Uma família onde a graça está presente
Ser FamíliaT1 · E26

Uma família onde a graça está presente

27 de Outubro de 202527 min 26 s

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Mais um Ser Família, e é com muito gosto e com alegria que estamos aqui mais uma vez também na sua companhia. Estamos no terceiro de uma série de quatro programas, onde estamos Olhar para a Família, Graça ou Maldição. No programa anterior, tivemos a oportunidade de olhar para os planos de Deus para a família, como deveriam ser as famílias nos dias de hoje, precisamente segundo a vontade de Deus. No programa anterior, ou seja, no primeiro programa, olhámos para a maldição. Hoje, volto a estar mais uma vez na companhia do Daniel. Obrigado, Daniel, mais uma vez. Prazer. Daniel, hoje vamos olhar para a graça e vamos perceber como é que são as

O poder da graça

famílias debaixo dessa graça e as que não estão debaixo dessa graça. Eu se calhar pedi-te para nos explicares, em primeiro lugar, que graça é essa. Bem, quando pensamos em famílias, graça é uma coisa que recebemos sem merecermos, não é? E... Alguém disse que Deus nos trata como nós precisamos, não como nós merecemos. E, no fundo, esse é o espírito que, quando existe dentro de uma família, as coisas são completamente diferentes. Palavras cheias de graça. No fundo, são palavras que naaltecem, que animam, que fortalecem.

E nós, muitas vezes, menosprezamos o peso e o impacto das palavras. Bem, palavras levam o vento. Não é bem assim. As palavras têm um valor e um peso muito grande. Eu, na minha vida pessoal, eu recordo-me de algumas situações e hoje reflito como essas palavras, e não só palavras, atitudes também, tiveram um grande impacto sobre mim, como eu me senti e como eu me senti apoiado. Eu lembro-me de uma situação em que estava numa reunião pública numa situação em que estavam muitas pessoas.

Eu acabei, sem querer, por ser um dos protagonistas, por defender uma determinada ideia e outros defenderam outra ideia diferente. Eu estava ali num conflito no final daquela reunião, foi muito tenso, um amigo, mas que estava do outro lado e que tinha uma posição de responsabilidade. E pela minha defesa genuína, eu creio que não fiz nada de errado, mas claro, senti toda a pressão, não é? Havia algumas pessoas que estavam solidárias com a minha posição, mas talvez uma grande parte que não, que tinha uma outra ideia diferente.

E eu sentia todo esse peso. Então, esse amigo, no final dessa reunião, vem ter comigo e dá-me um abraço tão grande. Ele teria razões para se sentir um bocadinho magoado, porque eu causei-lhe muito trabalho e muito sofrimento. Mas ele deu-me um abraço como se tivéssemos estado a jogar futebol na mesma equipa e eu tivesse acabado de marcar um gol. Esta é a imagem que me vem. Aquilo... Eu senti ali, naquele abraço, qualquer coisa diferente. Não era... pronto, por diplomacia, poderia haver um aperte mão, até um... Mas não, ali houve mais.

E é isto que quando há numa família... Lembro-me de uma outra pessoa com quem eu convivi, e claro, não estou a mencionar nomes. Ele... eu dava aulas, ele era o responsável pela escola, E eu ainda era um bocadinho mais jovem do que sou agora. E volta e meia andava atrasado e muito ansioso por chegar a horas. E às vezes chegava um bocadinho depois da hora. E é interessante que cada vez que eu chegava e ele se encontrava comigo, dava também um grande abraço ou uma recepção muito calorosa. E um dia, numa conversa, ele dizia que Estava muito, muito feliz pela minha pontualidade.

Bem, eu fiquei a pensar, uma das duas, ou ele está a gozar de mim, ou os outros ainda são piores do que eu, não é? ou, de facto, ele estava a valorizar isto. E, pela forma genuína e pelo apreço, eu percebi que era assim. Quer dizer, eu senti-me extremamente feliz e valorizado, porque eu sabia que eu tinha ali uma dificuldade com a questão da pontualidade, mas, e sabia que, para aquela pessoa que era responsável, ele era extremamente cuidadoso com a pontualidade, Mas senti que ele apreciava, senti-me valorizado. Ali eu senti graça, porque eu não era completamente merecedor daquele crédito que ele me estava a dar.

