É necessário que ele cresça

É necessário que ele cresça

22 de Dezembro de 202527 min 38 s

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E. É um prazer estar de regresso aqui à Voz da Esperança, na sua Novo Tempo, que é também o canal da Esperança. Esse é realmente o mote deste canal, assim que nos vê, quem sabe também nos possa estar a escutar na rádio ou, quem sabe mesmo, alguns no YouTube aí da Novo Tempo Portugal, uma plataforma cheia de conteúdos que também pode encontrar, juntamente com outros conteúdos, no site novotempo.pt. Assim vai ficando a saber onde é que pode também encontrar outros conteúdos para além daquele que pode estar a ver nesta hora em direto na sua TV no canal Novo Tempo.

A Voz da Esperança está de novo reunido. Obrigado por estar também aí desse lado como parte desta grande família. Vamos ouvir e falar hoje mais uma vez sobre Esperança. É Vejo que o tempo logo vem As leções daqui além Tenho alerta a não cantar Aleluia!

Aleluia! Aleluia! Servos de Deus a trombeta tocai, breve Jesus voltará. A todo o mundo a mensagem levai, breve Jesus voltará. Montes e balas o som ecoar, breve Jesus voltará.

Ondas do mar a canção encoar, breve Jesus voltará. estrangeira.

O ministério de João Batista

Nas últimas semanas, aqui nos últimos episódios da Voz da Esperança, estamos numa série, podemos dizer assim, uma temporada sobre a vida de Jesus. Estamos a acompanhar quase uma biografia. de encontros, sermões, ensinos e momentos especiais que a vida de Jesus deixou para nós como um exemplo extraordinário e uma grande inspiração para a nossa fé. Hoje vamos debruçar-nos sobre mais um desses momentos com um olhar especial para um homem que já aqui falámos aliás num episódio anterior, João Batista. Mas antes de abrir Este tema consigo quero dizer-lhe hoje que tem uma oferta especial. Já sabe que aqui na Voz da Esperança, e em geral aqui em todos os programas, temos sempre alguma oferta para o ajudar a ir mais longe, além destes temas que aqui partilhamos.

Hoje trago um guia de estudo sobre o livro do Apocalipse. É isso mesmo, um livro profético, cheio de grandes revelações. Se quer estudar o livro do Apocalipse, compreender melhor estes temas, às vezes um pouco complexos, envie uma mensagem para nós a pedir este material, este guia de estudo. 933 939291 é o número para o qual deve ligar ou enviar uma mensagem. Isso é o mais fácil. O WhatsApp é hoje o meio. A maior parte das mensagens e pedidos que recebemos é através do WhatsApp, por isso faça isso mesmo e teremos muito gosto em fazer-lhes chegar, então, esta revista sobre o livro do Apocalipse. Há momentos em que o maior ato de fé e até de coragem pode ser mesmo sair de cena.

Vamos descobrir hoje porque é mais uma história extraordinária da vida de Jesus e do Evangelho. Nós vivemos num mundo que, em certo sentido, nos ensina ou pelo menos promove a que as pessoas apareçam, se façam ver. Vivemos num mundo que hoje especialmente vive muito a contar seguidores e a medir a influência das pessoas. Mas o Evangelho tem uma outra matemática para nos ensinar. É a grandeza que não está em tentar ser o maior ou em subir, mas em ceder o lugar. João Batista. É dele que mais uma vez quero falar-lhe hoje neste nosso encontro. Porque João Batista foi um homem que compreendeu esta grande verdade e viveu-a de uma maneira extraordinária.

Durante um par de anos, Um bom tempo, João o Batista foi a voz mais forte, mais ouvida em Israel. Ele era o grande influencer do momento. Era ele que as pessoas queriam ouvir, as suas grandes frases, as suas ideias, os seus apelos. E por isso é que as multidões iam até ao deserto só para o ouvir. Até os sacerdotes, soldados, enfim, cobradores de impostos, pessoas que estavam habituadas a ter poder para rebaixar os outros, até esses o temiam. Por isso era um homem que impunha respeito. Mas há um momento na história de João que tudo muda. E esse é o momento em que Jesus aparece em cena.

