O convite

O convite

23 de Março de 202627 min 51 s

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Como está, meu querido amigo, apresado amigão? Prazer estar consigo. Estamos de regresso aqui à Novo Tempo e estamos, claro, muito contentes por regressar connosco aqui a este espaço. Agora é tempo de ouvirmos o quarteto Voz da Esperança. Esperança, normalmente, é como um hino, um refrão que repetimos aqui, programa após programa, porque é uma forma de o ajudarmos a entender que estamos aqui para lhe falar de esperança, para encher o seu coração de motivos para ter esperança. Hoje vamos continuar a descobrir como Jesus tem uma mensagem extraordinária para nós.

Deixe-se ficar connosco, estamos na Voz da Esperança. Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Repossuímos que Jesus nos dá Eis que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos de Deus, a trombita tocai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.

é Dê-me, Jesus, o melhor Dê-me, Jesus, a melhor experiência

Estudo bíblico

Já sabe que para nós aqui o fundamento da esperança também está em aprofundarmos a palavra de Deus, porque acreditamos que nela temos realmente aquilo que precisamos para fundamentar a nossa fé, para alimentar o nosso coração. Entre as muitas revistas, guias de estudo que temos para ajudar e apoiar nesse estudo profundo da Bíblia, há um aqui muito especial que se chama Na Mira da Verdade. Não sei se este nome lhe diz alguma coisa. Na mira da verdade é um programa que está aqui na Novo Tempo, na nossa grelha de programação. É um programa feito na Novo Tempo Brasil. Na verdade, claro, este canal é uma grande parceria com a Novo Tempo no Brasil. E o professor Aleandro Quadros é um mestre, realmente um homem muito conhecedor da Bíblia.

ele escreveu esta revista, que é um pouco diferente das que acostumamos aqui a partilhar, mais do que temas, são respostas a perguntas. Muitas destas perguntas são enviadas, aliás, pelos ouvintes, pelos espectadores da Novo Tempo, e então aqui tem textos difíceis, por exemplo, para entender, e depois algumas perguntas concretas, E aqui tem respostas a muitos desses desafios, que com certeza vão ser muito úteis também para si. Então envia uma mensagenzinha para nós a dizer Na Mira da Verdade, ou diga mesmo que gostava de receber o guia Na Mira da Verdade. Vai ver que é uma revista muito interessante. Já sabe o nosso número. Vamos a isso. 933... 9-3-9-2-9-1, ok?

9-3-3 e depois é muito fácil, sempre a descer. 9-3-9-2-9-1. Peça na mira da verdade. Nós vamos ter muito gosto em fazer-lhe chegar esta revista. Quem estava sempre na mira da verdade era Jesus. Porque a verdade estava sempre nos seus lábios. Hoje vamos voltar, é isso que estamos a fazer nesta grande temporada, a fazer um percurso biográfico, praticamente, nos encontros, nos discursos, nos ensinos, muitas histórias de Jesus. Por esta altura estamos aqui em Mateus, no capítulo 11, é o que lhe proponho hoje. para analisarmos aqui um convite cheio de significado. Tornaram-se célebres estas palavras, mas mais do que isso é o que elas significam, o impacto que têm.

Vou ler para si dois versículos aqui em Mateus 11, 28 e 29. Vinde a mim todos os que estáis cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma.

O cansaço da vida

Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Palavras extraordinárias. Vamos mergulhar nesta promessa, neste convite que Jesus nos fez. Cansaço é assim que se sente O tempo que nós vivemos é de tanta exigência para muitas pessoas que cansaço define bem a experiência de muitas pessoas. Cansaço físico, emocional. Eu posso dizer-lhe que cada vez me confronto mais com pessoas jovens, pessoas cada vez mais jovens, com cansaço emocional muito profundo. Também cansaço espiritual, que marca a experiência de algumas pessoas. Sabe que estar cansado não é só por se trabalhar muito.

Estar cansado é estar sobrecarregado. Às vezes por expectativas que depois não conseguimos cumprir, por culpas que vamos guardando no coração, pressões internas e externas, medos que às vezes nem sabemos exatamente nomear, traumas que ficam guardados. E muitas pessoas sentem este tipo de experiência todos os dias. Talvez seja o seu caso aí desse lado. É por isso que é importante olharmos para textos como este que hoje estamos a ler, porque foi a este tipo de multidão que Jesus também se dirigiu. É claro que os desafios nestes séculos e no tempo que Jesus viveu eram muito diferentes dos desafios de hoje, seguramente.

