Amigos para Sempre (parte 2)
Ser FamíliaT1 · E34

Amigos para Sempre (parte 2)

22 de Dezembro de 202526 min 3 s

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Amigos para sempre means you'll always be my friend Amigos para sempre means a love that never ends Friends for life, not just a summer or a spring Amigos para sempre. Se nos acompanha, já não lhe é estranho esta música ter iniciado o programa de hoje, visto que foi assim que iniciámos o programa anterior. Nesta série de programas que estamos a falar da família, o fel e o mel, agora estamos na boa parte onde estamos a falar do mel. E no programa anterior falámos, como o programa de hoje, de amigos para sempre, abordámos mais a parte do amigos e hoje vamos abordar a parte do para sempre.

Daniel, mais uma vez, bem-vindo. Eu diria que esta é a parte mais satisfatória de fazermos os programas, que é quando trazemos as partes positivas, reconhecendo que é muito importante falarmos dos assuntos menos positivos. Mas eu precisava que tu nos explicasses o que é isto de para sempre. No programa passado, no episódio passado, falamos sobre a necessidade e a importância de que o casamento e a família, toda a experiência da família, estejam revestidos de momentos felizes, alegres, e isto é o que caracteriza um relacionamento de amizade, de companheirismo, algo que se quer muito presenteiro, não é?

Entretanto, É preciso que o vínculo familiar esteja presente e mantenha-se, mesmo quando esses momentos agradáveis não existem ou quando coisas menos boas

O verdadeiro compromisso

acontecem. Eu tenho que lhe fazer esta pergunta meio provocatória. A questão é que muitas vezes as pessoas entram no casamento e a palavra para sempre já não faz parte do dicionário. A não ser o homem que espera que a mulher fique sempre esbelta para sempre. E a gente sabe que não vai acontecer. E muitas vezes a esposa espera, ou ele espera, que ele ou ela mude algum comportamento menos correto que eles já conhecem, mas que esperam que o casamento mude esse comportamento. E depois acontece que não muda, não é? Mas tínhamos prometido que hoje íamos falar de mel e não de fela. Em que é que ficamos então? Bem, não estaremos propriamente a falar sobre coisas negativas, mas a atitude que precisamos de ter mesmo em face destas coisas negativas.

Isto porquê? Porque é esta atitude de compromisso, no fundo o nosso tema hoje é o compromisso, que dá estabilidade e, por consequência, segurança a um relacionamento. E, sabem, esta é uma das nossas necessidades emocionais básicas. E, portanto, se a experiência familiar há de ser uma experiência de mel, É porque também existe esta consciência de que nós estamos juntos, de que eu estou aqui para ti, aconteça o que acontecer, der o que der, mas que tu também estás aqui para mim, der o que der, aconteça o que acontecer.

Exato. Não é? Ora, isto torna a experiência familiar e conjugal numa experiência bastante satisfatória do ponto de vista da saúde mental e das necessidades emocionais. Mas desculpa lá a pequena provocação. Até quando o para sempre é para sempre? Porque o que nós vemos nos dias de hoje é, eu diria, a expressão para sempre enquanto durar. para sente-te enquanto for bom, para sente-te enquanto fores ao encontro das minhas necessidades. E por isso é que nós vemos que cada vez mais relacionamentos estão fugados e repetitivos e múltiplos, enfim, nas pessoas à nossa volta.

Existe uma publicidade que fala de umas determinadas pilhas, que eu não vou mencionar, que duram muito tempo, não é? Parece que nas relações humanas estas pilhas estão em extinção, não é? As coisas não duram muito tempo. Na realidade vivemos numa cultura do descartável, não é? São os pratos e os copos de papel ou de plástico, os eletrodomésticos, os carros e os relacionamentos também. Ou seja, quando as coisas não estão muito satisfatórias, em vez de eu procurar insistir resolver o que está, o que não está satisfatório, o que não está bem, porque ninguém é perfeito, nós temos que convir que vão haver sempre aspectos negativos que vão surgir, vivemos num mundo onde existem muitas situações assim, mas em vez de eu simplesmente descarto evito este relacionamento e passo para o próximo.

Isto pode acontecer entre amigos, na escola, não é? Não é bom, mas pode ser pior se for dentro do relacionamento da família. Nós vemos pessoas que viveram anos têm laços de sangue ou têm este compromisso conjugal que uma vez assumiram, supostamente diante de um religioso, no sentido que estariam juntos no melhor e no pior, Mas, depois, as coisas não se verificam desta maneira, porque passa-se muito rapidamente para uma fase de...

