No Templo

No Templo

08 de Dezembro de 202528 min 50 s

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Abertura e reflexão

E. É um prazer estar de novo consigo, estamos na Voz da Esperança e cá estamos, nos reunimos aqui no nosso estúdio deste lado e agradecemos a sua presença desse para fazermos mais um episódio e continuarmos através da história e da biografia de Jesus a explorar aí esses momentos extraordinários que os Evangelhos nos deixaram o registro e que nós temos o privilégio hoje de ler, estudar e daí tirar lições também para a nossa vida. São estes os ingredientes para o nosso programa de hoje.

Venho daí e vamos começar, como sempre, com música para inspirar os nossos pensamentos, porque hoje vamos abrir o Evangelho e vamos descobrir mais um momento fascinante para aprendermos com o Mestre, aquele que também nos deixou o exemplo da oração, o Pai Nosso. Pai Nosso que estás no céu santificado. Seja teu nome, teu reino, venha tua vontade de aterrecer, se faça O nosso pão vem hoje a dar Nossas dívidas perdoar Como não da quem nos deve Mas livre-nos desta graça

e aí.

Oferta de estudo

Hoje quero já abrir e partilhar consigo uma oferta especial que tenho aqui nas minhas mãos, um guia de estudo na forma de uma revista, mas com um conteúdo extraordinário. dez capítulos, pequenos capítulos, com diferentes áreas de estudo sobre esta temática que, para os que se interessam pelas questões espirituais e também o futuro da nossa vida, pode ser uma questão muito pertinente. O céu ou o inferno? Será que estamos salvos ou perdidos? Precisamos de viver com medo de um lugar horrível que nos espera, se não nos portarmos bem aqui, nesta terra? Será que essa é a visão de Deus que temos, que nos ensinaram na tradição religiosa, talvez, de onde vimos?

Será que é isso que a Bíblia ensina? É por isso que ao longo destes dez capítulos questões como o pecado, como a salvação, como o que é o inferno, precisamente sobre como é que nós podemos, qual é a nossa participação nesse grande processo da salvação. Tudo isso é estudado particularmente com ênfase na fé. E é por isso que eu acredito que este manual pode ser muito útil para si. Estamos a oferecê-lo. Já percebeu com certeza. Céu ou Inferno. Envie uma mensagem para nós. É o 933 939291. É o nosso número. Basta enviar essa mensagem a dizer que quero receber essa oferta, Céu ou Inferno. Ou até mesmo dizer apenas Céu ou Inferno.

e nós vamos atendê-lo de forma pessoal, pedir-lhe mais informações para podermos fazer-lhe chegar esta oferta. Envie uma mensagem para nós, ligue-nos, se preferir, 933 93 92 91. Por agora, vamos Mergulhar é um autêntico mergulho, simbólico, mas um mergulho

O ruído do cotidiano

profundo nos pensamentos e na reflexão na vida de Jesus, para encontrarmos aí, mais uma vez, ensinamentos extraordinários. Ora hoje, quero começar por pedir-lhe que imagine comigo o seguinte. Entra num dia na sua igreja, num sábado ou num domingo, ou até num dia de semana que entrou ali para estar ali naquela calma numa catedral, por exemplo, numa igreja mais simples, estar ali talvez uma música, um órgão ou uma música a tocar para inspiração e de repente o seu telemóvel começa a tocar e o barulho começa a incomodar, fica aflito, vai tentar apagá-lo rapidamente, mas depois há mais um ou outro que começa a tocar e de repente Está naquela igreja, naquele espaço espiritual e de repente alguém ao fundo atende uma chamada e começa a falar ao telefone.

Alguém entretanto abre a porta da igreja e lá fora ouvem-se buzinas e o ruído da cidade. E de repente já nem se percebe bem o que é que é dentro e fora porque a pressa e o caos começou a instalar-se por todo lado. o barulho, o ruído, a azáfama, a pressa, instalam-se na nossa vida de uma maneira absolutamente incrível. E a verdade é que nós vivemos assim grande parte dos nossos dias, entre notificações constantes a cair no WhatsApp, chamadas com questões de trabalho ou de família, urgências diversas que vão surgindo na nossa vida pessoal ou profissional, metas para atingir e o ritmo da cidade, para aqueles que moramos mais na cidade.