E a atenção e o foco começam a mudar. Mesmo as pessoas que seguiam João, muitos desses homens e mulheres, discípulos, seguidores, começaram agora a seguir Jesus. Ora, como João tinha um grupo de discípulos que tinham, enfim, um apego, claro, ao seu mestre, esses discípulos começaram a ficar especialmente inquietos. E um dia vão ter precisamente com o João para falar sobre esse tema. Rabi, diziam eles, aquele que estava contigo além do Jordão e do qual tu deste testemunho, haí-lo batizando, e agora todos vão ter com ele. Lemos isto lá no Evangelho de João, capítulo 3, que é onde estamos.

Já estamos há algumas semanas a fazer esta sequência no Evangelho de João. Eu li aqui o versículo 26. Esta frase dos discípulos de João claramente mostrava aqui, vamos dizer, uma espécie de ciúme. Isto podia ser até uma armadilha para João Batista, mas não, em João o ciúme não encontrou espaço. Este era o homem que aprendeu a apontar o cordeiro e recusou-se, portanto, a apontar para si mesmo. E a verdade é esta, uma grande verdade que João nos ensina, quem vive para preparar o caminho para que Jesus encontre espaço, esse alegra-se quando Cristo passa à frente, quando deixa de ser o centro das atenções.

A alegria de ver outro crescer

Esta, portanto, é uma história, um momento sobre a alegria de ver outro crescer. E é muito interessante porque Satanás tentou João, aliás, como tenta qualquer servo fiel de Deus, com a ideia de que tu foste esquecido, ficaste para trás. Mas o profeta, o sábio, o mestre João, o servo, não cedeu. Porque ele entendeu que a sua missão era uma. E por isso ele disse, o homem não pode receber coisa alguma se não lhe for dada do céu. É a resposta, aliás, de João à pergunta dos seus discípulos. E depois ainda vai continuar a explorar esta ideia. Aquele que tem a esposa é o esposo.

Mas o amigo do esposo, que o assiste e o ouve, esse alegra-se muito. com a voz do esposo. É interessante esta metáfora. O amigo do noivo é assim que João fala de si próprio. O amigo do noivo não compete com o noivo. Ao contrário, alegra-se com a felicidade do noivo. Ora, João sabia, João sabia perfeitamente que a sua tarefa era preparar o caminho, não ocupar o trono. E é por isso que ele vai declarar esta frase, que eu hoje gostaria que fosse talvez o centro desta reflexão, aqui no Voz da Esperança. João vai declarar esta frase que, se quiser, resume bem a grandeza do seu coração.

Mas também podemos considerá-la como um dos pilares do que é a fé cristã. Está lá em João capítulo 13 e no versículo 30. Aqui estou a dizer-lhe mais especificamente para que possa guardar e quem sabe até ir ler por si próprio. É necessário que ele cresça e que ele diminua. Eu não sei, sinceramente, duvido que alguma outra frase mostre ou revele melhor o coração de um verdadeiro servo de Deus. Quem vive para a glória de Deus alegra-se em ficar na sombra. se isso significar que Jesus está na luz. É por isso que a Bíblia e a história de João Batista apontam-nos o caminho para dizer que o verdadeiro sucesso daquilo que é servo é ver o seu mestre exaltado.

E essa é uma autêntica... é um projeto de vida que nos é revelado. A humildade que reflete o céu, João viveu-a. E essa humildade não é apenas pregar a humildade. Pregar a humildade seria um pouco como aquela célebre anedota da pessoa que dizia que a minha maior qualidade é ser humilde. João não prega sobre humildade, não diz que é humilde, nem explica o que é humildade, como se fosse uma espécie de um teórico das grandes virtudes. João viveu essa humildade. Por isso é que os seus discípulos, eles sim se sentiram incomodados em ver esse desaparecimento acontecer.

