Bem-vindo a mais um programa Ser Família. É com muito gosto e com alegria que estamos na sua companhia. Hoje vamos falar de Mel e Fel. Esta é a proposta do título do programa de hoje, que nos é trazida, mais uma vez, por Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Este título é muito conhecido, é ouvido, mas relacionado com a família não é tão comum. O que é que isto quer dizer, famílias de Mel, famílias de Fel? Bem, nós sabemos que o mel é doce e o fel é amargo. Da mesma maneira, os relacionamentos e as experiências que temos em família podem ser muito doces ou muito amargas.
Depois de ouvir uma história, ocorreu-me que este poderia ser um bom título para uma série, para não apenas um programa, mas uma série de programas. Iremos, portanto, nas próximas semanas, falar sobre aquilo que de melhor ou pior... A lista não é exaustiva, obviamente, mas iremos falar sobre aquilo que pode acontecer de muito bom e de muito mal na família, nos relacionamentos e na interação entre as pessoas. Vamos falar sobre algumas coisas que podem ser negativas e quase que alguém pode perguntar, vamos falar de coisas positivas, mas porquê é que temos de estar a falar sobre...
A realidade é que nós vivemos num mundo que tem muitas coisas más, não é? E, embora não devamos estar focados naquilo que é negativo, a realidade é que as coisas más existem. e identificá-las, compreendê-las, é muito importante. Até pode ser, eu diria, o primeiro passo para as conseguirmos evitar, por exemplo. Exatamente. Há determinados comportamentos, determinadas situações que se instalam nos relacionamentos e que nós assumimos que são normais, porque até vemos este tipo de comportamento numa série de outras pessoas. E talvez em nós próprios também, é preciso que se diga. Mas é preciso perceber o que é saudável, o que não é saudável, porque na tomada de consciência damos o primeiro passo para poder mudar alguma coisa, não é?
Então, alguns desses comportamentos, dessas formas de estar que vamos abordar ao longo dos próximos programas incluem, por exemplo, o narcisismo. Fala-se muito sobre o narcisismo. O que é o narcisismo? É algo que normalmente só dá nos outros, não é? Exatamente. É um problema dos outros, não é? Iremos também falar sobre as dependências. Como é que as dependências hipotecam praticamente os relacionamentos? qual é o resultado de existirem dependências nas pessoas que estão em família.
Iremos também falar sobre um assunto difícil, complexo, que é o caso do abuso e da violência doméstica. Este é um flagelo, nós ouvimos muito sobre isto, nas notícias, casos, histórias terríveis mesmo. É importante que num programa como este também se fale sobre este assunto. ajudar a compreender, a perceber os sinais. Quando há um crime, todo mundo, todas as pessoas sabem que não é direito. Mas, muitas vezes, há formas subtis de abuso e de violência que nem sempre é física. Pode ser emocional. Enfim, muitas formas de abuso.
Também vamos explorar esta temática. Até porque, muitas vezes, quando se chega à violência física, já se ultrapassou muitas outras fronteiras, já houve muitos outros abusos que até muitas vezes vão galopando e crescendo progressivamente até chegar à violência física. Exatamente. E uma forma de abuso que esta ainda é menos conhecida, menos falada, mas que não é menos importante, é o abuso espiritual. o que é o abuso espiritual, como é que ele pode acontecer, como é que ele afeta as pessoas dentro da própria família, mas nas comunidades cristãs, por exemplo, e não cristãs.
como é que... o que é que é saudável no que toca à partilha, à convivência dos valores espirituais. Também iremos abordar este tema.
Nesta nova série que damos início com o programa de hoje, não vamos só falar de coisas más, até porque no início já mencionamos que também há mel na família. Portanto, também vamos abordar as bênçãos e as coisas boas que há no relacionamento familiar, não é? Era muito triste se nós só tivéssemos que falar de fé. Porque a realidade é que os relacionamentos, a experiência em família é suposto ser do melhor que nós temos nesta vida. Criada pelo próprio Deus. Criado pelo próprio Deus. De maneira que nós vamos falar sobre aquilo que é muito bom e que todos nós queremos ter, quer nos nossos relacionamentos com amizades, com amigos, quer também no relacionamento da família, particularmente o relacionamento conjugal entre outros.
