Levi Mateus

Levi Mateus

16 de Fevereiro de 202629 min 8 s

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Transcrição

Gerada automaticamente

Abertura e música

Olá. Olá, seja bem-vindo. Aqui estamos de regresso à Voz da Esperança e estou muito feliz de voltar a estar consigo aí desse lado, pela sua confiança e pela alegria de podermos voltar a mergulhar nos fundamentos da nossa esperança. Aqui, no Canal da Esperança, isso é o mesmo que dizer que vamos olhar para Jesus e mergulhar nas Suas palavras para entender como as histórias, os encontros, os toques e milagres de Jesus estão cheios de significado para nós.

Este programa, a Voz da Esperança, em Portugal já ecoa desde 1967. É isso, não me enganei. São muitos anos, são mais de 50 anos, são se calhar mais de 60. Faça aí as contas em casa que eu posso me enganar aqui. São muitos anos a falar da esperança que nós temos em Jesus. Mas também cantamos sobre a esperança. Por isso, para abrir o nosso programa, como é habitual, vamos escutar as vozes do nosso quarteto, Hoje, mais uma vez, temos connosco a Joana, a Amália, a Flávia, a Violeta, que vão ser bem acompanhadas e dirigidas pelo nosso maestro André Santos. Oh, que esperança é o motivo da nossa harmonia. Deixe ficar connosco.

Estamos na Voz da Esperança. Oh, que esperança vibra em nosso ser, pois aguardamos o Senhor. Fé possuímos que Jesus nos dá.

Vejo que o tempo logo vem E as nações daqui além Bem alerta vão cantar Aleluia! Aleluia! Aleluia! Servos de Deus na trombeta tocai, breve Jesus voltará.

A todo mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. Ondas e balas, o som ecoa, breve Jesus voltará. Ondas do mar, a canção ecoa, breve Jesus voltará.

Dê-me, Jesus, vonteira Dê-me, Jesus, vontade e sugesta.

Livro histórias de esperança

É sempre uma bênção escutarmos estas vozes e sermos inspirados, mas também queremos inspirá-lo com materiais e recursos que o possam ajudar aí em casa a ir mais longe, a aprofundar e até a confirmar estas coisas que aqui vamos aprendendo juntos. É por isso que hoje trago mais uma vez uma oferta, uma que já algumas vezes aqui partilhei consigo, mas já há várias semanas que não o fazia. É este pequeno manual, chama-se Histórias de Esperança, Na verdade é um pequeno livro que vai fazer aquilo que temos feito aqui nesta última temporada, que é uma viagem pela vida de Jesus. As histórias de esperança são 15 histórias da vida de Jesus, que podem ajudar a transformar a sua própria história.

Se quiser receber este manual, envie uma mensagem para nós. Coloco lá as histórias de esperança, que é a maneira de sabermos logo que é esta oferta que quer receber. 933 939291 Uma pequena mensagem a solicitar este manual e nós vamos ter muito prazer em fazer-lhe chegar. Para mim é sempre um livrinho um pouco especial porque eu próprio o escrevi, participei na criação deste manual e acredito que ele pode ser uma bênção na sua vida. Acredito, como foi na minha também, no meu caso eu próprio ter escrito e desenvolvido estas histórias que aqui estão. Hoje vamos continuar com Jesus e com as grandes histórias da sua vida, hoje

O chamado de Mateus

também uma história muito especial. Na verdade vamos olhar para um grupo muito especial, um grupo de homens que eram neste tempo na Palestina muito desprezados, talvez entre os mais odiados porque poucas pessoas criavam tantos ódios entre o povo judeu como estes a que chamavam os publicanos. Eram vistos como traidores, esta é a realidade. Porquê? Porque eram homens que colaboravam com o poder romano, que obviamente subjugava e dominava aquele território ali. no Oriente, na Palestina. Ora, estes homens enriqueciam, na verdade, à custa do seu próprio povo.

