Espero encontrá-lo bem a si e em casa. Mais uma vez estamos aqui juntos na Novo Tempo Portugal, o canal da esperança, para falarmos precisamente sobre este tema. A esperança. Esta é a Voz da Esperança, um programa que há muitos anos aqui lhe faz companhia. Muito obrigado por estar aí desse lado. Eu queria dizer-lhe que, já há algum tempo que não partilho aqui consigo, se porventura hoje está na sua televisão, no carro, no rádio, a ouvir a Voz da Esperança, saiba que pode ver todos os episódios do programa no YouTube.
Por isso eu aconselho a ir ao canal YouTube da Novo Tempo Portugal. Basta procurar mesmo. Novo Tempo Portugal. Vai entrar no nosso canal. Existem outras Novo Tempo, eventualmente, por isso é que tem que escrever Novo Tempo Portugal para entrar no nosso canal. E tem todos os episódios. Já são mais de 40 episódios que vai poder acompanhar, se quiser ir atrás, ver os
vários temas. Por isso fica hoje este desafio. Estou preparado, por isso vamos hoje continuar a viajar através da história, dos encontros de Jesus. Antes disso, o quarteto Voz da Esperança vai juntar-se aqui a mim mais uma vez. Vamos ouvir estas quatro maravilhosas vozes. Vamos ser dirigidos musicalmente pelo maestro André Santos. Seja bem-vindo. Está com a Voz da Esperança.
Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Reconstruímos que Jesus nos dá A promessa que nos fez Vês que o tempo logo vem Das nações aqui além Vem a letra, vão cantar Aleluia Sermos de Deus e trombita do Car Prevos Jesus voltará A todo mundo a missagem levar
Breve Jesus voltará. Ondas e balas, o sol e o coelho, Breve Jesus voltará. Ondas no mar, a canção e o coelho, Jesus voltará. Preva virá. Preva virá. Preva virá.
Preva Jesus voltará. Jesus, como eu te esperei. Amém. Amém.
breve virá, esta é a nossa absoluta confiança, que Jesus vai cumprir as promessas que fez, e por isso a esperança anima o nosso coração, nós cremos nisso. Por falar em crer, eu hoje tenho aqui uma oferta especial para lhe fazer, é um guia de estudo, eu creio, é uma viagem também através da palavra de Deus. São diversos temas, que vão ajudá-lo a compreender um conjunto de grandes conhecimentos que a Bíblia tem, por exemplo, sobre a lei de Deus ou sobre a criação, sobre a morte. O que é que a Bíblia diz sobre a morte? Enfim, são temas diversos em que cada um destes capítulos tem um conjunto de perguntas, textos bíblicos para procurar e depois vários comentários que no fundo vão ajudar, página a página, a encontrar respostas.
Especialmente para aqueles que criem na Palavra de Deus, a Bíblia, mas querem conhecê-la mais profundamente. Se é o seu caso, aqui está. Eu creio é a oferta que hoje tenho para si. 933 939291. Este é o número do Novo Tempo. Envie um SMS para nós, envie um WhatsApp e diga-nos que quer receber a revista Eu Creio. Basta dizer isso e a nossa equipa vai contactá-lo pessoalmente, os nossos contactos são sempre pessoais, para termos da sua parte a informação necessária para lhe enviar, claro, gratuitamente, neste caso, a revista Eu Creio.
porque nós queremos em Jesus, queremos no que a Bíblia diz sobre a sua vida e a sua história. Hoje vamos entrar em mais um momento extraordinário, mais uma história da vida do Mestre. Nós hoje vivemos num tempo em que a fé ou é deixada de lado por muitos como uma parte irrelevante da vida, às vezes confundida com coisas visíveis, com provas ou evidências. É claro, todos nós gostamos de sinais, garantias, confirmações imediatas. Talvez, como nunca, vivemos num tempo, claro, da racionalidade, da razão. Tudo isso está certo, mas há um pormenor muito importante.
