Eternos Namorados
Ser FamíliaT1 · E35

Eternos Namorados

29 de Dezembro de 202526 min 50 s

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Estamos de volta para trazer mais um Ser Família. Seja bem-vindo, é um prazer enorme estar na sua companhia. Estamos nesta série de programas onde falamos de mel e fel e agora estamos mais na parte do mel. No programa de hoje, mais uma vez, tenho comigo Daniel Bastos. Daniel, bem-vindo. Obrigado. E tu propuseste como título para o programa de hoje, Eternos Namorados. Daniel, isto é execuível, é atingível, não é um pouquinho utópico? Como é que ficamos com este Eternos Namorados? Bem, esta frase é utilizada de vez em quando aí no dia dos namorados, por alguns maridos mais apaixonados, mais românticos, mas há quem discorde dela.

Mas há também quem concorde. Aqueles que discordam dizem, bem, vamos lá ver, namoro é uma coisa, casamento é outra. Não são a mesma coisa, por isso, nada de eternos namorados. Até porque, no namoro, as coisas ainda não estão muito bem definidas. Há a possibilidade de que as coisas não avancem, não é? O compromisso é menor, não é? Exatamente, o compromisso ainda não existe. porque ainda não está... o assunto ainda não está fechado, não é? E, portanto, é uma fase diferente, não existe a intimidade que o casamento deve ter, portanto, não vamos estar aqui a misturar coisas, não é?

Isto é, há alguém a falar. Por outro lado, aqueles que gostam de utilizar esta expressão ou que a defendem, No fundo, querem sublinhar um aspecto importante. É que a alegria e o romance que caracterizam normalmente o namoro devem continuar no casamento. Esta é a ideia principal, não é? E eu compreendo e gosto desta ideia também, não é? Sendo que, seja como for, é algo que, em primeiro lugar, tem que ser trabalhado de forma consciente.

Por outro lado, não é muito comum nós vermos. Às vezes olhamos para... Enfim, vamos a um restaurante, olhamos para as mesas, eu não sei se tu consegues fazer essa observação, mas enfim, lidando com estes assuntos da família há tantos anos, quase que nós estivéssemos juntos a comer, a almoçar, numa refeição, nós olhávamos para a mesa e dizíamos, aqueles são namorados, aqueles certamente são casados, aqueles claramente são namorados. Não é verdade? Claro. É. Nota-se uma atitude diferente, não é? E se é desejável que o romance permaneça, eu diria que também é uma necessidade que o romance permaneça. Lord Byron, um poeta de alguns anos atrás, que escreveu Dom Juan, ele dizia, o amor do homem é uma parte da sua vida.

mas da mulher é toda a sua existência. Que engraçado. Então, se não é uma necessidade primordial para os homens, certamente que é essencial para as mulheres, não é? William Harley, que estudou os comportamentos, os relacionamentos, Ele chegou à conclusão de que, para as mulheres, as suas necessidades emocionais, isto depois de entrevistar imensas, o afeto e, por exemplo, conversas íntimas, são as suas necessidades emocionais básicas.

São muito importantes.

A importância do romance

De maneira que É algo que nós precisamos, casados, ter em linha de conta. Gosto muito de uma história que li há um tempo atrás sobre um artista importante, Claude Monet, da escola do impressionismo francês. No século XIX, ele tornou-se célebre pelos seus quadros, ele foi um dos puentes do impressionismo, não é? Mas ele, a dada altura, na sua vida pessoal, apaixonou-se por uma modelo, muito bonita, muito graciosa, que se chamava Camille. E Camille era uma fonte de inspiração para ele.