No meio de tudo isto, o sagrado vai ficando muitas vezes para trás, misturado, às vezes no fundo da lista para muitas pessoas. Daí esta pequena imagem que lhe dei há pouco de podermos estar dentro de uma igreja, mas estarmos, no fundo, envolvidos pelo ruído do dia a dia, do que é profano, do que é secular. Sem andar por isso, muitas vezes começamos até a medir a nossa fé pelo que funciona e não tanto por quem nós adoramos. É aqui que o Evangelho tem sempre uma proposta que surpreende. Deus tem até o poder de visitar-nos no nosso barulho, na nossa confusão.

para nos ajudar a compreender o seu plano, para nos devolver esse espaço de encontro, quando um coração humano pode encontrar o coração divino.

A purificação do templo

É com esta imagem que eu gostava que abríssemos hoje a vida de Jesus, através da sua palavra, por isso é que a podemos abrir. Continuamos no Evangelho de João. Já temos estado a fazer esse percurso nos últimos episódios. Continuamos ainda mais para o final do capítulo 2. E temos uma situação absolutamente extraordinária. Eu vou contá-la aqui um pouco, acompanho como se estivéssemos lá. Jesus vai subir até Jerusalém e Ele entra desta vez no Templo, esse lugar sagrado. E o que Jesus vai fazer nesse lugar vai mudar muita coisa. Quando o ruído governa a vida das pessoas, é muito difícil manter a reverência.

É por isso que Cristo é muito importante que deixamos espaço para ele na nossa vida? Porque quando Cristo chega, o coração desperta dessa azáfama. Ora, João conta. Um fenómeno, um momento em que exatamente isto aconteceu. O João conta-nos que a Páscoa aproximava-se, a cidade de Jerusalém estava numa azarfa, ela enchia-se de pessoas. E nos pátios exteriores do templo, o que é que existiam ali? Bancas. Bancas com animais, que eram vendidos. Havia mesas de câmbio, para que as pessoas pudessem preparar-se para fazer os seus negócios. E havia discussões de preço. E isto era conveniente, talvez até necessário, porque quem vinha de longe, e acredito que para a Páscoa em Jerusalém as pessoas vinham realmente de longe, elas precisavam de trocar dinheiro e comprar a sua oferta, que depois no templo era necessário ser feita.

Mas o que começou a acontecer com o tempo, e particularmente neste dia em que Jesus ali chega, a realidade era esta. A conveniência Estas necessidades concretas e logísticas abriram a porta ao que poderíamos hoje chamar de extorsão. O som das moedas e da exáfama do negócio começou a abafar o som das orações, da busca por Deus. O útil, mesmo que necessário, mas o pragmatismo de ser preciso, de ter uma solução para os problemas que eram concretos, começou a ocupar o lugar do que devia ser santo e soleno. Ora, Deus tinha dito, já desde o Sinai, que onde Ele se manifesta, o que é que esse lugar se torna?

Santo. Por isso é que o Templo foi chamado, desde o seu início, casa de oração para todos os povos, como está lá em Isaías 56. O Templo nunca foi chamado de feira. Mas a linha entre o serviço que era necessário prestar e o comércio começou a esbater-se quase até ao limite e ao ponto de que muitas pessoas, para não dizer a maioria, começaram a esquecer-se do propósito daquele lugar e do que ali se realizava. Talvez isto tudo, agora ao ouvir-me contar esta história, que está no Evangelho, pareça que isto é uma coisa que não tem nada a ver connosco. Ninguém vai para a igreja, seja ela qual for, fazer negócios e comprar ovelhas e enfim, envolver-se nessa experiência.

Mas eu hoje queria dizer-lhe que talvez esta história seja mais perto de nós do que pode parecer. Porque quando a nossa fé, a nossa espiritualidade, a nossa igreja, a nossa relação com uma igreja, quando ela se mede por tráfego, por likes, por dinheiro que se pode arrecadar numa doação, por projetos que se erguem, por edifícios, então nós corremos o risco de que aconteça algo muito semelhante connosco. Usar Deus para chegar a um fim. que nos parece e que se torna maior do que o próprio Deus ou o nosso encontro com Ele. E quando isso acontece, então a presença de Deus torna-se um produto.