O certo é que me ajudou a ser pontual. mais pontual por causa da forma como me tratou. Ele podia ter me dado um raspanete e dizer assim, epá, ontem chegaste atrasado três minutos, ou fosse o que fosse, não é? Então, estes, estas atitudes, estas palavras acabam por ser aquelas que fazem a diferença na vida das pessoas. Quando alguém confia em mim, quando alguém coloca responsabilidade em mim, mesmo eu, na realidade, não sendo, não estando completamente à altura, ou não sendo completamente digno daquilo. Mas a pessoa...

Olha, vem-me a mente agora, não tinha pensado nisto, numa escola, um rapazinho foi apanhado a roubar. E, passado algum tempo, um dos responsáveis era um empregado da escola. Meteu dinheiro na mão daquele rapaz e disse, vai-me fazer umas compras. Ele, com aquele gesto, estava a dizer... Confio em ti. Eu confio em ti. Isto é graça. É isto que leva as pessoas para cima. Quando eu estou continuamente a criticar, a lembrar os erros, a tirar em rosto, eu viro este paradigma, eu vivo num paradigma que não coloca as pessoas para cima, é o paradigma da maldição.

Portanto, eu estou sempre a trazer a culpa. Por outro lado, há uma outra forma diferente. No programa passado, nós dissemos que nós, por muito que nos esforcemos, só pela nossa natureza humana, ou por causa da nossa natureza humana, mas só por causa de sabermos que as coisas funcionam assim, nós não conseguimos agir desta maneira. Precisamos da presença de Deus em nós. Mas, enfim, eu poderia dizer que numa família onde existe a graça, onde a graça está presente, É comum as pessoas elogiarem-se. Não estou a falar em bajularem-se, mas elas valorizam-se umas às outras.

Elas elogiam-se. Elas são orientadas... A prioridade são as pessoas, não são as coisas, não é? Quando há um problema, imagina uma perda financeira, Aquilo não é um drama, não é? Porque a prioridade é a pessoa, não é? E quando, normalmente, numa perda financeira, por exemplo, isto é extremamente impulado, isto é apenas um paradigma do que é importante e de que não é a graça que está lá. E é por isso que depois famílias separam-se, quando chegam as heranças e tudo isto, porque elas não foram regidas pela graça, foram regidas por outros interesses.

Eu diria opostos à graça. Opostos à graça. Estão a ver? A graça... As regras, numa família onde a graça está presente, elas existem. Elas existem. Mas elas são bastante bem verbalizadas, explicadas. As expectativas, o que é que se espera das pessoas, não é? A comunicação, ela é clara, é direta. Mais uma vez, Deus é a fonte, é aquele que supre as necessidades individuais. As crianças, elas são apreciadas.

Cada pessoa sente a sua própria responsabilidade e todos sentem que devem prestar contas também, uns aos outros. As capacidades da mente são usadas para aprender novas competências. Os sentimentos são validados, são considerados úteis. E um fator muito importante, numa família onde a graça existe, é aceitável que o exterior corresponda ao interior. Não sei se me faço entender. Ou seja, se eu estou irritado, Por dentro, eu não tenho que colocar um rosto a dizer que estou a me sentir muito bem.

Não, os meus sentimentos são validados. O que pode haver é eu ser ajudado a expressar de uma forma correta. Mas eu posso demonstrar e falar das circunstâncias. Portanto, existe algo de genuíno, de real, numa família onde a graça está presente. Enfim, eu diria que nós conseguimos entender até a presença da graça na família pelas suas atitudes. Mas como é que tu poderias caracterizar a família? Como é que se caracteriza uma família onde efetivamente a graça está presente? Eu diria que essa família tem este comportamento, ou estas atitudes, ou esta postura, estas palavras.