A sua musa. A sua musa, exatamente. O que acontecia é que naquela altura a Escola das Belas Artes de França estava um bocadinho fechada para esta nova escola. E até aquilo que ele fazia não era bem aceito, até ridicularizado por alguns, não é? E na vida do jovem casal as coisas não eram necessariamente fáceis, não é? Porque ela tinha as suas necessidades, como qualquer senhora e a família no seu todo, diria, mas ele não conseguia vender, não conseguia realizar, trazer um aporte financeiro para sustentar a sua família, de maneira que ela tinha que sendo mãe, já tinha um filho, e ela tinha que trabalhar muito para que o seu marido pudesse continuar a sua atividade enquanto pintor.

As coisas agravaram-se. Claude Monet algumas vezes pensava que o ideal talvez fosse parar um bocadinho com a pintura e ir para as obras ou ir fazer qualquer outra coisa e ganhar um pouco de sustento para a sua família, para não sobrecarregar a sua esposa. Mas o certo é que ele estava absolutamente obscado pela sua arte, pelo seu trabalho. Ele não conseguia parar e não parou. Camile teve um segundo filho, fragilizada, contraiu tuberculose e precocemente morreu. O Claude Monet foi afetado tremendamente por isto, mas, simultaneamente, o mundo se abriu para a arte do impressionismo.

E os seus quadros começaram a vender com uma facilidade tremenda. De repente, todos queriam o seu quadro. Curiosamente, numa altura em que lhe falta a inspiração, não é? O que acontece é que ele começa a ter um sucesso brutal com os antigos quadros, mas quando ele começa a querer pintar novos quadros, ele não consegue. Eram rascunhos que iam para o balde lixo, nada lhe saía bem. Um biógrafo diz assim, com a morte de Camille, seus olhos maravilhosos perderam a sua força criativa. Todo o calor, a humanidade e o sentimento profundo das suas pinturas vinham indiretamente dela. Por que é que o romance muitas vezes esmurece?

Porque nós temos objetivos, porque nos centramos no trabalho, porque temos... as pressões normais. Os desafios da vida. Os desafios, os compromissos, o dia-a-dia, os filhos mais tarde. E este romance acaba por ficar um bocadinho esquecido, não é? Lembro-me também da história de ter lido uma vez de um médico muito competente, muito capaz, que fez um pacto com a sua esposa. Olha, durante sete anos vamos nos concentrar no trabalho, vamos ganhar todo o dinheiro que pudermos e depois vamos gozar a vida. A esposa que o amava muito e que o admirava muito também, concordou.

Assim fizeram. Passados sete anos, bem, ele ainda queria mais algum tempo para consolidar a sua carreira. Então fizeram, renovaram por mais sete anos. Quando estavam a chegar ao final do segundo período, a esposa encantou-se por alguém que nunca tinha feito absolutamente nada na vida, aliás, era um bom vivã, se quisermos usar o termo, mas fez uma coisa que aquele médico não tinha feito. Deu atenção àquela mulher e ela entrou numa relação perigosa. A sua esposa deixou, juntou-se a este homem, divorciou-se do médico e agora temos aqui um vivão a desfrutar do dinheiro.

de um homem bem-intencionado que colocou o trabalho à frente do romance. Por isso, as coisas correm sempre mal quando nós estamos focados, centrados em prioridades que não passam pelas necessidades do outro a quem amamos. e a quem prometemos amar e cuidar, não é? Faz-me pensar que no verão, não é? Nós temos a necessidade de regar para quem vive no campo, não é? Na cidade, a nossa mentalidade não passa muito por aí, mas quem tem uma horta, quem tem um jardim, sabe que tem que regar, porque não chovendo é preciso regar.

Nos relacionamentos é a mesma coisa. É preciso adocicar a vida, manter o romance, porque ele faz parte da vida e é mesmo essencial, de uma forma particular, para a esposa, para a mulher, não é? Ouvi muito recentemente um casal que esteve conosco, Willy e Elaine Oliver, e eles diziam que nós, inevitavelmente, todos os casais, a partir do momento que saímos da igreja, depois de contrair núpcias, estamos na direção da alienação. Se não houver intencionalidade, aquele romance vai simplesmente evaporar-se.

