O Sermão da Montanha

O Sermão da Montanha

02 de Março de 202628 min 17 s

Capítulos

Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura do programa

E. Olá, seja bem-vindo. É bom tê-lo desse lado para mais um episódio da Voz da Esperança. É para nós uma alegria voltar sempre aqui à sua companhia, semana após semana. Estamos a fazer nesta temporada, isto já lá vão muitos episódios, quase que já lhe perdi a conta, aí mas é uma grande temporada porque estamos a estudar, a refletir sobre a história, a vida de Jesus. É uma biografia incrível, com muitos encontros, muitos ensinos, momentos que marcaram a história das pessoas que se encontraram com Jesus, mas que são muito mais do que isso, são momentos de encontro conosco próprios, com os nossos anseios, os nossos medos, expectativas, a nossa fé e a nossa vida.

É isso que vai acontecer mais uma vez aqui na Voz da Esperança. Por isso, deixe-se ficar conosco. Por agora, vamos ouvir cantar sobre esta extraordinária esperança.

Momento musical

Vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor É possuímos que Jesus nos dá Fé na promessa que nos fez Logo vem, e as nações daqui amém Vai a letra, vão cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos, dormiu-se, dormido a tocar, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.

Ondas e vozes ao som e com o ar Breve Jesus voltará Ondas do mar a canção e do ar Breve Jesus voltará Nem o Jesus poderá Nem o Jesus poderá.

Oferta especial

Voltamos, depois de ouvirmos este maravilhoso Hoco Esperança, para lhe dizer que hoje tenho, mais uma vez, como sempre, já sabe, aqui na Voz da Esperança e aqui na Novo Tempo, sempre ofertas especiais que têm um propósito. Eu vou lhe dizer, o propósito é que possa ir um pouco mais longe, continuar a aprofundar os temas que aqui falamos, as conversas que temos. as reflexões que aqui fazemos, hoje em especial. Há bocadinho dizia-lhe que estamos nesta grande temporada sobre a vida de Jesus e posso dizer-lhe que estamos, em grande parte, aquilo que tenho partilhado consigo aqui está baseado nesta magnífica obra que está aqui nas minhas mãos. Neste caso, uma edição em quatro fascículos, mas, na verdade, é uma obra só. Chama-se O Desejado. É uma biografia da vida de Jesus, na qual muito me inspiro, leio para depois lhe trazer aqui, claro, baseado sempre na Palavra de Deus, esta grande história.

Por isso, se quiser receber estes quatro pequenos volumes, O Desejado envia uma mensagem para nós, ok? Já sabe, basta um SMS, um WhatsApp, talvez ainda mais fácil, 933-939291. Este é o número da Novo Tempo ou da RCS, se nos tiver a escutar na rádio, que também eu sei que muitos estão connosco na rádio, aliás, onde este programa está há muitos anos, neste caso na rádio RCS, por isso 933-939291. Eu vi uma mensagem, basta dizer o desejado e nós vamos fazer chegar-lhe precisamente esta maravilhosa obra.

O sermão da montanha

Por falar em grande obra, esta sim é a maior e a mais extraordinária de todas as obras alguma vez escritas nesta terra, é isso que eu creio. É por isso que hoje eu queria partilhar consigo um texto que está aqui no Evangelho de Mateus e onde vamos basear a mensagem que a seguir vou partilhar consigo. O famoso, talvez o mais célebre de todos os sermões de Jesus, o Sermão da Montanha. Algumas palavras deste sermão, no início deste capítulo 5 de Mateus, diz que Jesus viu a multidão, subiu a um monte e sentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos. Então Jesus abriu a sua boca e ensinava-os, dizendo.

Agora diga-me se reconhece estas palavras. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. E bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos. Palavras extraordinárias, conhecidas como as bem-aventuranças, neste incrível sermão que depois continuou e eu queria falar-lhe hoje um pouco mais sobre ele. Na verdade, nós sabemos que Jesus tinha este hábito de viver entre as multidões que vinham expectantes para o ouvir.