Imagine isto. É claro que para a religião, a religião oficial, eles, portanto, não eram apenas pecadores ou homens maus. Eles eram vistos como a religião vivia quase tudo. Aliás, a religião dividia as pessoas entre puras e impuras e estes estavam entre os impuros, os indignos, quase irrecuperáveis. Ora, é precisamente neste espaço e nesta experiência de rejeição que Jesus vai começar mais uma das suas revelações que vem diretamente do coração de Deus. Ou seja, da forma como Deus olha para nós seres humanos e o que Ele quer fazer de cada um de nós. É por isso que hoje vamos dar uma olhada à história de Levi, também chamado e mais conhecido no Novo Testamento como Mateus, o discípulo de Jesus.

Mateus estava sentado na alfândega, precisamente onde esses impostos eram cobrados, e era o lugar do seu trabalho, onde ele estava quando Jesus passou. Agora, repare no seguinte. Levi Mateus não estava num templo em adoração, não estava numa sinagoga a cumprir um ritual religioso, a ouvir a leitura da Torah, nem sequer estava numa atitude de busca espiritual. Mateus estava no exercício do seu trabalho, do dia-a-dia, mas um trabalho que, na verdade, o excluía da vida religiosa e até da vida social em muitos aspectos. Ainda assim, o que é que aconteceu neste dia? Jesus parou, Jesus olhou para ele e Jesus disse-lhe duas palavras, tão simples.

Em português quase que podemos dizer numa única palavra. Uma expressão com um poder brutal de transformação. Lá no capítulo 5 do Evangelho de Lucas, Jesus disse-lhe apenas isto. Segue-me. Veja comigo, não houve um discurso Não houve uma argumentação para o convencer, não houve uma explicação sobre condições prévias, não houve sequer a exigência de que Mateus mudasse qualquer coisa antes de receber este chamado de Jesus. Ou seja, vou dizer isto de outra forma, o convite veio primeiro. E a resposta de Mateus foi imediata.

O texto diz que deixando tudo, ele levantou-se e seguiu Jesus. Ora, aqui está mais uma vez um princípio essencial e temos feito este caminho de andar à procura de grandes princípios no Evangelho para a nossa vida. Jesus não chama pessoas quando elas já estão prontas. Não sei se entendeu ou se me ouviu bem. Eu vou repetir caso estivesse aí por casa meio distraído ou no carro algum barulho que incomodou. Meu querido amigo e minha apresada amiga, Jesus não chama pessoas quando elas já estão prontas, mudadas, transformadas, perfeitas.

Jesus chama pessoas para se tornarem novas. Mateus não foi aceite, não foi chamado porque deixou tudo e mudou a sua vida. Mateus deixou tudo e mudou a sua vida porque Jesus primeiro chamou e aceitou. É isto que nós podemos chamar a graça de Deus. Porque a graça é um dom que nos é dado, é uma força brutal que precede a transformação. vem antes. O chamado deste discípulo, Mateus, revela-nos, portanto, o quê? Que o discipulado, seja entrar num caminho de ir lado a lado com Jesus, não depende da nossa posição social, da nossa reputação, do que vem do nosso passado, nem sequer da aprovação religiosa, de alguma autoridade religiosa, seja ela qual for.

Entrar neste movimento de discipulado depende de uma coisa apenas. Ouvir a voz de Jesus e responder. Sem reservas. Ir. Para alguns, isto significa deixar as redes. Aliás, tinha sido o caso dos primeiros discípulos de Jesus, como Pedro, André, Tiago e João. Para outros, significou deixar a mesa dos impostos, como Levi e Mateus. Mas para todos, e isso inclui não apenas estes discípulos do passado, mas também assim e a mim, para muitos, se não para todos hoje, significa isto. Cristo acima de tudo. Cristo primeiro.

É isto. Mateus, então, depois deste chamado, ele foi tomado por esta alegria de sentir que agora também fazia parte de algo que Jesus o tinha feito, o tinha tornado parte. Então ele vai fazer algo que, no fundo, é uma resposta natural. Mateus vai abrir a sua casa e preparar um banquete para celebrar este novo movimento na sua vida. Esta festa, esta celebração, não era uma exibição para se mostrar, era, sobretudo, para apresentar Jesus. Que é isso que nós fazemos quando temos alguém novo na nossa vida? Nós apresentamos. Então Mateus reuniu os amigos, os colegas, pessoas talvez até semelhantes a ele, publicanos, lá está, estes considerados pecadores e excluídos, outros familiares, e Jesus aceitou o convite.

