Amigos para Sempre (parte 1)
Ser FamíliaT1 · E33

Amigos para Sempre (parte 1)

15 de Dezembro de 202526 min 39 s

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Amigos para sempre! Bem-vindo a mais um Ser Família. Como reparou, hoje começámos o programa de forma muito diferente. E aproveito já para lhe dizer que não só vamos começar hoje o programa desta maneira, como o próximo também vai ser assim. Nesta série de programas onde falamos de Mel e Fel, chegou a altura de olharmos para os aspectos positivos. E como já percebeu com a introdução da música, hoje vamos falar um tema que tem a ver com amigos para sempre. No programa de hoje vamos falar de amigos e depois no próximo programa, para sempre.

E como sempre, tenho comigo o Daniel, mais uma vez. Bem-vindo. Obrigado. Faz-nos lá o contexto. Porquê é que tu escolheste esta música como mote, não só para o programa de hoje, mas para o próximo? Bem, parece que estamos aqui a ouvir, ainda, em 1992, nos Jogos Olímpicos, no encerramento, José Carreras e Sarah Brimton, de facto, este tema da amizade, amigos, é um tema extremamente interessante e, na realidade, a vida não pode ser só composta pelas dificuldades, pelos desafios, nem pelas rotinas obrigatórias a que estamos sujeitos, tem que ter este quê de alegria, de companheirismo, de amizade.

E quando estamos a falar de mel, é disso que estamos a falar, sobre este lado bom, lúdico da vida. Ninguém se casa para viver no inferno, não é? Contudo, muitas vezes as experiências são tão dolorosas no dia-a-dia que muitos até têm medo desta instituição, por tudo aquilo que muitas vezes ela está associada. No entanto, é bom recordar que o lar é suposto ser um lugar de companheirismo, de amizade, de prazer, onde todos querem estar, os filhos, os cônjuges, os pais, não é? E até aqueles que fazem parte da família mais alargada.

É isto que o lar deve ser, não é? Um lugar onde existe amizade. Eu diria que até deveria estar no início de cada relacionamento, não é? No meu caso concreto, tenho uma curiosidade, é que a minha esposa, antes de ser minha esposa, antes sequer de namorarmos, já éramos os melhores amigos. E a evoluir para o namoro foi uma fase difícil porque não queríamos perder a amizade. Mas a questão é, Daniel, mesmo que não sejam os conflitos, depois as dificuldades da vida, eu diria que só a rotina muitas vezes já leva com que as pessoas vivem quase em velocidade de cruzeiro, sem o relacionamento de amizade. O que é que se pode fazer para manter este clima de proximidade, de amizade, de intimidade, ao longo de todo o relacionamento, ao longo de todo o casamento?

Depósitos e levantamentos emocionais

É muito importante lembrar que essa parte positiva, ela é, no fundo, a razão de ser também, porque nós nos casamos, porque constituímos família. O Dr. William Harley, ele, Willard Harley, ele utiliza esta analogia dos relacionamentos emocionais, interpessoais, com a nossa conta bancária, não é? E ele diz que nós podemos, ou como numa conta bancária, podemos fazer depósitos e levantamentos. Quando fazemos mais depósitos do que levantamentos, o saldo é positivo, temos bastante dinheiro na nossa conta.

Quando é o contrário, bem, podemos chegar ao momento em que estamos a zero, ou até talvez no negativo, se isso for possível, em algum banco, porque temos lá algum crédito. Já estamos em dívida. Exatamente. Ora, o que é que constitui os depósitos emocionais? Na minha conta com alguém, com quem eu tenho um relacionamento próximo, seja o meu cônjuge, seja os meus filhos, são aquelas coisas positivas. Podem ser, por exemplo, um elogio, uma palavra de apreço, de reconhecimento, um agradecimento, um presente, uma surpresa. um abraço, um beijo. Pode ser aquela atitude de eu estou ocupado, a correr para aqui e para lá, mas vejo que esta pessoa, que me é muito querida, precisa da minha ajuda neste momento.

