juntar a esta grande família que é a Novo Tempo. Hoje e neste momento, estamos juntos para mais um episódio da Voz da Esperança.
Oh, que esperança vibra em nosso ser, pois aguardamos o Senhor. Fé possuímos que Jesus nos dá. Fé na promessa que nos fez. Eis que o tempo logo vem, das nações daqui além. Pai e a terra vão cantar.
Aleluia, aleluia, aleluia. Servos anel de trombeta a tocar. Breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levar. Breve Jesus voltará.
Ondas e vales o som ecoai. Breve Jesus voltará. Ondas do mar a canção ecoai. Breve Jesus voltará. Breve virá, breve virá, breve virá. Breve Jesus voltará. Breve Jesus voltará. Oh, que esperança. Amém. Amém.
Ouvimos mais uma vez as belíssimas vozes do nosso quarteto Voz da Esperança. Antes de prosseguir com a mensagem de esperança desta, deste programa, tenho aqui para si uma oferta. É um livro que gosto especialmente, Parábolas de Jesus. Já foi a base duma temporada que fizemos aqui já, lá vão uns largos meses ou anos. Enfim, depende até quando é que pode estar a ver, quem sabe até nas plataformas este programa. Fizemos aqui um, toda uma temporada em que baseei-me em grande parte neste livro, Parábolas de Jesus, e também ofereci nessa altura, hoje muito. Mas como, quem sabe, estão aqui pessoas que não estavam conosco nessa altura, eu quero oferecer-lhe o livro Parábolas de Jesus. É um comentário bíblico às incríveis histórias, parábolas que Jesus contou.
Envie uma mensagem pra nós. É tão simples quanto isso. WhatsApp normalmente é o que os nossos espectadores e ouvintes usamNove três três nove três nove dois nove um. É isso mesmo. Envia um WhatsAppzinho e fala-nos do livro Parábolas de Jesus. É uma oferta incrível que queremos fazer chegar até si.
Hoje, por falar em parábolas, não é bem uma parábola que eu quero contar-lhe, mas quero ler-lhe aqui um episódio, um momento da vida de Jesus. Preparei aqui na minha Bíblia, estou no evangelho de Mateus. Ora escute esta leitura que lhe vou fazer e depois já vamos comentar esta história com um pouco mais de detalhe. É um momento sobre a família de Jesus. Mas claro, já sabe, Jesus sempre ensina alguma coisa. Nunca é só sobre o que está a acontecer. O, o evangelho aqui em Mateus doze, a partir do versículo quarenta e seis, diz que Jesus falava à multidão, mas estavam fora da casa onde ele estava, estava a sua mãe e os seus irmãos que pretendiam falar-lhe. E alguém foi ter com Jesus e disse-lhe: "Eis que estão ali fora tua mãe e teus irmãos que querem falar-te." Jesus, porém, respondeu àquele que lhe falara e disse-lhe o seguinte: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" E estendendo a mão para os seus discípulos, que ali estavam com ele, disse-lhes: "Eis aqui minha mãe e meus irmãos."
É a partir desta história que hoje quero conversar um bocadinho consigo. Nós vivemos num tempo em que palavras, claro, como família, como pertencer ou como identidade têm um grande peso, claro, sobretudo emocional, porque a maior parte de nós, o que fazemos é: procuramos a segurança nos laços de sangue, no reconhecimento daqueles que estão mais próximos de nós, claro, e mesmo a aprovação, o amor, o afeto daqueles que partilham a nossa história. É precisamente neste terreno, talvez um pouco sensível, mas muito importante, que o Evangelho e Jesus mais uma vez nos vai surpreender. Eu digo surpreender porque Jesus acaba por redefinir aqui o conceito de família ou de pertença, de proximidade ou de intimidade, de uma forma mais profunda, talvez um pouco mais exigente, mas também uma forma extraordinária de entender a mensagem que Jesus tem para nós.