Ok, uma mudança de fase, não é? Next, não é? É o que se pensa. Mas a realidade é que a qualidade de um relacionamento depende do compromisso que existe entre as partes para que possa haver essa estabilidade. E isto é tão pertinente que têm-se feitos estudos, como se pode imaginar, e Sabe-se, por exemplo, há uns anos atrás, nos Estados Unidos, por exemplo, onde há muitas estatísticas, já há uns bons anos, o divórcio para os primeiros casamentos, a média de divórcios, a porcentagem de divórcios para cada novo casamento era de 41%.

para segundos casamentos, essa taxa, essa porcentagem aumentava para os 60%. E se fosse para terceiros casamentos, para 73%. Portanto, esta ideia de que, bem, isto está mal, certamente que o próximo vai ser melhor, é uma falácia do ponto de vista da ciência. as coisas normalmente não tendem a melhorar. Aliás, se eu não paro hoje para resolver os meus problemas, de certeza que na próxima vez, no próximo relacionamento, se for essa a minha opção, eu vou encontrar os mesmos problemas e quem sabe mais alguns.

De maneira que esta característica da perseverança no relacionamento É uma coisa que hoje parece um bocadinho extinta, não é? Talvez daqui a uns anos vamos estar a falar de bodas de ouro e bodas de prata, como nós falamos hoje dos dinossauros. Exatamente, já não existe. Vai se tornando cada vez mais raro, infelizmente. Mas, Daniel, desculpa. Enfim. Tu já estás casado há muitos anos, eu também já estou casado há alguns anos. E se há uma coisa que pelo menos aprendemos no relacionamento é que, apesar das paixões iniciais, a amizade, a intimidade, ela cresce com o tempo.

Mas, por outro lado, não sei como é que tu sentes, mas no meu caso concreto, as dificuldades que fomos enfrentando na vida e a forma como as ultrapassámos, ainda nos trouxe maior proximidade. Ou seja, o relacionamento que eu tenho hoje com a minha esposa é muito diferente do relacionamento que tínhamos no início, fruto ao crescimento que fizemos em conjunto. Até mesmo as dificuldades, se nós as ultrapassarmos, enfim, em vez de desistirmos delas, nos torna melhores e nos torna mais próximos, não é? Exatamente. E sem esquecer que o nosso tema aqui é o mel, não é? O lado muito bom, presenteiro de um relacionamento, é quando há esse compromisso que se vão acumulando experiências como esta que acabaste de mencionar, em que juntos superamos determinada coisa.

Então vamos ganhando uma cumplicidade, uma amizade, um comprometimento mútuo, vamos nos tornando cada vez mais aliados. E começamos a ficar, a chegar àquele ponto em que não conseguimos passar um sem o outro. Porque É aquela outra metade de mim que está ali e que me complementa e eu quero tomar uma decisão e estou acostumado a pedir conselho, não é? Pode ser para a roupa que vou vestir. Há ali uma complementaridade, uma cumplicidade, e isto torna a vida bastante

Superar as dificuldades

agradável e desejável também. Há algum tempo atrás eu li de um conselheiro matrimonial, James Dobson, sobre um casal, chamava-se Keith e Mary, e o nome de família é Corgens, nome estrangeiro. Estavam casados na altura em que James Dobson escreve isto, há 41 anos, mas este casal tinha uma particularidade. Depois da sua lua de mel, a Mary foi acometida com poliomielite e ficou tetraplégica. O Keith podia simplesmente ter-se divorciado dela, mas permaneceu com aquela mulher.

ao longo de, na altura, 41 anos. Cuidava dela, penteava o seu cabelo, dava-lhe banho. Foram 41 anos, um compromisso para uma vida. Nós poderemos dizer, bem, isto aconteceu com este casal, mas isto pode acontecer com qualquer casal jovem, não é? Pode acontecer com ela, pode acontecer com ele. Pode acontecer comigo, pode acontecer com a minha esposa. E o compromisso, quando estamos juntos, e quando começamos um percurso de família juntos, é satisfatório na medida em que eu sei que se me acontecer alguma coisa, eu tenho alguém ao meu lado, não é?

De forma egoísta, eu posso pensar bem, se lhe acontecer alguma coisa, eu não tenho a obrigação de... Mas o que é que eu gostaria que acontecesse se fosse comigo? Por isso, só pode ser nos dois sentidos, não é? Mas ainda vou mais longe, porque... Não é só uma questão meio egoísta, como mencionaste, mas é o que eu sinto pelo outro. Eu vi uma história parecida, em que a pessoa estava com demência e até institucionalizada. E o esposo continuava a ver aquela mulher, ano após ano, e a visitá-la diariamente, quando ela nem o reconhecia mais sequer. Entretanto, a equipa médica, preocupada e até com compaixão por aquele senhor, lhes dizia, o senhor não precisa vir todos os dias, ela não reconhece que está cá, ela não sabe quem o senhor é.