Por isso, é preciso investir nesta que é a parte fantástica da vida, é o mel, não é? É preciso dar tempo e reservar esforços e energia para continuar a cultivar este relacionamento. Num programa anterior nós falámos precisamente sobre ser intencionais para cultivar a amizade, criando algumas atividades concretas para criar o espírito de união e de amizade entre a família. Não é menos importante ser também muito intencional e criar momentos específicos de intimidade, até mesmo só entre o casal, deixar os filhos com alguém próximo, alguém de confiança, e criar determinado tipo de atividades para se ser intencional no romance e no namoro, não achas?

Exatamente, é isso mesmo. E é sem dúvida, a partir disto, que o brilho, a cor do relacionamento permanece. Então já vamos falar sobre esses momentos tão práticos, porque acho que

Oferta especial

certamente são muito pertinentes para todos nós, mas para já vamos fazer um pequenino intervalo. Voltamos já já a seguir para lhe trazer a segunda parte e também com uma oferta muito especial. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança. Estamos de volta para lhe trazer mais uma parte do Ser Família de hoje e, como já é habitual, também a oferta que tenho para si. O Guia de Estudo Entre Família. É um guia de estudo bastante completo, com muitas dicas práticas que fala desde a parte da comunicação entre a família e, claro, também o casal, os desafios das finanças, como lidar com os conflitos, como lidar, por exemplo, com uma situação de divórcio, e muito, muito mais também a parte da educação, os desafios que encontramos com as crianças.

É muito, muito, muito bom e o melhor de tudo é que é totalmente gratuito. Para receber este guia de estudo basta enviar-nos uma mensagem. É tão simples quanto isso. Envie uma mensagem a dizer ENTREFAMILIA para o 933-939291. 933 939291. Basta enviar essa mensagem à dizer Entre Família que depois nós entraremos em contacto consigo para lhe pedir os seus dados para lhe podermos enviar gratuitamente pelo correio.

Dicas práticas para casais

Daniel, vamos então às dicas práticas, às sugestões. Claro que, mais uma vez, cada casal pode encontrar as suas estratégias, os seus métodos, negociar o que é mais importante para cada um deles, mas de uma forma genérica, que dicas é que tu nos podes dar para manter este clima de namoro no relacionamento, no casamento? Para manter a chama acesa, não é? Isso. Bem, começando aqui pelos especialistas, por exemplo, Gottman, ele diz que os casais devem aprender os mapas do amor, que no fundo é compreender como é que o outro se sente amado.

Gary Chapman fala sobre as cinco linguagens do amor. o toque físico, o tempo de qualidade, atos de serviço, os presentes e quem sabe também aqui as palavras. É preciso compreender como é que o outro se sente amado. Como é que eu posso... Também já falamos aqui sobre aquele rácio cinco. um, não é? Ou seja, ter momentos agradáveis e que estes superem abundantemente aquelas dificuldades do dia-a-dia. É muito importante que haja comunicação e voltarem-se fisicamente um para o outro, olhos nos olhos, o toque físico.

É muito importante para manter esta relação, este romance, não é? É importante também estabelecer rituais, criar rituais. Cada casal terá os seus, não é? Formas de expressar ou formas de alimentar. Há casais que decidem, ok, todos os dias vamos passar um bocadinho de tempo juntos, vamos conversar, conversas do coração, meia hora por dia. No final do dia, por exemplo, ou vamos todos os dias andar juntos um bocadinho, de mãos dadas, por exemplo. Um casal decidiu que nunca iriam deixar o sol se pôr sem dizer um ao outro, amo-te, não é?

Naquele dia, ela fazia anos e ele estava a sair com pressa e provavelmente não iriam se ver antes do pôr do sol. Então ela sai de casa a correr e ele já está no carro, ela toca-lhe no vidro do carro e ele abre e então ela diz, olha só, te queria dizer que te amo. porque era este o seu ritual, era esta a sua prática. Tragicamente, aquele senhor, no seu regresso a casa, tem um acidente e morre. É interessante que foram descobrir depois que ele trazia com ele era o aniversário dela, dois bilhetes de avião para irem para um lugar romântico, era esta a sua intenção.