Os Evangelhos mostram-nos, vez após vez, que Jesus falou, ensinou, E Jesus, sobretudo, procurou, enquanto aqui esteve nesta terra, uma fé que não exige ver, antes uma fé que confia. É precisamente neste contexto que se desenha a história de um homem, não sabemos o seu nome, apenas que era um centurião romano, e essa é a história da qual eu hoje lhe quero falar. Uma narrativa simples, uma história profunda, espiritualmente interessante, com muitas implicações. É por isso que podemos refletir sobre ela.
Mas é uma história verdadeira que nos conduz, eu quase diria, ao coração do que é que significa crer verdadeiramente. O que é a fé? Como é que ela se manifesta? Como é que ela acontece? Jesus já tinha expressado a dor que lhe causava, a incredulidade, a falda de fé que ele via entre o próprio povo de Deus. Às vezes, até entre aqueles que o seguiam. Aliás, foi por isso que Jesus utilizou esta expressão, acusando este povo, dizendo-lhe se vós não virdes sinais e milagres, então não crereis. No entanto, Diante de Jesus, nesta ocasião, surge um homem, eu vou dizer inesperado porque foi uma história, uma circunstância que se calhar ninguém imaginaria que iria acontecer.
O que é que se tratou? Um centurião romano, um homem estrangeiro por isso, pagão, na linguagem judaica, cristã, diríamos, um homem pagão de nascimento. No entanto, ele manifestou uma fé que veio a provocar uma grande admiração no próprio filho de Deus. É por isso que a sua história está registrada. Um homem que não pediu sinais, que não exigiu ver coisas, nem reivindicou direitos. Porque ele sabia que não os tinha. Afinal, Jesus não era o homem que ele seguia, nem a fé de Israel, ou nem sequer era um conhecedor da palavra de Deus dos perfetas.
Mas este foi o homem que disse uma célebre frase a Jesus. Diz apenas uma palavra e o meu servo será curado. O servo deste homem, um centurião, um homem de responsabilidade militar entre os romanos, ele tinha um servo, um criado, como quisermos dizer, algumas traduções dizem criado, que estava doente, na verdade, à beira da morte. Agora, note o seguinte, talvez isto seja do mais interessante e importante nesta história. Para muitos romanos, um escravo era apenas uma propriedade praticamente descartável, quase como se fosse um objeto, uma coisa que se tem, Mas este centurião amava o seu servo. Talvez seja aqui que esta história toma um rumo inesperado.
O coração deste homem, um chefe militar, talvez habituado a ser duro e a dar ordens, mas o coração deste homem, de alguma maneira, que não sabemos os detalhes dessa história, o seu coração, eu dizia, já tinha sido trabalhado pela graça de Deus, antes mesmo de ele conhecer Jesus pessoalmente. Sim, ele tinha observado a fé dos judeus, respeitava o seu culto. Os evangelhos até contam que ele tinha ajudado a construir a sinagoga, portanto era um homem que tinha respeito pela fé dos outros. E, portanto, era reconhecido que havia ali algo que era superior à religião que ele conhecia. Porque quando ele ouviu falar de Jesus, algo nele sentiu-se profundamente tocado.
Eu acredito que não foi apenas uma curiosidade superficial, mas podemos falar de uma fé profunda. Certamente foi uma fé silenciosa, não foi uma fé que se manifestou nas praças ou nas ruas ou nos templos, mas ainda assim uma fé profundamente confiante. O que é que aconteceu? Este centurião sentindo-se indigno, em vez de ir pessoalmente ter com Jesus, ele pediu aos anciãos judeus, que ele conhecia e com quem tinha uma relação, pediu-lhe que eles intercedessem. Estes homens vieram ter com Jesus e apresentaram argumentos baseados em quê? Baseados no mérito. Então, estes enviados, anciãos judeus, vieram ter com Jesus e tentaram convencer Jesus de que valia a pena ele ajudar este centurião romano.