Este capítulo que acabámos de ler, ele serve-nos de base hoje, esta história, Mateus, capítulo doze, para analisarmos uma espécie de tensão. É uma tensão real, talvez até um pouco dolorosa esta tensão na própria vida de Cristo. Os irmãos de Jesus, os seus irmãos de sangue, a sua família, não compreendeu a sua missão. As notícias que vinham e chegavam a todas as pessoas, incluindo a sua família, sobre a intensidade do ministério de Jesus, as noites que ele passava em oração, a pressão constante das multidões e mesmo o confronto direto com os fariseus, tudo isto causava à sua família alguma inquietação.
Às vezes, provavelmente, alguma vergonha e talvez até medo. Por isso é que muitos chegaram a questionar do seu equilíbrio e até tentavam, às vezes, como que travar Jesus, quase com a ideia de que ele precisava um pouco de moderação ou de prudência. Como é que sabemos que isto é verdade? Um exemplo: até Maria, movida pelo seu amor de mãe, chegou a envolver-se nesse esforço, como que tentar travar um pouco Jesus. É por isso que nós percebemos aqui uma verdade muito importante, que é que nem sempre os mais próximos são os que melhor entendam, hã, entendem o chamado de Deus, por exemplo, na nossa vida, o plano de Deus.
Eu sei que isso às vezes pode ser doloroso. É um, é um facto. E dói porque, claro, o coração humano ele anseia sempre por apoio e conforto e presença, especialmente daqueles que são mais próximos, nossa família. Mas nem sempre isso acontece. E é neste contexto, precisamente, que Jesus enfrenta também uma acusação, talvez entre o mais grave de que o podiam acusar. Jesus che-chegou a ser acusado de operar sinais, maravilhas, pelo poder de Satanás. Quando Jesus responde a este tipo de questionamento, Jesus revela algo muito importante sobre o pecado a que ele designou ele mesmo como o pecado contra o Espírito Santo. O que é isso?
Não se trata de um deslize isolado, mas de um processo contínuo, intencional, de rejeição da luz. Sabe o que que a Bíblia diz? A Escritura diz que da abundância do coração fala a boca. É por isso que Jesus, também ele, afirmou o seguinte: "De toda a palavra ociosa que os homens disserem, hão de dar conta no juízo, no dia do juízo." Estamos em Mateus doze, o texto que há pouco li, hã, o mesmo capítulo, mas no versículo trinta e seis. Estas palavras de Jesus, veja bem, não são nada neutras. São palavras que têm este poder de moldar o caráter, de endurecer até o coração.
Por quê? Porque quando são repetidamente usadas, elas podem servir para resistir à verdade. E se isso acontecer, então o coração vai se tornando cada vez mais frio. Por isso que é possível alguém ser conduzido a uma cegueira espiritual profunda. Qual é a lição que Jesus nos dá aqui? Que rejeitar deli-deliberadamenteCom, com consciência. A obra do Espírito Santo é fechar o único canal pelo qual Deus pode transformar a vida, porque é o Espírito Santo que tem essa obra. É por isso que aqui podemos quase ouvir um eco dum apelo, um apelo solene que a Bíblia muitas vezes nos apresenta: não endureças o coração quando a luz de Deus te visita.
Jesus, ele avança um pouco mais na sua, no seu ensino e vai advertir aqui pra quê? Para uma fé superficial. Aquele que experimenta apenas libertação momentânea, mas não permite que Cristo habite plenamente no coração. Por isso é que quando a casa fica vazia, ainda que ela seja varrida e adornada, uma casa vazia é sempre uma casa vulnerável. A única segurança real é o quê na nossa relação com Deus? Uma entrega que é contínua. É por isso que a Bíblia vai mais uma vez dizer-nos uma, uma coisa muito importante: se nós não cooperarmos com os instrumentos celestes, Satanás vai acabar por tomar conta do nosso coração. É uma grande verdade que nós encontramos na Bíblia. Ou seja, no campo espiritual não existe neutralidade.
