Cumprimento de uma forma muito especial todos aqueles que nos estão a ver na Novo Tempo ou também a ouvir na Rádio RCS. Passada mais uma semana, cá estamos, para lhe trazer mais um Ser Família. Nesta série de programas onde estamos a falar de mel e fel no seio familiar, nestes primeiros programas vamos falar dos aspectos menos positivos.
É isso que nos leva ao assunto do programa de hoje, que vamos falar sobre violência doméstica e abusos. Para isso, e como sempre, Daniel Vaz. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Vamos falar de violência doméstica. Mas eu diria que, tradicionalmente, quando falamos de violência doméstica, olhamos para a violência física, também aquela que normalmente tem maior impacto nas famílias. Mas cada vez mais vamos ouvindo falar de outros tipos de violência, mais recentemente também a violência financeira, sobretudo sobre os idosos. Portanto, violência doméstica não é só violência física, não é? Não, de facto não, e permita-me que mencione aqui o artigo 3 da Convenção do Conselho da Europa para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres e a Violência Doméstica.
E nesse referido artigo nós lemos isto, violência doméstica abrange todos os atos de violência física, sexual, psicológica ou econômica que ocorrem na família ou na unidade doméstica, entre cônjuges ou ex-cônjuges, companheiros, ex-companheiros, quer o agressor coabite ou tenha coabitado ou não com a vítima. Isto, claro, afeta o casal, mas pode ser também envolver o idoso, crianças, não é? E, como dizia este artigo, neste documento internacional, pode ser outras coisas, além da violência física, que essa nós conhecemos e sabemos caracterizar bem, não é?
Qualquer ato de agressão física. Mas, por exemplo, a nível da violência psicológica, emocional, pode passar por gritar, insultar, humilhar, dizer que o outro não vale nada. Já viste? Isto é uma forma de abuso ou violência doméstica. Muitas vezes até outros tipos de violência mais agressiva, como a física, começam dessa forma, não é? Exatamente. Não se começa logo a agredir de um dia para o outro. Primeiro diz-se o que não se deve, aumenta-se o tom da voz e aquilo vai escalando até chegar à violência física. Cria-se um ambiente de desrespeito, não é? E de muita agressividade que começa, muitas vezes, sendo verbal, mas também é, por exemplo, considerado abuso e violência doméstica, a violência sexual.
Por exemplo, contactos, às vezes dentro do próprio casal, mas que não são de mútuo consentimento. Poderemos estar a falar de coação, de pressão sobre o outro. Às vezes, uma exposição forçada à pornografia, por exemplo. Insultos, humilhação, brutalidade. Enfim, várias práticas nesse domínio. Mas, como dizias há pouco, também pode ser uma considerada violência doméstica aquilo que entra no plano econômico. Por exemplo, isolar a vítima, impedindo-a de trabalhar, de estudar, de viver um percurso, não é?
desvalorizar aquilo que a pessoa faz, controlar os meios económicos da família de forma que a outra pessoa nada tenha a dizer e nenhum controle tenha sobre os meios financeiros, é considerado também uma forma de abuso e de violência doméstica. hoje vê-se de uma forma generalizada em alguns casos. E depois também é considerado violência doméstica, atitude de perseguir, não é? Quando há uma quebra da relação, quando há uma situação que não está resolvida, às vezes através de telefonemas consecutivos, persistentes, e que é uma forma de intimidar a outra pessoa, uma forma de perturbar ou de desestabilizar a outra pessoa, não é?