Começaram a dizer coisas como, mestre, ele ama a nossa nação, é nosso amigo, ele construiu-nos uma sinagoga, ele é digno, é um mecenas. Mas quando Jesus se aproxima, o próprio centurião envia outra mensagem. À medida que Jesus começou a caminhar em direção à sua casa, então veio um enviado da casa do centurião com esta mensagem. Senhor, eu não sou digno que tu venhas ter comigo. Veja o contraste que encontramos entre esta história e muitos outros momentos que nós conhecemos da vida de Jesus. e até dos enviados judeus. Enquanto eles apelavam à justiça própria, aos seus méritos, àquilo que ele tinha para apresentar, como se fosse uma evidência de que ele merecia ser ajudado, o outro vem e apenas apela à misericórdia.
Por isso é que podemos dizer que este centurião compreendeu alguma coisa essencial. Aliás, fazia parte da sua vida. Autoridade. O centurião sabia o que era dar ordens e ver essas ordens cumpridas. Por isso estamos a falar de um homem que compreendia o conceito de ter autoridade. Por isso é que ele reconhece que Jesus tem autoridade. Mas uma autoridade infinitamente superior. Para este homem, a palavra de Cristo é suficiente. Ele não precisa de toque, de presença física, nem sequer de rituais. O centurião percebia que a palavra de Jesus seria suficiente e por isso mandou dizer a Jesus que bastaria que ele falasse, que ele dissesse uma palavra e ele tinha a certeza, a fé profunda de que o seu servo seria curado.
E Jesus quando viu este quadro, esta mensagem enviada, Jesus ficou maravilhado, podemos dizer isso. Por isso é que Jesus disse à multidão, é isto que está registrado lá no Evangelho, nem ainda em Israel eu encontrei tanta fé. Portanto, naquele momento, à distância, segundo a palavra de Jesus, o servo deste centurião foi curado. Esta fé que esta história nos mostra é uma fé que não se apoia em obras. É uma fé que não tem a ver com posição, nem sequer com pertença religiosa, porque o centurião nem sequer era judeu.
Esta é a fé que se apoia em quem Jesus é, no conhecimento e na confiança nele. Este centurião, este homem romano, é um exemplo de alguém que não confiou nem na sua bondade. nem nos seus feitos. Ele confia em Cristo, sabe o que ele é como pessoa, do que ele é capaz, quase como se à distância conhecesse o seu coração. Por isso este homem é um grande exemplo para nós, porque é assim que todo homem, toda mulher, todo pecador, se quiser, é assim que nos devemos aproximar de Deus. O que é que eu quero dizer com isto? Nós precisamos de aprender a nos aproximarmos de Deus não com listas, listas com os nossos méritos, com as coisas que fizemos ou não fizemos, com as nossas práticas, com a marca da nossa igreja.
Nós precisamos de aprender a ciência, a arte de vir a Jesus apenas com isto, que é a consciência da necessidade. não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia", diz a palavra de Deus. Enquanto muitos em Israel, naquele tempo, eram pessoas cheias de privilégios espirituais, porque conheciam a Escritura, faziam parte do povo de Deus, tinham conhecimento, tinham acesso, À luz, no entanto, rejeitaram-na. Aliás, como dizia o Evangelho de João, lá desde o início, que Jesus veio, resplandeceu a sua luz, mas a luz não conseguiu vencer as trevas que havia no coração de muitos.
E agora vem um homem, este sim que vinha do que era considerado as trevas, esse território de paganismo, de idolatria. Ele vem e reconhece aquele que é o Filho de Deus, reconhece-lhe essa autoridade divina. Por isso é que Jesus viu nesta história e na fé deste homem um sinal profético. Muitos virão do Oriente e do Ocidente, enquanto os filhos do Reino, confiantes em si mesmos, ficarão de fora. Jesus disse isto como uma advertência, um aviso, solena, e que também é muito atual para nós. O que eu quero dizer com isto é que a proximidade com a verdade Ou seja, alguém que conhece Jesus, que aprendeu desde menino as letras da fé ou a Bíblia, está confiante na doutrina que conhece, mas note o seguinte, a nossa proximidade com a verdade não garante a nossa aceitação da verdade.