E ele respondeu para aquela médica, disse, mas eu sei quem ela é. Ou seja, o nosso vínculo para com o outro, não é? Um filho. Nós deixaríamos de amparar um filho pelo vínculo, pelo amor que temos? É muito profundo, não é? Mas para chegarmos aqui temos que crescer em conjunto, não é verdade? Para sair que está desse lado, vamos continuar a falar. Eu acredito que, quanto nós aqui em estúdio, também está muito motivado e entusiasmado com o programa, mas vamos ter mesmo que fazer uma pausa. É pequenina, apenas dois minutinhos. Voltamos já a seguir. TV Novo Tempo, o canal da família, o canal da esperança.

Aceitação e amor

De volta para a segunda parte do Ser Família de hoje e como lhe disse, tenho uma prenda, uma lembrança para si, que não é só para si, é para toda a família. Um guia de estudo com dicas muito práticas, sugestões fantásticas para ajudar como família, com várias lições. Tem um conjunto de lições que fala de experiências práticas, de alguns desafios e também com partes em que vai ter oportunidade de preencher e diria fazer uma espécie de autoteste e avaliação. Tem também um questionário que é feito em família e dessa maneira podem aprender em conjunto e também com sugestões de atividades para fazer em família. Tem também vários textos bíblicos onde mostra a vontade de Deus e como Deus se preocupa com esta família.

Afinal de contas, foi Ele que a institucionalizou. E o melhor de tudo é que é mesmo totalmente gratuito. Basta enviar-nos uma mensagem para o 933 939291 a dizer ENTREFAMILIA para sabermos que este é o guia de estudo a que se refere e depois mesmo nós mesmos entraremos em contacto consigo para enviar o guia de estudo para casa pelo correio. Daniel, estávamos a falar até de uma forma bem íntima daquilo que são os desafios que muitas vezes enfrentamos. Às vezes fazemos sacrifícios em prol daqueles que amamos. Isso é doarmos a nós mesmos o nosso tempo, os nossos recursos e até mesmo a nossa vontade.

Eu não considero isto tanto o fél. Isto é que é o verdadeiro melo, não é? Quando alguém se nega a si mesmo por amor ao outro. Isto é que é o verdadeiro amor. É o compromisso, não é? É o compromisso que tem que haver entre as duas partes. E implícito neste compromisso está, por exemplo, a aceitação, que é uma parte muito importante do relacionamento. Aceitação do outro apesar de defeitos que possa ter. Atribuísse a Francisco de Assis, talvez tenha outro autor, muito utilizado pelos alcoólicos anónimos, esta frase, uma oração no fundo. Deus concede-me serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar e dá-me coragem para mudar as coisas que eu posso.

Sabedoria para reconhecer a diferença. Num namoro, tudo parece fantástico. Temos aqueles... E na Lua de Mel, usamos aqueles óculos cor-de-rosa e é tudo fantástico. Mas... Com o início da vida em comum, percebemos logo que a verdade incontornável de que ninguém é perfeito, de que o príncipe encantado também tem um bocadinho de sapo, não é? E a Cinderela não usa só sapatos de cristal, não é? E, portanto, é vital aceitar o outro como ele é, desistir da ideia de que o vamos transformar naquilo que queremos que seja ou que idealizamos que fosse.

Não é fácil, este é um processo que não é muito fácil. No entanto, para que isto aconteça, nós temos que nos aceitar a nós próprios também. A evidência de que não aceitamos o outro manifesta-se por vezes em críticas constantes que lhe fazemos. Isto é, a evidência de que nós não aceitamos. A evidência de que o aceitamos é reconhecermos que somos diferentes, conseguir valorizar essas diferenças e adaptarmo-nos, fazermos um esforço para vivermos com essas diferenças, não é? É caso para dizer, devemos então aceitar tudo?

Não, há coisas que não são aceitáveis, que são inaceitáveis. Mas, olha, por exemplo, o adultério, não é? Mas, em face de assuntos graves, O compromisso significa que vamos procurar resolver as coisas da melhor maneira possível, provavelmente e possivelmente até com ajuda externa, quando é necessário, quando é grave, não é? Este compromisso, que caracteriza o amigos para sempre, uma relação para sempre, tem muito de abnegação, como nós falávamos, o tal sacrifício, não é? Eu abdicar de mim, focar-me nos outros.

Eu não faço, eu não me caso, eu não formo família para ser feliz, mas para fazer pessoas felizes, não é? E na medida em que eu consigo este objetivo, eu vou descobrir a minha própria felicidade, não é? Os ingleses dizem happy wife, happy life, não é? Ou seja, esposa feliz, vida feliz. É na medida em que eu torno alguém feliz que eu próprio também descubro a minha própria felicidade. Eu desfruto também de um grande prazer. E isto também tem a ver com o mel, não é? Mas Daniel, isso é tão contrário à natureza humana, não é? Nós casamos porque queremos ser felizes.