Eles são diferentes, mas não quer dizer que não sejam experiências humanas muito similares. Por isso Jesus falava para multidões, a quem se dirigiu quando pronunciou este que é um dos convites mais maravilhosos e universais que nós encontramos no Evangelho. É um convite que podemos dizer coisas como não exige currículo espiritual. Não é preciso ter cargos ou funções ou estatutos espirituais. Não exige sequer força moral prévia. Estar ali numa condição de bonzinho, de perfeito ou de santo. É um convite que exige apenas uma coisa. Coragem sim, mas de se aproximar. E é neste contexto que surgem estas palavras.

Vinde a mim. Qual é o convite? Vinde a mim, diz Jesus, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos alivierei. Não me diga que estas palavras não parecem tão atuais hoje. Pessoas cansadas e oprimidas. Estas palavras, portanto, não foram ditas para um grupo seleto, nem para pessoas espiritualmente com esta ou aquela característica. Estas palavras foram dirigidas a uma multidão, portanto, gente comum, só que gente marcada por fardos na sua vida. Uns visíveis, outros invisíveis. Jesus deixou claro que ninguém está fora do alcance do seu cuidado.

Esta é a promessa e o convite. Todos os que estão cansados, todos os que estão oprimidos, todos os que carregam pesos que às vezes têm a sensação que já não conseguem suportar sozinhos, são esses que são incluídos neste convite. Sabe que neste tempo os líderes religiosos desta época, muitas vezes na Bíblia chamados como escribas ou friseus, eram zelosos, muito zelosos nas formas, para se cumprir os rituais e as coisas que eram supostas ser feitas, mas muito vazios de providenciar descanso, paz, através da palavra de Deus e da sua liderança. Os ritos não traziam paz nem ao povo nem a eles mesmos.

Por isso é que a Bíblia fala dos publicanos, conhecidos por serem pessoas imorais, injustas, os pecadores fossem, de que tipo fossem, embora aparentem satisfação com a vida terrena, na verdade tinham a mesma inquietação no coração. E é isto que é interessante. Os líderes religiosos, frios e vazios, e aqueles que todos considerariam como os imorais, todos se encontram unidos diante desta mesma realidade. um coração que não tem paz, que não está satisfeito, que não é preenchido. Só que Jesus vê além das aparências. Por isso é que, quer olho para uns, quer para os outros, o que é que Jesus via?

Almas fatigadas, esperanças frustradas, corações que tentavam silenciar a dor, mas que no fundo viviam esta experiência de cansaço profundo. E a todos eles, Jesus vem neste seu convite oferecer descanso.

O jugo de Cristo

Este descanso não pode ser confundido com uma espécie de fuga da vida e dos problemas. Por isso é que Jesus diz, Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim. O descanso que Cristo oferece, ele nunca é a ausência de responsabilidade. Como se, ok, Jesus agora é uma espécie de seguro e eu já não preciso me preocupar com nada. Este jogo, o que é que ele pode representar? Este jogo, entre outras coisas, representa com certeza uma direção, um compromisso. Todos servem ou algo ou alguém. Esta é a realidade. Todos estamos comprometidos com alguma coisa.

Só que podemos carregar o peso das nossas próprias vontades e desejos, às vezes desordenados, ou então, em alternativa, que é isso que Jesus traz, é uma alternativa, aprendemos a caminhar debaixo do jugo de Cristo. O maior fardo que o ser humano carrega é o pecado. Isso é o que a Bíblia explica. Há pessoas que estão mais conscientes, outras menos conscientes. Mas essa é a essência da carga que o ser humano tem. É o pecado, é o afastamento do plano de Deus. Isso vai-se manifestar em sentimentos de culpa, de vergonha, de se sentir separado de Deus. Uma solidão que pode ser espiritual, muitas vezes. E, no fundo, estas coisas o que é que trazem?

Um peso à vida das pessoas que esmaga. E depois Jesus vem, mais uma vez, é sempre isto, Jesus vem como a alternativa. O inocente, aquele que não tinha culpa nenhuma, que não tinha que sentir peso nenhum, ele tomou o nosso lugar. Esse é o grande centro do Evangelho, o coração da palavra de Deus. Sobre Jesus caiu a iniquidade de todos nós. Lembra-se destas palavras ditas pelo profeta Isaías. Ele carregou o peso daquilo que nós não podíamos carregar. não seríamos capazes, iríamos sucumbir. E por isso Jesus é que levou o fardo mais pesado. Esta ideia, que é teológica, é teórica, mas que se pode traduzir na nossa vida real como?

Porque Jesus oferece descanso verdadeiro à nossa vida e nós podemos experimentar isso. E Jesus não fala de longe. Jesus também não fala na teoria. É isso que torna a mensagem do Evangelho extraordinária, porque Jesus conheceu a experiência humana. É isso que significa Jesus ter deixado o céu e ter vindo à terra. Ele foi tentado como nós, ele sofreu como nós, ele chorou mesmo como nós. Ou seja, Jesus conhece as nossas fraquezas, as nossas feridas, as nossas lutas, quer as externas, as físicas, também as internas, as interiores. Ele viveu esses dilemas. Por isso, quando Jesus diz, vinde a mim, ele fala como alguém que sabe exatamente o que é que nós estamos a viver.

