Estamos de volta para lhe trazer mais um Ser Família com muito gosto, com muita alegria que estamos de volta a fazer-lhe companhia, apesar do assunto do programa de hoje, bem como dos próximos, não ser dos melhores. Muitas vezes também se foge a estes assuntos, mas aqui no Ser Família fazemos questão porque eles continuam a ser uma realidade. Se se lembra, no programa anterior dissemos que iríamos ter uma série de programas onde iríamos falar de fel, e mel. E tínhamos também prometido que durante os primeiros quatro programas iremos falar da parte que era o fel, para depois guardarmos o melhor para o fim, para falarmos sobre o mel. E é mesmo isso que vai acontecer já no programa de hoje.
Mais uma vez vou estar na companhia do Daniel Bastos. Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Obrigado. Hoje vamos falar da parte Fél, como tínhamos prometido, mas escolheste realmente um assunto que muitas vezes não é discutido, sendo muitas vezes uma tragédia no ser familiar, que é as dependências na família. Eu começava por te fazer uma pergunta dupla. Primeiro, quando se explicasse o que é isso de dependências, porque sabemos que são várias, e depois, como é claro, como é que isso afeta as famílias. Com certeza, Daniel. As dependências normalmente são identificadas como o consumo de substâncias ou a prática de ações de forma repetida e compulsiva.
Esta é uma das definições possíveis. Qualquer coisa que produz um prazer imediato, mas que, via de regra, depois traz consequências graves. O que caracteriza estes comportamentos, ou consumos, basicamente é uma ausência de controle. Qualquer pessoa que já passou pela terrível experiência de perder o controle do seu carro, ou porque fez aquaplaning ou qualquer coisa assim do género, ou porque perdeu os travões, sabe que isto é uma experiência absolutamente aterrorizante. Pois a experiência das dependências tem muito a ver com isto.
É uma ausência de controle. E nós podemos estar a falar de álcool, tabaco, drogas, que é o que nos vem primeiro à mente, mas existem muito mais. Há certos medicamentos que são também utilizados e provocam dependência, há o jogo, há Até os próprios alimentos podem ser uma forma de dependência, o sexo, compras, a internet. Há tanta coisa hoje que acaba-se constituindo como uma dependência, ou pode ser uma dependência. Agora, como é que isto afeta a família? A família, enquanto enquadramento base das nossas vidas, é também a sede de preenchimento das nossas necessidades mais básicas e, desde logo, as dependências vão invalidar e progressivamente degradar este funcionamento que seria normal da família.
Eu diria, estabelecendo um paradigma patológico, que depois acaba por atrair ou desenvolver padrões de disfuncionalidade e sofrimento psicológico muito grandes. Os impactos negativos, por exemplo, de um pai, de uma mãe que tenham dependências, significa consequências como a ruptura do vínculo afetivo, dos rituais, dos papéis, das rotinas, da comunicação, da vida social. Tudo isso passa a ser diferente, não é? E até as finanças são muito, muito afetadas.
Portanto, Aquelas famílias onde isto acontece, ou pelo menos um dos pais revelam algum tipo de dependência, elas estão envoltas com segredo, com perda, com conflito, com violência, com abuso, com caos emocional e muitas vezes inversão dos papéis. Quase que às vezes são os filhos a cuidar dos pais quando isto acontece. Eu lembro-me que há uns tempos atrás, precisamente a entrevistar uma associação de apoio às famílias que sofriam com dependência, o responsável dizia-me que quando alguém na família tem uma dependência, toda a família tem uma dependência porque, de alguma forma, toda ela era afetada.
Tu conheces algum estudo, estás informado sobre a prevalência das dependências no seio familiar e já agora, na tua opinião, quais são as causas? Não propriamente para as dependências, mas quais são as causas que pode levar uma pessoa a ficar dependente de qualquer uma dessas dependências? Claro. Há bocadinho nós falamos sobre pais dependentes. É talvez muito comum hoje em dia os filhos dependentes A realidade é que esta prevalência aumenta. Significa que, à medida que o tempo vai avançando, os Estados Unidos é considerado um dos países com uma maior prevalência de dependências e fala-se praticamente de um terço das famílias.