Por isso, João é um exemplo extraordinário para nós de que é possível viver numa atmosfera que não está contaminada pelo egoísmo e pela ambição. E, acredite, este é um tema muito importante no tempo em que nós vivemos porque a ambição, a tentativa de ser melhor, uma ideia de meritocracia, coisas que na vida têm o seu lugar e que estão muito expostas, podem até fazer sentido ou ser úteis em algumas áreas da nossa vida, mas são um engodo terrível. Por isso que João realmente se coloca como um ótimo exemplo diante de nós. porque João foi essa alma que se esvaziou de si mesmo e por isso é que ele se tornou muito receptivo a ouvir a voz de Deus e à presença do Espírito Santo.

Porque quanto mais o coração se vai tornando simples, mais clara fica que a glória de Deus precisa de ser refletida em nós. João sabia que ele não era o Cristo, Portanto, ele não era o centro, não era o enviado, não era o ungido, não era o Messias. Tudo isso é o que está dentro desta expressão que às vezes usamos para falar de Jesus. Esse era o seu nome. Mas o Cristo, portanto, aquele que tinha sido escolhido, não era João. João era a voz. Por isso ele designou-se como a voz. E aquele que percebe e assume, aliás, essa identidade de ser a voz, não está a disputar atenção.

Está ali para transmitir uma mensagem, para ser um eco. Sabe que muitas vezes nós temos que nos calar a nós e os nossos pensamentos, às vezes pensamentos negativos também, destrutivos sobre nós próprios, de insegurança. Muitas vezes nós temos que calar a nossa voz para que Deus fale. E esse é um exercício que é muito importante nós também aprendermos a fazer na nossa vida. Umas vezes pode ser essa voz do egoísmo, essa voz de vaidade que precisa de calar-se e sair. Outras vezes essas vozes que nos tentam rebaixar, desconsiderar, e de uma ou de outra forma, de um lado ou outro destes extremos, O Espírito de Deus fala e precisa de que haja em nós o espaço para o ouvir.

O profeta Isaías dizia assim, assim diz o alto e o sublime Deus, aquele que habita na eternidade. E qual era essa mensagem que dizia o alto e sublime? A mensagem é a seguinte, eu habito também com o contrito e o abatido de espírito. Está registado lá no livro do profeta Isaías, capítulo 57 e versículo 15. Veja bem, estas palavras dizem-nos que Deus não vai dividir espaço com o orgulho. Deus habita onde há arrependimento e Deus age na vida daqueles que se rendem.

Esvaziar-se de si mesmo

Por isso é que João Batista também é um exemplo desta capacidade de se render. Podíamos chamar a isto essa ideia de se esvaziar a si mesmo. e esvaziar-se a si mesmo é uma atitude, é uma postura diante da vida, e na fé em particular, que ao contrário do que pode parecer, que esvaziar-se seja ficar sem valor, esvaziar-se de si mesmo é uma ideia, uma metáfora, que na verdade aponta para a direção de que podemos tornar-nos a murada de Deus, para que Deus plenamente possa habitar em nós. Agora, ainda falando de Cristo, de Jesus e do seu lugar, João vai fazer uma declaração. E ele diz, aquele que vem do céu é sobre todos.

E aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, pois não lhe dá Deus o Espírito por medida. Veja como Jesus recebeu o Espírito sem limites. Precisamente porque no coração de Jesus nunca houve nenhuma resistência à ação Por isso é que a plenitude de Deus habitava nele, como depois mais tarde o apóstolo Paulo vai escrever também. Através de Jesus fluiu tudo o que era perfeito, o que era bom. Essa graça que veio da parte de Deus para se estender aos homens, tudo isso Jesus veio dar forma, veio encarnar. João sabia isso e, portanto, ele não queria privar ninguém, e muito menos os seus discípulos, de compreenderem essa grande verdade.

