Estamos de regresso. Esta é a Voz da Esperança. Muito obrigado por se juntar. Hoje, aqui, a minha, toda a equipa aqui da Novo Tempo, por passar uns minutos aqui a ouvir a minha voz, mas o propósito deste programa realmente não é ouvir a minha voz, mesmo se sou eu que vou falar. O propósito aqui é que a voz de Jesus, as coisas que ele disse, que ele ensinou, o maravilhoso exemplo que ele deixou, seja uma inspiração para a sua vida, é isso que vamos procurar hoje fazer aqui na Voz da Esperança. Estamos na TV Novo Tempo Portugal, provavelmente está ligadinho aí na sua televisão, no canal 186 da Mel, mas eu sei que também há muitas pessoas que nos veem no Youtube, no canal Youtube da Novo Tempo Portugal, seja em direto, no streaming aqui do nosso canal, ou quem sabe depois procurando os vídeos um a um, separados, e o Ferreira hoje está aqui a ver este episódio, aliás fica essa nota que pode sempre ver a nossa programação, se não a consegue ver em direto não há problema nenhum, porque no canal do Youtube, em Novo Tempo Portugal, no Youtube, pode procurar, aliás pode ir pelas playlists, por exemplo, e procurar os vários programas que temos.
E se não tem oportunidade de os ver, como digo, semanalmente, ou quando eles dão de facto em direto, procure, veja, escolha os programas que mais gosta. Aqui nós falamos de estilo de vida, saúde, família, também tem um lugar muito importante. Claro, a música tem um papel muito relevante aqui na nossa programação, as crianças também fazem parte, a espiritualidade de várias formas. Enfim, como vê, a Bíblia também tem um lugar único, por isso este é o canal de todas estas dimensões que são aquelas que acreditamos que podem também fazer a diferença na sua vida. Está apresentada hoje não apenas a Voz da Esperança, mas um pouquinho da nossa programação.
Deixe-se ficar. Por agora, vamos às lindíssimas vozes do quarteto Voz da Esperança. Oh, que esperança vibra em nosso ser Pois aguardamos o Senhor Repousuímos que Jesus nos dá Deus é que nos vês Vês que o tempo logo vem Das nações daqui a lém Bem ao redor vão cantar Aleluia Sermos
ateus entre um bico do Pai Breve Jesus voltará A todo mundo a missagem levar Breve Jesus voltará. Ondas e valas, o som em tua alma, Breve Jesus voltará. Ondas do mar, a canção em tua alma, Preva Jesus voltará Preva virá Preva Jesus voltará
E hoje, nesta grande viagem que fazemos, que estamos a fazer juntos na vida de Jesus, quase como uma espécie de uma biografia deste homem extraordinário, vamos a uma das histórias mais conhecidas, talvez uma das que mais tem inspirado reflexões, ponderação. É muitas vezes chamada a história da mulher adulta. Hoje vamos começar assim, vou ler-lhe aqui um pedacinho desta história e depois já vamos comentá-la e tirar algumas lições. João capítulo 8 é o grande capítulo desta história. Diz que Jesus foi para o Monte das Oliveiras e pela manhã cedo voltou para o templo. Os escribas e fariseus, então, trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério e, pondo-a no meio, disseram-lhe, Mestre, esta mulher foi apanhada no próprio ato adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres fossem apedrejadas. Tu pões o que dizes. Um desafio que foi feito a Jesus, obviamente usando de uma maneira vil esta mulher. Com certeza não foi apanhada sozinha, mas foi trazida sozinha aqui. E o objetivo não era tanto condenar esta mulher, era sobretudo condenar Jesus. Esta história, por isso, vai a seguir revelar coisas absolutamente extraordinárias sobre a obra e o pensamento de Jesus. E é por isso que hoje precisamos de entender bem o que é que podemos nós aprender com esta história. A verdade é que há momentos em que a vida coloca-nos no chão, tal como esta mulher foi colocada.
Podem ser momentos de vergonha, por exemplo, em que as coisas que fizemos de errado acabam por ser expostas ou não nos conseguimos esconder mais, nem que seja diante de alguém que nos é próximo. Momentos em que nós esperamos o pior, que achamos que é o que merecemos, de tão maus que somos. Isto não estou a falar de si ou de mim, porque isto foi exatamente o momento destes, o momento soleno, duro destes, que esta mulher em si encontra com Jesus. O contexto nós já ouvimos nesta pequena leitura. Era amanhã cedo, Jesus desce do Monte das Oliveiras, onde tinha passado a noite em oração, em comunhão com o Pai. Ele entrou no templo, o povo reúne-se à sua volta, também como era hábito, para que Jesus começasse a ensinar.