Hoje em dia, enfim, eu diria, há algo que não está propriamente categorizado, mas que é uma nova realidade que nos vamos a perceber, que é o uso das redes sociais para condicionar a opinião sobre sobre outra pessoa, para denegrir, para ameaçar. Ou seja, parece que o abuso começa a ser cada vez mais sofisticado, não é? Claro. Mas não deixa de ser abuso. Exatamente. Tudo que tem a ver com invadir a privacidade da outra pessoa, no sentido de a
oprimir, humilhar, tirar partido dela, denegri-la, pode ser, de facto, uma forma de abuso. Portanto, a pergunta é óbvia. Como lidar com estas questões? Como ajudar? O que é que podemos dizer para ajudar as famílias, eu diria em primeiro lugar, para evitarem cair, enfim, neste erro? E sobretudo, se já estiverem também com algum tipo de abuso, como dizer basta? Não é fácil, Daniel, não é fácil. Primeiro, a vítima, muitas vezes, não tem a noção de que ela está a ser vítima de violência. Às vezes, desculpe-me por ter-te interrompido, às vezes até acontece o contrário, não é?
Por mais estranho que pareça, a vítima culpabiliza-se. Ele faz isto porque eu fiz assim, ou porque eu agi desta maneira. Arranja uma culpa para a atitude errada do outro nela mesma. Exatamente. Nós estivemos a falar aqui sobre a personalidade narcisista, o gajo Leiting, que é fazer a vítima duvidar de si mesmo, duvidar dos seus pensamentos, da sua compreensão, da sua narrativa da realidade. E muitas vezes há aqui um jogo psicológico, uma coisa brutal mesmo, triste, em que a outra pessoa, a vítima neste caso, é completamente anulada, não é?
E como muitas vezes ela está numa situação muito frágil, não é? Está muito fragilizada, às vezes é complicado ajudar esta pessoa assim. Porque existe aqui o medo, e o medo de muitas coisas, de ficar sozinho, por exemplo, se houver uma denúncia. Existe aquele desejo de preservar a unidade familiar, não é? Porque quando a pessoa faz uma denúncia, depois a lei é clara, existem medidas de coação, existem medidas punitivas para este tipo de comportamento e, portanto, a família pode vir a sofrer ainda mais, não é?
Em virtude de uma intervenção legal. E, sobretudo, enfim, quando existem filhos, quando existe uma dependência econômica muito grande também, não é? Ou seja, a vítima, ela não tem condições de enfrentar sozinha as suas responsabilidades financeiras e, então, Desculpa, Daniel. Às vezes é só o medo e a vergonha da exposição. No contexto familiar, no seu contexto religioso, por exemplo, na sua congregação, na sua igreja, reconhecer que é vítima, colocar e expor o celular àquela situação, muitas vezes levam pessoas a silenciar-se e viver estas situações durante anos de desafios, não é?
As coisas podem durar muito tempo. e às vezes até a própria desconfiança ou falta de confiança nas instituições, no sentido de saber que as coisas serão tratadas de uma forma correta. Toda a violência física, muitas vezes, há mesmo receio de autoridades que sejam capazes de controlar o agressor e também pela vida se exporem, não é? Exatamente. Daí que é preciso estar ao lado da vítima, mas estar ao lado da vítima é também saber respeitar a decisão que a vítima toma. Ela pode não estar ainda pronta para sair daquela relação, dizer-lhe que a violência não é responsabilidade dela, da vítima, como dizias, é sempre responsabilidade de quem é o autor desta violência.
e estabelecer com ela um plano de segurança e ir abrindo-lhe também a mente em relação a esta questão, dar-lhe a conhecer que existem organizações que disponibilizam apoio e que garantem também a confidencialidade, dar-lhe indicações de que pode apresentar uma queixa na PSP, na GNR, na polícia judiciária ou até nos tribunais. colocar a vítima em contato com entidades que são especializadas. Eu estou a pensar na APAV, na AMCV. CPCJ, no caso das crianças. Exatamente. Outras. Ir dando elementos para que a vítima possa amadurecer a sua compreensão do assunto, a compreensão da sua própria realidade, de forma a poder tomar a decisão certa no momento certo, porque permanecer num contexto de violência doméstica não é bom para ninguém, inclusivamente não é bom para o agressor.