Um terço das famílias têm este tipo de problema no seu seio. Agora nós temos aquelas dependências que são flagrantes, conhecidas, identificadas, e depois temos aquelas dependências que passam mais despercebidas. Como a do Zé Crens, por exemplo. Por exemplo. Portanto, eu acho que este número está bastante subestimado. Por que há entre nós? Bem, há um relatório deste ano e, por exemplo, no que toca ao consumo de álcool, Portugal neste momento é o país da OCDE com a maior prevalência de consumo de álcool. E o que as estatísticas nos dizem é que todos os tipos de dependência estão a aumentar.
Ora, isto é de facto algo muito complicado, não é? E deixa-me citar aqui uma terapeuta, uma psicoterapeuta, terapeuta ocupacional. Ela tem esta frase ou este parágrafo num artigo que já tem mais de 30 milhões de visualizações. Ela diz assim. e ela está a falar sobretudo da prevalência das dependências nas crianças, nos filhos. Ela diz, há uma tragédia silenciosa que se está a desenvolver hoje. nas nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas, que são os nossos filhos. Os nossos filhos estão num estado emocional devastador.
Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram indicações de que esta prevalência está a aumentar de uma forma alarmante e como resultado também a doença mental na infância, que atinge agora, segundo ela, por porções epidémicas. E quando ela fala sobre isto, que estatísticas é que ela está a recorrer? Por exemplo, uma que diz que uma em cada cinco crianças, penso que isto se refere sobretudo ao nosso mundo mais ocidental, têm problemas de saúde mental, uma em cada cinco crianças. A infância, que é este período que se deve caracterizar pela alegria, despreocupação, estamos a falar de uma em cada cinco crianças.
Um aumento do transtorno de déficit de atenção, da hiperatividade, na ordem dos 43%, um aumento de depressão na adolescência também na ordem dos 37% e um aumento de 100% na taxa de suicídio entre crianças dos 10 aos 14 anos. O que é, desculpe-me por ter interrompido, o que mostra claramente que alguma coisa como sociedade, e temos que assumir também nas nossas famílias, não está bem. E, certamente, também tem a ver com a liberdade que tem, com o consumo, com as coisas que consomem. De facto, tudo isto está intimamente relacionado com as dependências, mas as dependências também têm uma origem, têm uma causa.
E ela, por exemplo, indica alguns elementos, alguns fatores, algumas causas, algumas hipóteses que são, por exemplo, o facto de cada vez termos mais pais digitalmente distraídos. Pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças governarem o mundo, não é? É a expressão que ela usa. Esta cultura em que as crianças têm direito, não é? Sem merecer, não é? Portanto, o dar tudo à criança, mas depois também o próprio estilo de vida com a privação do sono. Cada vez estas crianças e jovens têm uma nutrição mais desequilibrada e cada vez dormem menos, não é?
Um estilo de vida bastante sedentário e, enfim, uma estimulação sem fim através dos meios tecnológicos que proporcionam uma gratificação instantânea e ausência de momentos chatos, vamos dizer assim. Ou seja, a criança não aprende a ser resiliente. Ela está a viver e a conviver neste... Portanto, este ambiente, segundo ela, e outros especialistas que vão nesta linha também, é o ambiente que favorece a criação de dependências. Incrível. Eu acho que é importante também para nós, até no contexto do nosso programa de hoje, na ajuda às famílias que nos veem, tentar perceber então o que é que podemos fazer.
E, portanto, para si que está desse lado, vamos fazer um pequenino intervalo agora cerca de dois minutinhos e já a seguir estaremos de volta para falarmos sobre este assunto e para também termos as ferramentas certas para lidar com este flagelo. Dizê-lhe também que temos uma oferta muito especial para si. Então até já. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança.