E o mundo da religião, diga-se a verdade, está cheio de histórias e contextos em que ela própria, a religião, o encontro com Deus, torna-se o produto. A pior profanação, portanto, não é o barulho no templo. É quando essas experiências e acontecimentos têm o potencial de calar a voz de Deus no nosso coração. No meio de tudo isto, voltamos à história, Jesus entra. E quando Jesus entra naquele lugar, naquele templo, ele não vê só mesas e moedas. Jesus, na verdade, está ali à procura de vidas. E o que é que o texto nos conta, o Evangelho? Que diante dele, o tumulto vai parar e há um silêncio que vai tornar-se pesado.

Aquele momento tornou-se como estar diante de uma audiência ou numa audiência diante de um juiz e perceber que este juiz é capaz de ler a alma, ler a vida e o mais profundo. E Jesus vai fazer esta tremenda declaração. Não façais da casa do meu Pai uma casa de negócio. Jesus não se pôs a discutir. Ele tinha como propósito, nesta palavra, restituir àquele lugar e àquelas pessoas o seu verdadeiro propósito. O que é que vai acontecer? As mesas começam a virar, moedas rolam no chão. Jesus tem uma intervenção surpreendente, chocante para muitos, mas ninguém o usou sequer a resistir.

Talvez alguns se tenham lembrado do Salmo. O zelo da tua casa me consome. Versículo 9, Salmo 69. Então, vem a primeira ordem. Essa ordem, podemos dizer que é a verdade a ser proclamada para que o ruído se cale. para que aquela casa, que é a tal casa de oração, volta a ser aquilo para o qual ela foi feita, a ser essa casa de acolhimento para o povo de Deus. Será que não é connosco assim também? Às vezes não precisamos de mais argumentos. Precisamos da voz de Jesus, que quando fala a nossa vida, recoloca tudo no sítio, especialmente as coisas que estão desarrumadas e confusas na nossa própria vida.

Quando Jesus fala com autoridade, então os ídolos todos na nossa vida mesmo perdem coragem, perdem espaço. Ora, o que é que os líderes vão fazer diante desta ação de Jesus que começa a levantar as mesas e a virar aquelas moedas e aquele negócio? Muitos fogem, afastam-se. Ficam talvez os mais pobres, os mais esquecidos. E aqui a cena vai mudar de tom. Porque o mesmo Jesus, este Jesus que veio purificar, ele também é o Deus que cura. Então ele inclina-se, ele toca, ele escuta o clamor. É dentro da presença de Jesus que os mudos falam, que os cegos vêm, que os coxos voltam a caminhar.

Então podemos dizer que a paz voltou a posar naquele tempo. Porque santidade, vontade de ser santo e compaixão estão sempre juntas. Cristo começa então a limpar, a arrumar. Não para se exibir, mas Jesus limpa para dar lugar às pessoas. E sobretudo à presença do Pai. Porque se a nossa pureza não abrir espaço àquele que está cansado, então acredite, isso não é pureza. É orgulho. E o orgulho espiritual talvez seja o pior de todos. Este templo que Jesus limpa agora é o mesmo onde feridos vêm para encontrar essa casa, esse lugar de abrigo.

Os líderes regressam, contam as histórias.

O verdadeiro templo

Estamos em João capítulo 2. Esses líderes religiosos, responsáveis por aquela confusão que ali se passava, eles dizem a Jesus com que autoridade faz estas coisas. E Jesus vai responder com um autêntico enigma, onde mais uma vez encontramos como que uma semente do Evangelho. E Jesus disse, derribai este templo e em três dias eu o levantarei. Uau! Resposta completamente surpreendente. E estes homens meio desconcertados, sem perceber o que é que ele quer dizer. Porquê? Porque eles pensam no edifício, claro, no templo, no lugar físico. E Jesus está a falar de quê? Se calhar já percebeu, do seu corpo.

Porque ele é que é o verdadeiro templo. Jesus, na verdade, estava já profeticamente a apontar para que realidade? Para a cruz e para a ressurreição. E Jesus fazia isto porque há uma grande verdade que já estava clara no coração de Jesus, mas que ninguém sabia ainda. Mas nós hoje podemos afirmá-la. É que sem o Cristo vivo, todo o ritual religioso é insignificante e não tem qualquer sentido. Por isso nós podemos ter incenso, podemos ter tradições, podemos fazer tudo o que quisermos, mas sem o Cordeiro não há altar. Esta é a mensagem do Evangelho. Sem o Cristo ressuscitado, ou seja, o Deus que está vivo, não há culto, porque não há ninguém para adorar.