Sendo que, em algumas zonas do país, também já há programas específicos para trabalhar com os próprios agressores. Muitas vezes a denúncia não vai beneficiar apenas aquele que é a vítima, mas quando denunciamos, quando divulgamos, também estamos, de alguma forma, a querer ajudar o agressor. Muito bem, vamos fazer um pequenino intervalo. É muito pequenino. Fique a refletir nestes assuntos, mas não saia daí. Já a seguir, em dois minutinhos, estamos de volta e com uma oferta especial para si. Até já.
TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. E cá estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de hoje. Dizer-lhe que, como habitualmente neste programa, temos o conjunto de revistas e de guias de estudo que normalmente lhe oferecemos, e o que eu proponho para ser hoje é este guia de estudo Entre Famílias, que tem um conjunto de lições, chamemos-lhe assim, ao longo de toda a revista, que abrange e aborda as diferentes áreas e desafios no contexto familiar, desde a questão financeira, o diálogo, a educação, a sexualidade e muitos outros, e também com partes muito práticas e também exercícios que pode fazer em conjunto com a sua família e, dessa maneira, aprender em conjunto a lidar com os desafios na família, porque, como sabemos, eles existem.
Temos que ter as ferramentas certas para lidar com eles. E o que é que pode fazer para receber gratuitamente este Guia de Estudo? Basta enviar-nos uma mensagem para o nosso telemóvel a dizer Entre Famílias, que é o nome deste Guia de Estudo, para o número de telefone 933 93 92 91. 933 93 92 91. No Exit envie-nos já a sua mensagem e entraremos em contacto consigo assim que for possível. Daniel, estamos a falar de um flagelo que, infelizmente, ainda não conseguimos erradicar das nossas famílias, que é a violência doméstica. E eu perguntar-te, ia, enfim, apesar de ser, eu diria, muito abrangente e daria para vários programas, quais são as consequências para uma família que se vê, a determinada altura, vítima deste flagelo que é a violência doméstica?
É, a violência doméstica, o abuso, não deixa apenas nóduas negras, traumatismos, não é? Quando eles têm lugar, lesões, mas muitas vezes estamos a falar de uma, mesmo ainda no plano físico, As vítimas acabam por se tornar, elas, dependentes de substâncias. Temos casos de automutilações, o sono, a perturbação do sono. E, a nível da saúde mental, bem, uma vítima sofre de tristeza, de vergonha, de medo, sentimentos de culpa também. um sentimento de impotência, de incapacidade, não é?
Ansiedade, angústia, depressão, enfim, a lista é enorme, enorme, não é? A nível do ambiente social, como a vítima muitas vezes acaba por ser destituída da sua individualidade, porque ela é esmagada, é oprimida, ela acaba também por se isolar ou ser isolada. Então, na prática, ela acaba por se ver sem um suporte social e familiar adequado. Ela muitas vezes, até por manipulação ou intenção do próprio agressor, ela acaba por ser deslocada várias vezes da sua região geográfica.
Portanto, não tem relacionamentos profundos, ela tem uma participação muito fraca na vida da sociedade, na vida da comunidade, e depois, economicamente falando, normalmente caracteriza-se por uma dependência econômica, por empregos muito fracos ou precários, absentismo, baixos salários, perda de emprego, enfim. De facto, este fenómeno da violência e do abuso doméstico está associado a um sem número de problemas graves para as famílias, para as pessoas e, portanto, a sociedade tem todo o dever de se pronunciar sobre este problema.
Claro. Mas, Daniel, se é verdade o que tu estás a dizer, não é menos verdade que muitas vezes acontece até das famílias que menos esperamos. E porque ela é realmente tão mascarada, tão escondida, a vítima consegue esconder daqueles que estão à sua volta, que quando muitas vezes percebemos que havia violência doméstica dentro daquele lar, ficamos surpreendidos. Também há este lado. A maquilhagem muitas vezes faz milagres e as coisas acontecem, mesmo que seja de uma forma esporádica, deixa as suas marcas, mas nós não conseguimos perceber. Por outro lado, como vimos, ela pode surgir de uma forma progressiva, lenta, sem nós nos apercebermos do que está a acontecer. Portanto, é importante, como famílias, enfim, no contexto deste programa, nós ensinamos o que é que é ser família, o que é que é o amor, mas também não achas que seria interessante e importante ensinarmos o que não é o amor?
