O Sábado

O Sábado

23 de Fevereiro de 202628 min 33 s

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É. Um prazer estar consigo, regressarmos aqui, juntos, à Novo Tempo, o Canal da Esperança. E se há um programa que prova que aqui pretendemos ser, para si, o Canal da Esperança, é precisamente este. a voz da esperança, uma voz que vai ecoando para fazer chegar ao seu coração mensagens que o inspirem, que o ajudam a perceber como nós temos motivos mais que suficientes para manter esperança diante de nós, no nosso horizonte, por razões tão boas, mesmo se a nossa vida tem muitos desafios, eu sei, a sua, a minha, a de toda a gente tantas vezes, mas Jesus tem palavras que realmente Enchem o nosso coração de esperança.

Em busca dessas palavras que nós estamos aqui, na Voz da Esperança, agradeço muito a sua companhia. Vamos ouvir, agora, cantar desta esperança para já a seguir. Eu trazerei-lhe uma mensagem hoje sobre um dia de esperança. Vamos já descobrir qual é. Viva em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Repensuímos que Jesus nos dá Vejo que o tempo logo vem E as nações daqui além Vêm alerta, vão cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos de Deus, a zumbi até-te o cai, breve Jesus voltará. A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará.

Montes e volos do sul ecoais, presas Jesus voltará. Ondas do mar a canção entoar, presas Jesus voltará. Breve Jesus, voltei a... Breve Jesus, voltei a...

Origem do sábado

Hoje tenho muita vontade de partilhar consigo este programa porque quero falar sobre um tema muito especial na Bíblia, ou seja, ocupa um lugar muito particular na mensagem que a Bíblia tem, mas também, claro, na vida e no ensino de Jesus. Hoje vou falar sobre um dia que é muito mais do que apenas 24 horas. É assim que ele é apresentado na Palavra de Deus. Este dia tem um nome, o Sábado. precisamente porque é um dia de esperança. E o descanso que Deus propôs para o dia, o sábado, é um anúncio dessa esperança. O sábado nasceu no coração da criação, o relato da criação de Deus.

Ou seja, na Bíblia, nós podemos dizer que antes de existir pecado, antes de haver medo, antes de até reconhecer a dor, Nesse espaço e nesse contexto ideal onde Deus olhou e disse que maravilha, isto aqui é muito bom, foi nesse contexto que Deus separou um dia para ser um sinal de paz entre o céu e a terra, entre Deus o Criador e o ser humano, a sua criatura. É por isso que eu tenho aqui a minha Bíblia, precisamente para ler consigo, abrindo as páginas da minha Bíblia. É aqui ainda, no final do capítulo 1. Estamos no primeiro capítulo da Bíblia, veja bem.

No início ainda da revelação de Deus. É nesse contexto que a Bíblia diz uma coisa sobre Deus. Nem é sobre o ser humano. Viu Deus tudo quanto tinha feito? acho que era muito bom, foi a manhã e a tarde do sexto dia, e havendo Deus acabado no sétimo dia a sua obra, tudo o que tinha feito, Deus descansou no sétimo dia de toda a sua obra e abençoou o dia sétimo e o santificou, porque nele descansou de toda a sua obra. Leu comigo, ouviu, Isto não foram palavras que eu inventei, não foram palavras ditas aqui num contexto específico.

O sábado começou e foi dado não como um fardo, um mandamento, uma regra para a vida, um teste. O sábado começou como um presente, uma dádiva autêntica de Deus. O sábado não foi instituído, portanto, como uma espécie de uma tentativa de criar ali um aperto na vida humana, exatamente o contrário, foi criado como um espaço de absoluta liberdade e refrigério. É isto que chamamos o Sábado, aqui na Palavra de Deus. Deixa-me poisar aqui a minha Bíblia para ser mais fácil falar consigo. O que é que um presente como este fez na vida dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, que viveram o primeiro Sábado como o descanso perfeito?

E como é que nós pudemos viver este presente? A primeira coisa que queria dizer-lhe é que o Sábado, como um presente, uma dádiva divina, devolve-nos o essencial na vida. Porque o sábado chama, cria um espaço para os nossos pensamentos se centrarem e se conectarem com o Criador. E é isso que recoloca a nossa vida no lugar certo. Qual é o lugar certo para nós estarmos? Nas mãos de Deus. A natureza inteira, por isso, torna-se um sermão vivo. É isso que acontece aqui no relato da criação. No primeiro sábado, quem está a pregar esse sermão é a natureza, é o mundo criado.