É então que chegam estes fariseus, escribas, portanto líderes religiosos, e trazem arrastada consigo. Só isto já nos dá um quadro do que está a acontecer aqui. Uma mulher que vem aterrorizada, porque ela vem acusada de uma coisa gravíssima, no quadro legal em que o paravam, enfim, estes homens. Adultério. Eles empurraram-na para o meio, ali para a frente de toda a gente, para que ela fosse bem visível, e então disseram a Jesus, como nós acabámos de dizer, o que é que dizes tu, diante deste cenário? Era uma armadilha o que estava aqui em causa. Não havia dúvida que o que pretendiam estes homens era um engodo para que Jesus tropeçasse.
Se não penso comigo, se Jesus absolvesse esta mulher, então acusavam-no de desprezar a lei de Moisés. Ele estava no templo. Se Jesus a condenasse, Podiam denunciá-lo aos romanos por ele querer assumir uma autoridade que não lhe pertencia. A ideia destes homens, espertos, pensaram numa jogada vamos conseguir destruir Jesus e usar esta desgraçada como instrumento para isso. Esta mulher não era uma pessoa para eles. Aqui ela era apenas uma peça num jogo. Jesus viu tudo isto. Nada lhe estava escondido. Jesus leu cada um daqueles corações ali naquele pátio. Jesus conhecia a história de cada um destes acusadores.
Isso faz uma grande diferença. E por isso Jesus fez algo totalmente inesperado. A história diz que Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão. O texto, aqui em João 8, nunca nos diz o que é que Jesus escreveu exatamente. Mas diz-nos o efeito, qual foi o resultado desta ação estranha. Os acusadores aproximaram-se insistentes ali, mas ao seguirem o olhar de Jesus até à areia, ali aquele pó aos seus pés, o semblante daqueles homens começa a mudar. Ali estava escrito qualquer coisa que os fez parar. Os segredos criminosos das suas próprias vidas.
traçados diante dos seus olhos. E então Jesus levantou-se, olhou para aqueles homens ancianos e com muita calma disse, aquele que diante de vós está sem pecado, seja o primeiro que atire uma pedra contra ela. E voltou ao chão, voltou a escrever no chão. Resultado, Um a um, cabisbaixos, em silêncio, estes homens foram-se afastando. O texto até dá um detalhe curioso, que esta debandada começou pelos mais velhos, até que não ficou ali nenhum daqueles homens. Apenas Jesus e a mulher.
Jesus, então, vai falar agora, finalmente, diretamente com ela. As célebres palavras do mestre foram mulher, onde estão os teus acusadores? Talvez quase consiga aí dizer em cor comigo, ninguém te condenou? E ela diz, ninguém senhor. E então Jesus finalmente vai dizer-lhe, nem eu também te condeno. Agora vai e não me peques mais. Pense comigo por um instante neste momento. Esta mulher entrou naquele pátio à espera da morte. Ela sabia que ia ali para morrer. Mas saiu de lá com uma vida nova. O contrário.
E isto não aconteceu porque o pecado dela fosse ignorado ou não fosse grave. Aliás, Jesus disse-lhe diretamente, não peques mais. Que quer dizer que era pecado. Mas porque o perdão chegou com mais força do que a exigência. A graça chegou primeiro àquela praça do que a lei. O amor chegou primeiro do que a condenação. São as grandes lições desta história. O mundo, ali manifestado nestes homens, tinha desprezo por ela. Era só isto, desprezo e escárnio. Mas Jesus tinha para ela palavras de conforto e de esperança. Para esta mulher, Jesus foi talvez a única voz de esperança que ela escutou em toda a sua vida.
Os homens queriam apedrejá-la, mas Jesus utilizou este momento para restaurá-la. Uma mulher que entrou curvada de vergonha vai sair dali com os seus joelhos marcados, mas com profunda gratidão.
E por isso ela tornou-se uma das seguidoras mais fiéis de Jesus. Este episódio não está sozinho. Neste capítulo onde estamos neste momento, aliás na sequência do que estudámos aqui e abordámos no último episódio, ao longo destes dias em Jerusalém, Jesus esteve praticamente sempre rodeado de laços e armadilhas. Os sacerdotes, por exemplo, enviaram guardas para o prender. Os fariseus tentaram apanhá-lo nas palavras. O Sinédrio conspirava contra ele, que era o grande tribunal dos judeus, e no meio de tudo isto Jesus continuou a fazer a sua obra, a ensinar, a curar, a revelar a verdade, a estender vida e salvação.