Estamos de volta para a segunda parte do nosso programa Ser Família de hoje e ficou prometido que nesta parte iríamos falar de algumas ferramentas para evitarmos este flagelo que são as dependências. E por falar em ferramentas, tenho uma ferramenta muito especial para si. O Guia de Estudo Entre Família, com várias lições muito práticas e dicas muito, muito incisivas nos diferentes problemas mais comuns das nossas famílias. Também com alguns testes para poder fazer em família e perceber, por exemplo, onde pode melhorar e onde pode haver algo que não esteja a correr tão bem. Este guia de estudo é um guia de estudo preparado por vários especialistas e o melhor de tudo é que tem um preço muito reduzido, porque ele é totalmente gratuito.
Para receber este guia de estudo basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 a dizer ENTREFAMILIA e depois nós mesmos entraremos em contacto consigo para lhe poder fazer chegar a sua casa totalmente gratuito este guia de estudo. Daniel, ficou prometido que nesta segunda parte iríamos falar de ferramentas, mas antes de chegarmos lá, começava-te por perguntar isto. As dependências, enfim, tirando as drogas pesadas, que não tenho conhecimento profundo para poder falar sobre isso, que pode acontecer com uma dose ou duas a pessoa ficar automaticamente dependente, a maioria das dependências surgem lentamente, com pequenos hábitos sem importância, que à medida que vão ser repetidos se tornam independências.
Eu perguntava-te a que sinais devemos estar atentos, ou seja, quais são os sinais que nos mostram que há aqui já um problema e já agora esta noção silenciosa, que as dependências surgem muitas vezes sem pais e filhos se perceberem que se está a instalar um problema. Há uma tendência prevalecente em quem tem uma dependência, que é negar que tenha dependência. Mas isso depois dela já estar instalada, não é? Depois dela já estar instalada, se calhar há algum tempo. Por isso, os pais, e é para eles que estamos a falar, sobretudo agora, deveriam estar atentos a alguns sinais. Por exemplo, alterações significativas a nível da parte física, por exemplo, nos padrões de higiene dos filhos, algum desmazelo, alteração no peso, também alguma instabilidade emocional, uma negligência das responsabilidades.
Já sabemos que uma criança não é um adulto, Mas havia um certo padrão, uma certa forma de estar, e de repente começa a haver falhas sucessivas que vão acontecendo nesta negligência de cumprir com os seus deveres, não é? Um isolamento, um afastamento da família, dos amigos, poderá ser um outro sinal preocupante. Depois, outro sinal, este bastante flagrante, é comportamentos de risco. Isto pode ter a ver com atividades perigosas, como também exposição até a algumas substâncias que são ilegais, por exemplo, não é?
Problemas de saúde. Nós sabemos que algumas destas substâncias causam e têm problemas. O tempo não permite para entrarmos em mais promenores. E também questões financeiras. Não há dinheiro. Havia ali uma pequena mesada ou então algum recurso e agora é sempre preciso mais dinheiro. São pequenos sinais que podem ajudar a identificar, quanto mais cedo melhor, a existência de uma dependência. Como é que reagem as famílias? Não te estou a perguntar para já qual devia ser a reação das famílias, o que é que as famílias iam fazer, mas o que é que normalmente acontece perante esse choque inicial de uma determinada dependência?
Quando as famílias se apercebem que realmente há aqui um problema, há exatamente aquilo que acabaste de dizer, há um choque, não é? Isto não pode estar a acontecer, não é? Depois instala-se alguma confusão porque a estrutura familiar foi afetada, não é? Desculpa interromper-te, nessa primeira fase até pode haver por parte dos familiares também alguma negação, não é? Claro. Com o meu filho não, com o meu marido não. Exatamente. O que faz atrasar ainda o processo. Exatamente, há um misto. Depois instala-se aquela confusão porque há algo novo e então vão-se seguindo as perturbações. O declínio emocional, experiências comportamentais negativas, perturbações.