Eu deixo o que é meu e me dedico a ajudar. Ou então, simplesmente, num momento difícil para o meu filho, para a minha filha, para o meu cônjuge. Eu sento e ouço e partilho, e empatizo com aquele momento mais difícil. Daniel, desculpa interromper-te. Mas, em primeiro lugar, tem que ser mútuo, não é? E depois, também é um risco para que não esteja a verificar a conta bancária. A estar sempre a verificar o saldo de um do outro, porque isso pode ser pronuncioso. Mas, por outro lado, também há algumas atitudes que eu diria que podem retirar o dinheiro do banco, percebes?

Quando são as atitudes menos positivas. É, é verdade que todas estas coisas devem fazer parte de um processo natural, não vamos estar a quantificar, não é? No dia-a-dia. Mas a realidade é que Quando há uma tendência para ter este tipo de atitudes, o relacionamento é bom. E se é mútuo, então? E quando há levantamentos... Bem, o que é que são os depósitos? Os depósitos são aquelas circunstâncias menos boas. Ou os levantamentos, queres-te dizer. Os depósitos são os positivos que já mencionei. Exatamente. Os levantamentos são os aspectos negativos que podem surgir no dia a dia. Uma palavra mais irritada, uma crítica, uma situação em que eu amuo, como se costuma dizer, em que eu me fecho, fico ressentido, não resolvo a situação, ou então simplesmente não tenho tempo.

Acabo por não investir no relacionamento. Ando a correr de um lado para o outro. Sou descuidado, não é? Há uma data especial, há um aniversário. Olha, passou-me. Eu nem percebi, não é? Isso revela um pouco o meu desinteresse, o meu descuido por aquilo que é importante pela pessoa com quem eu prometi viver e que supostamente é alguém com quem eu quero viver momentos alegres e felizes. Por isso é que me casei com essa pessoa, não é? Correto. E se por alguma razão só uma das partes fizer depósito, o que acontece é que a conta de um deles pode chegar ao zero, não é?

Exato. Eu acabo por não receber nada e eu tenho uma conta dentro de mim com aquela pessoa, mas ela também tem comigo e se eu não estou a depositar, aquilo não é reciprocidade, aquilo pode chegar ao zero. John Gottman, um teórico desta questão dos relacionamentos, ele diz que Para um relacionamento manter um certo equilíbrio tem que haver cinco coisas, cinco depósitos para cada levantamento, não é? Alguém que eu ouvi muito recentemente dizia, bem, para haver um crescimento no relacionamento, então é preciso haver um rácio maior, 10 por 1, 15, 20, 30 por 1, não é?

Só que a realidade de muitos relacionamentos é que, por vezes, o ambiente, na sua maior parte do tempo, é tenso e, portanto, só podemos imaginar que o rácio é inverso, não é? Há mais coisas negativas do que positivas. E é por isso que chegamos a um estado em que As pessoas não têm conexão, elas estão separadas, elas estão desunidas. É uma espécie de deserto emocional, não é? E as pessoas não entendem como é que isso aconteceu, não é? Mas é todo um processo que se vai desenrolando ao longo do tempo, não é? Muitas vezes ouvimos histórias de pessoas e nós conseguimos sentir e pressentir que são relacionamentos que se mantêm quase de um contrato mútuo porque partilham a família, partilham os filhos, partilham as despesas.

Às duas por três não se desfruta daquilo que é o relacionamento familiar e por isso é que muitas vezes muitos jovens hoje têm dificuldade em investir no relacionamento e no casamento. para nos casarmos, para vivermos essa intimidade em família. Eu até digo até que os próprios filhos. Temos que saber desfrutar o que abençam de ser família, não é? Exatamente. E sermos intencionais, não é? Já num programa anterior, no início desta série, Mel ou Fel, contamos aqui a história de Johnny Barnes, Um homem que dedicava as manhãs de cada dia da semana a cumprimentar as pessoas numa rotunda, nas bermudas, e que eu imagino que aquele homem tinha um saldo muito positivo, não numa, mas numa quantidade de gente.