Os próprios guardas que tinham sido enviados para o prender voltaram de mãos vazias. E quando lhes perguntaram porquê é que eles não tinham trazido Jesus, eles responderam com uma frase que ficou quase como um mote, apesar de vir da boca dos seus inimigos. Jamais homem algum falou como este. Homens que tinham ido para calar Jesus voltaram impressionados com a sua palavra. Como vê, isto revela-nos uma coisa fundamental sobre o próprio Jesus. É que a sua autoridade não vinha nem de um título, nem de uma posição. A autoridade de Jesus vinha da sua essência, da sua identidade, quem ele era. Por isso Jesus falava como alguém que tem autoridade.
Estou a citar agora o que o povo, num outro episódio, em Cafarnaum, tinha dito. Fala como quem tem autoridade. Porquê que toda a gente entendia isto? Porque as suas palavras não eram apenas isso, não eram apenas discursos. Eram vida, eram verdade. Eram o próprio Deus a falar, mas através da voz de um homem, em carne, que estava ali. Mas há ainda uma lição bastante profunda neste capítulo que eu queria trazer aqui também à sua atenção, que não podemos ignorar. É que Jesus disse aos fariseus uma verdade que podemos considerar quase como um princípio eterno. Se alguém quiser fazer a vontade dele pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus.
Isto temos um pouco antes desta história, no capítulo 7 de João. Então veja o seguinte, a compreensão da verdade, tal como a Bíblia apresenta, como Jesus diz, não depende apenas da inteligência ou da capacidade humana, depende sobretudo de uma disposição interior. Podíamos chamar-lhe uma disposição do coração, da vontade. E aqueles que sinceramente desejam conhecer a Deus, esses vão reconhecer a sua voz quando a ouvirem. É essa a lição. Os fariseus não reconheceram Jesus não foi porque ele fosse obscuro ou viessem trevas ou quisessem enganá-los. Não. Eles não reconheceram Jesus porque não queriam, independentemente do que pudesse ser demonstrado.
A verdade exige submissão, humildade, rendição. Por isso, quem não quer render-se e ser humilde diante da vontade de Deus nunca vai ouvir a sua voz. Pesado amigo, talvez, e assim minha querida amiga que hoje está connosco, será possível que hoje esteja na mesma situação? É isto que hoje queria chamar a sua atenção. Talvez já tenha ouvido, estudado, debatido a palavra de Deus, quem sabe nasceu culturalmente como cristão, mas a pergunta é, já se entregou, já se rendeu a Jesus e à sua vontade? É que a verdade, tal como Jesus apresenta, não é uma coisa só para ser compreendida.
É sobretudo algo que se vai viver. Só quem está disposto a viver é que pode realmente compreender. Há esta dicotomia aqui. Pois há os que chegam ao chão, como aquela mulher. Esses são os que são apresentados nesse desespero de serem expostos sem defesa, sem argumentos, com a vida aparentemente toda errada diante de toda a gente. Só que é para esses que este capítulo que acabamos de ler aqui, na palavra de Deus, é para eles que este capítulo está escrito. Porque Jesus não veio ao mundo para condenar o mundo. É uma das grandes verdades do Evangelho. Ainda em João, onde estamos no Evangelho de João, vamos lá ao capítulo 13 ao versículo 17.
Os fariseus não podiam compreender isto, porque a missão deles na vida era condenar. Por isso o choque com Jesus era total, porque Jesus veio para fazer o contrário, Jesus veio para salvar. Por isso é que nesta história esta grande verdade está toda expressa, porque os fariseus vieram com o quê? Pedras na mão. E Jesus vem com graça na sua mão, com favor. Esta mulher saiu naquele dia daquele lugar, ela levou consigo, carregou consigo uma certeza que nunca mais lhe saiu do coração, não tenho dúvidas.
que havia um homem que a conhecia tudo o que ela tinha feito e mesmo assim não a condenou. Que um homem com um rosto divino estendeu a mão para ela quando todos a empurravam. Que viu nela não um caso bicudo para resolver, mas apenas uma alma desesperada para salvar. É isto que Jesus faz sempre. É esta a essência da mensagem cristã e a fonte da nossa esperança. É isto. Jesus aborrece o pecado sempre. Mas Jesus ama muito o pecador. Enquanto muitos homens o que fazem é odiar os pecadores, mesmo se às vezes no secreto da sua vida amam o pecado, mas se escondem isso com um ódio terrível aos pecadores, Jesus fez o contrário.
Jesus olha para o pecado como uma coisa séria, grave, porque ela estraga a nossa vida. O pecado é tão grave para Jesus que ele morreu para conseguir vencer esses laços do pecado que nos agarram e nos esmagam. Só que quando Jesus olha para as pessoas, ele olha-as com o amor de quem as quer resgatar. Eu não sei, mas admito, tenho quase a certeza, que hoje há de haver alguém que me está a ouvir. que está no chão neste momento. Se tivesse que se comparar a alguém no quadro desta história, seria esta mulher. Talvez hoje alguém aqui me ouça com vergonha de alguma coisa que fez. Mesmo talvez com vergonha de alguma coisa que é.