Mais tarde perguntaram-lhe a ela se ela estava bem, se ela se sentia bem, apesar de estar a fazer o luto. e ela dizia-se tranquila, até porque as últimas palavras que tinha dito a ele eram «amo-te». Portanto, são rituais, é uma cultura própria, é um acordo entre o casal, que revela o seu compromisso e ao mesmo tempo intencionalidade para manter este relacionamento, não é? Sendo que... Estou-me a lembrar agora de uma história que mostra, que concretiza aquilo que tu estás a querer dizer.

mas que eu tenho para mim como muito válida e intencional porque eu sou muito esquecido. À minha volta, enfim, já deve ter dito isso em mais de um programa, eu costumo brincar de dizer que eu não tenho memória, eu só tenho uma vaga ideia. E há uma história de um senhor que quer ser de um esposo... que estão casados há muitos anos, ele já tem mais de 90 anos, e era reconhecido pela sociedade a paixão que vivia aquele casal. E foram perguntar-lhe a ele, já depois da esposa ter falecido, qual foi o segredo, porque é que ele foi tão feliz no casamento e era um exemplo para toda a gente. Ela dizia, bem, o segredo é o meu relógio. O seu relógio é o segredo para o casamento. Sim. E ele tira daqueles relógios velhinhos de bolso, com aquela correntinha presa à cintura, ele abre o relógio e na parte de dentro do relógio dizia, lembra-te de dizer hoje à tua esposa o quanto a amas.

Ou seja, ele como tinha receio de esquecer, sempre que olhava, abria as horas, tinha lá um lembrante. de dizer à sua esposa o quanto a amas. Ou seja, vai muito ao encontro daquilo que tu estás a querer dizer. Esta verdadeira intencionalidade, mesmo nós falhamos, não é? Exatamente. Fazemos promessas, falhamos, mas ter a capacidade de criarmos as estratégias próprias para cumprirmos com o que é realmente mais importante. Exatamente. E no caso que contaste, e também no caso que eu mencionei antes, o dizer O falar, o expressar, o verbalizar palavras de afeto é fundamental. Mas eu até acrescentava um segundo passo.

Lembro-me de uma outra história que também li de um casal, recém-casados, mas as coisas não correram bem e ela abandonou o lar e foi para um outro lugar, ainda distante. Por telefone, ele disse-lhe que a amava muito e pediu que ela voltasse, mas nada a demovia, ela estava intransigente. Então, ele não teve para meias medidas. Ele gastou o seu último dinheirinho, comprou um bilhete de avião, porque ela estava mesmo longe, e foi ao encontro dela. Encontrou-a, estava lá num quarto de hotel, e quando se viram, trocaram algumas palavras, imediatamente se abraçaram e se reconciliaram.

Então, ele fez uma pergunta. Olha, eu já por telefone te tinha dito as mesmas coisas. Porquê é que tu não vieste? E porquê é que agora estamos tão bem, mas não estivemos antes?" E ela disse, bem, é porque agora tu vieste, não é? Mais do que palavras, tu estás aqui. Agiste. Agiste. Então, as palavras são importantíssimas, mas as ações também são. Para manter, então, gestos, atos. Porque é tão importante o que tu estás a dizer, porque há homens que têm muita dificuldade em manifestar o seu afeto.

Há homens que até têm dificuldade em dizê-lo. Mas há muitos outros... Isto é uma dificuldade maior para os homens, não é que todos sejam assim, mas que reconhecidamente Ou seja, os estudos mostram que a parte masculina tem mais esta dificuldade, que é, eu até posso dizer que amo, mas se eu não demonstrar as palavras acabarão por ser vãs. Às vezes o homem até sente que, se estiver a dizê-lo frequentemente, torna-se repetitivo. Só que é uma necessidade dela. Eu não posso pensar com a minha própria mente e a forma de pensar que tenho enquanto homem. É preciso, claro, que as palavras devem ser sentidas.