Nem garante que a verdade está a produzir frutos na nossa vida, como Jesus tantas vezes dizia. Estar familiarizado com a fé, para algumas pessoas, é um obstáculo a uma fé viva, a uma fé verdadeira. Foi exatamente isso que Jesus quis dizer quando falou de que nem em Israel vivia tanta fé. E Israel era o lugar onde era normal ter fé. Esse povo era educado desde meninos. Todos eram educados na fé.
Depois desta história, o Evangelho leva-nos nesta viagem, porque sabe que Jesus está sempre em movimento, parece uma viagem constante, e agora o Evangelho, depois da história do centurião, vai levar-nos a uma outra história e vai levar-nos a uma pequenina cidade de nome Naim. E aqui, da fé admirável deste centurião, passamos a uma história de compaixão profunda. Estávamos à porta da cidade. Jesus está a entrar na pequena cidade de Nain, para a qual tinha que, na verdade, subir um pequeno monte. Era uma cidade sem saída. Entrava-se lá e depois tinha que sair pela mesma estrada. Por isso Jesus cruzou-se, nessa única estrada de acesso à Nain, cruzou-se à porta da cidade com um cortejo fúnebre.
É uma viúva, é o que a história conta, uma viúva que caminha atrás do esquife, se quiser, hoje diríamos do caixão, do cortejo, onde ia o corpo, os restos mortais do seu único filho. Portanto, o que é que nós sabemos? Sabemos, no mínimo, que ela perdeu o marido, era viúva, e agora perde o seu filho. É uma história viva e real, isto não é uma parábola, mas que, ao nos ser descrito no Evangelho, mostra-nos esta essência de que a vida às vezes obriga-nos a passar por momentos em que perdemos tudo. Eu posso dizer-lhe o seguinte. Hoje mesmo, no dia em que estou aqui a gravar este programa, acabo de vir de um funeral, onde tive a tristeza de partilhar ali estes momentos com pais, ainda de muito jovem, perderam um filho, na flor da idade, um jovem de vinte e poucos anos.
Eu vi as lágrimas, a tristeza, o sofrimento no coração destes pais. Vi uma mãe que, a certa altura, perdeu as forças. Tive que ser amparada, porque perdeu um filho. Por isso hoje, curiosamente, estou aqui a partilhar consigo esta mensagem e ela diz-me alguma coisa diferente de outros dias, porque eu acabei de ver uma mulher, uma mãe, perder um filho, despedir-se de um filho. Este texto fala-nos de uma verdade extraordinária. Diz que Jesus, vendo esta mulher, moveu-se de grande compaixão. Porque viu algo semelhante àquilo que eu acabei de lhe descrever, que eu próprio testemunhei hoje.
Viu uma mulher atormentada, eu imagino, com um choro profundo, com uma dor no peito. Jesus viu isso. E teve compaixão dela. É por isso que, antes de um milagre, o que vemos aqui é esta empatia. Hoje usamos esta palavra para explicar esta ideia de sentir a dor do outro. Antes da ressurreição, Jesus manifestou ternura. E Jesus diz a esta mulher, não chores. Não chores. Palavras tão simples, tão belas. E Jesus diz não chores, não como quem ignora a dor, mas como quem sabe que ela pode ser vencida. Então Jesus toca aquele corpo, aquele lugar onde aquele corpo sem vida estava, Ele não tomeu sequer a contaminação desaproximada de um corpo que estava morto, porque a vida não se contamina com a morte.
Neste caso, diante de Jesus, a morte é que se iria render à vida. E então a palavra volta a soar, mais uma vez, tal como com o centurião, a autoridade absoluta da palavra de Jesus, que então disse, jovem, eu te ordeno, levante-te, E na mesma hora, diante desta mesma palavra, a palavra que criou o mundo, agora chama um jovem morto à vida e o Evangelho diz que o jovem abriu os olhos, que a sua mãe o recebeu no seu regaço e a multidão à volta em silêncio total. E depois, claro, a glória que foi dada a Deus.