E nessas pessoas havia gente ferida, cansada, doente, gente com culpa, gente com fome, fosse ela física ou espiritual. Esta fome não era só de pão realmente, era também de sentido e propósito na vida. Mas muitos vinham ter com Jesus atrás de um milagre, outros vinham por curiosidade, outros porque já não sabiam exatamente a quem recorrer e Jesus parecia uma última solução. O que é certo é que no meio deste ruído e da azáfama da vida, Jesus, neste dia em particular, fez algo surpreendente, embora se calhar não é assim tanto se conhecermos Jesus. Afastou-se um pouco da multidão, da confusão, subiu a um monte e sentou-se.

Nós sabemos que antes de mudar o mundo à nossa volta às vezes precisamos de começar por mudar o nosso próprio mundo. Isso muitas vezes acontece indo à parte, estando no silêncio e por isso Jesus era um especialista em fazer isto. Sabe que o grande tema de Jesus era o reino, o reino de Deus. E o reino que Jesus veio anunciar, ele não nasceu de revoltas populares ou revoluções civis, nem se consumou na busca por aplausos. O reino de Deus veio acontecer, manifestar-se no coração. o coração das pessoas, um coração rendido, sensível. É por isso que este Sermão da Montanha, como é conhecido, que ainda agora lhe lia um pouco, ele começou a tornar-se numa palavra, podemos dizer, extraordinariamente revolucionária, mas de uma maneira mais íntima, mais profunda.

Raramente Jesus guardava a palavra só para um pequeno círculo. De vez em quando ele falava aos seus discípulos, é certo. Mas nós sabemos que as multidões inteiras vinham ter com Jesus. Porquê? porque Jesus procurava, e intencionalmente, aqueles que estavam na ignorância, no erro, na confusão. E por isso Jesus falava de maneira a que pudesse trazer entendimento até à mente mais obscurecida, esclarecimento às pessoas mais simples. Por isso é que aqui, neste monte, diante de gente que vinha de toda a parte daquelas terras, da Galileia, da Judeia, de Jerusalém, de Ecápolis, Tiro ou Sidon, muitas das cidades conhecidas, e Jesus vinha e dele saía virtude, como os evangelhos nos dizem.

Neste dia em particular, a história mostra-nos que havia uma espécie de expectativa especial no ar. Porquê? Muitos esperavam que Jesus, por esta altura, fizesse um anúncio de um poder político, uma viragem nacional. No fundo que Jesus viesse finalmente falar de um reino terrestre que ele estaria capaz agora de liderar. Só que Jesus vem com outra intenção e por isso começou de uma maneira muito diferente. Jesus vem com promessas, certo, mas não com promessas de tronos e reinos, mas com bênçãos para o coração dos quebrantados.

E é aqui que Jesus é singular e único na sua forma de estar, de abordar esta realidade do que nós precisamos. O reino de Deus não se impõe por fora. O reino de Deus nasce dentro de cada um. Essa é a essência da mensagem de Jesus. Por isso é que ela nos interpela e é tão pessoal ainda hoje que a lemos milhares

As bem-aventuranças

de anos depois de ter sido escrita. Jesus abre a boca e o seu discurso começa a abençoar. E Jesus começa a declarar bem-aventurados, ou seja, felizes. Quem são estes que Jesus declara como felizes, como tendo esta alegria de viver uma ventura, quer dizer, uma felicidade que pode inundar a vida? Jesus vai dizer isto àqueles que o mundo normalmente despreza. E é aqui que está a surpresa. Ele fala dos pobres de espírito, dos que choram, dos que são mansos, dos que têm fome de sede e justiça. Talvez valha a pena questionarmos porquê Jesus vai chamar a este grupo de pessoas bem-aventurados.