Por isso é que a igreja, a vida religiosa, ela não vive de eventos. Não vive sequer de templos e lugares físicos, mesmo que possamos lá ir e que seja muito benéfico. Mas a verdadeira religião vive do Cristo que venceu a morte. E quando Jesus morreu, talvez se recorde o que é que aconteceu. O véu do templo, diz as escrituras, que resgou-se de alto a baixo. Ou seja, a sombra, que é o que era o santuário, e aquele véu, essa sombra se deu lugar ao verdadeiro, ao corpo. E, por isso, os nossos olhos levantam-se e podem dizer aquilo que, mais tarde, o apóstolo iria escrever aos hebreus.

O verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, ou levantou, não o homem. De quem é que estava a falar? Cristo. Ele é que é o verdadeiro tabernáculo. Por isso é que ele também é chamado do sumo-sacerdote. Aquele que entrou, uma vez e para sempre, no lugar santíssimo, ou seja, ele entrou na presença de Deus, para, com autoridade, ele ser o Senhor. E ele entrou ali com o quê? Com o seu próprio sangue. Os sacerdotes aqui entravam no templo, lá em Israel, com o sangue dos animais. Jesus foi com o seu próprio sangue. Porque esses resultados eram eternos. E é por isso, também em Hebreus nos explica tudo isso, que hoje Jesus vive a fazer o quê? A interceder por nós. Eu estou a fazer-lhe aqui uma pequena viagem, porque estou a fazer uma ponte, claro, entre o que Jesus fez no Templo e essa correção no Templo e o que hoje acontece no Templo.

Ora, a pergunta que eu tenho para te colocar é a seguinte. O que é que saber isto muda numa segunda-feira da nossa vida normal, do nosso trabalho, do nosso cotidiano? Eu acredito que muda muito. Porque a sua oração, feita na cozinha, enquanto corta cebolas, o seu suspiro por Deus quando está no trânsito, no seu carro, a sua lágrima à noite derramada na almofada enquanto medita sobre a vida e como as coisas estão confusas na sua vida. Todas estas coisas, feitas em qualquer lugar, entram numa sala, num lugar, onde Cristo está a ministrar. E isto faz uma grande diferença, porque o culto, aqui embaixo, É um culto que está baseado no ministério que Cristo tem lá em cima.

Essa é a verdadeira religião. Ou seja, aqui na Terra, a Igreja, ela só é forte, só tem algum significado, quando ela vive ligada ao Santuário do Céu. Ou seja, o lugar onde Cristo está. Desde sempre, Deus quis habitar com o seu povo. Isso nós sabemos, desde sempre. É o plano, é o projeto de Deus. Só que o pecado desalojou a glória de Deus, sim. Foi por isso que Jesus teve que vir a esta terra, porque a encarnação de Jesus trouxe essa glória de volta, que tinha ficado desalojada. Por isso o apóstolo Paulo pergunta, não sabeis que sois do santuário de Deus? Esse é o nosso lugar, é a nossa casa, e que o Espírito de Deus habita em vós.

Então pense, se nós somos o templo, temos de reconhecer que há bancas montadas muitas vezes no nosso coração. Tal como aconteceu no tempo de Jesus. Bancas que têm que ser mandadas abaixo. Porque muitas vezes nós trocamos essa presença do divino por desempenho e performance, por mostrar coisas, até na vida espiritual. Nós trocamos oração por pressa. Porque não há tempo. Nós trocamos verdadeira adoração por imagem. Sejam elas esculturas ou coisas que substituam o tempo com Deus. E o que é que Jesus quer fazer? Eu tenho que ser honesto. Jesus quer arrombar com isso. E não é na sua vida, é na minha. Em primeiro lugar. E talvez na sua, se for essa a sua experiência.