Esta é a verdade. Nós perguntamos se a outra pessoa é a pessoa ideal para mim. Nunca perguntamos se serei eu a pessoa ideal para ela. Como é que nós contrariamos esta natureza tão egoísta?

Amor incondicional

Bem... Vivemos hoje num mundo das emoções. As emoções nos mídias, em todos os meios, são supervalorizadas. Eu diria intronizadas, não é? As emoções são descritas, são filmadas. E nós também somos muito senhoras e cientes das nossas próprias emoções. Está tudo bem, nós fomos criados como seres emotivos, como seres com sentimentos, mas nós temos que ter algo mais do que isso. Temos que também agir por princípio. Temos que ter princípios que estão assentes em bases mais estáveis, porque as emoções são um bocadinho como as ondas, não é?

Vão e vêm. A Bíblia diz que Deus é amor, 1 João 4,8. Esse amor, agape, é um amor princípio, é um amor incondicional, é um amor que não é alterado em função das circunstâncias. De alguma forma, Eu sinto que nós precisamos de aprender sobre este tipo de amor que não é tão instável, que é seguro, maduro e firme. A palavra grega para este amor, que aparece no Novo Testamento, é agape. Mas é interessante que já no Antigo Testamento há um amor semelhante à Havá.

Por exemplo, lemos em Cânticos, ou Cantares, capítulo 8, versículo 6, quando diz assim, põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte, como a morte, em algumas traduções, mais forte que a morte. Alguma coisa forte, permanente. Só em Deus nós encontramos essa firmeza, essa solidez. E por isso é que a religião é tão necessária dentro da família. Nós não podemos ser como um barco à mercê das ondas, arrastado de um lado para o outro com as emoções.

Nós precisamos de algo mais estável, mais sólido, para a nossa própria satisfação, para o nosso próprio deleite. E, por isso, nós precisamos de Deus. A Ellen White, uma autora que já muitas vezes mencionamos neste programa, ela tem uma frase fantástica. Ela diz, só Cristo pode tornar homens e mulheres felizes, não é? Porque só Cristo faz com que nós possamos ter este substrato. esta solidez nas nossas decisões. Como no tempo, não é? Nós temos dias fantásticos, não é?

Hoje pode estar um dia fantástico, bonito, mas amanhã pode estar a chover, e pode estar frio, e pode estar vento, e pode estar desagradável. Eu preciso de continuar a viver, preciso de me levantar para ir para o meu trabalho, preciso cuidar dos meus filhos, nos dias desagradáveis como nos dias bons, não é? E se eu faço no meu dia a dia, Porque é que não irei fazer nos meus relacionamentos? O meu sorriso não está dependente de receber um sorriso. Eu não preciso de ser reativo, eu posso ser proativo.

Eu tenho o meu caminho muito facilitado se eu estiver alicerçado numa experiência com Deus, porque Deus é assim comigo. Ele tem uma atitude de amor incondicional para comigo. Muito bem, Daniela. Obrigado mais uma vez. Para si que está desse lado, vou oferecer neste momento o guia de estudo Entre Família. Hoje falámos de sentimentos e tem um capítulo que fala sobre emoções venenosas, como lidar com os sentimentos destrutivos. Outro capítulo também que vai encontrar logo aqui na capa, o amor acabou? E agora, dicas essenciais para o amor voltar ao seu lar. Tem tudo a ver com aquilo que estamos a falar no programa de hoje e o melhor que tudo é que é totalmente gratuito.

Terminámos o programa falando da importância de termos Deus no nosso lar, pois bem este guia de estudo, para além da parte muito prática, tem também um conjunto de textos bíblicos que mostram precisamente como Deus pode fazer parte do seu lar e unir todas as espécies em harmonia naquilo que deve ser, precisamente, o perfeito e harmonioso lar em família. E é mesmo tudo gratuito, basta enviar-nos uma mensagem, tão quanto isso, a dizer Entre Família para o 933-939291. Quero dizer-lhe também que estes programas estão disponíveis em podcast em radioexcesso.pt e também na Novo Tempo Portugal. Despeço-me dizendo que nos próximos programas vamos continuar a falar do mel nos relacionamentos.

Não perca a Marcabos e Contas consigo. Até lá, se Deus quiser.

Sobre este episódio

Neste episódio de Ser Família, continuamos a falar do lado doce dos relacionamentos, o mel que sustenta a vida familiar ao longo do tempo. Depois de refletirmos sobre a amizade, aprofundamos agora o verdadeiro significado do para sempre no casamento e na família.

Série
Ser Família · 66 episódios
Temporada e episódio
Temporada 1 · Episódio 34
Estreou
22 de Dezembro de 2025
Categoria
Família