Eu diria que esta é uma família em que os relacionamentos fluem, em que há alegria, há prazer, há alegria. Onde há humildade, eu poderia dizer que esta é uma família feliz. Em contraposição, há muitas famílias onde a graça não está presente e nós vemos bem como elas são. Muito bem. Vamos fazer uma pequenina pausa. São cerca de dois minutos. Voltamos já a seguir para a segunda parte e com uma oferta especial para si.

Famílias sem graça

Até já. TV Novo Tempo. O canal da família. O canal da esperança. Já estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de Hoje e, como sempre, abrimos o programa à segunda parte com uma oferta muito especial para si. É o Guia de Estudo Entre Família, com muitas dicas práticas, muitos conselhos práticos e também com alguns testes para fazer entre casal, entre cônjuges, mas também com os seus filhos. Tem também sugestões para lidar com as dificuldades mais comuns do relacionamento na família. as questões financeiras, a parte da comunicação, entre muitos outros casos.

Sempre também acompanhada de vários textos bíblicos onde mostram a vontade de Deus para as nossas famílias. E o melhor é que é totalmente gratuito. basta enviar uma mensagem ou SMS a dizer ENTREFAMILIA para o 933 939291 933 939291 e depois entraremos em contacto consigo para lhe enviar esta revista gratuitamente para a sua casa. Não perca uma ferramenta ideal, que sem dúvida vai ser um auxílio importante nos seus relacionamentos familiares. Daniel, terminámos a primeira parte do programa olhando para as famílias que têm a graça, enfim, no seu seio e que agem segundo essa graça.

A pergunta é, como caracterizar as famílias quando não têm essa graça? Bem, existem nessas famílias muitas mensagens que, no fundo, envergonham ou rebaixam as pessoas. Por exemplo, o que é que se passa contigo? Há algo de errado contigo. Não seres para nada. Nunca vais ser ninguém. E, muitas vezes, essas mensagens são ditas de forma pública, na presença de outras pessoas. Há uma forte orientação que tem a ver com a performance, o comportamento. O importante é o comportamento.

O interior, como a pessoa está, quais são as suas necessidades, bem, isso não conta. O importante é que tu faças isto, que tu tenhas boas notas, que tu estejas na igreja, que tu faças assim, que te vistas desta maneira. Há uma ênfase. Todas estas coisas têm o seu lugar e têm a sua utilidade, mas é uma questão de prioridades, não é? E às vezes até de forma comparativa, não é? Comparando com outras pessoas que ainda têm um peso e uma carga diferente. Um amigo dizia, as comparações são odiosas porque elas sempre tendem a exaltar inadvertidamente ou a rebaixar alguém, não é? Eu estou a pôr, nós somos seres individuais, únicos, não é?

Depois, outras situações, por exemplo, regras que não são faladas, mas quebradas, levantam problemas. Por exemplo, ensina-se a uma criança para não mentir, mas depois diz-se à criança para não dizer que a comida da avó Não é boa? Então, como isto são duas coisas opostas, não é? a criança vai quebrar sempre uma delas, não é? Portanto, são situações difíceis. Comunicação por códigos, não é?

As pessoas não conseguem dizer exatamente aquilo que sentem. Então, é uma espécie de comunicação em tempo de guerra, não é? Por códigos. As pessoas vão buscar outras coisas para preencher o tal vazio e então, normalmente, vivem um bocadinho alienadas, não é? Cada uma com a sua, não é? E muito insensíveis umas às outras, não é? As crianças são deixadas a descobrir a selva de pedra por si próprias, não é? Porque quem as poderia ajudar a ultrapassar ser criança, ser jovem, tem as suas dificuldades.