Então Jesus neste dia foi e sentou-se à mesa, comeu com eles, conversou com

A mesa e a crítica

eles. É por isso que podemos dizer que a mesa de Mateus tornou-se um púlpito para a graça de Deus ser manifestada, porque Jesus foi lá. E este gesto, claro, nós já sabemos, isto é uma constante na vida de Jesus. É uma história paralela à de Jesus. Este gesto vai escandalizar um grupo de pessoas. E já sabe, se está familiarizado com isto, já sabe, é um grupo de pessoas muito especiais, os fariseus. Foi escândalo. Porquê? Porque para eles a santidade significava separação. Pureza significava distância. Eles não conseguiam compreender um mestre que se aproximava de quem? Dos pecadores. E por isso eles perguntam, não a Jesus, parece que havia ali um respeito para ir ter com Jesus, mas vão falar com os seus discípulos.

E então vão dizer-lhe o seguinte, porquê é que o vosso mestre come com publicanos e pecadores? Só que Jesus ouviu, e como Jesus ouviu, respondeu. E respondeu com palavras que não são só sabedoria e beleza, como todas as palavras de Jesus, são mesmo uma mensagem que atravessa os séculos. E esta mensagem merece ser lida com um pouco mais de atenção, por isso eu, na verdade, vou aqui à minha Bíblia para nós lermos juntos. Acompanhe-me aqui. Estamos no Evangelho de Lucas, Estamos no capítulo 9. E no versículo 31, precisamente neste chamado de Levi, Mateus, Jesus então vai dizer, depois desta pergunta, porque é que comem com os publicanos?

Porque é que Ele come com os publicanos e os pecadores? Jesus então responde a eles e diz-lhes assim, note bem. Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos. Eu não vim chamar os justos mas sim os pecadores e chamá-los ao arrependimento. Aqui, nestas palavras, nós podemos dizer que Jesus redefiniu completamente o sentido da religião. É isto. Temos que ver qual é o contexto em que Jesus está a falar. A religião é aqui redefinida com um novo centro. Esta religião é o Evangelho. É a religião do Reino de Deus.

Ou seja, Jesus não veio negar a santidade e a importância de buscar ser santo. Jesus vai redefinir é o propósito de ser santo. Vou tentar explicar-lhe isto melhor. A verdadeira santidade não foge do doente, aproxima-se para o curar. Esta, a verdadeira religião, ela não se mede pela distância do pecado dos outros, que é assim que tradicionalmente na religião se mede o quanto uma pessoa é santa. Repara, este parênteses. Por isso é que na religião, historicamente na religião cristã, as pessoas que queriam ser mais santos, mais puros, o que é que faziam?

Iam para mosteiros ou lugares completamente afastados, às vezes faziam votos de silêncio e sobretudo de não terem relacionamentos com ninguém. Para quê? Para que essa separação de tudo, o que pudesse ser visto como pecado, lhes garantisse que iam tornar-se pessoas santas. Agora Jesus vem redefinir a santidade ao contrário, pela proximidade com o coração de Deus. Porque os fariseus julgavam-se sãos, puros. Por isso é que eles não sentiam a necessidade de médico, de médico espiritual. Já os publicanos, os tais que eram detestados por toda a gente, os publicanos sabiam que estavam doentes, sabiam que não era correto.