É muito importante compreender isto. O Salvador, o Senhor que conta as estrelas e tem o universo nas suas mãos, é o mesmo Deus. O amigo, o que está perto, o que sara o coração nos quebrantados, o que liga as feridas, Essa é a ideia de um descanso que nos é prometido e que tem a ver com aprender dele. Por isso é que ele diz, aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração. Já noutras ocasiões aqui lhe falei que na Bíblia a mansidão e a humildade não são sinais de fraqueza de forma alguma.

Na verdade são um segredo que a Bíblia e que Deus nos mostra para experimentar uma paz interior. Porque quando nós somos mansos vivemos essa mansidão e ela manifesta-se em tudo na nossa vida. O coração de Jesus, ele vivia como? Em perfeita harmonia com o Pai. Jesus dizia muitas vezes, eu e o Pai somos um, quem me vê a mim vê o Pai. Ou seja, Jesus não era governado nem por coisas à sua volta, por aplausos. Mas Jesus também não era destruído por críticas. Por isso, a sua vida não era governada por essas coisas externas que umas vezes parecem ótimas e depois outras estão uma desgraça. A paz de Jesus não dependia de quê? Das circunstâncias, do que estivesse a acontecer.

Jesus vivia numa absoluta confiança em Deus, o Pai, e isso é que lhe permitia viver em absoluta paz e por isso prometer essa paz. Muitas pessoas vivem exaustas. Isso é compreensível. Mas muitas vezes a nossa exaustão, o nosso cansaço, ele vem de tentarmos atingir os padrões, as fasquias que outros colocam sobre nós. E se nós começamos a aceitar esses valores constantes, as pressões, estes ritmos acelerados, às vezes quase desumanos, então aí é que a vida começa a tornar-se um peso insuportável. Entenda isto, se a sua vida for vivida para corresponder a expectativas permanentes, sejam criadas por si ou por outros, se essas expectativas não forem satisfeitas, que resultado é que isso vai ter?

Isso vai corroer o seu interior, a sua consciência, vai esgotar, minar as forças e rouba mesmo a nossa alegria de viver. Por isso Jesus chama a este peso, um peso de jogo, de servidão e Jesus oferece outro peso, outro jogo. A palavra jogo pode parecer que é uma coisa negativa, mas Jesus está a dá-la em alternativa. É como se ele dissesse assim, olha, tu tens um jogo, um peso sobre a tua vida. Eu também tenho um, só que o meu é suave. O meu fardo é leve. Ora, isto não quer dizer que a vida se vai tornar assim uma vida fácil do momento em que eu aceito Jesus, Mas o peso torna-se leve porque eu partilho com ele.

É uma experiência que só sendo vivida, sabe? Eu estou aqui a tentar expressá-la. Mas só vivendo isto é possível perceber como é real. Aprender de Cristo significa isto. Nós aprendemos, percebemos o caminho para submeter a nossa vontade pessoal à vontade de Deus. Ou alinhar as duas, se quiser. Isto, na prática, é confiar que Deus vê o fim desde o princípio. Ele sabe o que é bom. Jesus sabe melhor do que eu o que é melhor para mim. É uma verdade antiga, tão simples e tão clara. A nossa ansiedade às vezes cega-nos. Ficamos ofegantes, aflitos, com medo do futuro. Só que Cristo já conhece o caminho.

Jesus já sabe o que vem aí. Quando nós colocamos essa ideia de honrar a Deus, de o servir como prioridade. Essas outras perplexidades da vida começam a perder força. E o caminho torna-se mais claro. É isto o jogo de Cristo. Entende melhor agora? O jogo de Cristo não o oprime. Alinha a nossa vida. Dá-lhe uma orientação. Assim como, e a palavra vem daí, o jugo, assim designado quando os animais, os bois, por exemplo, faziam o trabalho da terra, o jugo era colocado sobre eles para que eles puxassem o peso de forma equilibrada. Se os animais fossem obrigados a fazer o seu trabalho sem o jugo, como poderiam fazer força um para cada lado, no fundo, anulavam-se um ao outro.

Esta metáfora, claro que está aqui, serve para nos mostrar que o jugo de Cristo sobre nós não é um peso que nos vai ali a cabrunhar, coitados de nós. Não sei se alguns crentes se calhar já lhe mostraram a vida cristã assim, mas é o contrário. Este jogo de Cristo, de que ele fala como um convite, torna a nossa vida possível. Porque nós passamos a caminhar com ele, a trabalhar com ele, mesmo quando sofremos as peripécias e amarguras da vida. É com ele que as sofremos, é nele que descansamos. Trata-se de verdadeiro descanso. E este verdadeiro descanso nasce de uma entrega completa. Há muitas pessoas que professam até fé, só que na vida concreta não entregaram esse julgo a Cristo.