Embora não estejamos aqui a dizer que deve haver uma super proteção, na realidade os pais precisam de antecipar, eles que também foram crianças, também foram jovens, antecipar as suas próprias... aquilo que são os desafios e ajudar, ser um pouco o. Tutor e dizer, olha... Dar-lhes as ferramentas do trabalho. Exatamente. Olha, na escola, quando um miúdo se meter contigo, tu vais fazer isto e isto. Quando surgir esta situação, ensina-se. em vez de os deixar a sofrer o stress e a situação, sendo que eles não vão, obviamente, substituir os filhos. Os filhos terão que fazer o seu percurso, não é?

Há uma grande preocupação com os erros ou com a vergonha que possa vir. Então, mantém-se muito, uma ênfase muito grande, já dissemos várias vezes neste programa, sobre as aparências. As aparências são quase tudo, não é? Bem, hoje a sociedade é um bocadinho assim, não é? O que importa é o que se vê, não é o que se sente. E isto é o drama que já surge dentro da relação familiar. Depois, cria-se também uma cultura de racionalização, com atitudes muito defensivas, sempre acusações contínuas.

É difícil relacionar-se com as questões mais íntimas. Há pouca intimidade a nível dos sentimentos. Enfim, é um ambiente, é um deserto. O que acontece é que esse vazio vai se estendendo e depois, no fundo, todos são carentes, não é? Todos se sentem mal e a gente sabe que quando uma pessoa não está bem, ralha com tudo, não é? E é isso que acontece. Bem, enfim, eu ouvia há dias uma expressão que diz se a esposa não está bem, nada está bem lá em casa. É verdade. Eu estou a brincar com esta expressão, mas porque a relacionamento entre o casal acaba por muitas vezes ser um relacionamento saudável. Normalmente, o relacionamento familiar também é saudável.

A graça entre cônjuges

Quando o casal não consegue ter, eu diria, este relacionamento na sua plenitude, segundo a graça, pois isso transpira para toda a família. Por isso eu te faço esta pergunta. Como é que deve ser esta graça entre os cônjuges? Claro. Pronto. De facto, aqui, na relação conjugal, aqui, o autor deste livro que nós mencionamos e que, de alguma forma, serve de guia para estes programas, Ele tem uma posição um bocadinho diferente aqui num ponto. Há autores que dizem que o relacionamento conjugal funciona bem na medida em que eu consigo suprir as necessidades do meu cônjuge.

Aliás, já falámos aqui neste programa, já falámos sobre isso, não é? Exatamente. Pois, o que ele sustenta, embora seja louvável eu ir ao encontro das necessidades do outro, mas o que ele vem dizer é que eu não consigo fazê-lo na sua plenitude, naquilo que são as necessidades mais profundas e mais íntimas do ser. Então, é indispensável, na relação conjugal, haver a dimensão espiritual de cada um com Deus. Como dissemos num programa anterior, cada um precisa de ser cheio do espírito. Deixa-me lá fazer-te esta provocação. Então, juntando aquilo que dissemos em programas anteriores e até citando outros autores, se calhar o melhor seria eu ter a sabedoria por parte de Deus para saber, naquilo que diz respeito às necessidades do outro, o que é que eu posso fazer?

deixar para Deus aquilo que Deus tem que fazer, e eu diria o melhor de tudo é saber a diferença entre as duas, não é? Claro. Quando é que eu devo agir e quando é que é a parte de Deus, não é? Exatamente. Eu não posso substituir Deus, eu não posso fazer pela minha esposa aquilo que só Deus pode fazer, mas na medida em que eu estiver conectado com Deus, eu vou agir segundo a forma como Deus age. Ora, isso vai contribuir muito para a felicidade. Claro. Não é? Porque eu vou ser amoroso, atencioso, eu não vou ser centrado em mim próprio e assim por diante. Mas nada dispensa. Eu não tenho que sentir o peso da responsabilidade de que se a minha esposa está infeliz, é tudo por minha responsabilidade.