Muitas pessoas que passavam por ali e por isso até recebeu uma estátua. Imagina, não é? Porque eram muitos beijos, eram muitas palavras, eu amo-te. Ora, imagina se nós fizermos isto de forma regular, dentro do nosso contexto de família, não é? Todos os dias ali, olha, eu amo-te, eu gosto de ti. Olha que bom, tu estás muito bem, força, tu vais conseguir. Bem, certamente que vamos andar sempre com um saldo positivo, não é? Se houver esta intencionalidade, esta consistência num comportamento amigo, no fundo, não é? E claro que o ambiente vai ser muito agradável e vai ser desejável.

Os filhos vão estar ansiosos por voltar para casa e também os adultos porque querem estar ali, querem rir-se, querem brincar, querem estar juntos. O lar passa a ser o que deveria realmente ser, não é? O que Deus instituiu. Um porto seguro para toda a família. Daniel, eu gostava muito de gastarmos algum tempo com a parte prática, mas como vamos fazê-lo durante algum tempo, vou aproveitar para fazer, desde já, um pequenino intervalo, são mesmo um ou dois minutos, e depois, a seguir, vamos lhe trazer, eu diria, a parte mais importante. Como, na prática, podemos fazer tudo isto que temos estado a partilhar consigo. E já a seguir, mesmo já a seguir ao intervalo, também com uma lembrança muito especial para si.

Atividades em família

Até já! TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para a segunda parte do Ser Família de hoje. Estamos a falar, de forma geral, de desfrutar a família. Esta parte de viver a amizade. Mas vamos ter a oportunidade, nesta segunda parte, de falar também sobre a parte prática. O que é que podemos fazer de forma intencional? E para ajudar, desde logo tenho esta oferta para si. O Guia de Estudo Entre Famílias. Com muitas dicas práticas e até com sugestões de atividades que pode fazer em família e, ao mesmo tempo, aprenderem, em conjunto, a serem melhores famílias, a comunicarem melhor, a saberem gerir melhor as finanças e a lidar com as diferentes dificuldades que um relacionamento sempre acabará, mais tarde ou mais cedo, por nos trazer.

E para receber totalmente gratuito esta revista, é simples, basta enviar-nos uma mensagem, um SMS, a dizer ENTREFAMILIA para o 933 93 92 91. Não hesite, ficamos à sua espera. Daniel, vamos então para a parte prática. Eu sei que é difícil de tu responderes de uma forma integral, porque imagino eu que o ideal até seria que as famílias pudessem em conjunto trabalhar estes momentos, conhecendo os interesses de cada um, perceber o que é que há em conjunto, o que é que se pode fazer, que tipo de atividades podem fazer, que vá ao encontro, enfim, das expectativas e das necessidades de cada um. Mas, mesmo tirando essa especificidade de cada família de uma forma mais abrangente e mais genérica, na prática, o que é que podemos fazer de forma intencional para criar este ambiente que temos estado a falar?

Havia um ditado que eu ouvi quando era jovem que dizia uma família que ora ou que reza, junta, permanece junta. Eu acredito nisto a 100%, mas hoje eu acrescentaria alguma coisa como isto. Uma família que brinca junta, permanece junta. Conheci há algum tempo atrás um pastor chamado Pávalo Goia. E ele conta que numa das suas comunidades, igrejas, havia um ambiente muito belicoso. Havia ali muitas disputas, muitas confusões. Então, qual foi a ideia que ele teve? Num determinado verão, ele tinha uma pequena quinta da montanha e tinha tido uma colheita, ou tinha uma quantidade enorme de tomates.

E o que é que ele se lembra de fazer? Convida toda a sua comunidade, toda a sua igreja, para ir até lá. Já tinha previamente feito um acordo ali com algumas crianças, com alguns adolescentes. Tinha munido cada pessoa que foi convidada, e não sabia para o que ia, com um impermeável. E então, a dada altura, e sob indicação dele, as crianças começam uma guerra de tomates. Atiram tomates aos responsáveis, aos líderes, às pessoas adultas. Elas percebem-se que estão no meio de uma guerra de tomates. E ele depois termina por dizer que aquilo foi remédio santo.