Mas ela tem a necessidade de ouvir, assim como tem a necessidade de ver, por atos, que aquelas palavras são verdadeiras. Porque se eu só utilizar as palavras e depois, na prática, eu não agir como tal,

Celebrar o amor hoje

as palavras também perdem o seu sentido, não é? E eu gostava de deixar aqui uma nota final neste programa. Provavelmente alguns dos nossos ouvintes e telespectadores conhecem este monumento famosíssimo que existe na Índia, o Taj Mahal. Há uma história muito bonita por trás dele. Este monumento, que na realidade é um mausoléu, foi construído por um imperador mongol, Shah Jahan, à sua esposa, que se chamava Mumtaz Mahal. Esta mulher era uma esposa fantástica, ela era inteligente, ela era uma conselheira. Ela era amiga. Ela estava com ele.

Ela tinha um coração cheio de bondade e misericórdia. As pessoas a amavam profundamente. Além disso, ela deu muitos filhos a este monarca. Mas quando ela teve o seu décimo quarto filho, estando a acompanhá-lo numa expedição militar, portanto, desprovida das condições básicas, ela acabou por falecer. Shah Jahan, quando isto acontece, quando perde a sua querida esposa, Ele entra numa profunda dor, ele fecha-se num quarto e fica oito dias sem contacto com quem quer que seja.

Dizem os historiadores que quando ele sai deste quarto ele está... ele tem o aspecto de alguém que envelheceu anos, não é? E depois, na sua grande dor, no seu grande sofrimento, ele decide imortalizar este amor que sentia pela sua falecida esposa, construindo exatamente este monumento. Bem, isto é sem dúvida uma história de amor, também com alguma pitada de dor e de sofrimento, mas O desafio a todos que nos ouvem, e sobretudo aos maridos também, porque não celebrar o amor, intensificar esse amor, nós não sabemos até quando poderemos fazer.

E se um dia tivermos a infelicidade de perder o nosso amor, podemos nos desdobrar em homenagens com o fez Shah Jahan. Mas nenhum desses gestos terá o mesmo significado para alguém que já partiu, não é? Por isso, o que nós podemos fazer hoje ficará eternizado, ficará gravado no coração de quem precisa, de quem anda, vamos dizer, à míngua desse amor, não é? Com Deus, as coisas são assim. O amor amadurece. Nas bodas de Caná, o segundo vinho era melhor que o primeiro. E com a presença de Jesus, o amor amadurece e torna-se mais forte, mais firme.

Com a presença e a ajuda de Deus, o melhor está sempre para vir. Melhor é a sobremesa. Para sair desse lado, chegamos ao fim de mais um Ser Família, mas dizer-lhe que tenho, e recordar a oferta que tenho para si, o Guia de Estudo Entre Famílias, com muitas dicas práticas e, claro, a intimidade do casal também está refletida neste Guia de Estudo Entre Muitas Outras Coisas. E é totalmente gratuito, basta enviar-nos uma mensagem. É o custo do SMS que, na realidade, não custa nada, não é? para o 933 939291. Basta escrever as palavras ENTREFAMILIA. Dizê-lhe também que este programa está disponível em podcast em radioercess.pt e também no YouTube da Novo Tempo Portugal.

Disponímonos, marcamos encontro para o próximo programa e dizê-lhe que ainda vamos ter mais um programa desta série de MEL e FEL para voltarmos a falar das coisas boas do MEL. Marcamos encontro então no próximo programa. Até lá. se a gente quiser.

Sobre este episódio

No programa Ser Família, falamos sobre um desafio real e profundamente necessário nos relacionamentos, manter o romance vivo dentro do casamento.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 35
Estreou
29 de Dezembro de 2025
Categoria
Família