Talvez a resposta seja que só quem reconhece a sua própria pobreza espiritual, a sua fraqueza, só esse é que está em condições de receber as riquezas que Deus tem para nós. É este paradoxo que explica a essência do Reino de Deus e da mensagem de Jesus. Porque aquela pessoa que é orgulhosa, por exemplo, tentando salvar-se a si próprio, ela está incapaz de receber esses dons da parte de Deus. É por isso que o Evangelho é revelado a quem? Aos humildes e contritos. E é assim desde sempre. Lá no Antigo Testamento, Deus dizia o seguinte através do profeta Isaías. Não sei se conhece esta passagem. Dizia que no alto e santo lugar eu habito, diz Deus, mas também com o contrito e o abatido de espírito.

No fundo está a ver, Jesus não veio trazer uma coisa realmente nova. Esta é a mensagem de Deus, sempre foi. Por isso é que no Reino de Deus, que Jesus veio ensinar e instaurar, o primeiro passo para o Reino é parar de fingir que somos fortes. Vamos voltar ao texto. bem-aventurados os que choram. O que é que isto quer dizer? Eu não creio que seja um elogio à tristeza vazia, à melancolia. Este é um outro choro. É o choro que nasce quando o Espírito Santo nos mostra o que é que o pecado faz em nós. O que o afastamento de Deus provoca na nossa vida. Por isso este choro não é um choro de derrota. Os que são bem-aventurados quando choram são aqueles que procuram a cura.

O profeta dizia assim, somente reconheça a tua iniquidade e eu não farei cair sobre ti a minha ira porque eu sou benigno. Isto escreveu o profeta Jeremias lá no capítulo 3. Ou seja, até na provação, Deus pode transformar as nossas lágrimas em alguma coisa que tenha um propósito, um caminho. Eu vejo os teus caminhos e os cerarei. Eu tornarei a dar consolo. Outro profeta, o profeta Isaías, escreveu isto no capítulo 57. Está a ver que são palavras muito próximas daquilo que Jesus disse. Este choro é o choro do arrependimento que não termina em culpa, ele termina em conforto.

Por isso é que podemos dizer que Deus nunca desperdiça as lágrimas. Talvez neste momento esteja a escutar alguém que tenha derramado muitas lágrimas. E hoje parece estranho Jesus dizer, bem-aventurados os que choram. Eu quero dizer-lhe, Deus nunca desperdiça nenhuma das suas lágrimas. Elas são como uma semente para o que Deus quer fazer na sua vida. Bem-aventurados os mansos, continua Jesus. Vamos escavar aqui um pouco. Mansicidão, o que é isso? Mansicidão não é fraqueza. Mesmo se no mundo em que nós vivemos, às vezes, parece que os fortes dominam tudo. Mas mansidão é domínio, só que é domínio próprio.

E domínio próprio é uma coisa extraordinária. É esconder-se atrás da capacidade de reconhecer o que é melhor. Por isso, domínio próprio, mansidão é coragem, não é cobardia. É coragem de não devolver na mesma moeda, se alguém nos ofende. é manter o espírito calmo, mesmo quando à nossa volta nos quer incendiar o coração para algum tipo de ação imediata, não pensada. Por isso é que a maior nobreza de um homem, de uma mulher, de um cristão, de um crente, a maior nobreza que se pode encontrar nesta terra é esta. Não deixar que seja o mal evitar o tom da nossa voz, o tom da nossa conduta, das nossas escolhas.

Não é o mal que nos guia. Por isso é que os mansos são aqui considerados bem-aventurados. O Salmo 138 diz assim, ainda que o Senhor seja excelso, ou seja, extraordinário em poder, ele atenta para o humilde. Está a ver como esta mensagem de Jesus, ela no fundo é a grande mensagem que Deus sempre deixou. O mundo, muitas vezes, o que é que faz? Aplaude os fortes, os que falam mais alto. Às vezes, no mundo da política ou no mundo das empresas, parece que aquele que tiver um ar mais forte, gritar mais alto, parece que ganha os debates, como muitas vezes se diz. Mas o Reino de Deus faz o seguinte, honra a mansidão. E quem se entrega a Jesus por dentro, Vive esta paz profunda, não precisa de aparentar que é o maior ou que é o superior.