Porque quando nós vimos determinadas atitudes, se nós conseguimos compreender que isto não pode ser resultado do amor, já nos deixa alguns alertas, não é? Exatamente. E o amor, numa definição clássica de Paulo, não busca os seus próprios interesses, não é egoísta. quando... e é para estes pequenos sinais que nós lá em casa devemos estar alerta. Porque quando eu começo a impor a minha vontade, eu começo a querer obrigar a outra pessoa a fazer as coisas porque eu quero que seja assim e ponto final, não é? É interessante que Ellen White, no livro Lar Cristão, ela diz que a pessoa impor a sua vontade ao outro e reter o amor são duas coisas que não batem certo.
São duas opostas, não é? Exatamente, é. Ou é um ou é outro, não é? Quando temos este comportamento, este paradigma, ele vai se tornando uma norma, uma prática corrente, nós sabemos que podemos estar no mau caminho, não é? E é preciso perceber isto. Às vezes dizias que estas coisas acontecem onde nós menos esperamos. E, por exemplo, onde nós menos esperávamos era que, por exemplo, em famílias cristãs isto acontecesse, não é? Porque estas pessoas até conhecem bem a Bíblia. Os princípios. Os princípios. E ouvem tanto falar e falam tanto de amor.
Então, é importante saber o que é amor, mas também é importante saber o que não é amor. E, por exemplo, a Bíblia diz, onde existe o Espírito Senhor, aí há liberdade. Então, uma característica do amor é esta liberdade. Se as pessoas não têm esta liberdade, e se elas se sentem oprimidas, Aqui já temos um mau indício, não é? O Willard Harley, que já mencionamos neste programa, noutros episódios, ele fala sobre os destruidores do amor, e uma delas é exatamente a exigência egoísta, a crítica desrespeitadora, as explosões da ira.
Enfim, Em 1 João 4,18, é um texto bíblico, diz que no amor não há temor. Se há um, não há outro. O ambiente de medo, de coação, que é o ambiente que caracteriza a violência e o abuso doméstico, certamente que isto não é amor, não é? Antes, diz João, o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor tem consigo a pena e o que teme não é perfeito em amor. Então, nós temos aqui claramente uma pista, uma indicação de que o amor não induz ao temor, não é?
Não provoca. A definição de primeiro coríntios, que nós conhecemos bem, é muito abrangente e se nós refletíssemos, meditássemos um pouco sobre isto e tentássemos nos autoanalisarmos, à medida que temos as nossas interações em família, talvez iríamos chegar à conclusão de que precisamos do verdadeiro amor, não é? Eu diria todos nós. Todos nós. Todos nós. Ou seja, não estamos a falar algo que seja apenas para lados onde há algum tipo de violência, não é? Exatamente. É verdade que há aquela música, All you need is love, não é?
Mas o amor pode ser tanta coisa, não é? Em nome do amor faz-se também cada coisa. Paulo diz, o amor é sofredor, é benigno.
não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece. Desculpa, vou-te interromper. Porque estou a imaginar algumas das pessoas que nos possam estar a ouvir e só a tua primeira, o início da frase, muitas vezes, é exatamente o motivo porque leva a que as pessoas não revelem que estão a ser vítimas. Essa é a noção de que o amor é sofredor. Não é isso que o texto está a querer dizer, não é? Claro. O texto não está a querer dizer que, olha, tens que aguentar. Ele bate-te, mas ele é a cabeça de casal, olha, tens que aguentar, foi com ele que casaste, a escolha foi tua. Quantas vezes nós ouvimos, muitas vezes, comentários, a expressão é minha, infelizes destes, não é?
