Estamos de volta para lhe trazer mais um Ser Família e eu confesso que eu estava desejoso que esta semana passasse rapidamente, porque no programa anterior começámos uma série de quatro programas onde vamos falar de família, graça e maldição, e que nos levou a que no programa anterior falássemos de uma forma muito escura da parte da maldição. E, portanto, eu estava desejoso que chegássemos a este programa. Daniel Bastos, mais uma vez, bem-vindo. Não é nada agradável quando temos que falar da parte menos boa, se chamemos-lhe assim, dos relacionamentos e, sobretudo, do relacionamento conjugal, não é? De facto, não é assim muito agradável.
De qualquer forma, se queremos melhorar, é preciso compreender onde estamos e porque é que chegamos aqui, não é? Vimos no programa passado precisamente que essa maldição era o ser humano logo lá no Génesis e na Génesis da família ter-se desviado do plano original de Deus e isso trouxe um conjunto de problemas a que chamaste no programa anterior, essa tal maldição. No programa de hoje vamos olhar então para qual era esse plano original, não é? Vamos tentar perceber nas diferentes facetas da família qual era o plano de Deus quando ele criou esta instituição que nós chamamos família, não é?
Claro. Poderíamos recuar novamente aos Génesis e ver como tudo era perfeito, mas nós já não vivemos nesta realidade, vivemos na realidade em que estamos e então vamos à procura de orientações, de dicas, na Bíblia, a palavra de Deus, porque acreditamos que este é o manual por excelência para a vida e também para a vida da família. Então se calhar a pergunta correta seria, não tanto como era Adão e Eva, mas como nós deveríamos ser hoje, não é? Exato. E, entre todos os textos bíblicos, quando se fala de família, há um que salta à vista, que é o mais lido por todos.
É o texto de Paulo, em Efésios, capítulo 5, versículos 22 até o versículo 33. Quando há uma boa discussão lá em casa, algumas partes deste texto bíblico são normalmente referidos. Sobretudo o que diz respeito ao outro, não é? Exatamente. Nós somos bons leitores, mas normalmente lemos a par do outro. O esposo lê da esposa, a esposa lê do esposo, os pais lêem dos filhos e os filhos lêem dos pais. É sempre ao contrário. É a nossa forma, o nosso modus operandi, não é?
E, para quem possa não estar tão familiarizado, eu vou ler aqui dois versículos apenas para perceber do que é que nós estamos a falar. Ora, no capítulo 5, versículo 22, por exemplo, Paulo diz assim, Vós, mulheres, sujeitai-vos aos vossos maridos, ou ao vosso marido como ao senhor. Noutras traduções diz submetê-vos, sed submissas, não é? Esta é a parte que os maridos leem melhor e conhecem mais de cor. Por outro lado, num versículo mais à frente diz assim Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela.
Esta parte as mulheres conhecem bem, mas é dirigida aos homens. O que é que acontece? Recorrendo à Bíblia, para resolver alguns dos nossos problemas, muitas vezes, se a leitura for feita desta forma, os problemas ainda aumentam, ainda se complicam mais, porque agora há uma culpabilização do outro por não estar a fazer aquilo que ele era suposto fazer. Eu diria até mais, uma exigência que pode parecer não atingível, não é? Exatamente. Portanto, o que queria sugerir era que nós fizéssemos uma leitura contextualizada e, sobretudo, perceber o que é que o texto quer dizer.
E provavelmente teríamos que recuar uns versículos antes. em que, no versículo 18, Paulo diz assim, não vos embriagueis com o vinho. Bem, a pergunta é, o vinho, o que é que isto tem a ver? Pronto, se as pessoas estiverem embriagadas vão tratar-se mal mutuamente? Claro que sim. Mas provavelmente não é disto que Paulo está apenas a falar. Quando Paulo fala sobre o vinho, sobre o embriagar-se, está a falar sobre esta nossa tendência de ir preencher o tal vazio existencial que se gerou com a queda e que o homem O outro nunca é capaz de preencher e nós vamos colocar aí uma série de coisas.
Pode ser o trabalho, pode ser o álcool, pode ser a internet, pode ser o desporto, pode ser uma série de outras coisas. Podia dizer que é tal maldição que falámos no programa anterior que acaba por substituir o que devia ser o Espírito Santo ocupar? Claro, só que essa tal coisa que nós colocamos lá, ela não vai preencher o vazio, em primeiro lugar, mas também vai nos tornar, porque aquilo acaba por se tornar um ídolo, porque está no lugar de Deus. Vai se tornar numa dependência, seja o que for. E o que acontece é que uma dependência ou um ídolo torna-nos insensíveis às necessidades do outro. Então, o que Paulo está a dizer é, não preencham o vazio de uma forma errada, Mas, o versículo 18 diz, sede cheios do Espírito Santo.