Aliás, o apóstolo Paulo, muito mais tarde, quando escrevia aos Romanos, falava sobre isto. Ele dizia que as coisas, todas as coisas que foram criadas e o seu eterno poder falam-nos de Deus. Ou seja, o sábado, portanto, permite que a nossa alma, a nossa vida essencial volte a ouvir aquilo que muitas vezes o ruído da semana atrefada, esse ruído, abafa. E, portanto, Deus ainda fala. Deus fala no canto do pássaro, Deus fala até no sussurro das árvores ou no murmúrio do mar, mas acima de tudo Deus fala através de quem? Através de Jesus, Cristo. Por isso a Escritura diz que todas as coisas foram feitas por Ele.

Quando o sábado nos lembra a criação, é porque ele leva-nos quase de volta ao Criador. E tudo o que nos leva ao Criador, obviamente significa que nos leva ao Salvador. Por isso é que o sábado é mais do que um dia. Um dia da semana, mais de 24 horas. No contexto bíblico, o sábado é como um nome, um título para este dia, o sétimo. Por isso está lá escrito, para não haver confusão, porque este espaço, no tempo, é um dia de encontro. É Deus que nos diz, lembre-te de mim e lembre-te de quem tu és quando estás comigo, o teu Criador.

É esta a declaração que o Sábado faz. E aqui está a beleza desta mensagem. O mesmo Deus que criou, Ele nunca se cansa de nos sustentar. Quando vamos ao profeta Isaías, vemos que ele levanta, procura que nós, leitoras, levantemos os nossos olhos e ele pergunta-nos, a quem, pois, fareis semelhante a Deus? Isaías 40, é aqui que estamos no versículo 18. E, em seguida, ele entrega-nos, se quiser, um consolo profundo para a nossa vida. Porquê? Porque o Criador, diz o versículo 29, dá esforço ao cansado e multiplica as forças àquele que não tem vigor.

Ou seja, Deus tem um plano de descanso e restauração para a vida. O sábado faz parte desse grande plano de Deus.

Promessa de descanso

O sábado, portanto, não é apenas uma memória do início das coisas, também faz parte. Mas o sábado é uma promessa mais do que isso, é uma promessa para o presente. É como se Deus afirmasse o seguinte através desse dia de descanso único. O teu caminho não está encoberto. Eu não perdi o controle, eu não me esqueci. A célebre expressão bíblica, não temas porque eu sou contigo, é o que está simbolizado precisamente na experiência do sábado. Ou seja, o sábado não nos chama apenas a parar. O sábado chama-nos, acima de tudo, a confiar. É mais um dia de confiança do que um dia de descanso apenas físico.

Por isso é que podemos dizer que o sábado nunca foi, na Bíblia, pensado para ser um assunto exclusivo de um povo, de uma nação, de uma qualquer prática religiosa. Como é que nós temos a certeza disso? Porque quando Jesus veio, ele disse que o sábado foi feito por causa do homem, não foi feito por causa de uma religião ou de uma nação. Antes de haver Israel, enquanto identidade coletiva, nação, já havia o sábado. Antes do Sinai, Deus já ensinava o seu povo à benção do descanso. Em Êxodo, por exemplo, quando algumas pessoas profanavam o sábado, Deus perguntava assim, até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?

Mas isto era antes da lei. Os 10 mandamentos, onde o sábado aparece ali. O sábado não foi inventado no deserto para responder a uma necessidade qualquer concreta. O sábado foi lembrado no deserto. Lá onde o povo estava e recebeu a lei de Deus. Lá ele foi lembrado porque ele existia desde quando? Desde o início. Jesus disse o seguinte, até que o céu e a terra passem, nenhuma jota ou um til se omitirá da lei. Por isso é que podemos ter a certeza. E eu quero convidá-lo, a si que talvez nunca pensou no sábado desta maneira, ou que vive a sua fé num dia como o domingo, em que celebra a sua fé, Eu não estou aqui para criticar a sua prática, nem a sua fé, mas estou aqui para lhe dizer que na Bíblia, e se crê na Bíblia como a palavra de Deus, então tem que ter consciência de que o sábado atravessa a história porque ele atravessa a criação.

Mas o sábado também atravessa o futuro, porque Isaías viu a nova terra em visão profética, Ele diz que desde um sábado até o outro virão a durar perante mim. É isto mesmo. Isaías 66 é o capítulo e o versículo 23. Então, o sábado não é um resto do passado. O sábado é um pedaço da eternidade que Deus colocou dentro de uma semana que se repete constantemente. O infinito, o eterno, a ser vivido no quotidiano, no regular.

Distorções humanas

Então, como é que um dia tão santo, tão bom, se tornou para muitas pessoas, na história, por exemplo, na história de Israel, e Jesus confrontou-se muitas vezes com essa realidade, como é que o sábado se tornou uma espécie de uma experiência tão pesada, quase uma coisa que se quer fugir, que passa rápido? A resposta talvez seja um pouco dolorosa, mas tem que ser dita. Quando o coração se afasta de Deus, o sábado, porque vem de Deus, perde o seu valor, o seu sabor, essa experiência maravilhosa, tal como tudo perde quando eu me afasto de Deus. O inimigo de Deus, sabe quem é? É aquele que tenta deturpar tudo o que Deus faz e o que Deus estabelece e o que Deus criou como bom.