Jesus não veio validar o trabalho injusto dos publicanos, como ladrões. Basta pensar no encontro dele com Ezequiel. Mas eles sabiam do seu problema, por isso é que abriam espaço, era possível haver uma cura. A consciência da nossa necessidade espiritual, mas até outras necessidades de mudança na nossa vida, é a consciência do nosso erro, que é a porta de entrada para a intervenção de Deus. Logo, da graça. É por isso que nesta história surge também uma outra questão, um outro tema que

O jejum e o vinho novo

vai ficar anexo a este. Que é o tema do jejum. Porquê? Os discípulos de João e os fariseus jejuavam, faziam da prática do jejum, se quiser uma prática, lá está, uma prática religiosa comum. Mas os discípulos de Jesus, por hábito, não jejuavam. Parece haver aqui uma pergunta espiritual muito importante, mas que, na verdade, escondia uma grande confusão. E por isso é que Jesus vai responder a esta questão que se vai levantar, com ternura, como sempre, e para isso vai usar uma imagem, a imagem de um casamento. E a resposta de Jesus a este questionamento que surgiu foi o seguinte. Podem, porventura, jejuar os filhos das bodas, quando está com eles o esposo?

Enquanto Cristo está presente, o tempo não se confunda, o tempo é de alegria. Porque o Evangelho, é isso o Evangelho, são boas notícias. Por isso o Evangelho começa com uma alegria por uma boa nova, não com um lamento por alguma coisa má. Começa com vida, não com o peso ou uma carga. É por isso que o jejum tem lugar, tem o seu lugar com certeza, mas o jejum como prática, ela não pode substituir a presença viva de Cristo. Quando o esposo, como Jesus, é chamado simbolicamente na Bíblia, no Novo Testamento em particular, claro, quando Jesus está presente, o noivo, então a resposta qual é? É alegria, é gratidão, é comunhão, é festa, é celebração.

Nesta passagem Jesus também vai apontar para o futuro. E vai dizer o seguinte, dias virão em que lhes será tirado o esposo. E então sim, hão de jejuar. Viu como Jesus aproveitou esta história para fazer um movimento em relação ao futuro? Jesus dizia o quê? Que haveria um tempo de dor, de ausência, um tempo de espera, e esse sim seria o tempo para jejuar. Mas mesmo nesses dias, O relacionamento com Cristo nunca pode ser sustentado por rituais, sejam quais forem. Os rituais podem até ser úteis para dar uma estrutura à nossa fé.

O problema dos rituais é que eles têm o risco de se tornarem o centro da experiência religiosa. Logo, ficam vazios. Jesus não está à espera de ninguém que cumpra rituais. Jesus está à espera de pessoas que tenham uma fé viva e um relacionamento íntimo com Então, Jesus vai ainda apresentar duas outras imagens muito importantes. Vai falar de um remendo novo num vestido velho e de um vinho novo em odres velhos. Então, em Lucas 5 temos lá este registro. Jesus dizia assim, ninguém deita vinho novo em odres velhos. Qual é o ensino de Jesus aqui? Porquê é que ele é importante para nós? Deixe-me resumir-lhe isto.

Porque o Evangelho não é um complemento da vida velha que nós temos. Esta é a mensagem permanente. É um novo nascimento. É uma nova vida. Não é um ajuste superficial. Não é isso que Jesus quer fazer na sua vida. Não é um ajuste superficial. Não é até aqui não usava gravata, pronto, agora vou usar gravata. Não, o Evangelho é uma transformação profunda. Não tem nada a ver com aparências. Não pode ser encaixada em estruturas humanas. Esse é que é o problema. A maior parte das vezes as estruturas humanas, por exemplo as religiosas, estão endurecidas por orgulho, por tradição vazia, por autossuficiência espiritual e por superficialidade. Isto era o que os fariseus queriam.

Mas Cristo? Cristo não é isso que ele prega, não é isso que ele chama. Não é uma religião sem conversão, não é uma prática que não tem um coração. O vinho novo do reino de Deus rompe esses odres velhos, que cheiram mal, na verdade. A graça de Deus jamais se vai acomodar num coração que está fechado. Por isso é que é preciso tornar-se alguém novo, que é humilde o suficiente para entender que tem que mudar, mas que é ensinável, quer dizer, que está disponível para aprender, como um menino. Por isso Jesus tantas vezes falava dos meninos como o exemplo perfeito do que é o seu reino.