Cheios, é preciso preencher o tal vazio, mas com o quê? Com o Espírito Santo. Com o Espírito Santo. Ora, o que é que isto quer dizer? Este termo, gramaticalmente, aparece no imperativo, que é uma ordem, mas passivo, ou seja, eu não consigo ser eu próprio a fazê-lo, presente, ou seja, tem que ser contínuo. Se eu quero realmente estar à altura de ter uma satisfação pessoal e satisfazer os outros, eu preciso de receber a presença divina diariamente na minha vida. E o resultado, se continuarmos a ler, eu não vou ler, mas a família que está lá em casa, o amigo que nos ouve, é ações de graças, salmos, louvores.
E depois, no versículo 21, diz, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus. É interessante que isto aqui também não é um verbo, não aparece no imperativo. É resultado de Quando eu estou cheio do Espírito Santo, eu vou abdicar da minha própria vontade. Eu não vou impor a minha vontade, não vou forçar os outros. Onde há o Espírito de Deus, aí há liberdade. Ora, isto, este estado de espírito, é essencial nas relações familiares, não é? E o que acontece, portanto, é que as coisas vão fluir de uma maneira agradável e temos aqui provavelmente a chave para quebrar a maldição que pode acontecer nas relações familiares.
É interessante, não é? Porque quando há essa presença do Espírito Santo até mesmo deixa de haver lugar para a crítica para haver lugar para o reconhecimento e para a gratidão, não é? Ou seja, tudo muda mesmo sendo as mesmas circunstâncias. E quanto à relação dos filhos, porque vimos também no programa passado que a
questão da parentalidade também ela pode ser uma maldição. O que é que Deus quer para nós hoje? Bem, obviamente que no contexto de uma família nuclear A relação conjugal é a base, mas depois os filhos, coitadinhos, apanham e estão lá envolvidos. E nesta série de programas vamos falar também bastante sobre os filhos. Mas, como resultado desta maldição, a tendência é controlar os outros. Quanto menos eu me consigo controlar a mim próprio, mais sou propenso a controlar os outros. E quando eu tenho o Espírito Santo, cujo fruto espírito é amor, domínio próprio, ou seja, autogoverno, autocontrolo, quando eu tenho isto, a tendência já não é controlar os outros.
E o que é que acontece na relação então com as crianças? A Bíblia, este capítulo também, aliás, o próximo, ele vai dizer, por exemplo, que os pais não devem provocar os filhos à ira, devem ensiná-los na disciplina do Senhor, devem treiná-los no caminho que devem andar, isto já é provérbios 22, 6, e não ser uma pedra de tropeço para eles. Nós vamos falar sobre cada um deles. Mas, basicamente, Pensando aqui na questão de não provocar a ira. Na Bíblia há três tipos de ira. Há um que aparece exatamente neste texto, que é o tipo de ira ressentida.
Ou seja, eu guardo isto sem expressar aquilo que eu sinto. Isto acontece muito nas crianças. Elas são obrigadas a obedecer, elas são submetidas pelo controle e poder paterno, mas o ressentimento fica lá. O assunto está lá. E isto vai-se manifestar de muitas maneiras mais tarde. Há um outro tipo de ira que aparece em Gálatas 5.20, o termo no grego é o tumas, é aquele que é expressado de forma inapropriada, não é? E existe um outro, que também está em Efésios 4.26, que é uma indignação adequada por alguma coisa que não é correta.
Ora, provocar as crianças à ira, e muitas vezes pode ser a primeira e a segunda, sobretudo, nós o podemos fazer, e os pais o podem fazer também, de várias maneiras. não permitindo que expressem os seus sentimentos, não sendo consistentes, agindo de maneira diferente daquilo que falam, falando, sentindo e pensando pelos próprios filhos, não respeitando a sua própria individualidade, não ouvindo os filhos. ou simplesmente estando ausentes na relação parental, vamos dizer assim.
Portanto, tudo isto deve ser compreendido como não provocar a ira e, portanto, procurando fugir do paradigma da maldição e entrando no paradigma da graça. Muito bem. Já voltamos à nossa conversa antes de dizer-lhe que vamos fazer um pequenino intervalo, cerca de dois minutos. Logo a seguir, na segunda parte, vou trazer-lhe mais uma oferta muito especial para si. Até já.
TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de hoje e, mais uma vez, e como já é habitual, tenho uma oferta para si. Esta revista, este guia de estudo, Entre Família, hoje estamos a falar de bênção, do plano original de Deus para a família. Pois bem, aqui neste manual vai encontrar precisamente, não só, toda essa informação, conhecer de fundo o Plano de Deus para a sua família, mas melhor ainda, muitas dicas práticas para o ajudar a pôr em prática, passando a redundância, esse Plano de Deus na sua família. Com guias específicos, também com partes onde poderá preencher e depois com testes até inclusivo no final para poder fazer a sua própria avaliação.
e com todas as áreas da família, para que a família possa crescer em conjunto, estudando este Guia de Estudo. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem e a dizer Entre Família para o 933 93 92 91. 933 93 92 91. Depois entraremos em contacto consigo para poder enviar gratuitamente este Guia de Estudo para a sua casa, através do correio.
Daniel, estávamos a falar, terminámos a primeira parte do programa ainda a falar nas crianças e sobretudo na educação dos nossos filhos e olhando ainda para o mesmo texto também, mostrando aquilo que pode ser feito e aquilo que muitas vezes acontece de errado nos relacionamentos entre pais e filhos. Mas agora faço-te a pergunta pela positiva. Como podemos orientar os nossos filhos e ajudá-los sobretudo também no seu relacionamento, mas também na sua caminhada de fé? Então, sem dúvida que nós queremos algo melhor para nós e, portanto, existem duas formas diferentes e distintas de viver e aquela que a Bíblia nos apresenta, vamos dizer, é o caminho da graça.
O texto que nós mencionamos antes do intervalo foi Efésios 6.4, que também diz ensiná-los na disciplina do Senhor. O que é que isto na prática significa? Bem, eu só posso ensinar aquilo que eu próprio sei, não é? Eu não vou ensinar algo que eu não conheço. Então, eu preciso aprender, em primeiro lugar, a encontrar a resposta às minhas necessidades em Deus. E tendo aprendido isto, eu vou ensinar isto aos meus filhos. nas suas lutas, com toda a autenticidade. Aliás, quando nós pensamos no famoso Shema, aquele texto célebre de Deuteronômio, capítulo 6, o texto diz qualquer coisa assim.
Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração. Ou seja, eu preciso de amar a Deus, eu preciso de ter realmente uma experiência genuína com Deus. E logo que a tenha, o versículo 7 diz, e ensinarás isto aos teus filhos. Portanto, eu primeiro tenho que ter essa experiência, depois eu vou ensinar. Ora, isto na prática significa ajudá-los nas suas dificuldades, nas suas lutas, muitas vezes expondo-nos a nós próprios. mostrando como nós também, nas mesmas dificuldades, nos mesmos problemas, também fomos ajudados pelo Senhor.
Quando eles são tentados ou, vamos dizer, assediados com os problemas, fazê-los ver, não é? Imagina que uma criança está, foi objeto de maus tratos ou de bullying até, não é? Então, e a criança sente-se nada, não é? Porque está a ser, está a receber um feedback exterior péssimo, não é? E nesse momento, É a altura do pai explicar à criança e ajudá-la a compreender que o meu valor pessoal, enquanto pessoa, não depende da forma como os outros reagem à minha pessoa, às minhas interações.
nem outras qualidades que eu possa ter, mas é intrínseco, porque eu fui criado por Deus, porque Jesus deu o seu sangue, e isso significa o valor que eu tenho como pessoa, não é? Portanto, a transmissão da fé é fazer a linkagem entre estes conceitos teológicos, mas que são muito práticos, com os problemas do dia a dia. se eu também o faço no meu dia-a-dia, na minha vida pessoal, não é? Paulo, ele reforça muito a questão aqui de sermos modelos, não é? Exemplos. Exemplos, não é?
Portanto, temos nós que experimentar essa própria, ter esse próprio relacionamento com Deus. que depois faz a diferença nas nossas próprias dificuldades, não é? E estar lá, estar lá perto dos filhos. Eu entendi o que quiseste dizer, Daniel, mas eu acho que depois, mesmo nós percebendo o conceito, às vezes é difícil colocá-lo na prática. Eu diria que ferramentas. O que é que tu nos podes dizer, na prática, para nós efetivamente sermos essa ajuda aos nossos filhos? O que é que nós podemos fazer para lhe transmitir, para sermos esse exemplo?
Porque uma coisa é dizer ensinar os nossos filhos, mas como? Haverá muitas circunstâncias, até da vida pessoal, de um pai, de uma mãe, que podem ser descortinadas, contadas e fazendo, por exemplo, um pai que abdica, por exemplo, de um salário maior no emprego ou da sua estabilidade. porque sente que há ali valores morais que não estão corretos, está a ser de alguma forma empurrado para agir contra a sua consciência.
Ele está a dar um testemunho muito grande ao filho sobre aquilo que é importante. e, sobretudo, como ele vive essa experiência com Deus, como Deus o conforta, como Deus o ajudou a ter a coragem de dar aquele passo. E como Deus também, nas suas promessas, é a sua fonte de esperança e de ânimo. Sim, a Bíblia, de alguma forma, diz, ensina, e é um dos outros textos que mencionava há bocadinho, ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for velho, não se desviará dele. A criança precisa de ser ajudada a descobrir-se a si mesmo na sua individualidade e permitir que, portanto, se ela é uma menina, ela é uma menina.