Quando as pessoas brincaram juntas, elas deixaram de, usando o termo que também se usa, brigar. Brincar para deixar de brigar. E às vezes nós temos um ambiente muito tenso. O que nós precisamos é descontrair um bocadinho e começar a brincar. Por isso, esse ambiente de brincadeira... Ora, isto é muito atraente para as crianças, para os jovens, e acaba por tornar as coisas mais... Claro que deve haver um certo planeamento, deve haver um certo... a uma certa intencionalidade. Viagens, acampamentos, piqueniques em família, irem comer fora, praticarem desporto juntos, caminhar, andar de bicicleta, passeios na praia, na montanha, momentos do culto em família, mas que sejam agradáveis.

Nós temos até um recurso muito interessante, que é o círculo do culto doméstico, em que as pessoas brincam, mas estão a adorar a Deus, estão juntas, conversas à mesa. Também temos um outro recurso que tem cartas e lança temas para o diálogo em família. Atividades como rever e lembrar memórias, ver fotografias de momentos agradáveis em família. Enfim, é preciso desligar a televisão para deixar de ver outros a divertirem-se, a desfrutar da vida e sermos nós os protagonistas do filme, não é?

É preciso deixar de ser consumidores e começarmos a ser produtores. E hoje as redes sociais são também elas produtoras, diria, de vidas familiares fictícias, não é? Que as pessoas muitas vezes mostram o que querem e levam as outras pessoas a admirar outras famílias que depois, na realidade, nem nada daquilo que acontece, não é? É como tu dizes, sermos intencionais. E procurar e negociar. Eu lembro-me que em uma fase da nossa vida que percebemos que havia ali poucos interesses em comum, a determinada altura negociávamos, ok, Esta semana, no momento de lazer da família, é a pessoa A que escolhe. Mas há um momento de lazer. Mas há momento de lazer e há negociação e conversa. Não podemos abdicar dele. Outro problema é quando usamos, por exemplo, umas férias e elas acabam em vez de ser um momento de lazer, um momento de discussão por causa da viagem A que não foi feita desta maneira.

Não é só o que fazemos, mas também como somos e como reagimos para a vida, não é verdade? Porque podemos ter uma atividade e até pensar a fazer, mas sermos muito críticas. Queremos fazer uma refeição em conjunto, para estarmos todos juntos, mas aproveitamos ali para discutir as notas, para saber onde é que quer chegar, não é? Ou seja, a forma como estamos, lidamos com a vida de forma positiva, de forma grata, também tem que pesar, não é só o que fazemos, mas como somos, não é? É, é a tal teoria do copo, não é? Copo meio vazio ou meio cheio. Há uns que se concentram naquilo que não têm, há outros que observam aquilo que têm, são gratos, valorizam e este ambiente, esta atitude é muito importante dentro da família. É altura de começar a desfrutar, rir, brincar e apreciar, porque todos temos

O poder do riso

alguma coisa que nos possa preencher. Alguém observou que os comediantes tendem a ter casamentos longos. É interessante. Provavelmente temos que rir mais lá em casa. Diz-se que Richard Nixon, um antigo presidente americano, perdeu as eleições quando se candidatou para um segundo termo porque estava sempre muito sisude, muito sério e as pessoas querem uma atitude agradável. Os empresários estimulam ou ensinam ou treinam os seus vendedores a sorrirem.

porque senão eles repelem em vez de atrair os potenciais compradores, não é? Temos que aprender inclusivamente a rir de nós próprios. Eu não ia dizer isto, mas pronto, olha, digo, ainda há uma semana atrás... Quando dei por ela, tinha levado um sapato de cada nação para uma reunião pública. Ninguém deu por ela. E eu passei assim. Eram da mesma cor, felizmente. Mas quando eu me apercebo do que eu tinha feito... Contei isto à minha esposa, não é? E depois, olha, tivemos-nos a rir, não é? Aconteceu. Felizmente, passou bem. Mas nós temos que desfrutar da vida desta maneira.

Charlie Shedd disse, quando um casal aprende a rir dos seus próprios erros, há uma grande transformação no lar. Então, isto é realmente uma atitude que... Nós podemos, em face de algum problema, nós podemos fazer tanta coisa negativa, não é? Podemos achar o culpado, podemos nos criticarmos mutuamente, até nos sentirmos deprimidos, ou podemos também rir, não é? E essa talvez seja a atitude mais correta. Eu lembro-me de uma vez ter também ouvido uma história de um homem que era muito bem disposto.