Até que se instala mesmo o caos. Eu estou a falar sobre um percurso, não é? Isto não se pode quantificar em termos de tempo. Às vezes uma fase passa muito rapidamente para a outra, na medida em que as coisas são mais ou menos graves. Como se fossem estragios que se seguem uns aos outros. Exatamente. Até que a família instala-se o caos, porque tudo se torna desfuncional. Muitas vezes passa-se por momentos de acusação, não é? Acusações e uma grande crise também, sentimentos de culpa, os pais começam a perguntar o que é que eu fiz, porque é que isto me está a acontecer, porque é que temos que ser nós a passar por isto, não é?
Até que finalmente a família toma consciência das coisas, não é com elas apenas, acontece em muitas famílias, e então a família, de uma forma tipicamente mais construtiva, mas sobretudo também numa medida de autoproteção, vai à procura de recursos, de informação, de apoio, para lidar da melhor maneira possível com isto. É verdade que há famílias que não o fazem, nunca chegam a fazê-lo, mas é isto que Acontece, vamos dizer, em muitas famílias quando se vêem confrontadas com este problema. Sendo que socialmente também já vamos criando estruturas de apoio a essas mesmas famílias, ou seja, quando há essa procura, de alguma forma ela é facilmente encontrada perto, haverá sempre uma associação, uma instituição.
Por isso a pergunta que te faço é quase lá para a Alice, mas tem que ser feita, até porque estamos a caminhar para o fim do programa. Há solução?
Ora bem, existe um livro muito interessante que se chama Caminho para uma Vida Plena, da autoria de Ellen White. Ela tem uma frase, tem um capítulo muito interessante sobre estas questões e ela descreve um bocadinho a vida de um dependente, não é? Com promessas e promessas que se vão repetindo, mas que são como descritas na areia. Então, ela tem uma frase que é muito importante e que nos deveria despertar. Ela diz, é preciso, não é preciso desesperar, há uma solução, mas se houver uma solução, essa solução passa por descobrir e compreender a verdadeira força da vontade.
E ela diz mesmo que a verdadeira força da vontade pode operar uma mudança completa na vida de uma pessoa. Isto pode ser confundido com força de vontade. Ora, nós sabemos que para sair-se de uma dependência a força de vontade não chega. Eu diria que muitas vezes não existe. Não existe, ela está de rastros, não é? Então, força da vontade é algo diferente e ela vai definir isto como sendo o poder da escolha, a faculdade da escolha. Isto é diferente em português, também no inglês, é willpower e power of the will, ou força da vontade em contraste com força de vontade. Isto, basicamente, significa tomar uma decisão.
Parece muito simples, mas, na realidade, é o mais difícil. O que acontece, e eu tenho alguma experiência com isto, por exemplo, durante algum tempo fazíamos programas para ajudar pessoas a deixarem de fumar, e o quadro típico era baixar um cavalheiro, e quando nós perguntávamos qual era a sua motivação, ele quase que dizia, porque a minha mulher... Minha esposa. Não me deixa em paz se eu não estiver aqui hoje. Ora, não resultava. O sucesso era praticamente nulo. E também quando os pais decidem pelos filhos, o resultado é igual. Não funciona. A pessoa tem que tomar essa decisão. Tem que fazer essa escolha. Renunciar a alguma coisa que lhe dá prazer não é fácil.
Sobretudo quando a vida muitas vezes até não tem grande interesse. E renunciar àquela fonte de prazer, mas que também é a fonte da desgraça, porque significa perda de controle, é algo muito difícil. Mas os alcoólicos anónimos, por exemplo, dizem assim, meias medidas de nada valem. Outra frase deles, a mudança acontece quando a dor de permanecer na mesma é maior que a dor da mudança. Então, o momento-chave é este, é quando o indivíduo, a pessoa dependente, toma a decisão e diz assim, eu estou farto disto, eu não quero isto para mim, não é isto que eu gostaria de ter e eu vou tomar uma decisão e toma essa decisão.