Não, eu não consigo, eu não sou Deus, não é? O não pensarmos desta forma leva-nos necessariamente à tal codependência emocional, não é? Muito bem. Estamos então aqui a falar de paradigmas bastante diferentes. Este paradigma entre a maldição e a graça e eu acho que com estes três programas

Práticas diárias

todos nós já percebemos a diferenciação entre um paradigma e outro. Eu, pelo menos, já me sinto mais aliviado com o peso desta palavra maldição carregada no seio da família. Mas é, na realidade, na medida em que conhecemos estes dois paradigmas, que nós podemos agir, pelo menos, em conformidade. Não é fingir que eles não existem, mas é sabendo que eles existem e vamos trabalhar para que possamos, pelo menos, estar debaixo da graça. É isso, Daniel. E agora, o difícil e o desafio é passar este arrasoado teórico para o dia-a-dia e para a prática. E eu vou dar dois exemplos muito rápidos. Número um, imaginem, por exemplo, que a esposa, aqui uma mulher de um casal, ela está para participar de um concurso público, E então o marido apercebe-se, ela já o fez no passado, mas deixou passar a data por razões, não é?

Sentindo-se talvez incompetente para participar nesse concurso de acesso a alguma coisa, a uma profissão ou qualquer coisa. surge nova oportunidade, só que ela não está a dar os passos para poder participar. Então, o marido vê que isto está a acontecer. Se ele for pelo paradigma da maldição, ele pode dizer qualquer coisa assim. Vais aproveitar esta oportunidade ou vais deixá-la passar como da última vez? O que é que ele está a fazer na prática? Ele inconscientemente não se apercebe disto. Ele até pode achar que está a incentivar a esposa.

Está a picá-la. Mas, na prática, o que ele está a fazer é tentar controlar a outra pessoa. Está a lembrar o erro e a falha que cometeu no passado. Portanto, isto é um paradigma. está a acusá-la de estar a procrastinar, e é verdade, ela está a procrastinar, provavelmente porque não se sente suficientemente válida. Ele poderia dizer antes isto, querida, ainda pensas em participar deste concurso ou já mudaste de ideias? Sabes que és capaz? Alguma coisa que eu posso fazer para te ajudar? É um bocadinho diferente, não é? É totalmente diferente. Um outro exemplo, o marido esforça-se para consertar qualquer coisa em casa, a esposa não repara no esforço e faz uma brincadeira por causa de um detalhe que não está bem.

O marido sente-se magoado e provavelmente vai pensar, nunca mais faço nada, queres coisas consertadas, consertas tu. Mas, se ele pensar em termos de graça, ele vai dizer à esposa, olha querida, aquilo que disseste magoou-me. Ela vai se aperceber do que fez, vai pedir desculpa, e o assunto está resolvido e não houve caso, não é? Ao passo que no outro paradigma tinha havido uma grande discussão. Então, de um visto que nunca mais faço nada aqui em casa e tal. Então, são dois, duas formas de estar completamente diferentes. E, mais uma vez, precisamos de Deus para ter a correta. Enfim, como dizíamos, é um desafio muito grande sermos famílias à imagem e semelhança de Deus.

Precisamos de toda a ajuda possível. Para terminar o programa de hoje, vou relembrar a oferta que temos para si, este guia de estudo Entre Família, um guia de estudo fantástico preparado por especialistas, precisamente para nos dar ferramentas para lidarmos com os desafios que enfrentamos no contexto familiar. comunicação, parte das finanças, adolescência, lidar com uma traição. Enfim, são muitas as partes práticas e o melhor de tudo é que é totalmente gratuita, não tem que pagar precisamente nada. A única coisa que tem que fazer é enviar-nos uma mensagem, é isso mesmo. Escreva entre família envie-nos a mensagem para o 933-939291 e depois entraremos em contacto consigo para enviar esta revista gratuitamente para a sua casa.

Ao terminar, dizer também que ainda falta um programa nesta série de quatro programas, portanto é muito importante que não perca o próximo programa. Dizer que os programas anteriores estarão disponíveis em podcast em rádio rcs.novotempo.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Sendo assim, não perca o próximo programa. Marcamos encontro consigo. E mais uma vez, não se esqueça, peça à sua revista.

Série
Ser Família · 67 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 26
Estreou
27 de Outubro de 2025
Categoria
Família