Por isso é que João vai afirmar algo muito importante e profundo, que é o mesmo que acontece com os seguidores de Cristo, todos. Nós recebemos da luz que vem do céu, na medida em que nos esvaziamos desse eu, como tantas vezes lhe chamamos. As nossas tendências, nossas vontades e desejos, gostos às vezes, Deus não derrama o seu espírito sobre vasos que estejam cheios de si, mas sobre corações que estão disponíveis. É por isso que esta é essencialmente a tarefa que nos é dada, o chamado que Deus nos faz. O apóstolo Paulo, ele escreveu, um pouco mais tarde, uns anos mais tarde, destas palavras e desta história que estamos a olhar para João Batista, o apóstolo Paulo escreveu que em Cristo habita corporalmente, no seu corpo, na sua carne, toda a plenitude da divindade.

E depois acrescentou que nós estamos perfeitos nele. Só é possível ser perfeito nele. Escreveu o apóstolo aos consenses, no capítulo 2 e nos versículos 9 e 10. Veja como, a plenitude de Deus, E, portanto, na nossa experiência também não está na performance. Está na nossa comunhão, o quanto estamos conectados com Ele. Não está em muito fazer, mas no quanto eu entrego de mim, o quanto submeto. Essa ideia de rendição. Por isso nós sabemos, pelo ensino de Jesus, por tudo que a Bíblia nos explica e pela experiência de João Batista, que o Espírito de Deus enche um espaço que é deixado vazio quando o nosso egoísmo e o nosso orgulho sai.

Os discípulos de João, o que aconteceu foi que eles viam as multidões irem a Jesus. E começaram a sentir-se, obviamente, ultrapassados, porque Jesus também tinha discípulos. Portanto, até eles, a nível pessoal, de alguma maneira tinham sido deixados para trás, porque agora havia um novo mestre e um novo grupo de discípulos. Mas também tínhamos o grupo dos fariseus, esses líderes religiosos, esse grupo dentro do judaísmo muito rígidos, sempre a tentar ser perfeitos. E esse o que é que viam? Viam o povo que começava a deixar as sinagogas, ia ouvi-los, ia seguir Jesus, ia ouvir Jesus. Por isso é que podemos perceber que a frase, a afirmação de João Batista, na verdade, não foi só uma ideia genérica teórica.

A frase que eu vou repetir, é necessário que ele cresça e que ele diminua, era o que um grupo enorme de pessoas precisava de ouvir. Essas pessoas preferiam dizer, é necessário que eu mantenho o controlo. Ah, mas eu tenho uma posição. Ah, mas depois as pessoas podem perder o respeito por mim. Por isso João disse esta frase. E é interessante porque Jesus, quando começou a perceber também este perigo de divisão, sabe o que é que Jesus fez? Retirou-se para a Galileia. E ele saiu para a Galileia, deixou também essa primazia que estava a ter para evitar o confronto. E não foi por medo que lhe fizessem mal, mas por sabedoria.

Porque Jesus, como mestre, sabia que a inveja A inveja, como alguém dizia, é a irmã mais velha da discórdia. E, portanto, a discórdia rebenta qualquer missão. E Jesus tinha uma missão muito importante a cumprir. Por isso é que ele se afastou nesta altura. E assim termina, aliás, este capítulo, esta história aqui. Jesus afastou-se para que esse ciúme não se começasse a tornar desde logo uma grande barreira ao avanço do Evangelho. Mas a verdade é esta. Temos aqui um exemplo muito claro. Mesmo quando nós temos razão, nós devemos procurar primeiro os caminhos da paz. Isto é mais importante do que ter a verdade.