O discurso continua, bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça. O que estará aqui por trás destas palavras? Com certeza, na mesma linha, não é a fome de ter razão, de estar sempre certo. É uma sede de querer ser transformado. Porque quem sente a sua própria indignidade, o que é que faz? Começa a desejar a justiça que Cristo nos pode dar. E Jesus, Ele faz essa promessa. Diz-nos que esses, os que têm fome desta justiça, esses serão fartos. Porque o que Deus quer fazer é isto. Tomar, pegar naquilo que é de Cristo na nossa vida e moldar-nos. ser capaz de nos moldar à sua imagem.

É por isso que o reino de Deus não cresce com esforço, com nervosismo. Cresce com fome. São duas coisas diferentes. Que é uma vontade de ser saciado. E nós podemos ter a certeza disto. Deus nunca frustra quem o deseja mais do que tudo o que é contrário à sua vontade. Jesus ainda vem também falar ao coração daqueles que vivem este conflito, o conflito de querer ter paz e nem sempre conseguir, num mundo onde o conflito se vê de muitas formas. Jesus disse, bem-aventurados os pacificadores. Esta paz de que Cristo fala, mais uma vez, é a paz do seu reino. Não é um silêncio superficial. É uma paz que vem da verdade, do potencial da reconciliação, seja com as pessoas que nos têm ofendido ou com quem estamos com problemas, seja com o nosso Deus.

O Salmo 119 tem frases e expressões maravilhosas, muito conhecidas. Uma delas, lá no versículo 165, diz que muita paz têm os que amam a tua lei. Curioso isto. E Jesus aqui elabora, se quiser até mais longe, esta verdade. Ou seja, se tu vais ao altar de uma igreja, se vais à presença de Deus, e te lembras que há uma ferida com o teu irmão, então vai e primeiro reconcilia-te com ele. Depois, no próprio capítulo 5, ou seja, neste Sermão da Montanha, Jesus vai elaborar sobre este tema. Ou seja, o que isto quer dizer é que Deus não aceita a adoração daquele que se diz crente, mas que ignora o amor, a reconciliação, a pacificação com os outros.

Por isso é que podemos dizer que não há uma espiritualidade madura onde falta reconciliação. Não dá para orar a Deus com o punho fechado. Não dá. As duas coisas não são possíveis. Querer bater no outro e pedir a benção de Deus. É isto ser pacificador. Jesus continuou ainda o seu sermão e disse algo que talvez até nos pode assustar um pouco, mas que é muito importante ser compreendido. É interessante, porque isto não é um peso impossível que Jesus queira dar para nós, uma frasquia que ninguém pode chegar.

Nós devemos ler estas palavras mais como uma promessa, Cristo veio a esta terra para fazer o quê? Para quebrar o poder do inimigo. Para nos guardar. De pecarmos, de falharmos. De irmos para o lado errado. Por isso é que não há desculpas para nós desejarmos ou cultivarmos o mal. Claro, como é que isto se consegue? Porque Cristo se liga a nós. É isso que a Bíblia diz constantemente. Foi isso que Jesus ensinou. É permanecer nele. É usá-lo a ele como essa escada que nos liga ao céu. Por isso é que Jesus veio a esta terra, porque a sua humanidade, ela toca a nossa fraqueza. Jesus veio, aliás, aqui, lembra-se do que disse o apóstolo Paulo, ele veio em semelhança do que é pecado, só que ele viveu sem pecado.