E esta é uma mensagem que às vezes é um pouco difícil de entendermos. Ou Cristo reina ou então outra coisa está a ocupar esse lugar na nossa vida. Esta verdade confronta-nos, no fundo, com decisões diárias, com decisões concretas, com as nossas escolhas. Não basta começar bem, é preciso permanecer. E por isso este é um apelo constante de Jesus. Neste cenário, que estamos a falar aqui no capítulo doze, vai surgir então um episódio muito importante neste capítulo que estamos a falar. Enquanto Jesus ensinava, alguém anuncia a Jesus que a sua mãe e os seus irmãos estavam do lado de fora e queriam falar com ele. Foi o texto que nós lemos há pouco. E a resposta de Jesus é, no mínimo, desconcertante. Por quê? O que que Jesus vai dizer?
Relembrando o texto que eu partilhava há pouco. Quem é a minha mãe? E quem são meus irmãos? E então Jesus vai ter um gesto físico. Ele vai apontar para os discípulos que estariam ali à sua volta e vai dizer: "Qualquer que fizer a vontade do meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe." Veja então, Jesus não despreza a sua família biológica. Isso não é o que está aqui em causa. Mas Jesus vai revelar uma verdade importante, que há um vínculo que pode tornar-se mais profundo, sagrado, do que o vínculo apenas do sangue, que é o facto de termos nascido de uma família e termos aquelas pessoas.
É a obediência da fé, uma fé que nos move a querer fazer a vontade de Deus. Por isso, a mensagem de Jesus aqui é esta: é de que a verdadeira família é formada por aqueles que escolhem viver segundo a vontade de Deus. Se quiser, é como dizermos a minha verdadeira família são aqueles que têm Deus como Pai, que O reconhecem como Pai. E um pai, o que é que, o que é que ele é? O pai é provedor, é o que sustenta, é o que fortalece, é o que cuida, é o que abençoa, é o que tem autoridade. E aqui encontramos, por isso, uma das afirmações que pode não parecer, mas é uma das afirmações mais fortes, que mais podem consolar a nossa vida em todo o Evangelho. Por que que eu digo isto?
De uma frase que até pode parecer um pouco estranha. É porque o que Jesus está a dizer é isto: é que quem o aceita na vida não fica órfão. É assim que devemos ler este texto. Jesus não está a desprezar a sua família. Jesus está a dizer que aquele que aceita Deus como seu Pai, integra-se numa família maior, uma família eterna, que é sustentada por laços, que são laços que nem a morte pode quebrar. E note, os laços que nós temos aqui com a nossa família muitas vezes destroem-se. Isto não é novidade pra ninguém. Espero que não seja na sua vida. Mas quantos, quantos, quantos casais juraram amor eterno e se separaram? Quantos filhos têm conflitos com os pais? Quantos irmãos entre si têm quezílias?
Olhe, muitas vezes quando os, quando os pais partem, infelizmente, depois as heranças e tudo isso, às vezes é aí que se vê realmente o amor entre os irmãos. E quantos irmãos ficam aborrecidíssimos em grandes conflitos por causa de dinheiro e de casas e terrenos. Então nós sabemos por experiência que os laços humanos eles não, não são a garantia de nada. Mas a Bíblia diz: "Aos que o receberam, a Ele, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus", disse Jesus, em João, no capítulo um. Ora aí está. Isto muda tudo. E quando eu digo muda tudo, muda a forma como nós enfrentamos, olhe, as rejeições, os conflitos que às vezes temos nesta vida, mesmo na nossa própria família, as incompreensões, até a solidão de sermos abandonados, por exemplo, por pessoas que eram importantes pra nós.