A verdade, na verdade, passo aqui a redundância e até perdo o brilho, quando ela

Confundir o mensageiro com a mensagem

é defendida com um espírito de contenda. Isto nós vemos em famílias, no trabalho, em tantos relacionamentos. O espírito da verdade nunca opera porque não tem espaço em corações que estejam dominados por inveja, por maldicência, por vontade de que eu tenho toda a razão e toda a verdade. É por isso que este texto termina com uma lição preciosa, muito importante, que ainda lhe quero deixar nos últimos segundos. João tinha cumprido a sua missão. E a missão foi preparar o caminho para que Jesus viesse. Agora era a hora de Jesus tomar a dianteira. É certo que os seus discípulos tiveram muita dificuldade em entender isto, porque eles achavam que o êxito dependia, claro, do seu mestre.

É aqui que vemos este perigo que também nos ameaça ainda hoje, que é confundir o mensageiro com a mensagem. É por isso que Deus levanta um homem para começar uma obra. Mas depois, às vezes, levanta outro para continuar essa obra. E quando nós nos apegamos mais ao obreiro do que ao Senhor, nós sabemos que normalmente a obra começa a perder a direção. Porque toda a boa obra pertence a Cristo. Não a quem iniciou, nem a quem continuou, nem a quem alcançou. Este é aquele resultado. Por isso é que João ensina qual é o caminho certo. É aceitar o momento, que é sempre o momento certo para que não sejamos nós a manter-nos à frente de nada, mas seja o propósito de Deus a continuar.

Por isso a missão que Deus confia a todos os homens e a si também, ela tem o selo divino. E essa obra de Deus, ela não carrega o nome de nenhum homem. Carrega a imagem de Cristo. Aquele de quem João disse, que ele cresça e que eu diminua. Preciso ser puro, pois há quem creia em mim. Preciso ser justo, Fiel até o fim São tantos olhares Tentando encontrar Em meus próprios passos Caminho para lá Preciso de forte Pois muito há que enfrentar Buscar de joelhos Poder para andar São tantos pesares E o mal a rodear

Meus lábios são teus São tuas as minhas mãos Meus pés onde queiras Ali estarão E que ao meu redor Conheça o Deus a quem sirvo E saibam que vivo meus dias inteiros para ti Meus sonhos te entreguei Meus bens, meu futuro Prestaram de pedes para ter Porteiros, meu Deus Meus lábios são teus São tuas as minhas mãos Meus pés, onde queiras, ali estarão E que ao meu redor

Quem vivo E saibam Que vivo Meus dias inteiros E saibam Que vivo Meus dias inteiros Pra ti.

Encerramento e oferta

Foi uma bênção ouvirmos agora esta maravilhosa melodia, esta mensagem na voz da Amália. Nós estamos mesmo a chegar ao final deste nosso encontro aqui na Voz da Esperança. Foi um prazer ter estado consigo. Obrigado pela sua companhia aí desse lado. Mesmo mesmo a sair e lembrar que hoje Estou aqui a oferecer-lhe este guia de estudo sobre o livro do Apocalipse, para ir mais fundo nestas grandes verdades. Envie uma mensagem para nós, para o 933-9291, se quiser receber também esta revista, ou até se já a tiver, pode pedi-la para oferecer a alguém que ainda não tem e precisa estudar este livro. Foi um gosto, mais uma vez, para a semana. Se Deus quiser, voltaremos a estar juntos aqui para mais uma Voz da Esperança. Até lá, fique bem, que Deus o abençoe.

Sobre este episódio

Neste episódio da Voz da Esperança, a reflexão passa por João Batista e por uma das frases mais fortes do Evangelho, “É necessário que Ele cresça e que eu diminua”.

A partir de João 3, vemos como a grandeza no Reino de Deus não se mede por aplausos, influência ou seguidores, mas pela humildade de ceder o lugar para que Cristo seja visto. Ao longo do programa, percebemos como o ciúme e a inveja podem destruir relações, famílias e missões, e como Deus chama cada um de nós a deixar espaço no coração para ouvir a Sua voz.

Quando o eu se cala, Deus fala com mais clareza, e a paz torna-se mais importante do que vencer discussões.

Série
Voz da Esperança · 68 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 37
Estreou
22 de Dezembro de 2025
Categoria
Outros