Há pessoas que querem Cristo como salvador, querem Cristo como o homem da igreja, do crucifixo, só que muitas vezes não querem Cristo como Senhor. Isto é uma frase antiga, conhecida, mas eu não queria que fosse hoje aqui para si uma frase feita, sabe? Porque crer Cristo como Senhor é isso que Jesus está a dizer quando convida. Vem, vem a mim. Toma o meu jogo. Confia. Se nós tivermos resistência, podemos até ter a aparência de cumprir certos rituais, religiosos, mas nós não estamos a experimentar uma paz profunda.

A paz no coração

E eu tenho que lhe dizer de coração, eu, na minha vida, tenho-me cruzado com muitas pessoas, mesmo como um líder, sobretudo como um líder cristão, sabe? E vejo muitas pessoas, todas as idades, jovens, menos jovens, pessoas que estão a viver a vida cristã, mas ela é um peso constante, não conseguem encontrar alegria na sua vida espiritual. E eu digo isto para quê? Para alertá-lo. Quando Cristo reina no coração, pode ter a certeza, aí nasce um novo espírito. E quando esse espírito brota em nós, então vem uma nova forma. Aqueles que se apegam, que se agarram à palavra de Jesus, aqueles que confiam a sua vida e a entregam nas suas mãos, esses são os que estão mais perto de encontrar esta paz, mesmo no meio da luta e da adversidade.

Eu sei bem que a vida às vezes parece um emaranhado de lutas e problemas. Mas há o artista divino, é isso que significa Deus ser o Criador. Ele é o artista, o artesão. Ele sabe exatamente como é que pode alinhar essas coisas emaranhadas para transformar a confusão da nossa vida num sentido, em bênção, em propósito. Transformar a dor em maturidade. Quando nós entramos no descanso de Cristo, acredito uma coisa, é como se o céu já começasse aqui. E a vida eterna deixa de ser apenas uma coisa, uma promessa para o futuro e começa a ser uma experiência que nós fazemos hoje. Eu desejo de todo o meu coração que você também consiga começar agora mesmo a fazer essa experiência na sua vida.

Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Estou aqui Estou aqui Vejo a dor que te faz chorar Consolar-te Amar-te Eternamente Então segura a minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei

Vem a mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Jure, jure, jure que o Senhor está a sofrer Ouça o grito no silêncio do coração Meu amor, consolar-terá Amar-te eternamente Então segura a minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Contigo estou pra sempre O meu

amor é pra sempre Nunca te deixarei Seja a dor Nunca te deixarei Estou aqui Nunca te deixarei Nos meus braços descalço Ouviu

Encerramento

este maravilhoso convite da voz do Partido? Vem a mim, é o que Jesus lhe diz. Foi o convite que nós hoje estivemos a analisar juntos. E foi um prazer para mim ter estado consigo. Relembro só que temos hoje o guia Na Mira da Verdade. Se quiser recebê-lo, envie uma mensagem para nós, para o 933-939291, para podermos fazer chegar até si esta oferta, que o vai ajudar a compreender melhor esta verdade maravilhosa. Hoje ouvimos do convite. Vem a mim, se estás cansado e oprimido. Que Deus o abençoe e o ajude a viver esta experiência. Vemo-nos no próximo episódio. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio, somos convidados a refletir sobre um dos apelos mais profundos e intemporais de Jesus, “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos”. Uma mensagem que atravessa gerações e continua a falar diretamente ao coração de quem vive sobrecarregado.

Vivemos num tempo marcado pelo cansaço, físico, emocional e espiritual. As exigências, as pressões e as expectativas acumulam-se e tornam a vida pesada. Mas Jesus apresenta uma alternativa, um caminho diferente, onde o peso é partilhado e o descanso é real.

✨ Neste episódio, descobrimos que o descanso que Cristo oferece não é fuga, mas transformação. Não é ausência de responsabilidades, mas uma nova forma de viver, com direção, propósito e paz interior.

📖 “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” Mateus 11:28

Jesus conhece as nossas lutas, as nossas dores e as nossas fragilidades. Ele não exige perfeição, apenas um passo de confiança. Ao aceitar o Seu convite, encontramos não apenas alívio, mas uma nova forma de viver, alinhada com a vontade de Deus.

👉 Se sente o peso da vida, este episódio é para si. Permita-se ouvir este convite e experimentar o verdadeiro descanso.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 50
Estreou
23 de Março de 2026
Categoria
Outros