Justificando a violência. Não é este o tipo de sofrimento que Deus pede? Certamente que o que Paulo está a querer dizer não é que eu deva fazer sofrer alguém e amar essa pessoa ao mesmo tempo, não é? Portanto, a ótica aqui muitas vezes nós manipulamos, não é? Usamos os textos para justificar os nossos comportamentos, não é? Se é verdade que a vítima pode pensar, bem, as tantas devem ser assim, por outro lado, o outro lado devia pensar, calma lá, Eu não amo porque eu estou a fazer alguém sofrer. Quem sofre sou eu porque amo. Sou eu que decido abdicar, sou eu que decido condescender, ceder por amor.
E essa lógica faz com que se instale um ambiente de amor. Mas, em resumo, se nós analisarmos este primeiro Coríntios 13, 4 a 8, que é um texto clássico sobre o amor, nós vamos reparar uma coisa interessante. Há 15 expressões para definir o que é o amor, mas destas 15, 7 são afirmativas e 8 são negativas. Ou seja, neste mundo em que nós vivemos, É quase mais importante definir o que não é o amor do que propriamente, porque em nome do amor diz-se e faz-se muita coisa que nada tem a ver com o amor.
E esta é a mensagem, quando estamos a falar sobre o abuso e a violência doméstica, é preciso que se diga claramente que Qualquer tipo de violência ou abuso, seja físico, seja emocional, seja econômico, não é amor. Nós não podemos confundir e chamar as coisas por algo que elas, na realidade, não são, não é? Eu ia dizer o truque, mas não querendo usar essa palavra, nem o segredo, mas tu entendes onde eu quero chegar com o uso destas duas expressões, é agir de imediatamente, assim que as primeiras noções de falta de respeito surgem, não é?
Não deixar galopar, ou seja, deixar bem claro os limites. E até a fase do namoro é muito importante para esse aspecto, saber manter os limites. Aquilo que é o meu limite, até onde é que eu posso ir, até onde é que o outro pode ir. Não devemos negligenciar isso nessa fase, pois não. E se há violência, por exemplo, já na fase do namoro, então imagina. A última coisa talvez que eu gostaria de deixar é que é importante a tomada de consciência, mas é preciso buscar e pedir ajuda. Quando uma situação destas está instalada, é preciso pedir ajuda. E ninguém deve ser deixada a sofrer, ou deixado, porque a violência também afeta os homens.
Ninguém deve sofrer isto sozinho. Eu diria ajuda e ajuda especializada, não é? Especializada. Muitas vezes temos de bater à porta certa, não é? Exatamente. Muito bem, chegamos ao fim de mais um Ser Família. Lembramos que este programa não é propriamente os aspectos que nós gostaríamos de falar, mas é cada vez mais pertinente que eles também não sejam esquecidos. Por isso trazemos estes assuntos até si. E nos próximos programas ainda vamos continuar a falar também de Fel, para depois lhe podemos trazer o Mel, as coisas positivas. O que é também muito positivo é o guia de estudo que tenho para lhe oferecer, Entre Família, um guia de estudo fantástico com um conjunto alargado de lições para que em conjunto, como família, possam aprender a ser família.
Tem também alguns aspectos menos positivos, como os principais desafios que as famílias enfrentam e como poder ultrapassá-los. E em cada capítulo tem um conjunto de testes que pode fazer também a si mesmo para tentar perceber e avaliar, porque muitas vezes também não temos noção bem concreta de como as coisas em determinada área vão ocorrendo. Este guia de estudo é totalmente gratuito e ainda uma pérolazinha. Vai encontrar também aqui vários textos bíblicos para saber a vontade de Deus para as nossas famílias. Já sabe, para pedir este guia de estudo basta enviar uma mensagem a dizer entre família para o 933-9392-91. Este programa estará disponível em podcast em rado.rcs.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal.
Fica aqui um grande abraço. Marcamos encontro no próximo Ser Família. Até lá, se Deus quiser.
Neste episódio do programa Ser Família, aborda-se um tema sensível, urgente e muitas vezes silencioso, a violência doméstica e os vários tipos de abuso que podem existir no seio familiar.