Todas as pessoas gostavam de estar por perto. Ele era uma simpatia alegre, brincalhão. Este tipo de personalidade atrai bastante. Bem, um dia ele trabalhava numa loja e cabia-lhe fazer o encerramento da loja, portanto ele estava sozinho na loja, e é apanhado de surpresa com um assalto. Uma data de ladrões e de pessoas deste género, entram pela loja dentro e mobilizam-no, e depois, no meio deste momento muito tenso, ele acaba por ser alvejado e leva um tiro. Ele consegue acionar a emergência médica, Os paramédicos aparecem, ele está ali a esvair-se em sangue, no chão, e os médicos e o pessoal perguntam-lhe, bem, o senhor é alérgico a alguma coisa?

E o homem olha para eles muito sério e diz, sim, a bala. E aquele grupo... Estamos ali numa situação trágica, num momento de quase vida ou morte, mas aquela gente cai na gargalhada. E não deixaram depois de responsavelmente continuar a fazer o seu trabalho. Mas não há desculpa para nós não... termos uma atitude positiva, brincalhona, e isto é muito importante. Isto faz com que o companheirismo exista, a amizade, o prazer possa estar presente dentro das relações interpessoais da família, não é?

Eu cito aqui uma Uma autora, uma escritora poetisa inglesa, já de há muitos anos, eu próprio não tive a oportunidade de conhecer, mas temos os escritos dela, e ela dizia assim, é muito fácil ser agradável quando a vida transcorre em

Espiritualidade no lar

paz, mas o homem de valor é aquele que continua a sorrir quando a vida começa a andar para trás. Fantástico. Mas, num minutinho, para termos esse sentimento, nós precisamos de ter Deus também no nosso lar, não é? Porque é Ele que nos vai trazer a paz, mesmo no meio de algum temudo, mesmo no meio de uma notícia menos agradável. É aquele que provavelmente nos pode ajudar a ver o copo meio cheio, de forma positiva, não é? É por isso que é tão importante, mesmo com toda a intenção de trabalharmos no contexto familiar, saber que temos Deus no nosso lar a guiar as coisas todas faz toda a diferença. Claro que sim. A espiritualidade é um fator importantíssimo, não é?

Eu, quando estudei um bocadinho sobre a terapia cognitiva comportamental, lembro-me de ter visto que o problema não é o que acontece, mas a forma como interpretamos aquilo que acontece. Ora, a Bíblia É o livro, por excelência, que nos ajuda a interpretar as coisas de outra forma. A Bíblia, quando diz, todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam, faz com que eu, mediante uma situação difícil, comece a pensar, isto é mau, mas pode-me trazer alguma coisa boa. E isto faz toda a diferença. Faz-me ser positivo, estar à espera de alguma coisa boa, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.

Obrigado, Daniel. No próximo programa vamos continuar a falar sobre este assunto, vamos continuar a falar de amigos para sempre, mas agora vamos abordar a outra parte da música, o para sempre. Entretanto, antes de chegar ao fim deste programa, lembro a oferta muito especial que temos para si, o Guia de Estudo Entre Família. Vimos que é importante termos Deus no nosso lar e, para além das dicas muito práticas elaboradas pelos especialistas, também vai conhecer aqui a vontade de Deus com um conjunto de textos bíblicos que nos ensinam a ter Deus no nosso lar. E é totalmente gratuito, basta enviar-nos uma mensagem para o 933-939291, 933-939291, a dizer Entre Família e depois entraremos em contato consigo para lhe oferecer este guia de estudo.

Dizer-lhe também que este programa e todos os outros estão disponíveis em radioxcs.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Despeço-me, desejando-lhe a continuação de um bom dia, uma boa noite e dizer-lhe que no próximo programa estamos aqui para falar de mais uma parte boa, esta parte do mel dos relacionamentos. Então, marcamos o encontro. Até ao próximo Ser Família, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio do Ser Família, somos convidados a olhar para o lado doce das relações familiares, o mel dos relacionamentos. A amizade dentro da família é apresentada como um pilar essencial para um lar saudável, seguro e feliz.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 33
Estreou
15 de Dezembro de 2025
Categoria
Família