E, para isto, vamos usar um bocadinho como estrutura aquilo que a Bíblia identifica como o amor, mas que nas línguas bíblicas, quer do Novo, quer do Velho Testamento, Esta palavra não é uma única palavra. Há várias palavras para amor. Com várias dimensões distintas. Com várias dimensões. Isto nos permite também explorar várias dimensões do amor, facetas como, por exemplo, a amizade. O relacionamento de companheirismo, o desfrutar de uma convivência que se quer de muito prazer.
Isto pode ser naturalmente com um cônjuge, pode ser também com uma outra pessoa, até do mesmo sexo, um amigo, pessoas de gerações diferentes. E deve inclusivamente incluir, por exemplo, o relacionamento de um pai com um filho, de uma mãe com uma filha, ou vice-versa. Vivemos hoje num tempo em que as pessoas estão super ocupadas. Falávamos agora há bocadinho, não é? Temos uma vida extremamente individualista também, não é? nos tornamos ilhas. E é importante não esquecer que este convívio, salutar, a amizade, o companheirismo, é uma parte importante.
Sabes, Daniel, a minha filha hoje é uma jovem adulta, mas há uns anos atrás, ainda adolescente, ela disse uma coisa que me fez pensar. Ela disse, tu tens amigos? Era suposto ela saber, não era? Claro que uma adolescente, não é? Naquela fase em que os amigos são tudo, não é? Portanto, ela não me via a fazer-me acompanhar ou estar tão em contacto com amigos como ela estava com os seus amigos enquanto adolescente, na escola, sem estar ainda ocupada na sua vida profissional. mas aquilo fez-me pensar. Será que eu tenho amigos? Eu tenho muitos colegas e, certamente, pessoas com quem me dou muito bem, mas tenho amigos.
Então, por acaso, nessa altura, eu fiz uma viagem a um país estrangeiro, e quando estava nesse país estrangeiro a fazer uma pequenina pesquisa na internet, percebi que um colega de escola estava a viver nesse país. Arranjei maneira de o contactar, telefonei-lhe, E quando ele atendeu, eu percebi e reconheci a voz dele e eu disse-lhe assim, olha, tens que adivinhar quem é que está a falar. E ele disse assim, se o telefonema é de Portugal, então tem que ser o Daniel. Eu fiquei tão feliz, porque já não falávamos há 35 anos. Ele desmarcou alguns compromissos, passamos um dia juntos, foi fantástico e agora muito recentemente, há duas ou três semanas, ele devolveu uma visita e veio me visitar.
Sim, a amizade é de facto algo que nós devemos É muito importante na juventude, mas mesmo na vida adulta, nós não podemos perder de vista. No fundo, é uma das coisas mais preciosas. E vamos falar então sobre este companheirismo em vários contextos. Vamos falar também sobre um outro aspecto, uma outra dimensão do amor que tem a ver com o compromisso. Vivemos no tempo do descartável. Vivemos num tempo em que nada dura muito tempo, não é? Nem os frigoríficos, como falávamos agora há bocadinho, não é? É tudo. E isto também afeta os relacionamentos. O que é que faz uma relação conjugal ou uma amizade permanecer?
Este é o elemento importante do compromisso, não é? Depois também vamos falar sobre o romance. É fácil ser compreendido por jovens, na sua adolescência, na sua puberdade, quando falamos sobre paixão, sobre romance. Mas será que na vida adulta, depois dos primeiros anos de casado, este romance continua? Será que ele é sempre igual àquilo que era durante a lua de mel? Será que é diferente? Será que é mais intenso, menos intenso, igual? Vamos explorar essa dimensão. E ao falar sobre isto, não podemos deixar de falar sobre a sexualidade.