Mas note o seguinte, Jesus não veio apenas para devolver filhos a mães enlutadas. Jesus veio para enfrentar algo ainda maior do que a morte física. Jesus veio para quebrar o poder da morte eterna. Creia nisto. O jovem filho de Naim, ele voltaria a morrer? A sua vida continuou? mas Cristo oferece uma ressurreição que é total e definitiva. Por isso Jesus disse, eu sou aquele que vivo e fui morto, mas que estou vivo para todo o sempre. E esta mesma palavra continua a ser eficaz hoje, como então? Jesus ainda diz àqueles que ou estão mortos pelo pecado ou que estão desesperados, Jesus diz, levanta-te e anda.
É esta palavra de Cristo Corou o servo do centurião. Esta palavra que consolou uma viúva. Mãe, esta é a palavra que permanece viva e que tem o poder para tocar o seu
coração e para trazer vida àquele que está desgarrado. Esta é a palavra que pode também mudar a sua vida hoje. Que diremos pois a estas coisas? Se Deus é por nós, por que temer? Quem condenará os que Deus escolheu? Aquele que entregou seu próprio filho por amor Como não nos dará com ele todas as coisas? estrangeira Quem condenará os que Deus perdoou?
Se o Filho dentre os mortos para a vida ressurgir Quem nos separará de Cristo em seu amor? Sente lá o futuro Nem poderes a distâncias Nem alguma criatura Nem angústia ou a fama Não há estrada Nada vai nos separar Do amor que está em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos amou.
é estrangeiro Todas as coisas do teu reino Se apagou a noite, quem condenarás de Deus?
Perdoa-te ao Filho dentre os mortos para a vida da sua. Põe-nos separada de Cristo e Seu amor Nem a morte, nem a vida, o presente ou o futuro ou distâncias, nem alguma criatura, nem angústia ou a fome. Nada vai nos separar do amor que está em Cristo.
estrangeira A angústia ou a fome ou o perigo ou a espada Nada vai nos separar do amor que está em Cristo Somos mais que vencedoras por aquele que nos ama Acredite, pela fé, nada o poderá separar do maravilhoso amor de Deus.
Nós estamos a chegar mesmo ao final do nosso programa. Vamos ficar por aqui hoje na Voz da Esperança. Só num segundinho lembrar-lhe que se quiser receber a revista Eu Creio, para explorar temas como estes, da morte, da ressurreição, então envie uma mensagem para nós. Aqui pode ver os nossos contactos. É o 933-939291. Eu Creio é a nossa oferta hoje. E, se Deus quiser, cá estaremos na próxima semana para mais um episódio. Que Deus o abençoe.
Neste episódio, somos convidados a refletir sobre duas histórias marcantes da vida de Jesus, uma fé extraordinária e uma compaixão profunda que transformam vidas.
✨ Através do relato do centurião romano, descobrimos uma fé que não depende de sinais visíveis, mas que confia plenamente na palavra de Cristo. Uma fé humilde, que reconhece a autoridade de Jesus e acredita que apenas uma palavra é suficiente para operar milagres.
💔 Em contraste, somos levados até à cidade de Naim, onde encontramos uma mãe devastada pela perda do seu único filho. Aqui, Jesus revela o Seu coração cheio de compaixão, trazendo consolo e devolvendo a vida onde parecia não haver esperança.
🙏 Estas histórias mostram-nos que a verdadeira fé não está nos méritos ou nas obras, mas na confiança em quem Jesus é. E lembram-nos que, mesmo nos momentos mais difíceis, o amor de Deus continua presente, poderoso e transformador.
📖 “Nada nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus.”
💡 Hoje, este episódio desafia-nos a confiar mais, a entregar mais e a acreditar que a palavra de Jesus continua viva e eficaz na nossa vida.