Aliás, tudo aquilo que aponta para Cristo Satanás trabalha para perverter, acredite nisto, tudo. Por isso é que este sinal, porque o sábado é um sinal, é chamado assim na Bíblia muitas vezes, este sinal do poder de Deus, do poder criador, este sinal do Redentor. Jesus chamou o sábado o seu dia. Ele faz parte destas guerras espirituais, podíamos chamar-lhe assim. em que o inimigo de Deus tenta deturpar aquilo que ele estabeleceu. Estas guerras espirituais, elas não começam, muitas vezes, com negações diretas, com dizer o contrário do que Deus disse. Começam com distorções àquilo que Deus estabeleceu.

Eu gostava de deixar isso também hoje aqui claro para si. Ajudá-lo a refletir sobre isto. O sábado começou a ser cercado na experiência humana, na religião humana. que começou a ser cercado de quê? De exigências humanas. E essas exigências eram tão enfadonhas, tão pesadas, podemos até dizer, sem medo, tão desprovidas de sentido, que a experiência do sábado, entre aquele povo que guardava o sábado, passou a refletir o quê? não o caráter de Deus e o plano maravilhoso de Deus, mas passou a refletir o caráter dos homens que são egoístas e arbitrários. É isto que muitas leis humanas expressam. É o egoísmo dos homens e a arbitrariedade dos homens em querer que os outros façam o que nós achamos melhor.

E escondeu, e para muitos o dia de sábado ainda esconde o amor do pai. Sim. Então, o retrato que no tempo de Jesus as pessoas viviam no sábado, era um retrato de um Deus tirano. O descanso virou um jugo. E então, então chegou Jesus. Para fazer o quê? Para abolir o sábado? E dizer, não, agora é o domingo ou qualquer outro dia da semana? Não. Jesus veio para devolver o seu propósito. Aliás, Jesus fez isto com toda a lei. dar-lhe propósito, colocá-la num lugar certo. É neste cenário, neste contexto que estou aqui a partilhar consigo, que o Evangelho nos mostra isto.

Jesus caminhando com os discípulos numa seara num dia de sábado. Os discípulos têm fome e o que é que fazem? Colhem espigas. Esfregavam nas mãos as espigas para sair os grãos e comeram. Quando os tais fariseus, sempre este grupo que se encontra em tudo o que eu descrevi ainda há pouco, a transformar a lei de Deus em leis humanas, gritaram com grande indignação. Porque é que fazem os teus discípulos no sábado aquilo que não é lícito? Estamos em Marcos no capítulo 2. Para estes homens colher era ceifar Esfregar era debulhar.

Satisfazer a necessidade de comida era profanar o santo. Só que Jesus não discute tradições. Esse não é o campo do ensino. Jesus ensina com a Escritura, acerca do coração de Deus, ou seja, da intenção de Deus. Então Jesus vai lembrar Davi, o grande rei Davi, que comeu dos pães da proposição, também porque houve uma necessidade. E então lembrou os sacerdotes que trabalham no templo ao sábado e que não são culpados por estarem a descumprir alguma lei. E então Jesus vai, neste contexto, colocar a pedra fundamental do sábado, do tema do sábado, no ministério ou no ensino de Jesus, quando diz que o sábado foi feito por causa do homem, como uma oferta para o homem.

Por isso é que podemos dizer que quando o sábado deixa de servir ao homem, claro, então ele também já não serve para Deus. Porquê? Porque ele não está a ser vivido segundo o que Deus projetou. Mas Jesus não parou aqui. Ele vai dizer mais uma grande verdade que traz luz sobre esta questão. E ele diz, misericórdia quero e não sacrifício. O que é que significa esta expressão? Que rituais religiosos, sem verdadeiro sentido, sem amor a Deus e ao próximo, ofendem Deus, porque ofendem o propósito com que Deus estabeleceu essas coisas. O sábado não pode ser um palco para o orgulho espiritual, senão ele não vale nada.

Mas se o sábado for uma escola da misericórdia de Deus, então ele cumpre o seu propósito. O sábado não foi dado, oferecido por Deus para nos tornar pessoas duras, que querem andar aí a olhar, a ver quem é que faz a coisa certa. O sábado foi dado para nos tornar parecidos com Cristo. Ora, se o sábado fizer de mim uma pessoa menos compassiva, então eu já perdi o sábado. Por mais que eu pare, que eu descanse, Já não vivo o sábado, já não sei o que é o sábado. Perdi-me no seu sentido. Mas se o sábado me faz olhar para o sofrimento e ver aquele que sofre e ajudá-lo e estender a mão, então eu vivo o dia de sábado.