E aí, essa pessoa precisa realmente e efetivamente de ajuda. Ela não está sozinha na sua luta, certamente que há pessoas na sociedade, há técnicos que podem muito bem ajudar, mas Como dizem os próprios alcoólicos anónimos, é preciso recorrer a um poder superior. E na Bíblia nós encontramos uma frase de Jesus em que ele diz, sem mim nada podeis fazer. Mas depois Paulo, ele diz, tudo posso naquele que me fortalece. Então a decisão é renunciar a uma dependência, mas eu preciso de ajuda. E essa ajuda, em primeiro lugar, precisa de vir de Deus.
Mas certamente, que Deus estará pronto para ajudar e todos aqueles que amam esta pessoa podem cooperar também em todo este processo. Ora, o ambiente tem o seu papel. E deixa-me só mencionar nestes últimos minutos que ainda temos neste programa um experimento científico muito importante que foi feito nos anos 60 em que se davam ratinhos a possibilidade de beber água ou de ter um outro líquido que tinha heroína. Bem, eles todos acabavam por ficar viciados na heroína e a maior parte deles morriam.
E a conclusão na altura foi que um ser humano, se ficar exposto e se experimentar isto, não tem hipótese de sobrevivência. Uns anos mais tarde, um investigador disse, calma lá, estes ratinhos estavam cada um numa gaiola quando fizeram esta experiência. Então, o que ele fez, neste caso foi Bruce Alexander, de uma universidade no Canadá, ele fez a mesma experiência, neste caso não usou heroína, usou morfina, colocou lá uma... açucarou, vamos dizer, a água, porque à primeira análise os ratinhos poderiam...
E então o que ele fez foi, ele fez um grupo de controle, onde eles estavam, como nos anos 60, separados, no outro grupo colocou-os... em um ambiente, ele pegou ratos que eram muito sociáveis, onde eles tinham muita companhia. E o resultado desta experiência, que é uma experiência clássica na investigação e no estudo destas questões da dependência, Ele verificou que os ratinhos que estavam sozinhos tinham 19 vezes mais a tendência de ficarem presos à morfina. E aqueles que tinham a companhia de outros, invariavelmente, acabavam por evitar a morfina, a companhia de outros ratos e a liberdade do parco diminuíram significativamente, isto é a conclusão do estudo, o desejo de consumir drogas.
Quando isso ocorreu, os ratos afetados fizeram o possível para retornar ao seu estado normal, suportando inclusive a síndrome da abstinência. Aqui nós vemos que, em primeiro lugar, nós temos Deus, temos todo o apoio social que técnicos possam dar, mas o ambiente, a família, pode ser absolutamente decisiva para ajudar alguém a sair também da droga. Obrigado, Daniel. Como vimos no programa de hoje, há solução também para as dependências e o SEI familiar pode ser precisamente uma dessas soluções. Tem que ter as ferramentas certas. Antes de fechar o programa, relembro a oferta que estamos a fazer no programa de hoje, o Guia de Estudo Entre Família.
Aqui está uma ferramenta de excelência para o ajudar com dicas muito práticas e muito importantes para gerir também, eu diria, a felicidade na sua família. E o melhor de tudo é que é mesmo totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 e depois entraremos em contacto consigo para poder fazer chegar esta revista a sua casa. Na mensagem deve escrever ENTREFAMILIA porque é a referência a este guia de estudo. Dizer-lhe também que se não teve a oportunidade de ver ou ouvir este programa na íntegra, eles estão disponíveis em podcast em Radioaccess.pt, mas também no YouTube da Novo Tempo Portugal. Para a semana voltamos a estar na sua companhia para trazer mais um Ser Família.
Até lá, se Deus quiser.