Porque o que Jesus está a dizer é que em Cristo nós nunca estamos sozinhos. Esta é uma mensagem maravilhosa. Este texto também mostra uma espécie de uma dor silenciosa de Jesus, sabe diante de quê? Da incredulidade dos seus próprios irmãos. Porque o lar, claro, o lar, a nossa casa, a nossa família, devia ser um lugar de descanso. Mas para Jesus tornou-se muitas vezes um espaço de incompreensão. Eu já há bocadinho, no início desta mensagem, lhes mostrava, dava alguns exemplos de que os seus irmãos e o su-- e sua mãe às vezes desconfiavam um pouco da obra de Jesus. Mas o que que Jesus fez? Permaneceu fiel à sua missãoMesmo que isso fosse ou que significasse alguma espécie de separação da sua família.
Quantos hoje vivem a mesma realidade? Eu já conheci. Eu nunca vivi isso, graças a Deus, eu nasci numa família que apoiou a minha fé, que me deu os valores, mas eu já conheci, acredito e cruzei-me com muitas pessoas que procuraram ser fiéis a Deus, mas em ambientes onde a fé era questionada ou era desvalorizada, onde a, onde só a tradição contava e alguém que quis abraçar os valores do Evangelho teve perseguição ou pelo menos muita incompreensão. Nestas alturas, a promessa de Deus é muito importante e ela permanece. Cristo compreende, Cristo tem compaixão, Cristo convida-nos a encontrar refúgio onde Ele próprio o encontrou. Esse refúgio está sobretudo na comunhão com o Pai. É isso que significa Ele ser Pai, mas também na partilha com aqueles que têm a mesma fé que nós. Isso é uma bênção na nossa vida. Não estamos sozinhos.
Este capítulo doze termina com uma, uma imagem muito bela deste, este parentesco, mas que tem um significado diferente, porque Cristo é apresentado como o parente chegado, ou seja, aquele que resgata a herança perdida. A Bíblia tem esta declaração: "Não temas, porque eu te remi, chamei-te pelo no-- pelo teu nome, tu és meu." Sabe o que quer dizer este "eu te remi"? É tu estavas perdido, ficaste sem herança, sem direitos, eu trouxe novamente para todos os direitos que tens. Por isso, o amor de Jesus não é um amor distante, não é um amor abstrato. É o amor que nos chama pelo nome, é o amor que nos integra, integra de novo, que nos dá identidade, que nos dá dignidade, mesmo se nesta Terra, às vezes perdemos essas coisas.
Por isso é que a mensagem que nós encontramos nesta história, e está a ver que ela leva-nos um pouco mais fundo do que pode parecer, é uma mensagem que eu até considero muito atual. Sabe qual é? Pertencer à família de Deus não é um privilégio que-- automático, porque só porque nascemos de uma determinada família, mas é uma resposta consciente àquilo que Jesus fez por nós. Pertencer à família de Deus é escolher dia após dia fazer a vontade de Deus. E isso, obviamente, leva-me à comunhão com irmãos e irmãs. Talvez por isso seja o seu caso ou conheça pessoas que tratam por irmãos e irmãs pessoas que não têm nada a ver umas com as outras em termos de sangue, mas que partilham este, esta experiência do Reino de Deus. Pessoas que querem refletir neste mundo o caráter desta família, que é uma família celestial. Percebe? A família daqueles que amam a Deus e que o têm como Pai. Por isso, eu hoje tenho um apelo para lhe fazer.
Se calhar, eu podia dizer algumas perguntas que são muito importantes.
Qual é a família a que quer realmente pertencer? E olhe que eu não lhe estou a fazer nenhum apelo para abandonar a sua família. Eu desejo muito que tenha uma família cheia de amor, de harmonia. Mas há uma família que nós nascemos nela e depois há a família a que podemos escolher pertencer. Há famílias que são formadas por laços humanos. Esses, às vezes, são frágeis ou passageiros. Às vezes, até pessoas que amamos, mas que a morte leva. É a fragilidade da vida. Mas há uma outra família eterna, uma famí-- uma família que é formada pela fé. A fé é o elemento essencial, é como que o sangue que une. É a fé no mesmo Deus, é a obediência ao mesmo Deus, é o amor por um Cristo que nós conhecemos. Acredite, a porta continua aberta.