Mas se no dia de sábado eu passar adiante e olhar de lado, então eu profanei o sábado com as minhas mãos limpas, certinhas, mas com o meu coração completamente Longe de Deus. O sábado não é um escudo para a indiferença. Talvez alguns o possam até viver assim. Mas os que vivem o sábado como um convite ao amor e à relação com o nosso

Fazer o bem

Criador, esses sabem como este dia é uma benção. No outro sábado aconteceu o seguinte. Jesus entrou na sinagoga, viu um homem com uma mão mirrada. E os olhos dos fariseus já estavam atentos, a vigiar, prontinhos para o acusar. O que é que Jesus faz? Chama o homem para o centro e fez-lhe uma pergunta. É lícito no Sábado fazer bem ou fazer mal? Salvar a vida ou matar? E estes homens calaram-se. E o silêncio deles denunciou, na verdade, o absurdo de uma religião que é capaz de proteger uma tradição e abandonar uma pessoa. E então Jesus ordena.

Estenda-te a mão. E a mão deste homem foi restaurada no sábado. E Cristo deixou gravado, então, este princípio. É por consequência lícito fazer o bem no sábado. E aqui está o princípio estabelecido. O sábado não é o dia em que o bem tem que esperar. O sábado é o dia em que o bem aparece, surge. E aqui está um contraste absoluto, um contraste que corta quase como uma lâmina. Enquanto aqueles homens planejavam, o seu sentido era planear matar Jesus, Jesus estava a salvar. Eles carregavam o homicídio no coração. No dia de sábado, e acusavam aquele que fazia atos de misericórdia.

Jesus, então, o que é que faz? Expõe esta incoerência, mas mais do que isso. Ao fazer isso, Jesus ajudou estes homens a entenderem que o Sábado é uma bênção extraordinária. E, com tudo isto, eu desafio a si também a entender como este dia é uma dádiva de Deus, porque Jesus disse que Ele, o Filho do Homem, até do Sábado, é o Senhor. Se Jesus é o Senhor deste dia, não quer também que Ele seja o Senhor da sua vida? É a pergunta que hoje eu deixo ao seu coração. Podesse eu não ter laços nem limites?

Podesse eu transformar A minha existência Pudesse eu ficar à Tua presença Pois um dia nos Teus lábios, ao mais Pudesse eu esquecer os meus fracassos Pudesse eu deleitar-me nos teus olhos? Pudesse...

Pudesse... Pois o que eram os teus lábios? Ah, mas... Pensei... estrangeira Pudesse eu calar o que me afasta Pudesse escutar só a tua voz Pudesse eu beber a tua palavra Eu sentia nos teus olhos qual o mais anseio por ti profundamente A

minha voz e a palavra do Senhor Como estou feliz a te agradecer Pois um dia nos teus átrios alemãs Pois um dia nos teus olhos Lá não mais que a mim.

Encerramento

Num tema tão importante como este, em que lhe falei sobre o sábado e a sua importância na nossa experiência com Deus, há uma coisa que hoje quero dizer. é ao chegar ao final deste programa fazer-lhe uma oferta, como sempre fazemos, só que hoje ainda não a tinha feito. Esta revista, este guia de estudo da Bíblia, chama-se Eu Creio, e ele trata sobre vários temas que vão ajudar a compreender melhor este sentido mais profundo. Se quer a revista Eu Creio, envie uma mensagem e peça para o número 933 939291 e nós teremos o prazer de o fazer chegar até si. Foi uma benção ter estado consigo neste dia, termos desfrutado deste tempo, também tão especial. O encontro fica marcado. Que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Neste episódio, é apresentada uma das mensagens mais profundas da Bíblia, o significado do sábado como um dia de esperança, confiança e restauração. Muito mais do que 24 horas, o sábado é revelado como um presente divino, oferecido desde a criação, antes mesmo da existência do pecado.

Ao revisitar Génesis 1 e 2, compreende-se que o sábado nasceu no coração da criação, como sinal de paz entre o Criador e a humanidade. Não foi instituído como fardo, mas como dádiva. Um espaço de encontro, liberdade e refrigério espiritual. Como está escrito, “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou”

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Ao longo do episódio, é explorado o ensino de Jesus sobre o sábado, quando afirmou que “o sábado foi feito por causa do homem”. Cristo não veio abolir este dia, mas restaurar o seu verdadeiro propósito, um dia para confiar, amar e fazer o bem. Um dia em que a misericórdia está acima do ritual, e em que o coração deve refletir o caráter de Deus.

Se sempre viu o sábado apenas como regra ou tradição, este episódio convida-o a redescobri-lo como um sinal de esperança, redenção e relacionamento com Jesus.

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Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 46
Estreou
23 de Fevereiro de 2026
Categoria
Outros