É interessante que... Não se vê muito frequentemente, nos meios cristãos, o tema da sexualidade, não é? A sexualidade está presente por todo lado. Ela é quase omnipresente. Está na publicidade, está, enfim, nos filmes, está na sociedade. Ela faz parte da vida das pessoas. Mas nunca podemos esquecer que quem criou o sexo foi Deus. Não é? Então, não podemos nos inibir de falar sobre este tema e ter a perspectiva correta da sexualidade, de maneira que talvez devíamos ter uma série de programas, não um programa, mas pelo menos nesta série vamos também consagrar um programa a este tema.
E espero que os nossos espectadores e ouvintes possam estar connosco nessa altura também. E certamente muitas coisas há ainda para abordar nos próximos programas, mas este também não está a chegar ao fim. Apenas vamos fazer uma pequenina pausa, cerca de dois minutinhos, e já a seguir estamos de volta para a segunda parte e também com uma oferta muito especial
para si. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte de mais um Ser Família e, como prometi, temos uma oferta muito especial para si. Este guia de estudo Entre Família. No programa de hoje estamos a falar de mel, de fel, de coisas positivas, coisas menos positivas, até bastante negativas, e neste guia de estudo vai encontrar precisamente ambas as realidades. No fundo, é as vivências da nossa família. vai encontrar aqui muitas dicas essenciais para ter uma família saudável, uma família equilibrada, e vai também abordar alguns dos maiores desafios que encontramos nas nossas famílias.
A sexualidade, as questões financeiras, o diálogo, enfim, muito, muito mais. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Basta entrar em contacto connosco, para o 933 93 92 91 enviando uma mensagem, basta enviar uma mensagem a dizer entre família e depois somos nós mesmos que entraremos em contato consigo para lhe fazer chegar este guia de estudo totalmente gratuito a sua casa. No exito 933 93 92 91 está à distância de uma mensagem. Daniel, Toda a nossa conversa da primeira parte teve por base, supostamente, uma
história que tu ouviste e que te inspirou. Podes, então, partilhar connosco que história é essa, porque eu fiquei intrigado em toda a primeira parte. Ora bem, é uma história que quem nos acompanha também pode ouvir com mais promenor e detalhe. Basta ir ao YouTube e procurar por Mr. Happy Man. Há um vídeo com este título. É a história de Johnny Barnes. Johnny Barnes é um homem faleceu em 2016, com 92 anos, é natural de uma ilha no Caribe, a ilha de São Kitts ou São Cristóvão, e de profissão eletricista, ele emigrou para as Bermudas, com o objetivo de trabalhar nos comboios.
Mas depois os comboios foram desativados e ele converteu a sua atividade em motorista de autocarro. Foi assim que ele... O senhor, entretanto, reformou-se e ele era uma pessoa muito simpática, muito agradável. Gostava muito de interagir com as pessoas. E quando ele se reforma, ele tem uma ideia interessante. vivendo na capital das Bermudas, a cidade de Hamilton. O que é que ele faz? Ele passa a desenvolver uma rotina interessante. Acorda por volta das duas da manhã, e entre as três e quarenta e cinco sai de casa, e entre as quatro e as dez da manhã, ele vai se posicionar numa rotunda bastante famosa na cidade de Hamilton, por onde transita uma boa parte da população a caminho de casa ou a caminho do trabalho, Ele vai se colocar ali, todas as manhãs, pelo horário.
Percebe-se que há quem começa a vida bastante cedo naquela terra. E o que é que ele vai fazer? Algo muito simples. Vai cumprimentar as pessoas. Vai se colocar, estrategicamente, num lugar onde ele possa saudar as pessoas e dizer que as ama, e que Deus as ama também. Bem, as primeiras reações foi de que era mais um lunático que estava para ali, não é? Imaginamos. Alguém terá pensado que estava ali mendigar, este é um senhor já com alguma idade, reformado, com a sua barba branca, um afrodescendente, ali está naquela posição.