Este convite permanece. Fazer a vontade do Pai tem que ser mais do que um dever. É, sobretudo, um caminho de pertença a uma identidade que é maravilhoso fazer parte dela. E esse é o convite que Jesus também faz à sua vida. Ouvi a tua oração e escolhi pra mim este lugar. Se eu fechar os céus e não houver chuva a cair.
Ou se ordenar as nações que te consumam. Ou se enviar a peste entre o meu povo. E se o meu povo, e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e buscar a minha face. E se converter dos seus caminhos, então ouvirei e dos céus eu perdoarei, sararei a sua terra, pois abertos estão meus olhos à oração.
Ouvi a tua oração e escolhi pra mim este lugarSe eu fechar os céus e não houver chuva a cair. E se ordenar às locões que te consumam, ou se enviar a peste entre o meu povo, e se o meu povo, e se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e buscar a minha face, e se converter dos seus caminhos, então eu ouvirei, e dos céus eu perdoarei, sararei a sua terra, pois abertos são meus olhos à oração.
E quanto a ti, se andares diante de mim, como mandou teu pai Davi, e fizeres como te ordenei, e guardares os meus estatutos e os juízos meus, e se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e buscar a minha face, e se converter dos seus caminhos, então eu ouvirei, e dos céus eu perdoarei, sararei a sua terra, pois abertos são meus olhos à oração.
E se o meu povo... O que ouvimos nesta mensagem musical maravilhosa foi essa grande verdade que vem lá desde os profetas, que Deus tem um povo, e se o, se o seu povo se unir, se humilhar, então Deus restaura, Deus abençoa, Deus cura. Esta é a família de Deus, onde essas bênçãos nunca faltam. Eu tive muito gosto em estar aqui consigo mais uma vez, eu e toda a equipa da Novo Tempo que está aqui comigo, neste estúdio, e levamos até si esta mensagem, esperando que ela seja uma bênção na sua vida. Mas também temos, por isso mesmo, algumas ofertas, sabe?
Fazemos estas ofertas por isto, para abençoar a sua vida. Isto não são vendas, não tem aqui nada como se-- a seguir com isto queremos vender-lhe um produto, acredite, de coração. Isto são ofertas que fazemos porque nós queremos muito abençoar a vida das pessoas. Olhe, este livro Parábolas de Jesus é um livro maravilhoso e pode ser uma bênção. Se quiser recebê-lo gratuitamente, é só enviar uma mensagem, ok? É o nove três três nove três nove dois nove um, é o nosso número. Peça o Parábolas de Jesus, eu acho que é um livro que vai apreciar imenso e nós temos muito gosto em oferecê-lo. Foi um gosto, mais uma vez, ter estado consigo. Se Deus quiser, cá estaremos na próxima semana, porque a voz da esperança vai continuar a ser dita. Que Deus o abençoe.
Neste episódio da Voz da Esperança, somos convidados a refletir sobre um tema profundamente humano e espiritual, o verdadeiro significado de família e pertença. A partir de um episódio marcante em Mateus 12, descobrimos como Jesus redefine os laços que realmente importam.
👨👩👧👦 Vivemos num mundo onde a família é muitas vezes associada apenas ao sangue, mas será isso suficiente? ✨ Jesus apresenta uma perspetiva mais profunda, uma família formada pela fé, pela obediência e por uma relação viva com Deus.
Ao longo desta mensagem, somos desafiados a pensar: 👉 A que família queremos realmente pertencer? 👉 Estamos apenas ligados por laços humanos ou fazemos parte da família de Deus?
📖 “Qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe.” Mateus 12:50
💭 Mesmo quando enfrentamos incompreensão, rejeição ou solidão, há uma promessa poderosa, em Cristo nunca estamos sozinhos. Existe uma família eterna, sustentada por Deus, onde cada pessoa tem valor, identidade e propósito.
🙏 Este episódio é um convite a abrir o coração, a não endurecer à voz de Deus e a escolher, todos os dias, viver segundo a Sua vontade.