E Jesus termina, finalmente, com uma observação. Ninguém entende o bebido, o velho, quer logo o novo, porque diz melhor é o velho. O que é que isto quer dizer? É um retrato de um perigo espiritual permanente na nossa vida, que é preferir aquilo que já é conhecido àquilo que é verdadeiro. E na vida religiosa, sejamos honestos, eu não sei quem é que me está a ver aí desse lado e qual é a sua experiência, mas eu sei perfeitamente, e já lidei com muitas pessoas que viviam tão agarradas à tradição que estavam incapazes de realmente abrir o seu coração para verdades maravilhosas para a sua vida. Ou seja, estamos agarrados à segurança das formas que nós conhecemos. E assim, às vezes, a fé e, sobretudo, conhecer verdades da Palavra de Deus parecem uma aventura um pouco perigosa.

Por isso é que este capítulo não fala apenas de Mateus. Nem esta história é sobre Levi Mateus, o publicano. É sobre si. É sobre todos nós. Porque cada um de nós tem a sua própria alfândega. Sabe o que é? A alfândega aqui é uma coisa que nos prende, que nos define, que nos dá identidade. E se isso for uma coisa que não é boa para a nossa vida, Cristo passa, Cristo olha para nós e Cristo chama-nos. E hoje eu tenho a certeza que Jesus está a chamá-lo a si. E o seu convite é claro. Vem a mim. Eu desafio a aceitar este chamado com Mateus, levantar-se e ir com ele. Vem a mim.

É o que Jesus lhe diz nesta hora.

Reflexão e encerramento

Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Estou aqui Estou aqui Vejo a dor que te faz chorar Sei que estás a sofrer Ouço o grito no silêncio do coração Meu amor, consola-me Então segura a minha mão Confie em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei.

Venha a. Mim, filho meu Andas longe do amor do teu pai Tenho os braços bem abertos Estou aqui Eu te vejo agora Sempre estás a sofrer Ponto o grito No silêncio do coração Meu amor Consolar-te Morterei eternamente Então segura a minha mão Confia em mim, eu sou fiel Pois eu nunca te abandonarei Contigo estou para sempre O meu amor é pra

sempre Nunca te deixarei Estou aqui Nunca te deixarei Estou aqui Nunca te deixarei Nos meus braços descanso Que. Convite maravilhoso que acabámos de ouvir.

Vem a mim. É um convite que Jesus faz à sua vida. E se hoje quiser aceitar esse convite, entre em contacto connosco, quem sabe até, diga-nos, o que quer aceitar Jesus na sua vida? Nós podemos apoiá-lo. Aqui, na Novo Tempo, temos instrutores bíblicos, pastores, pessoas que o podem ouvir, acompanhar e ajudá-lo nesta caminhada. Se quer aceitar Jesus na sua vida e conhecê-lo e levantar-se para este caminho com ele, entre em contacto connosco. Nosso número é 933 939291 e estamos disponíveis para o poder acompanhar e ajudar nesse processo. Obrigado por ter aceito o convite e por ter estado hoje aqui comigo na Voz da Esperança. Se Deus quiser voltamos no próximo episódio, ok? Fica combinado o nosso encontro.

Que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Neste episódio da Voz da Esperança, mergulhamos numa das histórias mais marcantes da vida de Jesus, o chamado de Levi, também conhecido como Mateus. Um encontro inesperado, num lugar improvável, que revela a profundidade da graça de Deus e o verdadeiro significado do discipulado.

Ao passar pela alfândega, Jesus não faz discursos nem impõe condições. Apenas diz, Segue-me. Esse convite simples, mas poderoso, mostra que Cristo não chama pessoas perfeitas, chama pessoas dispostas a caminhar com Ele e a deixar-se transformar.

📖 A história de Mateus lembra-nos que a graça vem antes da mudança. Não somos aceites porque mudamos, mudamos porque somos aceites. Jesus aproxima-se dos rejeitados, senta-se à mesa com os pecadores e redefine o verdadeiro sentido da santidade.

✨ Neste episódio, refletimos também sobre o perigo de uma religião vazia, feita apenas de rituais, e sobre o convite de Jesus a viver uma fé viva, alegre e transformadora. Porque o Evangelho não é um remendo numa vida velha, é vida nova, vinho novo, coração renovado.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 45
Estreou
16 de Fevereiro de 2026
Categoria
Outros