Se é uma criança com alguma dificuldade, por exemplo, na coordenação física, aceitá-la como tal, ou no seu desenvolvimento acadêmico. Ele tem outras competências, tem outras valias que o pai e a mãe precisam de valorizar. Ajudar a criança a encontrar-se, a conhecer-se e a respeitar-se também. Porquê? Porque ela é respeitada pelos pais. Mas aí está, muitas vezes, na procura de permitir o desenvolver dessa individualidade da criança, significa depois também aceitar as suas escolhas, não é? Porque muitas vezes, como pais, e enfim, nós ambos somos pais, às vezes há ali uma linha muito ténue entre, por um lado, permitir que haja essa individualidade, que a criança, que o filho possa tomar as suas próprias decisões, ser responsável por elas, agir em conformidade com isso, mas, por outro lado, nós gostaríamos que eles fizessem aquilo que nós achamos que é o melhor para eles, não é?
Claro. E, portanto, é um princípio muito importante. Se a criança há de se respeitar a si própria, Eu tenho que primeiro aprender a respeitá-la na sua individualidade, não é uma extensão de mim, é o meu filho ou a minha filha e tem as suas próprias características, embora tínhamos aqui as semelhanças, não é? Então, treiná-los, ajudá-los a ganhar competências de acordo com a sua idade, ajudá-los a cumprir a fase de desenvolvimento em questão. E muitas vezes a fase de desenvolvimento é aquelas em que as crianças aprenderam a dizer não, por exemplo. E às vezes nós tomamos aquilo como uma rebeldia.
Temos apenas que ajudá-los a expressar-se de forma adequada, mas validar o seu desenvolvimento, a fase em que estão, guiar, acompanhar, ensiná-los a serem bem sucedidos, valorizar e ensiná-los também a descansar em Deus, saber que há alguém que nos pode ajudar nas nossas mais variadas dificuldades. O outro texto que nós também mencionamos, neste caso, Palavras de Jesus, era de não sermos pedra de tropeço para os nossos filhos. Bem, nós, enquanto pais, pensamos que pedra de tropeço, os maiores riscos que poderia alguém representar para um filho, seria aquele indivíduo muito Enfim, suspeito à porta de uma escola a vender droga e a tentar aliciar o meu filho ou a minha filha para comportamentos desviantes, sejam de que género for.
Um influencer numa renda social, não é? Exatamente. Mas estas palavras que Jesus menciona não. Foram ditas a criminólogos. Foram ditas a pessoas, aos seus discípulos, não é? Então, o que é que isto quer dizer? Romanos explica que nós podemos... Aliás, Israel tropeçou na medida em que eles foram levados a confiar, isto é um conceito teológico, nas obras mais do que na fé. As famílias que tentam controlar, barricar, punir e manter as experiências, em vez de as aparências, digo, em vez de empoderar os filhos, cercá-los com relacionamentos baseados na graça, fazer com que a família não apenas pareça, mas seja de facto saudável.
Ou seja, a obsessão dos pais não tem que ser com a aparência, o que os outros vão dizer, mas é se verdadeiramente os filhos estão bem. Não ter vergonha de algum comportamento menos bom dos filhos, mas preocupar-se mesmo com eles e com as suas necessidades. Assim se constrói uma família com a graça. São realmente desafios muito grandes nos dias de hoje e certamente que queremos ter toda a ajuda possível. Por isso precisamos da presença de Deus nos nossos lares, da ação do Espírito Santo nos nossos corações e todo o auxílio que conseguimos. E um desses auxílios é, precisamente, este Guia de Estudo Entre Famílias. Há muitos livros, literatura fantástica na área do aconselhamento familiar e este Guia de Estudo foi construído com a ajuda de vários especialistas, precisamente para lhe trazer dicas muito práticas para o ajudar a ser, precisamente, esta família, este pai, esta mãe de sucesso.
E, para isso, o que é que tem que fazer para receber este Guia de Estudo? É tão simples quanto enviar-nos uma mensagem para o 933-939291 com as palavras entre família e depois enviaríamos gratuitamente este guia de estudo para si, para a sua casa. Lembro também que este programa faz parte de uma série de quatro programas, vamos no segundo programa e o programa anterior já está disponível em podcast em radio RCS.novotempo.pt e também no YouTube da TV Novo Tempo Portugal. Mais uma vez foi um prazer estar na sua companhia. É muito importante também não perder o próximo programa, porque ele complementa o programa de hoje. Marcamos encontro no próximo programa. Até lá, se Deus quiser.