De algum vício, de alguma coisa que não consegue evitar, de uma tendência, de uma fraqueza. Com a sensação de que os acusadores têm toda a razão. que não merece outra coisa que não seja pedra. Se é o seu caso, eu hoje vim aqui à voz da esperança dizer-lhe, olhe para Jesus. Jesus neste momento não está a apanhar pedras para lhes jogar. Jesus está a descrever no chão. Primeiro para dissipar os acusadores. O que significa que Jesus está à procura de um encontro a sós consigo. Olhe-lhe nos olhos.
Eu hoje quero assegurar-lhe que se abrir o coração e olhar para Jesus, vai ouvir, vai sentir as mesmas palavras. Nem eu também te condeno. Vai, vai meu filho. E não pegues mais. Isto não é uma absolvição barata. Jesus manda todos para casa sem culpa. Trata-se de uma libertação. O que Jesus ofereceu a esta mulher e lhe oferece a si é o começo de uma nova vida, a possibilidade de pureza, de paz, a mesma vida que aquela mulher começou naquele pátio do templo, lá há dois mil anos atrás. É esta graça de Jesus que ainda está disponível para si agora, apesar das suas fraquezas, das minhas fraquezas.
a ouvir esta música que o Cortetto vai partilhar connosco. Eu convido e estarei aqui a orar para que Jesus toque o seu coração. Ouvi a tua oração E escolhi para mim este lugar Se eu fechar o chão ao cair ou se ordenar as canções que te consumam ou se enviar a peste entre o meu povo e se o meu povo e se o meu povo Que se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha face E se convertir dos seus caminhos Então o ouvirei E os seus eu perdoarei Serei a sua terra Pois aberto serei Meus olhos a oração Ouvi
tua oração E escolhi pra mim este lugar Se eu fechar os céus e não o vejo a cair Se ordenar as noções que te consumam Se enviar a testes Entre o meu povo E se o meu povo E se o meu povo, quem se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha faça E se converter nos seus caminhos Então me ouvirei E dos seus eu perdoarei estrangeira Enquanto a ti, se andares diante de mim, como andou teu pai David, e tiveses
como te ordenei, e guardares os meus estatutos e os meus juros, Os meus E são o meu povo que se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha face E se compartilhar os seus caminhos Então o ouvirei E do chão seu perdoarei Fararei a sua terra Pois abertos são meus olhos a oração.
E se o meu povo...
Se o meu povo estivemos a ouvir, que inclui o seu nome e o meu também. Por isso é um apelo pessoal. Se escutarmos a voz de Deus, se buscarmos a sua face, Deus tem coisas maravilhosas para fazer na nossa vida. Bom, estamos a chegar ao final do nosso programa. Eu hoje ainda não tinha partilhado uma oferta consigo, como sempre aqui fazemos, mas ainda tenho tempo para isso. Hoje trouxe-lhe este guia de estudo que se chama A Procura da Verdade. Uma série de temas para aqueles que querem conhecer Jesus, mas também a verdade que ele vai revelar. Tem aqui temas extraordinários e muito importantes para a sua vida. Será que Deus existe? Porquê eu devo confiar na Bíblia? Qual é a origem do mal?
eu disse-lhe dois ou três exemplos, são 15 temas à procura da verdade. É um recurso extraordinário. Basta enviar uma mensagem com este nome, à procura da verdade, 933 93 92 91, ok? É o nosso número. 933 93 92 91. Peça esta revista, que vai ser uma benção para si. O que eu desejo muito no meu coração é que tenha sido uma benção este nosso encontro, e por isso se foi, então, o encontro está marcado, voltamos juntos já na próxima semana. Deus o abençoe.
Neste episódio de A Voz da Esperança, mergulhamos numa das histórias mais marcantes da Bíblia: a mulher apanhada em adultério. Quando todos estavam prontos para a condenar, Jesus revelou o verdadeiro significado da graça, do perdão e da esperança.
O que escreveu Jesus no chão? Porque é que os acusadores abandonaram o local um a um? E o que significa, ainda hoje, a poderosa frase: "Nem eu te condeno; vai e não peques mais."
Esta mensagem mostra-nos que Jesus não ignora o pecado, mas oferece perdão, restauração e a oportunidade de um novo começo. Se alguma vez sentiu culpa, vergonha ou a sensação de que já não há esperança, este programa foi feito para si.
Descubra como o amor de Cristo continua a transformar vidas e porque esta passagem continua a ser uma das mais belas demonstrações da misericórdia de Deus.
🙏 Partilhe esta mensagem com alguém que precise de ouvir que ainda há esperança.