Ele é que viveu uma vida perfeita. Isso para nós é uma referência. O padrão é alto, claro, mas o padrão é alto porque o exemplo que nós temos é altíssimo. O Deus que pede é o Deus que oferece. Esta é uma verdade que nós precisamos de compreender em todo o tempo. É por isso que Jesus acaba por desmontar aqui uma espécie de mentira religiosa que muitas vezes acaba por estar presente na vida daqueles que têm fé. É achar que basta concordar com doutrinas ou que é suficiente cumprir certos ritos. Não, isso é a justiça farisaica.

que Jesus tantas vezes identificou, que é uma religião teórica, do exterior, mas que depois não tem nada a ver com o que está no coração. Por isso é que Jesus vem no seu sermão e ensina que a justiça do reino de Deus é a conformidade do coração, da vida, dos sentimentos. A minha experiência é a conformidade de tudo isso com a vontade de Deus. Por isso, tantas vezes a Bíblia explica. O Salmo 19 diz que a lei do Senhor é perfeita e ela refrigera a alma. Até parece estranho, não é? Uma frase com esta expressão sobre a lei. Sim, porque a lei não foi abolida. Ela foi engrandecida pela vida de Cristo. Uma vida obediente, um exemplo perfeito.

E Jesus continua a mostrar-nos, precisamente, que é possível sermos conduzidos até ao Salvador, porque Ele viveu essa vida extraordinária e perfeita. Por isso, hoje, nós podemos ir a Jesus. Hoje podemos ouvir a Sua voz e saber que religião sem transformação não é o que

Momento musical

Jesus preparou e pensou para a nossa vida. Vamos escutar a voz da Flávia que nos vai conduzir nesta mensagem e ajudar-nos a compreender como em Jesus é que nós temos esta verdade maravilhosa. Porque o teu amor é melhor do que a vida Os meus lábios te louvarão Enquanto eu viver Em teu nome levantarei As minhas mãos A minha alma se fartará Só em ti Só em ti, meu Jesus Só em ti A minha alma se fardará Só em ti

Meu Jesus Porque o Teu amor é melhor do que a vida Os meus lábios Te honrarão enquanto eu viver As minhas mãos A minha alma se fardará Só em ti Só em ti A minha alma se fardará Meu Jesus, sou em Ti A minha alma se fartará Sou em Ti Sou em Ti Meu Jesus Sou

em Ti A minha alma se fardará Só em Ti Só em Ti, meu Jesus Só em Ti A minha alma se fardará.

Encerramento e despedida

Eu desejo que esta maravilhosa verdade e experiência que acabámos de ouvir seja também real na sua vida. Foi um prazer ter estado consigo em mais um programa, em mais um episódio da Voz da Esperança. Hoje estive a oferecer-lhe, quero só recordar-lhe, que esta obra maravilhosa, uma das obras que mais impacto teve na minha vida, ainda era eu um miúdo, na minha adolescência, e hoje também quero ter o prazer de lhe oferecer, o desejado. Envie uma mensagem para nós, se quiser receber e poder ler com calma e profundidade esta obra sobre a vida de Jesus. Envie uma mensagem para o 933 939291. Se Deus quiser, se tivermos vida e saúde, o nosso encontro está marcado. Na próxima semana voltamos a encontrarmos. E até lá desejo muito que Deus o abençoe e que ele seja uma voz de esperança constante na sua vida.

Sobre este episódio

Neste episódio da Voz da Esperança, somos conduzidos ao coração de um dos discursos mais marcantes de Jesus, o Sermão da Montanha, registado em Mateus 5.

As palavras “Bem-aventurados” ecoam ainda hoje como um convite profundo à transformação interior. Jesus declara felizes aqueles que o mundo normalmente ignora, os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça.

✨ O que significa realmente ser bem-aventurado? ✨ Porque é que o Reino de Deus começa dentro de nós? ✨ Como viver uma fé autêntica, que transforma o coração e não apenas o exterior?

Neste episódio, refletimos sobre a verdadeira essência do Reino de Deus, um reino que não se impõe pela força, mas que floresce num coração humilde, arrependido e disposto a ser moldado por Cristo.

📺 Veja também a programação da Novo Tempo Portugal: 📡 No canal 186 da MEO 📱 Ou aqui mesmo no YouTube 🌐 Site oficial: www.novotempo.pt 👍 Facebook: facebook.com/novotempo.pt 📸 Instagram: instagram.com/novotempo.pt 📞 Telefone / SMS / WhatsApp: 933 93 92 91

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 47
Estreou
02 de Março de 2026
Categoria
Outros