A realidade é que a sua consistência, a sua alegria, a sua forma de estar vai começar a criar uma tradição. As pessoas vão se acostumar com a presença daquele homem ali, do Johnny Barnes, já agora dizer que este homem era um cristão convicto, foi ensinado pela sua mãe a ser gentil, a ser cortês, bondoso, atencioso, viveu uma existência cristã. Ele era um adventista do sétimo dia, é preciso que se diga também. Bem, este homem vai tornar-se uma celebridade para fazer jus àquilo que realmente aconteceu.
As pessoas vão acostumar-se a vê-lo ali. Este curto vídeo que eu mencionei tem testemunhos incríveis. Por exemplo, ele próprio a falar de um imigrante que se sente ali também, fora de... E ele vai dizer, é a única pessoa que me dá atenção e que me dá carinho. Há a história de pessoas e de senhoras a dizer, por exemplo, o Johnny Barnes todos os dias diz que me ama, como eu gostava que o meu marido me dissesse isso, sem ser com segundas intenções. Há o testemunho, por exemplo, de uma senhora que está a caminho da maternidade para ter o seu primeiro filho e ela quer ter a certeza que ela é saudada pelo Johnny Barnes, mas quando ela passa com o carro e com o marido, a uma certa velocidade, o Johnny Barnes está virado para o outro lado.
Então, ela pede ao marido que dê a volta à rotunda e depois dela ser devidamente saudada pelo Johnny Barnes, aí sim, ela vai tranquila e em paz. A coisa chega ao ponto, Daniel, que quando, por uma constipação ou uma gripe ou qualquer outra coisa, o Johnny Barnes não está lá a saudar as pessoas, o que elas, na prática, as pessoas começam a entrar em paranoia, vão telefonar à rádio, vão telefonar à polícia, ao hospital, a saber o que é que se passa com o Johnny Barnes. Ele torna-se verdadeiramente uma celebridade. A rainha de Inglaterra, quando vai às Bermudas, vai visitar o Johnny Barnes. Localmente, um escultor, ele pensa assim, começa a olhar para a situação, percebe-se do papel, da importância que este homem tem na vida das pessoas, e ele diz assim, este homem não vai durar para sempre.
um dia ele vai morrer. E é preciso que no coletivo, na memória, fique esta imagem. E se um dia ele faltar, é importante que alguma coisa possa estar aqui. E ele vai fazer uma escultura do Johnny Barnes. que vai ser erigida, vai ser feita e colocada no mesmo espaço, mesmo antes dele morrer. Então, muitas vezes, está ele lá nos seus últimos dias ainda a saudar as pessoas e por trás está a estátua dele próprio. É, sim, qualquer coisa mesmo muito, muito interessante. E a questão que se põe, quer dizer, eu conheço pessoas que são muito simpáticas, não é?
Lembro-me de uma amiga que dizia assim, o meu pai é um homem fantástico, as pessoas todas gostam dele, mas ele é assim fora de casa. Em casa, ninguém o aguenta, ninguém o atura. E quando eu vi esta história, quando eu vi esta história, e porque este programa é sobre família, eu pensei assim, como é que era a família do Johnny Barnes? Então eu fui à internet, fiz uma pequenina pesquisa, não precisei de fazer uma grande pesquisa. Na Wikipédia, e qualquer pessoa pode fazer a mesma pesquisa, eu encontrei um pequenino parágrafo a falar sobre a sua vida familiar. E aqui vem a inspiração para este programa, ou para esta série de programas.
Diz assim... Barnes casou-se em 1949 e morreu com a esposa até a sua morte, em 9 de julho de 2016. A sua esposa tinha um temperamento alegre, pois ele a cobria de mel. Aqui está o mel, não é? Ele a cobria de mel. Desde que se casaram, eles não tiveram filhos. É interessante esta nota biográfica. Ele a cobria de mel. Então, aquilo não era um hobby, não era apenas um expediente social. Aquilo brotava dele próprio.