Quando nós não abrimos a porta a Deus, quando nós não deixamos Jesus entrar, Ele não entra. Mas quando nós abrimos a porta, Jesus não faz visita, Jesus muda-se para a nossa vida. Por isso é que há um caminho prático que eu hoje quero deixar consigo. Separar um tempo, um tempo real, um tempo para silêncio. Que é tempo com Deus, calar os outros ruídos, não é calar a voz de Deus. Prepara cinco minutos na sua vida que sejam honestos, profundos. Podem ser mais importantes que uma hora que está num lugar qualquer religioso, mas distraído. Peça a Deus que Ele lhe revele onde é que está também essa banca, essa mesa de negócio que precisa de ser derribada. Confessa a Deus as suas falhas.

Isso é deixar as moedas rolar. Ofereça o seu corpo. aquilo em sacrifício vivo, não é? Faça sacrifícios no seu corpo, ofereça ao seu corpo a sua agenda, os seus recursos, os seus dons, a sua vida. Traga a Deus o verdadeiro culto. E o verdadeiro culto é quem é que precisa de si, da sua bênção, da sua ajuda. Porque Cristo não quer só limpar o templo, Ele também quer morar nele. E é por isso que nós temos alguém que está connosco.

Momento musical

Alguém que foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado. E esse é aquele que pode fazer-nos este convite, para que nos cheguemos a ele com confiança, para alcançarmos misericórdia. Ouvi a tua oração E escolhi para mim este lugar Se eu fechar os céus e não o vejo a cair Ou-te a ordenar as nações que te consumam Ou-te a enviar a peste entre o meu povo E se o meu povo E se o meu povo que se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha face E se convertir dos seus caminhos Então ouvirei E os seus eu perdoarei Serei a sua terra Pois aberto

o chão, meus olhos à oração Ouvi a tua oração e a escolhi pra mim este lugar. Se eu fechar os céus e não o vejo a cair, se ordenar as noções que te consumam, Observar a peste Entre o meu povo E seu meu povo E seu meu povo Quem se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha farsa E se converter dos seus caminhos Então eu o ouvirei E dos seus eu perdoarei Sererei a sua terra Pois

aberto o chão Meus olhos à hora serão Enquanto a ti, se andares diante de mim, o mandou teu pai David, e fizeres como te ordenei, e guardares os meus estatutos e os juros. Pois os meus... Isso é o meu povo que se chama Pelo meu nome se humilhar E buscar a minha face E se converter dos seus caminhos Então o ouvirei E dos seus eu perdoarei Fararei a sua terra Neste.

Encerramento e despedida

Autêntico apelo que ouvimos, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhara, então Deus vai abençoar. Foi isso que Jesus quis demonstrar nessa história e nesse momento que hoje aqui revelamos ou lembramos. Mas é isso que Deus quer fazer também na sua vida. para conhecer melhor e dar mais espaço a esse verdadeiro encontro. Entre muitas outras coisas, também o podemos ajudar, como sempre, com oferta de material, recursos que o podem ajudar. Lembro que hoje ofereci-lhe aqui a revista Céu e Inferno. Se quiser conhecer mais sobre este tema, aprofundá-lo, envia uma mensagem para nós, para o 933 939291. Fica o nosso encontro marcado. Volto para a semana para o nosso novo episódio.

Se Deus quiser, cá estaremos. Se Ele nos der vida e saúde, que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Neste episódio da Voz da Esperança, partimos da cena do templo em Jerusalém para falar do barulho que ocupa o nosso coração. A partir de João 2, acompanhamos Jesus a entrar no templo transformado em mercado, onde o som das moedas e dos negócios abafava o som da oração e da busca por Deus.

A reflexão mostra como esta história está mais perto de nós do que parece, quando a fé passa a ser medida por números, imagem e desempenho, em vez de relacionamento real com Cristo. Jesus não vem apenas virar mesas num espaço físico, Ele quer derrubar as “bancas” montadas na nossa vida, trocar a pressa pela oração, a aparência pela adoração verdadeira e devolver ao coração o lugar de encontro entre o humano e o divino.

Ao olhar para o ministério de Cristo no santuário celestial, percebemos que cada oração simples, no trânsito, na cozinha ou em silêncio ao final do dia, entra nesse “templo” onde Jesus intercede por nós. O episódio termina com um apelo prático, separar tempo real para Deus, deixar rolar as “moedas” do orgulho e abrir espaço para que Cristo não seja apenas visita, mas habite em nós como verdadeiro templo do Espírito.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 35
Estreou
08 de Dezembro de 2025
Categoria
Outros