E como é que eu sei isso? Porque era isto que acontecia dentro da casa dele. Agora, a pergunta é... De onde é que vinha tudo isto? Como é que este homem tinha tanto amor para dar às pessoas? Tanta simpatia que fazia, literalmente, o dia das pessoas. De onde é que vem tudo isto? Como é que eu poderia, de alguma forma, também cobrir de mel as pessoas que estão à minha volta? A mim me parece que, ao meditar nesta história, e foi a reflexão que eu fiz, que, afinal de contas, não é preciso coisas muito complicadas.
Um sorriso, palavras amáveis, palavras de encorajamento. Isto é o mel que faz falta à vida. Às vezes o silêncio também é o mel, não é? Exatamente. Está na atitude da pessoa, na atitude abnegada. Repara que o Barnes estava lá, fizesse literalmente chuva, fizesse sol, e as pessoas sabiam disso e apreciavam o seu sacrifício próprio, a sua abnegação em favor dos outros. Ora, aqui está um elemento importante nos relacionamentos. Se um relacionamento há de se tornar Mel, não é? Tem a ver com este elemento, com esta entrega também.
Por outro lado, temos que nos colocar aqui uma pergunta. Se é tão fácil e se isto pode ser tão simples, por que é que se vê tão pouco? Exato. Por que é que há tanto mais fé, do que mel. Por que é que no trânsito as pessoas não tiram o braço para fora para dizer, olha, eu amo-te, Deus te ama, mas normalmente quando o braço sai fora do carro é para outras coisas? As pessoas transfiguram-se, é verdade, mas não é para o bem, não é? Por que é que há tanto fé dentro da sociedade, dentro da família, quando isto poderia ser tão diferente? Poderia ser puro mel.
E então esta é, vamos dizer, a grande perplexidade, o grande paradoxo, se quisermos, que nos faz estar aqui para falar sobre os relacionamentos, sobre o mel e o fel da vida e dos relacionamentos.
E é isto que nós queremos fazer nos próximos programas, não é? Muito bem, obrigado, Daniel. Antes de terminar, dizer-lhe que este é apenas o início, serviu de introdução para uma nova série que lhe vamos trazer, já sabe, com coisas positivas, mas também coisas menos positivas. E antes de terminar, mais uma vez reiterar esta oferta que estamos a fazer. Eu imagino que todos nós, e para si que me está assistindo neste momento, quer ter um relacionamento saudável com o seu cônjuge, com os seus filhos, quer ter uma família saudável, um ambiente feliz, Mas muitas vezes precisamos de algumas ferramentas, precisamos de ser ajudados, ser orientados precisamente a tomar as decisões e as atitudes certas nos momentos certos. Às vezes a nossa melhor intenção não chega.
Estamos a querer ajudar, estamos a querer amar, mas estamos a fazê-lo de forma errada. E para o ajudar, temos o nosso Guia de Estudo Entre Família, com muitas dicas práticas, também alguns testes que vai poder fazer, aprenderem em conjunto, precisamente, como podem se ajudar a ser famílias segundo a vontade de Deus. E o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 93 92 91 a dizer entre família e depois enviaremos o guia de estudo para sua casa. Dizer-lhe também que damos hoje início a uma nova série. Se perder alguns episódios, se não tiver a possibilidade de acompanhar algum dos programas, fica a saber que eles vão estar disponíveis, quer em podcast em rado.rcs.pt ou também no YouTube da Novo Tempo Portugal.
Dizer-lhe que também, se quiser enviar uma sugestão a algum tema que gostaria que pudéssemos abordar aqui no programa Ser Família, estamos disponíveis para receber a sua sugestão através do mesmo número de telefone. Mais uma vez, um grande abraço e, já sabe, não perca o próximo Ser Família.